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Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 05.2015

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Boletim do Empresário Kayros Consultoria | 05.2015

  1. 1. CCJNSU contabilidade i Enlooue Gerencial No» n 'n'1~cn"' °' 'n '~ siutiiciltniic: Jt-l__ A contabilidade tem por finalidade forne- cer informações para orientar as decisões de se- us administradores na busca de alternativas pa- ra gestão dos seus negócios. O bom desempe- nho das funções administrativas de planeja- mento, organização, controle, avaliação de de- sempenho e tomada de decisão, dentre outras, são dependentes, com particular intensidade, da disponibilidade de dados e informações con- tábeis confiáveis e em tempo divulgadas. No Brasil, com o acúmulo de implicações legais, com o tempo, esta finalidade, foi sen- do substituída pelo aspecto legal, deixando a contabilidade 'gerencial' de ser considerada como ferramenta de administração. Os núme- ros apresentados para efeito legal tem sua fi- nalidade especifica, mas numa economia ins- tável pouco representa quando se busca a análise dos resultados efetivos. No momento atual, mais do que nunca, a administração precisa estar segura quanto aos caminhos a serem seguidos e, nesse sentido, a contabilidade deve retomar seu enfoque ge- rencial, suprindo os administradores com in- formações que os orientam na tomada de deci- sões acertada. Aos administradores, que devem analisar o rumo da organização, é imprescindível que sejam apresentadas informações que, extrai- das da contabilidade, representem uma base sólida para o planejamento da organização. Necessidade da informação Só executamos alguma atividade ou toma- mos decisões quando estamos supridos de in- formações. Dentro da organização não é dife- rente. Todas as atividades desempenhadas, sejam de caráter operacional ou gerencial, es- tão apoiadas em alguma informação que pre- cisou ser preparada, no formato adequado, a partir dos dados coletados na contabilidade. Uso da inlormacão Podemos classificar a informação na em- presa quanto ao seu uso como operacional, legal ou gerencial. Operacional é a informa- ção utilizada para o processamento das ativi- dades rotineiras, utilizada num momento es- pecífico para se obter um resultado, sendo KAYFiCJS -ÊLÇQN 4 't' É 4 A W “ida” B üuçciuuuuoo. u ! NINA c! iütvuíes l! LTCJFIIA negócios n finanças l gestão -in n @'51 mentos efetuados (contas a pagar e saldo dis- ponível nos bancos). Esses mesmos dados po- dem ser compilados de outra forma, gerando informações de caráter legal ou gerencial. Legal, quando a informação é utilizada pa- ra atender à legislação vigente e que deve ser preparada independente de sua utilidade pa- ra a operação ou gestão da empresa. Já a gerencial, e a informação utilizada pa- ra a tomada de decisões. Tem por característi- ca básica a necessidade de um tratamento ela- borado sobre os dados disponíveis, visando agrupa-los de forma adequada para análise. Normalmente são informações resumidas, de pequeno volume, que agregam dados utili- zados na operação da empresa ou na prepara- ção de informações legais, como exemplo: - A administração preocupada em definira es- tratégia da empresa quanto a sua atuação no mercado, ela deve ser suprida de informa- ções que permitam avaliar situações como: que mercado deve ser mais bem explorado; onde e como investir; quais gastos estão aci- ma de nossas previsões; devemos terceirizar ou aumentar nosso quadro; que linha de pro- dutos ou que produto especifico está sendo deficitárioe porquê. Qualidade da iniormação: É evidente que a qualidade da informação irá determinar a decisão tomada. Ocorre que, normalmente, à medida que a empresa cres- ce, os diretores deixam de entrar em contato constante com todos os acontecimentos. A al- ta administração se afasta dos niveis operaci- onais e passa a ter menos conhecimento dos lr1-'n_g: i'r-i_›<oi3: : iria : iam: rf° 'f f'. 