Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 06.2015

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Boletim do Empresário Kayros Consultoria 06.2015

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Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 06.2015

  1. 1. Tamízám / tf~¡ / ' f' . . ll' CDNSU ; if KÀY l: D S negócios u finanças n gestão LTDFilA Centro Emptasarial Jundia' Avenida Minas Gerais M42 : M04 Bairro Jundiai Anápolis - GO CEP 75.110-770 | mnnkayrosoovisulloviaxzom 523324-.4-849 olknyroscomultocia ®«s5s29s121424 59' @WWSWWSUW B oonlauo@kayrosoonsulloria. com @Ilcayrosconsultorla Contabilidade . .ra *SCH Custa-s' C ! Íi"ʧi; oli'0 üassu : L cnisiiiiai' : as cn 33'"íiͧ Com o significativo aumento da com- petitividade que vem ocorrendo na maio- ria dos mercados, a apuração dos custos toma-se altamente relevante para subsidi- ar a administração na formação do preço de venda dos seus produtos e serviços; atendera legislação fiscal vigente; e, forne- cer ínformações gerenciais que auxilia o processo de tomada de decisões. Aapuração correta dos custos é essenci- al não só nas empresasindustriais, mastam- bém no comércio e nos serviços, sendo im- prescindível uma gestão de custos para con- trolaredarsustentaçãoàs suas operações. Bonlahilldadede custos A contabilidade de custos pode ser con- siderada comoum sistema destinado a pro- ver seus usuários de informações para a to- mada de decisões e alocação de recursos para á reas mais eficientes e rentáveis. Para compreendersua importância vale mencionar alguns conceitos fundamentais sobre terminologias mais utilizadas para di- recionar os gastos da empresa, como in- vestimentos, despesas e custos. Gastos É um termo usado para definir as tran- saçõesfinanceiras nas quais a empresa uti- liza recursos ou assume uma dívida, em tro- ca da obtenção de algum bem ou serviço. Porser um conceito abrangente pode estar relacionado a investimentos ou consumo como custos ou despesas. Investimentos São gastos que irão beneficiar a empre- sa em períodos futuros, como as aquisi- ções de ativos: estoques e imobilizado, por exemplo. Nesses casos a empresa visa um retorno futuro sob a fomia de produtos fa- bricados. Desn esas São gastos que não se identificam com o processo de produção. Logo, estão rela- cionadas com todos os gastos a partirda in- serção dos produtos e serviços no merca Leia T¡ sf 'rs Fr* : air-W : sta ísf: : "i Bcrllllaçfi) cmtmllflscal - CIEE” - GMBH¡ Geral da nggimg da calm - Mamtmçh Beiras como para sua wnsmtaçao Empregadas nnesemiregadns mmgim¡ ao: ¡Mmesamceber do. São as despesas financei- v 'J ras, comerciais e administra- l' tivas, comoexempIo. cuslos São gastos efetuados no processo de fabricação de bens ou de prestaáo de ser- viços. No caso industrial, são , g os fatores utilizados na produçãocomo ma- térias-primas, material secundário e mate- riais auxiliares de produção; salários e en- cargos sociais dos operários e da supervi- são da fábrica; energia elétrica, água e ou- tras utilidades aplicadas no processo pro- dutivo; depreciação das máquinas, dos mó- veis e das ferramentas utilizadas no pro- cesso produtivo. Assim, um gasto pode transfomiar-se de investimentos para custos ou despesas ou direta mente custos ou despesas. classilicação de custos Quanto à alocação