TUBOS, MATERIAIS E
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
Instrutores:
Jorivaldo Medeiros
Jordana Luiza Veiga
Thiago Pereira de Melo
Sete...
DEFINIÇÕES
• TUBOS:
– “Tubos são condutos fechados, destinados
principalmente ao transporte de fluídos. Todos os
tubos são...
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO FLUIDO
CONDUZIDO
y Tubulações para água;
y Tubulações para vapor;
y Tubulações para óleos;
y Tubul...
LAMINAÇÃO – LAMINADOR OBLÍQUO
™ Empregado na
fabricação de tubos
sem costura de aços
carbono, aços liga e
aços inoxidáveis...
EXTRUSÃO
• Empregado na
fabricação de tubos
sem costura de aço de
pequeno diâmetro (< 80
mm), alumínio, cobre,
chumbo, lat...
FABRICAÇÃO A PARTIR DE BOBINAS DE
CHAPA (tubos com costura)
12
PROCESSOS DE SOLDAGEM
• SMAW – Shielded Metal Arc Weld (Ele...
SMAW
Metal de base
Camada de Gás
Eletrodo
Revestimento
Escória
Arco
Metal de solda
14
SMAW
• Processo Manual;
• Mais comum...
SMAW
• Exige interrupção constante para reposição
do eletrodo, elevando o tempo de produção
da solda;
• Exige entre cada r...
GTAW ou TIG
• Processo Manual ou automático;
• Utiliza uma tocha provida de um eletrodo não consumível de
tungstênio que i...
GMAW ou MIG
Poça de fusão
Metal de base
Camada de Gás
Bocal de Gás
Guia do arame e
tubo de contato
Gás inerte
Entrada
Elet...
FCAW
Poça de
fundição
Metal de base
Camada de Gás
Bocal de Gás
Guia do arame e
tubo de contato
Entrada
Eletrodo revestido
...
ARCO SUBMERSO (SAW)
Ar
Fluxo
Eletrodo
Metal de baseMetal de solda
solidificado
Arco
24
SAW
• Processo automático;
• O que ...
SAW – Solda Longitudinal
Faixa de diâmetros: NPS 12 a 48
Espessuras: 0,250” a 1,250”
Comprimentos: 6 a 13 metros
26
ERW
Co...
ERW
28
ERW
• Processo automático;
• A fusão das duas extremidades é feita através
do calor gerado pela passagem de uma
cor...
ERW
Rebarba da solda pelo
diâmetro externo extru-
dado durante o processo
de soldagem. Normal-
mente é removido.
Zona de s...
TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL
32
CONSIDERAÇÕES PARA SELEÇÃO DE
MATERIAIS
• Fluído conduzido;
• Condições de serviço;
• Resist...
34
CUSTOS RELATIVOS DE MATERIAIS*
Materiais
Custo
relativo
Materiais
Custo
relativo
Aço carbono
estrutural
1 Ferro fundido...
ASTM A 53
‰Material de uso geral, em serviços de baixa criticidade;
‰Graus A (baixo carbono) e B (médio carbono);
‰NPS 1 8...
API 5L
‰Material de uso geral, possui vários graus com aplicações
diversas, usado em especial para oleodutos e gasodutos;
...
ASTM A 333 Gr. 6
‰Material específico para baixa temperatura (-45 qqC);
‰Aço acalmado;
‰Composição muito semelhante à do A...
42
MATERIAIS – AÇO LIGA
Especificação
ASTM
Cr Mo Ni Limite
(qC)
A 335 Gr. P1 - 0,5 - 480
A 335 Gr. P5 5 0,5 - 540
A 335 Gr...
44
AISI
Estrutura
Metalúrgic
a
Cr Ni +
Limite
Máx.
(qC)
Limite
Mín.
(qC)
304 Austenítica 18 8 C: 0,08 600 -255
304L Austen...
MATERIAIS – PLÁSTICOS
• Os principais plásticos de engenharia são
polímeros, materiais compostos de
macromoléculas, ou sej...
Termoplásticos
• São materiais que podem ser fundidos
diversas vezes;
• Facilita a reciclagem;
• Exemplos: polietileno (PE...
Elastômeros (Borrachas)
• Classe intermediária entre os
termoplásticos e os termorrígidos;
• Não são fusíveis, mas apresen...
52
MATERIAL
CUSTO
REL.
APLICAÇÃO
Limite
(qC)
POLIETILENO 1,03 Ácidos minerais, álcalis e
sais
-30/80
PVC 1,20 Água, esgoto...
POLIETILENO
• Densidade: 0,918-0,940 g/cm3;
• Elevada resistência química e a solventes;
• Flexível;
• Fácil processamento...
PVC (cont.)
