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Calibração dimensional e qp-ecd-087

  1. 1. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS 10 páginasA IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DESTE DOCUMENTO TORNA A CÓPIA NÃO CONTROLADAPROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL- MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS -- NÍVEL BÁSICO -ENGENHARIASLSERVIÇOS ELOGÍSTICAOs comentários e sugestões referentes a este documento devemser encaminhados ao SEQUI, indicando o item a ser revisado, a proposta ea justificativa.Este documento normativo tem a validade de 2 (dois) anos a partir da suaedição, prazo máximo para a realização da próxima revisão.Este prazo poderá ser alterado em razão de requisitos operacionais, oualterações em requisitos dos SNQC’s ou Sistema Petrobras.SEQUICERTIFICAÇÃOQUALIFICAÇÃO EINSPEÇÃOÍNDICE1. OBJETIVO2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA3. TERMINOLOGIA4. INSTRUMENTOS5. DESVIOS A SEREM VERIFICADOS6. ROTEIRO DE AVALIAÇÃO7. REGISTRO DE RESULTADOS8. ANEXOSApresentaçãoEste procedimento visa estabelecer os critérios, para o Processo de Qualificação de Pessoal,nas Provas de Conhecimento Prático - medição de tolerâncias geométricas - para Inspetoresde Controle Dimensional conforme requisitos do Sistema Petrobras.GESTOR: SL/SEQUI/CI APROVADOR: SL/SEQUI/CIUMBERTO EZIO ENRICO TOMASI JOSÉ ANTONIO DUARTEMatrícula 610277-1 Matrícula 572212-6
  2. 2. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008CONTROLE DE REVISÕESPROPRIEDADE DA PETROBRAS2REV. DESCRIÇÃO DATA0 Emissão original 09/09/2005AInclusão do anexo 2, item 8. Revisão na formatação do documento deacordo com procedimento geral PG-17-SL/DTL-001.27/03/2006B Revisão Geral 12/03/2008
  3. 3. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS31 OBJETIVOEste procedimento tem como objetivo descrever um processo de medição de tolerânciasgeométricas com a utilização de instrumentos básicos de medição.Com este procedimento poderão ser medidos os desvios de: perpendicularidade, paralelismo,concentricidade, cilindricidade, batimento circular radial e batimento circular axial.2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAPI-25-SL/SEQUI-001 - Plano de Gestão Integrada do SEQUIPortaria Nº 29 de 1995 do INMETRO - Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais eGerais de Metrologia (VIM)NBR 6409 – Tolerâncias geométricas – Tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento– Generalidades, símbolos, definições e indicações em desenho.3 TERMINOLOGIASão adotadas as definições constantes do VIM – Vocabulário Internacional de Metrologia edo Plano de Gestão Integrada do SEQUI - PI-25-SL/SEQUI-001.4 INSTRUMENTOS- Desempeno- Relógio Comparador com resolução de 0,001 mm- Relógio Apalpador com resolução de 0,002 mm- Esquadro padrão- Paquímetro com resolução de 0,01 mm ou 0,02 mm5 DESVIOS A SEREM VERIFICADOS- perpendicularidade- paralelismo- concentricidade- cilindricidade- batimento circular radial- batimento circular axial6 ROTEIRO DE AVALIAÇÃO6.1 PREPARAÇÃOLimpeza: Utilizar benzina, éter ou álcool isopropílico, tecido de popeline branco, guardanapode papel ou papel toalha, escova e luvas de látex. Devem ser limpos a peça e os instrumentosa serem empregados nessa verificação.
