Lei de Diretrizes e Base
da Educação.
ALUNAS: CINTIA THAMIRES
KELLY VANDERLEI
SUELY COSTA
ISABELA CRISTINA
AMANDA KELLY
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DEFINIÇÕES
 Avaliar: Determinar o valor, o preço ou a importância de alguma coisa,
 Avaliação: Ação ou efeito de avaliar...
LDB e AVALIAÇÃO
 A LDB (Lei de , Diretrizes e Base da Educação
Nacional- Lei nº9.394 de 20.12.1996), a avaliação é
contem...
PCN e a AVALIAÇÃO
 A concepção de avaliação proposta pelos PCN
(parâmetros Curriculares Nacionais), pretende
recuperar a ...
ORIENTAÇÃO PARA AVALIAÇÃO
 A perspectiva de cada momento da avaliação deve
ser definida claramente, para que se possa alc...
Documentos Diretrizes para a
formação de professores e a
avaliação.
 Na proposta de diretrizes para a formação
inicial do...
 A função da avaliação é favorecer o
percurso dos aprendizes;
 O foco dessa proposta é a construção de
competência que i...
REFORMA ENSINO MÉDIO
 A Reforma do Ensino Médio no Brasil é
fundamentada nos textos legais da Lei de Diretrizes e
Bases n...
CAPÍTULO I
Da Composição dos Níveis Escolares
Art. 21. A educação escolar compõe-se de:
 I - educação básica, formada pel...
Das Disposições Gerais
 Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando,
assegurar-lhe a formação c...
ORGANIZAÇÃO DO ENSINO MÉDIO
 A reforma curricular do Ensino médio
estabelece a divisão do conhecimento
escolar em áreas,s...
 Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias
A aprendizagem das ciências da natureza,
qualitativamente distinta d...
Concepções de Avaliação na LDB
 A preocupação com a avaliação é uma tônica da Lei
9.394/96. Ao longo dos 92 artigos, o te...
Segundo a LDB...
1. ... O processo de avaliação deve ter como objetivo
detectar problemas, servir como diagnóstico da
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No artigo 9º, inciso VI, a ideia de que à União cabe
assegurar processo nacional de avaliação do rendimento
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Alguns dos mitos sobre a avaliação. Aqui chegamos a um
deles: o de que o aluno seria o maior, talvez o único
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razão de existir, convertendo-se num catalogador dos
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Avaliação Escolar: Desafios e
perspectivas.
 Que significa Avaliação? Que experiências
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 Empirismo: o conhecimento é algo que
existe fora do sujeito;
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interno do sujeito...
NOVA CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO
NA LDB
 Uma proposta de rompimento com a concepção de
avaliação que pune e exclui o aluno em ...
 As propostas de mudanças só deixam de se
constituir em intenções, quando os
envolvidos diretamente no cotidiano das
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 Contudo, a melhor alternativa parece ser o próprio
professor,que poderá fazer usos de traços
fundamentais, como sua sens...
 Lei nº 12.796 - Lei 9.394, de - Lei nº 11.741, de
16.7.2008 - Regulamento
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O presente trabalho foi realizado por estudantes de Letras Esapñol da Uespi, o mesmo vai abordar o assunto sobre Lei de Diretrizes e Bases no Ensino Médio.

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  1. 1. Lei de Diretrizes e Base da Educação. ALUNAS: CINTIA THAMIRES KELLY VANDERLEI SUELY COSTA ISABELA CRISTINA AMANDA KELLY SOCORRO CALAÇO
  2. 2. DEFINIÇÕES  Avaliar: Determinar o valor, o preço ou a importância de alguma coisa,  Avaliação: Ação ou efeito de avaliar,procedimento de cálculo do valor de um bem,estimativa,valor determinado por quem avalia. A avaliação, mais que quantitativa ela deve ser qualitativa,levando em conta atitudes,aspirações,interesses,motivações,modos de pensar, hábitos de trabalho e capacidade de adaptação pessoal e social do aluno,aspectos intrínsecas e inter-relacionados com a construção do conhecimento.
