Relatorio de Simulação de Erupções Vulcânicas

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Relatorio de Simulação de Erupções Vulcânicas

  1. 1. Escola EB 2,3 das Olaias Relatório De Ciências Naturais Simulação de erupções vulcânicas Kripali Veneraz Lacmane Nº8 7ºC 17/05/10
  2. 2. Índice 1. 2. 3. 4. 5. Introdução ……………………………………………. 3 Material e procedimento ……………………………. 4 Resultados …………………………………………… 6 Conclusão ……………………………………………. 7 Bibliografia …………………………………………… 8
  3. 3. Introdução O presente trabalho teve como objectivo simular dois tipos de erupções vulcânicas e de distinguir as respectivas características. Uma erupção vulcânica é a libertação para o exterior de materiais vindos do interior do vulcão, podendo eles ser líquidos, sólidos ou gasosos. As aberturas por onde são lançados esses produtos fazem parte dos vulcões. A acumulação dos materiais emitidos por um vulcão forma muitas vezes, uma elevação do cone vulcânico, que em certos casos apresenta alturas elevadas. Um cone vulcânico não é senão a parte superficial de um aparelho que se estende em profundidade. O tipo de erupção é condicionado pela composição e pela temperatura do magma, o que determina diferentes graus de viscosidade do magma, a actividade pode ser explosiva ou efusiva. A actividade efusiva é uma actividade vulcânica em que o magma é fluido ou pouco viscosa. A lava tem facilidade de subir ate a chaminé, rapidamente, libertando os gases à medida que vai subindo. A lava escorre da cratera ainda fluida e forma rios ou mantos de lava. O cone que se forma é largo, baixo e formado por lava solidificada. A actividade explosiva é uma actividade onde o magma é viscoso e tem dificuldade em subir na chaminé lentamente podendo solidificar no seu interior. Os gases acumulados libertam-se de uma só vez dando origem a fortes explosões, acompanhadas pela libertação de gases e piroclastos. Por vezes, a actividade explosiva forma nuvens ardentes que se deslocam ao longo dos flancos, destruindo toda a sua paisagem e pode formar também uma estrutura arredondada que impede a libertação de gases (doma). A actividade vulcânica também pode ser mista, onde se alternam períodos de actividade explosiva com outros de actividade efusiva. Os cones são constituídos por camadas alternadas de lava e piroclastos.
  4. 4. Material e Procedimento I. Material: Bicarbonato de sódio Detergente de máquina de lavar roupa Corantes alimentares de cor vermelha e de cor amarela Vinagre Tina de vidro Garrafa de plástico pequena Gobelé Colher de sopa Colher de café Areia molhada Procedimento: 1. Deita dentro da garrafa duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio, duas colheres de sopa de detergente, uma colher de café de corante alimentar de cor vermelha e outra de cor amarela. 2. Coloca a garrafa no centro do alguidar de plástico e, com areia molhada, molda um “cone vulcânico” à sua volta. 3. Mede quatro a cinco colheres de sopa de vinagre para dentro do gobelé. 4. Despeja o vinagre do gobelé dentro da garrafa. 5. Observa e regista os resultados obtidos.
  5. 5. Material e Procedimento I. Material: Dicromato de amónio Enxofre Fósforos Fita de magnésio Duas espátulas Canivete Modelo de cone vulcânico em gesso Forma metálica Procedimento: 1. Coloca a fita de magnésio no interior da forma metálica, deixando de fora cerca de 3cm. Em seguida, raspa com um canivete a ponta da fita, para facilitar a sua inflamação 2. Mantém a fita de magnésio na vertical e, com a espátula, enche cerca de metade da forma metálica com dicromato de amónio. Coloca seis cabeças de fósforos sobre esta substância. 3. Coloca a forma metálica na “cratera” do modelo do cone vulcânico, de forma a ficar o seu bordo ao nível daquela abertura. 4. Certifica-te que não existe objectos próximos da montagem e escurece a sala. 5. Com muito cuidado, acende a fita de magnésio e afasta-te da montagem 6. Observa e regista os resultados obtidos.
  6. 6. Resultados 1. A espuma (lava) que estava a sair era fluida, estava a subir pela”chaminé”. Á medida que estava a subir estava a libertar gases. A espuma (lava) estava a escorrer pelo cone abaixo, gradualmente. A espuma (lava) que estava a sair formou um rio de lava. 2. As chamas (lava) que estavam a ser projectadas para o ar eram viscosas e difíceis de movimentar. Ao longo da erupção continuarão a sair fumos. As chamas não escorregaram ao longo do cone.
  7. 7. Conclusão Nesta actividade foi possível ver a simulação de dois tipos de erupções. Na primeira erupção concluímos que simulamos uma erupção efusiva, pelo facto da lava ser fluida e de subir facilmente pela chaminé, formando um rio de lava no exterior. Na segunda erupção concluímos que simulamos uma erupção explosiva, pelo facto das chamas serem viscosas e difíceis de movimentar e ao longo da erupção saírem fumos e as chamas não escorregarem ao longo do cone. Pela actividade feita conseguimos distinguir os dois tipos de erupções. A actividade experimental da simulação de vulcões realizou-se com sucesso. Bibliografia  Silva, Amparo Dias da; Santos, Maria Ermelinda; Mesquita, Almira Fernandes; Baldaia, Ludovina; Félix, José – Planeta Vivo, Ciências Naturais 7º Ano; Porto Editora; Porto; 2006  Http://eternos.org/wpcontent/uploads/2008/04/msh80_msh_eruption_05-1880_krimmel_80s3-141_bwp.jpg  Http://2.bp.blogspot.com/_tI7xZLlf4A/STSTqChvqNI/AAAAAAAAAEU/tf_Rknmkkg/s200/FUNDO.png  Http://tecnocientista.info/Imagens/applications/PhotoG alleryManager/images/Vulcao_Pacaya_Guatemala.jpg

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