Alunas:
Luciana Arrais
Maria Augusta Azevedo
CASO CLÍNICO
 Criança, sexo masculino, 9 anos.
 Problemas de comportamento desde a pré-escola
(dificuldade de seguir ori...
CASO CLÍNICO
 Dx aos 7 anos
 Uso de Metilfenidato
 Redução dos sintomas, mas com manutenção das
dificuldades nas ativid...
CLÍNICA TDAH
 Sintomatologia (severa,
desproporcional e persistente)
 Inatenção
 Hiperatividade
 Impulsividade
 Compr...
EPIDEMIOLOGIA
 Desordem neurocomportamental mais comum em
crianças
 Predomínio no sexo masculino
 9,5% das crianças no ...
CLASSIFICAÇÃO
 DSM IV
 DSM V
 CID-10
 DSM-5 enfatizou a importância de considerar as
circunstâncias do desenvolvimento...
FATORES DE RISCO E PATOGÊNESE
 Evidência de componente genético
 Hereditariedade estimada em 76%
 Genes relacionados co...
FATORES DE RISCO E PATOGÊNESE
 Estudos de neuroimagem:
 Atraso da maturação cortical
 Disfunção do circuito préfrontal-...
DIAGNÓSTICO
 Pais, professores e outros devem fornecer
informações sobre os sintomas durante as
situações diárias
 Adole...
DIAGNÓSTICO
 Considerar outras condições médicas e psicossociais
(sequela trauma SNC, infecção, distúrbio do sono,
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DIAGNÓSTICO
 Associação com outras condições (desordens de
aprendizado, leitura, distúrbios de conduta,
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TRATAMENTO
• TDAH é uma condição crônica
• Os cuidados de saúde envolvem, além da equipe
multiprofissional de saúde e paci...
MEDICAMENTOSO
 Benefício significativo de medicamentos estimulantes (derivados
de metilfenidato ou anfetaminas) na reduçã...
TERAPIA COMPORTAMENTAL
 Participação central no tratamento
 Melhoram motivação usando recompensas e fornece
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TERAPIA COMPORTAMENTAL X
MEDICAMENTOSO
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TRATAMENTO
• Crianças em idade pré-escolar (gestão de
comportamento dos pais deve preceder)
• Cuidado longitudinal - A mon...
CONCLUSÃO
 A criança descrita na vinheta tem o núcleo de
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e impulsividade - ...
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Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

  1. 1. Alunas: Luciana Arrais Maria Augusta Azevedo
  2. 2. CASO CLÍNICO  Criança, sexo masculino, 9 anos.  Problemas de comportamento desde a pré-escola (dificuldade de seguir orientações, agitação, etc)  Pais e professores referiam:  Níveis elevados de desatenção  Hiperatividade  Impulsividade OBS: Prejuízo das atividades diárias (relacionamento, notas, atividades de classe)
  3. 3. CASO CLÍNICO  Dx aos 7 anos  Uso de Metilfenidato  Redução dos sintomas, mas com manutenção das dificuldades nas atividades do cotidiano
  4. 4. CLÍNICA TDAH  Sintomatologia (severa, desproporcional e persistente)  Inatenção  Hiperatividade  Impulsividade  Comprometimento das funções do cotidiano  Desde infância e adolescência  Sem explicações alternativas  Repercussões econômicas e sociais
  5. 5. EPIDEMIOLOGIA  Desordem neurocomportamental mais comum em crianças  Predomínio no sexo masculino  9,5% das crianças no EUA entre 6-17 anos  Crescimento de 33% (1999-2008)  Overdiagnosis x Underdiagnosis
  6. 6. CLASSIFICAÇÃO  DSM IV  DSM V  CID-10  DSM-5 enfatizou a importância de considerar as circunstâncias do desenvolvimento da criança como fator de risco e prognóstico e possibilitou o diagnóstico de TDAH em concomitância com autismo
  7. 7. FATORES DE RISCO E PATOGÊNESE  Evidência de componente genético  Hereditariedade estimada em 76%  Genes relacionados com vias da Dopamina e Serotonina  Predisposição genética + Fatores ambientais
  8. 8. FATORES DE RISCO E PATOGÊNESE  Estudos de neuroimagem:  Atraso da maturação cortical  Disfunção do circuito préfrontal-estriado  Alterações na comunicação neural de áreas como cortex frontal-parietal  Sem valor diagnóstico
  9. 9. DIAGNÓSTICO  Pais, professores e outros devem fornecer informações sobre os sintomas durante as situações diárias  Adolescentes devem contribuir com sua própria avaliação  Estabelecer quantificação dos traços comportamentais (uso de escalas de classificação validadas)  Reavaliações, severidade, resposta ao tratamento
  10. 10. DIAGNÓSTICO  Considerar outras condições médicas e psicossociais (sequela trauma SNC, infecção, distúrbio do sono, hipertireoidismo, drogas, abuso)
  11. 11. DIAGNÓSTICO  Associação com outras condições (desordens de aprendizado, leitura, distúrbios de conduta, ansiedade, depressão, autismo, Sind X frágil, epilepsia, Sind Tourette)
  12. 12. TRATAMENTO • TDAH é uma condição crônica • Os cuidados de saúde envolvem, além da equipe multiprofissional de saúde e paciente, familiares e educadores • Plano terapêutico abrangente capaz de abordar sintomas e intervenções funcionais ao longo do tempo • OBJETIVOS: aumentos quantificáveis na precisão e produtividade acadêmica, comportamentos pró- sociais e diminuição das interrupções das atividades em sala de aula.
