Campanha anti drogas

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Palestra Campanha Anti-Drogas

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Campanha anti drogas

  1. 1. Campanha “anti-drogas” Consumo de Drogas e Medicalização (Drogadição) da vida CRAS - Centro de Referência de Assistência Social Nova Santa Helena - MT
  2. 2. O que é Droga? Droga, segundo a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS) é qualquer substância não produzida pelo organismo que tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus sistemas, causando alterações em seu funcionamento.
  3. 3. Drogas: Aspectos conceituais Em uma definição mais simples pode-se dizer que as drogas são substâncias consumidas em sua forma natural ou não, cujo efeito consiste na mudança do funcionamento do organismo e, na maioria dos casos, altamente prejudiciais.
  4. 4. Com relação aos tipos de drogas existentes, estas podem ser subdividas em: Drogas Lícitas As drogas lícitas são aquelas legalizadas, produzidas e comercializadas livremente e que são aceitas pela sociedade. Os dois principais exemplos de drogas lícitas na nossa sociedade são o cigarro e o álcool. Drogas Ilícitas Ao contrário das drogas lícitas, as ilícitas são aquelas que não são legalizadas, ou seja, sua produção e consumo são proibidos.
  5. 5. Drogas - Classificação As drogas podem ser classificadas de acordo com a ação que exercem sobre o sistema nervoso central. Elas podem ser:  Drogas Depressoras  Drogas Estimulantes  Drogas Perturbadoras  Drogas com Efeito Misto
  6. 6. A medicalização (Drogadição) da vida. Observa-se na sociedade contemporânea uma busca desenfreada por explicações biológicas e fisiológicas que possam dar conta de diversos tipos de sofrimentos psíquicos, dentre estes, os mais frequentes são a ansiedade, estresse, depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar,fobias. Buscam-se “soluções medicamentosas” para determinados fenômenos psicossossiais. Ex: ônibus Brasília
  7. 7. Nesta busca por um alívio imediato dos sintomas, constata-se que cada vez mais pessoas depositam sua confiança em receitas rápidas que possam diminuir o mal estar sem se preocupar em buscar um sentido alternativo para este sofrimento. Ex:TDAH - Ritalina
  8. 8. A medicalização da vida e do sofrimento tornou-se uma prática comum e na atualidade tornou-se corriqueiro ir a uma consulta e sair com uma receita em mãos.
  9. 9. Cada paciente é tratado como um ser anônimo, pertencente a uma totalidade orgânica. Imerso numa massa em que todos são criados à imagem de um clone, ele vê ser-lhe receitada à mesma gama de medicamentos, seja qual for o seu sintoma.
  10. 10. O grande perigo da situação descrita anteriormente é que se cria uma perspectiva totalizadora do ser humano, na qual se pretende atribuir todos os problemas vivenciais, emocionais a uma explicação orgânica e, especialmente, genética.
  11. 11. “Mas, ah!, uma seta mais fatal que as minhas atravessou-me o coração! Sou o deus da medicina e conheço a virtude de todas as plantas medicinais. Ah! Sofro de uma enfermidade que bálsamo algum pode curar!”
  12. 12. Nome popular: BÁLSAMO Nome científico Cotyledon orbiculata L; Família Crassulaceae Propriedades terapêuticas: Digestivo, cicatrizante, emoliente. Indicações terapêuticas Inflamações gastroentestinais e de pele, úlcera, erisipela, afecções do aparelho respiratório e urinário. O óleo é usado ainda contra diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras.
  13. 13. Ypióca é a marca de uma aguardente de cana, produzida no estado brasileiro do Ceará desde 1846 pela família Telles na cidade de Maranguape. A sede da empresa atualmente encontra-se em Fortaleza. É a marca mais antiga ainda em funcionamento no Brasil. Ex:“Tudo é motivo para beber”
  14. 14. Assim, difunde-se a idéia de que existe um gene que poderia explicar o alcoolismo, as doenças mentais e a infelicidade, fazendo com que hipóteses duvidosas sejam divulgadas pela mídia como fatos comprovados (Leite,2011). Ex.: Epidemia de Crack no Brasil.
  15. 15. Notícia publicada em 29/09/13 - 0h00 Atualizada em 27/09/13 - 19h18 Impressa em 30/09/13 - 19h42 A hora de se avançar na questão das drogas Os números levantados pela Fiocruz na pesquisa derrubam a errônea tese de que o Brasil vive uma epidemia de crack.
