Exercicios de portugues verbo pg66

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Exercicios de portugues verbo pg66

  1. 1. O nosso objetivo é a sua Aprovação MODOS E TEMPOS VERBAISConceito: VERBO é uma palavra variável (pode flexionar-se em número, pessoa, modo,tempo e voz) que indica uma ação, estado ou fenômeno.A classificação dos verbos nos modos verbais depende da relação que o falante tem comaquilo que enuncia – se constata um fato (indicativo); se apresenta uma hipótese, umasuposição (subjuntivo); se faz um pedido (imperativo).Em outras palavras, depende do MODO com que enuncia a ação verbal. São três modosverbais: • INDICATIVO - como sugere o nome, indica um fato real, que pode pertencer ao presente, ao passado ou ao futuro. • SUBJUNTIVO - enuncia um fato hipotético, duvidoso, provável ou possível. • IMPERATIVO - expressa idéias de ordem, pedido, desejo, convite.Enquanto que o modo INDICATIVO situa o fato no plano da realidade, da certeza, oSUBJUNTIVO coloca o fato no plano do que é provável, hipotético, possível, sem a certezaapresentada pelo modo indicativo. O modo SUBJUNTIVO também é bastante usado comdeterminadas conjunções (embora, caso, conquanto etc.)Perceba a diferença entre as duas orações abaixo.Ele procura um remédio que acaba com a dor de cabeça.Ele procura um remédio que acabe com a dor de cabeça.Na primeira, o sujeito já sabe qual é o medicamento que produz resultado.Vai à farmácia e pede ao balconista, porque sabe o resultado que obterá. O fato situa-se noplano da CERTEZA – modo INDICATIVO - acaba.Na segunda, o sujeito não tem certeza de qual medicamento poderia surtir efeito. Vai ao balcãoda farmácia, pede ao farmacêutico uma indicação, mas não tem certeza se irá obter a cura. Porisso, está no plano da possibilidade – modo SUBJUNTIVO - acabe.Os TEMPOS VERBAIS têm a função de indicar o momento em que são enunciados os fatos.No modo INDICATIVO: • PRESENTE – fato ocorre no momento em que se fala (Ouço ruídos na cozinha.); ou fato que é comum de ocorrer (Eu morro de inveja dele. / Chove todos os dias em Belém.); ou apresenta um princípio, um conceito ou um dado (Todos os anos, muitas crianças morrem de desnutrição no Brasil.) • PRETÉRITO PERFEITO – fato ocorrido e perfeitamente concluído antes do momento em que se fala (Todos souberam do assassinato de Celso Daniel.)
  2. 2. O nosso objetivo é a sua Aprovação • PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO – denota continuidade do ato, com início no passado (Eu tenho cometido muitos erros na escolha dos meus namorados.) • PRETÉRITO IMPERFEITO – fato realizado e não concluído (Ele buscava a perfeição antes de morrer.) ou que apresenta uma certa duração (Ele andava pela rua quando foi abordado pelos ladrões.) • PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO – fato realizado antes de outro fato também no passado (Antes de sua morte, ele pedira o perdão aos filhos.) • PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO – forma mais comum de expressar o fato realizado antes de outro fato também no passado (Antes de sua morte, ele tinha pedido perdão aos filhos.) • FUTURO DO PRESENTE – fato posterior certo de ocorrer no futuro (Doarei todo o material de estudo após a minha aprovação.) • FUTURO DO PRESENTE COMPOSTO – denota futura ocorrência de um fato que se iniciou no presente (Até o próximo ano, terei acumulado quase um milhão de reais em dívidas.) • FUTURO DO PRETÉRITO – esse é um tempo bastante especial, pois apresenta diversas circunstâncias - 1) fato posterior a um fato passado (Você me garantiu [FATO PASSADO] que o nosso amor não morreria [FATO FUTURO EM RELAÇÃO AO FATO PASSADO].); ou 2) fato não chegou a se realizar (Eu iria à suacasa, mas tive um problema.); 3) também pode denotar incerteza (“Acharam um corpo que seria do chefe do tráfico.”), hipóteserelacionada a uma condição (“Se você tivesse comprado o carro [CONDIÇÃO], não teria perdido o dinheiro no jogo [HIPÓTESE].”) ou polidez (“Você poderia me passar o sal?”). • FUTURO DO PRETÉRITO COMPOSTO – o mesmo que o Futuro do Pretérito com relação aos dois primeiros aspectos (Ele poderia ter comprado uma casa maior se não tivesse jogado tanto dinheiro fora.).Vamos, agora, analisar como a Fundação Carlos Chagas aborda esse ponto do programa.1 - (TRT 8ª Região – Técnico Judiciário)“ ... para tudo que se refira ao mundo físico ...”O verbo aparece nos mesmos tempo e modo em que se encontra a forma grifada acima nafrase:(A) ... e prossegue, aceleradamente, com o extraordinário desenvolvimento tecnológico ...(B) ... que já nos vem do precedente...(C)) ... que confiram sentido a sua vida.(D) ... para que o objetivo de consumo se fosse convertendo...(E) ... se tornou a motivação central do homem...Gabarito: CComentário.A forma “refira” é a conjugação do verbo “referir-se” no presente do subjuntivo, a mesmaconjugação do verbo “conferir” em “confiram”. A conjugação da 1ª pessoa do singular (eu) dopresente do indicativo dá origem a toda a conjugação do presente do subjuntivo, do imperativonegativo e de algumas formas do imperativo afirmativo (estudaremos conjugação do imperativomais adiante), apresentando alteração apenas na desinência (parte final do verbo, que indica aflexão verbal em número, pessoa, tempo e/ou modo).
  3. 3. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoExemplo:(Pres.Indicativo) Eu confiro(Pres.Subjuntivo) (que) eu confira / (que) tu confiras / (que) ele confira/ (que) nós confiramos/ (que) vós confirais / (que) eles confiram (Imperativo Negativo) - / não confiras / nãoconfira / não confiramos / não confirais / não confiram Vamos verificar o tempo e modo dasdemais formas:(A) prossegue – presente do indicativo(B) vem – presente do indicativo(D) fosse convertendo – pretérito imperfeito do subjuntivo + gerúndio(E) tornou – pretérito perfeito do indicativo2 - (TRT 3ª Região – Técnico Judiciário )... que parecia suave anjo de voz tranqüila.O verbo de mesmo tempo e modo em que se encontra o verbo grifado acima está na frase:(A)) ... em que se amarrava cachorro com lingüiça ...(B) Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos.(C) Algumas figuras se tornaram sombras ...(D) ... morreu nas masmorras do Chile ...(E) ... que largou o jornalismo ...Gabarito: AComentário.A forma “parecia” está conjugada no pretérito imperfeito do indicativo, da mesma forma que“amarrava”.Todas as demais formas estão conjugadas no pretérito perfeito do indicativo (permaneci,tornaram, morreu e largou).3 - (TRT 15ª Região – Técnico Judiciário )... e vive angustiada num emprego...O verbo está no mesmo tempo e modo daquele grifado acima na frase:(A) No início do século passado acreditava-se que...(B) Ocorreu exatamente o contrário.(C) ... e acrescentaram doses extras de “stress” à vida de todos nós.(D)) ... que ocupam as funções mais banais.(E) Como se não bastasse...Gabarito: DComentário.A forma “vive” é a conjugação do verbo “viver” no presente do indicativo, assim como“ocupam”.As demais formas estão nos seguintes tempos e modos:(A) acreditava – pretérito imperfeito do indicativo(B) ocorreu – pretérito perfeito do indicativo(C) acrescentaram – pretérito perfeito do indicativo(E) bastasse – pretérito imperfeito do subjuntivo
  4. 4. O nosso objetivo é a sua Aprovação4 - (TRT 23ª Região – Técnico Judiciário )Há quem diga que isso não é urbano...O verbo empregado no mesmo tempo e modo que os do verbo grifado acima está na frase:(A) ... que eu criei em 1985...(B) ... em que a ocupação da Amazônia foi uma prioridade.(C) ... a população ia para os núcleos urbanos.(D) Alguns colegas não gostam dessa abordagem...(E)) ... que nossa urbanização seja igual à da Europa...Gabarito: EComentário.A forma “diga” (do verbo “dizer”) está no presente do subjuntivo, bem como “seja” (do verbo“ser”).Lembre-se da regra de formação das conjugações: a 1ª p.s. pres.indicativo dá origem àformação do presente do subjuntivo (pres.ind.: eu digo / presente subjuntivo: diga/ digas/diga ...).As demais formas verbais estão no:(A) criei – pretérito perfeito do indicativo(B) foi – pretérito perfeito do indicativo(C) ia – pretérito imperfeito do indicativo(D) gostam – presente do indicativo5 - (TRT 8ª Região – Técnico Judiciário ) Embora, é claro, devamos resistir à tentação fácil de elevar e idealizar os favelados, (...) também devemos, como propõe [o filósofo Alain] Badiou, enxergar as favelas...É correto afirmar que o emprego do verbo dever em modos diferentes no segmento que iniciao último parágrafo do texto indica, respectivamente, (A)) possibilidade de ação e fato real.(B) explicação de um fato e dúvida concreta.(C) suavização de uma ordem e repetição de um fato.(D) fato anterior e hipótese futura.(E) situação real e conseqüência imediata.Gabarito: AComentário.Como vimos no início do nosso estudo, o modo subjuntivo indica fatos que estão no campo dahipótese, incerteza, possibilidade, probabilidade, enquanto que o modo indicativo retrata fatosreais, concretos. Como a forma devamos está no presente do subjuntivo, indica um fatopossível (possibilidade), enquanto que devemos, do presente do indicativo, denota um fatoreal. Está correta a opção de letra (A).6 - (Assistente de Defesa Agropecuária MA ) Ainda que parte da água possa ser reaproveitada...O emprego da forma verbal grifada indica, considerando-se o contexto,(A) fato concreto.(B))hipótese realizável.(C) ação habitual.
