Centro Empresarial Jundiai
Avenida Minas Gerais M42 sI.104 Bairro Jundiai Anápolis - 60
CEP 75.110-770 |  wwvakayrosoonsul...
comabilidade I Redução de custos

CUWÍU íazer para não errar na dosagem

Quando se fala em redução de custos,  princi-
pal...
Prática Fiscal lclllls-lPl/ sped

q- r -
. .a -. 

l

q »o- rg. 
¡_,  _ _ . 
J , z . ü

. a, , 

l

: w

A Nota Fiscal Ele...
Fique em dial lllllll 2015 Boletimdo Empresário

  
   

 

  

AGENDADE OBRIGAÇÕES TABELAS PRATlCAS
g ror-imposrosobreope...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 04.2015

222 visualizações

Publicada em

Boletim do Empresário Kayros Consultoria 04.2015

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
222
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
17
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 04.2015

  1. 1. Centro Empresarial Jundiai Avenida Minas Gerais M42 sI.104 Bairro Jundiai Anápolis - 60 CEP 75.110-770 | wwvakayrosoonsulloriaoom 623324-.4849 olkayroscorisultoda ®~s5s2ss121424 É? @WWFWWSW B oontato@kayrosoonsultoria. oorn @Ikayrosoonsuitoria Tributos Federais | Imposto sobre a Renda da Pessoa Física l ; ãm-"x l __ , j . ~ m: : varias-z: l I -; r m 'm5 0 declarante poderá escolher a forma de tribu- os documentos de- _ _- . *- As pessoas físicas residentes no Brasil devem apresentar no exercício de 2015, a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Fi- sica (DIRPF) com informações referentes ao ano calendáriode 2014. Pa ra facilitara elabora ção da de- claração, recomendamos separar com antecedên- cia todos os documentos e informações que serão utilizados. Olirioatoricilatio Ile apresentaçao Estão obrigadas à apresentação da declaração no exercício de 2015, as pessoasfisicas residente no Brasil que, no ano-calendário de 2014: a) receberam rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, superiores a RS 26.816,55; b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, superiores a RS 40 mil; c) obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeitos à incidência do imposto, ou realizaram operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futurose assemelhadas; d) obtiveram receita bruta da atividade rural superior a RS 134.082,75; e, pretendam compensar, no and calendário de 2014 ou posteriores, prejuízos de anos anteriores ou do próprio anocalendário de 2014; e) tivera m, em 31 de dezembro, a posse ou a propri- edade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de va- lortotal superior a RS 300 mil; f) passaram, em qualquer mês, à condição de resi- dente no Brasil e encontravam-se nessa condição em 31 de dezembro; ou g) optou pela isenção do imposto incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis resi- denciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais, localizados no Pa- is, no prazo de 180 dias contados da celebração do contratode venda. Disncnsauos cio apresentação da declaração Ficam dispensadas de apresentação da declara- ção as pessoas físicas que: a) tiveram, em 31 dedezembro, a posse ou a propri- edade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de va- lor total superiora RS 300 mil, e que, na constância da sociedade conjugal ou da união estável, tenha os bens comu nsdeclarados pelo outro cônjuge ou com- panheiro, desde que o valor total dos seus bens pri- vativos não exceda RS 300miI; e, b) se enquadrar em pelo menos uma das hipóteses previstas como obrigatórias, caso conste como de- pendente em declaração apresentada por outra pes- soa física, na qual tenham sido informados seus ren- dimentos, bense direitos, caso os possuam. As pessoas fisicas, ainda que desobrigadas, po- dem apresentar a declaração, desde que não tenha constadoem outra