  3. 3. LDB e AVALIAÇÃO  A LDB (Lei de , Diretrizes e Base da Educação Nacional- Lei nº9.394 de 20.12.1996), a avaliação é contempla diretamente nos itens V,VI E VII do Art.24,e no Art.13, nos itens I,II,III,IV,V e VI.
  4. 4. PCN e a AVALIAÇÃO  A concepção de avaliação proposta pelos PCN (parâmetros Curriculares Nacionais), pretende recuperar a concepção tradicional de avaliação ,compreendendo-a como parte integrante e intrínseca do processo educacional.  Na perspectiva do documento a avaliação é um conjunto da atuações com a função de alimentar,sustentar e orientar a intervenção pedagógica.
  5. 5. ORIENTAÇÃO PARA AVALIAÇÃO  A perspectiva de cada momento da avaliação deve ser definida claramente, para que se possa alcançar o máximo de objetividade.  Considerar a diversidade de instrumentos e situações,para possibilitar, por um lado avaliar as diferentes capacidades e conteúdos curriculares em jogo e por outro lado, constatar os dados obtidos e observar a transferência das aprendizagens em contextos diferentes.
  6. 6. Documentos Diretrizes para a formação de professores e a avaliação.  Na proposta de diretrizes para a formação inicial dos professores da educação básica, em cursos de nível superior, a avaliação é considerada parte integrante do processo de formação, pois possibilita a diagnosticar questões relevantes, aferir os resultados alcançados considerando os objetivos propostos e identificar mudanças.
  7. 7.  A função da avaliação é favorecer o percurso dos aprendizes;  O foco dessa proposta é a construção de competência que irá nortear para um novo paradigma curricular, escolar a função de avaliar não é mais a quantidade de conhecimentos adquiridos, mas a capacidade de acioná-los e de buscar outras para realizar o que é proposto.
  8. 8. REFORMA ENSINO MÉDIO  A Reforma do Ensino Médio no Brasil é fundamentada nos textos legais da Lei de Diretrizes e Bases nº. 9394, de 20 de dezembro de 1996, do Parecer 15/98 da Câmara da Educação Básica do Conselho Nacional de Educação e da Resolução 03/98 da Câmara da Educação Básica do Conselho Nacional de Educações-Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases 9394/96, o Ensino Médio é a etapa final da educação básica.
  9. 9. CAPÍTULO I Da Composição dos Níveis Escolares Art. 21. A educação escolar compõe-se de:  I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio;  II - educação superior.
  10. 10. Das Disposições Gerais  Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.  Art. 23. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não- seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.  § 1º A escola poderá reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais.  § 2º O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei.
  11. 11. ORGANIZAÇÃO DO ENSINO MÉDIO  A reforma curricular do Ensino médio estabelece a divisão do conhecimento escolar em áreas,seja no campo técnico - cientifico, seja no âmbito do cotidiano da vida social. Criando condições para que a prática escolar se desenvolva numa perspectiva de interdisciplinaridade.
  12. 12.  Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias A aprendizagem das ciências da natureza, qualitativamente distinta daquela realizada no Ensino fundamental, deve contemplar formas de aprimorarão e construção de sistemas de pensamento mais abstratos e resignificados.  Ciências Humanas e suas Tecnologias Nesta área que engloba também a filosofia, deve-se desenvolver a tradução do conhecimento das ciências humanas em consciências criticas e criativas, capazes de gerar respostas adequadas a problemas atuais e a situações novas • Linguagem,códigos e suas tecnologias
  13. 13. Concepções de Avaliação na LDB  A preocupação com a avaliação é uma tônica da Lei 9.394/96. Ao longo dos 92 artigos, o termo avaliação (e suas variações) aparece 24 vezes, e o termo verificação (do rendimento ou da aprendizagem), duas. São, assim, pelo menos vinte e seis referências explícitas à ideia de avaliar, seja relacionando-a a instituições, a alunos, aos docentes, ou aos processos educativos como um todo.
