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PROJETO
OFICINAS TERMOMÉTRICA
INTRODUÇÃO
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INTRODUÇÃO
Seguindo esse raciocínio propusemos uma oficina experimental para
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JUSTIFICATIVA
Surge à necessidade de uma comunicação inserida em sala de aula dos
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DESENVOLVIMENTO
O enfoque do tema da oficina foi conceitos de temperatura e escalas
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DESENVOLVIMENTO
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Este método nos permitiu compreender que com a prática da
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CONCLUSÕES
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CONCLUSÕES
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REFERÊNCIA
FREIRE, Paulo. (1983). Pedagogia do Oprimido. 13.ed. Rio de
Janeiro, Paz e Terra. ( Coleção O Mundo, Hoje,v.21).
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7.1 apresentado o projeto integrado de aprendizagem 2

  1. 1. PROTED – PROGRAMA DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS – JOÃO PESSOA/PARAÍBA NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL - CAMPINA GRANDE INTRODUÇÃO Á EDUCAÇÃO DIGITAL TURMA: IED POMBAL 2014.1 TUTOR PRESENCIAL: JOSÉ NILSON DE MATOS FERNANDES UNIDADE 7: PROJEÇÃO EM SALA DE AULA CUSRISTA:JOSÉ VIEIRA FILHO PROJETO:OFICINAS TERMOMÉTRICA
  2. 2. VERIFICAÇÕES DE TEMPERATURA PROJETO OFICINAS TERMOMÉTRICA
  3. 3. INTRODUÇÃO Descreve uma experiência com as turmas do 2º ano do ensino Médio e EJA, utilizando oficinas e a sala de aula como espaço na análise da pesquisa. A abordagem abrangeu educandos e educadores no ensino/aprendizagem do conteúdo abordado em aulas de física sobre termometrias.  A abordagem abrangeu educandos e educadores no ensino/aprendizagem do conteúdo abordado em aulas de física sobre termometrias. Este método nos permite compreender que com a prática da experimentação junto com os modelos didáticos aplicados na escola pesquisada e extraídos da Física e da tecnologia poderíamos superar o ensino formal.
  4. 4. INTRODUÇÃO Seguindo esse raciocínio propusemos uma oficina experimental para executar em sala de aula e optamos por utilizar esta prática para tornar o ensino/ aprendizagem mais prazerosa e significativa através de aulas experimentais, para analisarmos através de termômetro verificações de temperaturas dos alimentos trazidos pelos próprios alunos e planejados a execução das atividades didáticas experimentais e com o uso de materiais de baixo custo. Tendo como objetivos propor estratégicas e formas diferentes para estimular o aprendizado dos termômetros além de criar um espaço de discussão que possibilite vivenciam e produzir alguns fenômenos termométricos relacionados às escalas; bem como a promoção da oficina planejada juntamente com o docente de física da Instituição escolar e parceria com a supervisão e direção.
  5. 5. JUSTIFICATIVA Surge à necessidade de uma comunicação inserida em sala de aula dos conteúdos de Física de forma dinâmica e agradável através de oficinas pedagógicas, possibilitando que os alunos trabalhem de forma prática para uma melhor compreensão do conteúdo abordado expressando suas ideias de maneira lúdica sobre oficinas termométricas.
  6. 6. DESENVOLVIMENTO O enfoque do tema da oficina foi conceitos de temperatura e escalas termométricas trabalhando com as verificações de temperaturas dos alimentos trazidos pelos próprios alunos e atividades didáticas experimentais através de materiais de baixo custo. Entendemos que a experimentação em sala de aula é fundamental para que os discentes não apenas se sintam motivados, mas por possibilitar espaços de realização de construção pelos próprios alunos. O fato de eles experimentarem, e de observarem na prática os experimentos em funcionamentos possibilita que possam ir além da abstração e construir modelos explicativos para os fenômenos Físicos.
