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Aspectos Comunicacionais <ul><li>Diferenças que  distinguem  a comunicação escrita e a comunicação oral: </li></ul><ul><li...
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O Discurso nos Espaços Público e Privado <ul><li>O discurso no espaço privado: </li></ul><ul><li>Os elementos da comunicaç...
Os graus de formalidade <ul><li>A formalidade e os padrões de excelência do discurso estão relacionados com a utilização d...
Os Graus de Formalidade <ul><li>Os graus de formalidade estão geralmente relacionados com os tipos de registo. </li></ul><...
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O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria <ul><li>Marvin (1995) analisa as interjeições simbólicas ...
O Desenvolvimento de Equipas e os Processos Grupais em Ambiente de Aprendizagem on-line <ul><li>Equipas Grupais : “grupos ...
O Desenvolvimento das Equipas on-line Faz-se Através do Cruzamento de Três Eixos Teóricos  : 1) Aprendizagem  Colaborativa...
Modelo de Aprendizagem Colaborativa <ul><li>Características: </li></ul><ul><li>Uma comunidade definida; </li></ul><ul><li>...
Modelo de Desenvolvimento Grupal Este modelo foi considerado a mais adequado à compreensão dos processos grupais em contex...
2º Estádio: o da Perturbação Esta fase é pouco notória e acentuada. <ul><li>Surgem sinais de conflito; </li></ul><ul><li>A...
3º Estádio: o da Normalização   <ul><li>Ajustamento das tarefas cometidas; </li></ul><ul><li>Aceitação das diferenças idio...
Modelos de Formação de Equipas Este modelo segue dois paradigmas Liderança Alternada Liderança dos elementos da equipa com...
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<ul><li>Tutor é importante quando se assume papéis tais como: </li></ul><ul><li>conceber e organizar conteúdos e actividad...
<ul><li>Tutor que acredita nas vantagens  </li></ul><ul><li>da autonomia e interacção </li></ul>Aceita novas ideias Procur...
A Filosofia e a Personalidade do Tutor <ul><li>Hamza e Nash (1996), dizem que há relação entre a personalidade e eficácia ...
A Filosofia e a Personalidade do Tutor <ul><li>Para Barrows (1992) o ensino à distância prejudica a aquisição de algumas c...
As Funções do Tutor no Fórum <ul><li>Características da aprendizagem on-line (Rossman 1999): </li></ul><ul><li>Possibilida...
Designações Para o Papel de Tutor Segundo Vários Autores: <ul><li>Professor  (Freenberg; Cheung & Hew, Hew, Khe Foon; Pall...
Funções do tutor no fórum segundo Hiltz & Turoff  <ul><li>Papel do Anfitrião: </li></ul><ul><li>Fazer convites </li></ul><...
Investigadores dedicados à identificação,  descrição  e categorização das tarefas da tutoria Anderson, Rourke,  Garrison &...
As três funções principais da tutoria segundo Paulsen (1995) e Mason (1997) <ul><li>Organizativa  Intelectual  Social </li...
As Duas Vertentes Principais do Modelo de Tutoria Proposto por Salmon (2000) <ul><li>Tecnológica  Gestão e dinamização </l...
1º Estádio   Conhecimento e utilização do sistema por parte dos participantes.   motivar os estudantes  apoiar nas dificul...
  2º Estádio   Processos de socialização e ajustamento à interacção on-line suscitar e apoiar  planificação  acompanhament...
<ul><li>Os participantes utilizam estratégias para lidarem com uma eventual sobrecarga de informação. </li></ul><ul><li>ve...
<ul><li>- Antes do debate se iniciar cabe ao tutor aconselhar os estudantes a verificarem o equipamento e o software e a c...
<ul><li>Construção do conhecimento, os participantes interagem já de forma mais  aberta e participativa.  </li></ul><ul><l...
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Modelo Transaccional Baseado pela taxionomia interaccional de Moore (1996) Baseia-se nas relações  Adapta-se bem á  inters...
Anderson, Rourke, Garrison & Archer (2001) <ul><li>Presença Social </li></ul><ul><li>Presença Cognitiva </li></ul><ul><li>...
<ul><li>Garrison & Anderson (2003) </li></ul><ul><li>   Concepção e organização </li></ul><ul><li>   Facilitação do disc...
<ul><li>As tarefas correspondem às funções organizativas de  Berge (1995), Mason (1997) e Paulsen (1995). </li></ul><ul><l...
<ul><li>Aspectos Curriculares </li></ul><ul><li>Currículo  Conteúdos  Objectivos </li></ul><ul><li>Em Termos Metodológicos...
Segundo Grupo de Tarefas, no Contexto do Fórum (Anderson  et al.  2001) <ul><li>identificar opiniões convergentes ou diver...
Terceiro grupo de Tarefas (Anderson  et al.  2001) <ul><li>Tarefas “pedagógicas” (Berge 1995) </li></ul><ul><li>Tarefas “i...