declaração comodependente. Unção pelo desconto simoliiicado : :gilããilillliraalftxestos como iazeruaranãoerrarnariosagem tação de seus rendimentos, por meio do modelo completo ou simplificado. A melhor opção vai pro- porcionar maior restituição ou saldo menor de im- postoa pagar. Se o total das deduções exceder o limite de RS 15.880,89, a melhor opção é o modelo completo. Já na opção pela declaração simpliticada, as deduções admitidas na legislação tributária são substituídas pelo desconto padrão de 20% do valor dos rendi- mentos tributáveis, limitados a RS 15.880,89. Este modelo é indicado para pessoas que possuem pou- casdeduções afazer. É vedada a opção pela declaração simplificada, ao contribuinte que deseje compensar prejuízo da atividade rural ou imposto pago no exterior, deven- doapresentara declaraçãonomodelocompleto. Documentos necessários Para fazera declaração, tenham em mãos, todos os documentos e informações que serão utilizados e seja criterioso para não se esquecer de decla rarin- formações obrigatórias: a) cópia da declaração anterior, para facilitar o pre- enchimento da declaração atual; b) documentos de identificação pessoal: nú mero do CPF e Titulo de Eleitor, CPF do cônjuge (se declarado em conjunto) e endereço completo para correspon- dência, quando fora 1! declaraçãodocontribuinte; c) informações dos dependentes: nome do cônjuge, dos filhos etc. quandoconsiderados dependentes; d) comprovantes de rendimentos recebidos de pes- soas fisicas e jurídicas, tais como salários, pró- labore, prestação de serviços autônomos, aposen- tadoria, pensão, aluguéis, restituições, indeniza- ções, prêmios, lucros, herança, doações, poupança, aplicações financeiras, fundo de garantia etc. ; e) comprovantes de pagamento de instrução, pen- são alimentícia, aluguéis, médicos, dentistas, psicó- logos etc. , convênios médicos, previdência oficial e privada; doações efetuadas aos Conselhos Estadua- is, Municipais ou Federais dos Direitos da Criança e Adolescente; e, incentivo a cultura; f) comprovantes de aquisições ou alienação de bens tais como escritura de imóveis, recibo de veiculos, de participações societárias, etc. Extratos bancários com saldos de contas corrente, poupança, aplicações financeiras e de outros investimentos, notas de cor- retagem das operações com ações, contratos etc. ; g) comprovantes de dívidas e ônus reais tais como contratos de empréstimos contraídas de pessoas fi- sicas e jurídicas; hjgastos com uma empregada doméstica; i) livro Caixa e o Imposto recolhido durante o ano (carnê leão). Deixe anexado junto com o recibo e a cópia da declaração, todosos documentosque, além de ins- truir a declaração, também servem para compro- varaexatidãodasinformaçõesprestadas. Todos Prática trabalhista Aiostado de Saúde ocupacional - Prazos a periodicidade dosaxamos médicos verão ser mantidos arquivados pelo pra- zo prescricional atri- buído à guarda da declaração. Por fim, a relação de documentos acima não esgota todas as possibilidades de operaçõesque um declarante poderáterfeito nodecorrer deum ano. Prazo oiorma do apresentaçao A declaração deve ser apresentada até as 23h59min59s, horário de Brasília, do dia 30 de abril de 2015, pela Internet, mediante a utilização do pro- grama de transmissão Receitanet, dos serviços 'De- claração IRPF 2015 on-line e 'Fazer Declaração'. Recibo do entrega A comprovação da apresentação da declaração é feita por meio de recibo gravado depois da trans- missão, em disco rígidode computador ou em midia removível ou no dispositivo móvel que contenha a declaração transmitida, cuja impressão fica a cargo do contribuinte e deve ser feita mediante a utiliza- ção do PGO. Utilização de certilicaçào