Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 07.2015

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Boletim do Empresário Kayros Consultoria 07.2015

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Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 07.2015

  1. 1. N J t' l¡¡v ___ -' Llg]Í n ¡u"*"¡ ' f"? D › ° f ¡ ¡ I ~' , l Í» _ , ,. . .›«-" "d , .v-- --- à *w a-w- 'crf- " f_ das* . é L, _. ¡.J 'j __, ..'-°': :¡; ¡u * A-: N* . l adí/ _. x cc _na g)f: :â YN a ' . . ^-› 4 c: X53 uma N* j. L: AA' _ É) o -°: . x 66-") X- 10' o 3_0o P69 100 _ . . v0** “f, - -. o- ____ / I -S/ “x/ P/ HANG - a L 47 ; - j 4 x/ ORE| ¡ x . .- c o o #w/ A m9 . ra-À cao; - ~ . T- - E; RSA_W_- _ r = = *Tí 'í Í í; í: Í* fã fa** fã_ _v f* . ã d - l" ' v? _ . ... .. ! IN Í , É í a n a a % ü f. .4. -. ____. i2», ^ . _À . N ' : ;, _g_ _ «S» J ü J _í T¡ L3* a¡ À , ' I". «W n! :I H L *í V» : I I , A ›_v ; I u-: uusuduuc I/ IJM-. cn-'Ir-hn 1 ggaátzl- 'u ' _ '_. _« _. _. _ ¡ 'J I' -fu « 0903 ÍIÍÂÍ. IÊÍIÇÊÍL_. ;É"ÍC3' ; V972 #AÍ jr_ »' L* . y , Jpssibilidadles 4/ CFIEH' à '
  2. 2. (à KAYFlCJS Conto Empnurlol Jundal Avenida Minas Gerais 11.142 ; M04 Bairro Jundiai Anápolis - G0 CEP 75.110-770 ¡vumkoyrocaxiuinorlmoom “5233244849 C". C) N S LJ L T Fl I A negocios n finanças¡ gestao omwuwmmth 9055629672142¡ 'GKIYVOBWWUN Boontatogrkayroooonsulloriaoom @Myrocoonsultorla contabilidade Gerencial l hlnnwl Scorecard Balanceamento de ÍIIÍIÍBHIÍIIIBS llB desempenho nara orienlar a BSÍIBÍÉQÍH Toda empresa precisa de uma estraté- gia para acompanhar a evolução do merca- do em que atua. Há tempos os sistemas de gestão baseados apenas no aspecto finan- ceiro não são mais suficientes para medir o desempenho dos negócios. Outros fatores precisam ser levados em consideração ao avaliar uma organização, como tecnologia, valores, relacionamento e competências. A sobrevivência em um mercado compe- titivo exige capacidade para dimensionar ris- cos, se posicionar perante a concorrência, di- alogar com os clientes e tirar o melhor pro- veito das vantagens que se apresentam, sem- pre dentro de padrões éticos de conduta. O sucesso depende do balanceamento das par- tes para que haja convergência de expectati- vas na busca por melhores resultados. O Balanced Scorecard (BSC) é um siste- ma de indicadores de desempenho pensa- do para controlar e acompanhar a aplica- ção da estratégia, levando em conta a pers- pectiva financeira, dos clientes, dos pro- cessos internos e de aprendizado e cresci- mento. Ou seja, a ferramenta leva em con- sideração os ativos tangiveis e não tangíve- isjá existentes nas empresas. Nesse sentido, o BSC é uma base de in- formações que fornece um tipo de receita para que os ingredientes já existentes pos- sam se combinar e criar valores de longo prazo. Serve também para descrever e co- municar a estratégia de maneira coerente e criativa a todos os envolvidos. A partir das metas e indicadores, é pre- ciso garantir o alinhamento ao foco estra- tégico, superar as barreiras funcionais exis- tentes, criar mecanismos eficazes de comu- nicação e buscar estabelecer a conexão dos diferentes órgãos à estratégia, por me- io de temas e objetivos comuns que per- meiam o BSC. Todos os colaboradores devem com- preender a estratégia e conduzir suas tare- fas cotidianas de modo a contribuir para o êxito da corporação. 