  5. 5. O nosso objetivo é a sua Aprovação(D) ordem imediata.(E) situação pretérita.Gabarito: BComentário.Mais uma vez, a banca explora o conceito de emprego do modo subjuntivo.A forma “possa” está no presente do subjuntivo que, como vimos, situa no plano da hipótese,possibilidade ou probabilidade os fatos que relata. Por isso, está correta a indicação de ser umcaso de hipótese realizável.7 - (Assistente de Defesa Agropecuária MA )Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da fraseapresentada. Os alimentos devem ser ...... em água limpa para que a população não ...... a ter problemas de saúde.(A) cozinhados - venhe(B) cozinhados - vem(C) cozidos - venhe(D) cozidos - venha(E) cozidos – vêmGabarito: DComentário.Denominam-se formas nominais as palavras, de origem verbal, que também podem serempregadas nas funções próprias de adjetivos, substantivos ou advérbios. São elas:PARTICÍPIO, GERÚNDIO E INFINITIVO.PARTICÍPIO:Ele havia lavado o chão da casa antes do temporal. (verbo)O uniforme lavado ficou todo sujo após o vendaval. (adjetivo)GERÚNDIO:O presidente fica persistindo na argumentação de que nada sabia sobre o valerioduto.(verbo)Persistindo os sintomas, o médico deverá ser consultado..(advérbio de condição = “Caso persistam os sintomas...”)INFINITIVO:Ele precisa pôr os nomes nos livros. (verbo)O pôr-do-sol é lindo nessa época do ano. (substantivo)Essas formas nominais (particípio, gerúndio e infinitivo) podem também fazer parte de umalocução verbal.Locução verbal é o conjunto semântico de dois ou mais verbos. Forma-se com um verboprincipal e um ou mais verbos auxiliares. Às vezes, no meio da locução verbal pode apareceruma preposição (de, a), como em “comecei a trabalhar”, “hei de vencer” ou “tenho deesquecer”.Enquanto o principal vem sob uma forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio), seu(s)auxiliar(es) pode(m) vir em uma forma finita (indicativo, subjuntivo, imperativo) ou também
  6. 6. O nosso objetivo é a sua Aprovaçãonominal. Nessa relação, o que se flexiona é o verbo auxiliar, mas do modo como o verboprincipal iria variar.Em outras palavras, o verbo auxiliar faz tudo o que o verbo principal iria fazer se estivessesozinho.Formam-se locuções verbais em: • construções de voz passiva, principalmente com os verbos auxiliares SER e ESTAR; • tempos compostos, com os verbos auxiliares TER e HAVER. • construções com auxiliares modais, que determinam com mais rigor o modo como se realiza – ou deixa de se realizar - a ação verbal.Expressam circunstâncias de: início ou fim (comecei a estudar, acabei de acordar),continuidade (vai andando), obrigação (tive de entregar), possibilidade (posso escrever),dúvida (parece gostar), tentativa (procura entender) e outras tantas.Como num escritório, onde quem manda é o chefe e quem trabalha é o empregado (ou você jáviu algum chefe trabalhando???), na locução verbal, quem exerce a função de “chefe” é overbo principal – ele fica “paradão”, só mandando, e o pobre do auxiliar se flexiona de acordocom as suas ordens.No particípio, a maior parte dos verbos só apresenta a forma regular (terminadas por “ado” /“ido”).Contudo, existem algumas exceções: alguns verbos apresentam mais de uma forma – aregular (“ado” / “ido”), usada com os verbos ter e haver (tempo composto) e a irregular, ligadaaos verbos ser e estar (voz passiva). Dentre eles, estão: • ACEITAR – (ter/haver) aceitado; (ser/estar) aceito • ELEGER – (ter/haver) elegido; (ser/estar) eleito • ENTREGAR - (ter/haver) entregado; (ser/estar) entregue • IMPRIMIR - (ter/haver) imprimido; (ser/estar) impresso • SALVAR – (ter/haver) salvado; (ser/estar) salvo • SUSPENDIDO – (ter/haver) suspendido; (ser/estar) suspensoOutras curiosidades: 1. os verbos abrir, cobrir, dizer, escrever, fazer, pôr, ver, vir (e derivados) possuem apenas o particípio irregular (aberto, coberto, dito, escrito, feito, posto, visto e vindo – neste último, coincidem as formas de particípio e gerúndio); 2. alguns verbos aceitam ambas as formas (regular e irregular) para qualquer dois verbos auxiliares: segundo a maioria dos gramáticos, são quatro: pagar, pegar, ganhar e gastar (para memorizá-las, imagine a seguinte situação: no dia do pagamento, você ganha o salário e, no supermercado, pega o produto, paga por ele e gasta o dinheiro – gostou do método mnemônico?); 3. o particípio do verbo CHEGAR é um só – o regular CHEGADO. A forma “chego” é a conjugação de 1ª pessoa do singular do presente do indicativo (“Eu chego”). Não existe a forma de particípio irregular para esse verbo. Então: “Eu tinha chegado ao escritório bem cedo.”.De volta à questão, o verbo “cozer” muitas vezes se confunde com o correlativo “cozinhar”,mas cada um apresenta uma forma participial: cozinhado (usado basicamente em tempo
  7. 7. O nosso objetivo é a sua Aprovaçãocomposto: tinha/havia cozinhado) e cozido (geralmente construído na voz passiva: é/estácozido, mas também empregado em tempo composto: havia/tinha cozido).Na questão, o verbo “cozer” tem como auxiliar o verbo “ser”, figurando, portanto, em vozpassiva. A forma correta será: cozidos.Em seguida, como o fato se situa no campo da hipótese, devemos usar o presente dosubjuntivo – “para que a população não venha a ter problemas de saúde”.,Está correta, pois, a opção (D).Atenção: A questão 8 baseia-se no texto apresentado abaixo.A economia vai devorar o planeta?Para a maioria dos ecologistas, o impacto das atividades humanas sobre anatureza é real. Asalvação do planeta passaria necessariamente pelo fim do crescimento de economias epopulações, além da adoção de uma economia ecológica − com a reforma dos sistemas deprodução de alimentos, materiais e energia. Uma economia ambientalmente sustentável seriamovida por fontes renováveis de energia: eólica, solar e geotérmica. A eletricidade eólica seriausada para produzir hidrogênio. As estruturas atuais de gasodutos fariam o transporte do gásque moveria a frota de automóveis.Nesse sistema, a indústria da reciclagem e reutilização substituiria em grande parte asatividades extrativistas.Para se alcançar esse estágio, os sistemas tributários mundiais precisariam ser reformulados,de modo a oferecer subsídios à reciclagem e à geração de energia limpa e renovável e taxaratividades insustentáveis, como o uso de combustível fóssil.No entanto, sem estacionar a população mundial, nenhuma mudança terá realmente efeito.Mais pessoas requerem mais comida, mais água, mais espaço, bens, serviços e energia.Ocorre que deter ou até mesmo reduzir o crescimento da população mundial não é tãosimples. O tamanho das famílias, em muitos países, está ligado à maneira como os casaisencaram osexo e a virilidade.O tamanho e a complexidade dos sistemas mundiais tornam a adoção da ecoeconomia umatarefa gigantesca e muito distante de ser realizada. O aumento da temperatura global, asuperpopulação e a contaminação dos ecossistemas mundiais estão por toda parte: somentepodem-se corrigir os efeitos que eles criam, com medidas de alcance global. Pequenassubstituições e correções de rumo em alguns setores não constituem uma solução. Com 6bilhões de pessoas no mundo, até metas mais óbvias, como deter o nível de desflorestamento,parecem distantes.Revista Superinteressante, maio de 2004, p. 69)8 - (TRT 22ª Região – Técnico Judiciário )As estruturas atuais de gasodutos fariam o transporte do gás que moveria a frota deautomóveis.O emprego das formas verbais grifadas acima indica, no contexto,(A) incerteza da realização de um fato passado.(B) dúvida real de que um fato se concretize.(C) ação que se realiza habitualmente até o momento presente.(D) fato consumado, anterior a outro, também passado.
  8. 8. O nosso objetivo é a sua Aprovação(E) hipótese que depende de certa condição anterior.Gabarito: EComentário.No início do estudo, vimos que o futuro do pretérito do indicativo pode denotar incerteza,hipótese relacionada a uma condição ou polidez.Note que, na estrutura apresentada, o fato de o gás mover a frota de automóveis depende daexistência de gasodutos que viabilizem o transporte desse gás. Assim, a circunstânciarepresentada pelo tempo verbal é o da hipótese que depende de certa condição – a existênciados gasodutos (E).9 - (TRT 15ª Região – Técnico Judiciário )... em questões nas quais a vinculação satisfaça objetivos políticos dosgovernantes.O emprego da forma verbal grifada acima introduz no contexto a mesma noção do verboempregado na frase:(A) Duas críticas lhe são feitas...(B) Os prazos já existem na lei...(C) ... que lhes permitem intervir no processo...(D)) ... segundo o ritmo que lhes convenha.(E) ... que se está dando um passo à frente.Gabarito: DComentário.A forma “satisfaça” está no presente do subjuntivo. A outra forma verbal de idênticaconjugação é “convenha”, do verbo “convir”, que é derivado do verbo “vir”.Como veremos adiante, essa banca costuma exigir as formas de conjugação de verbos deterceira terminação (ir), e como ela gosta dos derivados do verbo “vir”!As demais formas estão nos seguintes tempos e modos:(A) são feitas – locução verbal de voz passiva com o verbo auxiliar no presente do indicativoe o verbo principal na forma nominal particípio.(B) existem – presente do indicativo(C) permitem – presente do indicativo(D) está dando – locução verbal, cujo verbo auxiliar está no presente do indicativo e oprincipal, no gerúndio.10 - (TRE AP – Analista Judiciário)Faça isso com a cabeça de um macaco.É exemplo de emprego do mesmo modo do verbo grifado acima UM dos verbos que aparecemna frase:(A) Não serão aceitas justificativas, quaisquer que sejam os motivos alegados.(B) Saiba que valores devem ser respeitados, em qualquer tempo e lugar.(C) Todo explorador desejaria entender como se reduzem cabeças.(D) É necessária a existência de critério que justifique determinados atos de violência.(E) Espera-se que ele possa entender as razões de certos costumes em determinadascivilizações.Gabarito: B
  9. 9. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoComentários.Agora, o nosso assunto é a conjugação do IMPERATIVO.Em vez de memorizar várias regras, vamos guardar apenas a exceção.A REGRA: Em se tratando de imperativo, emprega-se o presente do subjuntivo.No imperativo, não há conjugação da 1ª pessoa do singular (a idéia é que ninguém poderia daruma ordem a si mesmo).São conjugados pelo presente do subjuntivo os verbos em todas as pessoas no imperativonegativo, e nas 3ª pessoas (singular e plural) e 1ª pessoa do plural no imperativo afirmativo.Essa é a regra.Exemplo: “Venha para a Caixa você também” – 3ª pessoa do singular (O comercial estavaerrado!!!).“Não nos deixeis cair em tentação” – 2ª pessoa do plural (Ao se dirigir ao Pai, usa-se vós.)Essa é a regra.Agora a exceção, que deve ser memorizada, por ser em menor número.A exceção fica por conta das segundas pessoas (tu e vós) no imperativo afirmativo. Nessaconjugação, usa-se o presente do indicativo, sem o “s” final.RESUMO: No imperativo afirmativo, as 2ªs pessoas (singular e plural) buscam a conjugação dopresente do indicativo e tiram a letra ‘s’. Todo o restante tem origem no presente dosubjuntivo.Exemplo:1 - “Dize-me com quem andas, que eu te direi quem és.” - A forma “dize” é a redução dopresente do indicativo da 2ª pessoa do singular (dizes – [s] = dize).Detalhe: o verbo “dizer”, assim como todos que têm essa terminação -zer, é um verboabundante, que admite tanto “dize” como “diz”, no imperativo.2 – “Fazei de mim um instrumento de vossa paz.” – A forma “fazei” é a conjugação no presentedo indicativo da 2ª pessoa do plural (vós fazeis), sem o “s”.Aliás, esse segundo exemplo foi retirado de uma oração – a Oração de São Francisco deAssis, que não é tão conhecida quanto o “Pai Nosso”. No “Pai Nosso”, temos vários exemplosdo uso do imperativo, tanto afirmativo quanto negativo.Dá-se a Deus a respeitosa forma de tratamento "vós", que, como já vimos, é da segundapessoa do plural. Em "Perdoai as nossas ofensas", as pessoas que rezam dirigem-se aoCriador e pedem a Ele que lhes perdoe as ofensas praticadas.É para isso que também serve o imperativo. Além de ordem, essa forma verbal pode expressartambém súplica, desejo ardente, que é como são feitos esses pedidos.Na prece, “perdoai" e "livrai" ("perdoai as nossas ofensas"/"livrai-nos do mal") estão noimperativo afirmativo, enquanto que "deixeis" ("não nos deixeis cair em tentação") está noimperativo negativo."Perdoai" e "livrai" obedecem a um esquema que já vimos. Como são conjugações de 2ªpessoa do plural, essas formas vêm do presente do indicativo, sem o "s" final. Fazem parte daEXCEÇÃO.E "Não nos deixeis cair em tentação"? É da conjugação do imperativo negativo e recai naREGRA GERAL, ou seja, se forma a partir do presente do subjuntivo (que eu deixe, que tudeixes, que ele deixe, que nós deixemos, que vós deixeis, que eles deixem).