  13. 13. MEDICAMENTOSO  Benefício significativo de medicamentos estimulantes (derivados de metilfenidato ou anfetaminas) na redução da desatenção, hiperatividade e impulsividade  São semelhantes na obtenção de resultados clínico favoráveis e na intensidade de efeitos adversos, embora a resposta individual a terapêutica seja diversa  Preparações de longa ação dos estimulantes são preferíveis em relação a agentes de ação curta por permitir administração de uma dose única matinal  Efeitos colaterais mais comuns são a supressão do apetite e atrasou o início do sono.  Medicamentos não estimulantes desempenham um papel importante no tratamento de TDAH quando os pais se opõem, quando os estimulantes são contra-indicados ou tem intensos efeitos adversos, ou quando existe uma história ou de alta probabilidade de vício ou desvio de medicamentos para uso recreativo.
  14. 14. TERAPIA COMPORTAMENTAL  Participação central no tratamento  Melhoram motivação usando recompensas e fornece modelos e oportunidades para a aprendizagem social.  Terapia formativa dos pais na gestão comportamental (chamado de "Treinamento comportamental dos pais ") é uma abordagem sistemática que ensina aos pais a moldar os comportamentos de seus filhos com a utilização dos princípios básicos d a modificação comportamental e teoria da aprendizagem social  Sala de aula: as mudanças comportamentais na escola tem sido associadas com melhorias moderadas a grande em crianças através de estratégias baseadas na co-participação escolar com ambientes positivos onde a punição é minimizada
  15. 15. TERAPIA COMPORTAMENTAL X MEDICAMENTOSO “Medication (predominantly methylphenidate hydrochloride) was superior to behavioral therapy for reducing the core symptoms of ADHD; the combination of medical and behavioral therapy was not significantly more effective than medication alone for these symptoms. Secondary analyses showed that, as compared with medication alone, combined therapy resulted in greater improvements in academic performance and reductions in conduct problems, higher levels of parental satisfaction, and the use of lower doses of stimulant medication. Combined therapy was also superior for treating children of low socioeconomic status and those with coexisting anxiety.”
  16. 16. TRATAMENTO • Crianças em idade pré-escolar (gestão de comportamento dos pais deve preceder) • Cuidado longitudinal - A monitorização de rotina em crianças recebendo medicação deve incluir medidas de altura, o peso, a pressão arterial, e freqüência cardíaca. As reações adversas podem mudar ao longo tempo e deve ser avaliada rotineiramente.
  17. 17. CONCLUSÃO  A criança descrita na vinheta tem o núcleo de sintomas de TDAH - desatenção, hiperatividade e impulsividade - com comprometimento funcional em desempenho acadêmico e as relações sociais.  No entanto , a utilização de estimulantes sozinho fez não melhorar substancialmente seu funcionamento educacional e social. Recomendamos que o tratamento médico sugira uma terapia psicoeducacional abrangente para avaliar se ele tem dificuldades de aprendizagem  Os objetivos cuidadosamente monitorados em colaboração com sua família e professores, bem como conselheiros , treinadores, e outros conselheiros na comunidade.

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