0 BSC é uma fonte de estímulo, pois mantém a transparência na t a mxroslsnmreclnnar a m m : :larvas nara alcançar um nhletlvo mu: : Willis! ! EMUNIMU Dnmasllco - condiçoes D! !! BBIIUIÍNÚG M ! MENINO WMÊSÍÍW comunicação, facilitando a sinergia. A implementação deste princípio inicia-se com o treinamento dos colabora- dores em todos os niveis da organização. A estratégia não é um processo gerencial iso- lado. É parte de um trabalho que começa no sentido maisamplo, com a missão da or- ganização, traduzida para que as ações in- dividuais acompanhem o mesmo eixo de propósito. A missão e os valores essenciais são es- táveis no tempo. A visão aponta para o futu- ro e ajuda os indivíduos a compreender por- que e como respaldar os esforços da orga- nização. Além disso, inicia-se o movimento, a partir da estabilidade da missão e dos va- lores essenciais, que promove o dinamis- mo da estratégia, e esta, evolui no tempo, adaptando-se às mutações do mundo real. QÉRSPECTIyAS Financeira Processos Internos "Aprendizado e crescimento No plano das pequenas e médias em- presas, é fundamental que os empresários saibam a importância do BSC, mesmo dian- te de suas limitações operacionais para im- plementa'-Io. A movimentação integrada para o cumprimento de uma estratégia mo- derna, que envolva a formação e a valoriza- ção do capital humano, a interlocução cons- tante com os clientes, um posicionamento claro frente aos concorrentes, sem perder o controle do fluxo de caixa, tende a levar ao crescimento dos negócios, que acaba porviabilizar a aplicação integral do BSC. MINI! fútil¡ came-leao - Recolhimento da Im- nnstn de Rena¡ mami obrigatorio Portanto, às pequenas e médias, co- nhecer o sistema já é o passo inicial para tornar o processo de gestão mais harmoni- oso, com a aplicação de seus conceitos. A ampliação dos horizontes também propor- ciona menor risco de o empresário ser sur- preendido pela força implacável das mu- danças no mundo dos negócios. O processo se inicia com o trabalho da equipe executiva em descrever e comuni- car a estratégia da empresa: missão, visão e valores. Escolhem-se os objetivos estra- tégicos específicos e definem-se metas ein- dicadores. Como por exemplo: Indicadores llnancalrns - Retorno sobre investimento e valor econômico agregado - Lucratividade - Aumento do mix de receita - Produtividade e da redução de custo Matilda: assaltantes - Participação de mercado - Aquisição de clientes - Retenção de clientes - Lucratividade dos clientes - Satisfação dos clientes mu: : los Incesto: ie modelos lllllll¡ - Índices de falhas ~ Taxa de aceitação de produto ou serviço - Paradas não planejadas - Custos das atividades versus concor- rência Medidas de anrendizadu e DIBSGÍIIIBIIÍO - Satisfação dos funcionários - Retenção defuncionários - Lucratividade por funcionário. Além de mostrar a performance à cur- to prazo, do ponto de vista financeiro, o BSC indica, ao adicionar as três outras perspectivas, o equilíbrio dos impulsiona- dores, de desempenho superior à curto e longo prazo, tanto interno quanto exter- namente, num processo constante de aprendizado de toda a cadeia de valor da organização. Illlhñlàdll LUCIO E Piá-laio! ! - lim lllltlll) Ill SÓCIO pelo ÍIIVBSÍÍMBIIID B Mil¡ VIIIIM Win1300 Bnlellm du Emoresailn Julho 2015
  3. 3. Gestão de Pessoas l ! admin 00ml) IIÍÍBCÍIIIIBI' BSÍOTÇOS nara aloanç 0 gestor tem a responsabilidade de motivar as pessoas que estão próximas ou que fazem parte de sua equipe de trabalho, empreenden- do seus esforços para o alcance dos objetivos corporativos. Para esta conquista poderá observar aspec- tos práticos, tais como, o de ser um bom lider, trabalho em equipe, aprimoramento dos traba- lhos, desenvolvimentos das pessoas, remune- ração e ambiente saudável e seguro. llm Illllll IÍIIBI' Ser um bom líder pode ter um grande im- pacto