'bw "ñuñú. th_ e. ¡MM! - u¡ ¡jà "nfiñcir". ñl Centro Empresarial Jundiai Avenida Minas Gerais n.142 31.104 Bairro Jundiai Àñápolis - G0 CEP 7$.1|0-770 | wwvnkayrosconsultodanom 523324-.4849 @Ikayrosoomunona @ossezsszziczc Ê7@k3Y| '°5°°"5U“ E oonlalo@kayrosoonsulloria. oom @Iknyrosoonsultoda fatos, alguns dos quais podem, inclusive de- terminar o sucesso da empresa. Se a empresa esta' crescendo, o volume de dados para suprir todas as informações ne- cessárias também cresce e, geralmente, nu- ma proporção muito maior, isso ocorre princi- palmente quando os diversos níveis da em- presa não conhecem exatamente o que é im- portante no processo de tomada de decisão. Nesse momento, o fluxo eficiente e a qualida- de da informação passam a ser essenciais. Existem certos parâmetros que nos orien- tam na identificação de sua qualidade. No ca- so especifico da informação de caráter ge- rencial, existe um padrão a ser observado, co- mo segue: - Confiabilidade: a consistente racionalida- de das informações é de primordial impor- tância, para a administração continuar depo- sitando, nas informações recebidas, a confia- bilidade indispensável para nelas basear suas decisões gerenciais que definem, a cada mo- mento, o futuro da organização. - Em tempo hábil: a informação gerencial só se justifica se permitir uma tomada de deci- são dentro de prazos aceitáveis. - Relevância: fatos e detalhes irrelevantes po- dem ser supridos quando o uso da informa- ção não depende deles. - Comparações: a possibilidade de comparar resultados reais com os previstos, ou ainda, resultados de um período com outros torna as decisões mais segura. - Exceções: às vezes quem irá tomar decisões só precisa saber os fatos que estão fugindo a normalidade. Se tudo está dentro do previs- to, não há o que mudar, ou decidir. - Detalhamento: as informações devem es- tar estruturadas de forma a sempre permitir a obtenção de dados cada vez mais porme- norizados e localizados, partindo da informa- ção global inicialmente gerada. conclusão A contabilidade faz-se gerencial se houver dentro da organização pessoas que utilize a informação numa atuação prática, como uma ferramenta de auxilio à administração, posteriormente arquivada. Exemplo: paga para tomada de decisões. le i a lucro neal Anual Pratica Trahalhlsia Lucro ? resumido simnles Nacional Ta m h é m Pagamenlo Mensal nor Eslimaliva Glio/ Selio - orienlacñes na nocao - condicoes nara as ohrioacñes ¡msslmas ' “Wlluvacãu de livros fiscais e contábeis - Vantagens e ionnas de noção nara elaboração e entrega empresas onlarem pelo lucro presumido l"ll "fl
  2. 2. lllllfll lleal Anual Pagamento Mensal |10|' ESÍÍIIIHÍÍV¡ VBMBQBIIS e formas de 00650 Como regra geral, as pessoas jurídicas de- vem apurar o imposto de Renda Pessoa Juridi- ca (IRPJ) devido trimestralmente, com base no lucro real, presumido ou arbitrado. Os perío- dos de apuração devem ser encerrados em 31 de março, 30 dejunho, 30 de setembro e 31 de dezembro, ressalvados os casos de incorpora- ção, fusão, cisão ou encerramento de ativida- des, nos quais a apuração da base de cálculo e do imposto devido deve ser efetuada na data do evento. UIIÇÍO nulo pagamento IIIGIISBI No regime de tributação pelo lucro real, al- ternativamente à apuração trimestral, a pessoa jurídica pode optar pelo pagamento mensal do imposto por estimativa, ficando: a) obrigada à apuração do lucro real anualmen- te, em 