ou apuração dos cus- tos é preciso separá-Ios em custos diretos e indiretos. Assim, conceituam cada qual com sua característica: - custos diretos: correspondem aos gastos específicos e que podem ser identificados com o produto ou serviço, como exemplos as matérias-primas, salários e encargos da produção etc. Não sendo produzidos (ou exe- cutado os serviços) os gastos não ocorrem. - custos indiretos: correspondem aos gas- tos que a empresa tem para exercer suas atividades, mas não tem relação direta com o produto ou serviço específico; rela- cionam-se com vários produtos ao mesmo tempo. Sua alocação ao produto depende de critérios e procedimentos fixados caso a caso (cálculos, rateios ou estimativas). Nu- ma indústria, excetoo material aplicado e a mão de obra direta, geralmente todos os demais custos são indiretos. Por exemplo: salários indiretos, depreciação, energia elé- trica, água, telefone, aluguel, seguros etc. Quanto à formação ou natureza, os dois , l Í( › ç , , ¡ f* dvl tipos de comportamentodos custos sãoen- contrados na maioria dos sistemas de cus- tos-os variáveiseos fixos: - custos variáveis: são gastos que se alte- ram de acordocom o volume de produção e devendas. Seu crescimento dependente da quantidade produzida pela empresa. Osci- Iam a nível global e mantêm-se a nível uni- tário, isto é, maior produção significa um au- mento proporcional desses gastos. Por exemplo: matéria prima, mão de obra de terceiros, comissão devendas, fretes etc. - custos fixos: são gastos que não se alte- ram, independe do volume de produção ou vendas. Sãovalores consumidos ou apli- cados independentemente da empresa es- tar produzindo ou parada. Mantém-se a ní- vel global e oscilam a nivel unitário, isto é, maior produção, não significa aumentos dessesgastos, mas para cada item produzi- do irá significar uma redução do valor do custo de sua fabricação, em função de se ter uma quantidade maior de itens produ- zidos para receber o mesmo custo total. Por exemplo: aluguel, propaganda, depre- ciação etc. Vantagens Com mercados altamente competiti- vos, as empresas não podem mais definir seus preços de acordo com os custos incor- ridos, e sim com base nos preços pratica- dos no mercado em que atuam. O conheci- mento dos custos é vital para saber se, da- do o preço, o produto é rentável; ou, se não rentável, se é possível reduzir seus custos, para manter a competitividade. -n D C : cial camara na fiança - um aln ne comiança garantindo o cumprimento de uma nlirigaçán
  2. 2. Tributos Federais | :: alonga onrmn Flsoal negras B M320 nara sua apresentação A partir do ano- calendário de 2014, to- das as pessoas jurídicas (quer sejam tributadas pelo lucro real, arbitrado ou presumido) inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Escritura- ão Contábil Fiscal (ECF) de forma centralizada pela matriz. No caso de pessoas jurídicas que foram sóci- as ostensivas de Sociedades em Conta de Parti- cipação (SCP), a ECF deverá ser transmitida se- paradamente, para cada SCP, além da transmis- são da ECF da sócia ostensiva. N50 BSÍÕII obrigadas à entrega ll¡ ECF A obrigatoriedade de apresentação da ECF não se aplica às pessoasjurídicas optantes pelo Simples Nacional; aos órgãos públicos, às autar- quiase àsfundações públicas; às pessoas jurídi- cas inativas; e, às pessoas