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Canalização, por um jovem brasiliense cuja vida terminou antes que completasse trinta anos, de uma explicação inédita sobre as dimensões e a matéria extrafísica.

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  1. 1. , , , M_, __ _ , cmwmw r» à “ '3 "à 'l e i “ e “ 'à @à _ . à, - c ~ * @a “ cs = “ í cs; ' ” 3 . n¡ a í Às ! I @mms 1 L v 91' e “ * e ° e e 1 * os C X T¡ N e 1 ° Em “ÊQETWSÉWS HEHICK ATHA voe USAMI, 1 'a ' m nasceu em Brasi/ ia e 12 da junho de É i 1.966'. Aa completar quatorze anos 'z iniciaram-se os contatos com seres extraterrestres, que se aproximaram ' ^_ com e in tuita de esclarecer e ajudei. É _' Esses contatos se processa/ am 1 »x4 ' através da telepatie associada a vidên- Q . cia, que são fatores fundamentais pare - l . ¡ se estabelecer um contato interdimem sional. Sia contatos freqüentes a em É 1 __ A horas determinadas que exigem disci- r -4- ' plineeabnagacão, é¡ l A Na decorrer desses contatos, o _ à dam da pintura aflorou sem que nunee É l tivesse aprendido tecnicas ou feito A¡ curso para tal. E tudo mais que, yratui- 1 temente vem recebendo, de yraçe vem Í¡ repertindo, seia atraves de esclarecimen- (L tas que visem a espiritualizeção do ser / f) humano, seia atraves de diagnósticos e Cí¡ 1 CUVE. ' Apesar de tudu isto, sua vida eon- a tinua normal, praticamente sem eltera~ I _à ções na relacionamento familiar e sn- f? . ' cial. Tampouco a vide escalar sofreu al- V' l a tereções. Nada lhe foi facilitada em C v termos da aprendizagem; nenhum dom *i especial que o dispense de esforço exi- (ç ' 7¡ gida eo estudante comum do 29 grau _Y 1 ado curso de inglês. c, l Í) i2¡ 'A ("a1 'í y
  2. 2. l á Myyuyyyuyvedüvüu S5$ff93°9°°°? 1."? 4 e c c ç. c c c c c_ c. 9 G. c. ç! c, c. c, c. v. . b» naus/ s' INTRODUÇÃO O objetivo principal deste livro é esclarecer às pessoas sensatas e de mente aberta sobre a presença extraterrena e suaintensão em relação à humanidade. Para atingir este objetivo aborda as relações existentes entre as dimensões e os pianos (fisico, astral e espiritual) bem como as relações destas com a atuação extraterrestre, que vai do planeta terra ao universo. Aborda ainda o tema da evolução que ocupa três de seus capitulos. Em- bora não aprofunde é o suficiente para deixar clara a intensão extrater- restre de voltar nossa atenção para o mesmo e provocar uma tomada de consciência de nossa parte. Todas as informações aqui contidas foram cedidas por seres extra- terrestres, através de contatos interdimensionais, sendo o principal deles Carmo K ao qual se deve a maioria delas. Além dos conceitos conhecidos e consagrados o leitor encontrará aqui conceitos não tradicionais, tais como, âniton, úniom, bio-dimensão e outros. São conceitos adquiridos não através do processo normal de conhecimento, mas através de um estado alterado de consciência que é. a condição necessária para se estabelecer um contato interdimensional. É necessário que o leitor estude atentamente os capitulos iniciais para que possa assimilar melhor os conhecimentos sobre evolução e acompanhar os raciocinios aparentemente complexos. Limitações de tempo impostas a esta primeira edição não permiti- ram que a mesma fosse melhor trabalhada seja no que diz respeito à lin- guagem, seja quanto ao aprofundamento desejado do conteúdo. Primeira- mente, não decorreram dois meses da primeira redação à entrada na gráfi- ca, embora sua transmissão e captação tenham ocorrido e sido guardada no subconsciente no periodo de 14 meses aproximadamente. Em segun- do lugar; quando veio a ordem de redigir foi nos dado também prazo para publicação, isto é, entre o final de março e inicio de abril do ano em curso.
  3. 3. Agradecimento para: Felizardo Cardoso e Aparecida Ornelas ____. .,v__ si? q: 9! q: c! 1 Êla , l à “i, Éh c¡ i* el* É” e! ? el¡ el” el* el** c* › É** el* e¡ > el* el** 13 q_ c] j 215 c¡ ”* 31¡ 'i c¡ _* em ÍNDICE 1 - Átomo, Densidade Atômica e Densidade da Matéria . . . . . . . . . . 7 - Atomo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 - Densidade Atômica e Densidade da Matéria . . . . . . . . . . . . . . . . 12 2 - As Dimensões e suas Propriedades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 - As Dimensões e seus Desdobramentos . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . 18 - 2? Dimensão e suas Propriedades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 - 3? Dimensão e suas Propriedades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 - Limite de uma Dimensão, a Velocidade da Luz . . . . . . . . . . . . . . 25 - Presença Extraterrena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 3 - Planose Plasmas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 - Plasma Universal Material . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 - O sub›âniton . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 - Tipos de Planos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 - Plasma Universal Astral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 - Plasma Universal Espiritual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 4 - A Evolução e seus Mecanismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 - Purificação do Astral, Carma, Missão, Destino e Dimensionamen- to . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 - Surgimento e Expansão do Espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 - Reinose Reencarnação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ . 53 - Fusão de Planos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 - Dimensionamento e a Evolução do Homem através das Dimen- sões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 - A Evolução Planetária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 5 - Evolução da Vida no Universo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 67 - Planeta de Germinação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 - Evolução Espiritual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 - Planeta de Aprimoramento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 - Planeta de Teste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 6 - Vida no Sistema Solar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . _ 77 l
  4. 4. 7:77” 77 7 7 7 7 477í777777 7777777777777 77 7 77777 77 7,7 7 l 1 G 4 - Conselhos Planetários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 c l 3 - Conselho Solar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .82 1 . à 7 ~ A Presença Extraterrestre Agora e no Terceiro Milênio . . . . . . . . 85 Ó - A Presença Extraterrena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 c _l à - Higienização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 í ¡ - Polaridade Positiva e Polaridade Negativa . . . . . . . . . . . . , . . . . . 89 Í' 1 r Dimensão Natal e de Colonização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 c , 3 r Alerta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92 G ¡ , 7<) C I ã C *i _à C 1 à C 1 3 G i 3 Ci! 3 Ç | c _ 3 3 É i = › 1 v. . A . c _« a Atomo e Densidade Atomica l «t i 1 c L ° c. ; 3 C « É c_ ° *sz Ê Cg ' c ev É Í i a ' 3 1 7; i ci _ C4] 'â ci 3 «si ai* i
  5. 5. 1 l i 1 i i i i I i1 c. -Ç 3 i Q 3 Ç _ a C 1 Â' C 1 a ã C Cv i t __ à O ÁTOMO Ç a A matéria de qualquer corpo é formada por moléculas, que são c _ ãa menor porção de uma substância, e as quais podemos atribuir as pro- l priedades desta mesma substância. Entre uma molécula e outra existe C1 _ um espaco, chamado espaco intermolecular. Para se ter uma idéia de e ãuma molécula, em 1 cm” de gás existem aproximadamente 27.000.000. ¡000.000.000.000 ou 2,7 x 1019 moléculas. A água pode ser dividida até ç “ _ chegar a uma só molécula sem prejuizo de suas propriedades, além desse c, _1 ; limite não pode ser mais dividida sem deixar de ser água. ç, . Ç 1 3 Caso a molécula de água for mais dividida, chegaremos aos átomos que a compõem e que são três, sendo um de oxigênio e dois de hidrogê- K ãnio. c ã Por sua vez, cada um destes átomos é formado por particulas ¡ »à fundamentais ainda menores: C1 Prótons = particulas com carga positiva c 1 É Elétrons = particulas com carga negativa l 3 Neutrons = particulas sem carga (j, O átomo é semelhante ao nosso sistema solar, os elétrons giram ao (1 3 redor de um núcleo formado de prótons e neutrons. 'à C w l _ cu ' l 7% Cri O¡ à Ge¡ ° En_ ¡ 6-1 x G1 ¡ C1 w _ i . M 'z Ex. : Se aumentassemos um grao de sal, tornando-o tão alto e vo- ¡ ¡Iumoso quanto um edificio de 350 andares, seus átomos não seriam C1 Í¡ "t7 11
  6. 6. maiores do que o grão original. Agora, com estas noções poderemos compreender melhor todo o ç comportamento e as dimensões da matéria. DENSIDADE ATÕMICA Agora que já temos uma noção simples da estrutura do átomo, poderemos a partir desta entender o que é responsável pelas diferentes dimensões existentes no universo tridimensional. A densidade da matéria e' completamente diferente da densidade atômica. A densidade da matéria se deve à maior ou menor proximidade das moléculas que a compõem (espaço intermolecularl e e' expressa pela fórmula D = M/ V, sendo M a massa e V o volume; quanto mais denso é um corpo mais massa possui e menor é o seu volume. A densidade atômica difere da densidade da matéria da seguinte maneira: como vimos anteriormente o átomo possui elétrons (-), prótons l+l e neutrons (O), mas integrando estas particulas do átomo existe particulas ainda menores chamadas ãnitons. O ânitom é 3 ›< 10'* 7 (0.000000000000000000000000003l menor que o elétron; e este, 1000 vezes menor que o átomo mais leve lHlDROGÉNlOl: Devido o infinitesinal tamanho do ânitom nossa ciência ainda não os captou; o ânitom não é o mesmo que o "QUANTA DE ENERGIA" pois o ãnitom é uma particula. Núcleo do Átomo Do mesmo modo que a matéria mais densa possue suas moléculas mais próximas uma das outras, as particulas atômicas também possuem seus ânitons mais próximos ou mais distantes. A esse fato e' que chama- mos de densidade atômica, isto é quanto mais próximos estão os ânitons uns dos outros maior a densidade atômica. 12 nnnnnnnnonoonnnooooonooonaonon 3 A variação da densidade atômica determina graus de sutilização da ; matéria que partícularizam dimensões e universos. As dimensões partí- [cularizadas pela densidade atômica são denominadas de dimensão - den- êidade. *a Cada dimensão - densidade possui sua tridimensionalidade (cumpri- . Àmento, largura e altura). i Por exemplo: 3 Um cubo de 3 m3 com densidade atômica X pertence a um universo f. Este mesmo cubo ao adquirir uma densidade atômica 2 x deixará de pertencer o universo A e passará para um B mas sua tridimensionalidade . ê conservada, isto é apesar de ter mudado de dimensão ele continuará a mjer seus 3 m3 . As dimensões (universo A e B) são como sub-divisões do universo zlridimensional. Cada sub›divisão é uma dimensão e um universo, mas to- : çlas conservam uma mesma tridimensionalidade. 'à condensado dimensões-densidade descondensado 3 menor volume diferentes maior volume a maior densidade menor densidade 'ã 'à 4---o É 3 “à a _ Volume anterior 'j Volume após descondensado É j Se um átomo descondense-se parcialmente, isto é descondense parte . dos seus prótons, elétrons e neutrons, continuando densos as demais este ase desintegrará por completo pois estará em total desequilíbrio. 3 Pode parecer absurdo e ilógico estabelecer analogia entre corpos de ¡diferentes densidades moleculares e as propriedadades da densidadepgatomi- ca, por exemplo: um cubo de gelo é mais denso que a água e isto nao quer "Hizer que a água e o gelo estejam em diferentes dimensões. Porém quan- «po o mesmo ocorre com as particulas atômicas ocorre também urn di- mensionamento da matéria podendo esta interpenetrar ou ocupar simul~ ñtãneamente o mesmo espaço com outra matéria de densidade atômica dife- 'f¡ente. Outro ponto que convém esclarecer é o da relação entre velocidade e a densidade atômica. Í? ) t» 13