Regras de Etiqueta Para o Debate on-line <ul><li>Aconselha-se que o tutor estabeleça algumas regras básicas de etiqueta, p...
Alguns Principais Para a Acção do Tutor no Fórum   <ul><li>Funções do Tutor no ensino e comunicação: </li></ul><ul><li>de ...
Quando se Envolve Estudantes em Actividades em Grupo é Importante ter em Conta 1) Que a  aprendizagem colaborativa  tem li...
Que temos de ser capazes de <ul><li>discutir ideias; </li></ul><ul><li>comunicar com clareza; </li></ul><ul><li>comparar p...
Forma de utilização do fórum pelo moderador (Lefoe, Hedberg & Gunn, 2002) Condiciona as opiniões dos estudantes; Influênci...
Observações de Mason (1991) de interacção em grupo em ambiente on-line <ul><li>Conclusões : </li></ul><ul><li>maior o envi...
Tipos de Tutores Tutores de ensino presencial Tutores on-line <ul><li>respondem com menos frequência às solicitações dos e...
Síntese e Conclusões <ul><li>Rossman (1999) afirma que o tutor constitui a maior e mais referida preocupação por parte dos...
Síntese e Conclusões <ul><li>Hannon et al.(2002) dizem que professores que dão feedback frequente e significativo aos alun...
Síntese e Conclusões <ul><li>A investigação demonstra que é muito importante a compreensão do meio de comunicação e as car...
Síntese e Conclusões <ul><li>Os progressos de natureza tecnológica tornam menos exigente o esforço do tutor, principalment...
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Tecnologias Teorica

  1. 1. A beleza está nos olhos de quem a vê: A tutoria no fórum on-line: papéis e competências Grupo de Trabalho: <ul><li>Andreia Rodriguez </li></ul><ul><li>- Carla Pena </li></ul><ul><li>- Helena Guedes </li></ul><ul><li>José Ninhos </li></ul><ul><li>- Vanda Raquel Matos </li></ul>UNIVERSIDADE DE LISBOA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO 2007/2008-2ºAno/ 1º Semestre Tecnologias Educativas II
  2. 2. A importância do Papel do Tutor On line <ul><li>Objectivos: </li></ul><ul><li>Sintetizar as características da comunicação num fórum on line; </li></ul><ul><li>Revisão da Literatura que visa inventariar e caracterizar as funções do tutor; </li></ul><ul><li>Compreender as funções do tutor; </li></ul><ul><li>Rever os princípios da acção do tutor. </li></ul>
  3. 3. Aspectos Comunicacionais <ul><li>A especificidade da comunicação nos fóruns on-line </li></ul>Canal de Comunicação Comunicação escrita vs Comunicação oral
  4. 4. Aspectos Comunicacionais <ul><li>Diferenças que distinguem a comunicação escrita e a comunicação oral: </li></ul><ul><li>Oral – comunicação através de diversos canais e que para além da linguagem falada, inclui gestos, o olhar, tom de voz, expressão facial e corporal, o contexto e as convenções sociais. </li></ul>Natureza Fática
  5. 5. Aspectos Comunicacionais <ul><li>A função fática da linguagem permite: </li></ul><ul><li>enviar e receber sinais que mantém a via de comunicação aberta e que verificam a recepção da mensagem; </li></ul><ul><li>enviar sinais que transmitem ao receptor à dificuldade do processo de comunicação. </li></ul><ul><li>O Discurso oral é redundante – pois reforça as componentes não verbais (linguagem gestual, postura, fisionomia) com as componentes de entoação. </li></ul><ul><li>- Troca de papéis entre o Emissor e Receptor </li></ul>
  6. 6. Aspectos Comunicacionais <ul><li>Diferenças que distinguem a comunicação escrita e a comunicação oral: </li></ul><ul><li>Escrita – comunicação menos sujeita aos sentidos da oralidade, obriga a uma análise mais cuidadosa e sujeita a uma interpretação mais critica pois podem ser examinadas repetidamente. </li></ul><ul><li>Papéis diferenciadores entre o Emissor e Receptor </li></ul>
  7. 7. O Discurso nos Espaços Público e Privado <ul><li>O discurso no espaço privado: </li></ul><ul><li>Os elementos da comunicação estão mais clarificados e referenciados; </li></ul><ul><li>É intimista e auto-revelatório; </li></ul><ul><li>Está associado à procura da única essência das coisas e das pessoas; </li></ul><ul><li>É predominantemente feminino. </li></ul><ul><li>O discurso no espaço público: </li></ul><ul><li>Os elementos da comunicação são mais abstractos e arbitrários; </li></ul><ul><li>A função de comunicação é a referencial ou a denotiva; </li></ul><ul><li>É mais anónimo e impessoal; </li></ul><ul><li>Está associado à representação dos papéis sociais e aos códigos de civilidade; </li></ul><ul><li>É predominantemente masculino . </li></ul>
  8. 8. Os graus de formalidade <ul><li>A formalidade e os padrões de excelência do discurso estão relacionados com a utilização de vocabulário cuidado, adequado ao contexto da comunicação. </li></ul><ul><li>O discurso formal exige: </li></ul><ul><li>a nível linguístico, o respeito estrito pelas regras do idioma padrão </li></ul><ul><li>A nível da comunicação, exige precisão, clareza e articulação </li></ul><ul><li>O discurso informal é mais tolerante com o cumprimento das regras, pois está associado a situações sociais de menor exigência formal. </li></ul>