jurídicas imunes e isentas que, em relação aos fatos ocorridos no ano-calendário, não tenham sido obripdas à apresentação da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/ Pasep, da Cofins e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita (EFD-Contribuições). ÚIIIIEMIIIÍIIGIIIIIÍIECF As pessoas jurídicas ficaram dispensadas, da escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) em meio físico e da entrega da De- claração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Juridica (DIPJ). Para os contribuintes que apuramo IRPJ pe Prática Trabalhista | CAGED cadastro Geral de Empregados e Desempregados O CAGED instituído pela Lei n? 4.923/1964, constitui fonte de informações de âmbito nacio- nal e de periodicidade mensal aos órgãos gover- namentais referente a evolução do emprego for- mal, para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de tm- balho, com oobjetivo de assistir os desemprega- dos ede apoiar medidas contra o desemprego. olllllllllfllllllfl Todos os empregadores que admitirem, desli- garem ou transferirem trabalhadores regidos pe- la Consolidação das leis do Trabalho (CLT) estão obñgados a enviar o CAGED ao Ministério do Tra- balho e Emprego (MTE), até o dia 7 do mês sub- sequente àquele em que ocorreu a movimenta- ção de empregados. Se em determinado mês não ocorrer admissão, desligamento ou transferência de empregados, a empresa estará dispensada do envio do CAGED relativo ao mês respectivo. Forma do anrosnlação O CAGED deve serenviadoao MTE por meio da Internet, com a utilização do Aplicativo do CAGED Informatizado (ACI), que deve ser utili- zado para gerar e/ ou analisar o referido arquivo (Portaria MTEnE 1129/2014). Bolollm do Emnrnsário Junho 2015 la sistemática do lucro real, a ECF é o Livro de Apuração do Lucro Real. Desta forma, as infor- mações ñscais estão sendo unificadas em ape- nas um arquivodigital. UÍIIIB ÍIIÍÍIÍIHBIIIBECF Na ECF deverá ser informado todas as opera- ções que influenciem a composição da base de cálculo eo valor devido do IRPJ e da CSLL, espe- cialmente quanto: a) à recuperação do plano de contas contábil e saldos das co mas, para pessoasjurídicas obriga- das a entregar a Escrituração Contábil Digital (ECD) relativa ao mesmo período da ECF; b) à recuperação de saldos finais da ECF do pe- riodo imediatamente anterior, quando aplicável; c) à associação das contas do plano de contas contábil recuperado da ECD com plano de con- tas referencial, definido pela Coordenação- Geral de Fiscalização (Cofis); d) ao detalhamento dos ajustes do lucro liquido na apuração do Lucro Real e dos ajustes da base de cálculo da CSLL, mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis; e) aos registros de controle de todos os valores a excluir, adicionar ou compensar em exercícios subsequentes, inclusive prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL; e, f) aos registros, lançamentos e ajustes que fo- rem necessários para a observância de precei- tos da lei tributária relativos à determinação do lucro real e da base de calculo da CSLL, quando não deva m, por sua natureza exclusiva mente fis- cal, constar da escrituração comercial, ou seja, diferentesdos lançamentos dessa escrituração. Pfllll III" IIIIIIÍI IÍU IÍÍICHIIIBHÍIIS A cópia do arquivo, o recibo de entrega e o Extrato da Movimentação Processada deverão ser mantidos no estabelecimento a que se refe- rem, pelo prazo de 5 anos a contar da data do en- vio, para fins de comprovaão perante a fiscaliza- ção do trabalho. O Protocolo de Transmissão de Arquivo é for- necido no ato da transmisáo do CAGED, onde consta o número do Código de Recebimento, que, juntamente com a inscrição CNPJ/ CEI, será obrtatório para emissão do Recibo de Entrega imediatamente após a entrega da declaração na opção "Recibo CAGED". 