  7. 7. i A densidade atômica influi na velocidade (energia cinética) das par-c ' ticulas atômicas conseqüentemente, influi em sua vibracão. c , Um átomo descondensado é mais leve e sutil que um átomo maisc denso, logo vibra com maior velocidade do que o segundo. ' Um átomo com densidade 2D e vibração 2V, quando descondensa-c . do para lD, tornando-se um átomo agora mais sutil, adquire uma vibra-c cão 3V. Conseqüentemente passa a ter uma energia cinética maior, fa- ' zendo com que suas particulas (elétrons, prótons e neutrons) se movi-Cv mentem mais rapidamente. Esta diferença vibracional por sua vez indicac que esta matéria passou para uma dimensão diferente da inicial. O aumento da energia cinética é analogicamente o mesmo queC aplicar uma força X para deslocar um corpo de 10 kg e logo depoiscj aplicar esta mesma forca X em um corpo de l kg. Veremos que o corpo de l kg se deslocara' mais e com maior rapidez; semelhantemente quec' ocorre com a energia cinética de um átomo quando este se descondensmc, pois conserva a energia que movimentava as suas partículas quando estec _ estava denso, Obs. : Um corpo com vibração diferente só pertence a uma dimensão C= diferente quando este possui uma densidade também diferente e propor- c cional. Esta mesma propriedade de diferença dimensional e vibracional, faz C; com que um corpo não interfira num próximo de dimensão-densidade ; diferente. O mesmo se observa com as ondas HERTZlANAS (ondas de rádio). Por exemplo: uma onda de rádio com 500 Hz percorre o mesmo c' espaço de uma onda de 700 Hz, sem que uma interfira na outra devido ç. ao fato de possuírem diferentes vibrações (freqüência). O mesmo ocorre 2 As Dimensões e suas Propriedades Us)vvuUUuuuuuuuutJuc-uuuuau › com matérias cujas vibrações são diferentes, não há interferência estão s' em diferentes dimensões. Ç anions condensados: c grande densidade atômica, menor vibra- ção C ' gira com menor velocidade c prówn _ __ _ ! arranha anterior j neutron ___. _ tamanho posterior a descondensação C C9 c '° "J elétron c ' c . 't c v K3. ãnions descondensados: c * 'J pequena densidade atômica, maior vibra- ' ção e maior velocidade _ c 3 dilatado ou descondensado 2.' c . › 3 i “J *J i2.” [e ~ a c_- * : ::: ::: ::: : '
  8. 8. ,ct É g. C C c. C C C VC' c. ç, i6 ç, c. ç. C C C ç. ç. c. ç. C ç'. ç. c. . C c. CÁ Ç l Q. uuuuuuu 3 O responsável pelas dimensõesdensidade é a densidade atômica. A variação da densidade do átomo ou seja, a dilatação dos seus ânions ¡determina uma nova dimensão e para cada dimensão existe um universo 'Jparticu| ar. Chamamos de universo particular, aquele que interpenetrando ou- tros universos e ocupando o mesmo espaço ao mesmo tempo, não sofre ? interferência destes, justamente por estarem em diferentes dimensões. Não é qualquer variação da densidade do átomo que faz com que a matéria passe para uma dimensão particular, caso contrário existiria uma ; infinidade de dimensões, e isto não é real. Se um corpo sofrer uma varia- ¡ção insignificante na dilatação de seus ânitons, ele não deixará sua dí- mensão inicial, apenas se tornará mais sutil, mas quando este corpo ofrer uma variação na densidade de suas particulas atômicas de pelo : menos 1/54 de seu volume ele passará para uma outra dimensão. Existe portanto um determinado grau de dilatação que determina uma dimensão particular, como vimos, cada grau corresponde a 1/54 do ? Jolume de cada partícula atômica, logo a matéria é limitada a 54 dimen- ões. Nossa dimensão é a mais densa, não existindo nenhuma anterior. 'Éomente um micro universo, a dimensão em que estamos, possui suas r articulas atômicas com uma densidade igual a dos átomos da Lua, de AI arte, do Sol, da galáxia enfim, de todo o universo. Percebemos que %stamos todos numa mesma dimensão porque cada corpo pode interferir ; em um outro, não podendo ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Logo todo o universo que percebemos pertence a uma mesma dimensão; este processo é o mesmo para todos os graus dimencionais. 'a Se a terra passasse para uma outra dimensão qualquer, ela deixaria rude sofrer influência do Sol e deixaria de exercer uma influência gravita- cional sobre a Lua, deixaria de ser vista ou dificilmente sería captada por 11m observador que permanecesse na dimensão anterior, e a Terra conse- ¡qüentemente passaria a sofrer influência e influenciar outros astros des- ta nova dimensão. 3 A segunda dimensão (descondensação de 2/54 de seu volume atômi- ¡col possui seus ânions menos próximos uns dos outros. Esta densidade _zatômica é a mesma para todos os corpos desta dimensão, fazendo com f 17
  9. 9. ##7 -- -~ - -earr-W ' “aff J v c TJ _ . . _ . . . :nadas macrodimensão. que um interfira no outro, esta segunda dimensao interpenetra a primeirac (ou universo particular) e é interpenetrada pela terceira (descondensaçãoç à de 3/54 de seu volume atômico), e assim sucessivamente, por mais 51° 3 vezes, onde a dimensão mais sutil interpenetra a mais densa. Quando a 2 54.3 dimensão interpenetra a 53? fecha o final do ciclo. C w à ã 13 dimensão AS DIMENSÕES E SEUS DESDOBRAMENTOS c . à ou ç . 13 biodimensão O universo Tridimensional* resurgiu de uma grande explosão dec 3 _ ~ . , . ,. , 25.' dimensao energia e de materia. Desta explosao resultou 18 graus de descondensa- 3 3a dmensão cão da matéria e para cada grau houve um desdobramento em mais duasc ' A' ' dimensões, completando-se um total de 54 dimensões. ç ! à MACROWMENSÃÍ) Quando a energia ficou mais rarefeita e a matéria resfriou-se e co- 3_ meçou o processo de evolução da matéria à vida primitiva e esta evoluiuc ' . Logo. ha 1.8 macm-mmensoes' e o conjunto destas e denominado . , . ;universo dimensional. ate o estagio humano. Ç Este processo iniciou-se em todas as 18 primeiras dimensões iniciaisç _ depois do seu desdobramento. Estas 18 dimensões são chamadas biodi- mensões e os seus desdobramentos, dimensões estéreis, pois não ha' Ç - matéria nestes desdobramentos, existe somente energia. ç ^ O universo Tridimensional engloba todas as 54 dimensões-densi- dade. C i A nossa matéria está na 1? dimensão que é uma bio-dimensão, onde a vida evoluiu da matéria bruta ate' o estágio humano, mas esta evo- lução se deu em ritmo absurdamente lento. 'C ' A 2? dimensão é o desdobramento da 1?, não existe matéria, so-»Ç mente uma imagem da primeira dimensão e seu respectivo campo magné- c tico, fazendo desta uma cópia-imagem da primeira. A 3? dimensão é o desdobramento da 2?, sendo que esta não con- C tem nem matéria nem imagem, somente um leve campo magnético. Este desdobramento da matéria é comparável a mudança de estado da água: a 1? dimensão seria o gelo, aquecendo-o este se tornaria água 'C i2? dimensão) e aquecendo esta água mais ainda, se tornaria vapor (3.3 c dimensão). O desdobramento da matéria na 1.3 bio-dimensão ocorreu igualmen- "c te em todas as 18 bio-dimensões: lê dimensão OU 1? bio-dimensão 4? dimensão PLASMA °“ UN lVE REAL 2? bio-dimensão 2? dimensão 3? dimensão 5? dimensão s? dimensão o oo w UNIVERSO DIMENSIONAL L¡JJOUUUAJUUQLLLL. U_. LL_U_LL. LL. LLL§LJ Desdobramento 1.a bio~dimensão › A 2.a bio-dimensão + A + 3.3 bio-dimensão + A Veja o esquema -› (IIUUW -› O conjunto da bio-dimensão e seus 2 desdobramentos são denomi- 18 '#0066000
  10. 10. (Todos pertencentes ao universo tridimensional) Esquema DlMENSÃO-DENSI DADE 'l l 20 1? 2? 3.3 4,5 5? 6.5 (1/54) (2/54) (3/54) (4/54) (5/54) (6/54) 1.3 desdob desdob 2? desdob desdob 7.a B? 9? 10.3 1 1.3 12.3 (7/54) (8/54) (9/54) (10/54) (11/54) (12/54) 3.3 desdob desdob 4.3 desdob desdob A 13? 14.3 15.3 1B? 173 18? (13/54) (14/54) (15/54) (16/54) (17/54) (15/54) 5? desdob desdob 6? desdob desdob 19.3 20? 21? 22? 23?' 24.3 (19/54) (20/54) (21/54) (22/54) (23/54) (24/54) 75" desdob desdob B? desdob desdob _J 25.3 25.3 27? 28.3 29.3 30? *i (25/54) (26/54) (27/54) (28/54) (29/54) (30/54) l 9? desdob desdob 10? desdoh desdob 31.3 32? 33.5 34.5 35.3 36? (31/54) (32/54) (33/54) (34/54) (35/54) (36/54) 1 1? desdob desdob 12? desdob desdob 37,3 38.3 39? 40!¡ 41 . a 42? (37/54) (38/54) (39/54) (40/54) (41/54) (42/54) 135.' desdob desdob 1452¡ desdob desdob 43.5 44? 45? 46.3 47.9 4B? (43/54) (44/54) (45/54) (46/54) (47/54) (48/54) 15? desdob desdob 16.3 desdob desdob 495' 50? ir 51,3 52.5 53.3 54.3 (49/54) (50/54) (51/54) (52/54) (53/54) (54/54)=1 17.3 desdob desdob 18.5 desdoo desdob J o . 1? 4+ dimensão-densidade (1 /54) m) densidade atômica 1? 1:» bio-dimensão 2? (2/54) dasdob. dimen são-densidade densidade atômica densidade atômica r grau de descondensação atômica da matéria í, desdobramento da dimensão anterior (no caso a 15.¡ dimensão) c. C C t. g, c_ C c. c, C C C C C c. C C C ç, c, c. C C C C G C C C C C Ç 'v A 2.3 dimensão é o desdobramento da 1?. Na 2.3 dimensão não existe matéria nem vida natural, somente ãenergia, magnetismo e imagem. J 'à 3 2? DIMENSÃO E SUAS PROPRIEDADES "a É à Denomina-se matéria natural aquela que originou-se durante recria- ção do universo. 3 A vida natural é aquela que originou-se expontaneamente em uma ¡determinada dimensão, sendo que a vida não natural é aquela proviniente 'de outras dimensões. 3 Na realidade a segunda dimensão é uma espécie de ilusão pois nela ; não existe matéria natural. O que existe é a imagem e o campo magnético correspondente a matéria da 1.3 dimensão. imaginamos para exemplificar, um homem que penetrasse na segun- Qda dimensão. Se descrevendo o que veria e sentiria nesta dimensão, po- ¡dermos afirmar: Ele continuará com seu corpo fisico (matéria natural da 1? dimen- ãsão), porém mais sutilizada. Apesar da não existência de matéria natural, .àé possivel projetiar matéria existente em outras dimensões para as que a matéria é natura mente inexistente. 3 Não encontrará matéria alguma além de seu corpo. 3 Se estiver em uma sala, verá toda a mobilha, mas não poderá toca-Ia pois será apenas uma imagem. Não poderá permanecer nesta dimensão por muito tempo, nela não ; há oxigênio, já que não existe matéria. Poderá permanecer por mais tem- ¡po nesta dimensão caso encontre meios artificiais de manter as necessi- dades do seu organismo (oxigênio, pressão e etc. ..) ou técnicas que altere 'ao metabolismo do organismo e desenvolva meios de absorver prana para ; substituir a respiração. Este homem verá a 1? dimensão e nós o veremos também, mas não ? poderemos toca-Io pois seria apenas uma imagem, Na 2? dimensão não existe matéria, logo, não há ponto de apoio. Como poderá este homem andar? Flutuaria? 'à Como já dissemos, a matéria possui um campo magnético. A matéria ; deste homem hipotético estará mais sútil, logo ele será sustentado pelo campo magnético do solo ou da superficie. Este mesmo campo magnéti- co servirá de ponto de apoio para que possa caminhar, como se estivesse ; em terra firme. Porém não flutuará, pois o mesmo campo magnético o atrairá até um certo nivel, e, noutro nivel, terá um efeito de repulsão. U “doou