• A fabricação de PVC consome
significativamente menos energia que a
fabricação de tubos de ferro ou concreto
...
PRFV
• É um material compósito de matriz polimérica:
resina + fibra de vidro + aditivos;
• Densidade: 1,4 g/cm3;
• Coefici...
Tubulações Industriais - Fundamentos
MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE
TUBOS
Instrutores:
Jordana Veiga
Jorivaldo Medeiros
Thiago Per...
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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‡0HQRV VHJXUD FR...
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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45
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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20
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fun...
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Jordana Veiga
Jorivaldo Medeiros
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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9
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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11
Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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Tubulações Industriais - Fundamentos
1,3/(6
15
Tubulações Industriais - Fundamentos
&859$6 (0 *2026
16
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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17
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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19
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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21
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Tubulações Industriais - Fundamentos
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23
Tubulações Industriais - Fundamentos
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VÁLVULAS IN
Instrut
Jorivaldo M
Jordana Lu
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Setembro
NDUSTRIAIS
tores:
Medeiros
uiza Veiga
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1
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VÁLVULAS (COMPPONENTES)
3
TIPOS DE INST
• Wafer
TALAÇÃO
4
|Flangeada
75
TIPOS DE INSTALAÇÃO
• Lug
- CONTINUAÇÃO
5
• Clamp
TIPOS DE INSTALAÇÃO
• Solda de topo |
- CONTINUAÇÃO
6
|Solda de topo
com...
• Utilizadas
especialmente como
bloqueio;
VÁLVULA GAVETA
bloqueio;
• Podem substituir
válvulas globo na
função de
regulage...
VÁLVULA ESSFERA
9
VÁLVULA ESF
• Usadas na função de
• Normalmente aplicada
E i f h t á– Exigem fechamento ráp
– Exigem mai...
VÁLVULA M
• Utilizada em condições simi-
lares as das válvulas esfera;
• Em temperaturas elevadas
( 150°C) é dá l(>150°C) ...
VÁLVULA BORBOLETAA TRIEXCÊNTRICA
13
VÁLVULA BORBOLETA
• Podem ser utilizadas p
• Boa estanqueidade;
A t é• Apresentam, por...
VARIANTE DA VÁLVVULA ESFERA
15
VARIANTE DA VÁLV
• O obturador é apoiado
trunion com a extremid
• Atua pela combinação• Atu...
• Excelente
estanqueidade, sendo
recomendado para
tubulações que
VARIANTE DA VÁLVULA MAC
tubulações que
conduzem produtos
...
VÁLVULAS DE RE
• Globo;
• Agulha;
B b l t• Borboleta;
• Diafragma.
EGULAGEM
19
VÁLVULA GLOBO
20
83
VÁLVULA G
• Mais comum;
• Normalmente limitadas
válvulas industriais (nãválvulas industriais (nã
de 6”, deve-se avaliar o
...
9É/98/$9É/98/$9É/98/$9É/98/$ $1$1$1$1
• Tem os bocais de
entrada e saída a 90°
um do outro;um do outro;
• São de aplicação...
VÁLVULA DE DIAAFRAGMA
25
VÁLVULA DE DIA
• Desenvolvidas especia
bloqueio e regulagem
corrosivos, tóxicos ou
• Boa estanque...
VÁLVULAS DE R
• Retenção:
– Portinhola;
Dupla portinhola;– Dupla portinhola;
– Pistão ou esfera;
• Retenção e fechamen
che...
VÁLVULA DE RETENÇÃO
- FUNCIONAM
TIPO PORTINHOLA
MENTO
29
VÁLVULA DE RETENÇÃO
• A ação do empuxo (força
fluído sobre a port...
VÁLVULA DE RETENÇÃO TTIPO “TILTING DISC”
31
• Fechamento mais ráp
• Menos barulho durant
M ibilid d d
VÁLVULA DE RETENÇÃO ...
VÁLVULA DE RETENÇ
PORTINHO
ÃO TIPO DUPLA
OLA
33
VÁLVULA DE RETENÇ
PORTINHO
• Construção mais leve q
mais compacta;mais com...
VÁLVULAS DE RETENÇÃO PARA
• Tipos: pistão, esfera e
portinhola;
• Os tipos pistão e
f ã desfera não devem ser
instalados e...
VÁLVULA DE RETENÇÃ
• Permitem atuação exte
fechamento ou controle
obturador;obturador;
• São providas de contra
geral são ...
VÁLVULA DE RETENÇÃ
AERODINÂM
ÃO COM PERFIL
MICO
39
VÁLVULA DE RETENÇÃO COM PPERFIL AERODINÂMICO
40
93
VÁLVULA DE RETENÇÃO COM P
• Válvula de retenção co
estanqueidade;
• Baixa perda de carga;• Baixa perda de carga;
• Abertur...