  4. 4. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS4Exame Visual: Utilizar luvas de látex para manusear as peças. O exame da peça consiste emfazer um controle visual, verificando oxidações ou danos/amassamentos/batidas quecomprometam a verificação. Verificar se a peça possui rebarbas, oxidações, se os cantos vivosnão se encontram amassados ou quebrados. Anotar no registro de medição as condições dapeça medida.Estabilização da Temperatura: Colocar as peças a serem medidas juntamente com os padrõessobre a mesa de medição para estabilização da temperatura. A temperatura do ambiente, daspeças e dos instrumentos empregados, deve ser de 20 2 ºC e verificada com um termômetrode resolução máxima 1,0 ºC.Verificação da calibração dos padrões: os padrões e instrumentos utilizados devem estarcalibrados por laboratórios credenciados pelo SEQUI (rastreabilidade a padrões nacionais), edentro do prazo de validade da calibração. Anotar os dados dos padrões e instrumentos e dosseus certificados de calibração no relatório de calibração.6.2 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE PERPENDICULARIDADEUma tolerância de perpendicularidade define uma zona formada por dois planos paralelos,duas linhas paralelas ou por um cilindro perpendicular a uma referência. A perpendicularidadeé um controle de orientação sendo necessário sempre definir uma referência.A figura 1 mostra a medição do desvio de perpendicularidade entre duas superfícies, umadelas recebe a indicação de tolerância e a outra é considerada o elemento de referência,geometricamente perfeito. A superfície de referência fica apoiada contra a superfície lateraldo esquadro padrão, sem que haja contato entre a peça e a superfície do desempeno – use umapoio cônico para evitar o contato. Prenda a peça no esquadro de modo que a mesma nãopossa ser movimentada durante a verificação. Faça a zeragem do relógio comparador sobre asuperfície tolerada e movimente-o em todas as direções. O desvio de perpendicularidadecorresponde a amplitude máxima registrada pelo relógio comparador durante a verificação.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a leitura máxima, a leitura mínima e o cálculo dodesvio.Figura 1 – Controle do Desvio de Perpendicularidade
  5. 5. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS56.3 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE PARALELISMOUma tolerância de paralelismo define uma zona formada por dois planos paralelos, duaslinhas paralelas ou por um cilindro paralelo a uma referência. Por ser uma tolerância deorientação, o paralelismo necessita que seja especificada uma referência.A figura 2 mostra um exemplo de medição do desvio de paralelismo de uma superfície emrelação a uma superfície de referência. Na figura podemos observar que a superfície dereferência está apoiada sobre a mesa do desempeno que, estando em condições, estabelece umplano de referência. A verificação consiste em movimentar o relógio comparador sobre asuperfície tolerada, em várias direções. O desvio de paralelismo corresponde a amplitudemáxima registrada pelo relógio comparador durante a verificação.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a leitura máxima, a leitura mínima e o cálculo dodesvio.Figura 2 - Controle do Desvio de Paralelismo6.4 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE CONCENTRICIDADEA tolerância de concentricidade cria uma zona de tolerância circular, limitada por um círculode diâmetro “t”, onde o centro de referência deve estar contido.A medição da espessura da parede da peça (Figura 3) deve ser feita com um paquímetro emvárias posições. O desvio de concentricidade é igual a metade da diferença entre a maior e amenor espessura encontrada e que não pode ser superior ao valor indicado no quadro datolerância.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a espessura máxima, a espessura mínima e ocálculo do desvio.