  10. 10. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoNa hora da dúvida, mesmo que você não seja católico, comece a rezar o Pai Nosso e vejacomo se conjugam as formas verbais no Imperativo. Mas, para dar certo, você deve aprender arezar direito!!!!Voltando à questão (garanto que você já tinha até se esquecido da pobrezinha...), a forma“Faça” é uma ordem e, por isso, está conjugada no imperativo. A outra forma de idênticaconjugação é “Saiba”.As duas formas verbais se dirigem a “você” que, como um pronome de tratamento que sepreza, leva o verbo e os pronomes para a 3ª pessoa (singular ou plural). Aliás, essa é umaexcelente maneira de lembrar como se usam os pronomes de tratamento – o que acontececom “você” acontece também com todos os demais pronomes (Vossa Excelência, VossaSenhoria etc.) – o verbo e os pronomes ficam na 3ª pessoa. Exemplo: “Vossa Senhoria terá aobrigação de rever suas decisões.”. Finalmente, (só para encerrar esse assunto) usa-se“vossa” quando se dirige à autoridade e “sua” quando se faz menção a ela.CONJUGAÇÃO VERBALA partir de agora, o nosso assunto é CONJUGAÇÃO VERBAL, e, para ajudá-lo a resolveressas questões, usamos a técnica do paradigma.Como é isso? Na dúvida com relação à conjugação de determinado verbo regular (geralmenteo examinador busca um verbo pouco utilizado no seu dia-a-dia), basta observar a conjugaçãodos paradigmas clássicos (FALAR – 1ª conjugação, BEBER – 2ª conjugação, PARTIR – 3ªconjugação).Extraia o radical, que é o que sobra do verbo após retirar a terminação “ar”, “er” ou “ir” doinfinitivo (exemplo: FAL(AR) = radical FAL-), e empregue as desinências, que são idênticas nosdemais verbos regulares de mesma conjugação:Por exemplo:CONSUMAR (verbo regular de 1ª conjugação):Presente do Indicativo: Eu consum.... (???)Presente do Subjuntivo: (que) eu consum... (???)CONSUMIR (verbo regular de 3ª conjug.):Presente do Indicativo: Eu consum.... (???)Presente do Subjuntivo: (que) eu consum... (???)E aí, como você preencheu? Vamos buscar a desinência dos verbos “paradigmas”.Infinitivo Pres.Indicativo Pres.SubjuntivoFalar Eu falo (que) eu faleConsumar Eu consumo (que) eu consumePartir Eu parto (que) eu partaConsumir Eu consumo (igual) (que) eu consumaSe o verbo for irregular, ou seja, apresenta alteração no radical em determinadasconjugações, procure outro verbo, também irregular, de mesma construção.Por exemplo: COMPETIR (3ª conjugação) – Eu comp.... (???)Esse verbo é irregular, ou seja, não mantém o radical nas conjugações.Normalmente não conjugamos esse verbo (pelo menos, não com convicção) fora de umalocução verbal. Mas usamos bastante outro verbo de idêntica estrutura. Já sabe qual é???REPETIR. Então, como fica a conjugação desse paradigma? Eu repito => Eu compito E“ADERIR”? Como você conjugaria a primeira pessoa do singular do Presente do Indicativo?
  11. 11. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoEstá com dúvida? Busque um paradigma. Aceito sugestões.... Lembrou de algum? Eu conheçoum – FERIR. Como fica a conjugação do paradigma? Eu firo. Logo, “eu adiro”.Aliás, a banca da Fundação Carlos Chagas simplesmente ADORA os verbos de terceiraconjugação, ou seja, os terminados por “IR”.Outros verbos são mais perigosos e não seguem um padrão. Um desses verbos (REQUERER)será assunto uma de nossas próximas questões.11 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário)Estão corretos o emprego e a grafia de todas as palavras na frase:(A) Há discussões que chegam a um tal estado de paradoxismo que fica improvável algumasolução que se adeque à expectativa dos contendores.(B) Os candidatos, em suas altercalções num debate, costumam dissiminar mais injúrias umcontra o outro do que esclarecimentos ao eleitorado.(C) A democracia, por vezes, constitue uma espécie de campo de provas que poucoscandidatos estão habilitados a cruzar prezervando sua dignidade.(D) Se os eleitores fossem mais atentos à inépsia dos candidatos, não se deixariam envolverpor tudo o que há de falascioso nos discursos de campanha.(E) Crêem muitos que há obsolescência na democracia, conquanto ninguém se arvore emprofeta de algum outro regime que pudesse ser mais bem sucedido.Gabarito: EComentário.Não, você não está enlouquecendo (ainda...), nós já abordamos essa questão na Aula Zero(demonstrativa), Repetimo-la porque, além dos aspectos ortográficos, devem ser objeto decomentário duas construções verbais inadequadas.A primeira, em relação ao verbo adequar, presente na opção (A). Esse é um verbo defectivo.Mas o que são verbos defectivos?São os que apresentam DEFEITO em alguma conjugação, ou seja, em algum tempo/modo, overbo não apresenta conjugação completa.Sempre que se falar em defeito verbal, estamos nos referindo à conjugação do PRESENTE DOINDICATIVO e aos tempos dele derivados (Presente do Subjuntivo e Imperativo). O “defeito”existe apenas no presente, não existe no passado nem no futuro. Assim, mesmo defectivo, overbo poderá ser conjugado inteiramente nos outros tempos e modos verbais, como, porexemplo, no Pretérito do Perfeito do Indicativo, no Pretérito Imperfeito do Subjuntivo, Futuro doSubjuntivo etc.Há dois tipos de defeitos:1º) não possuir a 1ª pessoa do singular, apenas. (explodir, abolir, colorir, delinqüir);2º) só apresentar as conjugações da 1ª e 2ª pessoas do plural (adequar, reaver) – é o caso doverbo “adequar”. No presente do indicativo, só existem as formas “adequamos” (nós) e“adequais” (vós).Quando não existe a 1ª p.s. do presente do indicativo de um verbo, como é o caso do verboadequar, não existirá, também, nenhuma forma de conjugação do presente do subjuntivo.Assim, está incorreta a construção “se adeque”. Para sair dessa “saia justa”, podemos optarpelo emprego de uma locução verbal – “se deva adequar” ou pela troca do verbo por umsinônimo (na questão, uma boa opção seria “atenda”).Uma última observação sobre verbos defectivos: alguns autores definem como defectivos,também, os verbos que, de acordo com o seu emprego, só podem ser conjugados nas
  12. 12. O nosso objetivo é a sua Aprovaçãoterceiras pessoas, como URGIR (ter urgência), DOER (no sentido de causar dor – “algumacoisa dói.”) e os unipessoais, que representam vozes de animais ou fenômenos da natureza,quando utilizados no sentido original (sentido denotativo, com “d” de “dicionário”; seu oposto éo sentido conotativo, também chamado de figurado, quando a palavra é usada em umsignificado diferente do original).A segunda construção verbal inadequada se refere à conjugação do verbo constituir (grafadana questão como “constitue”). A forma correta é constitui.Os verbos, como constituir, terminados pelo hiato –UIR, exceto no caso dos defectivos(verbos que não possuem todas as formas de conjugação, como ruir), apresentam duas formasde conjugação:1ª) O paradigma será POSSUIR (o radical é possu) – De acordo com esta regra, classificam-se praticamente todos os verbos com essa terminação.Nas 2ª e 3ª do singular trocam a letra ‘e’ da conjugação regular (como em ‘partir’) pela letra ‘i’.Mantêm as demais conjugações inalteradas em relação à conjugação do verbo paradigma‘partir’: possuo, possuis, possui, possuímos, possuís, possuem.Dessa forma, conjugam verbos como OBSTRUIR, AFLUIR, INFLUIR, ANUIR, ARGUIR(respeitada a acentuação), CONCLUIR, DISTRIBUIR, INCLUIR2ª) CONSTRUIR (o radical é constru) e DESTRUIR (o radical é destru)–São verbosabundantes. Além da forma regular de conjugação (igual à do verbo POSSUIR: construo,construis, construi, construímos, construís, construem), mais comum em Portugal,apresenta também a conjugação irregular, em que as 2ª e 3ª pessoas do singular do Presentedo Indicativo formam o ditongo aberto “ói": construo, constróis, constrói, construimos,construís, constroem, da mesma forma que os verbos terminados em -OER.Assim, vimos que os verbos terminados em –UIR recebem, na 3ª pessoa do singular, a letra “i”– constitui, e não o “e” como apresentado na questão.Vamos analisar outras conjugações especiais.1. VERBOS TERMINADOS EM HIATO:–OER: As 2ª e 3ª pessoas do singular do Presente do Indicativo formam o ditongo aberto ‘ói’.As demais pessoas, em todos os outros tempos verbais, seguem o paradigma ‘beber’,respeitadas as devidas acentuações tônicas.Na hora de escolher um exemplo, lembrem que DOER (no sentido de causar dor) e SOER(costumar, ter hábito de) são defectivos e só se conjugam nas terceiras pessoas.Exemplos: MOER (o radical é mo) - môo, móis, mói, moemos, moeis, moem –EAR: recebem aletra ‘i’ nas formas rizotônicas (sílaba tônica no radical).Nas demais, segue o paradigma ‘falar’. Exemplo: pentear (radical pente).A sílaba tônica foi sublinhada.Pres.Indicativo - penteio, penteia, penteia, penteamos, penteais, penteiamPres.Subjuntivo – penteie, penteies, penteie, penteemos, penteeis, penteiemPret.Perfeito: penteei, penteaste, penteou, penteamos, penteastes, pentearam–IAR: os verbos dessa terminação são regulares, ou seja, seguem a conjugação doparadigma ‘falar’. Exemplos:ADIAR (radical é adi) – Pres.Indicativo: adio, adias, adia, adiamos, adiais, adiam VARIAR(radical é vari) - Pres.Indicativo: vario, varias, varia...Dessa mesma forma, conjugam-se os verbos ARRIAR, MAQUIAR, VICIAR.Por isso, nada de “VAREIA”, senão “VICEIA”!!! Como vimos, esses verbos são REGULARES.Mas, então, por que será que tanta gente se engana? Porque ocorre uma “contaminação” comos verbos terminados em “EAR”, como “pentear”, apresentado acima.