OUTRAS VÁLVULA
- TWO-PORT DIVER
AS ESPECIAIS
RTER VALVES
43
DESCRIÇÃO DE VÁLVULAS
44
95
DESCRIÇÃO DE V
• A variabilidade de tipos
normas de fabricação o
da forma de descriçãoda forma de descrição
número de iten...
REQUISITOS ADI
- VÁLVULA CRIO
• Realização de testes d
temperaturas criogênic
Durante o teste a válvuDurante o teste a vál...
1
AQUECIMENTO E ISOLAMENTO
TÉRMICO DE TUBULAÇÕES
Instrutores:
Jorivaldo Medeiros
Jordana Luiza Veiga
Thiago Pereira de Mel...
TUBOS DE AQUECIMENTO EXTERNOS
PARALELOS
• Feito com uso de um ou mais (normalmente
três no máximo) tubos de pequeno diâmet...
TUBO DE AQUECIMENTO HELICOIDAL
EXTERNO
Consiste de um tubo de
pequeno diâmetro enrolado
externamente ao tubo a
aquecer ou ...
7
CAMISA EXTERNA
• É a inversão do sistema anterior, pois o tubo a
aquecer fica interno ao tubo de aquecimento;
• Pode ser...
99
AQUECIMENTO ELÉTRICO
• Utiliza resistências elétricas dispostas
externamente ao longo do tubo (traço elétrico).
• Vanta...
AQUECIMENTO ELÉTRICO – FITA OU MANTA
• Sistema consiste de um elemento
de resistência elétrica que se
altera com a tempera...
13
Exemplo:
Diâmetro do tubo – 10”
Temp. de aquecimento (Ta) – 90°C
Temp. de saturação do vapor (Tv) - 172°C
Temp. ambient...
15
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
• O comprimento do tubo de aquecimento não deve
ser muito curto para e...
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
• Profundidade de bolsa: distância vertical entre
os pontos baixos e alto...
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
Pressão do vapor
Mpa (psig)
Valor máx. de cada bolsa
individualmente (m)
...
21
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
Diâmetro do tronco de aquecimento
Número de ramais de aquecimento Diâm...
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
Diâmetro do tronco de recolhimento de condensado
Número de purgadores
Diâ...
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
• O aquecimento de válvulas, filtros,
instrumentos, bombas e outros deve ...
AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS
EXTERNOS PARALELOS
• Fita de alumínio:
27
ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES
o Finalidades:
– ...
ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES
o Principais aplicações do isolamento térmico
externo:
– economia de energia;
– proteção ...
MATERIAIS PARA ISOLAMENTO TÉRMICO
• Alta temperatura:
– hidrosilicato de cálcio - encontrado sob a forma
de calhas e larga...
33
ESPESSURAS DO ISOLAMENTO TÉRMICO
• Comparação entre o custo do isolamento e o
custo da energia dissipada ao longo da
tu...
ESPESSURAS ECONÔMICAS PARA
ISOLAMENTO TÉRMICO
35
DETALHES DE INSTALAÇÃO DE
ISOLAMENTO TÉRMICO
• Superfície do tubo deve es...
DETALHES DE INSTALAÇÃO DE
ISOLAMENTO TÉRMICO
• Para tubos operando a baixa temperatura
deve ser usada massa de vedação par...
Tubulações Industriais - Fundamentos
1
PURGADORES DE VAPOR
Instrutores:
Jordana Luiza Veiga
Jorivaldo Medeiros
Thiago Pere...
Tubulações Industriais - Fundamentos
385*$'25(6 '( 9$325
3
• Purgadores de vapor são essenciais para sistemas
de vapor.
• ...
Tubulações Industriais - Fundamentos
5$=¯(6 3$5$ 5(02d®2 '2
&21'(16$'2
• Conservação de energia;
• Evitar vibrações e golp...
Tubulações Industriais - Fundamentos
,167$/$d®2 '( 385*$'25(6
'( 9$325
• Para purgador com descarga livre, colocar válvula...
Tubulações Industriais - Fundamentos
321726 '( ,167$/$d®2 '(
385*$'25(6
9
Tubulações Industriais - Fundamentos
321726 '( ,...
Tubulações Industriais - Fundamentos
321726 '( ,167$/$d®2 '(
385*$'25(6
11
Tubulações Industriais - Fundamentos
12
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Tubulações Industriais - Fundamentos
13
Purgador mecânico de bóia
Opera por diferença de densidade entre o vapor e o
conde...
Tubulações Industriais - Fundamentos
15
Purgador mecânico de bóia
Desvantagens
• Muitos componentes internos. Dependendo d...
Tubulações Industriais - Fundamentos
17
Purgador mecânico de panela invertida
385*$'25(6 0(&Ç1,&26
Vantagens
• Suporta alt...