  9. 9. Os Graus de Formalidade <ul><li>Os graus de formalidade estão geralmente relacionados com os tipos de registo. </li></ul><ul><li>O registo escrito é predominantemente mais formal, mais impessoal. </li></ul><ul><li>O registo oral tem tendência para ser mais informal, mais espontâneo e menos elaborado </li></ul><ul><li> levando a que </li></ul><ul><li>seja sujeito a mais rectificações, redundâncias, hesitações e incoerências. </li></ul>
  10. 10. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam <ul><li>Para um acto de comunicação ser bem sucedido, a mensagem tem que ser transmitida: </li></ul><ul><li>sem ruídos impeditivos e concorrentes </li></ul><ul><li>de forma correcta e económica </li></ul><ul><li>Conformidade entre a recepção e a emissão e economia de esforço, em termos e interpretação e de decifração </li></ul>
  11. 11. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam <ul><li>Para que a comunicação seja eficaz, é necessário que: </li></ul><ul><li>Os participantes da comunicação dominem as regras do código, nas suas múltiplas dimensões </li></ul><ul><li>O emissor e o receptor partilhem o texto sem equívocos </li></ul><ul><li>A comunicação seja acessível em termos de: </li></ul><ul><ul><li>Segmentação </li></ul></ul><ul><ul><li>Unidade temática </li></ul></ul><ul><ul><li>Ordenação </li></ul></ul>
  12. 12. A Comunicabilidade na Expressão Escrita e os Factores que a Condicionam <ul><li>As dificuldades podem situar-se a </li></ul><ul><li>nível sintáctico </li></ul><ul><li>nível lexical </li></ul><ul><li>e prender-se com diferenças de competência </li></ul><ul><li>linguística </li></ul><ul><li>de memória </li></ul><ul><li>de atenção </li></ul><ul><li>A interpretação pode ser condicionada por: </li></ul><ul><li>- Familiaridade dos participantes com os assuntos </li></ul><ul><li>- O grau de novidade </li></ul><ul><li>- O grau de abstracção </li></ul>
  13. 13. O Estilo e a Comunicabilidade <ul><li>O discurso epistolar tem por objectivo diminuir a distância entre o emissor e o receptor através do aumento da intimidade . </li></ul><ul><li>Intimidade </li></ul><ul><li>é regulada </li></ul><ul><li>Saudação Despedida </li></ul><ul><li>A utilização de formas de saudação e despedida estão ligadas à natureza centrípeta do estilo epistolar, sendo manipuladas para acentuarem a distância de modo a hajam movimentos centrípetos e centrífugos. </li></ul>
  14. 14. O Estilo e a Comunicabilidade <ul><li>Herring (1996) ao analisar a utilização de dois estilos de comunicação, um de natureza epistolar e outro mais expositivo, concluiu que tanto os homens como as mulheres dão primazia à troca de: </li></ul><ul><li>pontos de vista; </li></ul><ul><li>crenças; </li></ul><ul><li>interpretações; </li></ul><ul><li>juízos; </li></ul><ul><li>e colocam em segundo plano a permuta de informação. </li></ul>
  15. 15. O Estilo e a Comunicabilidade <ul><li>A investigadora ao analisar macro-segmentos recorrentes do seu estudo, identificou marcas de epistolaridade nas mensagens que continham: </li></ul><ul><li>perguntas de natureza vertical, para as quais existe uma resposta correcta; </li></ul><ul><li>perguntas horizontais, que visam explorar interpretações alternativas; </li></ul><ul><li>frases referencias; </li></ul><ul><li>reflexões, que implicam alguma auto-revelação do emissor; </li></ul><ul><li>frases que visam tornar o debate mais personalizado e amigável. </li></ul>
  16. 16. O Estilo e a Comunicabilidade <ul><li>Herring identificou também um estilo: </li></ul><ul><li>mais expositivo </li></ul><ul><li>informativo </li></ul><ul><li>menos dialogal </li></ul><ul><li>orientado para a demarcação </li></ul><ul><li>Que recorre com maior frequência a: </li></ul><ul><li>frases não referenciais </li></ul><ul><li>menos fáticas </li></ul><ul><li>com citações reconhecidas </li></ul><ul><li>com funções mais informativas </li></ul>
  17. 17. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria <ul><li>O estudo de Herring (1996) foi realizado com material de listervs, em contextos em que a discussão visa: </li></ul><ul><li>Troca da informação; </li></ul><ul><li>Constituição de equipas de trabalho cooperativo; </li></ul><ul><li>É dirigida por um professor-tutor. </li></ul><ul><li>Considerou também importante determinar: </li></ul><ul><li>a influência que os diferentes estilos têm no desenvolvimento das equipas </li></ul><ul><li>a influência que o estilo de comunicação do tutor tem nesse mesmo desenvolvimento e na motivação dos estudantes </li></ul>