  13. 13. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoNo entanto, há cinco verbos terminados em -IAR que recebem a letra ‘e’ nas formasrizotônicas (formas em que a sílaba tônica recai no radical), ou seja, formas verbais em que asílaba tônica recai no radical, como no Pres.Indicativo e Pres.Subjuntivo. Suas iniciais formamo anagrama M-A-RI-O:Mediar (e derivados, como intermediar), Ansiar, Remediar, Incendiar, OdiarPres.Indicativo: intermedeio, intermedeia, intermedeia, intermediamos, intermediais,intermedeiamPara facilitar, lembre-se da conjugação do verbo ODIAR, o mais comum deles.2. VERBOS “DERIVADOS” DE ÁGUA – DESAGUAR, ENXAGUAR – mantêm a acentuação de“água” na conjugação.Pres.Indicativo: deságuo, deságuas, deságuas, desaguamos, desaguais, deságuamPres.Subjuntivo: deságüe, deságües, deságüe, desagüemos, desagüeis, deságüem3. AVERIGUAR, APAZIGUAR, APANIGUAR - Não seguem a regra dos “derivados” de água.Têm a acentuação tônica nas formas rizotônicas (no radical).O radical de averiguar é [averigu-] e segue o paradigma “falar”, ressalvada a acentuaçãográfica (especialmente no Pres.Subjuntivo).Pres.Indicativo: averiguo, averiguas, averigua, averiguamos, averiguais, averiguamPres.Subjuntivo: averigúe, averigúes, averigúe, averigüemos, averigüeis , averigúem(Antes da letra “e”, quando o “u” é pronunciado sem intensidade, leva trema - averigüemos;com intensidade, leva acento agudo - averigúe)12 - (TRE AP - Técnico Judiciário)Está corretamente flexionada a forma verbal sublinhada na frase:(A) Se alguém propor medidas para economia de energia, que seja ouvido com atenção.(B) Caso uma represa contenhe pouco volume de água, as turbinas da usina desligam-se.(C)) Seria preciso que refizéssemos os cálculos da energia que estamos gastando.(D) Só damos valor às coisas quando elas já escasseiaram.(E) Se não determos os desperdícios, pagaremos cada vez mais caro por eles.Gabarito: CComentário.O verbo “refazer” é derivado do verbo “fazer”. Como a conjugação deste verbo no pretéritoimperfeito do subjuntivo é fizéssemos, está correta a construção observada na oração.Estão incorretas as demais opções:(A) O verbo “propor” deriva do verbo “pôr” (mas, ao contrário deste, aquele não recebe acentocircunflexo – na dúvida, reveja a Aula Zero). Assim, usamos a conjugação deste comoparadigma para a construção daquele.A forma verbal do pôr é “Se ele puser”. Então, a construção correta seria “Se alguémpropuser”.(B) O verbo “conter” é derivado do verbo “ter”. Se a forma com este verbo seria “Caso umarepresa tenha” (presente do subjuntivo), a construção correta seria “Caso uma represacontenha”.(Já podemos perceber que a FCC adora explorar a conjugação de verbos derivados. E vocênem imagina quanto! Vamos continuar.)(D) Como vimos na questão anterior, os verbos terminados em –EAR, só recebem a letra “i”nas formas em que a sílaba tônica recai no radical (formas rizotônicas). O radical do verboescassear é “escasse-”. A sílaba tônica da conjugação da 3ª pessoa do plural do presente do
  14. 14. O nosso objetivo é a sua Aprovaçãoindicativo recai na desinência: escassearam. Assim, nada de colocar “i” nela, da mesma formaque em passearam, pentearam, cearam (atire a primeira pedra quem não pronunciou um “i”nesse último verbo, pela óbvia influência do substantivo “ceia”!).(E) O verbo deter é derivado do verbo ter (assim como conter, da opção A). Então, a formacorreta seria: “Se não detivermos os desperdícios...”.13 - (TRE AP – Analista Judiciário)Estão corretas ambas as formas verbais sublinhadas na frase:(A) Alguém interviu, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue, paramuitos homens, uma prática esportiva.(B)) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas constitui, para muitos homens,uma prática esportiva.(C) Alguém interviu, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitui, paramuitos homens, uma prática esportiva.(D) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue, paramuitos homens, uma prática esportiva.(E) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue-se, paramuitos homens, uma prática esportiva.Gabarito: BComentárioO verbo “intervir” é derivado do “vir” – assim, se falamos “alguém veio”, devemos também falar“alguém interveio”.O outro verbo é “repeteco”. “Constituir”, na 3ª pessoa do singular, forma “constitui”, jácomentado na questão 11.14 - (TRT 24ª Região – Técnico Judiciário)O verbo flexionado corretamente está grifado na frase:(A) Empresários requiseram licença ambiental para desenvolver seus projetos.(B) Muitos turistas vinherão ao Brasil central, atraídos pelos esportes náuticos.(C) Os investidores disporam-se a desenvolver um turismo ecológico na região.(D)) Sobrevieram alguns contratempos, logo resolvidos, no alojamento dos visitantes.(E) Poucos turistas obteram a licença para permanecer mais tempo na região.Gabarito: DComentário.Um candidato desatento, que só lesse a forma verbal sublinhada, poderia cair na casca debanana da FCC nessa questão.O primeiro verbo grifado (requiseram) não significa “querer de novo”.“REQUERER” significa “pedir por meio de requerimento ou ação, exigir, pedir, demandar...”.Por isso, ele não é derivado do “querer”. Não obstante, como é irregular, em algumas formasse conjuga de modo idêntico ao “querer” (o que explica – mas não justifica – a confusão).Pres. ind.: requeiro, requeres, requer, requeremos, requereis, requerem;Pres. subj.: requeira, requeiras, ...Nas outras formas é regular e segue o paradigma “beber”.Assim, a forma correta é (A) “Empresários requereram licença ambiental...”.
  15. 15. O nosso objetivo é a sua Aprovação(B) “Muitos turistas virão ...” (futuro do presente do indicativo do verbo “vir”) [gente, fala sério: oque poderia ser “vinherão”????]; (C) “Os investidores dispuseram-se a desenvolver...” (pretérito perfeito do indicativo do verbo“dispor”, que é derivado do verbo “pôr”);(D) Esta é a resposta correta – sobrevir é derivado do verbo vir, formando a conjugação“sobrevieram”;(E) “Poucos turistas obtiveram a licença...” (pretérito perfeito do indicativo do verbo “obter”,que é derivado do verbo “ter”).15 - (TRT 22ª Região – Técnico Judiciário / Novembro 2004)O verbo flexionado de forma INCORRETA está grifado na frase:(A) Com base na legislação vigente, os promotores propuseram às autoridades responsáveisas penalidades cabíveis.(B)) Alguns policiais requiseram o cumprimento do dispositivo legal para garantir suasegurança durante as diligências.(C) Estudam-se alterações no conteúdo de certas leis para que elas dêem resultados positivosno controle da violência.(D) Apesar de rígidas, as condições de encarceramento para criminosos ainda não contêm aocorrência de atos de violência.(E) Ninguém ainda se deteve para analisar os resultados da aplicação rigorosa de penalidadesaos detentos.Gabarito: BComentário.Novamente, a banca explorou o verbo REQUERER, mas agora ficou fácil – você já sabe que aforma correta é “Alguns policiais requereram o cumprimento...”.16 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário)Está correta a flexão de todas as formas verbais na frase:(A) Giscard contrapôs às falas de Mitterrand a impressão de que este se pronunciava como sedetera o monopólio do coração.(B) A mãe interviu na discussão, alegando que seu filho era alérgico a pêlos de animais – razãopela qual se indispusera com a dona do cachorrinho.(C) O autor afirma que sempre se comprazeu em participar de reuniões em que todos envidamesforços na busca de soluções conciliatórias.(D)) Se condissessem com a verdadeira prática democrática, as campanhas eleitorais nãodariam lugar ao discurso que inclui arrogância na argumentação.(E) Caso Mitterrand contesse o ímpeto de sua fala, não houvera de argumentar com tamanhasimplificação e tão visível autoritarismo.Gabarito: DComentário.Está correta a forma verbal “condissessem”, que se refere a um dos verbos derivados de dizer(condizer = “dizer com” = estar de acordo, estar em harmonia), no pretérito imperfeito dosubjuntivo.Temos agora uma ótima oportunidade de estudar um dos verbos mais difíceis da LínguaPortuguesa – COMPRAZER, presente na opção (C).Antes, porém, vamos analisar as demais opções:
  16. 16. O nosso objetivo é a sua Aprovação(A) “Giscard contrapôs às falas de Mitterrand a impressão de que este se pronunciava como sedetivesse o monopólio do coração.” – além de não existir a forma “detera" (no pretérito mais-que-perfeito, seria “detivera”), por ser derivado do verbo “ter”, o verbo “deter”, na construção,deve ser conjugado no modo subjuntivo que, como vimos anteriormente, situa o fato no campoda hipótese, suposição, possibilidade.(B) “A mãe interveio na discussão...” – o verbo intervir já foi objeto de comentário na questão13. A forma “indispusera” (pretérito mais-queperfeito do verbo indispor) está corretamenteflexionada.(C) Em relação ao verbo “comprazer”, há divergência doutrinária. Alguns gramáticos afirmamque esse verbo apresenta todas as conjugações (tendo por paradigma o verbo “aprazer”),enquanto outros afirmam ser um verbo defectivo, que só se conjugaria nas 3ªs pessoas,singular e plural (pres.ind.: compraz, comprazem).A questão da prova passou ao largo dessa discussão, por ter apresentado o verbo na 3ªpessoa do singular (“o autor se compr...”).Esse verbo é derivado do verbo “prazer” (este, inquestionavelmente, defectivo).O que torna difícil essa conjugação é que, no pretérito perfeito do indicativo, e nos temposderivados deste (logo adiante, iremos falar sobre essa derivação), o verbo comprazer seconjuga como o verbo haver, como vimos no exemplo acima:Pret.perf.ind: comprouve / comprouveste / comprouve / comprouvemos / comprouvestes /comprouveram.Pret.mais-que-perf.ind: comprouvera / comprouveras ...Pret.imperfeito subjuntivo: comprouvesse / comprouvesses ...Futuro do subjuntivo: comprouver / comprouveres / comprouver ...A forma correta, portanto, é “O autor afirma que sempre se comprouve em participar dereuniões...”. Em tempo, “comprazer-se” significa “regozijar-se”, “deleitar-se”. Essa foi de matar,hem?(E) “Caso Mitterrand contivesse o ímpeto de sua fala...” – o verbo “conter”, também derivadodo verbo “ter”, já foi mencionado na questão 12.Só para não perdermos a oportunidade, veja como se formam os tempos derivados do pretéritoperfeito do indicativo.A 3ª pessoa do plural (eles) do pretérito perfeito dá origem às seguintes formas verbais:pretérito mais que perfeito do indicativo, pretérito imperfeito do subjuntivo e futuro dosubjuntivo.Exemplo: Eles vieram (pret.perf.ind)Pret.mais que perf.ind – eu viera / tu vieras / ele viera / nós viéramos / vós viéreis / elesvieram Pret.imperf.subjuntivo – eu viesse / tu viesses ...Futuro do subjuntivo – eu vier / tu vieres / ele vier ...E, para matar a sua curiosidade, veja algumas formas de conjugação do verbo “comprazer”(igual ao aprazer, para os que não o consideram defectivo):Pres.Ind – comprazo / comprazes / compraze / comprazemos / comprazeis / comprazemPres.Subj – compraza / comprazas ...Fut.Pres.Ind – comprazerei / comprazerás / comprazerá...17 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário)É preciso corrigir a redação da seguinte frase:(A) Quando se chega a resultados como estes, há que se pensar num reajuste dos parâmetrosem que baseamos os nossos cálculos.(B) Os casamentos vêm ocorrendo entre pessoas cada vez menos jovens, o que talvez reveleuma preocupação crescente com a assunção desse compromisso.
  17. 17. O nosso objetivo é a sua Aprovação(C) Na televisão norte-americana, a cobertura da guerra no Iraque foi manifestamentepatriótica: os repórteres da Fox pareciam liderar a torcida em favor das tropas invasoras.(D)) As conseqüências que advirem da escolha pela qual você optou, são de suaresponsabilidade, além do mais porque lhe advertimos sobre os riscos envolvidos.(E) Os bons psicoterapeutas ensinam que, em vez de uma pessoa querer ser outra, é maisinteressante que ela busque inventar o que pode fazer com o que já é.Gabarito: DComentário.Sem dúvida alguma, o verbo advir é campeão nas provas da FCC. Derivado que é do verbo“vir” (significa “vir em resultado, sobrevir”), segue a conjugação deste. Assim, a forma corretada opção (D) é: “As conseqüências que advierem da escolha ...”.18 - (Analista BACEN )Estão corretamente flexionadas e articuladas as formas verbais da frase:(A) Para que não sobrevissem maiores violência, seria preciso interferir nesse processo deacumulação, que a tantos destitue das mínimas condições de sobrevivência.(B) O autor do texto e seu colega Elio Gaspari conviram em que os “cidadãos descartáveis”constituíssem o efeito vivo do funcionamento da máquina liberal.(C) Para que se extingua essa expropriação histórica, fazer-se-ia necessário que haja plenocontrole do processo de acumulação.(D) Os sonhos que advirem da contínua sedução que sobre nós exerce a máquina neoliberalestariam condenados à insatisfação.(E) Por não terem podido resistir à expropriação de seus pedacinhos de terra, os servosfeudais não contiveram um processo que só fez crescer ao longo dos séculos.Gabarito: EComentário.Vamos começar pelos erros das opções:(A) “sobrevir” é derivado do vir e sinônimo do “advir” (de novo!).Assim, a forma certa é: “Para que não sobreviessem maiores violências” (acho que a falta do“s” foi mais um erro de digitação da prova do que uma incorreção de concordância);(B) “convir” significa “concordar” e segue a conjugação do verbo “vir” – “O autor do texto e seucolega Elio Gaspari convieram em que ...”;(C) Pode parecer horrível aos seus ouvidos, mas o verbo “extinguir” (que não tem trema e,portanto, se pronuncia como “gui” de “guitarra”), na 1ª pessoa do singular do presente doindicativo, apresenta a forma “extingo”. Como vimos, é essa a forma que dá origem a todo opresente do subjuntivo – extinga, extingas, extinga, extingamos, extingais, extinga. Essaconjugação é seguida, também, pelo verbo “distinguir”;(D) Olha o “advir” aí, gente!!! Você já sabe: “Os sonhos que advierem da contínua sedução...”;(E) ESTA FOI A RESPOSTA CORRETA. “Podido” é o particípio (que os antigos chamavam de“particípio passado”, alguém aí se lembra disso?) do verbo “poder”. Curiosidade: você sabiaque, segundo a norma culta, o verbo “poder” não admite construção no imperativo?19 - (Auditor Fiscal BA / - adaptada)Julgue a opção abaixo, em relação à correção gramatical.