  11. 11. Campo 1 ç Q 1 m 57.1 ñ 4 Fiepulsãoc Magnético ¡ j é' & % J E Atração( / /// /// /// /// /// // ° TERRA c Este processo de atração e repulsão mediante campo magnético que sustentaria este homem, existe em toda a matéria. Todo corpo possui esÊ te campo magnético, mais forte ou mais fraco, c Este processo neste caso possibilitará a este homem caminhar sobre o assoalho do 10.0 andar de um edificio. Mas não será sustentado tão' firmemente quanto na terra, pois o campo magnético da terra e' muitcÇ v mais forte. Já o do assoalho será mais fraco, dando a impressão de sec estar andando sobre um colchão de espuma; já sob o campo magnético de terra, andaria como se estivesse sobre um tapete felpudo. É Aparentemente a gravidade da 2? dimensão é muito menor que a gravidade da lê dimensão. A força que mencionamos anteriormente, como sendo de atração, é a substituta da forca gravitacional. Se um individuo da 223 dimensão entrasse em uma sala da iêdimenc são e lá fosse fechado, o campo magnético correspondente ao assoalho, às paredes e ao teto o prenderia temporariamente, pois caso ele forcassec passagem pela parede, seu campo magnético cederia à ação exercidac sobre ele, 4M** Campo magnético relativo a matéria da 1a dimensão Imagem da 1? dimensão presente na 2? dimensão C Relevo da 1? Dimensão e sua res Ç pectiva imagem a campo magnéti co 2? Dimensão. /yyzy/ G G G à 'b E; G sor/ zw / /// // É G G (A) Forcando o campo magnético da uma montanha o individuo penetra em seu interior magné- tico. (B) Forçando o campo magnético de uma parede na 1? dimensão o indivíduo presente na 2? di- C › mansão atravessa a imagem e o campo magnético. C g, .u I x Relevo da 1.3 dimensão, sua imagem e campo magnético na 2?. As bio-dimensões possuem 2 desdobramentos, sendo que o 19 des- dobramento possuí as propriedades da 2.a dimensão. Isto é válido para ? todas as 18 bio-dimensões. i3 à 3? DIMENSÃO E SUAS PROPRIEDADES U 3 Assim como na 2? dimensão ou 19 desdobramento de uma bio~di- ãmensão, a 3.a dimensão ou 29 desdobramento não possui vida natural, A 2.3 dimensão é um desdobramento energético da 1? e a 3.9 um ? desdobramento energético da 2?. 3 Na 2? dimensão existe somente energia (plasma'universalkcampos magnéticos e uma imagem da 1.a dimensão; já na 3.3 dimensao nao existe 3imagem, existe somente um fraco campo magnético e plasma universal. 3 A 3? dimensão parece-se com um vácuo dimensional, onde não há nada, nem matéria e nem luz. 2' Como foi visto, os corpos (matéria) que arremessados para a 2.a ãdimensão podem locomover~se ou fixar-se em algum ponto do espaco, ;devido ao campo magnético repulsivo e atrativo dos planetas; já na 3.a dimensão estes campos magnéticos são fracos demais, nao podendo ? fixar ou dar apoio a matéria arremessada para 3? dimensão. › Nesta dimensão os campos magnéticos correspondentes a matéria dos planetas e estrelas apresentamse como bolhas magnéticas. 3) Um corpo ao penetrar numa destas gigantescas bolhas, caso não ; tenha meios de auto-locomoção ficará preso no seu interior, dirigindo-se para o centro, e ai' ficaria eternamente ou até que uma força externa o aretire. v Entre a 2? e a 3? dimensão A¡ Entre a 2a e a 3a dimensão ocorre uma mistura das propriedades . das duas dimensões. Relembrando: a t, _ da 2a à - Na 2? dimensao e possivel ver a 1.3 e da 1. ver a ma erra . - dimensão. _ , , na à - Na 3a dimensão não se pode ver nem ser visto, e uma dimensao ? isolada da 1a e 2.a. A _ 3 A matéria entre a lê e a 2.3 dimensoes: A Quem esta' na 1a dimensão não vê a imagem proVelllente de “m ; corpo situado entre a 2? e 3? dimensão. Quem está entre a 2.a e a 3? ? pode ver perfeitamente a imagem da 1? dimensão. A Iocomocão no caso do homemÍSefá dlficl¡ Pew '(310 d° Campi? magnético ser muito fraco. U U 3 3 u:
  12. 12. Q «óñonooooññhónoononoo Bolha magnética relativa a um planeta ou estrela presente na 13 dimensão Quando ' - - bio-d unõia materia qualquer penetra 'na 3.3 dimensao ou em um segundo desdobramento das : mens es, ala é atraida para o seu nucleo. r Quando falamos locomoção do homem, supomos que seu meio de ç locomoçao sera a pe, vç Esta seria uma dimensão própria pode-se observar sem ser observado. Esquema da descondensação das particulas atômicas da matéria ç ao penetrar em cada dimensão. 1.3 dim. 1/54 = - bio-dimensão E 2a dim. 2/54 G Entre a 1.3 e 2? 2,5/54 ç 3? dim. 3/54 4.a dim. 4/54 = biodimensão? F 5a dim. 5/54 , ç , Entre a 4? e 5.3 55/54 = propriedade da 2,5/54 ea dim. 6/54 ¡ C 24 q. FC' l UvUUUQ/ UUUUUUUUUUUUUUUU para uma observação sifilosa, pois ç . 3 3 A VELOCIDADE DA LUZ, LlMlTE DE UMA DIMENSÃO 3 a Quando a densidade atômica sofre uma variação de pelo menos 1/54 de seu volume total, esta passa para outra dimensão assumindo uma 3 nova vibração equivalente a sua dimensãodensidade. 3 Outro fator que delimita duas dimensões é a velocidade da luz. Como sabemos, de acordo com a fisica terrestre é impossivel que 3 um corpo qualquer atinja a velocidade da luz (aproximadamente 300.000 km/ s) pois para isto seria necessário energia infinita e outros dizem que este corpo passaria a ser energia. 3 De uma certa maneira isto está certo, e porém de um outro ponto 3 de vista diremos: é impossivel que um corpo qualquer atinja a velocidade da luz sem que mude de dimensão. Tomemos como exemplo um veiculo espacial qualquer na lã di- mensão capaz de atingir uma velocidade próxima da luz: quando estiver a velocidade zero seus ânitons estarão o mais próximos possivel. A partir dai' a medida que esta nave aumentar a velocidade a energia cinética fará com que a energia cinética atômica também comece a sofrer alterações levando seus ânitons a distanciar-se uns dos outros. Antes de atingir a velocidade da luz a hipotética nave subitamente passará para 2? dimensão, pois seus ânitons ser-se-ão descondensado 1/54 do seu volume atômico ou seja, o volume de elétrons, prótons e neutrons de toda a matéria que compõe o veiculo. Logo é impossivel atingir a velocidade da luz sem que se passe para uma outra dimensão. Viagens à velocidade da luz é impossivel. 0 que é possivel são as viagens acima e abaixo da velocidade da luz. No momento da passagem da 16 para Zêdimensâo este veiculo po- deria sofrer uma bivtransição dos ânitons; ou seja: as particulas atômicas ficariam contraindo~se e descontraindo-se milhares de vezes por segundo. Neste caso a hipotética nave ficaria pulsando da 1? para 2.3 dimensão e vice›versa. Este fenômeno é o que explica porque a luz que atinge a matéria da 2? dimensão pode ser vista pelo observador da 1? e (do mesmo modo) a matéria da 1.3 vista pelo observador da 2?. Bi-Transição Graças a propriedade bi-transitiva é que a luz pode levar a imagem a outra dimensão e trazê-Ia até nos. A luz uni-dimensional como diz o nome pertence a uma única di- mensão. 25 P.
  13. 13. l | i l l l l Li x . Z) 2.a dimensão 3 - - - ~ - - - - - - - ~ - - - - - - - - - - ~ - - - - - - - - - _za d' _ _ . imensao a . ;u à _à _ _ _ À _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ W _ _ _ _ _ _ _wi dimensao 1? dimensão Luz unidimensional. Z) A luz bitransitiva é a luz que pertence a duas dimensões quase ao 3 3 AD - - › - . . . . ~ , . aproximarse da velocidade da luz (a materia) ela comeca a gqããrggotem/ z' gcílgnãeã: 52:22:22: sãnluzzga 3:53 Émensatjre _de 3 penetrar na 26 dimensão. Pelo gráfico a onda referente à vibração da da vêlocidade ; da lu d 400 O00 k / a ' ensa°r °°m 'mne 3 matéria começa a atingir a 26 dimensão e a cada vez mais a afastar-se Z e ' m 5' à da linha pontilhada (de estabilização). Zêdimensão 400.000 km/ s 3 I_ f; __-__~. _-_----_---___4,, _-_-__. ._ 3 2? dimensão 3 h 1? dimensão 300.000 km/ s 1? dimensão U A luz vermelha possui em geral 30% e a violera cerca de 60% de luz bi-transitiva. Ex. : Um vaso na 2a dimensão pode ser visto por um observador. A da l? dimensão; isto porque devido ao fato, a luz bi-transitiva ao incidir sobre o vaso se refletiria levando sua imagem para a lêdimensão, e do mesmo modo ao contrário, caso o vaso estivesse na l? dimensão poderia ser visto na 2? dimensão. Esta propriedade bi-transitiva é um meio de um corpo qualquer U 4. A matéria praticamente na velocidade da luz, torna-se bi-transi- tiva, sem se estabilizar nem nem na 2.3 nem na 1? dimensão. A. ) . V 2.3 dimensão 1.3 dimensão s! ü0000O00O00ooonnnaoononoonnnnnnop U passarparaoutradimensão. à ___Àñi_-_____F'_"_"'__"”_""' Esquema da mudança da matéria da lê para a 23 dimensão ao aproxi- 3 , mar-se da velocidade da luz: 3 5. Matéria com velocidade acima da luz. Sua vibração já não per~ l. A matéria que possui uma velocidade 0 (zero) a 180 km/ s está tence mais a nossa dimensão. estabilizada na 1? dimensão, onde sua vibração representada sob a forma 3 de ondas atinge a linha pontilhada. 3 ___, ___ __ _ ___ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ a ' "' Zíidimensão 'à 2' dWenSaO 3 ____________________________ _iêdímensão 3 1 - - - A ~ , . , 1a d_ ~ g Materia estabilizada na 2.3 dimensao. O grafico demonstra que ' “ ' * ' “ * - ~ ~ -- - - A - --- - - - -- _ _ _ _ ' 'me"53° " sua Vibração atinge a linha pontilhada referente ao ponto máximo de 'g estavilização na 2.3 dimensão. _ 2. A matéria à alta velocidade começa a desestabilizar-se. De acordo D¡ - - -- _ ~ ' com o gráfico a onda começa a afastar-se da linha pontilhada (ponto de ~d 2? d'me"5a° estabilização)significando que está deixando a 1,3 dimensão. __ _ _ _ _ _ __ _ _ _ __ _ _ ____ l? dimensão Ó E 3 N 7,. › ,
  14. 14. PR ESENÇA EXTRATERRENA Com a noção de todas as dimensões do plano fisico e suas proprie- dades podemos melhor entender a presenca extraterrena. Os extraterrestres estão presentes e a algumas décadas sua presença vem sendo intensificada sendo que poucos apresentem-se em nossa di- mensão. A humanidade ainda não despertou para a realidade extraterrena pelo fato de existir uma barreira natural e dimensional entre os homens terráqueos e' interplanetários. Como vimos no 59 capitulo existe um estágio dimensional em que a materia pode situar-se e proporcionar condições especiais e vantajosas. Se a matéria ou individuo situar-se entre a 23 e 3? dimensão a ima- gem será unidimensional, isto é, a imagem da matéria da lê¡ dimensão chega a 2?, mas a imagem da 2? dimensão não chega a 1.a. Este é o principal artificio que os extraterrestres avançados utilizam para nos observar minuciosamente sem a minima chance de serem per- cebidos. Através deste artifício eles podem escutar e gravar conversas e imagens, examinar documentos, em fim, tudo o que desejarem. E impos- sivel percebê-Ios através dos sistemas de detetacão por mais avançado que seja. Talvez seja possivel desconfiar da presença de observadores inter- dimencionais caso haja repentinamente uma leve mudança do campo magnético ou eletromagnética do recinto. Mas este método de detecção e' muito rudimentar e as chances de utilizá-lo são muito poucas pois cer- tamente os extraterrenos possuem meios de anular estas variações magné- ticas. Os objetos voadores não identificados lOVNlSl ou simplesmente "discos voadores" são na realidade em sua grande maioria naves interdi- mensionais, isto é, naves que podem percorrer o espaço e transpor dimensões. Uma nave interdimensional pode aterrizar em nossa dimensão, cole- tar amostras e logo depois desaparecer. Ao desaparecer ela simplesmente passou a pertencer a uma outra dimensão invisivel para nós. Outra vantagem que uma nave interdimensional possui está em sua Iocomocão através do espaco. Quanto mais elevada é a dimensão mais rapidamente a matéria se Iocomove. Por exemplo: Uma nave que pode locomover-se na lêdimensão a 200.000 km/ s, na 4.a dimensão ela se locomoverá a 400.000 km/ s utilizando a mesma energia que seria gasta na 1.a dimensão. Apesar desta nave em relação a l? dimensão se locomover acima da velocidade da luz, na 4êdimensão a velocidade da Iuz é de 600.000 km/ s. Como foi visto anteriormente a velocidade da Iuz varia a cada dimensão. 