0 Extrato da Movimenta- ção Processada estará disponivel para impressão, apósodialodecada mês, na opçãoCAGED. USÍIÍIBÍBGÍIIIBMD O CAGED é individualizado por estabeleci- mento, assim, as empresas que possuem mais de um estabelecimento deveño remeterao MTE ar- quivos especificos a cada estabelecimento. O empregador que não prestar as informa- ções no prazo, omitirinformações ou prestarde Forma E M320 ileonirona A ECF será transmitida anualmente até o últi- mo dia útil do mês de setembro do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira; e assinada di- gitalmente mediante utilização decertifica dodi- gital válido. Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão to- tal, fusão ou incorporação, a ECF deverá ser en- tregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindi- das, fusiona das, incorporadas e incorporado- ras, até o último dia útil do mês subsequente ao do evento, observando-se que: a) a obrigatoriedade de entrega da ECF, não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pes- soasjurídicas, incorporadora e incorporada, es- tejam sob o mesmo controle societário desdeo ano-calendário anterior ao do evento; b) os casos de extinção, cisão parcial, cisão to- tal, fusão ou incorporação, ocorrido dejaneiro a agosto do ano-calendário, o prazo de entrega se- rá até o último dia útil do mês desetembro do re- ferido ano, mesmo prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendá rio anterior. CHÍÍBIÍIISÍW IIÍBBMBÍÍÍIIIBIÍÍU A ECF reúne evidências que comprovam to- da a base de cálculo do IRPJ e da CSLL. A consis- tência das informações vai proporcionar quan- do do rastreamento das informações mais efi- cácia e agilidade a fiscalizaáo. É recomendado o estudo de todos os detalhes para diminuir o risco de inconsistência de dados e inclusão na malha fina. Saiba mais: RFB n? 1422/2013, alterada pela IN RFB n? 1489/2014, e pela IN RFB n? 1524/2014. à í claiação falsa ou inexata, ficará sujeito à multa automática. O recolhimento da multa é efetua- do por meio do DARF, emitido em 2 vias, infor- mando, no campo 01: Multa Automática Lei n9 4923/1965; no campo 04: o código de receita 2877; e no campo 05: 3800165790300843-7. A multa é calculada de acordo com o tempo de atraso e a quantidade deempregados omitidos. Além das penalidades administrativas, os res- ponsáveis por meios fraudulentos na habilita- çãoou percepção do seguro-desemprego serão punidoscivil ecriminalmente. El"" IHI| || GOÍÍÍÍÍCIÇÍO “Hull Para a entrega do CAGED, éfacultada a utili- zação de certificado digital válido. Entretanto, a Porta ria MTE n9 1.129/2014 determina que é obrigatória a utilizaçãode certificadodigital váli- do, para a transmissão do CAGED por todos os estabelecimentos que possuam 20 trabalhado- res ou mais no 19 dia do mês de movimentação. As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certifica- do digital do responsável pela entrega da decla- raâo, sendo este o e-CPF ou oe-CNPI.
