U N I A P R Sustentabilidade Site 20 10 2009

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U N I A P R Sustentabilidade Site 20 10 2009

  1. 1. Diálogo sobre Sustentabilidade na SIPAT “Uma conversa entre todos” 26/10/09
  2. 2. Agenda • Abertura - Executivo Unilever (Boas-Vindas) • Palestra com Prof. Moysés Simantob • Encerramento – Executivos Unilever (Área de Sustentabilidade)
  3. 3. Fala do executivo
  4. 4. Moysés Simantob Professor do Departamento de Operações na FGV-EAESP, da disciplina de Inovação Co-fundador e coordenador executivo do Fórum de Inovação da FGV-EAESP Atuou no grupo Telecom Italia Mobile - TIM e saiu para fundar a ValueNet – Incubadora de empresas para internet Autor do Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas, com Roberta Lippi, em 2003. Co-autor do livro Organizações Inovadoras, em 2003 . Coorganizador com José Carlos Barbieri da série Organizações Inovadoras Sustentáveis, em 2007 e Organizações Inovadoras do Setor Financeiro, em 2008. Colabora com várias organizações como palestrante e assessor especializado em inovação estratégica.
  5. 5. www.inovforum.org.br 5
  6. 6. Publicações 2003 2007 2008 Artigos • Copesul - um Caso Brasileiro de Organização Inovadora • Organizações Inovadoras Sustentáveis • Gestão Stakeholders - O Caso Natura
  7. 7. vamos começar pelo
  8. 8. manter a empresa no Futuro.
  9. 9. Vamos começar a conversa interativa... Qual é o impacto da sustentabilidade no seu trabalho?
  10. 10. Agenda Prof. Moysés Simantob • Contexto da Sustentabilidade – “Um Grande Problema Mundial” • Contexto da Sustentabilidade nas Organizações • Ciclo de Vida do Produto • Indicadores de Sustentabilidade – GRI • Desafio “Construção coletiva sobre sustentabilidade”– Regras do Jogo • Uma chamada de continuidade – Canais de Comunicação: Grupo de sustentabilidade
  11. 11. Contexto da Sustentabilidade “Um Grande Problema Mundial”
  12. 12. “Um Grande Problema Mundial” • Aquecimento Global: mais de 325 milhões de pessoas afetadas pela instabilidade do clima – um prejuízo anual de US$ 125 bilhões, em ciclones, enchentes, ondas de calor e pessoas lançadas à pobreza... • Redução de Gases de Efeito Estufa, Crédito de Carbono, Energias renováveis, Água, Consumo Consciente e Gestão de Resíduos são discutidos exaustivamente... evidências científicas, baseadas no argumento de que o planeta é resiliente ... X momento de acreditar em mudanças já...
  13. 13. Mentalidade de Sustentabilidade stakeholders demandam e influenciam novas estratégias e práticas medidas no bottom line
  14. 14. O Conceito de Sustentabilidade aplicado às Empresas está pronto, mas... Socioeconômico Ecoeficiência Socioambiental John Elkington
  15. 15. A Evolução do Conceito de Sustentabilidade.... 1945- 1945-1960s 2000’s- 2000’s- Presente Negação da Poluição Além da Produção como problema da Verde •Produção mais Limpa sociedade •Base da pirâmide “Smell of money” “Ecoeficiência (dissimulação) (Força positiva) Obrigação Reorientação 1970- 1970-80s Mid 1980s-1990s 1980s- Oportunidade Regulação do Produção Verde End-of- End-of-pipe •Prevenção da poluição “Pagar para reduzir •Ecoeficiência o impacto negativo” (Ganha - Ganha) (trade-off) Fonte: Stuart Hart
  16. 16. Se no passado
  17. 17. GÊNIO SOLITÁRIO Cientista sozinho
  18. 18. P&D Restrito e Fechado SISTEMA DE SISTEMA DE RESULTADOS INPUTS PROCESSAMENTO OUTPUTS RECEBIMENTO (OUTCOMES) OUTRAS ÁREAS DA ATIVIDADE EMPRESA: LUCRO DE P&D PATENTES, RECURSOS FATURAMENTO FINANCEIROSA LICENÇAS E KNOW - HOW MARKETING ! LOCADOS À •Engenharia Industrial: FATURAMENTO P&D aquisição de GERADO POR Aquisição de tecnologia PRODUÇÃO equipamentos; NOVOS PRODUTOS intangível procedimentos de ENGENHARIA E DESIGN controle de PROJETOS PARTICIPAÇÃO NO RECURSOS qualidade;mudanças FINALIZADOS Atividades relativas à MERCADO HUMANOS em métodos e definição de procedimentos, padrões visando um AQUISIÇÃO DE especificações técnicas e REDUÇÃO DE ALOCADOS À novo produto MÁQUINAS E aspectos operacionais CUSTOS ADVINDA P&D DE MELHORIAS DE /processo. EQUIPAMENTOS realtivoa ao novo •Treinamento de TECNOLÓGICOS produto/processo. PROCESSO pessoal nas novas técnicas. CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA: SETOR DE ATIVIDADE, PORTE E ORIGEM DE CAPITAL