  18. 18. O nosso objetivo é a sua Aprovação(E) Na medida em que os dados gerais eram compreendidos, a platéia manifestava um mistode entusiasmo e de vontade de saber mais, por isso adviram perguntas mais complexas.Item INCORRETOComentário.Agora já perdeu a graça. Foram tantas as vezes que esse verbo apareceu que teríamos umcurso completo só com o verbo “advir”. O correto é “por isso, advieram perguntas maiscomplexas.”.20 - (TCE SP – Agente de Fiscalização Financeira )É preciso corrigir a redação da seguinte frase:(A) Há protestos que são ouvidos somente quando incomodam nossos tímpanos, quandoatingem a exacerbação de um grito a que ninguém mais pode se mostrar surdo.(B))Se é praxe do Estado agir apenas quando lhe convir, não se espere que viesse a tomarquaisquer providências somente porque seja do nosso interesse.(C) Medidas repressivas, tomadas em diferentes épocas por diferentes governos, vêmsobejamente demonstrando a ineficácia da força frente às questões sociais.(D) Precisamos nos convencer, de uma vez por todas, de que a economia privada raramentese preocupa com o alcance social das metas pragmáticas que ela se propõe atingir.(E) No início da globalização, muita gente julgava que por meio dela não apenas semultiplicariam, mas também se distribuiriam com justiça os dividendos econômicos.Gabarito: BComentário.Agora, o verbo em questão é convir, também derivado do verbo “vir”.Após a correção, teríamos: “Se é praxe do Estado agir apenas quando lhe convier...” (futurodo subjuntivo).Relembrando: o futuro do subjuntivo é um tempo derivado da 3ª pessoa do plural do pretéritoperfeito do indicativo (eles vieram – [quando] ele vier / [quando] lhe convier).Um cuidado muito grande que você deve tomar é nas questões de concordância verbal (temada próxima aula) que abordem verbos derivados do “vir”, do “ter” e terminados de forma nasal(õe / õem), como os derivados do “pôr”. Isso porque não há alteração fonética entre a formasingular e a plural (contém / contêm, dispõe / dispõem, convém / convêm).Isso costuma ser um “prato cheio” para “pegadinhas”, especialmente as da ESAF. Não vamosnos aprofundar aqui no assunto. Teremos uma aula todinha para falar sobre concordância.21 - (TRT 22ª Região – Analista Judiciário )Todas as formas verbais estão adequadamente flexionadas na frase:(A) Os jovens que proviram do Sudão assustar-se-ão com a quantidade de casuísmos a quedeverão se submeter em sua nova experiência de vida.(B) Por vezes, uma comparação da nossa cultura com a de outros povos restitue-nos o desejode uma sociedade em que nada obstrui o caminho natural da justiça.(C) Se viajar de avião já constitui, para essa leva de jovens, uma experiência assombrosa,imagine-se o assombro deles quando haverem de entrar em contato com nossas leis.(D) Em suas tribos, os jovens sudaneses entretiam-se com as práticas da vida concreta, sem apreocupação de atentarem para intermináveis códigos de leis casuísticas.
  19. 19. O nosso objetivo é a sua Aprovação(E)) Deveríamos agir segundo valores com os quais reouvéssemos o sentido do que é social, enão sob a pressão de códigos que advieram de uma progressiva indigência moral.Gabarito: EComentário.(A) O verbo “provir” é derivado de vir e indica a procedência. Assim, “Os jovens queprovieram do Sudão...”;(B) Já estudamos os verbos terminados em –UIR (questão 11) e vimos que, ao contrário dosoutros verbos de 3ª conjugação, esses recebem a letra “i” na 3ª pessoa do singular – “... umacomparação... restitui-nos...”;(C) Há impropriedade na forma “quando haverem de entrar em contato...”. Deve serempregado o futuro do subjuntivo do verbo “haver” – “quando houverem de entrar...”, uma vezque indica um fato hipotético referente ao futuro. “Haverem” é a forma do infinitivo flexionadona 3ª pessoal do plural, inadequada à passagem;(D) O verbo “entreter” é derivado do “ter” e como ele se conjuga – “...os jovens sudaneses entretinham-se ...”;(E) RESPOSTA CORRETA. Vale a pena observar a correta conjugação doverbo defectivo reaver. Este verbo é derivado do verbo “haver”(significa possuir novamente, recuperar, “haver” de novo), mas só se conjuga nas formas emque o verbo “haver” apresentar a letra“v”. Assim, no presente do indicativo, só possui as formas de 1ª e 2ª pessoas do plural:reavemos, reaveis. Conseqüentemente, não possui presente do subjuntivo nem imperativo.Nos demais tempos, conjuga-se como o verbo “haver”, por exemplo: “Ele reouve o relógioroubado.”, “Eu reaverei cada tostão que ele me roubou” ou, como apresentado na questão“reouvéssemos”.22 - (TRT 24ª Região – Analista Judiciário)Está correta a flexão de todas as formas verbais na frase:(A) Ao longo do tempo, os corruptos nem sempre se desaviram com as instituições; pelocontrário, muitos souberam usá-las em benefício próprio.(B)) Em respeito à ética, se os interesses particulares se contrapuserem aos públicos, devemprevalecer estes, e não aqueles.(C) Caso não detêssemos boa parte dos nossos ímpetos destrutivos, nenhuma sociedadeconheceria um momento sequer de estabilização.(D) Quando os estados nacionais não intervêem nas instituições corrompidas, a ordem socialtende a fragilizar-se cada vez mais.(E) Se tivessem prevalecido as boas causas pelas quais nossos antepassados haveram delutar, estaríamos hoje numa sociedade mais justa.Gabarito: BComentário.(A) A forma “desavir” significa “suscitar desavença” (essa palavra você deve conhecer –significa “discórdia”, “discussão”, “briga”).Apesar de não ser derivado do verbo “vir”, segue sua conjugação – “os corruptos nem semprese desavieram com instituições...”;(C) O verbo “deter” é derivado do “ter” – “Caso não detivéssemos...”;
  20. 20. O nosso objetivo é a sua Aprovação(D) O verbo “intervir” é derivado do “vir” – “Quando os estados nacionais não intervêm nasinstituições corrompidas...”;(E) Mais uma vez, observa-se o uso inapropriado do verbo “haver”; em “Se tivessemprevalecido as boas causas pelas quais nossos antepassados haveriam de lutar,...”, o verboauxiliar “haver”, que forma uma locução verbal com o principal “lutar”, se reporta a um fatohipotético, devendo ser conjugado no futuro do pretérito do indicativo.CORRELAÇÃO VERBALCORRELAÇÃO VERBAL consiste na articulação entre as formas verbais no período. Osverbos estabelecem, assim, uma correspondência entre si.Esse tipo de questão, normalmente, o candidato consegue acertar usando o “ouvido”. Observeque alguma coisa parece estar errada na construção: “Se você se acomodasse com a situação,ela se tornará efetiva.”. Isso acontece porque não houve correlação entre a forma verbal daprimeira oração (acomodasse) – que indica hipótese, possibilidade - com a da segunda(tornará) – que indica certeza.A título de curiosidade (e somente com esse propósito – nada de ficar decorando listas),seguem alguns exemplos de construções corretas sob o aspecto de correlação verbal:a) “Exijo que me diga a verdade.” Presente do Indicativo + Presente do Subjuntivob) “Exigi que me dissesse a verdade.” – Pret.Perf.Indicativo + Pret.Imperf.Subjuntivo.c) “Espero que ele tenha feito uma boa prova.” - Presente Indic.+Pret.Perf.Comp.Subjuntivo.d) “Gostaria que ele tivesse vindo.” – Fut.Pretérito.Ind.+ Pret.Mais-queperf.Comp.Subjuntivoe) “Se você quiser o material, eu o trarei.” – Futuro do Subjuntivo + Fut.Presente Indicativof) “Se você quisesse o livro, eu o traria.” - Pret.Imperf.Subj.+ Fut.Pretérito do Indicativog) “Quando puder, lerei o seu material.” - Futuro Subj.+ Fut.Presente Indicativo23 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário)É adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:(A))Mais se respeitasse a democracia, mais se deveria lutar contra as falácias dos discursosdos candidatos.(B) O que tem ficado implícito na simplificação sistemática da realidade foi o desrespeito aoseleitores que a prezassem.(C) Não houvéssemos ultrapassado as dimensões das comunas medievais, poderemos terdecisões que não dependeriam do sistema representativo.(D) Vindo a ocorrer a insultuosa infantilização dos votantes, reagissem estes, negando-se avotar em quem os subestimava.(E) Seria possível que chegassem a um acordo a dona do cachorrinho e a mãe da criançaasmática, desde que se disponham a ponderar a razão de cada uma.Gabarito: AComentário.Na opção correta, vemos um exemplo de relação entre um verbo no pretérito imperfeito dosubjuntivo (respeitasse) e outro no futuro do pretérito (deveria) – caso f.Note que as orações reproduzem fatos que se situam no plano da hipótese, o que justifica oemprego dessa relação verbal.