28 'l vo# naanannnnnnnnonnnnnnnnnonon As naves interdimensionais são responsáveis pelo assombro dos fisi- ¡cos que não podem compreender como é possivel realizar tão fantásticas manobras aéreas. As naves interdimensionais Iocomovem-se a fantásticas velocidades zsem que produzam o menor ruido e não se queimem pelo atrito com a ãatmosfera. Da velocidade zero repentinamente atingem altissimas velo- 3 cidades; e, instantaneamente, param sem que sejam completamente destro- çadas pelo efeito da inércia, Podem permanecer flutuando por tempo « indefinido como se não sofressem os efeitos da gravidade. ? à é uma loucura para nossa fi'sica. Como se explica tudo »à isto? Uma resposta que simplifica todas as explicaçoes para as peripecias dos objetos voadores não identificados lOvNltsl e que essas naves podem 2 estar já na 2? dimensao. No universo da 2,3 dimensao nao existe mateâra 3 somente campos magnéticos e imagens das respectivas materias nallê l- mensão Estes campos e imagens podem ser vistos por quem esta na 1.3 3 dimensão. 2 Como não existe matéria não existe gravidade. Ja que naoNexIste gravidade não existe inércia pois a inércia e um produto da atracao gra- vitacional dos astros de todo o universo. à Logo, as naves interdimensionais estando na 2? dimensão podem ãaparentemente, contrariar as leis da fisica. Mas s~ó aparentemente. A 3 realidade porém é que as leis da l? dimensão não sao atuantes na segun- da. ã* Como não ha' matéria na 2.3 e 3? dimensão os extraterrestres não 2_ podem sobreviver sem sistemas artificiais de sustentação da vida. 3 Os organismos não podem resistir ao vácuo nem à baixissima pres- são do meio ambiente da 2.3 ou 3? dimensão, nas superficies planeta- . . . - ~ ~ a ' . rias sem meios artificiais. Caso um homem passe para a 2? ou 3. dimeri 3 são ele encontrará ambientes quase sem pressao, sendo que esta pressao ; minima e' devido ao campo magnetico do planeta em que estivesse, caso estivesse fora do campo magnetico do planeta a pressao seria zero. 2 A vida é mantida artificialmente no interior das naves interdimen- 'Jsionais Quando é necessário sair do ambiente adequado das naves os ¡extraterrenos utilizam roupagens especiais para manter pressão adequada ' para seus corpos e fornecer oxigenio ou outro elemento qualquer, 3 Mas uma grande maioria dos seres extraterrenos muito espirituali- 3 zados não necessitam de roupas especiais, eles podem sustentar-se sem 3 meios artificiais. Eles desenvolveram tecnicas especiaispara controlarem a pressão interna dos seus corpos e ao invés de respirarem, utilizam o Tudo isto 29
  15. 15. l wouuuuuuoouvovvvvvvuuouovovvvvvvwnut prana* Mas isto só é válido se eles estiverem sob o campo magnético do planeta, pois caso contrário a pressão será zero e um organismo não pode sobreviver com pressão zero, então este explodíria. Logo podemos perceber que para o extraterreno é muito mais cô- modo manter um contato através de seu corpo astral do que um contato interdimensional, já que a eficiência é a mesma “"NOTA: O prana é a energia vital a todos os seres vivos. É uma energia que está no ar, na água e no próprio espaco, sendo esta último, o prenca que os chakras utilizam, e quando são desenvol- vidos e controlados adequadamente podem substituir a respiração e a alimentação através da alta absorção do prana livre no espaço. 30 ; a360000150000ÕOOÕOÔOOOÕOOGÔOGÔHOÔÚ 3 Planos e Plasmas
  16. 16. ' f¡ J . . 3 ' 3 à I 3 | 3 3 3 3 PLASMA UNIVERSAL MATERIAL 3, Como vimos, quanto mais elevada é a dimensão, maior é a sutili- ¡dade da matéria, menor e' sua densidade atômica e maior é a vibração. _ A primeira dimensão, que é a nossa, tem um grau máximo de den- 3sidade equivalente a'1/54. A segunda 2/54, a terceira 3/54 até atingir o i ; grau minimo que é 1 = 54/54, neste ponto a matéria atingiu seu limite máximo ou dilatou o dobro do seu volume atômico. E possível à matéria atingir um grau de dilatação acima do grau 31 = (54/54) mas isto fará com que esta desintegre-se fundindo-se ao ; plasma universal material. O plasma universal material seria mais ou menos uma massa gasosa àcomposta somente por ãnitons desagregados no seu estado mais primor- ãdial, sem formar qualquer aglomeração. ' Como sabemos, a medida que a matéria vai descondensando-se, vai @passando para dimensões cada vez mais elevadas e seus ãnitons distan- _aciando-se um dos outros na mesma proporção. ; a 3 à 'a "à ã à Descondensado à 0a1/54 3/54 54/54 “N800000500000000000600060000000000 , à . - Partículas atômicas, sua densidade a tamanho. .l - Quando condensado o máximo e pertencente a 1? dimensão. i ' "Z - Quando descondensado em 3/54 se comparado com (1), então pertencente a 3? dimensão. J 3 - Quandodescondensado ao máximo, adquirindo o dobro do tamanho se comparado com (1). 0 l à 33 l S-
  17. 17. Quando chega ao grau 1 seus ãnitons estarão o mais distante possí-c vei, ora, neste grau de sutilização a energia que os mantém unidos não éç , mais suficiente e estes se desagregam, voltando a seu estado inicial, neste processo conseqüentemente o átomo sofre uma desintegração totaLc restando somente suas particulas primordiais, os ãnitons, na forma livreÇ isto é o plasma universal. c O plasma universal interpenetra toda matéria e a todas as dimen- sões, onde nenhum espaço vazio esta' vazio na realidade, pois neles estáC presente o plasma universal, preenchendo-os. Na realidade o espaço sideral não possui vácuo, O vácuo não existe, é uma ilusão, pois todo espaço está preenchido pela matéria, ânitonsc agregados, ou pelo plasma universal, ãnitons desagregados. O plasma universal também preenche todo o espaço inter-atômico. Ele também é o responsável pela existência das ondas eletromagné- ticas. Estas, para a nossa ciência, propagam-se sem qualquer meio elas-ç tico. Mas para a ciência extraterrena, estas ondas são as vibrações doc plasma universal, que pode ser comparado com o ar, responsável pela propagação do som. Ç Já que o plasma universal é comum a todas as dimensões, e consti-ç l tui o meio elástico de propagação das ondas eletromagnéticas, estas per- tencem, igualmente a todas as dimensões. ç Apesar das ondas eletromagnéticas pertencerem a todas as dimen- sões não captamos uma comunicação radiofônica feita na 4.3 dimensão, pelo fato das ondas propagarem-se à uma velocidade igual a da Iuz, e em cada dimensão a velocidade da Iuz é diferente. Sendo de 6000.00 km/ s, ç na 4? dimensão. Por esta razão caso passássemos a captar ondas que se propaguem a esta velocidade nós poderemos receber uma comunicação c radiofônica de outra dimensão que seja da 4? para baixo, pois acima Ç desta a velocidade da Iuz é ainda maior. c Sendo o ãniton uma partícula, deve existir um espaço entre eles, e como já foi dito o vácuo não existe. O que preenche este espaço já que o C vácuo não existe, é mera ilusão? Realmente o vácuo é uma ilusão, e o espaço existente entre os ãni- › tons é preenchido por particulas menores ainda que veremos mais a frente ao tratarmos do plasma universal astral. (ç No plano material ou no universo da matéria em todas as dimen- sões a menor partícula é o âniton. Estas particulas, ãnitons, podem ser [ç consideradas como o principio e o fim da matéria ao mesmo tempo. Ç A matéria surgiu da aglomeração dos ãnitons em forma de elétrons, prótons e neutrons formando o átomo, sendo estas particulas uma espé- (ç cie de condensação do plasma universal. i; O âniton não possuí polaridade. Mas é composto também por 3 , E particulas, duas com polaridade e uma sem polaridade assim como no UUUUUUU 34 (cl i5 à'. ãátomo, Estas particulas, positiva e negativa são neutralizadas pela parti- ¡cula neutra, tornando o âniton completamente neutro. _ Todas as dimensões surgiram a partir da condensaçao do plasma ; universal total, sendo o plasma universal material o que restou do plasma 'Àuniversal total. _ , O plasma universal total condensou-se em vários 975115 C"3"d° 35 dimensões-densidade. Este processo foi gradativo, iniciando-se dO menül' ? grau de densidade (54/54) para o maior (1/54). Mas ISTO DFOCGSPU* -àsomerite nas bio-dimensões que _sãoas únicas que possuem materia, as demais são desdobramentos das bio-dimensoes. 3 E a cada etapa de condensação gradativa foi criada uma dimensão ; da mais sutil para a mais densa. 3 à Plasma Universal Total 3 Condensou-se 3 em vários graus 3 criando as 'ia-dimensões e posterio- 3 mente seus 2 desdobra- 8 18? bio-dimensão 175.' bio-dimensão 16? bio-dimensão 15? bio-dimensão 14? bio-dimensão 13? bio-dimensão 12? bio-dimensão 11"! bio-dimensão 105.' bio-dimensão 9? bio-dimensão 8.3 bio-dimensão mentos. 3 i 75:¡ bio-dimensão 6? bio-dimensão 5? bio-dimensão 4? bio-dimensão 39 bio-dimensão 2? bio-dimensão 1.3 biodimensãc j 0 restante do plasma Universal total é o atual Plasma Material 3 que inter- penetra todas 3 as 54 dimen- sões. Plasma Universal Material 54'? U U U A? 35 ai)
  18. 18. C o SUB-ÃNITON c O âniton é Lima partícula fundamental da matéria, espécie de tijolo das particulas atomicas que definem as densidades atômicas, responsá- c' veis pelas diferentes dimensões as quais a matéria pode sujeitar-se. c A Relembrando, 'quanto mais descondensados ou mais distantes estão c os anitons, mais sutil fica a materia passando a pertencer a uma dimen- sao mais elevada, definindo assim a propriedade das diferentes densidades Ç atômicas. O aniton possui particulas menores, que são chamadas de sub-âni- tons. As dimensoes do âniton em relação ao elétron é de 3 x i0* 7 e as dimensões do sub~ãnitons em relação ao âníton é de 2 x 10'¡ 7' _ _ › Todas as particulas atômicas independente da concentração de seus anitons, ou (melhor, toda materia, independente da dimensão em que esteja, possui anitons com a mesma densidade. f d O responsavel pela densidade dos ãnitons é o sub-âniton, da mesma oima que o aniton e o responsavel pela densidade das particulas do áto- mo. Quanto mais comprimidos estao os sub~anitons mais denso está o ãHIÍOH. Os anitons de todas as 54 dimensões possuem a mesma concentra- ção de sub-ãnitons, isto determina o nosso plano material que possui sub-ãnitons mais comprimidos. Âniton ampliado 300 bilhões da trilhões de Ve. zes para atingir o tamanho de um elétron. Sub-ániton em- pliado ZOO bi- lhões de trilhões de vezes para atingir o tai-ne- nho do ãníton. lí**ñ5000000000000000000000000 q E UUAQUUUUL TlPOS DE PLANOS Plano Físico, Astral e Espiritual Muitas vezes não sabemos a diferença entre plano e dimensão. As dimensões são estados de sutilização da matéria em relação à densidade das partículas atômicas. - E os planos? Qual a diferença? 3 - Os planos são estados de sutilização da matéria em relação à r densidade do ãniton e do sub-âniton. Os planos podem ser: fisico, astral 3 e espiritual. Do mesmo modo que a densidade atômica, através de graus de dilatagâo das particulas atômicas, determina as dimensões, o âniton 3 também pode dilatar-se. Quando o âniton descondensa l/54 de seu volu- 3 me inicial ou mais determina uma dimensão astral. 3 0 Plano Físico 2 Este plano engloba todas as 54 dimensões e toda matéria que j* possuam seus ãnitons com uma densidade igual ou inferior a 1/54 do j; seu volume. A matéria que possui seus ãnitons com densidade igual a zero possui os sub-ãnitons que compõem os ãnitons o mais comprimi- dos possivel. 3 3 0 Plano Astral 3, Este plano engloba as dimensões e a matéria que possua seus ãnitons 3 com grau de densidade que sejam iguais ou superiores a 2/54 a 54/54. ' Quando o grau de densidade atinge 54/54 o ãniton possui volume do~ 3 brado. 3 Cada grau de dilatação dos ãnitons (1/54) determina uma dimensão astral, então existem 54 graus de dilatação, mas somente 53 dimensões astrais, isto porque o primeiro grau de dilatação dos ãnitons que é de O a í) 1/54, determina o plano fisico. O plano fisico é pois, a primeira dimen- são astral, diferenciando-se pelo fato de desdobrar-se em mais 54 d¡men› sões relacionadas à densidade atômica. 3 Até agora estudamos a matéria e o plano astral mais sob o ponto de 3 vista cientifico, mas o que é o plano astral do ponto de vista espiritual? O plano astral é o plano intermediário entre o plano fisico e espiri~ 3 tual. Todo ser vivo animado ou inanimado (matéria) possui um corpo 3 astral e um espiritual. O corpo astral é composto na verdade por 7, sendo que cada um a possui uma densidade particular, o que implica que cada um está em uma Ó 3 Bl