31 de dezembro, ou por ocasião de incor- poração, fusão, cisão ou encerramento de ativi- dades, para fins de determinação do imposto efetivamente devido no periodo e ajuste de dife- renças - pagamento do saldo positivo apurado ou restituição de saldo negativo apurado; e b) com a possibilidade de apurar o lucro real no decorrer do ano, mediante levantamento de ba- lanços ou balancetes periódicos, com base nos quais poderá reduzir ou suspender os paga- mentos mensais do imposto. Prática Trabalhista l Effa/ Sefin Formaealellosnaoncáo A opção pelo pagamento mensal é conside- rada exercida com o pagamento do imposto cor- respondente ao mês de janeiro (ou do inicio de atividades, quando for o caso), vencível no últi- mo dia útil do mês subsequente. O exercício dessa opção implica, por si só, a obrigatoriedade de apuração anual do lucro real, em 31 de dezembro ou por ocasião de incorpora- ção, fusão, cisão ou encerramento das ativida- des; e, a empresa fica impedida de optar pela tri- butação com base no lucro presumido, mesmo que não esteja enquadrada em nenhuma das si- tuações que a obrigam à apuração do lucro real. A opção pelo pagamento mensal do Imposto de Renda impõe o pagamento mensal também da Contribuição Social sobre o Lucro. VBMUUIHS IÍBSÍ¡ UUCÍO: - Compensação de prejuizos fiscais A apuração trimestral é definitiva, de modo que o lucro real de um trimestre não pode ser compensado com o prejuizo fiscal de trimestre subsequente, ainda que do mesmo ano- calendário. Se for apurado prejuízo fiscal em um trimestre, a compensação desse prejuizo com o lucro real apurado nos trimestres seguintes fica- rá sujeita à observância do limite máximo de 30% do lucro real. Além disso, o prejuízo não orientações nara elaboração e entrega A Lei n? 9.528/1997 introduziu a obrigatori- edade de apresentação da Guia de Recolhimen- to do Fu ndo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP). Desde a competência janeiro de 1999, todas as pesso- as físicas ou jurídicas sujeitas ao recolhimento do FGTS, bem como as contribuições e/ ou infor- mações a Previdência Social, estão obrigadas ao cumprimento desta obrigação. SEFIP por sua vez, é o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e informações a Previ- dência Social, que é utilizado para consolidar os dados cadastrais e financeiros da empresa e dos trabalhadores, gerar a GFIP e obrigatoria- mente, transmiti-la pela internet por meio do canal eletrônico Conectividade Social. CIIIIBGIÍVÍUHIÍB social É um canal eletrônico de relacionamento, utilizado para a transmissão do arquivo do SEFIP, rescisórios, de geração de guias de reco- lhimento, de solicitação de uso do FGTS em mo- radia própria, bem como informações de afas- tamento, consulta de dados, manutenção ca- dastral, dentre outros serviços. O uso do canal Conectividade Social é obri- gatório para transmissão do arquivo SEFIP e re- quer a certificação digital da empresa ou do ór- gão que a utiliza. Para os estabelecimentos op- tantes pelo Simples Nacional com até 10 em- pregados, o uso do certificado digital é faculta- tivo. O Microempreendedor individual e o em Boletim di¡ Empresário Maio 2015 pregador doméstico também deve prestar in- formações relativas ao empregado a seu servi- ço, sendo facultativo o uso do certificado digital. ? M20 de entrega O arquivo GFIP deve ser transmitido pela Co- nectividade Social, obrigatoriamente: a) até o dia 7 do mês subsequente à aquele em que a remuneração foi paga, creditada ou se tor- nou devida ao trabalhador e/ ou tenha ocorrido outro fato gerador de contribuição ou informa- ção à Previdência Social; e, no caso de envolver recolhimento do FGTS, com antecedência mini- ma