  19. 19. no presente
  20. 20. O modelo de Hart propõe caminhos de migração entre quadrantes Tecnologia Limpa Visão sustentável Monitorar Valores Prevenção da Poluição Supervisão do Produto Controlar Padrões Decisões Administrativas Stuart Hart
  21. 21. Então modelo fechado de Inovação dá lugar ao... Características O Modelo fechado de inovação foi o que prevaleceu durante quase todo o século XX Nesse modelo, as empresas alcançavam vantagens competitivas investindo em grande laboratórios de P&D Essa integração vertical da atividade de P&D indicava que empresas que não poderiam arcar com esses investimentos ficariam em desvantagem No modelo fechado as vantagens competitivas eram alcançadas com investimentos em grandes laboratórios de P&D e todas as inovações sendo desenvolvidas internamente Fonte: Instituto Inovação
  22. 22. o novo modelo aberto: que “cria furos” no funil da inovação Other firm´s market Our new Licence, spin market out, divest Internal technology base Internal/external Our current venture handling market External technology insourcing External technology base Henry Chesbrough, 2004
  23. 23. Interessante saber... Sanford, Linda. 2006. Building an Innovation Company for the 21st Century. MIT-IBM Innovation
  24. 24. Se esse é o Paradoxo Ambiental atual: O Paradoxo Ambiental - Atual O desenvolvimento Os recursos estão Sustentável requer escassos para crescimento promover o econômico... crescimento econômico ...Sem o qual não há como satisfazer ...E a capacidade de absorção de as necessidades das gerações atuais poluentes da terra está quase no seu nem futuras limite
  25. 25. O Processo de Criação de Valor como conhecemos tem que mudar IDENTIFICAÇÃO DE VALOR (Definido na perspectiva do Cliente) Liderança PROPOSTA DE VALOR (sintonizar a oferta com a procura) ENTREGA DO VALOR (prestar serviço ou entregar produto) Gestão AVALIAÇÃO/ JULGAMENTO PELO CLIENTE João Paulo Pinto – comunidade lean thinking
  26. 26. De : Criação de Valor BENEFÍCIO VALOR = + Experiência de Compra CUSTO NO PROCESSO DE SELEÇÃO: Consumidor compara produtos Prod A /serviços concorrentes É extremamente exigente nessa Prod B avaliação Escolhe a opção que lhe oferece Prod C a melhor Equação de Valor ou Melhor Benefício / Custo Prod D Escolhe opção que oferece melhor Experiência de Compra
  27. 27. Para : Criação de Valor Sustentável BENEFÍCIO VALOR = x Impacto socioambiental CUSTO NO PROCESSO DE SELEÇÃO HOJE: NO PROCESSO DE SELEÇÃO Consumidor compara produtos FUTURO: /serviços concorrentes Consumidor compara produtos É extremamente exigente nessa considerando os efeitos no avaliação ecossistema Escolhe a opção que lhe oferece a Considera matéria prima naturais melhor Equação de Valor ou combustiveis fósseis e uso eficiente dos recursos Melhor Benefício / Custo Escolhe a opção que lhe oferece a Escolhe opção que oferece melhor melhor Equação de Valor Experiência de Compra Sustentável Escolhe a opção que oferece melhor relacionamento mais transparente com a empresa
  28. 28. Acontece que hoje ainda não é possível que um produto cumpra critérios de sustentabilidade em todo o seu ciclo de vida, ou seja, da extração da matéria prima ao seu descarte final, tendo em vista o estado atual de desenvolvimento tecnológico e econômico. Por isso, as empresas buscam identificar um elemento de sustentabilidade, que seja devidamente comprovado, para se recomendar o uso de uma determinada alternativa de produto. Como?