positivo sobre as pessoas e os relaciona- mentos entre elas. A liderança pode ser adquiri- da com a compreensão das metas pessoais, do setor e da empresa, liderando como alguém que serve de exemplo, mantendo-os envolvi- dos em tudo oqueñzer. “IUIÍÍIU em IÍIÍIÍDC 0 trabalho em equipe tem um papel de im- portãncia vital na motivação das pessoas. Para li- derar uma equipe é necessário identificar as ca- racteristicas que levarão ao sucesso, de modo que todos tenham um grande objetivo a perse- guir. É desejável, também, saber reconhecer os 2 -d p _ membros de sua equipe como individuos com desejos e necessidades diferentes, e trata-los co- mo tais, para empregar táticas para moldar a equipe a fim de manter, como resultado, um gru- po eliciente e coeso. ÃIIIÍIIIOIIIIIGIIÍII lÍÍIS ÍÍBÍIIÍÍIIIS Os funcionários podem ser influenciados pelas pessoas com quem trabalham e pelo tra- balho que estas pessoas realizam para a em- presa. É necessário valorizara importância que o prazer pelo trabalho desperta nas pessoas e ser capaz de avaliar os funcionários e suas fun- ções para perceber até que ponto eles se ade- quam a elas. desenvolvimento ! IIS IIBSSIIIS No trabalho, todos querem se sentir realiza- dos e mostrar que estão dando o melhor de sie que, na medida do possivel, fazem avanços. A fim de obter isso, deve-se incentivar o aprimo- ramento de cada um dentro da equipe, ajudan Pratica Trabalhista l EMIÍNIIÍI DIMÍSÍÍCU ar um OIIÍBÍÍVII do cada um a definir seus padrões e metas pes- soais. As equipes precisam de treinamento para que possam ter as habilidades e conhecimentos necessários para a execução das tarefas de mo- do apropriado. HOMIIIBÍIÇÕÍI Salários, bem como outros beneficios fi- nanceiros, podem incentivar as pessoas a tra- balha rem com mais empenho e melhor, ou des- motívá-las. Considere os níveis de salários de sua empresa para julgar se são satisfatórios. Há diferentes sistemas de pagamentos. Verifique seus prós e contras e veja o que de maneira ge- ral, está sendo oferecido, levando em conta be- neficios como seguro-saúde, planos de previ- dências etc. ÀIIIIIÍBIIÍG ¡Elllfll SIIIIÍÉVBÍ 0 ambiente de trabalho pode fazer com que as pessoas se sintam bem, ou desmotivá-las, ca- so não seja satisfatório quanto desejam. É ne- cessário garantir condições de trabalho seguras e oferecer um ambiente saudável, de acordo com a legislação vigente, cumprindo as normas regulamentares referentes à saúde e a seguran- ça no trabalho. COIIÚÍÇÕBS nara contratação (ll) empregado IÍOIIIÉSÍÍBO Considera empregado doméstico, aquele que presta serviços de natureza contínua, su- bordinada, onerosa, pessoal e de ñnalidade não lucrativa à pessoa ou à familia, no âmbito re- sidencial destas, por mais de 2 dias por semana. Já o empregador doméstico é a pessoa ou a fa- milia que admite a seu serviço o empregado do- méstico. Menorde l li anos É expressamente proibida a contratação do menor de 18 anos para o desempenho de tra- balho doméstico. Duraçaodolrabalho A duração normal do trabalho doméstico não excederá 8 horas diárias e 44 semanais. liegimedelemoonarcial Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda 25 ho- ras semanais. O salário será proporcional a sua jornada, em relaáo ao empregado que cumpre nas mesmas funções, tempo integral. A duraáo normal do trabalho poderá ser acrescida de ate' 1 hora suplementar, limitado a 6 horas diárias. conlralo de 12 notas horas Mediante contrato escrito poderá ser esta- belecido horário de trabalho de 12 horas segui- das por 36 horas ininterruptas de descanso, ob- servados ou indenizados os intervalos para re- pouso e alimentação. Remuneração Em caso de empregado mensalista, o salá- rio-hora será obtido dividindo-se o salário men- sal por 220 horas, salvo se o contrato estipular Blllllllm oufmnresario Junio 2015 jornada mensal inferior que resulte em divisor diferente de 220 horas. 