de 2 dias úteis da data de seu vencimento; b) até o dia 31 de janeiro do ano seguinte, o ar- quivo referente à competência 13 (139 salário), destinado exclusivamente à Previdência Social. Caso não haja expediente bancário nas da- tas acima, a transmissão deve ser antecipada pa- ra o dia de expediente bancário imediatamente anterior. GFIPrefiiicadora As informações prestadas incorretamente e os fatos geradores omitidos devem ser informa- dos por meio da GFIP retificadora, contendo to- dos os fatos geradores, inclusive os já informados. A correção da falta, antes de qualquer pro- cedimento administrativo ou fiscal por parte do INSS, caracteriza-se denúncia espontânea, afas- tando a aplicação das penalidades previstas. GHPsmnmowmemo operacional de um O z? trimestre somente j_- poderá ser compensado, nos trimestres seguin- tes, com lucros da mesma natureza. Todavia, no regime de pagamento mensal, o que prevalecerá sera' a apuração anual do lucro real, de modo que os resultados positivos e nega- tivos do ano são compensados automaticamen- te, sem nenhuma restrição, qualquer que seja a sua natureza (operacional ou não operacional). - Incidência do adicional de 10% No regime de apuração trimestral, sobre a parcela do lucro real de cada trimestre que exce- der a RS 60.000,00 haverá a incidência do adicio- nal de 10%, de forma definitiva, ao passo que no regime de pagamentos mensais, embora incida o adicional sobre a parcela da base de cálculo do imposto mensal que exceder a RS 20.000,00, es- sa íncidéncia somente será definitiva sobre a par- cela do lucro real anual que exceder a RS 240.000,00. Nessa hipótese, no regime de pagamento mensal, em alguns meses, a empresa poderia ter ficado sujeita ao adicional sobre a parcela do lucro mensal que excedeu a RS 20.000,00, mas essa incidência seria provisória porque o impos- to devido mensalmente durante o ano é deduzi- do do imposto devido sobreo lucro real anual. Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social GFIP , s ; O Reçeim Federal lnexistindo fato gerador de contribuição pre- videnciária, deverá ser apresentada a GFIP com indicativo de ausência de fato gerador - GFIP sem movimento - na primeira competência da ausência de fatos geradores, dispensando-se sua transmissão para as competências subse- quentes até a ocorrência de novos fatos gera- dos de contribuição previdenciária. A GFIP refe- rente à competência 13 (139 salário) deve ser enviada todos os anos, mesmo que não haja mo- vimento duranteoano. Penandades O contribuinte que apresentar a GFIP fora do prazo, que deixar de apresentá-la ou que a apresentar com incorreções ou omissões está sujeito às multas previstas na Lei n9 8.212/1991 e às sanções previstas na lei n? 8.036/1990. A multa por atraso na entrega da GFIP corres- pondente a 2% ao mês-calendário ou fração, inci- dente sobre o montante das contribuições infor- madas, ainda que integralmente pagas, respeita- dos o percentual máximo de 20% e os valores mí- nimos de RS 200,00, no caso de declaração sem fato gerador, ou de RS 500,00, nos demais casos. No caso de entrega de mais de uma GFIP em atraso com chaves distintas por competência, a base de cálculo corresponde à soma dos mon- tantes das contribuições informadas nessas GFIP, abrangendo todos os números de inscri- ção, exceto as GFIP com os códigos de recolhi- mento n? 130, 135, 608 e 650.
