E. E. Octacílio de Carvalho Lopes
P.C.P. Ingrid Duran – Ensino Fundamental II
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Benefícios que podemos alcançar.
Trabalho em Equipe.
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Prioridades

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Descanso
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O ritmo de cada pessoa não
influencia o rendimento de cada um
quando todos trabalham em equipe!
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Você se sente menos “Cansado”.
Você tem mais tempo para você.
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4 minutos para pensar e anotar alguns deles no papel!
Conte para a sua equipe qual é o ponto principal que
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Agora que você conhece o
seu Colega de trabalho
você sabe um pouco mais
como retribuir e contribuir!

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De acordo com o rendimento do
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 Os benefícios são esco...
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Desta forma, a pessoa se sente
mais motivada a dar o melhor
de si e evita ter baixos
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deixar tudo para depois, deixar
de “enrolar”

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vai ter com esta ação. De u...
Técnica
2
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Arquitetura
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Inevitabilidade:
Construir um ambiente ou situação onde
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

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formais em
larga escala
onde se permite
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 Analisa

os conhecimentos, aptidões, interesses
ou outras qualidades do aluno, determinando a
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Analisa as Habilidades que devem ser
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Apresenta um retorno do aprendizado ao professor e ao
aluno. Com ela pode-se detectar os problemas de ensino
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

Criar um Provão Multidisciplinar Bimestral Baseado nas
Avaliações Externas.

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Cada professor criará 5 questões. Estas...
 Matriz

de Referências – SARESP
http://file.fde.sp.gov.br/saresp/saresp2013/Arquiv
os/Saresp2013_MatrizRefAvaliacao_DocB...
SARESP 2008 – Língua Portuguesa.
http://pt.slideshare.net/Fisicaki/l-portuguesa
(Acesso em: 27 de Fevereiro de 2014).

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...
 Avaliação

– Mario Covas
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=re
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http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_l.php?...
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Planejamento Pedagógico da escola Octacílio de Carvalho Lopes - 2014
Por Ingrid Duran (PCP Ensino Fundamental II)