0 salário-dia será obtido dividindo-se o salário mensal por 30 e servirá de base para pagamento do repouso semanal re- munerado e dos feriados trabalhados. NOMSBXHES A remuneração da hora extraordinária será, no mínimo, 50% superior aovalor da hora normal. 33H60 nara comnensacao de horas Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se instituído o regime de compensação de horas, mediante acordo escrito entre empregador e em- pregado, se o excesso de horas de um dia for com- pensado em outro dia. Acomoanhar o empregador em viagem 0 empregado responsável por acompanhar o empregador prestando serviços em viagem, será considerado apenas as horas efetivamente trabalhadas no periodo, podendo ser compen- sadas as horas extraordinárias em outro dia. Esta condição depende de acordo previamente estipulado e por escrito, e a remuneração-hora do serviço em viagem será, no minimo, 25% su- perior ao valor do salário hora normal, que po- derá ser convertido em acréscimo no banco de horas, a ser utilizado a critério do empregado. Marcação de oomo É obrigatório o registro do horário de trabalho do empregado doméstico por qualquer meio ma- nual, mecânico ou eletrônico, desde que idôneo. Intervalo nara repouso e alimentação É obrigatória a concessão de intervalo para re- pouso ou alimentação pelo período de, no míni- mo, 1 hora e, no máximo, 2 horas, admitindo-se, mediante prévio acordo escrito entre emprega- dor e empregado, sua redução para 30 minutos. Caso o empregado resida no local de traba- lho, o período de intervalo poderá ser desmem- brado em 2 períodos, desde que cada um deles te- nha, no minimo, 1 hora, até o limite de horas ao dia. Em caso de modificação do intervalo é obri- gatória a sua anotação no registro diário de horá- rio, vedada sua anotação antecipada. conlralo de experiência É possivel a contratação por prazo determi- nado, mediante contrato de experiência, ou para atender necessidades de natureza transitória e para substituição temporária de empregado com contrato de trabalho interrompido ou suspenso. O contrato de experiência não poderá exce- der 90 dias. Poderá ser prorrogado 1 vez, desde que a soma dos 2 períodos não ultrapasse 90 dias. Havendo continuidade do serviço, o contra- to de trabalho irá vigorar por prazo determinado. Ver mais: Le¡ complementar n¡ 150/2015.
  4. 4. Irlhutos Federais | carai-leia CARNE-Islam¡ -. _.. -=-. ._-~3:. -- RBGUHIÍIIIBIIÍO U0 ÍIIIIIIISÍO de Renda mensal OIIÍÍQHÍÚIÍOZZÉ"" Estão sujeitas ao recolhimento mensal obri- gatório do Imposto de Renda denominado de Car- nê Leão, as pessoas fisicas residentes no Pais, que receberem de outras pessoas fisicas ou de fontes situadas no exterior, rendimentos tributáveis não sujeitos ao desconto do imposto na fonte. Rendimentos brutos consideram-se como rendimentos, os se- guintes valores efetivamente recebidos no mês: a) rendimentos de outras pessoas fisicas que não tenham sido tributados na fonte no País, ta- is como decorrentes de arrendamento, subar- rendamento, locação e sublocação de móveis ou imóveis, e os decorrentes do trabalho não as- salariado, assim compreendidas todas as espé- cies de remuneração por serviços ou trabalhos prestados sem vinculo empregatício; b) rendimentos ou quaisquer outros valores de fontes do exterior, tais como trabalho