  21. 21. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoQuanto às demais construções, uma opção de conjugação verbal que respeitaria a correlaçãoentre os verbos seria:(B) “O que tem ficado implícito na simplificação sistemática da realidade é o desrespeito aoseleitores que a prezam.” – todos os verbos, nessa opção, apresentam conceitos, devendo serconjugados no presente do indicativo.(C) “Não houvéssemos ultrapassado as dimensões das comunas medievais, poderíamos terdecisões que não dependeriam do sistema representativo.”. Esse período reproduz a relaçãoverbal apresentada corretamente na opção A – verbo no pretérito imperfeito do subjuntivo(houvéssemos) combinado com verbos no futuro do pretérito do indicativo (poderíamos /dependeriam).(D) “Vindo a ocorrer a insultuosa infantilização dos votantes, reagiriam estes, negando-se avotar em quem os subestimava.” – a forma de gerúndio “vindo” apresenta uma condição,equivalendo ao verbo no pretérito imperfeito do subjuntivo – “se viesse a ocorrer...”, o quelevaria o verbo subseqüente ao futuro do pretérito (reagiriam).(E) “Seria possível que chegassem a um acordo a dona do cachorrinho e a mãe da criançaasmática, desde que se dispusessem a ponderar a razão de cada uma.” – essa construçãoestava correta até que se conjugou indevidamente o verbo da oração condicional. Porestabelecer essa circunstância, o verbo deveria estar no pretérito imperfeito do subjuntivo.24 - (CEAL – Advogado )Os tempos e os modos verbais apresentam-se adequadamente articulados na frase:(A) Fôssemos todos atores, o culto das aparências será a chave que nos libertasse do nossodestino.(B) Os atores sempre nos enganarão, a cada vez que encarnarem os personagens de quecostumam se fantasiar.(C) Enquanto o culto das aparências for a chave do sucesso, estaríamos todos preocupadoscom o papel que desempenhemos.(D) Desde idos tempos os atores gozariam de uma admiração que só não será maior por contada desconfiança que temos de todo fingimento.(E) O autor estaria convencido de que nosso vizinho seja capaz de fingir tão bem quanto umator, quando tivesse desfilado com um carro que não é seu.Gabarito: BComentário.Na opção correta, o verbo “enganar” no futuro do presente do indicativo (enganarão)estabelece um nexo com o verbo “encarnar” no futuro do subjuntivo (encarnarem). Naseqüência, o verbo “costumar” indica um fato que é usual de acontecer.Estariam corretas as seguintes construções:(A) “Fôssemos todos atores, o culto das aparências seria a chave que nos libertaria do nossodestino.” – Situações hipotéticas devem ser apresentadas em construções cujos verbosestejam no pretérito imperfeito do subjuntivo (fôssemos) combinados com verbos no futurodo pretérito do indicativo (seria / libertaria).(C) “Enquanto o culto das aparências for a chave do sucesso, estaremos todos preocupadoscom o papel que desempenhamos.” – a forma verbal “for” (futuro do subjuntivo) leva asituação para o futuro, o que exige a forma verbal correspondente também nesse tempo –“estaremos” (futuro do presente). Como o verbo “desempenhar” indica uma situação real,poderia ser conjugado no presente do indicativo.
  22. 22. O nosso objetivo é a sua Aprovação(D) “Desde tempos idos os atores gozam de uma admiração que só não é maior por conta dadesconfiança que temos de todo fingimento.” – como o fato narrado é continuado e se refleteainda no momento atual, os verbos das orações devem estar conjugados no presente doindicativo (gozam / é / temos).(E) “O autor estaria convencido de que nosso vizinho era capaz de fingir tão bem quanto umator, quando tivesse desfilado com um carro que não era seu.” – está correta a relação entre ofuturo do pretérito do indicativo (estaria) e o pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo(tivesse desfilado). O problema está na conjugação das duas passagens do verbo “ser”, queapresenta um fato real situado também no passado.25 - (TRE MG – Analista Judiciário)É inadequada a articulação entre os tempos verbais na seguinte frase:(A) Para que se possa entender o de que vou aqui tratar não é necessário ter muita informaçãoacerca da teoria dos buracos negros.(B) Para que se venha a entender o de que aqui tratarei não será necessário ter muitainformação acerca da teoria dos buracos negros.(C) Não foi necessário que se tenha muita informação acerca da teoria dos buracos negrospara que se viesse a entender o de que aqui estivera tratando.(D) Não seria necessário que se tivesse muita informação acerca da teoria dos buracos negrospara que se entendesse o de que lá eu tratava.(E) Para que se pudesse entender o de que aqui trataria, não seria necessário ter muitainformação acerca da teoria dos buracos negros.Gabarito: CComentário.Uma possibilidade de construção seria: “Não seria necessário que se tivesse muitainformação acerca da teoria dos buracos negros para que se viesse a entender o de que aquiestivera tratando.”. Isso porque, mais uma vez, os verbos retratam situações hipotéticas.26 - (TRT 24ª Região – Analista Judiciário)Atentando-se para a adequada articulação entre os tempos e os modos verbais, completa-se afrase Caso não fossem necessárias as instituições com o seguinte segmento:(A) haverão os homens de tê-las criado?(B) por que os homens as haverão de criar?(C))tê-las-íamos criado?(D) ainda assim as teremos criado?(E) tê-las-emos criado?Gabarito: CComentário.Para relacionar-se com o verbo que situa o fato no campo da possibilidade, a forma verbalseguinte deve estar no futuro do pretérito do indicativo. O que poderia dificultar aidentificação deste verbo é a colocação pronominal.Como veremos em uma das próximas aulas, é proibido empregar o pronome oblíquo após umverbo no futuro do indicativo (tanto futuro do presente como do pretérito). São duas opções decolocação deste pronome: antes do verbo (próclise), desde que não inicie período (outro caso
  23. 23. O nosso objetivo é a sua Aprovaçãode proibição) ou no meio do verbo (mesóclise). É essa a forma de “tê-las-íamos”, que equivalea “teríamos + a”.A grafia dessa forma verbal também nos possibilita comentar sua acentuação. O pronomeacabou por separar o verbo em duas partes: “te / íamos”. Cada “pedacinho” do verbo foiacentuado como se formasse uma unidade lingüística própria. O segmento “tê” recebeu oacento circunflexo por ser um monossílabo tônico, enquanto que “íamos” foi acentuadosegundo a regra das proparoxítonas (í-a-mos). É assim que se faz. Por isso, a forma“seqüestrá-la-íamos”, apresenta dois acentos agudos – o primeiro, em virtude de “seqüestrá”formar uma palavra oxítona terminada em a (a sílaba tônica foi sublinhada); o segundo, deacordo com a regra dasproparoxítonas (í-a-mos).VOZES VERBAISO verbo pode ser flexionado em vozes: ativa, passiva, reflexiva e, segundo Evanildo Bechara,recíproca.Por enquanto, só nos interessam as duas primeiras.1 – VOZ ATIVAO sujeito é o agente da ação verbal.2 – VOZ PASSIVAO sujeito recebe ou sofre a ação verbal. Divide-se em :2.1 – VOZ PASSIVA ANALÍTICA – O que é maior: uma análise ou uma síntese? Certamente,uma análise. Assim, a construção oracional em voz passiva analítica apresenta maiselementos do que na sintética, porque são empregadas locuções verbais, com os verbosauxiliares ser / estar acompanhados do particípio de certos verbos ativos (sou visto, estavaabatido), além de apresentar, muitas vezes, a figura do agente da passiva.2.2 – VOZ PASSIVA SINTÉTICA – Para “sintetizar” a construção, é eliminado o agente dapassiva e, em vez de uma locução verbal de cunho passivo, o verbo (ou uma outra locução) éacompanhado do pronome “se”, que recebe o nome de pronome apassivador. Iremosestudar, em concordância, uma forma simples de identificar essa construção de voz passivasintética e saber diferenciá-la de sujeito indeterminado. Por enquanto, iremos nos ater aestudar a transposição das vozes verbais, objeto de muitas questões da Fundação CarlosChagas.3 – VOZ REFLEXIVAO sujeito, ao mesmo tempo, pratica e sofre a ação verbal.4 – VOZ RECÍPROCAO sujeito é expresso por mais de um agente e a ação é praticada por todos, uns em relaçãoaos outros.São muitas as questões em provas da Fundação Carlos Chagas que abordam a transposiçãoda voz ativa para a passiva, ou vice-versa.Por isso, vamos verificar o procedimento necessário para essa transformação.O termo que exercia a função sintática de objeto direto na voz ativa será o sujeito da vozpassiva.No lugar de um verbo (ou uma locução verbal), teremos uma locução verbal com idéia depassividade (inclusão do verbo ser/estar).O elemento que exercia a função de sujeito da voz ativa será, na voz passiva analítica, oagente da passiva.
  24. 24. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoNão há alteração nos demais complementos, como objeto direto, predicativo do objeto oucomplementos adverbiais, que continuarão a exercer as mesmas funções.27 - (TCE SP – Agente de Fiscalização Financeira )Não admite alteração na voz verbal a frase:(A) Tantos carros incendiados nas ruas estão dando um recado claro.(B)) Que papel caberá, enfim, ao deus Mercado?(C) A globalização vem favorecendo a concentração de renda.(D) E esse Primeiro Mundo, que exibe agora sua população de humilhados?(E) Os jovens das periferias urbanas não estão vendo futuro algum em suas vidas.Gabarito: BComentário.Para a construção de voz passiva, é necessário que haja, na construção de voz ativa, umobjeto direto. Isso porque esse termo exercerá, na voz passiva, o papel de sujeito paciente. Porisso, os verbos deverão ser TRANSITIVOS DIRETOS OU TRANSITIVOS DIRETOS EINDIRETOS.Na questão, o verbo do item B é transitivo indireto – “O papel (SUJEITO) caberá ao deusMercado (OBJETO INDIRETO).”. Não existe objeto direto.Nas demais opções, os termos que exercem a função de objeto direto são:(A) “um recado claro”; a locução “estão dando” apresenta o verbo “dar”como principal. Esteverbo, na construção, é transitivo direto.(C) “a concentração de renda”; a locução verbal “vem favorecendo” tem como verbo principal“favorecer”, que é transitivo direto também.(D) “sua população de humilhados”; o verbo “exibir” é transitivo direto.(E) “futuro algum”; novamente, uma locução verbal (“estão vendo”) apresenta um verboprincipal transitivo direto (ver).28 - (TRE AP Técnico Judiciário)Transpondo-se para a voz passiva a frase Ele gasta dinheiro que nem água, a forma verbalresultante será(A) será gasta.(B) foi gasta.(C) está sendo gasto.(D) será gasto.(E))é gasto.Gabarito: EComentário.Quando se fala em transposição de voz verbal, devemos tomar dois cuidados:1 – manter a conjugação verbal no mesmo tempo e modo da construção anterior;2 – identificar o objeto direto da voz ativa, pois será este o sujeito da construção passiva, comquem o verbo irá fazer a concordância.Como vimos, o objeto direto da voz ativa será o sujeito da voz passiva.Assim, na construção original, dinheiro exerce a função de complementoverbal direto. Como o verbo está no presente do indicativo (gasta), a formapassiva correta será: “Dinheiro é gasto por ele que nem água.”