  18. 18. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria <ul><li>Byam (1995) salientou que a comunicação através do computador é mais dialogal e interactiva que a escrita </li></ul><ul><li>através do recurso a: </li></ul><ul><li>símbolos adoptados da programação; </li></ul><ul><li>vocabulário específico </li></ul><ul><li>interjeições </li></ul><ul><li>metáforas visuais </li></ul><ul><li>onomatopeias </li></ul>
  19. 19. O Estilo de Comunicação, o Desenvolvimento da Equipa e a Tutoria <ul><li>Marvin (1995) analisa as interjeições simbólicas como: </li></ul><ul><li>representações de gestos e atitudes de simpatia </li></ul><ul><li>indicações de concordância </li></ul><ul><li>apreço e aprovação </li></ul><ul><li>Uma mudança de ambiente novos padrões de comportamento </li></ul><ul><li>de </li></ul><ul><li> interacção </li></ul>
  20. 20. O Desenvolvimento de Equipas e os Processos Grupais em Ambiente de Aprendizagem on-line <ul><li>Equipas Grupais : “grupos de indivíduos que interagem utilizando diversas </li></ul><ul><li>tecnologias de comunicação, no sentido de interagirem em objectivos comuns”. </li></ul>Aspecto positivo Liderança e coordenação do trabalho Aspecto negativo Ausência de comunicação não verbal aumenta o risco de mal-entendidos;
  21. 21. O Desenvolvimento das Equipas on-line Faz-se Através do Cruzamento de Três Eixos Teóricos : 1) Aprendizagem Colaborativa (Johnson & Johnson, 1989-1994) 2) Desenvolvimento Grupal (Tuckman, 1965) 3) Desenvolvimento de Equipas (Johnson et al, 2002)
  22. 22. Modelo de Aprendizagem Colaborativa <ul><li>Características: </li></ul><ul><li>Uma comunidade definida; </li></ul><ul><li>Objectivos em comum; </li></ul><ul><li>Capacidade de actuar individualmente e em grupo. </li></ul>Este modelo estabelece uma relação positiva entre a aprendizagem colaborativa e o desempenho dos estudantes, permitindo: <ul><li>melhores desempenhos; </li></ul><ul><li>maior produtividade; </li></ul><ul><li>maior motivação; </li></ul><ul><li>menor taxa de abandono; </li></ul><ul><li>aumento da auto-estima; </li></ul><ul><li>desenvolvimento de competências sociais. </li></ul>
  23. 23. Modelo de Desenvolvimento Grupal Este modelo foi considerado a mais adequado à compreensão dos processos grupais em contextos de aprendizagem e das comunidades virtuais . Existem quatro estádios de desenvolvimento de grupos : 1º Estádio: o da formação <ul><li>Definições de posições, procedimentos e regras; </li></ul><ul><li>Interacção social; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de objectivos e papéis. </li></ul>Dificuldades: <ul><li>Familiarização com as tecnologias; </li></ul><ul><li>Coordenar as horários dos membros das equipas; </li></ul><ul><li>Na tomada de decisão. </li></ul>
  24. 24. 2º Estádio: o da Perturbação Esta fase é pouco notória e acentuada. <ul><li>Surgem sinais de conflito; </li></ul><ul><li>Afirmação da identidade dos membros; </li></ul><ul><li>Resistência à influência do grupo. </li></ul><ul><li>Dificuldades : </li></ul><ul><li>Distanciamento físico gera impessoalidade e maior constrangimento; </li></ul><ul><li>A resolução de conflitos realiza-se em privado </li></ul>Reduzido empenho Falta de planificação Dificuldade na concretização de horários e prazos
  25. 25. 3º Estádio: o da Normalização <ul><li>Ajustamento das tarefas cometidas; </li></ul><ul><li>Aceitação das diferenças idiossincráticas; </li></ul><ul><li>Coesão no grupo; </li></ul><ul><li>Forma de organização; </li></ul><ul><li>Definição de novas regras. </li></ul>4º Estádio: o da realização <ul><li>Flexibilização dos procedimentos; </li></ul><ul><li>Distribuição de tarefas e funções; </li></ul><ul><li>Demonstração da capacidade de trabalho em equipa. </li></ul>
  26. 26. Modelos de Formação de Equipas Este modelo segue dois paradigmas Liderança Alternada Liderança dos elementos da equipa com maior domínio das tecnologias Desta contextualização resultam quatro factores que o tutor deve ter em conta equipas de trabalho: <ul><li>Tarefas com um objectivo claro; </li></ul><ul><li>Apoio especifico; </li></ul><ul><li>Estabelecer metas temporais; </li></ul><ul><li>Gestão de conflitos. </li></ul>
  27. 27. A Tutoria no Fórum On-Line <ul><li>O aspecto Comunicacional e o aspecto da Dinâmica de grupo no fórum on-line marcam: </li></ul><ul><li>A especificidade das tarefas de tutoria; </li></ul><ul><li>A sua importância nas discussões on-line; </li></ul><ul><li>A natureza das suas funções </li></ul><ul><li>Factores como: </li></ul><ul><li>A eficácia do sistema; </li></ul><ul><li>Tipo de tarefas; </li></ul><ul><li>as diferenças entre os estudantes </li></ul><ul><li>Dimensão dos grupos </li></ul>têm grande importância, para além do tutor que também é importante.