assalaria- do ou não assalariado, uso, exploração ou ocu- pação de bens móveis ou imóveis, transferidos ou não para o Brasil, lucros e dividendos; c) emolumentos e custas dos serventuários da Justiça, como tabeliães, notários, oficiais públi- cos e outros, independentemente de a fonte pa- gadora ser pessoa fisica ou jurídica, exceto quan- do forem remunerados exclusivamente pelos cofres públicos; d) importância paga em dinheiro, a título de pensão alimentícia em face das normas do Dire- ito de Família, quandoem cumprimento de deci- são judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, acordo homologadojudicialmen UÍIBÍÍD CIIIIIBIGÍHÍ [ICN I ? Ill-KUNG te, ou de separação consensual ou divórcio con- sensual realizado por escritura pública; e) rendimentos em função de prestação de ser- viços a embaixadas, repartições consulares, mis- sões diplomáticas ou técnicas ou a organismos internacionais de que o Brasil faça parte. No caso de serviços de transporte, o rendi- mento tributável corresponde a 10%, no mini- mo, do rendimento decorrente de transporte de carga e de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeíra e assemelha- dos; e a 60%, no minimo, do rendimento de- correntedetransporte de passageiros. Rendimentos em moeda estrangeira Os rendimentos em moeda estrangeira de- vem ser convertidos em dólar dos Estados Uni- dos da América, pelo valor fixado pela autorida- de monetária do pais de origem dos rendimen- tos na data do recebimento e, em seguida, em reais mediante utilização do valor do dólar fixa- do para compra pelo Banco Central do Brasil pa- ra o último dia útil da 1! quinzena do mês anteri- or ao do recebimento do rendimento. O disposto na letra 'b' não se aplica no caso de ganho de capital decorrente da alienação de bens ou direitos e da liquidação ou resgate de aplicações financeiras, adquiridos em moeda es- trangeira, e da alienação de moeda estrangeira mantida em espécie. Rendimentos recebidos |10|' dependentes Os rendimentos recebidos por pessoas con gociado, com critérios bem definidos, para que, sideradas de- pendentes do contribuinte são submetidos à tributação como rendimentos próprios. calculo do Imposto O imposto sera' calculado mediante a aplica- ção da tabela progressiva vigente no mês do re- cebimento dos rendimentos, com as deduções permitidas pela legislação em vigor e pelas des- pesas escrituradas em livro Caixa. lionlleasaoão do ¡nmsin uam no omni¡ Os rendimentos de fonte situada no exterior poderão ser compensados com o imposto pago nos paises com os quais o Brasil possui acordos, convenções ou tratados internacionais ou na- queles em que haja reciprocidade de tratamen- to em relação aos rendimentos produzidos no Brasil, desde que não sujeitos à restituição ou compensação no pais de origem. Pagamento U0 ÍITIIIIISÍO O imposto será pago até o último dia útil do mês subsequente àquele em que os rendimen- tos forem percebidos, por meio de DARF sob o código0190. O pagamento efetuadoapóso pra- zo tem incidência deiuros e multa de mora. Declaração de Ajuste Anual Os rendimentos sujeitos ao carnê-leão devem integrar a base de cálculo do imposto na Declara- ção de Ajuste Anual, sendo o imposto pago consi- derado antecipação do apurado nessa declaração. o . ... _._- . - Ver mais: Instrução Normativa RFB n? 1500/2014. o cuidado com as questões juridica e societá- II dlrel dosoelo Io investimento e nelo traballio realizado . _ Conceitualmente, o lucro remunera o capi- tal investido na empresa, e o pró-labore remu- nera o trabalho de direção da empresa. Pró- Iabore é uma expressão latina que