  3. 3. SÍIIIIIIGS Nacional Hill_ Ill ÍÊIIXI Manutenção (i0 ÍBQÍSÍHI (HIS VBIDÍBS a ÍBGBÍIBI' As empresas podem, por opção, oferecer à tributação a receita efetivamente recebida no mês (regime de caixa), em substituição à receita bruta mensal (regime de competência). A op- ção pelo regime de caixa é irretratável para to- do o ano-calendá rio. Aopçãopelo regime de caixa tendeaserma- is vantajosa, porém a adoção desse regime re- queralgunscuidados adicionais: a) nas opemções de vendas de mercadorias ou prestação deserviços a prazo, a parcela não ven- cida deverá obriptoriamente, integrar a base de cálculo do Simples Nacional, até o último mês do ano-calendário subsequente àquele em que tenha ocorrido a respectiva prestação de serviços ou operação com mercadorias; b) deverão manter registro dos valores a rece- ber, no qual constarão, no minimo, as seguintes informações, relativas a cada operação com mercado ria ou prestação de serviços a prazo: - número e data de emissão de cada docurrren- tofiscal; - valor da operação ou prestação; - quantidade e valor de cada parcela, bem como a data dos respectivos vencimentos; nlrelto comercial contrato ria Fiança - a data de recebimento e ovalor recebido; - saldo a receber, - créditos considerados não mais cobráveis. Obrigamse também ao referido registro, as vendas cujas prestações foram realizadas por meio de cheque, quando emitidos para apre- sentação futura, mesmo quando houver parce- la à vista; quando emitidos para quitação da ven- da total, na ocorrência de cheques não honra- dos; e, não liquidados no próprio mês. Ficam dispensadas, as vendas por meio de administradorasde cartões, inclusive decrédito, desde quea empresaanexeaorespectivo regis tro os extratos emitidos pelas administradoras relativos às vendase aos créditos respectivos. corrsalrrrinolas pela não manutenção rlosreolsbos Aem presa que não manter o registro dos w- Iores a receber poderá ser desconsiderada, de ofício, da opção de apuração de receitas pelo re- gime de caixa, para os anos-calendários corres- pondentes ao período em que tenha ocorrido o descumprimento. Nesta hipótese, o imposto de- verá ser recalculado pelo regime de competên- cia, sem prejuízo dos acréscimos legais corres- pondentes. REGISTRO DE VALORES A RECEBER s W^°^ a¡ mw mo Qumroe MDA "a online Mmwvuoa sumo/ t Vuxn mmadtfsrdo matmm” - »Arceus mam _minima/ erro “MEC” neo vaza mnnmm (l IIm ato de oonliança garantindo 0 GIIIIJDIÍIÉQMO Ill! uma obrigação Fiança é um ato de confiança no afiançado, disciplinada pelos artigos 818 a 839, da Lei n? 10.406/2002 (Código Civil). Itaim Ileral Pelo contrato de fiança, o fiador gamnte sa- tisfa zer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor, caso este não cumpra. Afiança é dada por escrito e não admite interpretação extensi- va. Pode-se estipular a fiança, ainda que sem consentimento do devedor ou contra sua von- tade. As dívidas futuras podem ser objeto de fiança. Mas o fiador neste caso, somente pode ser demandado depois que se fizer certa e liqui- da aobrigaáodoprincipal devedor. llãllllçill IOM GTIIIII' O credor não é obriga do a aceitar o ñador se não for pessoa idônea, domiciliada no municí- pio onde tenha de