  28. 28. <ul><li>Tutor é importante quando se assume papéis tais como: </li></ul><ul><li>conceber e organizar conteúdos e actividades; </li></ul><ul><li>modelar, facilitar e liderar </li></ul><ul><li>e de ensinar conteúdos cientificos e tecnológicos. </li></ul><ul><li>A filosofia e a personalidade do tutor </li></ul><ul><li>A matriz filosófica do tutor </li></ul><ul><li>As suas crenças </li></ul><ul><li>Os seus valores </li></ul>Influenciam o seu estilo de ensino A Tutoria no Fórum On-Line
  29. 29. <ul><li>Tutor que acredita nas vantagens </li></ul><ul><li>da autonomia e interacção </li></ul>Aceita novas ideias Procura novas formas de ensinar Procura novas formas de aprender Valoriza as diferentes opiniões Estimula diferentes pontos de vista Sabe identificar o que despoleta a reflexão Inspira e motiva os alunos A Filosofia e a Personalidade do Tutor
  30. 30. A Filosofia e a Personalidade do Tutor <ul><li>Hamza e Nash (1996), dizem que há relação entre a personalidade e eficácia do tutor, e verificaram que em alguns estilos de tutoria existe uma maior facilidade ou dificuldade em conseguir um desempenho melhor. </li></ul><ul><li>Para Chan (2002), a personalidade está associada ao estilo de tutoria on-line. </li></ul><ul><li>Tonelson (1981) diz que a personalidade do tutor tem repercussões nos resultados da aprendizagem e sugere que a motivação dos alunos é influenciada pelo estilo do professos, mais directivo ou de tendência mais autonómica. </li></ul>
  31. 31. A Filosofia e a Personalidade do Tutor <ul><li>Para Barrows (1992) o ensino à distância prejudica a aquisição de algumas competências, designadamente, a resolução de problemas e a aprendizagem independente </li></ul><ul><li>A investigação demonstra que alunos com este tipo de tutor se consideram: </li></ul><ul><ul><li>Mais competentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais motivados </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais criativos </li></ul></ul><ul><ul><li>E apresentam melhores resultados, etc. </li></ul></ul>
  32. 32. As Funções do Tutor no Fórum <ul><li>Características da aprendizagem on-line (Rossman 1999): </li></ul><ul><li>Possibilidade de interacção em fóruns entre instrutores e estudantes: </li></ul><ul><li> interacção social </li></ul><ul><li> discussão de trabalhos </li></ul><ul><li> ferramenta de colaboração </li></ul><ul><li> estratégia de ensino </li></ul><ul><li>Modelo contributivo (Collis e Moonen 2001) </li></ul><ul><li> a partir de autorização dos alunos utiliza-se os seus trabalhos como material de estudo. </li></ul>
  33. 33. Designações Para o Papel de Tutor Segundo Vários Autores: <ul><li>Professor (Freenberg; Cheung & Hew, Hew, Khe Foon; Palloff & Pratt); </li></ul><ul><li>Tutor (Garrison, Anderson & Archer; Blake; Ping & Cheah; Kear; Duggleby); </li></ul><ul><li>Moderador (Salmon; Berge; Blake; Duggleby; Paulsen); </li></ul><ul><li>Facilitador (De Schutter et al., 2004; Garber, 2004); </li></ul><ul><li>Instrutor e mentor (Bernath, 2003). </li></ul><ul><li>As diferenças conceptuais têm a ver com : </li></ul><ul><li>Orientações teóricas e filosóficas sobre a aprendizagem </li></ul><ul><li>Separação ou associação das funções de concepção e de organização e d tutoria </li></ul><ul><li>Contextos de formação. </li></ul>
  34. 34. Funções do tutor no fórum segundo Hiltz & Turoff <ul><li>Papel do Anfitrião: </li></ul><ul><li>Fazer convites </li></ul><ul><li>Enviar mensagens (privadas) de incentivo </li></ul><ul><li>Cumprimentar os presentes sugerindo-lhes que contribuam para o debate. </li></ul><ul><li>Papel do Presidente da Reunião: </li></ul><ul><li>Preparar uma ordem de trabalhos sugestiva e motivante </li></ul><ul><li>Resumir e clarificar os aspectos principais do debate </li></ul><ul><li>Expressar consensos </li></ul><ul><li>Decidir o momento de marcar nova reunião. </li></ul>