  29. 29. dando visibilidade para ao menos um critério ambiental do Ciclo de Vida do Produto menos impactante ao meio ambiente Extração de matéria-prima matéria- Produção Disposição Distribuição reciclagem Utilização http://www.mel.nist.gov/programs/slim.htm reuso
  30. 30. Metodologia... os critérios aqui indicados são fruto de uma combinação entre legislação aplicável aos produtos e ciência ambiental. As fontes de informação principais consultadas para a definição dos critérios ambientais foram: Metodologia do Ciclo de Vida do Produto; Legislação ambiental; Literatura nacional e internacional sobre impactos ambientais, ciência ambiental, produção sustentável e consumo sustentável; Sistemas de gestão e certificação ambiental. É importante notar que, no momento, o cumprimento de apenas um critério de sustentabilidade ambiental será considerado suficiente para a recomendação do produto como sustentável, desde que isso signifique uma diferenciação com relação às ofertas disponíveis no mercado. Ainda é importante que o atendimento a este critério não impacte negativamente no cumprimento dos demais (ex: um produto que não agride a camada de ozônio mas provoca altas emissões de gas efeito estufa).
  31. 31. Então a idéia é rever o ciclo de vida do produto com novos filtros e critérios específicos como por ex: TOXICIDADE Extração de matéria-prima matéria- Produção Disposição Distribuição reciclagem Utilização http://www.mel.nist.gov/programs/slim.htm reuso
  32. 32. Ex: Toxicidade Ausência de compostos orgânicos voláteis (COVs); Ausência do uso de cloro elementar no processo produtivo; Ausência do uso de benzeno; Isento de Óleo; Isento de metais pesados; O processo de produção não utiliza materiais tóxicos e/ou perigosos, mas usa, temporariamente, materiais de baixa toxicidade e periculosidade; Redução ou eliminação de materiais tóxicos e/ou perigosos; Ausência de produtos tóxicos; Baixa ou nenhuma emissão de gases tóxicos; Substituição de matérias-primas ou insumos perigosos (ex: tóxicos, voláteis, inflamáveis ou irritantes) por outros, atóxicos ou de menor periculosidade.
  33. 33. algumas empresas já fazem isso!
  34. 34. Apostas no Brasil Empresa Apostas para o mercado brasileiro Soluções sustentáveis desenvolvidas no Brasil Investimento em P&D Segmento de tintas decorativas; construções sustentáveis 1,3 bilhões de euros Basf Ecobras, plástico compostável de fonte renovável (polietirenos e espunas); agricultura. mundialmente Segmento de termoenergia; tecnologia flex fuel; E-flex, que 7% do faturamento Bosch dispensa o tanque de partida a frio; Start Stop, sistema que liga e Motor adaptado a álcool e gasolina global desliga o veículo nas paradas do trânsito. Segmento de adesivos e selantes. Produtos sustentáveis Banderit linha industrial que utiliza nanocerâmica 3% do faturamento Henkel disponíveis no mercado: flex tek; cascolas sem tulol, cola industrial ajuda no tratamento de efluentes. global a base d’água Linha de lâmpadas e reatores Philips Eco MASTER. Proporcionam melhor eficiência luminosa e maior vida Purificador WP3870, que fornece água muito mais pura sem o uso útil. Além de não utilizar solventes para sua cobertura de energia elétrica. O produto foi desenvolvido pela equipe da 6% do faturamento Phillips de pó fluorescente, possui a menor quantidade de Philips na Europa, totalmente baseado nas necessidades e global mercúrio do mercado, com a exclusiva tecnologia de opiniões relatadas em pesquisas com os consumidores brasileiros. cápsula – que só é rompida com a partida inicial da lâmpada – e não utiliza chumbo no vidro. Segmento de ônibus urbanos, com motores à etanol. Veículos de apoio para a indústria sucro-alcooleira, se abastecidos com etanol, 4% de seu faturamento Scania podem ajudar a criar um ciclo de CO2 mais favorável para o setor. Tecnologia flex fuel para veículos pesados global Colheitadeiras e caminhões também poderão, em breve, operar a etanol. Turbina SST 300, tecnologia adaptada no Brasil para aplicação em unidades de cogeração em usinas de Siemens Tecnologia de co-geração a partir da queima da biomassa açucar e etanol. Peneira molecular utilizada no 850 bilhões de euros processo de desidratação eólica Split Feed, processo de destilação com integração energética Revista Ideia Socioambiental, Julho 2009
  35. 35. Produtos Verdes São produtos que cumprem com sua responsabilidade pela preservação do meio ambiente, por meio de critérios: Para a Philips, os produtos aprovados em pelo menos duas Green Focal Areas e que mostram um desempenho satisfatório quanto à duração de seu ciclo de vida são considerados Green Products.