digital Deve transmitir a declaração com utilização do certificado digital, odeclarante que: a) recebeu rendimentostributáveis sujeitos aoajus- te anual, isentos e não tributáveis, e, tributados ex- clusivamente na fonte, superiores a RS 10 milhões, respectivamente; ou b) realizou paga mento de rendimentos a pessoasju- rídicas quando constituam dedução na declaração; ou a pessoas fisicas, quando constituam, ou não, de- dução na declaração, superiores a RS 10 milhões, em cada caso ou no total. Ti u Ita s A entrega da declaração depois do dia 30 de abril de 2015, ou sua não apresentação, se obrigató- ria, sujeita o declarante à multa de 1% ao mês- calendário ou fraçãode atraso, calculada sobre oto- tal do imposto devido nela apurado, ainda que ¡nte- gralmente pago. Esta multa é objeto de lançamento de oficio e tem como valor mínimo RS 165,74 e máxi- mo de 20% do Imposto sobre a Renda devido. A mul- ta mínima aplica-se inclusive no caso de declaração de que não resulte imposto devido. Paiiamenlo do imposto O saldodo imposto pode ser pago em atésquo- tas, mensais e sucessivas. Nenhuma quota deve ser inferior a RS 50. O imposto inferior a RS 100 deve ser pago em quota única. A 1! quota ou quota única de- ve ser paga até o dia 30 de abril. As demais quotas devem ser pagas até o último dia útil de cada mês, acrescidas de juros equivalentes a taxa SELIC, acu- mulada mensalmente, a partir de 30 de abril até o mês anterior ao do pagamento, e de 1% no mês do pagamento. Saiba mais: Instrução Normativa RFB n? 1545/2015. Prática Fiscal Similia: Racional lcMS-IPi/ sned - NF-e - Anexo V - cálculo codigo de barras do laior (ri Ç íiíilÍlllíiiíl/ x!¡lírFl 14H
  2. 2. comabilidade I Redução de custos CUWÍU íazer para não errar na dosagem Quando se fala em redução de custos, princi- palmente em momentos de crise, a primeira ação que muitas empresas fazem é a demissão de empregados. Entretanto, a percepção sobre redução de custosdeve serampliada e revista pe- riodicamente. Em situações, por exemplo, de lucro bastan- te reduzido, ou de prejuízo, medidas urgentes devem sertomadas, particularmente quando es- tiver em jogo a sobrevivência da empresa, sob pena de comprometer parte ou todo o negócio. Atarefa de reduzircustos nãoé coisa fácil de fazer, e tem seus dissabores; é ingrata, mas pre- cisa ser levada adiante. Porém, é neste "fazer" que está o segredo, pois mais importante que "fazer" é o "saber fazer". Algumas vezes, a ação adotada numa redu- ção de custos não resolve o problema, apenas o acoberta. Cedo ou tarde, ressurge em pro- porções maiores, muitas vezes até descontro- láveis. Quando for necessáriotomar uma deci- são para reduzir custos, considere esses dois questionamentos: O corte feito proporcionará queda na qualidade dos produtos e serviços, ou no atendimento ao cliente? Essa atitude re- duz um determinado tipo de custo com equiva lência devaloragregado ou algum tipode bene- ficio aos produtos e serviços? Caso sua resposta seja afirmativa, repense o corte. Do contrário, pode-se até obter um ga- nho no curto prazo; no entanto, tal conquista se- rá ilusória no médio e longo prazo. Sempre que a redução de custos for inevitá- vel, deve-se buscar cortar os custos ruins, e não aqueles que são significativos ao negócio. Nes- ses casos, a empresa deverá buscaralternativas que ultrapassem asvias da demissão. Muitasve- zes, a necessidade de reduzir custos pode ser um reflexo direto de uma gestão administrativa ineficiente. Reduzir custos em proporção maior que o ne- cessário pode afetar negativamente o negócio: seria o mesmo que "acertar no remédio, mas er- rar na dosagem". Para acertar na dosagem, faça as seguintes reflexões: 1. Estou tendo controle sobre todas as opera- ções na área de compras? Uma compra mal feita ocasiona reflexos ne- gativos na empresa. Neste caso, é preciso traba- lhar aspectos de negociação, criação de proce- dimentos e, até mesmo, participar de compras cooperadas para, num volume maior adquirido, obter melhores condições comerciais, tanto em preço como em prazo. 