significa 'pe- Iotrabalho'. Todos os sócios, gestores ou investidores, tem direito ao recebimento dos lucros, nos limi- tes da politica de distribuição, contratada en- tre os sócios. Já o pró-Iabore, deve beneficiar apenas os sócios que dedicarem trabalho na ge- rência da empresa. A adequada negociação entre os sócios so- bre a politica de distribuição dos lucros e do pa» gamento do pró-labore trará harmonia para a sociedade. num m-Inlm O valor do pró-labore deve ser fixado pelos sócios, no contrato social ou em documento apartado. No entanto, seu valor não precisa ser fixo no tempo, podendo ser alterado a qualquer momento, dependendo da situação financeira da empresa e do mercado. Tal valor deve ser ne não haja no futuro, divergência ou prejuízo en- tre os sócios, e seu valor poderá corresponder ao salário de um profissional que fosse contra- tado para esta atividade. Portanto é preciso definir as atividades que os sócios gerentes irão desempenhar na empre- sa e veriñcar no mercado quanto custaria para contratar um profissional que realizasse as mes- mas atividades, com a mesma qualidade espe- rada. 0 valor do pró-labore poderá então ser atribuído como se fosse o salário desse profis- sional, que deverá ser pago, conforme o venci- mento das demais obrigações da empresa. lllstrllllçlo dullms Apure com rigor, os resultados da empresa, depois crie reservas de lucros que não serão dis- tribuídas, para fazer frente a novos investimen- tos quando necessário, ou para situações não previstas. O restante do lucro divida entre os só- cios da empresa, proporcionalmente à sua par- ticipação no capital social. Sobre a remuneração do pró-labore tem a incidência da contribuição previdenciária edo impostode renda na fonte. Mesmocom todo ria, é também recomendado, atenção quanto à formalização dos documentos, dos paga- mentos e da contabilização em conta que es- pecifique a natureza desta operação para fins de, quando solicitado, possa fazer prova para afiscalização. Jum solroocanltallrtlrle Uma terceira forma de remuneração aos só- cios é o pagamento de juros sobre o capital pró- prio. Esta alternativa e' uma retribuição pelo ca- pital mantido na empresa. Em outras palavras, se a pessoa jurídica toma recursos no mercado ñnanceiro e tem que pagarjuros, por uma ques- tão de isonomia, é razoável também remunerar o capital que os sócios disponibilizam ao em- preendimento. Separar a vida financeira da empresa e da ne- cessidade de recurso pessoal de cada sócio per- mite a sustentabilidade do negócio. 0 contrato social, atas das reuniões e outros documentos como planejamento, orçamento, balanços, den- tre outros, são instrumentos para orientar as de- cisões dos sócios e dar segurança juridica para a sociedade e para a empresa. Boletim dnimnresarlo Julho 2015
  5. 5. 1-11110 3111 11a | Boletim do Empresário (NIHIPSOHGMS) o 3 _ . . 1. segundo Empngado. Empregado Doméstica TrabaIhadorAvuIso IOF lmpostosobreoperaçóes Fmanceuas 3°De<. Jun/1S DARF saum de conmblüçao (Rs) “qu” m) Seg Pagamento dos Salários ; ums Red! ” kxxâtfgmmypãhccñgãglñ# : lê 1.399,12 8,00 e 1.399,13a1é2.33|,88 9,00 P7 FGTS-Fundodecarantiaponempodeserviço Jun/ IS GFIP/ Sefip Meioeletrônico/ ConectividadeSocial de 133¡ , g9 “é 456m5 um U CAGED-Cadastvocevaldeívnptegadoseksempvagados Jun/ IS Cadastro Meio eletrônico/ Pon. MTE 235/03, an. 3° zsegundoemwmdoDumueonàw¡_, ,_w__¡b®_m; _vw_, ,_¡_x, w - nvlarc pua aoss¡ : :atos Jun/ IS GPSl| NSS s¡, ,d¡a¡oa¡ndanào¡o¡ake, adoWM_ samnodewnmhumoms) E da E11 d T ' GPS E . ó . .nd, oprazodeenviodecopiadacPsao A" “mas”, ' _ A , m l m 0 8 Of