  36. 36. Um caso modelo: Nossa promessa é eliminar qualquer impacto negativo de nossa empresa no meio ambiente até 2010 Eliminar toda a forma de desperdício Eliminar substâncias tóxicas Usar energias renováveis Redesenhar processos e produtos para fechar o “ciclo vida” Transportar pessoas e produtos de maneira eficiente para reduzir o desperdício e emissões Sensibilizar os Stakeholders (partes interessadas) Criar um novo modelo de negócios
  37. 37. • Água • Energia Elétrica • Cidadania • Consumo • Reciclagem http://planetasustentavel.abril.com.br/manual/index.php
  38. 38. Água Quase 20% da população do planeta (mais de 1 bilhão de pessoas) não tem acesso à água potável. Não há nada de errado em tomar água “torneiral”! Saiba que ela é bem tratada antes de chegar a sua casa. Melhor que ter incômodos garrafões é instalar um purificador na torneira. O consumo de água engarrafada envolve o transporte em veículos a diesel. Aquela água que sai da máquina depois da lavagem de roupas pode ser reaproveitada para lavar a área de serviço.
  39. 39. Energia Elétrica Quase 87% da energia produzida no Brasil vem das hidrelétricas, fontes limpas, mas limitadas. O monitor ligado, mesmo com aquele descanso de tela bacana, é responsável por até 80% do consumo do computador. Mais eficiente é configurar a máquina para o modo de economia de energia. Assim, ele vai desligar automaticamente toda vez que você se ausentar. Esquecer o carregador de celular ligado parece um pequeno descuido, mas gasta muita energia elétrica.
  40. 40. Cidadania Ser um cidadão é participar das decisões da sociedade em benefício de uma cidade melhor e de um país mais justo para todos. •Compartilhar o carro com os amigos e colegas é bom para todo mundo. “Praticando a carona solidária diminuímos a emissão de poluentes, levando pessoas que fariam o mesmo trajeto separadamente”, recomenda o ambientalista Fábio Feldmann. •Ser cidadão é também praticar o voluntariado em uma instituição próxima da sua casa ou do trabalho, doando um pouquinho do seu tempo para quem necessita.
  41. 41. Consumo Consumidor consciente é o que equilibra a sua satisfação pessoal com a sustentabilidade do planeta, ou seja, não compra mais do que precisa. Levar uma sacola de pano ou de plástico durável na bolsa, na mochila ou no porta-luvas do carro evita o uso de sacolinhas plásticas descartáveis nas compras. No escritório é recomendável substituir o uso de copinhos descartáveis por copos duráveis e canecas para tomar café e água.
  42. 42. Reciclagem Um terço do lixo doméstico brasileiro é composto por embalagens que poderiam ser recicladas. Se o produto que você comprou tem este símbolo na embalagem, ela é reciclável. Cabe a você encontrar uma forma de encaminhá-la para a reciclagem. Não jogar pilhas e baterias de celular velhas no lixo evita que suas substâncias tóxicas contaminem o solo e os lençóis freáticos. Basta separá-los e procurar um posto de coleta perto de casa. O uso de pilhas recarregáveis também ajuda a diminuir esse lixo tóxico.
  43. 43. essas iniciativas devem ser aprimoradas constantemente, em busca do máximo em excelência na proteção do meio ambiente...
  44. 44. Pra isso há Indicadores de Sustentabilidade... GRI tem como objetivo definir princípios e indicadores globais para as organizações medirem e comunicarem o seu desempenho econômico, ambiental e social.
  45. 45. Indicadores de Sustentabilidade – GRI
  46. 46. Como operacionalizar as ideias registradas no painel para redução de desperdícios e impactos socioambientais?
  47. 47. Todos somos parte do processo de sustentabilidade • Co-responsáveis pelo processo. Co- • A sustentabilidade está intrinsecamente ligada ao significado de seu trabalho.
  48. 48. mas não estamos sós
  49. 49. Não existe uma fórmula definitiva e única do Processo de Inovação ...há boas teorias e práticas testadas ...
  50. 50. curiosidade confiança colaboração conceitos conexões capacidade
  51. 51. University of Alaska Anchorage, 1987/ www.educause.edu/ir/library/powerpoint/NLI0230a.pps
  52. 52. Tudo isso mexe com a gente Faz a gente quebrar a cabeça Mas convenhamos, é por uma boa causa, não é?!
  53. 53. manter a empresa no Futuro.
  54. 54. Algumas reflexões: 1. O que VOCÊ já faz que precisa continuar fazendo, no que se refere à sustentabilidade? 2. O que VOCÊ precisa interromper que gera impactos negativos no âmbito socioambiental? 3. O que VOCÊ deve começar a fazer?
  55. 55. Qual é o impacto da sustentabilidade no seu trabalho?
  56. 56. Fala da Área de Sustentabilidade
  57. 57. Moysés Simantob moyses.simantob@fgv.br moyses.simantob@simantob.com.br Tel: (11) 3297-0550

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