2. Estou sabendo administrarodinheiro? Pondere algumas possibilidades, tais como, negociara folha de pagamento da empresa com bancos, barganhando um conjunto de vanta Prática trabalhista | Atestado de Saúde ocupacional "v . ›. - -r . “Hail-S T j* 7'** *e* c' J . .- , s. .. n J 0 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) tem a importância de proteger a saúde do trabalhador em cada área de atuação. O exame pode ser realizado anual- mente, por semestre ou a cada dois anos, de acordo com a atividade da empresa. Compete ao empregador custear, sem ônus para o em- pregado, todos os procedimentos relacionados ao PCMSO. Cada profissão tem exames especificos co- mo parte da medicina do trabalho, realizados em cinco tipos: admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função e demissional. A não-realização do PCMSO pode causar pena- lidades impostas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A avaliação clínica ocupacional e o examefí- sico e mental, como parte integrante dos exa- mes médicos ocupacionais, deverão obedecer aos seguintes prazos e periodicidade: Exame admissional Deve ser realizado antes que o trabalhador assuma suasatividades. Exame periódico Deve ser efetuado de acordo com os seguin- tes intervalos mínimos detempo: a) trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem o desencadeamen- to ou agravamentode doença ocupacional, ou ON¡ 1d. .., p. 4' t «, - «Ram , -'«°~Y1f¡~«: z . . . J Una» . . . ..w ainda para aqueles que sejam portadores de do- enças crõnicas, os exames deverão ser repeti- dos, a cada ano ou em intervalos menores, de acordo com o critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico agente da inspe- ção do trabalho, ou aindacomo resultado de ne- gociação coletiva de trabalho; e, de acordo com a periodicidade especificada na Portaria MTb no 3.214/78, NR 15, Anexo 6 (Atividades e Ope- rações Insalubres), para os trabalhadores ex- postosacondições hiperbáricas. b) para os demais trabalhadores, será anual, quando menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade; e, a cada 2 anos, para os traba- lhadores entre 18 e 45 anos de idade. Exame de retorno 80 trabalho A realização deve ser obrigatória no 1. dia da volta aotrabalho dofuncionárioausente por pe- ríodo igual ou superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou parto. Exame de mudança delunção Entende-se por mudança de função toda e qualquer alteração de atividade, posto de tra- balho ou de setor que implique a exposição do trabalhador a um risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança. Nesta hipó- tese, a avaliação clínica será realizada obrigato- riamente antes da data da mudança. gens; além disto, é importante a escolha de um banco com perfil adequado ao da empresa para melhor atender suas necessidades. 