prestar fiança e não possua bens suficientes para cumprira obrigação. Autorização iro oonruoe Nenhum dos cônjuges pode prestar fiança sem autorização do outro, exceto no regime de separação absoluta (artigo 1647). Alcance Não sendo limitada, a fiança compreenderá todos os acessórios da dívida principal, inclusi- ve despesas judiciais, desde a citação do ñador. Afiança pode ser de valor inferior ao da obriga- ção principal e contraída em condições menos onerosa e, quando exceder o va lorda dívida, ou formais onerosa que ela, somente valerá ate' oli- mite da obrigação a fiança. Isenção '~ , 'E . As obrigações nulasl não são suscetíveis de fian- a, exceto se a nulidade resultar apenas de inta- pacidade pessoal do devedor. A exoeéo mencio- nada não abrangeo caso de mútuo feito a menor FIMOHIISIIWEIIIG llll incapaz Se o fiador se tornar insolvente ou incapaz, o credor poderá exigir que seja substituido. BUIIBÍÍBÍIIIÍIIIIIIÍOIII O fiador demandado pelo papmento da di- vida tem o direito a exigir, até a contestação dali- de, que sejam executados primeiramente os bens do devedor. O fiador que alegar o benefí- cio de ordem deve nomear bens do devedor, si- tos no mesmo município, livres e desembaraça- dos, que bastem para quitaro débito. Nãoapro- veita o beneficio de ordem ao fiador se ele re- nunciou expressamente ao beneficio, se obri- gou como principal pagador ou devedor solidá- rio, ou se o devedorfor insolvente, ou falido. sñlllhlflñlllllt GMIIÍIIIIIIIBS A fiança conjunta mente prestada a um só dé- bito por mais de uma pessoa importa o compro- misso de solidariedade entre elas se declarada- mente não se reservarem o benefício de divi- são. Estipulado este benefício, cada fiador res- ponde unicamente pela parte que, em propor- ção, lhe couber no pagamento. Cada fiador pode fixar no contrato a parte da divida que toma sob sua responsabilidade, caso em que não será obrigado porvalormaior. O fiador que pagar integralmente a dívida fr ca sub-rogado nos direitos do credor, mas só po- derá demandar a cada um dos outros ñadores pela respectiva quota. A parte do fiador insol- vente será distribuída pelos outros. O devedor responde também perante o fia- dor por todas as perdas e danos que este pagar e pelos que sofrer em razão da fiança. 0 direito de regresso do fiador contra o devedor não abrange apenas ovalor da dívida, mas outros de- sembolsos dela decorrentes. 0 fiador tem direi- to aosjurosdo desembolso pela taxaestipulada na obrigação principal, e, não havendo taxa con- venciona da, aosjuros legais de mora. MFGÍÍBS ÍII Ílilllllf Quando o credor, sem justa causa, demorar a execução iniciada contra o devedor, poderá o fiador promover-lheo andamento. O fiador po- derá exonerar-se da fiança que tiver assinado sem limitação de tempo, sempre que lhe convi- er, ficando obrigado portodos os efeitos da ña n- ça durante 60 dias após a notificaçãodocredor. Extinção rIaIIança O fiador pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais, e as extintivas da obri- gação (prescrição) que competem ao devedor principal, se não provierem simplesmente de in- capacidade pessoal, exceto no caso de mútuo feito a pessoa menor. O fiador, ainda que solidário, ficará desobri- gado, nas hipóteses representativas de atos uni- laterais do credor. Boletim rlo Empresário Junho 2015