  3. 3. lucro Presumido | lia opção COIIIÍÍÇÕBS nara as empresas optarem pelo HIGH] presumido Podem optar pela tributação com base no Iu- cro presumido as pessoasjuridicas, não obriga- das à apuração do lucro real, cuja receita bruta total no ano imediatamente anterior tenha sido igual ou inferior a RS 78 milhões, ou RS 6,5 mi- lhões multiplicados pelo número de meses de atividade, quandoinferiora 12 meses. As pessoas jurídicas que iniciarem ativida- des ou que resultarem de incorporação, fusão ou cisão, também podem optar pela tributação com base no lucro presumido, desde que não es- tejam obrigadas à tributação pelo lucro real. EIIIIIIBSGSÍIIIIIBIÍÍIÍBS Estão obrigadas à apuração do lucro real e, portanto, impedidas de optar pelo lucro presu- mido as pessoasjurídicas: a) cuja receita total, no ano anterior, tenha sido superior ao limite de RS 78 milhões, ou RS 6,5 milhões multiplicados pelo número de meses de atividade, quando inferior a 12 meses; b) cujas atividades sejam de bancos comerciais, de investimento, de desenvolvimento; caixas econômicas; sociedades de crédito, financia- mento e investimento; sociedades de crédito imobiliário, corretoras de titulos, valores mobi- liários e câmbio; distribuidoras de títulos e valo- res mobiliários; empresas de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitaliza ção; cooperativas de crédito; e entidades de pre- vidência privada aberta; c) que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundosdoexterior; d) que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam beneficios fiscais relativos a isenção ou redução do Imposto de Renda, calculados com base no lucro da exploração; e) que, no decorrer do ano, tenham efetuado pa- gamento mensal do Imposto de Renda pelo regi- me de estimativa; f) que explorem as atividades de prestação cu- mulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, se- leção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios re- sultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); g) que explorem as atividades de securitização de créditos imobiliários, financeiros e do agro- negócio; h) agências de fomento referidas no art. 19 da MP n? 2.192-70/2001. Apuração doimnosto No lucro presumido, a apuração do imposto será feita trimestralmente, por periodos encer- rados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setem- bro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. simples Nacional | obrigações llcessorias p. I: - r: . , . | . . Egmturaçaydejivros jiisiãais e cgntabkis | As Microempresas (ME) e as Empresas de Pe- queno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacio- nal, para cumprimento das obrigações acessó- rias, devem adotar para o registro e controle de suas operações e prestações de serviços, os se- guintes livros: livro caixa Para escrituração de toda a sua movimenta- ção financeira e bancária por estabelecimento. 0 livro deverá conter termos de abertura e de encerramento e ser assinado pelo representan- te legal da empresa e pelo responsável contábil legalmente habilitado. llVlll HGQÍSÍIO de llWBlllállll Para registro dos estoques existentes no tér- mino de cada ano-calendário, quando contri- buinte do ICMS. UV") HGQÍSÍIO de Entradas Modelo 1 ou 1-A, para escrituração dos do- cumentos fiscais relativos às entradas de mer- cadorias ou bens e às aquisições de serviços de transporte e de comunicação efetuadas a qual- quer título pelo estabelecimento, quando con- tribuinte do ICMS. livro Registro dos serviços Prestados Para escrituração dos documentos fiscais re- lativos aos serviços prestados sujeitos ao ISS, quando contribuinte do lSS. Livro Registro de Serviços tomados Para escrituração dos documentos fiscais re- lativos aos serviços tomados sujeitos ao ISS. livro de lieolstro de Entrad e saida de Selo de ÍÊOIIÍIIIÍG Caso seja exigido pela legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os livros acima poderão ser dispensados, no todo ou em parte, pelo ente tributante da cir- cunscrição