  16. 16. A pesquisa com o perfil dos usuários de crack (e similares) no Brasil, divulgada recentemente pela Fundação Oswaldo Cruz, é um documento essencial. Ele contribui para corrigir o rumo de uma discussão viciada por conceitos equivocados e proposições ultrapassadas, que desservem aos esforços para conter o avanço da circulação (uso e comércio) de entorpecentes no país. Sua importância pode ser dimensionada pela abrangência do universo pesquisado (segundo a Fiocruz, trata-se do maior levantamento do gênero no mundo) e pelos caminhos que aponta para isolar o oportunismo, político ou ideológico, a má-fé e mesmo a ignorância que ameaçam colocar as ações de combate às drogas no Brasil no sentido oposto ao que determinam bom senso e resultados obtidos em países mais avançados nessa luta.
  17. 17. Um dos grandes méritos da pesquisa é ter juntado dados levantados em visitas domiciliares e em locais utilizados por usuários de crack e similares em distintas regiões do país. Chegou-se a uma estimativa de que há no país 370 mil consumidores dessa droga, 0,8% da população das capitais brasileiras. Junte-se a isso o dado, comprovado, de que a grande maioria dos usuários faz uso recreacional das drogas, sem dependência — logo, sem necessidade de choques terapêuticos. Os números levantados pela Fiocruz derrubam a tese de que o Brasil vive uma epidemia de crack. “O que se tem é uma epidemia de abandono”, interpreta a socióloga Julita Lemgruber, em artigo publicado no GLOBO, diante da constatação de que 40% dos usuários de crack vivem em situação de rua. Isso não implica abrir a guarda e deixar de tratar as drogas como algo grave. O perfil do consumo de entorpecentes sugere que o país está longe de ter equacionado o problema, mas, igualmente — e esta é uma grande contribuição da pesquisa —, não vive, ainda, no pior dos mundos, como querem fazer crer os apóstolos do apocalipse que pregam a adoção de políticas retrógradas no combate ao vício. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-hora-de-se-avancar-na-questao-das-drogas10185591 ?service =print
  18. 18. Explicar e reduzir a experiência humana através de um saber totalitário, de categorias fechadas e limitadas, CID- 10 e DSM-IV, que oferecem explicações prontas para determinados comportamentos diminui o real do sofrimento e a angústia por não saber a razão deste sofrimento. Assim, percebe-se atualmente uma grande adesão a estas formas de explicação que reduzem e até mesmo impedem o homem de construir através de uma experiência particular e subjetiva um significado para seu sofrimento. (Leite, 2011).
  19. 19. A prática de uma religião, espiritualidade transcendental ou mística são formas de dar sentido à vida. Ayahuasca (Hoasca) Ayahuasca é uma bebida produzida a partir de duas plantas amazônicas: Banisteriopsis caapi e Psychotria viridis.
  20. 20. O uso da Hoasca está associado a práticas religiosas e é utilizada por indígenas da Amazônia e por curandeiros ou vegetalistas em toda Amazônia, especialmente Peru, Colômbia, na região conhecida como Alto Amazonas, vizinha à província peruana com esse nome (Alto Amazonas (província) e Equador. No Brasil, as religiões Santo Daime, Barquinha e União do Vegetal originaram-se no consumo da ayahuasca, o que as inclui entre as muitas religiões que ainda fazem uso de cascas, folhas, sementes e raízes em seus cultos ou as prescrevem para o combate a males do corpo ou da alma em contexto ritual
  21. 21. Consumidor de Psicotrópicos, consumidor de Ypióca, consumidor de Crack, consumidor de Owasca... Todos são CONSUMIDORES! CULTURA CONSUMISTA: IMEDIATISMO, SOCIEDADE DO BEM ESTAR Ex:música capital inicial
  22. 22. A psicanálise propõe uma experiência subjetiva na qual o sujeito construirá um significado para seu sofrimento, seu sintoma. Através deste método de investigação busca-se essencialmente evidenciar o significado inconsciente das palavras, das ações, das produções imaginárias (sonhos, fantasias, delírios, atos falhos) de um sujeito. Desta forma, o sujeito poderá elaborar situações traumáticas, e ressignificar questões dolorosas. Ex:explicar um pouco sobre visão psicanálitica
  23. 23. -Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Ex: pacientes oncológicos
  24. 24. Obrigado!

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