3. Como estão sendo controlados os estoques? A informatização é um ótimo recurso para desenvolver um controle mais eficaz, evitando compras desnecessárias. Usar as centrais de compra e com partilhar estoques com fornece- doressão opções a considerar. Outra forma de redução de custosestá atre- lada à informática e telefonia. Verifique alterna- tivas, tais como as vantagens de trabalhar com rede de computadores, internet, equipa mentos que consumam menos energia elétrica, planos corporativo de com unicação etc. Por fim, deve-se considerar que pode haver caso onde a redução de custos nem passa por uma necessidade de sobrevivência. Ela é com- preendida como uma ação para aumentar a Iu- cratividade e, até mesmo, tornar a empresa ma- is competitiva no mercado. Tudo é uma questão de percepçãodo queestá sendo feito. . s. a. . ~ . .as l. l -das, Exame demissional Avaliação obrigatória, até a data da homolo- gação, desde que o último exame médico ocu- pacional tenha sido realizadohá mais de: a) 135 dias, para empresas de grau de risco 1 e2; b)90dias, para empresas degraude risco 3e4. Ampliação do prazo De acordo com a Portaria MTb no 3.214/78, NR 4, Quadro l, em decorrência de negociação coletiva assistida por profissional indicado de comum acordo entre as partes ou por profissio- nal do órgão regional competente em seguran- ça e saúde no trabalho, há possibilidade de am- pliação do prazo de dispensa do exame médico demissional, para: a) empresas enquadradas no grau de risco 1 ou 2, até mais 135 dias; b) empresas enquadradas no grau de risco 3 ou 4, até mais90dias. Atestado de Saúde ocupacional Para cada exame médico realizado, o médi- co emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional (A50), em 2 vias. A 1! via do A50 ficará arquiva- da no local de trabalho do empregado, inclusive frentede trabalhooucanteiro de obras, à dispo- sição da fiscalização do trabalho, e a 2! via será obrigatoriamente entregue aotrabalhador, me- diante recibo na 1! via.
  3. 3. Prática Fiscal lclllls-lPl/ sped q- r - . .a -. l q »o- rg. ¡_, _ _ . J , z . ü . a, , l : w A Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55, de utili- zação pelos contribuintes do ICMS e do IPI, deve ser emitida observando as formalidades perti- nentesa este documento ñscal. Dentre as formalidades previstas, destaca- mos o preenchimento dos campos relaciona- dosaos códigos de barras, cuja obrigação foi im- plementada pelo Ajuste Sinief n? 16/2010, tor- nando obrigatório o preenchimento dos cam- pos cEAN e cEANTrib, quando o produto comer- cializado possuir código de barras com GTIN (Numeração Globaldeltem Comercial). 0 que é o cúdigu de barras? Asequência de barras pretase brancas, inde- cifráveis para a maior parte dos consumidores, nada mais é que a representação de um conjun- to de números e/ ou letras, impressos de forma que o leitor óptico possa interpretá-los: o preto retém a luz, e o branco a reflete, para que o lei- tor capture os sinais e interprete qual é a se- quência de números e/ ou letras representada pelasbarras. Oleitoróptico não é capaz de lerqualquer có- digo de barras. Ele deve estar devidamente con- figurado para cada tipo que lhe forapresentado. i] que é um codigo de barras UPC? "UPC" significa: Código Universal de Produ- tos. Os UPC foram originalmente criados para ajudar os mercadosa aumentar avelocidade do processo de verificação na saída e melhorar o controle de inventário, porém o sistema se alas- trou rapidamente a todos os demais produtos de varejo pela sua eficiência. O EAN13 é o código mais usado na identifi- cação de itens comerciais. É composto de 13 dí- gitos: os 3 primeiros representam o pais (o Bra Simples Nacional | Anexo ll As microempresas e as empresas de peque- no porte optantes pelo Simples Nacional que a u- ñram receitas das atividades de prestação de serviços, a seguir relacionadas, devem, para ñnsda apuraçãodos tributose contribuiçõesde- vidos nesse regime, aplicar a tabela do anexo V da ResoluáoCGsN n? 094/2011: a) cumulativamente administração e locaáo de imóveisde terceiros; b) academias de dança, de ca poeira, de ioga e de artes marciais; c) academias de atividades fisicas, desportivas, de nataçãoe escolasde esportes; d) elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desen- volvidos