  25. 25. O nosso objetivo é a sua Aprovação29 - (TRT 13ª Região Analista Judiciário)NÃO é possível a transposição para a voz passiva do segmento sublinhado da frase:(A) Aprecio uma reunião em que há o esforço de inventar possíveis deconvivência.(B) O processo eleitoral parece ser o desmentido da humildade necessária para o exercício dademocracia.(C) Mitterrand perdeu as eleições por conta de uma declaração infeliz. (D) As reuniões de moradores não obteriam êxito caso eles agissem como candidatos numaeleição.(E) As promessas mirabolantes e a retórica vazia vêm alimentando o discurso da maioria doscandidatos.Gabarito: BComentário.O que irá gerar essa impossibilidade de transposição de vozes é a ausência de um objetodireto na construção de voz ativa, termo que exerce a função de sujeito da voz passiva.Assim, devemos identificar qual dos verbos grifados NÃO É transitivo direto ou transitivo diretoe indireto.(A) Em “Aprecio uma reunião”, o verbo é transitivo direto (“uma reunião” – objeto direto);(B) Em “parece ser o desmentido”, estamos diante de uma locução verbal e, para identificar atransitividade da locução, devemos analisar o verbo principal. Em “parece ser”, o verboprincipal é “ser”, que, na construção, é um verbo de ligação. A expressão “o desmentido”exerce a função sintática de predicativo do sujeito.Assim, não é possível a transposição para voz passiva dessa construção.(C) O verbo “perder” é transitivo direto, sendo “as eleições” o seu complemento.(D) O vocábulo “êxito” é o objeto direto do verbo “obter”.(E) Na locução “vêm alimentando”, o verbo principal (“alimentar”) é, na construção, transitivodireto, apresentando, como complemento “o discurso da maioria dos candidatos”.30 - (Procurador TCE AM / Fevereiro 2006)NÃO é possível a transposição para a voz passiva da seguinte frase:(A) O autor do texto estabelece uma distinção entre dois tipos de economistas.(B) Toda medida econômica deveria pressupor um padrão ético de base.(C)) A um economista ético não ocorrem soluções meramente técnicas.(D) A defesa da identidade nacional refrearia o ritmo do desenvolvimento?(E) Os economistas éticos costumam enfrentar os desafios da modernidade.Gabarito: CComentário.Na construção, “ocorrer” é um verbo transitivo indireto – “Soluções meramente técnicas nãoocorrem a um economista ético.”, não sendo possível, portanto, a construção de voz passiva.Nas demais formas, o objeto direto é:(A) “uma distinção entre dois tipos de economistas”;(B) “um padrão ético de base”;(D) “o ritmo do desenvolvimento”;
  26. 26. O nosso objetivo é a sua Aprovação(E) “os desafios da modernidade”.31 - (Advogado CEAL / Junho 2005)Está corretamente indicada entre parênteses a forma verbal resultante da transposição daseguinte frase para a voz passiva:(A) (...) os eleitores consideram os políticos profissionais uma espécie daninha. (éconsiderada)(B) (...) os mesmos cidadãos também menosprezam o homem comum. (são menosprezados)(C) a candidatura do cidadão comum nos incomoda. (é incomodada)(D)) queremos justificar nossa preguiça cívica. (seja justificada)(E) a chave que nos liberta do nosso destino. (é libertado)Gabarito: DComentário.Lembrem-se de seguir os dois passos para realizar a transposição de vozes:1 – observar a conjugação verbal original (tempo/modo) e mantê-la na locução verbal de vozpassiva;2 – identificar o objeto direto da voz ativa, que será o responsável pela flexão verbal(concordância) na voz passiva.(A) “Os eleitores consideram os políticos profissionais uma espécie daninha”.Temos, aqui, uma construção que apresenta um objeto direto e um predicativo de objeto direto.Esse verbo “considerar”, nessa construção, é chamado de verbo transobjetivo, pois requercomo complemento, não só o objeto, mas também o predicativo do objeto. Note que somente ocomplemento não atenderia à exigência verbal:“Os eleitores consideram os políticos profissionais...” – você logo perguntaria: “consideram oquê?”. A resposta será o termo que exerce a função de predicativo do objeto direto (umaespécie daninha – ou seja, o que se declara a respeito do objeto – qualidade, situação,estado...).Na transposição para a voz passiva, o objeto direto (políticos profissionais) exercerá afunção de sujeito paciente.Não se esqueça de observar a conjugação do verbo – “consideram” está no presente doindicativo.Então a construção de voz passiva seria: “os políticos profissionais são consideradospelos eleitores uma espécie daninha”.Não foi à toa que a banca sugeriu “é considerada”. Tentava confundir o candidato e levá-lo aconsiderar “espécie daninha” o objeto direto da oração em voz ativa. Ainda bem que você jásabia que esse termo é o predicativo do objeto, não é mesmo?(B) Vamos seguir o “passo a passo” da transposição? Então:1 – conjugação verbal: “menosprezam” – presente do indicativo;2 – objeto direto da voz ativa: “o homem comum”;Então: “O homem comum é menosprezado pelos mesmos cidadãos.”(C) “a candidatura do cidadão comum nos incomoda “ - Desta vez, o objeto direto do verbo“incomodar” está representado no pronome “nos”.Sabemos que é transitivo direto ao substituir o pronome por um nome (não adianta trocar o“nos” por “a nós”, uma vez que os pronomes “ele, ela, nós, vós, eles, elas”, quando oblíquos,são SEMPRE regidos por preposição). Então, a construção-teste poderia ser: “alguémincomoda o menino.”. Viu? O complemento ligou-se diretamente ao verbo. Logo,“incomodar” é transitivo direto e “nos” é o objeto direto.
  27. 27. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoComo o verbo está no presente do indicativo, a construção de voz passiva seria: “Nós somosincomodados pela candidatura do cidadãocomum.”.(D) Em “queremos justificar nossa preguiça cívica”, há duas orações. A primeira é “queremos”.A segunda, subordinada à primeira, é “justificar nossa preguiça cívica”, em que “preguiçacívica” exerce a função de objeto direto de “justificar”. Assim, há duas formas possíveis detransposição – oração reduzida de infinitivo (“ser nossa preguiça cívica justificada”) oudesenvolvida em uma oração subordinada objetiva direta (“que nossa preguiça cívica sejajustificada”) – ESTÁ CORRETA A OPÇÃO.(E) Em “a chave que nos liberta do nosso destino”, o verbo “libertar” tem dois complementos:objeto direto (nos) e objeto indireto (do nosso destino). Como o verbo está no presente doindicativo, a forma passiva seria: “nós somos libertados do nosso destino [pela chave]”.32 - (Procurador BACEN / Janeiro 2006)É um fator a mais a favor da conveniência de se acelerar a política de redução dos juros.Julgue a proposição feita em relação ao segmento grifado acima:I. Substituindo-se a política de redução dos juros por os empréstimos, a frase passaria a serde se acelerarem os empréstimos.Item CORRETO.Comentário.O pronome “se”, em construções com verbos transitivos diretos ou diretos e indiretos, épronome apassivador (construção de voz passiva).Assim, em “a conveniência de se acelerar a política...”, o sujeito paciente da forma verbal“acelerar” é “política”, equivalendo a “a conveniência de que a política seja acelerada...”. Sehouver a substituição de “política” por “empréstimos”, este elemento, que é o sujeito da formaverbal, exige a flexão do infinitivo – “de se acelerarem os empréstimos”, o que seriaequivalente a “de que os empréstimos sejam acelerados”.33 - (TCE SP - Agente de Fiscalização Financeira / Dezembro 2005)Uma das contribuições desse tratado foi o deslocamento do conceito de virtude, que Maquiavelpassa a compreender não mais em seu sentido moral, mas como discernimento político.Analise a proposição abaixo.(C) A opção pela forma passiva de passa a compreender levaria a passam a sercompreendidos.Item INCORRETO.Comentário.Na transposição para a voz passiva, o elemento que, na voz ativa, exerce a função de objetodireto passaria a ser o sujeito da voz passiva.Feita a substituição do pronome relativo “que” pelo termo antecedente, na voz ativa, teremos:“Maquiavel passa a compreender o conceito de virtude.”A locução verbal “passa a compreender”, na voz passiva, recebe o verbo “ser”, sendoregistrada como “passa a ser compreendido”, no masculino para concordar com o núcleo dosujeito paciente – o conceito de virtude (termo que era o objeto direto da voz ativa).A nova construção, na voz passiva, seria, então: O conceito de virtude passa a sercompreendido por Maquiavel.
  28. 28. O nosso objetivo é a sua Aprovação34 - (Auditor Fiscal da Bahia / Julho 2004 - adaptada)Os últimos anos têm sido marcados por um milenarismo invertido, segundo o qual osprognósticos, catastróficos ou redencionistas, a respeito do futuro foram substituídos pordecretos sobre o fim disto ou daquilo (o fim da ideologia, da arte, ou das classes sociais; a“crise” do leninismo, da socialdemocracia, ou do Estado do bem-estar etc.); em conjunto, épossível que tudo isso configure o que se denomina, cada vez mais freqüentemente, pós-modernismo.Com relação ao fragmento acima transcrito, julgue as seguintes afirmações, indique V(verdadeira) ou F (falsa) e marque a opção que apresenta a ordem correta:I - têm sido marcados constitui uma forma verbal que denota continuidade da ação.II - se a frase grifada fosse iniciada com decretos, seria mantido o sentido original com oemprego da forma verbal “tinham substituído”.III - a forma passiva analítica foram substituídos corresponde à sintética “substitui-se”.(A) V – F - V(B) F – V - F(C) F – F - V(D) V – F - F(E) V – V – FGabarito: DComentário.Analisaremos cada uma das assertivas:I – VERDADEIRO. A locução verbal de tempo composto têm sido, apresentada no item “a”,indica uma ação que apresentou certa continuidade no tempo. Em uma construção comsomente o verbo ser (“os últimos anos são marcados”), haveria tão-somente a indicação de umfato estático notempo.II – FALSO. Em “os prognósticos, catastróficos ou redencionistas, a respeito do futuro foramsubstituídos por decretos”, o termo “decreto” exerce a função de agente da passiva. Ele, noinício de uma frase, ou seja, na função de sujeito, levaria a construção para a voz ativa.Devemos, então, observar a conjugação verbal da voz passiva. Em “foram substituídos”, overbo principal está no pretérito perfeito do indicativo. Assim, a forma de voz ativa seria:“Decretos substituíram os prognósticos, catastróficos ou redencionistas, a respeito dofuturo.”.III – FALSO. Na construção passiva analítica “os prognósticos foram substituídos pordecretos”, o sujeito paciente está representado por “os prognósticos”.A forma passiva sintética correspondente seria, portanto, “substituíram-se os prognósticos”,devendo o verbo se flexionar no plural para concordar com o núcleo do sujeito: “prognósticos”.Está INCORRETA a proposição.A ordem, portanto, é V – F – F.35 - (TRT 15ª Região – Técnico Judiciário / Setembro 2004)... e os integrantes da advocacia pública são favorecidos por regras...Transpondo a frase acima para a voz ativa, a forma verbal passará a ser(A))favorecem.(B) favoreceu.(C) tinha favorecido.(D) estava favorecendo.
  29. 29. O nosso objetivo é a sua Aprovação(E) estavam sendo favorecidos.Gabarito: AComentário.Primeiramente, deve-se observar atentamente a conjugação do verbo auxiliar da locuçãoverbal presente na oração de voz passiva.Em “são favorecidos”, o verbo auxiliar “ser” está no presente do indicativo, devendo o verbo“principal” ser conjugado da mesma forma. O segundo passo é verificar qual elemento exerce afunção de objeto direto da voz ativa. Este é o termo que, na voz passiva, exerce a função desujeito – os integrantes da advocacia pública. Finalmente, o elemento que, na voz passivaanalítica, estiver exercendo a função sintática de agente da passiva será o sujeito da voz ativa:regras.Assim, a construção passiva será: “Regras favorecem os integrantes da advocaciapública.”.36 - (TRT 24ª Região - Analista Judiciário / Março 2006)Transpondo-se para a voz passiva o segmento instituições macabras que os homens –lamentavelmente – criam contra sua própria humanidade, a forma verbal resultante será(A) estão sendo criadas.(B))são criadas.(C) foram criadas.(D) têm criado.(E) têm sido criadas.Gabarito: BComentário.Vamos fazer o “passo a passo”. Em “instituições macabras que os homens –lamentavelmente– criam contra sua própria humanidade”:1 – conjugação verbal: o verbo está no presente do indicativo;2 – objeto direto: está representado pelo pronome relativo “que”, que tem como referente“instituições macabras”. Portanto, após a substituição do pronome relativo pelo antecedente e acolocação da oração na ordem direta, a voz ativa seria: “Os homens criam instituiçõesmacabras contra sua própria humanidade.”.O sujeito da voz passiva, portanto, será o termo que exercia a função de objeto direto da vozativa – instituições macabras.Assim, a construção de voz passiva será:“Instituições macabras são criadas pelos homens contra sua própria humanidade.”37 - (TRT 23ª Região – Técnico Judiciário / Outubro 2004)“... para que o talento seja desenvolvido por circunstâncias externas...”Transpondo a frase acima para a voz ativa, a forma verbal passa a ser(A) desenvolveu.(B))desenvolvam.(C) se desenvolve.(D) tinham desenvolvido.(E) são desenvolvidas.