fiscal do estabelecimento do contri- buinte, respeitados os limites de suas respecti- vas competências. Além dos livros acima, também serão de uti- lização obrigatória os livros: llWll RGQÍSMI de Impressão de documentos Fiscais Utilizado pelo estabelecimento gráfico para registro dos impressos que confeccionar para terceiros ou para uso próprio. LÍVIIISGSIIGCÍÍÍBIIS utilizados pelos contribuintes que comer- cializemcombustiveis. livro Registro dallefculos utilizados por todas as pessoas que interfi- ram habitualmente no processo de intermedia- ção de veículos, inclusive como simples deposi- tários ou expositores. contabilidade As empresas poderão, opcionalmente, ado ouamo notar e como A opção pela tributação será manifestada por ocasião do pagamento da 1! quota ou quo- ta única do imposto devido no 19 trimestre do ano, vencivel no último dia útil do mês de abril. Será considerada formalizada a opção median- te a indicação, no campo 04 do Darf, do código de receita 2089, próprio do imposto apurado no regime do lucro presumido. A pessoa juridica que iniciar atividade a par- tir do 29 trimestre manifestará a opção pelo Iu- cro presumido com o pagamento da 1! quota ou quota única do imposto devido no trimestre do inicio de atividade. lnalterabilidade Desde o ano-calendário de 1999, a opção pe- la tributação com base no lucro presumido pas- sou a ser definitiva em relação a todo o ano- calendário, ou seja, depois de iniciado o paga- mento do imposto com base no lucro presumi- do, não será mais admitida a mudança para o re- gime do lucro real, em relação ao mesmo ano. OFICINA nu ¡All! lti tar contabilidade simplificada para os registros e controles das operações realizadas, atenden- do-se às disposições previstas no Código Civil e nas Normas Brasileiras de Contabilidade edita- das pelo Conselho Federal de Contabilidade. Declaração Eletronica de serviços Ficam obrigadas à entrega da Declaração Ele- trônica de Serviços, quando exigida pelo muni- cípio, que servirá para a escrituração mensal de todos os documentos fiscais emitidos e docu- mentos recebidos referentes aos serviços pres- tados, tomados ou intermediados de terceiros. Essa declaração substitui os livros Registro dos Serviços Prestadose Registro de Serviços To- mados, e sera' apresentado ao município ou ao Distrito Federal pelo prestador, pelo tomador, ou por ambos, observado o disposto na legisla- ção de sua circunscrição fiscal. Também ficam obrigadas ao cumprimento das obrigações acessórias previstas nos regimes especiais de controle fiscal, quando exigíveis pe- lo respectivo ente tributante. Guarda e conservação de livros e docu- mentos fiscais Os documentos fiscais relativos a operações ou prestações realizadas ou recebidas, bem como os livros fiscais e contábeis, deverão ser mantidos em boa guarda, ordem e conservação enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescri- tas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. Boletim do Empresário lillaio 2015
  4. 4. 310.111 à? , IOF - Imposto sobre Operações Financeiras 3° DeçAbr/ IS DARF 07 Pagamenrodossaiários Abr/ Is Recibo 1511121;zsafasiszfmâgezízlzwa** Qui FGTS - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço Abr15 GFIP / Sefrp Meio eletronico/ Conectividade Social (A650 - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Abr/ I 5 Cadastro Meio eletrônico/ Port. MTE 235/03, art, 3° , . . , O prazo de envio de copia da GPS ao m GPS - Enviar cópia aos sindicatos Abr/15 GPS/ INSS Shaman, ama não 7°¡ anemdo po, ¡e¡_ S; IPI - Imposto sobre Produtoslndustrializados (Mensal) Abr/ 15 DARF - 1020 Ciganos 2402.20.00 Art. 4° Lei 11933709 Comprovante de Juros sl Capital Próprio - PI Abr/15 