Correção da ficha formativa exame 2011 especial

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Correção da ficha formativa exame 2011 especial

  1. 1. Correção da ficha formativa Exames Nacionais
  2. 2. A
  3. 3. 1. O contexto em que Baltasar e Blimunda vão «ver as estátuas) apresenta as seguintes características: no interior da casa, ao final do serão, a conversa e o lume esmorecem, os familiares vão deitar-se, Baltasar e Blimunda ficam sós; no exterior, destacam-se as condições atmosféricas (claridade e frio) e o nascimento da lua (enorme e vermelha), com os seus efeitos pictóricos de luz e cor, recortando a paisagem escurecida.
  4. 4. 2. No diálogo com Baltasar, podem destacar-se as seguintes características psicológicas de Blimunda: o amor que sente por Baltasar, patente no desejo de o acompanhar e na preocupação com a sua segurança; a prudência, patente nos apelos que faz a Baltasar para que seja cuidadoso; a clarividência, patente na consciência de que a «máquina» (linha 13) representa o principal dos perigos;  o fatalismo, patente na expressão «Não sossego, homem, os dias chegam sempre.» (linha 14).
  5. 5. 3. Após treze anos, o estado dos trabalhos de construção da obra é o seguinte: o palácio tem apenas o «piso térreo» (linha 17) concluído, «sobre ele se vendo umas construções de madeira» (linha 18); a igreja não está acabada; no convento, duas alas atingiram o segundo andar e o resto ainda não atingiu sequer o final do primeiro; das trezentas celas previstas, apenas quarenta estão concluídas.
  6. 6. 4. Perante o atraso das obras, o narrador assume uma atitude crítica — «Parece pouco e é muito, se não demasiado.» (linha 21); «o mal desta obra de Mafra» (linha 24) — e de defesa dos trabalhadores, submetidos a esforços mais adequados a gigantes, sem que lhes sejam dados prazos condizentes com a sua condição humana — «então aceite-se que leve o tempo que levam as formigas» (linha 26). Esta atitude crítica é reforçada pelo paralelismo entre a «formiga» e o «homem»: existe uma desproporção entre a desmesurada dimensão da obra e a pequenez dos seres humanos que a edificam; a formiga está para o homem, no transporte da pargana, como o homem está para o gigante, na construção do convento.
  7. 7. B
  8. 8. B 1. Sujeito simples («o lume») 2. Complemento oblíquo (falar de algo) 3. Oração subordinada adverbial temporal: «Enquanto subiam a ladeira para o alto da Vela» Oração subordinante: «a lua nasceu»
  9. 9. B 4. Pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo («trouxera», «consumira») 5. Ato ilocutório compromissivo 6. Sujeito simples: «os caminhos» Predicado: «ficam piores» Predicativo do sujeito: «piores»
  10. 10. B 7.1. Oração subordinada substantiva completiva («que tantos anos de trabalho, treze, fizessem tão pouco vulto») 7.2. Sujeito simples 7.3. Pretérito imperfeito do indicativo: «Parecia» Pretérito imperfeito do conjuntivo: «fizesse»
  11. 11. B 7.4. Quantificador existencial: «tantos» Advérbio de quantidade e grau: «tão» 8. 1.º «que»: conjunção subordinativa completiva; 2.º «que»: pronome relativo

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