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Planejamento 2014 dia 3

  1. 1. E. E. Octacílio de Carvalho Lopes P.C.P. Ingrid Duran – Ensino Fundamental II
  2. 2.  Gerenciando seu tempo. › › › ›  Por que gerenciar meu tempo? Benefícios que podemos alcançar. Trabalho em Equipe. Reconhecer seu trabalho. Ferramentas. › Sistema 20 – 70 – 10 › Sistema de Fim da Procrastinação  Avaliação › Tipos de Avaliação. › Exemplos de Avaliação.
  3. 3. Prioridades Rotina Lazer Descanso
  4. 4.  O ritmo de cada pessoa não influencia o rendimento de cada um quando todos trabalham em equipe!
  5. 5.      Você tem noção de onde e quando pode ajudar. Você se sente menos “Cansado”. Você tem mais tempo para você. Você sabe que seu trabalho faz diferença. ...você tem mais alegria com o que faz e satisfação de sua capacidade e escolha.
  6. 6.   4 minutos para pensar e anotar alguns deles no papel! Conte para a sua equipe qual é o ponto principal que foi pensado.
  7. 7.  Agora que você conhece o seu Colega de trabalho você sabe um pouco mais como retribuir e contribuir!  Ninguém está sozinho! Ninguém faz nada sozinho...
  8. 8.  Além de um ajudar o outro.
  9. 9.  Técnica usada pelo criados da empresa General Electric, na intenção de sempre ter melhoria no rendimento da empresa: 20% melhor rendimento 70% médio rendimento 10% baixo rendimento  De acordo com o rendimento do funcionário, da sala ou do aluno, haverá acréscimo de benefícios...
  10. 10. De acordo com o rendimento do funcionário, da sala ou do aluno, haverá acréscimo de benefícios...  Os benefícios são escolhas que tragam uma alegria ao outro e ao mesmo tempo não prejudique o andamento da ação.  > > > Adaptação para a Sala de Aula < < < 20% melhor rendimento O aluno deixa de fazer uma lição de casa (por outro lado, aquele que fizer tem um reforço nos estudos – bons alunos não precisam de atividades de reforço) 70% médio rendimento O aluno pode fazer trabalhos de rotina. 10% baixo rendimento O aluno faz atividades extras, que atendam suas necessidades para a melhoria do desempenho.
  11. 11.  Desta forma, a pessoa se sente mais motivada a dar o melhor de si e evita ter baixos rendimentos.
  12. 12.  - Acabar com a mania de deixar tudo para depois, deixar de “enrolar” Falta de clareza de benefício. Não existe uma data de cobrança. Quando a atividade é complexa. Quando não tem ninguém cobrando...
  13. 13. Técnica 1 – Benefícios Principais Psicológicos: Deixar bem claro qual o benefício que a pessoa vai ter com esta ação. De uma forma mais profunda...Quais são as consequências do que esta sendo feito?  Quais são as consequências do que esta sendo feito? O que vai ser feito depois disto que vai ser positivo?
  14. 14. Técnica 2 – Arquitetura da Inevitabilidade: Construir um ambiente ou situação onde seja inevitável que determinada coisa seja feita:  Fazer o indivíduo criar uma técnica própria para que ele não se esqueça do que tem que fazer A responsabilidade pública que esta pessoa estará exercendo para seu crescimento pessoal. A pessoa escolhe alguém que confie e que cobre dela para que ela não esqueça o que tem que fazer. A penalidade que a pessoa vai receber se não fizer? O colega cobra a penalidade.
  15. 15.  São avaliações formais em larga escala onde se permite obter indicadores dos níveis de aprendizagem dos alunos, possibilitando o Governo atuar sobre as políticas educacionais.  São avaliações contínuas da instituição. Permite diagnosticar e registrar os processos de aprendizagem. Pode ser ferramenta para Planejamento e Replanejamento escolar de acordo com os currículos escolares.
  16. 16.  Analisa os conhecimentos, aptidões, interesses ou outras qualidades do aluno, determinando a posição dos alunos no início de uma unidade de ensino, período ou ano. Com ela pode-se determinar as causas subjacentes de dificuldades de aprendizagem.  Quando utilizar: No início de uma unidade de ensino, período ou ano letivo. Durante todo o processo de ensino-aprendizagem quando o aluno revela insistentemente incapacidade para aproveitar o ensino formal. O que é Avaliado: As aptidões, interesses, etc., que são julgados necessários (pré-exigidos ou desejáveis relativamente aos objetivos a atingir.
  17. 17. Analisa as Habilidades que devem ser desenvolvidas durante o ano. Com ela, o professor encontra os focos de aprendizagem para as turmas.  Pode avaliar individualmente ou por grupos.  Avaliação utilizada para sondagem ou analise comparativa.  Avaliação de Português, Matemática e Produção Textual. 
  18. 18.  Apresenta um retorno do aprendizado ao professor e ao aluno. Com ela pode-se detectar os problemas de ensino e aprendizagem. A avaliação formativa não tem finalidade probatória e está incorporada no ato de ensinar, integrada na ação de formação. Alguns autores consideram que a avaliação formativa englobe as outras modalidades de avaliação já que ela se dá durante o processo educacional. Seu caráter é especificamente pedagógico.  Quando utilizar: Durante o processo de ensinoaprendizagem.  O que é Avaliado: Os resultados da aprendizagem relativamente aos objetivos. Comparação dos diferentes resultados obtidos pelo mesmo aluno. Processo de ensinoaprendizagem que permitiu os resultados obtidos. Causas dos insucessos de aprendizagem.
  19. 19.  Através das Competências e Habilidades trabalhadas com o currículo escolar o professor pode diagnosticar o que o aluno compreendeu. Com ela o professor pode analisar se a turma ou o aluno pode dar continuidade à outros assuntos ou se deve dar ênfase nos conteúdos trabalhados.  Pode avaliar individualmente e por grupos.  Avaliação de uma ou mais disciplinas.
  20. 20.  Comparação da aprendizagem do aluno a longo prazo. Pode-se classificar os alunos, as turmas ou a aplicação quantitativa dos conteúdos.  Quando utilizar: No final de um período relativamente longo (por exemplo, ciclos de ensino; período, ano, etc.).  O que é Avaliado: Resultados de aprendizagem relativamente aos objetivos.
  21. 21.     Através de Matrizes de Referência do currículo escolar do Estado, questões são desenvolvidas analisando não só habilidades mas o quanto e o que o aluno sabe entre aquele período (Progressão Continuada). Avaliação apresenta alternativas com o nível de desenvolvimento / processo de realização do desafio apresentado. Pode avaliar individualmente e por grupos. Avaliação de Português, Matemática, alternando entre os anos “Ciências da Natureza” e “Ciências Humanas”.
  22. 22. Avaliação Comparativa do rendimento escolar. Com ela, o professor consegue observar as salas que tem maior e menor rendimento.  Pode avaliar por grupos. 
  23. 23.  Criar um Provão Multidisciplinar Bimestral Baseado nas Avaliações Externas.  Cada professor criará 5 questões. Estas questões atendem as Habilidades com Baixo desenvolvimento da Avaliação Diagnóstica.  As questões serão elaboradas através de um texto ou Imagem principal, escolhido pelo grupo formado pelas Áreas de Conhecimento: Matemática, Códigos e Linguagens,Ciências Humanas e Ciências da Natureza.  As quatro alternativas serão criadas de acordo com o Nível de Proficiência (da mesma forma que o SARESP). META  Imediata: Analisar a melhora das habilidades no Bimestre. A longo Prazo: Comparar e analisar o processo de desenvolvimento do Aluno nos dois bimestres.
  24. 24.  Matriz de Referências – SARESP http://file.fde.sp.gov.br/saresp/saresp2013/Arquiv os/Saresp2013_MatrizRefAvaliacao_DocBasico_C ompleto.pdf (Acesso em: 25 de Fevereiro de 2014).  Avaliação Diagnóstica http://pt.slideshare.net/diretoriabragpta/avaliaoda-aprendizagem-em-processo-aap-julho-201324626572 (Acesso em: 25 de Fevereiro de 2014).  Avaliação em Processo http://pt.slideshare.net/clauelis/planejamento2013-avaliao-diagnstica-lngua-portuguesa-em (Acesso em 26 de Fevereiro de 2014).
  25. 25. SARESP 2008 – Língua Portuguesa. http://pt.slideshare.net/Fisicaki/l-portuguesa (Acesso em: 27 de Fevereiro de 2014).   Avaliação e Processo de Aprendizagem http://pt.slideshare.net/Fisicaki/avaliao-eprocesso-de-aprendizagem (Acesso em: 27 de Fevereiro de 2014).  Avaliando o IDEB http://www.educacional.com.br/reportag ens/IDEB/avaliacaointerna.asp (Acesso em 27 de Fevereiro de 2014).
  26. 26.  Avaliação – Mario Covas http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_a.php?t=re g http://www.crmariocovas.sp.gov.br/int_l.php?t=00 1 (Acesso em: 27 de Fevereiro de 2014).  Para uma Avaliação Construtivista http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/Escola_ mov_p123-129_c.pdf (Acesso em: 27 de Fevereiro de 2014).  Avaliação Formativa http://www.portalavaliacao.caedufjf.net/pagina -exemplo/tipos-de-avaliacao/avaliacaoformativa/ (Acesso em 28 de Fevereiro de 2014).

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