  4. 4. 32'Í[Z| .'~:3 01,1 [Fisl : :uma 7.313 Boletim do Empresário _, . -. ,., ... Ç'. ';› J; .. .,511 . . (P01 Irl i/ Ps 01301016) o 3 . 1.SeguradoEmptegaoo. Empre9adoDomés0cooTmbaIhadorAvulso Qua IOF-Imposto sobre Operações Financeiras 3110961031715 DARF saum d. “nmmüç” (Rs) “qu” m O Pagamento dos Salários Mai/ IS Recibo kgfggçgzçfgewggmyggggglggw : té (é: B] as : a 5 e . , a . , , Sex FGTS~Fund0deGarantia porfempodeserviço Mai/15 GFIP/ Señp Meioeletronico/ Conectlvldade Social de ¡_33¡, g9¡¡é4_653_75 um CAGED-Cadastroceraldeimpregadoseüesempiegaóm Ma¡/1 S Cadastro Meio eletronizo/ Port. MTE 235/03, am 3° zsegumdogmpngmmmmmgmamwwmwwwwmm, . . . Oprazo ueenvioae copia da GPSao M¡ m, m) GPS - Enviar cópia aos sindicatos Ma1/15 GPS/ |NSS smdkau, amd, “ão b¡ , Rendo po, M_ 5mm, d. wmbumo (m) q" 10 _ _ _ E d E do T l Qua lPI-Impostosobrehodutoslndustrialízadosuotensal] Mal/15 DARF- 102o Ciganos 2402.2000 m4°Le111933/09 até 1 3 991 2 m1:: ° mf: : ' 13:0 ComprovantedeJuross/ CapitalPróprio-PJ Mams Formulário INSRFo41/98,An.2°, II. de , águmnnu 9m um um loF-lmposto sobre Operações Financeiras 1°0eCJufIl15 DÀRF de 2.331,89 até 4.663,74 11,00 12,00 23,00 sro - Contribuições Abr/ IS Dedaração IN RFB 1252/12, Art. 4° e 7° 3. segundo conrrlbulnm Indivldual o Fac-inativo DARF874¡ Remessa ao enem, Acontribuiçàodos segurados, contribuintes individualefacultativcma 15 CIDE Mai/15 DARFQB¡ combusdvek partir de 1° de abril de 2003, é calculada (om base na remuneração S [fd d t és. eg (SL/ COFINS/ PIS - Retenção na fonte Pouinz. Mai/ IS 0,111¡ Lei 10333103 alterada p/ Lei 11196/05 ': °;¡: ñ°"; ::| :'_m (OFlNSe PIS - Retenção Fonte-Auto Peças 2' 0uinL Mai/ IS DARF Lel 10485102 alterada p/ Lei 11196105 ' Remummçh (R5) vam. (m) Previdência Social (INSS) MaiI15 GPS §§§É$ÀÉ$§ÍLÊKÊ, §,ͧ§Ê§Í§ÀÉ2,0M, :té 71502 um! _ _ _ _ e 72$,03a 1. , , Prevldênaa 50ml (MSS) Mam s GPS/ MSS “Fgm” @mamas _ acima de 1,089.72 não tem direito ao salário família 1g IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte Mal/15 DARF M70, I, 4d», lei 111900511120030/ Lei 11.933/09 Em Legdmwña m MWMWBRON_ Dou d, 13,0¡ m" Sex COFINSIPlS-PASEP-EntidadesFinanc. eEquip. Mai/15 DARF 7987/4574 Lei 11.933/09 saum, "Mm, ;Mam lRPJICSLL/ PIS e COFINS - Inc. Imobiliárias Mai/15 0m 4095/1068 Lei 10931/0041; 5°e IN SRF 93410941121 "M000 Vê: : lc? ) _ A partir de Janeíro/201S - Decreto 8.381/2014 , S2¡ SIMPLES NACIONAL Mai/15 DAS Resolução CGSN 094/11, Art. 38 ¡aneho a Dezembm de m” 7mm E9 DCTF-Mensal Abr/ IS Declaração m m; 1_1¡0/10_M_ 5o . umnamaagqaiyggg 6:0 IOF - Imposto sobre Operações Finanteiras 2° DeCJun/ IS DAR; Base de cálculo Mensal (as) Allqmü (16) Parcela a Doduzlrüu) é 1.903 98 - - DARF - 511o . Cígarros 2402.9000 °' ' DARF_ m¡ _ Máquma, M19' M3¡ eu” de 1.903,99 até 2.826,65 7,50 142,110 DMF m7 . T'al°res'velc. emolmkielasa7.ol. de 2.816,66até 3.751,05 15.00 354,80 . . , ' 87.02,87.04,B7.0$e87,11 de 3.75|.06até4.664,6B 22.50 636,13 25 'P'""'°°“°”b'°"°d"'°°'"d“"'°"ud“(mm) Ma" 15 DARF-0676 -Automóvelsethassls87n3e87.06 , amada 4554,63 27,50 359,35 Qu¡ DARF - 0563 »Baladas -Cap. 22 TIPI Deduçóeudmhñdat . . Dgmaig pyodugo¡ ¡lpoldeoefbderitmovaloldeñlüiñmrnúí “mn é Ma. »mr-ow -c-Mwssuienamnv DMF ' 0533 ' 09mm “ma” 5'59"” 3° RH a as_ ¡mámncm pagas em dlnhelro, a mma de alimentos ou perrsóes_ em cumprimento do