em estabelecimento do optante; e) licenciamento ou cessãode direito de uso de programasde computação; f) planeja mento, confecção, manutenção e atu- alização de páginas eletrônicas, desde que rea- lizadosem estabelecimento dooptante; g) empresasmontadorasde estandespara fei- ras; Illlllilllllllllllllilll | llI| ll| l|l| ||I| | sil é 789), os 4 seguintes representam o código da empresa filiada à EAN, os próximos 5 repre- sentam o código do item comercial dentro da empresa, e o 139 dígito é o verificador, obtido pormeio de cálculo algoritmo. De acordo com a grade de itens da empresa (quantidade), a composição pode ser mudada para que o item comercial tenha de 3 a 6 dígitos e a empresa tenha 6 a 3. Ou seja, a combinação de código da empresa e código do item deve ter Qdígitos. Danfe 0 padrão de código de barras a ser impresso no Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Da nfe) é o Code-128C. O código de barras deve ser utilizado no caso de Danfe impresso para representar uma NF-e emitida: a) em operação normal ou em contingência, me- diante o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional: apenas 1 código de barras com a chave de acesso do arquivo da NF-e, descrita no item 5.4 do Manual de orienta ção do Contribuinte; e, b) nas demais hipóteses de contingência: 2 códi- gos de barras; um para representar a chave de acesso do arquivo da NF-e, descrita no referido item 5.4, e outro para representar dados da NF- e emitida em contingência, conforme o item 7.9.2 do Manual de Orientação do Contribuinte. A impressão dos códigos de barras no Danfe tem a finalidade de facilitar e agilizar a captura de dados para consulta nos portais estaduais e da Receita Federaldo Brasil (RFB). Com a chave de acesso é possível realizar a consulta de uma NF-e e de sua situação, bem co- rno visualizar a sua autorização de uso. Dentre Receita r 0,1 0,1 1 Bruta <o 1° os (r) 55 (r) ; em 1¡ (V) r e e e : meses (r) < 0,15 (f) < 0.20 13%, "" 17,50% 15,70% l 13,70% k 11.82% _ | ||l| l|l| ||lll 0,205 (r) (r) < 0,25 (r) < 0,30 (r) < 0,35 (r) < 0,40 IlllilllllllllillllllllilllllíllllllllllllllllllllllllllllllllllllII outras finalidades do código, destacam-se o re- gistro do trânsito de mercadorias nos postos fis- cais e, a critério de cada Unidade da Federação, a disponibilização do arquivo da NF-e consultada. Os dados adicionais contidos no 29 código de barras serão utilizados para auxiliar o regis- tro de trânsito de mercadorias acobertadas por NF-e emitidas em contingência. 0 conjunto de caracteres representativos do código de barras Codec-128C encontra-se no Anexo Vll do Manual de Orientação do Contri- buinte. Para a sua impressão, será considerada a seguinte estrutura de simbolização: Codec-128-C Legenda Margem Start em c Dadosropresentatlos nv isropimm"" Clara Margem clara: espaço claro que não contém nenhuma marca legível por máquina, localizado à esquerda e à direita do código, a fim deevitar in- terferência na decodificação da simbologia. A margem clara é chamada também de "área Ii- vre", "zona de silêncio" ou "margem de silêncio". Start C: inicia a codificação dos dados Code- 128C de acordo com o conjunto de caracteres. O Start C não representa nenhum caractere. Dados representados: caracteres representa- dos no código de barras. DV: digito verificador da simbologia. Stop: caractere de parada que indica o final do código aoleitor óptico. | | | l| llllllllllllllllllllllil | ||| |l| ll lllllll c_. ¡.. _.u. ... -u. ._a saunpn-n-n-u---on-x-uo h) laboratórios de análises clínicas ou de patolo- gia clinica; i) serviços de tomografia, diagnósticos médicos por imagem, registros gráficos e métodos óti- cos, bem comoressonância magnética; j) serviços de próteseem geral. Para as empresas com estas atividades a contribuição para a Seguridadesocial (INSS pa- tronal) não está incluida no Simples Nacional, devendo ser recolhida por meio da apuração dofator "r". 