Formulário IN SRF 0411984112 2°. II. 01,2 IOF - Imposto sobre Operações Financeiras 1° Dec. Mai/ l 5 DARF EFD ~ Contribuições Mar/ 1 5 Declaração IN RFB 1252/12, Art. 4° e 7° DARF-8741 Remessa ao exterior 1 É ODE Ab', 15 DARF-9331 Combustíveis 5,. . CSL/ COFINS/ PIS - Retenção na fonte 2' QuínLAbr/ IS DARF Lei 10833/03 alterada p/ Lei 11196/05 COFINS e PIS - Retenção Fonte-Auto Peças 2' Quinz. Abr/15 DARF Lei 10485/02 alterada p/ Lei 1 1196/05 Previdência Social uuss) Abr/15 ces ÉZQLÇÊJJXÍQÇSYÍQ: §,§; §§'§§'§X, :§; ,¡m, _ Previdência Social (INSS) Abr/1S GPS/ INSS Empresas ou equiparadas IRRF - Imposto de Renda Retido na Fonte Abr/15 DARF An. 70. 1, rd», Lei 111960341191311¡ P119¡ 1 13331119 é: : COFINS/ PIS-PASEP - Fntidades Finant. e Equip. Abr/1 s om 793774574 Lei 11.933/09 IRPJ/ CSLL/ PIS e COFINS - Inc. Imobiliárias Mar/ IS DARF 4095/1068 Le¡ 10931/0441 S°e IN SRF 934/09 - n51 SIMPLES NACIONAL Abr/1S DAS Resolução CGSN 094/ 1 1, Art. 38 i7 . ) . su¡ DCTF - Mensal Mar/15 Declaraçao ; N Rpg L¡ ¡o/ w_ an. 5o IOF - Imposto sobre Operações Financeiras 2° Dec. Mai/15 DAR; DARF ~ 5110 - Cigarros 2402.90.00 DARF ~ 1097 ~ Máquinas 8429,84.” e 84.33 DARF . 'O97 -Tratores, veíc, emoto(i(Ietas87,01, 2 5 . . 87.02, 87.04, 87.05 e 87.11 Seg IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados (Mensal) Abr/ I 5 DARF _ 0676 _ Auwmóveü e (um 37m e 37.06 DARF - 0668 - Bebidas - Cap. 22 TIPI DARF - $123 - Demais produtos DARF - 0821 - Cervejas sujeitas ao RET DARF - 0338 - Demais bebidas sujeitas ao REY PIS/ PASEP ~ COFINS Abr/1S DARF Lei 11933/09, Art. 1° (SL/ COFINS/ P1S~ Retenção na fonte 1' Ouínl. M31/ 15 DARF Lei 1118331031111. 30, 33 e 34, alIerada p¡ Leí 11196105 COFINS e PIS › Retenção na Fonte › Auto Peças 1'QuinL Mai/ IS DARF Lei 10485/02 alterada p/ Lei 11196/05 DARF -0190 (m4 Leao IRPF - Imposto de Renda de Pessoas Físicas Abr/15 DARF 460o e 8523 Ganhos de (aprlal - Ariemrào de bens e direitos DARF - 6015 Renda Varravel IRPJ/ CSL - Apuração Mensal de Imposto por Estimaüva Abr/15 DARF Le¡ 9430/96, Art. 5° , Ni WJCCSL ~ Apuração Trimestral ~ 9392112310112 2' Quota 1° Trim/ 1 5 DARF Lei 9430/96, Art. 5° 5a' ~ IRPJ - SIMPLES Nacional - lucro de Alienação de Ativos Abr/15 DARF - 0507 IN RFB 608/06, Art. 5° IOF - Imposto sobre Operações Financeiras Abr/15 DARF 2927 Operações rom tontratos de derivativos ñnanceiros DOI- Declaração Operações Imobiliárias Abr/ I 5 Declaração IN RFB 1112/10, Art. 4° IRPF 2015/AnoCaIendário 2014 2' Quota Darf 0211 IN RFB 1545/2015 Contribuição Sindical « Empregados AbriI/2015 GRCSU IPI › Fabricantes de Produtos tapítulo 33 da TIPI Mar-AbrI15 Informações IN SRF n° 47/2000 - Anexo Único salário Família Mai/15 Comprovante Frequência escolar a partir dos 7 anos DASN - SIMEI/2015 Ano 2014 Declaração Resolução GCSN 11° 094/2011 Nom HaVU11dÔfCrIÚdO1OC1I11h0UÍ11(1pÃ10HEÍÍÂdU-ülna d.1t.11r1d1c,1(1'a como uentinwr-rtto (1.1 obrigaçao rcrontoitdainos consultar s1>. at›1›rrga<ao ÓÍW/ l'VI! Uíüllildd711111301)IIÕJIIINHII'[111püílülgdÚd MES IPC FIPE IPC-Dl FGV IGP-M FGV IGP-Dl FGV INPC IBGE SELIC TR POUPANÇA TJLP Mes 12m, Mes 12m. Més 12m. Més 12m. Més 12m. Més 12m. Més 12m. Més 12m. Més 11m- Fev 1,22 5.37 0,97 7,99 0,27 3,85 0,53 3,74 1,16 7,68 0,82 11.14 0,0168 0,73 0,5882 7,05 0,4533 5,50 Mar 0,70 6,61 1,41 8,59 0,98 3,15 1,21 3,46 1,51 8,42 1,04 11.40 0,1296 0.89 0,5169 7,01 0,4583 5,50 Ab' 0,1074 0,96 0.9206 7,43 0,5000 6.00 ANO UFES? UPF-PR VRTEES UFF-RS UFIR-RI UFEMG UFERMS UFF-MT UPF-PA UFIRCE UFRN UFRPI 2015 21,25 79,90 2.6871 15.4856 2,7119 2,7229 20,91 110.71 2,7382 3,3390 40.28 2,71 - UPF-MT - Valor relativo a Abril/2015 - UFR-PB ~ Valor relativo a Abril/2015 - UFERMS -Valor relativo a