  19. 19. l b dimensão astral diferente. 'Ç O corpo astral também é uma cópia exata do corpo fisico, pois na , c “ realidade o corpo fisico é um produto do corpo astral se comparado este Í com uma espécie de forma do corpo físico, e a forma do corpo astral é É derivada do corpo espiritual que não possuí uma forma tão delineada, g seria uma espécie de esboço do corpo astral. As informações ou impulsos energéticos emanados do corpo espi- ritual são decodificados e recodifícados na linguagem que o corpo físico possa compreender, e os impulsos partidos do corpo fisico sofrem o mesmo processo de decodificação e recodificação e tudo só é possível graças ao corpo astral que e' o elo entre o espirito e o fisico. O corpo fisico pode ser animado ou ínanimado. O ínanimado é a matéria simples (uma pedra ou mineral qualquer) e o animado são os vegetais e animais. O corpo fisico ínanimado possui um só corpo astral e o corpo fisico animado é o corpo ínanimado quando reestruturado e seu corpo astral, relativo a matéria inanímada que compõe o corpo animado sendo acrescentado de mais 7 corpos e mais um espiritual. - Quando o espírito e os corpos astrais animados reencarnam eles ocupam um corpo ínanimado físico e o tornam animado; quando isto ocorre, o que acontece com o corpo astral correspondente à matéria do corpo fisico ínanimado? - A matéria do corpo fisico ínanimado possui, antes de ocorrer a encarnação de um espirito, seu próprio corpo astral ínanimado. Quando a matéria inanimada é ocupada pelo astral animado esta passa a ser um corpo animado, e a sua parte astral inanímada é deslocada átomo por átomo. Encarnando Álamo da matéria fisica inanimada Átomo astral Átomo física o Matéria Fisica - r' " Astral ínanimado O Astral animada 3515150000000ÕOÔÕOGOOOOOÕOÔÕOO 1) . g A parte astral inanimada deslocada à substituida pel: : astral animada . Jencarnação completa) que 9 COmPOSÍH P01' Sete COYPOS a5 "ais- fã 3 w ? à ? à “a S; Atomo fisico+Asxral animado fã Í) 3 ›-4 Desencarnacao 7) f) Retorno do Saida do ' átomo astral à átomo astral Í) ínanimado ao animado 59|] CDÍYESPOH' 7) dente físico T3 É) 3 - Quando um individuo, por eXemPÍO. PeYde seu 177300 0 que °°°"' 7¡ re com seu corpo astral? . . « ' d 3 - A matéria fisica do braço perdida corresponde a uma espéclen: i desencarnação parcial, então o braço alstraljangmado : :Zrnznece e a pa 3 astral inanimada correspondente a materia o raçoãe fámasmas Sen" j; A permanencia do braço astral animadü Qífra 07°: local e dmante sacões idênticas como se o braço fisico ainda estivesse n f , d saídas astrais, o indivíduo _pode sentir-se perfeito, devido ao ato o seu 39 braço astral animado estar intacto. _ _ _ _ - Durante a saída astral, a matéria astral inanimada retorna ao cor po físico? _ _ _ . 9 _ se todos os sete corpos astrais animados sairem, a matéria astral 3 inanimada retorna mas parcialmente. DOÍS. @$527 d°5 Cmllfírgáñtfãstasgãr: presentes, ainda existe uma ligaçao energética tam: :Yaoi Éá randes 3 do todos os sete corpos astrais animados o retorno_ I | C| e_ 9' 3 possibilidades de uma desencarnaçao, caso a5 “9397095 energéncãs 3t°m° a átomo estiverem fracas. 0 ideal é a saida astral em que d°'5 COVPOS 3 astrais permaneçam. à 39 3.66%). Egg;
  20. 20. - Quando o feto está desenvolvendo-se no útero, o corpo astral já c está completamente formado como o de um adulto? c - Sim, mas compactado. À medida que ofeto vai crescendo, aumen- tando o numero de células, para cada célula fabricada, uma célula do cor- c po astral a ocupa, e assim o corpo astral va¡ desabrochando pouco a pou- c co, célula a célula, e só estará completamente ajustado quando o indivi- duo possuir 2l anos completos. c - É possivel transformar a matéria fisica em matéria astral? Ç - Sim, isto é possivel desde que haja o descondensamento do âníton. e Durante este processo, há o grande perigo de que a matéria ao des- C condensar os ãnitons ocorra o descondensamento das particulas atômi- cas, logo esta matéria irá passar para urna dimensão fisica cada vez mais elevada a medida que os ãnitons fossem descondensando-se. Quando os c ãnitons descondensarem mais que 1/54 do seu volume a metéria passará para uma dimensão astral, mas geralmente antes que isto aconteça a ma- téria terá subido tanto de dimensão que, antes que se torne astral, atingi- rá o plasma universal material, desintegrandose em ãnitons. Plano Físico Um individuo ao ir descondensando seus ãnitons ao mesmo tempo vai descondensando suas particulas atômicas logo vai subindo de dimensão, Plano Astral 53s- 54°: - 1:, ,gr Antes que seus ãnitons desconden-se mais que 1/54, a matéria funde-se ao plasma material da- síriiegrando-se. Esta matéria só penetrará na 1? dimensão astral caso não perca densidade atômi- C3, 40 c C c c c c c c c C . c c c c . c . c c «c c c ai: ç É_ : à - O que ocorreria a um homem cuja matéria do corpo fisico fosse f¡ transformada em matéria astral? - Este corpo físico ao transformar-se em matéria astral passaria a ? ocupar o espaço dimensional do corpo astral mais denso e, tanto o Tzanimado quanto o ínanimado, seriam deslocados para uma dimensão astral superior. 7¡ Corpo Físico Animado inanimada 73 'à f; A a ' 1a 'lã Q dimensão dimensão 'à 'à . PLANO FISICO ASTHAL a Corpo Animado lnanimado »à _ 'à _ A B a 1a 2? dimensão dimensão 'ã 'à 'à PLANO Fisico . à - Este individuo que passasse para a dimensão astral sobreviveria? 'à - Sim, se houver matéria astral que o sustente. Oxigenio astral para que ele possa respirar, assim do mesmo modo seria necessário que fossem transformados também alguns alimentos em alimento astral 3 para que ele pudesse se alimentar. _ _ _ 3 - Mas no plano astral não existem estes alimentos e oxigenio? - Não. Normalmente não, somente o correspondente astral da 3 matéria presente no plano fisico. 3 - Como o espirito desencarnado se alimenta, já que não existe ' alimento astral? _ l _ à - A alimentação do corpo astral por matéria astral é necessario 3 quando o espirito desencarnado possui o períspirito. O perispirito é o , corpo astral mais denso e o mais impuro e e uma copia perfeita do corpo à fisico, possuindo órgãos idênticos aos existentes no fisico e com as mes- ã mas funções. Ao desencarnar, o espirito evolufdo pode libertar-se deste à corpo astral denso e, caso seia necessária a permanência deste ele pode › alimentar-se de "prana" e das energias coletadas pelos chakras. O espirito à à 41 5”
  21. 21. FT «a ' ; t . 9 . , z . . , . 3 | d l h k é 'to o c mas ode ser aumentada. involuido nao consegue libertar-se do perispmto e, pelo fato de ser *c co eta ape OSC Í' ras mu' g u a' p ~ . a Qual a funçao dos chakras. atrasado, nao pode sustentar-se com as energias coletadas e com o prana, c ~ necessitando de uma vida de subsistência idêntica a que levava quando encarnado, mas ai' vem um grande problema: como se alimentar. Quando encarnado, o perispírito alimentava-se quando o corpo fi~ sico também se alimentava, mas agora, desencarnado, ele não pode ali- mentar-se da mesma forma pois se, por exemplo, ele visse uma maçã, tentaria comer seu correspondente astral, mas o seu correspondente astral estaria associado (encarnado) à matéria fisica da maçã, então para que pudesse retirar a parte astral da maçã e a comesse a única solução seria esperar que ela se descompusesse, pois, através do apodre- cimento, a parte animada da maçã se liberta e a inanimada retorna a seu lugar primordial, então a parte que se libertou da maçã poderia servir de alimento para este espirito involuido. No caso de sede, esta seria mais facilmente saciada, pois, este poderia tomar água encontrada no próprio plano astral, porque esta é ali abundante, assim como o reino mineral está presente no plano astral sem estar associado ao plano fisico. Somente o reino vegetal é rarefeíto no plano astral. - Por que há abundância de matéria astral mineral não associada à matéria fisica? - Primeiro, porque a grande parte da matéria astral mineral é derivada da parte astral do planeta que não está associada à matéria do plano fisico e mesmo a matéria associada ao plano fisico pode ser mais facilmente retirada por não ser animada. A escassez de vegetal desencarnado é devido ao fato destes transi- tarem rapidamente pelo plano astral, isto é, ao desencarnar, o vegetal dura pouco tempo no plano astral decompondo-se, pois os vegetais são espiritos coletivos, então logo a parte vegetal desencarnada, reencarna rapidamente. - O planeta terra possui então um correspondente astral e um espirito? - Sim. A terra possui um correspondente astral animado e um ínanimado assim como todos os corpos celestes. ~ Como se explica o corpo animado do planeta Terra, já que o planeta é um astro ínanimado? - O corpo astral animado e o espirito da Terra são independentes da matéria do planeta, o planeta é simplesmente um corpo para abrigar o espirito e, assim como nós, o espirito da terra pode desencarnar. - Onde se localizam os chakras? - Estes se localizam no corpo astral mais sutil, mas sua energia atinge até o último corpo astral. A energia flui cada vez menos em cada corpo astral mais denso, sendo que ao chegar ao perispirito a energia -C C . ç Q C C C C C C C C C. E É C C C C C Ç Ç. C C C Ç C Ç C c . C 42 EU v A principal função dos chakras é a de alimentar os corpos astrais e ãfacilitar a circulação de informações do plano espiritual para o fisico e ; vice-versa Os chakras servem ainda para manter todos os 7 corpos astrais ? unidos e simetricamente sobrepostos ao corpo fisico. Façamos um breve resumo, antes de introduzir a questão do Plano Astral. _j Eletron Átomo Àniton Sub-ãniton 99999909 A concentração de ãnitons influi na densidade atômica onde cada ; variação do volume das particulas atômicas de l/54 determina uma ; nova dimensão. Esta variação se dá pela expansão dos ãnitons que : compõem as particulas do átomo. Mesmo a matéria, variando sua densi- dade atômica (volume das particulas atômicas) até dobrar seu volume, àou seja, passar por 54 dimensões ela não deixará o plano fisico, pois os ; ãnitons continuarão com a mesma densidade (mesma concentração de sub-ãnitons) variando o volume do âniton de O a i/54. 3 Quando o âniton sofre variação de sua densidade acima de l/54, ; passa a determinar o plano astral, 1? dimensão astral, variação do âniton de 2/54 de seu volume; 2? dimensão, 3/54 até 54/54 que é a 53? dimen- 3são, a última. 3 Plano Espiritual - Como vimos, as particulas do átomo ao descon› densar-se em graus iguais a 1/54 de seu volume passam para uma nova dimensão, isto porque os ãnitons que compõem a partícula atômica se _àdistanciam entre si, mas estes ãnitons são formados por particulas tam~ a bém menores, os subánitons. Quando estes ãnitons se descondensam são os sub-ãnitons que se distanciam. à Quando o ãniton de descondensa de O a 1/54 de seu volume, deterr àmina que a matéria que está formando permaneça no plano fisico, mas caso os sub-ãnitons se distancíem alterando o volume do âniton em mais 3de 1/54 de seu volume natural a matéria, que é formada pelos ãnitons ; passa para a 1? dimensão do plano astral. Então pergunta-se: Há alguma partícula menor que o sub-âníton. ? - Sim. Existe a partícula primordial que é mais um corpúsculo de 43