PIS/ PASEP - COFINS Mai/15 DARF Lei 1 1933/09, An. 1° 'xtmmfâfdmfgfãmgzgmo “d” em _ ' - › M ' 1 : csuconusms 031010300310111.; lnaulnzJun/ IS DARF Le110833/03,Ar1.30,33e34,al1etad3p/ l:11|196/0S djrozllfmkm_smmaüdewmmkwwwmásmpm(uhw_mú› COFINSePIS-RetenÇaonaFonIe-Auto Peças PQuinLJun/ ls DARF Let 10485702 alterada p/ Lei 11196/05 d0do6ontrit3uin1edeshnadasanrslearberutficsoszomplewienuresassernelwbsaosúPre DAR¡ _ m” camé u» msaiatràxwáeudalhadormmwMuben-prvçmkkxdeodtnwwnauexaponn- IRPF-lmpostodenenda dePessoasFisicas Ma¡/15 Dmwooçssz; GanhosdeCapltal-Alienaçâodebensedireitos "" " DARF - 6015 Renda Variável IRPJ/ CSL-Apuraçáomensaldelmpostopoitstímtiva Mai/ IS DARF Le¡ 9430/96, Art. 5° g “um bm. , awmuhd¡ _ _g : í E É a É > a ; - 3o 1RPJI(SL~A0u1a; áo111me91ral-Pa9arrienioda3'01ota ¡ommns mm: Le¡ 9430/96, An. 5° E "°: ::$: :5°5 É* É; ã g ã É Te' IRPJ-SIMPLESNacbml-luciodulienaçãodeAtivos Ma¡/15 9405.0507 IN RFB 608/06, Art. 5° ã (as) ãâ 5 < '" V” <'” »- |0F-Imposto sobreoperaçôes Financeiras Mai/15 DARF 2927 Operaçóesçomconnatosdederívativoshianceíros . E De Até 'I- 'ln % V. V. % DOI-Dxlaraçàooperaçóes imobiliárias Mai/15 Declaração IN RFB1112/10, Art. 4° g 13090000 49° 45° 59° 45° u 1533 IRPF 2015/AnoCaIendàrio2014 3› Quota 011110211 011150154512015 * '°°-°°°-°' 3°°«°°°-°° 5'” 5'” 8'" 5'” 'g "'72 _ , _ _ _ 360.000,01 540.000,00 6.84 7.34 10,26 7,70 5 18,43 CODÍÍIDIJlÇGOSIHÓICBÍ-EMPÍEQBÓOS Mal/ Zoli GRCSU Win09¡ 720900100 754 3M na¡ 3.49 &f; “'77 ECD-Escrituraçãocontábil Digital Ano 2014 DecIarasã° 'N “FB '42°'2°¡3 72000001 900.000,00 7,60 8,10 11.40 3,97 i É 19,04 Nota Havendoíeriadolotal(NlunicipaloiiEstaduaHna datamdicada (omovencimentoda obrigaçáorecomendamos 900.000,01 11130000100 3-13 3173 12:42 9:73 'a É ¡9-94 coiisulrarseaobrigaçáo devo ser recolhida antecipadamente ou postergada. O 1330110091 115090090 3,36 3,85 12,54 10,26 E _g 20,34 E 1.260.000,01 1.440.000,00 8,45 8,95 12,68 10,76 . g ; g 20,66 n_ _ 1.440.000,01 1.620.000,00 9,03 9,53 13.55 11,51 E 21,17 É 1.620.000,01 1.000.000,00 9,12 9,62 13.413 12,00 ÊE 21,33 2 _ _ . 9,95 10.45 14,93 12,00 S 21,06 MB IPC FIPE 111001 FGV lGP-MFGV IGP-Dl FGV INPCIBZGE MéSELl: Tan POUPAIÉÇA 101112," É , om ,054 15,06 B. ” um Més 12m. Mes 12m. Mes 12m. Més 12 m. Mes 1 m, s ; t1 Má; m. Més m, Mes . a 2.160.000,01 Lyoooom um¡ 10,63 15120 13,70 É É nos Mar 0,70 6,61 1,41 8,59 0,98 3,15 1,21 3,46 1,51 8,42 1,04 n 0,1296 0,89 0,5169 7,01 0,4583 5,50 É 2.340.000,01 252000090 m2¡ 10'” 15'” NAS 3 1¡ nl" Abr 1,10 7,21 0,61 3,40 1.17 3,55 0.92 3,93 0.71 3,34 0,95 11.55 0,1074 0,96 0,9206 7,4: 0.5000 6,00 m 1,20m”, ¡momw m¡ um ,543 , ,050 @g ; w Ma¡ 0,1153 1,02 0,6079 7,50 0,5000 6,00 2.700.000,01 21313000000 11,23 11.73 16,85 15,05 É: 22.21 2300.0000¡ 300000000 11,32 11,32 16.98 15,50 g 9 22,32 3.060.000,01 3.240.000,00 11,42 11,92 17,13 15,95 gã 22.37 411o UFES? uma mars umas uriR-Ri UFEMG UFERMS UFF-MT uma UFIR-G 051m uma 314°›°°°'°' 3-“°<°°°›°° "'51 'm' "'77 m” n” 3.420.000,01 3.600.000,00 11,61 12,11 17,42 16,85 22,45 2015 21,25 79,90 2,6871 15.4856 2,7119 2,7229 21,27 112,05 2,7382 3,3390 40,81 2,71 - UPF-MT - Valor relativo a Maiol2o1 S - UFR-PB - Valor relativo a Maio/ lol S - UFERMS « Valor relativo a Maio e Junho/201 5 Balaminut .2 gciiaoaa(cm>tnimerv| a

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