Março e Abril/201 S o ou¡ 11101 Iíiain 21115 "Não há progresso sem mudança. E. quem não consegue mudar a s¡ mesmo, acaba não mudando coisa alguma. ” George Bernard Shaw Boletimdu Empresário ¡Pcd N. MPS 01300151 1. Segurado Empregado. Empregado Doméstico o Trabalhador Avulso Salário de conlribulção (RS) Alíquota (Ve) até 1.399,12 8,00 de 1.399,13 até 2.331,38 9,00 de 2.331,89 até 4.663,75 11,00 2. Segurado Empregado Doméstico ; Tiu-. i ; ,121 : r wmszayx um _ _ Allquota¡ (V. ) Salário de conttrbulçãomâ) Empmgado Empregador Tom até 1.399,12 3,00 12.00 20.00 de 1.399,13 até 2.331,88 9,00 12,00 21,00 de 2.331,89 até 4.663,74 11,00 12,00 23,00 3. Segurado Contrlbulnto Individual e Facultatlvo A contribuição dos segurados, contribuintes individual e facukativo, a partir de 1° de abril de 2003. é calculada com base na remuneração recebida duranteomés. 4. Salário Familia Remuneração (RS) Valor (RS) até 725,02 37,18 de 725,03 a 1.089,72 26,20 acima de 1.089,72 não tem direito ao salário familia Base Legal: Padaria Int. MPS/ MF 019/1014 ~ DOU 1301310112014 Salário Mínimo Federal Periodo Valor (RS) A partir de Ianeiro/201S - Decreto 8.381/2014 788,00 Janeiro a Dezembro de 2014 724,00 waaawuaomaABRIL/ Züiã mao. Promova no 60161212215 Base de Cálculo Mensal (RS) Alíquota ('74) Parcela a Deduzir (RS) até 1.903,98 - - 142,80 de 1.903,99 até 2,826.65 7,50 de 2.826,66 até 3.751,05 15,00 354,80 de 3.751,06 até 4.664,68 22,50 636,13 acima de 4.664,68 27,50 869,36 Demon admiram. a): ›otdcper›dmte, ova1ordeRS1B9,S9 90111105, bl DJIÍNIIKPVIÍJ do Vendi510mm#DRH-CMMdcnpoknhldorueplñs-Qattovmbrdf RS 1513.9? DO' Mô», 091111160 mésoueotontnbumti-complctouóhnosdc idade: cias rmportáncnas pagas em dinheiro, a titulo de alrrm-ntos ou pensoes, em (umprmsertto do xordo ou 11005.50 iudmr, irxiomu pit-static dearimnrmpvonuuurs, dl as tontrrbuiçoos para a ? rank-oca Social da uniao, dos ! num do Dtslrrto Federal e dos Munrupros: t1as(oriirrburçôosàtt-ntrdodñdeptrvrdüxraonvmdsldomrciluóasnoParxcuioônuslenha» dodotontrrbtnnlr, 4111311110441 Juntou berwiicm complementares : swmt-iludos aos d. : Pro Vader-tu$00.11,nocawdotrmírudorcomvinculoemprcquticnxdcadrrunutrndoru. aposen- udmeprmmmai. 'É Recelta brutaacumuiada -.9 : ,111 Ea 2o >o 5 É rrosdozemeses ? É Sã 2% 2% 3§ 1; É antããiãros ÊÊ E3 É* 58 É f', o. , m °/ . '-7. 7. v. °/ . 'A É 130.006,00 4,00 4.50 6,00 4.50 16,93 í 130.000,01 360.000,00 5,47 5,97 8,21 6,54 g _5 17,72 360.000,01 540.000,00 6,84 7,34 10,25 7,70 gã 13,43 546.060,01 720.000,60 7,54 3,04 11,31 3,49 22 18,77 720.000,01 900.000,00 7,60 3,10 11,40 3,97 fã' 19,04 900.000,01 1.000.000,00 8.28 8.78 12.42 9.73 'ag 19,94 0 Loooooom 1.260.000,00 8,36 8,86 12,5410,26 _Lts 20,34 E 1.260.000,01 1.440.000,00 8,45 8,95 12,6310,76 . g x 20,66 'à 1.440.000,01 1.620.000,00 9.03 9.53 13,55 11,513? 21,17 É 1.620.000,01 1.300.000,00 9,12 9,62 13681200 g5 21,33 ã 1.300.000,01 1.930.000,00 9,95 1o,4s14,9312,s0 21,86 _g 1.930.000,01 2.160.000,00 10,04 10,54 15,06 13,25 : g2 21,97 3 2.160.000,01 2.340.000,00 10,13 10,63 15,20 13.70 Ef 22,06 g_ 2.340.000,01 2.520.000,00 10,23 10,73 15,35 14,15 S": 22,14 5 2.520.000,01 2.760.600,60 10,32 10,82 15.43 14,60 -ãg 22.21 2.700.660,01 usoooooo 11,23 11,73 16,85 15,05 13'; 22,21 2.330.600,01 3_o6o_ooo, oo 11,32 11,82 16,98 15,50 g 22,32 3.060.000,01 3.240.000,00 11,42 11,92 17,13 15,95 , Quê 22,37 324000001 3.420.000,00 11.51 12.01 17.27 16.40 22,41 3.420.000,01 3.600.000,00 11,61 12.11 17,42 16,85 22,45 . José Carlos Marion 1" ' Osni Moura Ribeiro lt'IIzumiIe/ ;Xoi/ ;u-(olfl/ ;líillII/ :IIII 04:11:00.1 , i . m Balaminut . '11 . ,›», -., ,-. ... .~-. ,, rmnhi .

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