  35. 35. Investigadores dedicados à identificação, descrição e categorização das tarefas da tutoria Anderson, Rourke, Garrison & Archer, 2001; Berge 1995; Mason, 1997; Paulsen, 1995, Salmon, 2000. <ul><li>As quatro funções fundamentais da tutoria segundo Berge: </li></ul><ul><li>Gestão </li></ul><ul><li>Socialização </li></ul><ul><li>- organização do ambiente on-line </li></ul><ul><li>Tecnológica - apoio aos estudantes tecnologicamente menos </li></ul><ul><li>competentes </li></ul><ul><li>- elaboração dos guias de estudo </li></ul><ul><li>Pedagógica </li></ul>
  36. 36. As três funções principais da tutoria segundo Paulsen (1995) e Mason (1997) <ul><li>Organizativa Intelectual Social </li></ul><ul><li>Segundo Paulsen </li></ul><ul><li>Âmbito Organizativo Âmbito Social Âmbito Intelectual </li></ul><ul><li>estabelecer mediação descriminação mediação </li></ul><ul><li>objectivos tutoria anfitrião e facilitador ensino tutoria </li></ul><ul><li>definir ritmos facilitação explicitação </li></ul>
  37. 37. As Duas Vertentes Principais do Modelo de Tutoria Proposto por Salmon (2000) <ul><li>Tecnológica Gestão e dinamização </li></ul><ul><li>As tarefas, funções e nível de intervenção do tutor vão mudando à medida do progresso da aprendizagem. </li></ul><ul><li>5 Estádios </li></ul>
  38. 38. 1º Estádio Conhecimento e utilização do sistema por parte dos participantes. motivar os estudantes apoiar nas dificuldades Professor
  39. 39. 2º Estádio Processos de socialização e ajustamento à interacção on-line suscitar e apoiar planificação acompanhamento cuidadosa assíduo manter a discussão centrada nos aspectos em estudo Tutor
  40. 40. <ul><li>Os participantes utilizam estratégias para lidarem com uma eventual sobrecarga de informação. </li></ul><ul><li>verificar os sinais se necessário será importa </li></ul><ul><li>de cada uma das apoiar e aconselhar os estabelecer limites à participação </li></ul><ul><li>estratégias estudantes sobre como evitar e resolver algumas dificuldades </li></ul><ul><li>e gerir o excesso de informação </li></ul> 3º Estádio Tutor
  41. 41. <ul><li>- Antes do debate se iniciar cabe ao tutor aconselhar os estudantes a verificarem o equipamento e o software e a consultar os guias de estudo (Schutter et al. 2004). </li></ul><ul><li>A ajuda electrónica é ineficaz para os problemas de comunicação sobre os conteúdos do curso ( Preece 1999). </li></ul><ul><li>- É importante uma intervenção intensa por parte do tutor (Salmon 2000). </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Construção do conhecimento, os participantes interagem já de forma mais aberta e participativa. </li></ul><ul><li> Requer uma tutoria bem treinada na dinâmica de grupos </li></ul><ul><li> Maior nivelamento dos papéis dos tutor e dos estudantes </li></ul><ul><li>Salmon aconselha uma diminuição da intervenção por parte do tutor </li></ul> 4º Estádio
  43. 43. <ul><li>Avança-se para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a capacidade de </li></ul><ul><li>desafiar o que é tido como certo. Há já uma maior exigência em matéria de </li></ul><ul><li>acesso e de software. </li></ul><ul><li> Pode surgir alguma referência à interferência do tutor </li></ul><ul><li> Confiança por parte de alguns participantes para confrontar o moderador, quando as suas intervenções não lhes parecem adequadas. </li></ul><ul><li>Abordagem construtivista da aprendizagem </li></ul> 5º Estádio
  44. 44. <ul><li>Predominantemente descritivo </li></ul><ul><li>Identifica os padrões de </li></ul><ul><li>desenvolvimento da discussão </li></ul><ul><li>Define como e com que Questões tecnológicas quem tem </li></ul><ul><li>intensidade o professor de ter em conta em cada estádio </li></ul><ul><li>deve intervir </li></ul><ul><li>Os elementos cruciais são os institucionalmente controláveis </li></ul><ul><li>- A tutoria e a tecnologia </li></ul>Modelo de Salmon (2000)
  45. 45. Modelo Transaccional Baseado pela taxionomia interaccional de Moore (1996) Baseia-se nas relações Adapta-se bem á intersubjectivas Centra-se na unidade compreensão dos modos de de comunicação funcionamento em interacção