  30. 30. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoGabarito: BComentário.1 – Em “para que o talento seja desenvolvido por circunstâncias externas”, o verbo auxiliar(seja) está conjugado no presente do subjuntivo.2 – O sujeito da voz passiva (o talento) será o objeto direto da voz ativa e o agente da passiva(circunstâncias externas) irá exercer, na voz ativa, a função sintática de sujeito.Assim, a construção de voz ativa será: “... para que circunstâncias externas desenvolvam otalento.”.38 - (TRT 23ª Região – Analista Judiciário / Outubro 2004)Passando para a voz passiva a frase A escrita das leis e atos normativos (...) retirariaelementos da escrita usual, obtém-se a forma verbal(A) teriam sido retirados.(B) retirar-se-ia.(C))seriam retirados.(D) teriam retirado.(E) tinham sido retirados.Gabarito: CComentário.1 – conjugação verbal: na voz ativa, o verbo está conjugado no futuro do pretérito do indicativo.2 - O objeto direto está representado por “elementos da escrita usual”.Assim, a forma de voz passiva seria:“Elementos da escrita usual seriam retirados pela escrita das leis e atos normativos.”39 - (TRT 22ª Região – Técnico Judiciário / Novembro 2004)Defender uma revisão na Lei de Crimes Hediondos não significa de modo algum ser lenientecom a criminalidade, que precisa ser combatida com energia pelo poder público.No trecho acima, transpondo-se a frase “... que precisa ser combatida com energia pelo poderpúblico” para a voz ativa, a forma verbal passará a ser(A) precisa combater.(B) irá combater.(C) vai ser combatida.(D) deve ser combatido.(E) se combaterá.Gabarito: AComentário.Substituindo o pronome relativo pelo seu antecedente e colocando a oração na ordem direta, aconstrução de voz ativa será:“A criminalidade precisa ser combatida com energia pelo poder público.”O primeiro verbo auxiliar da locução “precisa ser combatida” está conjugado no presente doindicativo. Note que a locução verbal está formada por três verbos – PRECISAR + SER +COMBATER, com dois auxiliares (precisa, ser) e um principal (combater).
  31. 31. O nosso objetivo é a sua AprovaçãoNa voz ativa, continuará havendo uma locução verbal, mas, agora, com dois verbos –PRECISAR (auxiliar) + COMBATER (principal), sendo eliminado o verbo “ser”, que denota apassividade da construção.O agente da passiva (poder público) exercerá a função de sujeito na voz ativa, e o sujeitopaciente (a criminalidade) será o objeto direto.Assim, teremos:“O poder público precisa combater a criminalidade.”40 - (TRT 8ª Região – Técnico Judiciário / Dezembro 2004)Isto, por sua vez, converte as pessoas em funcionários de turno do sistema Transpondo a fraseacima para a voz passiva, a forma verbal passa a ser,corretamente,(A) converteu-se.(B) é convertido.(C) tinham convertido.(D) são convertidas.(E) deveriam ser convertidas.Gabarito: AComentário.1 – conjugação verbal: o verbo da voz ativa (“converte”) está no presente do indicativo.2 – objeto direto: desta vez, a construção de voz ativa apresenta dois complementos – objetodireto (as pessoas) e objeto indireto (em funcionários de turno do sistema). Este últimoelemento continuará, na voz passiva, a exercer a função sintática de objeto indireto, ao passoque o objeto direto passará a ser o sujeito da voz passiva.Assim, a forma passiva será: “As pessoas são convertidas por isto em funcionários deturno do sistema.”LISTA DAS QUESTÕES COMENTADAS.1 - (TRT 8ª Região – Técnico Judiciário / Dezembro 2004)“ ... para tudo que se refira ao mundo físico ...”O verbo aparece nos mesmos tempo e modo em que se encontra a forma grifada acima nafrase:(A) ... e prossegue, aceleradamente, com o extraordinário desenvolvimento tecnológico ...(B) ... que já nos vem do precedente...(C)) ... que confiram sentido a sua vida.(D) ... para que o objetivo de consumo se fosse convertendo...(E) ... se tornou a motivação central do homem...2 - (TRT 3ª Região – Técnico Judiciário / Janeiro 2005)... que parecia suave anjo de voz tranqüila.O verbo de mesmo tempo e modo em que se encontra o verbo grifado acima está na frase:(A)) ... em que se amarrava cachorro com lingüiça ...(B) Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos.(C) Algumas figuras se tornaram sombras ...
  32. 32. O nosso objetivo é a sua Aprovação(D) ... morreu nas masmorras do Chile ...(E) ... que largou o jornalismo ...3 - (TRT 15ª Região – Técnico Judiciário / Setembro 2004)... e vive angustiada num emprego...O verbo está no mesmo tempo e modo daquele grifado acima na frase:(A) No início do século passado acreditava-se que...(B) Ocorreu exatamente o contrário.(C) ... e acrescentaram doses extras de “stress” à vida de todos nós.(D)) ... que ocupam as funções mais banais.(E) Como se não bastasse...4 - (TRT 23ª Região – Técnico Judiciário / Outubro 2004)Há quem diga que isso não é urbano...O verbo empregado no mesmo tempo e modo que os do verbo grifado acima está na frase:(A) ... que eu criei em 1985...(B) ... em que a ocupação da Amazônia foi uma prioridade.(C) ... a população ia para os núcleos urbanos.(D) Alguns colegas não gostam dessa abordagem...(E)) ... que nossa urbanização seja igual à da Europa...5 - (TRT 8ª Região – Técnico Judiciário / Dezembro 2004)Embora, é claro, devamos resistir à tentação fácil de elevar e idealizar os favelados, (...)também devemos, como propõe [o filósofo Alain] Badiou,enxergar as favelas...É correto afirmar que o emprego do verbo dever em modos diferentes no segmento que iniciao último parágrafo do texto indica, respectivamente,(A)) possibilidade de ação e fato real.(B) explicação de um fato e dúvida concreta.(C) suavização de uma ordem e repetição de um fato.(D) fato anterior e hipótese futura.(E) situação real e conseqüência imediata.6 - (Assistente de Defesa Agropecuária MA / Março 2004)Ainda que parte da água possa ser reaproveitada...O emprego da forma verbal grifada indica, considerando-se o contexto,(A) fato concreto.(B))hipótese realizável.(C) ação habitual.(D) ordem imediata.(E) situação pretérita.7 - (Assistente de Defesa Agropecuária MA / Março 2004)Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da fraseapresentada.Os alimentos devem ser ...... em água limpa para que a população não ...... a ter problemas desaúde.(A) cozinhados - venhe(B) cozinhados - vem(C) cozidos - venhe
  33. 33. O nosso objetivo é a sua Aprovação(D) cozidos - venha(E) cozidos – vêm8 - (TRT 22ª Região – Técnico Judiciário / Novembro 2004)As estruturas atuais de gasodutos fariam o transporte do gás que moveria a frota deautomóveis.O emprego das formas verbais grifadas acima indica, no contexto,(A) incerteza da realização de um fato passado.(B) dúvida real de que um fato se concretize.(C) ação que se realiza habitualmente até o momento presente.(D) fato consumado, anterior a outro, também passado.(E) hipótese que depende de certa condição anterior.9 - (TRT 15ª Região – Técnico Judiciário / Setembro 2004)... em questões nas quais a vinculação satisfaça objetivos políticos dosgovernantes. (2oparágrafo)O emprego da forma verbal grifada acima introduz no contexto a mesma noção do verboempregado na frase:(A) Duas críticas lhe são feitas...(B) Os prazos já existem na lei...(C) ... que lhes permitem intervir no processo...(D)) ... segundo o ritmo que lhes convenha.(E) ... que se está dando um passo à frente.10 - (TRE AP – Analista Judiciário / Janeiro 2006)Faça isso com a cabeça de um macaco.É exemplo de emprego do mesmo modo do verbo grifado acima UM dos verbos que aparecemna frase:(A) Não serão aceitas justificativas, quaisquer que sejam os motivosalegados.(B) Saiba que valores devem ser respeitados, em qualquer tempo elugar.(C) Todo explorador desejaria entender como se reduzem cabeças.(D) É necessária a existência de critério que justifique determinados atos de violência.(E) Espera-se que ele possa entender as razões de certos costumes em determinadascivilizações.11 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário / Dezembro 2005)Estão corretos o emprego e a grafia de todas as palavras na frase:(A) Há discussões que chegam a um tal estado de paradoxismo que fica improvável algumasolução que se adeque à expectativa dos contendores.(B) Os candidatos, em suas altercalções num debate, costumam dissiminar mais injúrias umcontra o outro do que esclarecimentos ao eleitorado.(C) A democracia, por vezes, constitue uma espécie de campo de provas que poucoscandidatos estão habilitados a cruzar prezervando sua dignidade.(D) Se os eleitores fossem mais atentos à inépsia dos candidatos, não se deixariam envolverpor tudo o que há de falascioso nos discursos de campanha.(E) Crêem muitos que há obsolescência na democracia, conquanto ninguém se arvore emprofeta de algum outro regime que pudesse ser mais bem sucedido.
  34. 34. O nosso objetivo é a sua Aprovação12 - (TRE AP - Técnico Judiciário/ Janeiro 2006)Está corretamente flexionada a forma verbal sublinhada na frase:(A) Se alguém propor medidas para economia de energia, que seja ouvido com atenção.(B) Caso uma represa contenhe pouco volume de água, as turbinas da usina desligam-se. (C)) Seria preciso que refizéssemos os cálculos da energia que estamos gastando.(D) Só damos valor às coisas quando elas já escasseiaram.(E) Se não determos os desperdícios, pagaremos cada vez mais caro por eles.13 - (TRE AP – Analista Judiciário / Janeiro 2006)Estão corretas ambas as formas verbais sublinhadas na frase:(A) Alguém interviu, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue, paramuitos homens, uma prática esportiva.(B)) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas constitui, para muitos homens,uma prática esportiva.(C) Alguém interviu, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitui, paramuitos homens, uma prática esportiva.(D) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue, paramuitos homens, uma prática esportiva.(E) Alguém interveio, dizendo ao czar que a caça de borboletas e andorinhas constitue-se, paramuitos homens, uma prática esportiva.14 - (TRT 24ª Região – Técnico Judiciário / Março 2006)O verbo flexionado corretamente está grifado na frase:(A) Empresários requiseram licença ambiental para desenvolver seusprojetos.(B) Muitos turistas vinherão ao Brasil central, atraídos pelos esportes náuticos.(C) Os investidores disporam-se a desenvolver um turismo ecológico na região.(D)) Sobrevieram alguns contratempos, logo resolvidos, no alojamento dos visitantes.(E) Poucos turistas obteram a licença para permanecer mais tempo na região.15 - (TRT 22ª Região – Técnico Judiciário / Novembro 2004)O verbo flexionado de forma INCORRETA está grifado na frase:(A) Com base na legislação vigente, os promotores propuseram às autoridades responsáveisas penalidades cabíveis.(B)) Alguns policiais requiseram o cumprimento do dispositivo legal para garantir suasegurança durante as diligências.(C) Estudam-se alterações no conteúdo de certas leis para que elas dêem resultados positivosno controle da violência.(D) Apesar de rígidas, as condições de encarceramento para criminosos ainda não contêm aocorrência de atos de violência.(E) Ninguém ainda se deteve para analisar os resultados da aplicação rigorosa de penalidadesaos detentos.16 - (TRT 13ª Região – Analista Judiciário / Dezembro 2005)Está correta a flexão de todas as formas verbais na frase:(A) Giscard contrapôs às falas de Mitterrand a impressão de que este se pronunciava como sedetera o monopólio do coração.
  35. 35. O nosso objetivo é a sua Aprovação(B) A mãe interviu na discussão, alegando que seu filho era alérgico a pêlos de animais – razãopela qual se indispusera com a dona do cachorrinho.(C) O autor afirma que sempre se comprazeu em participar de reuniões em que todos envidamesforços na busca de soluções conciliatórias.(D)) Se condissessem com a verdadeira prática democrática, as campanhas eleitorais nãodariam lugar ao discurso que inclui arrogância na argumentação.(E) Caso Mitterrand contesse o ímpeto de sua fala, não houvera de argumentar com tamanhasimplificação e tão visível autoritarismo.17 - (TRT 13ª RegiÀø

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