  7. 7. DESENVOLVIMENTO Em um primeiro momento foi feito uma discussão acerca dos conteúdos que estavam sendo trabalhados pelos docentes e com os discentes, realizamos uma pesquisa em livros didáticos e internet sobre conceitos de temperatura e escalas termométricas.
  8. 8. DESENVOLVIMENTO  Nesta oficina/aula foi realizada a analise através de termômetro verificações de temperaturas dos alimentos trazidos pelos próprios alunos e o planejamento da execução das atividades didáticas experimentais através do uso de materiais de baixo custo
  9. 9. DESENVOLVIMENTO Logos após, realizam-se as conversões de escalas encontrando valores para as escalas Celsius e convertendo para Kelvin e Fahrenheit.
  10. 10. DESENVOLVIMENTO  A oficina foi realizada com as turmas do 2º ano do ensino médio e EJA com carga horária para cada turma de 90 minutos cada.
  11. 11. DESENVOLVIMENTO  O estudo da termometria em aulas práticas traz para o discente uma melhor compreensão do conteúdo abordado e com isso podemos relatar uma abordagem descritiva de como a mesma é constituída.
  12. 12. DESENVOLVIMENTO  Durante a oficina observamos que os discentes desenvolveram seus conhecimentos com mais facilidade diante de aulas prática.
  13. 13. DESENVOLVIMENTO  Estimularmos a curiosidade dos alunos em relações aos fenômenos físicos relacionados ao seu cotidiano.
  14. 14. DESENVOLVIMENTO  O fato de eles experimentarem, e de observarem na prática os experimentos em funcionamentos possibilita que possam ir além da abstração e construir modelos explicativos para os fenômenos Físicos.
  15. 15. DESENVOLVIMENTO  Observam-se os pontos positivos e o desenvolvimento de um olhar mais crítico sobre a física e, sobretudo com o uso de atividades experimentais com o recurso didático.
  16. 16. RESULTADOS E DISCUSSÕES Este método nos permitiu compreender que com a prática da experimentação junto com os modelos didáticos aplicados na escola pesquisada e extraídos da Física e da tecnologia poderíamos superar o ensino formal. Nesta oficina/aula pudemos averiguar que o ensino juntamente com a experimentação pode tornar a aprendizagem dos discentes mais significativas.  Durante a análise dos resultados observamos que os discentes desenvolveram seus conhecimentos com mais facilidade diante de aulas prática, pois sabemos que para formação da aprendizagem significativa é essencial à busca de método que possam facilitar a aprendizagem do discente. Com isso, observam-se os pontos positivos e o desenvolvimento de um olhar mais crítico sobre a física e, sobretudo com o uso de atividades experimentais com o recurso didático.
  17. 17. CONCLUSÕES As atividades experimentais fundamentada na solução de problemas não são consideradas suficientes para a descoberta de uma lei para a física, mas serve como suporte para novos conhecimentos que os discentes já possuem no seu dia a dia. A questão sugerida no desenvolvimento das atividades aqui propostas criadas a partir das praticas experimentais despertam o interesse dos discentes e estimula sua participação durante as aulas ministradas pelo docente
  18. 18. CONCLUSÕES Muitas são as críticas nos métodos de ensino tradicional adotado pelas maiorias das escolas publicas, quando mostra um quadro onde o discente é apenas um agente passivo do aprendizado e frequentemente é tratado como simples ouvinte das explicações que o docente expõe. A educação “bancária” presume uma relação vertical entre o docente e discente. O docente é o sujeito que detêm o conhecimento, pensa e prescreve, enquanto o docente é o objeto que recebe o conhecimento é pensado e segue a prescrição. O docente “bancário” faz "depósitos" nos docentes e estes passivamente as recebem. (FREIRE, 1979, 1983).
  19. 19. REFERÊNCIA FREIRE, Paulo. (1983). Pedagogia do Oprimido. 13.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra. ( Coleção O Mundo, Hoje,v.21).

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