  46. 46. Anderson, Rourke, Garrison & Archer (2001) <ul><li>Presença Social </li></ul><ul><li>Presença Cognitiva </li></ul><ul><li>Presença Tutorial </li></ul><ul><li>Para alguns investigadores (Shea et al., 2003) </li></ul><ul><li>“ Presença da tutoria” ≠ “Presença tutorial” </li></ul>
  47. 47. <ul><li>Garrison & Anderson (2003) </li></ul><ul><li> Concepção e organização </li></ul><ul><li> Facilitação do discurso </li></ul><ul><li> Ensino </li></ul>As Três Funções Essenciais Da Tutoria
  48. 48. <ul><li>As tarefas correspondem às funções organizativas de Berge (1995), Mason (1997) e Paulsen (1995). </li></ul><ul><li>Anderson el al. i ncluem tarefas como a definição de: </li></ul><ul><li>Currículo </li></ul><ul><li>Objectivos </li></ul><ul><li>Metas temporais </li></ul><ul><li>Actividades </li></ul><ul><li>Regras de utilização do espaço de comunicação </li></ul><ul><li>Normas de relacionamento social on-line </li></ul>Funções do Tutor Modelo de Anderson et al. (2001) Tarefas de Concepção e Organização do Ensino
  49. 49. <ul><li>Aspectos Curriculares </li></ul><ul><li>Currículo Conteúdos Objectivos </li></ul><ul><li>Em Termos Metodológicos </li></ul><ul><li>Sugere-se que o Professor: </li></ul><ul><li>Dê instruções claras </li></ul><ul><li>Estabeleça com clareza e pormenor os prazos de execução das actividades </li></ul><ul><li>Ajude os estudantes a utilizar eficazmente o ambiente on-line </li></ul><ul><li>Apoie os estudantes a compreender e adoptar comportamentos adequados </li></ul>
  50. 50. Segundo Grupo de Tarefas, no Contexto do Fórum (Anderson et al. 2001) <ul><li>identificar opiniões convergentes ou divergentes sobre os conteúdos em estudo (Jolliffe et al. 2001); </li></ul><ul><li>procurar consensos e entendimentos; </li></ul><ul><li>encorajar e reforçar as contribuições dos estudantes (Shank 2002); </li></ul><ul><li>criar um clima de confiança e de interesse recíproco (Wilson et al. 2005); </li></ul><ul><li>solicitar a participação e estimular o debate, mantendo os estudantes envolvidos; </li></ul><ul><li>avaliar o processo (Garrison & Anderson 2003). </li></ul>
  51. 51. Terceiro grupo de Tarefas (Anderson et al. 2001) <ul><li>Tarefas “pedagógicas” (Berge 1995) </li></ul><ul><li>Tarefas “intelectuais” (Paulsen 1995) </li></ul><ul><li>Envolve actividades de: </li></ul><ul><li>1) apresentar conteúdos e orientações de exploração; </li></ul><ul><li>2) centrar a discussão em torno de aspectos específicos; </li></ul><ul><li>3) fazer pontos de situação do debate; </li></ul><ul><li>4) verificar se os estudantes estão a compreender bem os conteúdos, esclarecer aspectos mal compreendidos e corrigir más interpretações; </li></ul><ul><li>5) disponibilizar fontes de informação diversificadas; </li></ul><ul><li>6) ajudar a resolver alguns défices de competências tecnológicas dos estudantes (Berge 1995). </li></ul>
  52. 52. Regras de Etiqueta Para o Debate on-line <ul><li>Aconselha-se que o tutor estabeleça algumas regras básicas de etiqueta, para manter a ordem durante o debate. </li></ul><ul><li>Respeitar o tema de discussão; </li></ul><ul><li>Fazer intervenções relevantes, breves e objectivas, que manifestem respeito pelo tempo dos interlocutores; </li></ul><ul><li>Respeitar opiniões contrárias; </li></ul><ul><li>Evitar </li></ul><ul><li>Referir os erros dos outros interlocutores; </li></ul><ul><li>Fazer comentários que possam se considerados ofensivos ou agressivos; </li></ul><ul><li>Colocar material ou escrever mensagens fora do tema em debate; </li></ul>
  53. 53. Alguns Principais Para a Acção do Tutor no Fórum <ul><li>Funções do Tutor no ensino e comunicação: </li></ul><ul><li>de concepção; </li></ul><ul><li>de organização; </li></ul><ul><li>de metacognição; </li></ul><ul><li>de dinamização; </li></ul><ul><li>de aconselhamento; </li></ul><ul><li>de ensino. </li></ul>A grande diferença em relação aos professores de ensino presencial reside na modalidade de interacção.