0 fator (r) e' uma das características que dife- re a tabela do Anexo V das tabelas dos demais anexos. O fator "r" é a relação entre a folha de sa- lários, incluídos encargos, nos 12 meses anteri- ores ao período de apuração, e a receita bruta total acumulada nos 12 meses anteriores ao pe- ríodo de apuração. Para cálculo do fator (r) pode-se utilizar, da seguinte fórmula: Fator (r) = Folha de salários, Incluído os en- cargos, nos 12 meses ante rlores ao período de apuração, dlvldldo pela receita bruta to- tal acumulada nos 12 meses anteriores ao períodode apuração. Para fins da apuração do fator (r), considera- se folha de salários, incluidos também os encar- gos, o montante pago nos 12 meses anteriores ao período de apuração, a titulo de salários, as retiradas de pró-labore, acrescidos do montan- te efetivamente recolhido a título de contribui- ção para a Seguridade Social destinada à Previ- dência Social e para oFundode Garantia doTem- po de Serviço ( FGTS). Com base no fator (r) apurado, a empresa de- ve identificar, na tabela doAnexo V, o percentu- al que será aplicadosobrea receita, para cálculo dovalordosimples Nacional. Saiba mais: Artigos 25, V, e 26, da Resolução CGSN n? 94/2011.
  4. 4. Fique em dial lllllll 2015 Boletimdo Empresário AGENDADE OBRIGAÇÕES TABELAS PRATlCAS g ror-imposrosobreoperaçós Financeiras 3°DecMarIl5 DARF ' ' ' 07 Pagamento m saum Mar/ i 5 Redbo 355g; gçfmwmmxáãfyggnsglgw : té lã: : re 2.331,88 : ü Q , a 2 Ter FGTS - Funrlode Garantia porTempo de Serviço Marl15 GFIP / Sefip Meio eletrônico/ Conectividade Social d, 133¡ _g9 n¡ 453,75 um uml-tadawoüeddeünpregadosebesenpngados Mar/ IS Cadastro Melo eletronico/ Port. MTE 235/03. art. 3° E GPS-Enviarcópia aosslndkatos Mar/15 GPSIINSS §1§Ê§§§LÉIɧÊZÊ$Í m. , à, sã; Pl-lrrpostosobrehoduoslnduwblzadoswaisal) Mar/ IS DARF-1020 clgarros240220m 111101411933109 me 1.39912 sim “ zbm Comprovante deluros s/ Capilal Próprle- P) Mar/ IS Formulário N si¡ 041/98, Art. 2°, II. de 139m3 “é 233m8 910o um um EFD -Contribuiçóes Fev/ i S Declaração IN RFB 1252/12. An. 4° e 7° de 2331,89 até 4.663,74 11,00 12,00 23,00 IOF - Imposto sobre operacóesñnameiras 1° Dec Abr/ IS DARF p^nç.374¡ Remessa ao enem, Acomrihuição dossegtndos, contribulmes Individual e facultativo. a 15 C195 MãT/ l 5 Dwgu¡ Combusdvejs panlr de 1° de abril de 2003, é calculada com base na remuneração Qua recebidaduameomls. CSL/ COFINS/ PIS - Retenção na fome : :com Mar/ IS DARF Lei 10833103 alterada u/ Lei 11196105 COFlNSe PIS - Retenção Fonte-Auto Peças 2' Qulnz. ldarls DARF Lei 10485102 alterada plLei 11196/05 (¡¡›1 _ Previdencia Social (INSS) Mar/ is GPS wmmfmüggáVmmç até 725.02 37:13 Pmldenda soda' (INSS) Mam 5 GPS/ INSS “mes” w @bandas : :ÉJJDSÉJI não tem direltãããgalãrio familia RRF -Imposto de Renda Retido na Fonte Mar/ ls DARF Amrotmurmwosampitd11.931/09 “www”, Mwwmwm, _um “num, COFINSIPIS-PASEP-Emidades Finmceiquh. Mar/15 0ARF1937l4574 le¡11.933/09 IRPJICSLUPISeCOFINS-lnc. Imobiliárias Fev/15 mnnoosnosa Lel10931l04,Art.5°elNSllF934I09-RET ig-- 222._ 'o ' = _i A panlrde Janeiro/ ms -oeameasvzou n' SIMPLES NAGONAL Mar/ l 5 DAS Resolução CGSN 094/11. Art. 38 “num a D. ”mhm d. 2m 4 DCTF-Mensal Fev/ IS Dedaração ; N RFB 1310/10_ An_ 5o loF-lmpostosobreoperações Financeiras 2°DecAbrI15 mm: maquina. mamas) , Alíquota co) pgmugogah®j mar-suo . a 24029000 "é "guga ' ' »mamy . nãüuzsuaustsa É 333x333.: 1730 ; g3 . otodg] . à . , , "M WWW ¡mwhmmm M¡ ns °^RM°°7 