  14. 14. Segundo a LDB... 1. ... O processo de avaliação deve ter como objetivo detectar problemas, servir como diagnóstico da realidade em função da qualidade que se deseja atingir. Não é definitivo nem rotulador, não visa a estagnar, e sim a superar as deficiências. A avaliação é um direito (e deve ser assegurado); não somente alunos, mas cursos, instituições e professores são avaliados.
  15. 15. No artigo 9º, inciso VI, a ideia de que à União cabe assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar nos três níveis do ensino nos leva a pensar na avaliação como direito, ao contrário de como um peso ou fardo do qual o avaliado não pode escapar e que, mais cedo ou mais tarde, deverá enfrentar. Mas o entendimento de avaliação é amplo e envolve todas as instâncias diretamente implicadas na educação. Por isso, diversos artigos se seguem, exigindo a verificação da qualidade de cursos e instituições, conforme lemos.
  16. 16. Alguns dos mitos sobre a avaliação. Aqui chegamos a um deles: o de que o aluno seria o maior, talvez o único responsável, pelo sucesso escolar. Quem nunca ouviu (ou disse) a frase: é o aluno que se reprova? Muitas vezes ouvimos, como resposta à pergunta: Professor, que você me deu na redação?, a frase: Não fui eu que dei; você tirou quatro (com ênfase no você tirou). Tais comportamentos revelam uma concepção limitada de avaliação. O professor já cumpriu seu trabalho: ensinar; a prova seria o momento de verificar se o aluno cumpriu o seu: estudar a matéria ensinada e saber lidar com ela numa situação de risco.
  17. 17.  Desta forma, constatamos que a avaliação perde a razão de existir, convertendo-se num catalogador dos rendimentos, ao invés de servir para pensar meios de remediar as deficiências dos alunos com dificuldades. O professor, em tese, é o profissional que detém as competências para ensinar a cada um levando em conta os diferentes ritmos e possibilidade, e não apenas àqueles que aprendem imediatamente.
  18. 18. Avaliação Escolar: Desafios e perspectivas.  Que significa Avaliação? Que experiências de avaliação tiveram em seu processo educativo?  Como se dá o processo de conhecimento? Segundo Schaff (1986), podem ser identificadas como 3 correntes:
  19. 19.  Empirismo: o conhecimento é algo que existe fora do sujeito;  Inatismo: o conhecimento é um processo interno do sujeito;  Interaccionista: não há primado do sujeito nem do objeto, no sentido de incorporar as sua estruturas, os dados do ambiente, modificando-os e criando estruturas cada vez mais complexas.
  20. 20. NOVA CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO NA LDB  Uma proposta de rompimento com a concepção de avaliação que pune e exclui o aluno em direção a uma concepção de progresso e desenvolvimento da aprendizagem tem feito parte das mudanças implementadas nas escolas brasileiras nos últimos anos e está entre as inovações preconizadas pela nova LDB (Lei de Diretrizes e Bases nº. 9394, de 20 de dezembro de 1996).
  21. 21.  As propostas de mudanças só deixam de se constituir em intenções, quando os envolvidos diretamente no cotidiano das escolas se convencem da importância de realizá-las.  Muitos professores crêem que a avaliação é que define a existência da escola e, portanto se, o professor não vai mas decidir através de provas e de outras medidas “objetivas” o destino escolar do aluno , ele experimenta um sentimento de perda.
  22. 22.  Contudo, a melhor alternativa parece ser o próprio professor,que poderá fazer usos de traços fundamentais, como sua sensibilidade, flexibilidade e capacidade de observação para acompanhar e apreciar o desenvolvimento de cada aluno.
  23. 23.  Lei nº 12.796 - Lei 9.394, de - Lei nº 11.741, de 16.7.2008 - Regulamento  www.slideshare.net/valdecicorreia/ldb-atualizada- 2012  FONTE: http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoe s.action?id=102368 http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoe s.action?id=102346 http://www.pedroarrupe.com.br/upload/ldbaval.pdf  CASTRO,Amelia Domingues de;CARVALHO,Ana Maria Pessoa de.Ensinar a Ensinar: Didáctica para ensino fundamental e médio.Cenguel 2001

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