  6. 6. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS6Figura 3 - Controle do Desvio de Concentricidade6.5 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE CILINDRICIDADEA tolerância de cilindricidade especifica uma zona de tolerância limitada por dois cilindrosconcêntricos dentro da qual a superfície controlada deve ficar. O valor da tolerânciacorresponde à distância radial entre os dois cilindros. A tolerância de cilindricidadecompreende desvios de forma ao longo da seção longitudinal do cilindro, que incluem errosde conicidade, concavidade e convexidade.Conforme a figura 4, verifica-se os desvios de cilindricidade pela medição de várias seçõestransversais da peça com o uso de um relógio comparador. Inicialmente mantém-se a peçaencostada em um suporte em L e gira-se a peça, após repete-se esta operação para no mínimooutras duas seções do cilindro. Importante ressaltar que se realiza a zeragem do instrumentosomente no início da medição da primeira seção, servindo esta de referência para toda amedição.O desvio de cilindricidade é igual à metade da amplitude registrada pelo relógio comparadorao longo das medições e que não pode ser superior ao valor indicado no quadro da tolerância.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a leitura máxima, a leitura mínima e o cálculo dodesvio.Figura 4 - Controle do Desvio de Cilindricidade
  7. 7. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS76.6 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE BATIMENTO CIRCULARRADIALA tolerância de batimento circular radial é feita quando se verifica o desvio em apenas umaseção circular da peça e especifica-se uma zona de tolerância limitada por dois círculosconcêntricos, afastados de uma distância “t”, cujos centros coincidem com a linha dereferência.Conforme a figura 5 fixa-se a peça no suporte de contra pontas e realiza-se a medição atravésde um relógio comparador/apalpador em uma seção do eixo. Zera-se o relógiocomparador/apalpador e durante uma revolução completa em torno do eixo de referência dapeça faz-se a leitura máxima e mínima do instrumento, sendo que a amplitude calculada nãopode ser superior ao valor indicado no quadro da tolerância.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a leitura máxima, a leitura mínima e o cálculo dodesvio.Figura 5 - Controle do Desvio de Batimento Circular Radial6.6 PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DO DESVIO DE BATIMENTO CIRCULARAXIALA tolerância de batimento circular axial refere-se ao deslocamento máximo admissível doelemento tolerado ao longo do eixo de simetria quando a peça sofre uma rotação completa.Na figura 6 podemos verificar que o relógio apalpador realiza a medição do desvio debatimento circular axial. Com a peça posicionada no suporte de contra pontas, encosta-se aponta do relógio apalpador o mais próximo possível da borda da peça e executa-se umarevolução completa na peça. O desvio de batimento circular axial é a diferença entre asmedidas máxima e mínima e não deve exceder o valor indicado no quadro da tolerância.Anote no registro de resultados (Anexo 1) a leitura máxima, a leitura mínima e o cálculo dodesvio.
  8. 8. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS8Figura 6 - Controle do Desvio de Batimento Circular Axial7 REGISTRO DOS RESULTADOSDeverá ser preparado um registro dos resultados de medição das peças contendo:- característica dos instrumentos utilizados para a medição – capacidade de medição,resolução, marca e identificação (número de série, etc.), certificados de calibração;- condições ambientais;- dados da inspeção visual (riscos, oxidação, batidas e outros danos);- tabela contendo as medições efetuadas;- croqui da peça com marcação da referência.8 ANEXOSANEXO 1 - REGISTRO DOS RESULTADOS DE DESVIOS VERIFICADOS PARA ASTOLERÂNCIAS GEOMÉTRICASANEXO 2 – CONTROLE DOS DESVIOS DE FORMA E POSIÇÃO
  9. 9. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS9ANEXO 1RELATÓRIO DE MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS –NÍVEL BÁSICORELATÓRIO DE MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIASGEOMÉTRICAS - Nível BásicoProcedimentoREV. 010/Mar/20051) Características dos Padrões Utilizados2) Condições Ambientais Temperatura Ambiente: _____________________3) Medições3.1) PerpendicularidadeLeitura MáximaLeitura MínimaDesvioCroqui3.2) ParalelismoLeitura MáximaLeitura MínimaDesvioCroqui3.3) ConcentricidadeEspessura MáximaEspessura MínimaDesvioCroqui3.4) CilindricidadeLeitura MáximaLeitura MínimaDesvioCroqui3.5) Batimento Circular RadialLeitura MáximaLeitura MínimaDesvioCroqui3.6) Batimento Circular RadialLeitura MáximaLeitura MínimaDesvioCroqui4) ObservaçõesInspetor:________________________ SEQUI:_________________ Data: ______/______/________
  10. 10. E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008PROPRIEDADE DA PETROBRAS10ANEXO 2CONTROLE DOS DESVIOS DE FORMA E POSIÇÃOCONTROLE DOS DESVIOS DE FORMA EPOSIÇÃOProcedimentoREV. 027/Mar/2006Inspetor:________________________ SEQUI:_________________ Data: ______/______/________

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