3$Ê'°$. X°i'7a§. $.a›. §”°7'°" de 3.7$1,06até4.664,68 22,50 636,13 m” “ ' DARF -0676 -âeuàownxvãfegâgwn3es7-0õ acima de 4.664,68 27,50 869,36 DARF-0668 - - P- marijuana. : DARF - 5123 o Demalsprodmos gezãthmowúmüxwm M “Mud DARF-DBZ¡ -Cervejassiajeltasaoktl P """""“°'°"""°'“°'°°"'“°' 9"** ° DAR¡ _0838 _Dama Mudas sukmsacka Rslsoaxwmhapuúdonlsqwooomrbúmcoaohmõsumdrüdz da PlS/ PASEP- COFINS MarIlS DARF Lel 11933/09, An. 1° : Gvübmhüdiwwnüwmwñwúl mhdegmzzünwmàmmvmm ansmoummanmmmwaunmaummawnuaucu CSL/ COFINSIPIS-Retençãonaforlte PQulnLAbr/ IS DARF LdlünmJnmãeâtáaallap/ Ldlllwü : :WW tamos. ” "M. Mah mu* COFINSePIS-RetençãonaFome-AutoPeças PQuinLAbr/ IS DARF Lei1048Sl02alteradap/ Lei11196/05 dodecaxmümdasúudnacmhubuufkmumplmunnummdmumdnm- DMFM” amu** wmumcmderruuhdcmmúnbmwmdmdenüuudmupmw IRPF-lrnposwdeRendadePessoasFíslas Mar/ IS carmem: Gmhosdeüplal-Alançlodebemedkelm '°'“'°"“" DMF-ms Rendavaruver SlMPLES Nacional | Percentu Aplicados BPJICS-Iouaçãolluisaldelrrposloporfstinativa Mar/ IS DARF Lei 9430I96,An. 5° , __ 3o IWCl-Apiraçiofrinestral-Paymbdwllnu l°Triml15 DARF Le¡9430/96,Art.5° Qu¡ llPJ-Slimñlladorel-luaodeliemçãodekiros Mar/15 DAR$. oso7 IN RFB608/06, Art. 5° IOF-Impostosobreoperações Financeiras Mar/ IS DARF 2927 Operaçóetornoontravsdedeintivosfnmrzios 00| - Declaração Operações Imobiliárias Mar/ i 5 Declaração IN RFB 11 12/10, Art. 4° blliPF-bedaraçãodeAjusoeAnual Ano2014 Declaração IN RFB1S4S/201S _ - à IRPF¡ Ano Calendário 2014 1' Quota Darf0211 IN RFB 1545/2015 É ContribuiçàoSindiral-Empregados Março/ NIS GRCSU 909mm” 7,50 mo 11,40 3,91 : :É u ~; ltavendoferiadolocalmunlclpalou Estadualinadatalndicadacomo enclmemodaobrlçaçaoreconnrtdams 'MMM u, 8'" na 9'” § consultarsoaobrlçaçãodcvasorrecolhldaanteclpadamnuoupostelrgada. 126000000 3:36 3M 13-54 1035 @à LMODMW M5 3.95 122681076 . S 1620000410 9,03 9.53 19,55 11,51 É! INDICADORES ECONÔMICOSE FISCAIS lndicadonadelmlaçaouuraam) 'MMN 9:1¡ 9-5¡ 'W “c” eg a» ' . . - _ ' , - _, ._ : ,- 1300000110 9.95 10.45 14.93 11h Wi -'A“~"ÍF'. '«"É'. ÍL e WfT“! °.? ~'*¡-9~l'l, “'°? °l'°! "?*1" 54'92"" 7*'“”? l"°"'i›^“9i el"? 2160000100 100410541506135 53 '- nldlszcílzmz-iiuls, 2mm me; 12m. lrlüm/ IZYIL- ! Ms 2m. Mkimlzm. 41453120131, _amanda-j 12m na : an: 1,62 5,92 1,73 7,66 0,76 3,96 0,67 4,06 1.43 7,13 0,94 11.10 0.007s 0,03 0,6050 7.08 0.4539 s, so 234000030 10131063 15-10 13-70 E , ga-g n" 252000000 10.2: 10,73 15,35 14,15 sã 1,22 5,37 0,97 7.99 0.27 3.85 0,53 3.74 1,16 7,68 0.82 1 0,0168 0.73 0.5002 7,05 0,4583 5,50 17mm” m” m” 'SA' um _a é 'rw 0,1296 0,09 0.5169 7,01 0.4583 s, so mm», -un m, m, ,m si; ;mamae 11.32 11.82 16.90 15.50 E! unidade Fiscal amami¡ 11.4¡ 11.92 17.13 15,95 g-ã 22.37 11,51 12.01 17.27 16,40 27.41 11,61 11.11 17,42 16.35 em» -tüm 1115-8531 11534112.. M9461: ; emma 411253117* 'W510i- , oLFBcPIs @lili-Ela 20151 21.25 79,90 2,6671 15.4856 2,7119 2,7229 20,91 110,13 2,7382 3,3390 39,79 2,71 - UPF-MT - Valor relativoa Março/ lol S - UFR-PB - Valor relativo a Março/ ls - UFERMS - Valorrelativoa MarçoeAbril/ ls “ Otimismo é esperar pelo melhor. Confiança é saber lidar com o pior. ” Roberto Simonse Balanllnut CNPJ n* iJIJMÁÉS/ lXXlI-US . , L" ' ' " ZUJ/ ÍÚ/ :Uls . . '. ,555 *"^°“°'°"'°“"““"° 8 T°*"“ '“ “"°'““ '“'“'“'°“ ÊÍÃÊÊÍÍÍÉSÍFÃÊKÉÍÉÃXÊÍÊ _ &'11; r_3rixI; Ê|§Í1)Í! Í›uÍÊ1rÊÍu-$r= ÔaoklrmloÍmmxlrlrlmmyxñlüagmnulhfmlmlllzfhlmlà-LNKÍJÀA : ÍNIJ Âlllllnlmã 1111411111211! - Bhut-tra : L('| J;IXJ _›(¡'M| |n): n(() lux) um onhrirptntulunrnlknnczn me» 'n n . - r. 1. '. | x _. u_ . _ . . um. nas, ... ... n.. .._. .., .alm, .__e. ... ._. .a. . , _t', '_, ,,'; ,;*; ;;. ,,, _;; ':, _"y, , _, ;.; ,5,; ,,; g;3 ' m, __, __; ;_3_; ;-gjjgggggzgg¡j; m¡ . uma , jam menu¡ iktnnadilxpt¡ ummimm tus-rampa

×