se, !P14lmpostosobrehoduloslnduslnalaadosukiensañ Junns 0711114020 (igarr0s24022000Am4°Le111933/09 até 1mm : j: : :ão 23:0 H Comprovantedelutoss/ CamtalPróprio-PJ Jun/ IS Formuláno IN SRF041/98,An.2°, lI. de “mana 2331.88 9,00 um 2h00 n. , EFD-Contribuições Mai/ IS Declaração IN RFB1252/12,Art.4°e7° de 1_33|,89até4_663_74 11,00 12,00 23,00 IOF - Imposto sobre Opelaçôes Financeiras 1° Dec. Ju| l15 DARF 3. Segurado Contribuinte Individual 0 Facullatlvo DÀRF374¡ Remessa ao enem, Acontvibuiçáo dos ggurados, contribuíntesindíviduale facultativma 15 CIDE Jun/ IS DARFQB¡ combusmeü pan1rde1°de abnlde2003,écalculadacombasenaremuneraçáo _ b'd d t é . Qua (SUCOFINS/ PIS-Retençao na fonte rQuinL 11111715 ma¡ Lei 10533703 alterada p/ Le¡ 11195705 'í E" "f" : m 5 . a 0 am I COFINSePIS-RetençãoFonte-AutoPeças PQuinLJun/ IS DARF Lei10485/02a1telradapILei11196/05 Remunouwom” vnoqm) PrevidénciaSodaHlNSS) Jun/ IS cvs §Z; ';? f;'; '“, §§, '2§1“§': :,§; §§'§§§1;22,, k°, até 725.02 37113 7 , 1. ,7 26.20 PrevidêndaSodaHINSS) JunI1S GPS/ INSS Empvesasouequípaladas gãmazãfíãsf: : 2 "ãolemdlrgitoaomàñohmíua ; o IRRF-impostode Renda Retido na Fonte Jun/ 'IS DARF M70,1,-d›, I.ei111960S, a': e1adap/ lei|1.933/09 B”, Lw¡. ,ma, u,ntups, u¡°, .,, ¡°¡¡, D°Ud, “MUN” 599 COFINS/ PIWASEP-Entidades Financzetquip. Jun/1S DARF 7937/4574 Lei 11.933/09 5mm, "mm, FMQN¡ IRPJICSLLIPISeCOFINS-lnclmobíliárias Jun/ IS DARF-109Sl1068 Lei1093lI04,An.5°eINSRF934/09-RET FMM** VaIMRS) Apartirde Janeiro/ lms-Decreto 8.381/2014 788,00 21 SIMPLES NACIONAL Jun/ IS DAS ResoluçáoCGSN 094/11,Art.38 Janeüoaoezembrode m" 724100 m DCTF-Mensal Mai/ IS Declaração m RFB 1.110/10, An. 5° . ..aàmuamgàgrxwggg áj_ IOF-Imposto sobre Operações Financeiras 2°De<Ju1I15 ma; 3:54:11; 3:11» Mensal (R3) Auquotam) Parceluneduzivuzs) DARF-Sho -(igar1os1402.90.00 °' ' ' ' ' DARF-1097 -Maqu¡n. ss4_¡9_3,. _3¡,3._3, de 1.903,99até 2.826,65 7.50 142,30 DARF_ 1097 -Tratores, vein-motocicletas 87.01. d* 2326563* 3751705 15'” 35430 . . 87.02,87.04,87.0$e87.11 de 3.7$l,06a1é4.664,68 22,50 636,13 24 IPI-Impostosobrevrodutoslndustnahzadosmensah Jun/ IS DARFMVÔ _Automóvme(ha”¡$67_°3e87_°6 “imade 4.664,68 27,50 869.36 5g), DARF - 0668 - Bebidas - Cap. 22 TIPI Dtúxõciadmmag 0M¡ . 5123 . mam, “Ogum, a)po1d49dü«11e. ov›lo16eR$|89,$990INt DARF-can -<e~e›ass~1e1-= =w1=1 DÀRF - 0338 ' 037133 “ma” sujeitas ao “ET (1 u unootunmt ps9» nn o-nhcno, .1 maio de aL-vx-«toa au pensou m1 (wnonmt-«o do PIS/ PASEP-COFINS Jun/ IS DARF Lei11933/09,Ar1.1° l whom. ..” 1, 1. na 1. LI _ 1 1.. CSL/ COFINS/ PIS-Retençáonafonte PQuinzJul/ IS DARF Lei1083103.M30,33e34,a!1eradap'Lei111960S TWÉMM” _amem mm _M_ v_ _ M m” e : :zon VI em prwidêntu pflv ¡(1! sm àlxtu us e sb COFINSeP15-ñetençãonafonte-AutoPeças PQuinLJuI/ IS DARF LeH0485I02aIteradap/ Lei11196/05 dodotonlnbu1nxndnt1mdasacmxrubewvfocmronxplmwnlunnwmlhzoumdaho ma¡ _M90 (um te» vnoêntnasanal, Masadetuhalludorcomnmuloemorqaxucuzdeadmnnmradornõmsen- lnPf-lmpostodeRendadePessoasfíslcas Jun/ IS ¡unuamaszg CunhosdeCapiuLNleruxàodebensednveum '”°“°' “' 'm 0m › 5015 Renda Vaviàvd IRPJ/ CSL-lpuvaçáoMensaldelmpostopotíxtimaúva Jun/ IS DARF Lei9430/96,Art. S° ênecennbçumacumulada ; S : g Ee 23 >o S 31 WINS. -Açuraçâcfñmeslval-Pagrertoda 110m zammns DARF Lei 9430/96. An. 5° g 'migãmgses ÊÊ Sê ÊÊ É¡ 3% ã 5121 IRPJ-SIMPlESNacbnaI-Lucrodeklienaçàodutivos Jun/ IS DARF-osw IN arame/ oe, Art. 5° E (Rs) ã 35 <°" J 5'” »- U IOF-Imposto sobre Operações Financeiras Jun/ IS DARF 2927 Operaçõescomcontratosdederivativosñmnceítos 15 D0 Até 'A % V. '/ . '/ . 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