  22. 22. 't' C energia do que uma partícula material, é uma partícula tão pequenac que é impossível para a mente humana concebé-la. c Ãniton, 3 x i0” 7 menor que o elétron Sub-âniton, 2 x 10"* 7 menor que o âniton c Únion ou P. Primordial, 10'¡ " menor que o sub-âniton. C Quando os sub-ãnitons que formam os ãnitons distanciem-se ou contraem-se determinam as dimensões astrais (mais que 1/54 do seu volume) ou o plano físico (igual ou menor que l/54 do seu volume). C Os sub-ãnitons são formados pelos únions ou partículas primor-c diais. Todos os ãnitons, tanto do astral ou do plano físico possuem( seus sub-ãnitons com a mesma densidade. Densidade que vai de O ac 1/54. A densidade dos sub-ãnitons é determinada pela concentração ou c contração dos únicos de que é formada. Ç Quando os únions se distanciam, fazendo com que o volume do sub-âniton varie, aumentando até 1/54 de seu volume normal, determina a matéria do plano físico ou astral, sendo que estes dois planos depen- c dem da densidade do ãniton exclusivamente. Caso o volume dos sub-ãnitons se altere e aumente 2/54 do seu volume total, a matéria pertencerá ao plano espiritual. Toda matéria éc caracterizada como pertencendo ao plano espiritual quando os seusc sub-ãnitons variam 2/54 do seu volume, definindo a l? dimensão do plano espiritual, a 2? 3/54 e a 3.5 4/54 e assim em diante. c - E neste plano que reside o nosso espírito? Ç - Sim. Este é o plano mais puro que existe e que a matéria pode c alcançar teoricamente. - Por que teoricamente? C - Mesmo os extraterrenos mais evoluidos encontram incomensu- ráveis dificuldades para passar a matéria fisica para uma forma astral devido ao plasma universal material. Para passar a matéria física ouÕ astral para o plano espiritual encontram dificuldades milhões de vezes Ç maiores do que as encontradas para passar um corpo do plano físico para o plano astral. Há informações que não há nenhum ser no universo, qualquer que seia o plano ou dimensão, ou por mais evoluído que seja, ç capaz desta façanha. - Existem possibilidades de se passar ou transformar a matéria G física ou astral em matéria espiritual? Ç - Sim, existe. Mas isto é praticamente impossível, e somente ç teoricamente pode se dar devido ao conhecimento que temos da exis- tência do únion, que compõe qualquer que seja a matéria ou plano. - Existe partícula menor que o únion? - Não, além do únion só existe energia pura. O únion é a primeira &0000 IJ Íàfase de condensação da energia em matéria, pois, como sabemos, a ¡matéria não é nada mais do que energia condensada. '” - Muitas informações dizem que os espíritos e tudo do plano es- 'Õpiritual é formado de energia pura. Isto é confirmado? - Estas informações eram corretas para a época em que foram rece- bidas, pois talvez pelo desconhecimento de partículas tão infinitissimas omo o únion a melhor resposta talvez para a época seria que 'omundo ; espiritual fosse formado exclusivamente de energia, e isto esta parcial- mente correto, pois os únions são formas primordiais da condensação ? da energia e os únions são mais energia do que propriamente uma parti- 'xula da matéria. _ _ ~ 3 - Outras informações afirmam que no plano espiritual tudo nao possui forma, isto é correto? _ 2 - Não. A forma existe, mas muito sutil, como uma espécie de : esboço da forma que o corpo astral terá. Mas para um indivíduo que 'conseguir chegar ao plano espiritual artificialmente ou desencarnado ? verá que nada terá uma forma própria, pois tudo será uma Iuz fulgurante, ;tão forte quanto a luz do sol. a PLASMA UNIVERSAL ASTRAL 'J , . , Como já havíamos visto anteriormente o plasma universal material e 3 o meio de propagação das ondas eletromagnéticas. Vimos também que Qeste é formado por ãnitons livres, isto é, nao aglomerados, portanto, 35cm formar particulas. A _ l O plasma universal Astral e formado por sub-ãnitons tambem Õlivres. O âniton é formado por sub-ãnitons, e_a medida que a matéria ¡vai subindo de dimensão astral estes se vão se distanciando ate um limite máximo onde a distância é tanto que o âniton dobra seu volume. Descondensando-se. 3 mais 3 3 ÊZJE-fí. " °: 3 3 2 3 3 _a Plasma Universal 3 2 45 *é*
  23. 23. L Se este distanciamento entre os sub-ãnitons continuar; a força que c os prendia para formar um âniton não será mais suficiente para deter C esta dilatação até que o ãniton terminará por desintegrar-se em sub-âni- c tons livres, então estes se juntarão ao plasma universal astral, que é composto justamente por sub-ãnitons livres, C Este plasma universal astral interpenetra todas as dimensões do Astral e do plano fisico, mas não é meio de propagação das ondas eletro- magnéticas como é o plano material. Somente este detém esta propriedade, pois as ondas eletromagné- é ticas são justamente o movimento sinuoso do plasma material. Além dis- to o plasma astral não sofre vibrações quando o plasma material é vibra- do. 5 O plasma astral é responsável pela propagação de ondas próprias do c plano astral, assim como temos ondas próprias do plano fisico. A luz do plano físico é uma vibração do plasma material e a Iuz astral é a vibração C (movimentação) do plasma astral. › A cada dimensão a Iuz viaja mais rápida, no plasma universal astral, 9 sendo este vibrado pela mais alta dimensão astral, até que velocidade Õ a Iuz chega? A Iuz pode viajar a velocidade de até oitocentos e cinquenta e oito milhões e seiscentos mil kilometros por segundo, se guardar a mesma É proporção; ou seja, a cada 3 dimensões tanto do plano físico como do é plano astral a velocidade da luz é duplicada. Mas há um limite. Ainda a não sei ao certo se esta proporção de aumento da velocidade da Iuz é constante, pois a dilatação e contração do tempo talvez constituem C fenômeno a considerar. C Provável velocidade da Iuz nas respectivas dimensões em km/ s. C C lê 300.000 km/ s ç 2a 4 x 105 km/ s No Astral 3a. 5 x 105 km/ s 9 4a 6 X105 km/ s 1a 3,24 x 107 km/ s ç 5a 7 x 105 km/ s Zê 6,48 x 107 km/ s G 54a 152 X 107 km/ s 54? 8,586 x 103 km/ s G G PLASMA UNIVERSAL ESPIRITUAL É Do mesmo modo que o plasma astral é formado por sub-ãnitons ç livres, o plasma espiritual é formado por únions. c 46 f). í ' - J P' Vi V y . à g À medida que os sub-ãnitons vão _descondensado-se a materia que é formada por estes vai subindo de dimensao. Chega a desconden- jsação continua a energia que prende os Unions nao e mais suficitezntle 'Je o sub-âniton desintegra-se em Unions e funde-se ao plasma espiri ua . Volume dobrado 54/54 Plasma material Volume dobrado Plasma astral Sub-ãnitons livres 00000090090DUUUUUUUUUUUUUUUUU 47 _i-
  24. 24. ul Sub-ãniton 1/54 Plasma Únions espiritual livres Como podemos perceber o mundo espiritual é formado por maté- ria semelhante a nossa, apenas muitissima sutilizada. A nossa matéria originou-se do plasma espiritual, através de um i processo de condensações sucessivas e cada vez, mais acentuadas: O plasma espiritual condensou-se e formou o plasma astral; o plasma astral condensou-se e formou o plasma material; este, por sua vez formou 1, as dimensões e a nossa matéria. É correto, portanto, afirmar que tudo partiu do plasma espiritual. A esta altura cabe a questão: E o plasma espiritual surgiu de onde? Surgiu da energia pura, que e' o plasma universal único e primordial. _ Não existe partícula menor que o únion. Além deste só energia pura. ¡ E este plasma universal único o que chamamos de consciência cosmica. Não. Deus é tudo. Logo, todos os planos e dimensões. Quando o espirito se funde ao plasma universal único ou cons- ciência cósmica, volta ao principio de tudo para novamente recomeçar um novo ciclo evolutivo mas de um outro reino. ovuwwyvsvwvvvvvvvvvvvvv-vvvvVVVV 48 C C- c. c, C C C C C C C C C C C C C c. C C C. c, c I C' l C- C C C Ç. C C- Ç (a 4 A Evolução e seus Mecânismos
  25. 25. 99009999331¡ IDÉIA GERAL A evolução inicia-se assim que o espirito propriamente dito é criado , ou manifestado. Então este deve evoluir e retornar finalmente a consciên- i cia cósmica de onde inicialmente surgiu. Este é um processo que se reali- Qza através de mecanismos específicos: reencarnação, reinos e dimensiona- gmento, sendo que o primeiro, a reencarnação, está presente nas demais. 3 Através da reencarnação o espirito procurará retornar às origens, “ passando por várias etapas evolutivas: reino mineral, vegetal, animal, hu- Jmano, planetário, estelar, galático e dimensionamento. Analisaremos ra- ¡pidamente a evolução do espirito até tornar-se um planeta. Porém, antes de apreciar estes mecanismos é necessário um esclare- Ôcimento sobre as noções de purificação do astral, carma, missão, desti- ; no e dimensionamento que também se relacionam com o processo evo- Dlutivo como um todo. Finalmente o tema da evolução pode parecer alheio a íntensão e a ; presenca extraterrestre no planeta. Inclusive o próprio fato de ser um ca- pitulo longo pode dar esta impressão. Porém, a vinculação é real. Basta dizer que seu conteúdo, como dos demais capitulos, tem como fonte ; Carmo-K, um extraterreno. 3 3 PURIFICAÇÃO DO ASTRAL Quando o espirito é criado, automaticamente cria seu corpo astral e ' logo depois encarna no fisico, como vimos inicialmente encarnar em um ãcorpo fisico mineral. 3 Como este espírito é iniciático então seu corpo astral . está com uma densidade extrema e não purificado. Este é o motivo de encarnar primei- aramente na matéria inanimada (mineral). O processo da passagem através dos reinos funciona como uma espé- _ cie de filtro astral até que atinja uma purificação adequada para penetrar ano reino humano; e, no reino humano, o processo continua através de @filtros dimensionais, mais tarde, por filtros planetários, solares, constela- - res, galáticos e universais. * f O espírito tende a retornar à consciência cósmica e, isto só é possi- : O 'à 51 u! C C C C C C C C C C C C C c, C Ç. C Ç. Ç, c. c. C Ç Ç c. G c. C c. c. Ç- Ç C- 'É