  54. 54. Quando se Envolve Estudantes em Actividades em Grupo é Importante ter em Conta 1) Que a aprendizagem colaborativa tem limitações: <ul><li>de concepção; </li></ul><ul><li>de organização; </li></ul><ul><li>de dinamização. </li></ul><ul><li>Excessiva confiança nos outros como fonte de informação; </li></ul><ul><li>Redução do desempenho individual; </li></ul><ul><li>Redução da avaliação critica do trabalho. </li></ul>
  55. 55. Que temos de ser capazes de <ul><li>discutir ideias; </li></ul><ul><li>comunicar com clareza; </li></ul><ul><li>comparar pontos de vista; </li></ul><ul><li>fazer perguntas claras. </li></ul>Papel do professor no trabalho de grupo Manter o envolvimento Encorajar a colaboração Construção de conhecimento; Construção de espírito crítico; Discussão e negociação de objectivos No entanto, muitos Professores utilizam os computadores e as outras tecnologias mais como ferramentas de trabalho do que um meio educativo
  56. 56. Forma de utilização do fórum pelo moderador (Lefoe, Hedberg & Gunn, 2002) Condiciona as opiniões dos estudantes; Influência a frequência de utilização; <ul><li>Quando o tutor concebe formas eficazes de participação os estudantes reconhecem o valor do trabalho de grupo. </li></ul><ul><li>O facto de ser reconhecida a presença do tutor faz com que os alunos se dirijam menos aos pares. </li></ul>
  57. 57. Observações de Mason (1991) de interacção em grupo em ambiente on-line <ul><li>Conclusões : </li></ul><ul><li>maior o envio de mensagens pelo tutor; </li></ul>maior número de mensagens enviadas pelos alunos - introdução de temas a ser desenvolvidos pelos alunos desapontamento ao nível dos resultados - descrição de experiências pessoais dos tutores Fornece aos estudantes ideias, explicações, informações Que “obrigam”: a rever; a abandonar ou modificar perspectivas; adaptar novos pontos de vista. <ul><li>Mason, considera que este tipo de comunicação favorece a análise, a síntese e a avaliação. </li></ul>
  58. 58. Tipos de Tutores Tutores de ensino presencial Tutores on-line <ul><li>respondem com menos frequência às solicitações dos estudantes on-line; </li></ul><ul><li>Mensagens curtas. </li></ul><ul><li>têm consciência da importância de acompanhar os estudantes de perto; </li></ul><ul><li>respondem às solicitações com rapidez e profundidade; </li></ul><ul><li>respondem a vários estudantes em simultâneo </li></ul>
  59. 59. Síntese e Conclusões <ul><li>Rossman (1999) afirma que o tutor constitui a maior e mais referida preocupação por parte dos estudantes on-line. </li></ul><ul><li>Oren et al (2002)dizem que uma tutoria menos centrada no processo dialógico limita o volume a a qualidade da interacção social, produz mais interacções entre tutor e estudante do que entre estudante e estudante e dificulta a concretização dos objectivos de construção colaborativa do conhecimento. </li></ul>
  60. 60. Síntese e Conclusões <ul><li>Hannon et al.(2002) dizem que professores que dão feedback frequente e significativo aos alunos, são os mais apreciados pelos estudantes. </li></ul><ul><li>Os mesmos autores dizem que os estudantes on-line valorizam respostas rápidas e pormenorizadas às suas perguntas. </li></ul><ul><li>Morgan et al. (2003) observam que temos que gerir conjugadamente os riscos de abandono dos estudantes e o excessivo desgaste dos seus tutores </li></ul>
  61. 61. Síntese e Conclusões <ul><li>A investigação demonstra que é muito importante a compreensão do meio de comunicação e as caracteristicas da comunicação no ambiente on-line. Identifica aspectos determinantes do perfil do tutor tais como: </li></ul><ul><li>O gosto pelo ensino à distância </li></ul><ul><li>A sua personalidade </li></ul><ul><li>O estilo educativo </li></ul>
  62. 62. Síntese e Conclusões <ul><li>Os progressos de natureza tecnológica tornam menos exigente o esforço do tutor, principalmente, se for utilizado software que facilite: </li></ul><ul><li>A estruturação do debate; </li></ul><ul><li>Ajude o estudante a regular e avaliar as suas intervenções; </li></ul><ul><li>Facilite o acesso e o arquivo, por parte do tutor, das contribuições dos alunos. </li></ul><ul><li>Apesar do software já estar muito desenvolvido, este tem que progredir noutras áreas, para agilizar o acesso ao fórum e á informação que ele contém. </li></ul>

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