  26. 26. i vel depois de purificar seu corpo astral o suficiente para libertar-se deste. O CARMA simplificando, o carma são erros cometidos em vidas passadas e es- tes erros serao cobrados na proxima encarnação, geralmente, sob a for- ma de sofrimento. I O carma é uma peça fundamental no processo evolutivo, e isso só e possivel graças à reencarnação. l _ Existe ainda o carma familiar, racial, tecnológico, humano, plane- › tario, do sistema solar e até mesmo um carma universal. 0900000 MISSÃO A_missão é o que um indivíduo deverá realizar ao encarnar para po- der aprimorar, adquirir experiencia, enfim evoluir, A missão mais comum e que todos possuem e não cumprem e' supe- rar suas proprias falhas. DESTINO 000609060 _ _Qdestino é a união do carma e da missão que formará uma trilha l imaginaria a que devemos seguir. DIMENSIONAMENTO _ _ O dimensionamento é o mecanismo que unido a reencarnação pro- piciara' a evolução do espirito a partir do reino humano. Consiste basicamente em um espirito cumprir sua missão outra bioarlimensão, desencarnar e reencarnar em uma outra bioclimensão su- perior. Assim sucessivamente, sendo necessário a reencarnação periódica a primeira bio-dimensão. 000000000 SURGIMENTO E EXPANSÃO DO ESPÍRITO O plasma universal único está além do úniom, É energia pura e pri- mordial. É o que poderi'amos considerar o local onde reside a inteligência Superior, Consciência Cósmica, Consciência Coletiva primordial ou o es- pírito de Deus. A partir da condensação deste plasma surgiram todos os planos e consequentemente suas dimensões. A consciência cósmica que está no plasma universal único é a base para toda a vida. Muitas vezes perguntamos: Como surge o espirito? 00000090 52 bo , J . Ó j) Quando parte da consciência cósmica começa a assumir certas con- ¡dições mais individualistas dentro do ciclo cósmico esta energia conden- sa-se e agrega-se aos Unions e então surge o espírito atômico, este começa 3a habitar a matéria e a partir desta evolui infinitamente. Vamos acompanhar a evolução de um espirito. Parte da consciência cósmica individualiza-se; agrega-se aos únions ; livres do plasma universal espiritual e assim delimita sua energia e está 3 formado o espirito atômico. O espírito atômico movimenta os sub-ãnitons do plasma astral for- ) mando o corpo astral atômico. 3 0 corpo astral e atômico movimenta os ãnitons do plasma material e forma finalmente o átomo fisico. Esta é a primeira encarnação. Ocorre no reino mineral e é a única* 3 Supondo que este átomo fisico seja de ouro este com o tempo evo- 3 lui e consequentemente associa-se a outros átomos de ouro. A principio cada átomo de ouro é espiritualmente individual. Pouco a pouco esses átomos fundem-se formando um único espirito coletivo. Forma-se uma 3 pepita de ouro com um espirito mais evoluído da fusão de milhares de ) outros. Este processo continua a expandir-se e os espiritos atômicas aurificos da região vão fundido-se e formando um maior, mais evoluído 2 e coletivo. O processo atinge o estágio de até uma jazida. Atingindo este está- gio o ciclo do reino mineral termina, e passaram-se alguns milhares de 3 anos. 2 _ 3 REINOS E REENCARNAÇAO 3 Reino Vegetal Iibertandose do reino mineral este passa para o rei- 9 no vegetal iniciando o processo em uma planta unicelular. Esta unicelu- lar multiplica-se em milhares de outras e, assim, este mesmo espirito que J antes habitava uma só célula expande-se para as demais originadas a par- a tir da inicial. " Quando uma dessas células morre sua parte espiritual desencarna 3 e volta a fundir-se ao espirito total; e uma outra porção espiritual, par- a tindo do espirito inicial ou total reencarna em uma outra célula, desde que esta seja prole ou descendente da célula inicial onde o espirito reen- 3 carnou primeiramente. É impossivel que o espirito que habitava uma de- ) terminada célula ao desencarnar este mesmo volte a habitar uma outra, 4 analógicamente é o mesmo que um balde d'agua se você retirar um copo ' Nota: A partir do reino vegetal é que ocorrem reencarnações sucessivas, rumo ao objetivo fi- ) nal: o retorno à consciância cósmica. Dasfnço desta forma o equívoco generalizado de que este mecanismo do processo evolutivo, a reencarnação, é exclusiva do reino humano. 3 3 53 ; -
  27. 27. l l Z___ C d'agua (o balde representa o espírito total) e o copo d'agua sendo o es- c pirito que encarnou na planta unicelular. a devolver esta água ao balde e novamente ao retirar outro copo d'agua que c seria a porção espiritual que reencarnara' em uma nova célula. Será impos- ' sível retirar aquele mesmo copo d'agua que fora devolvido ao balde com C aquelas mesmas moléculas, este outro copo d'agua (espírito que habitará a nova célula prole ou descendente da inicial) será uma nova porção espi- tual que irá reencarnar em outra célula. C Chega um determinado ponto que o espirito já evoluiu o bastante e e passa a habitar um vegetal mais complexo como por exemplo uma vio- leta. Esta cresce e suas sementes e mudas originarão outras mais. Nes- c tas habitará o mesmo espi'rito que habita a violeta mãe. lsto significa que f: o espirito da violeta mãe esta' evoluindo e expandindo. Da violeta ele desencarnar completamente e passa a habitar um c arbusto, e o mesmo processo se repete: O arbusto cresce, algumas de suas sementes nascem, o espirito do arbusto mãe expandese e passa a habitar os descendentes. Neste caso porém nem todos os arbustos originados serão habitados pelo espirito do arbusto mãe porque e quanto mais evoluido ele vai se tomando, menos coletivo também se torna. Completado o ciclo evolutivo do arbusto este espírito desencarna e passa a habitar uma án/ ore de grande porte. Neste ponto já está prati- camento individualizado, e completando o ciclo evolutivo nesta árvore de grande porte, desencarna e passa a habitar um ser primitivo do rei- no animal. Reino Animal e Humano Desta vez, suponhamos que ele passe a habitar um inseto. Este pro- cria, mas só um centéssimo do seu espírito é que passa para as proles. Este um centéssimo "do espírito mãe", herdado pelas crias é uma espécie de herança genética espiritual. 0 espirito que habita cada uma das crias são todos independentes e individualizados e não mais coletivos como no reino vegetal, porém ainda ligados a sua "mãe". Quanto maior é a porcentagem de porções espirituais ou caracteristicas genéticas es- pirituais herdadas pelas proles, mais sintonizados uns com os outros estarão; tal é o caso das abelhas e formigas em que todos estão sinto~ nizados uns com os outros. O espirito deste inseto evolui e passa a ser o espirito de um pequeno animal como um rato e este mesmo processo de reencarnação se proces- sará até que este espirito chegue a última etapa do reino animal que é o estado de primata. Prosseguindo sua evolução este espirito atingirá o rei- no humano. 54 o desencarnar é o mesmo que c, ? ÕOOÔOÕÕOOÕÓOOOOÓGOQGÇÕ f), 3, Este espirito, antes de ser humano, é preparado POI' entidades &|59|; girituais, sendo submetido a instruções pre-eliminares Dara P099' 91/0 'l' no reino humano. Pronto, ele encarna e nascecomo um bebe qua &E97; ? mas sua inteligência e grau de adapialwdade "a° ser” mwÊo, bm. : 3°: go mesmo caso daqueles ágeis e inteligentes por _serem espiritos) e : ra rientes no reino humano, portadores de conhecimentos antelrjioresdp i_ o qual uma nova reencarnlação e uma oportunidade de relem rar, a qu rir mais informações e evo uir. _ _ 3 Todo O processo de passagem do reino mineral para o vegetal e de: ate para o humano leva cerca de OIÍOCSHNÍOS milhoes de anos se PTOCESS ? do normalmente. lsto é sern interrupcoefí 9V°¡UÍ'V35› P05 clluaFdo “ma (espécie animal entra em extinçao ha o atraso do processo evo utivo. Exemplificando: 9, Hipoteticamente um_ espírito encarnado em um cachorlro _e qitie t: : ; nha o macaco com o práptimo passo na ordemlnatural da evc: uçaã a raçvja da reencarnação, o espirito do cachorro tera o processo a tera ode ; evolução atrasada se o macaco for extinto. _Se cada encarnaçao o car: ;chorro valesse dois pontos no processo evolutivo e quatro pontos a enca r nação como macaco, e para encarnar no reino humano tivesse que sorma ; dez pontos, este espírito encarnaria normalmente uma vez como caio or» Qro ganhando dois pontos e mais( duas vezescomo macaco Soma" 0 3° todo dez pontos na escala evolutiva este espirito estaria apto a encafrnar no reino humano. Mas se o macaco for extinto todo o~ processo so ; era ? alterações e atrasos pois processara de cinco ancarnaçoes ãognsoeãããrãg: Dro para poder encarnar_ no reino' humano. lsto sign¡ Ica U ções a mais do que por vias normais de evoluçao. Na história da evolução_ no planeta Terra houve atrasos no : :gefo- gso evolutivo. Devido ao ambiente muito hostil houve muitos a ralídade processo evolutivo. E nO que dll "GSPBQO 3° ? Qmemr est? "a É” t' Dnão surgiu no planeta através da evoluçao organica do primata, somen e 3 o espírito continuou a evoluir e a tornar-se humano. l _ O reino humano não é o ultimo estágio evolutivo do espigto. P¡ BY: : a lução é infinita. existem estágios alem dO feIn0 humalw-E t0 °5 "e ac' 3 nados com a reencarnação e dimenslonamentü 3 3 FUSÃO DE PLANOS A medida que a matéria vai seãutilizando, mais próxima dO 8313010 a _ . de energia ela fica. _ _ No plano fisico, a matéria apresenta seus anitnons com a mesma den- sidade que pode variar de 0 a l/54 graus de dilataçao_ | ' . . - - ^ ' e em Quando os anitons se distanciam entre Sl, variando 0 V0 um
  28. 28. l ciem uns dos outros, e quando este distanciamento fizer com que as par- ticulas atômicas aumentam 1/54 do seu volume inicial, então a matéria que estava sendo bombardeada com energia (radiação) pertencerá a uma 3 outra dimensão e assim em diante, a cada aumento de 1/54 do volume. HL) Consciência Cósmica (Plasma universal único) / // -¡ Do grau de densidade atômica de 0 a 1/54 praticamente não altera a densidade dos ânitons, que continua com sua máxima densidade. 3 Se continuarmos a bombardear a matéria com radiação especial os ô individualização Plasma espiritual 3 seus ânitons começarão a distanciar-se uns dos outros e conseguirmos atingir a 406 dimensão, então os ânitons terão seu volume aumentado em 40/54, se comparado com o inicial. 3 Neste grau de densidade atômica, a energia que atuou para fazer _à com que os ânitons de distanciassem uns dos outros, também pouco a r pouco começam a distanciar os sub-ânitons que compõem o âniton. “a Relembrando, a densidade do âniton variando do grau O a l/54 de- Únions termina o plano fisico; acima deste grau, determina as dimensões do °9'°'"°'°“°5 plano astral, isto devido ao distanciamento dos sub-ânitons do ãniton. + 2 Ámmo espmma, 3 Então, no plano fisico, a matéria está na 405.¡ dimensão, e a densidade i ¡ do âniton, antes na 1.3 dimensão, possuia um grau zero (densidade má- _ Cómümünlüvhjuíühada a xima) de dilataçao, passando agora para o grau 032/54 aprmíimada- i mente. A energia utilizada para descondensar as particulas atomicas, i 3 pouco a pouco, também influi na densidade do âniton distanciando ao g e/ h* *Aí H Plasma astral tons_ _*& _C *a Como podemos ver, esta matéria da 40? dimensão ainda está no 3 plano fisico, pois a variação da densidade do âniton está entre zero e l 1/54 do seu volume inicial, ou se'a volume mais denso. - - . . l . . _ ^*°'"°°5"°'*Awmesnmtual É * Continuando a bombardear a matéria com energia especial, que ' 3 já está na 401:¡ dimensão fisica, ela chegará até à 546 dimensão, e en- l§ 3 tão a densidade atômica terá chegado ao seu limite máximo e o seu volume atômico dobrará e, neste ponto, a densidade do âniton esta- Magma mama, 3 rá no grau 1/54 pertencendo ainda ao plano físico, mas à beira de pene- l l / / Átomoffsico Consciência ' GÕÕÕÕOOÕOOÕÕÕÓHH ñ 3 trar no plano astral, pois caso o volume do âniton aumentar mais um dé- cimo do grau dimensional então esta matéria pertencerá ao plano astral e deixará o plano físico. Veja a escala. Plano Flsico_ O a 1/54 Plano astral l,1/54 a 54/54= l _ A partir da 49? dimensão do plano fisico, nós podemos dizer que a matéria do Plano fisico já começou a fundir-se com o plano astral devido ' a grande dilatação do volume do âniton. Se continuarmos a bombardear a matéria, seu volume atômico ultra- passará a dilatação total (dobro do seu volume inicial) e se desintegrará &UUUUM graus de 1/54, determinam uma dimensão do plano fisico. O processo para variar a densidade atômica é bombardear o átomo com certas radiações cósmicas. Estas radiações aplicadas à matéria da li¡ dimensao fisica, que é a mais densa, fará com que os ânitons se distan- b 56 57 'flvvu c ec «c c -c c -c : c c «c c c a; «a V'
  29. 29. em ânitons livres, que se juntarão ao plasma material. Se conseguissemos bombardear a matéria de modo que não dimiv nuissemos a densidade atômica, mas tão somente a densidade do âniton, então, quando os sub-ãnitons se distanciarem mais do que 1/54 do seu , volume inicial sem que a matéria passe para outra dimensão do plano fisico, então esta matéria passaria para o plano astral sem se desintegrar e juntar-se ao plano material devido a grande dilatação das particulas atômicas. Se continuarmos a dilatar o âniton, os sub-ânitons se distancia- rão entre si e a cada variação no seu volume de 1/54, que é o grau de dimensionamento também no plano astral, a matéria passará para uma l dimensão mais alta deste plano, l Caso os sub-ãnitons se dilatarem mais que l/54 de seu volume mais denso, então a matéria passará a pertencer ao plano espiritual. Da mesma forma que no plano fisico, à medida que a matéria as- tral vai subindo de dimensão, os seus sub-ânitons também vão se distan- l cíando entre si. A partir da 45? dimensão astral, ela começa a fundir-se 1 com o plano espiritual. Na 54:3 dimensão do plano astral seus ânitons es- » tão com o dobro do volume inicial, e seus sub-ãnitons variam sua densi- dade de O para 1/54. Se dilatarmos mais os sub-ânitons entre si, a força que os prendia para formar os ânitons, não mais sera' suficiente e então estes se libertam e se juntam ao plasma astral. Se conseguissemos diminuir a densidade do sub-âniton sem que es- tes se distanciassem entre si, a matéria do astral passaria para o plano es- piritual sem se desintegrar. Continuando a dílatar o sub-âniton, ele cada vez mais começaria a desprender a energia da consciência cósmica cada vez que subisse de di- mensão, até que atingisse também o plasma espiritual e se desintegrasse em ânitons livres, libertando por completo a energia associada a ele (espirito) que, por sua vez, retornaria ao plasma universal único. DIMENSIONAMENTO E A EVOLUÇÃO DO HOMEM ATRAVÉS DAS DIMENSÕES Como foi visto anteriormente a reencarnação é o mecanismo funda- mental a evolução de qualquer espírito, tornando-se absurda a afirmação que a reencarnação não existe. Nega-la é o mesmo que negar a própria existência e evolução. i' Quando um espirito deixa o reino animal e passa ao reino humano comeca a evolução intelectual e aprimoramento de sua própria constitui- ção. Vamos acompanhar a evolução de um individuo que começou sua 58 C c. C C C C ç, C C C C C C C C C C C C C C C C C C c. Ç çí C, (- C Ç ç. V 3 ? primeira encarnação no reino humano. Este individuo terá uma inocência ; extrema e seu desenvolvimento intelectual poderá não ser muito bom. Levando em conta tudo isso, o mundo espiritual lhe dá uma missão a ãcumprir. Este ser não possui carma, pois o carma é derivado dos nossos gatos errôneos de outras vidas a que devemos saldar a seguinte. Este individuo deverá reencarnar sete vezes, pois há sete encarna- ações básicas para o espirito iniciante no reino humano adquira um bom nl'- jvel espiritual e intelectual para o 19 dimensionamento (encarna na se- : gunda biodimensão). lsto se não contrair carma. Caso este individuo contraia um carma qualquer, e entre as sete en- jcarnações básicas para o dimensionamento ele não conseguir resgatar o carma adquirido outras encarnações mais serão necessárias antes de obter o 19 dimensionamento. 3 Suponhamos, por exemplo, que este individuo cometa um assassi~ nato na sua quinta reencarnação básica. Neste caso terá mais duas reen- gcarnações a frente para saldar o que fez e dimensionapse. Caso ele não ¡salde este carma serão necessários mais algumas encarnações para que ; ele possa resgatar suas dividas e dimensionarse. A Antes de reencarnar na segunda bio-dimensão, ele é preparado no *plano astral (após desencarnar da lê bio-dimensão) e mais intruções re- jcebe, em alguns casos uma missão. Ai com a ajuda de mentores espi~ rituais, se for o caso, escolhe o planeta e civilização nesta próxima reen- carnação pois na Terra não há vida na segunda biodimensão. J No sistema solar, Marte é o planeta que possui vida na segunda bio« ¡dimensãq este individuo prepara seus corpos astrais adequadamente à nova constituição fisica da raça extraterrena antes determinada. 3 Ao reencarnar este individuo encontrará uma civilização altamente ; avançada e da mesma forma espiritualizada se comparada com o nosso nivel tecnológico e espiritual. Sua principal missão será adquirir a cultura e espiritualização desta civilização Marciana. 3 Quando um espirito reencarna em um planeta mais evoluido e con- segue acompanhar sua evolução e assimilar a sua cultura, ele consegue Qevoluir muito mais do que se tivesse recebido as mesmas informações e ? aprimoramento no plano astral, quando desencarnado. Porque se os mesmos conhecimentos e espiritualização atinjida por um ser astral alser desencarnado) for a mesma adquirida por um encarnado no fisico, ? este último evolui muito mais que o ser desencarnado pelo fato de ser muito mais válida a evolução que se conquista no plano fisico devida às dificuldades e limitações da matéria fisica. «Õ Cumprida sua missão desencarnará e novamente reencarnará na 16 gdimensão; no caso, no planeta Terra. A nova reencarnação no plano fisico é necessário para que os conhe- Ôcimentos e a evolução adquiridos na 2? biodimensão sejam provados. Pa- 59
  30. 30. _ : É ra isto uma missão é dada a este espirito, seu corpo astral novamente éC | preparado e ele novamente reencarnará. c Para conseguir seu 29 dimensionamento não e' necessário sete encar- nações básicas como anteriormente. Basta uma só, desde que não seja ad- quirido um carma e que a missão seja cumprida. Cumprindo sua missão( e não adquirindo nenhum carma este individuo desencarnará e voltará a ser preparado no plano astral. Estas há duas possibilidades: Uma, vol-c tará a Marte ou a outro planeta equivalente, para completar sua evoluçãoC relativa a 2? bíodimensão. A outra reencarnará na terceira bio~dimensãoc ou seja na 76 dimensão fisica. No plano astral são escolhidos o novo planeta e civilização do sis-C tema solar. Neste caso uma civilização de Mercúrio na 36 bio-dimensãac O mesmo processo ocorrido em Marte se repete. Na 36 biodimensão este individuo encontrará uma civilização mui-c to mais evoluida do que a encontrada na segunda bio-dimensão. Cumprida; sua missão, ele novamente reencarnará na lê dimensão e testará os conheci- mentos adquiridos na terceira bioclimensão, como ocorreu ao desencar-c nar da 2a biodimensão e reencarnar na primeira. Ç Caso não cumpra nesta primeira dimensão sua missão relativa aos conhecimentos da segunda bio-dimensão, reencarnará na primeira bio-c dimensão, até que consiga superar sua missão e o carma adquirido. C Se ele falhar em sua missão na segunda biodimensão. Pode também ocorrer que o mesmo cumprindo sua missão, por exemplo na segunda bio-dimensão para levar alguma mensagem ou e-C volução ao planeta. e Este processo de reencarnação e dimensionamento se repete sem- pre. Inicialmente na primeira bíodimensão, depois, caso não se tenha adquirido nenhum carma e tenha sido cumprido a missão, há o 19 dimen-C sionamento. Depois volta-se a primeira bio-dimensão para prestar provas dos seus conhecimentos e evolução, e novamente há um segundo dimen-c sionamento. A cada dimensionamento encarna-se em uma bio-dimensãoc mais alta. Mas, periodicamente, é preciso retornar a primeira bio-dimen-c são para confirmação evolutiva de intelectualidade e espiritualização. O dimensionamento e a reencarnação são purificadores do astral. AC cada dimensicñamento há uma purificação do corpo astral o que signifi-c ca maior evolução espiritual. Depois de encarnarmos em todas as biodímensões, isto é, compIe-c tado todo o ciclo dimensional, o espirito liberta-se do corpo astral ec funde-se a consciência cósmica resurgindo num estágio planetário, onde l passará por filtros do mesmo nivel. Veremos mais a frente o que vem ac ser um estágio planetário. Ç Quanto mais dimensionado é o ser mais evoluido ele é. Esta evolu- ção se dá tanto fisiológicamente como tecnológica e espiritualmente. Ac Í 1 60 C C sv «W 3 ; evolução espiritual e tecnológica e espiritual caminham juntas em equi- jfbrio. É verdade que crescendo espiritualmente a espiritualização e de- cresça a dependência tecnológica mas sempre as duas estão em equilibrio. A medida que a evolução ou o dimensionamento progride os órgãos ãreponsáveis pela alimentação vão se atrofiando cada vez mais, pois não ãhá necessidade de matéria_ para sustentar o organismo. Do mesmo modo o aparelho fonador, auditivo, alfativo e respiratório se atrofiam a até mes- ãmo a visão perde parcialmente sua função. Todos esses órgãos são subs- ¡tiuidos pela alta percepção extrasensorial que desenvolveram. Com a evolução orgânica e sutilização da matéria eles tendem a per- ¡der matéria. Alguns seres diminuem de tamanho, geralmente são todos fi- ; sica e estéticamente perfeitos, os mais densos possuem uma constituição óssea mais delicada; outros mais sutis possuem ao invés dos ossos somen- ¡te cartilagem e outros somente uma musculação adequada. 3 Os chakras são fundamentais na substituição dos órgãos sensoriais. A audição, fonação e visão são substituidos respectivamente através do desenvolvimento dos chakras possibilitando a telepatia e a vidência tanto ? no plano fisico e dimensional em que estejam como nos planos astral e aespiritual. _ A falta de constituição óssea é completamente possivel pela ausen- ? cia de forte gravidade. A cada dimensão mais elevada a gravidade é mais ; sutil ou seja, menos atuante. Através do desenvolvimento dos chakras a alimentação também po- gde ser substituída pela alta absorção de prana que pode perfeitamente ; substituir a alimentação e retardar o envelhecimento. O prana é a energia vital a todos os seres vivos. Ao respirarmos, as- jsociado as moléculas de oxigênio está o prana, em grande quantidade. jOutro elemento com grande teor de prana é a água mineral. Esta ener- gia revitaliza o organismo que necessita desta energia para sobreviver. Na realidade necessitamos mais do prana do que da água e oxigênio. Estes ? dois elementos são na realidade veiculos para facilitar a absorção de pra- ; na pelo nosso organismo. Pelo fato do nosso organismo ser altamente primitivo absorvemos ? mais prana através da alimentação e respiração. Mas o ideal para a absor- ação, distribuição e revitalização do nosso organismo seria através dos chakras de cuja capacidade utilizamos apenas um pequeno percentual. O prana pode ser positivo ou negativo. O prana positivo está presen- jte no ar e na água pura mineral. O prana negativo esta' presente em todos aos alimentos, mas principalmente na carne. É a absorção de prana nega- tivo o responsável pelo nosso envelhecimento. Só nos libertamos do pra- Dna negativo, quando deixamos de nos alimentar. O prana de que falamos até agora é sempre molecular ou seja, asso- ciado às moléculas. Mas existe prana solar. Este é o mais energizado e a 3 61 '

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