Tubulações Industriais - Fundamentos
19
385*$'25(6 7(50267É7,&26
Purgador de expansão líquida
• Funciona através da expans...
Tubulações Industriais - Fundamentos
21
385*$'25(6 7(50267É7,&26
Purgador de expansão líquida
Desvantagens
• Elemento de e...
Tubulações Industriais - Fundamentos
23
385*$'25(6 7(50267É7,&26
Purgador de expansão balanceada
Tubulações Industriais - ...
Tubulações Industriais - Fundamentos
25
385*$'25(6 7(50267É7,&26
Purgador de expansão balanceada
Desvantagens
• Pouca capa...
Tubulações Industriais - Fundamentos
27
385*$'25(6 7(50267É7,&26
Purgador de expansão metálica
• Utiliza um elemento bimet...
Tubulações Industriais - Fundamentos
29
Purgador de expansão metálica
Desvantagens
• Não é indicado para instalações onde ...
Tubulações Industriais - Fundamentos
31
Purgador termodinâmico de disco
Opera por meio do efeito dinâmico de evaporação do...
Tubulações Industriais - Fundamentos
33
385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26
Purgador termodinâmico de disco
Vantagens
• Trabalha sem...
Tubulações Industriais - Fundamentos
35
385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26
Purgador termodinâmico de impulso
Tubulações Industriais...
Tubulações Industriais - Fundamentos
37
385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26
Purgador termodinâmico de impulso
Desvantagens
• Perda d...
Tubulações Industriais - Fundamentos
39
385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26
Purgador termodinâmico de labirinto
Vantagens
• Boa capa...
Tubulações Industriais - Fundamentos
41
6(/(d®2 '( 385*$'25(6
Fatores que influenciam na seleção:
• Perda admitida de vapo...
Tubulações Industriais - Fundamentos
43
6(/(d®2 '( 385*$'25(6
Fonte: Tubulações Industriais – Materiais, Projeto, Montagem...
Tubulações Industriais - Fundamentos
45
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Tubulações Industriais - Fundamentos
47
1250$6 5(/$&,21$'$6
• ISO 6552 : 1980 (BS 6023 : 1981)
Glossary of technical terms...
Tubulações Industriais - Fundamentos
1
NORMAS E CÓDIGOS
Instrutores:
Jordana Veiga
Jorivaldo Medeiros
Thiago Pereira de Me...
Tubulações Industriais - Fundamentos
+,67Ð5,&2
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17 06-2011 17-53-tubulacoes_industriais_-_fundamentos (2)

  1. 1. TUBOS, MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO Instrutores: Jorivaldo Medeiros Jordana Luiza Veiga Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 1 MÓDULOS 1 - Tubos, Materiais e Processos de Fabricação. 2 - Meios de Ligação entre Tubos 3 - Conexões. 4 - Válvulas. 5 - Aquecimento e isolamento térmico. 6 - Purgadores. 7 - Normas Técnicas. 8 - Padronizações de Material de Tubulações. 9 - Documentos de Projeto de Tubulações. 10 - Traçamento e Detalhamento de Tubulações. 11 - Suportes de Tubulação. 12 - Inspeção, Montagem e Testes. 13 - Dimensionamento Mecânico. 14 - Noções de Flexibilidade 2 1
  2. 2. DEFINIÇÕES • TUBOS: – “Tubos são condutos fechados, destinados principalmente ao transporte de fluídos. Todos os tubos são de seção circular, apresentando-se como cilindros ocos.” – Tubulações Industriais – Pedro C. Silva Telles • TUBULAÇÕES: – Conjunto de tubos e seus acessórios, tais como válvulas, conexões, filtros, flanges, etc. Em unidades de processo, são os elementos físicos de ligação entre os equipamentos (vasos de pressão, reatores, tanques, bombas, trocadores de calor, etc) por onde circulam os fluídos de processo e utilidades. 3 CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO EMPREGO Tubulações Industriais Tubulações dentro de instalações industriais Tubulações de Processo Tubulações de utilidades Tubulações de instrumentação Tubulações de transmissão hidráulica Tubulações de drenagem Tubulações fora de instalações industriais Tubulações de transporte Adução Transporte Drenagem Tubulações de distribuição Distribuição Coleta 4 2
  3. 3. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO FLUIDO CONDUZIDO y Tubulações para água; y Tubulações para vapor; y Tubulações para óleos; y Tubulações para ar; y Tubulações para gases; y Tubulações para esgotos e drenagem; y Tubulações para fluidos diversos. 5 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS • TUBOS SEM COSTURA – Laminação; – Extrusão; – Fundição. • TUBOS COM COSTURA – Fabricado a partir da calandragem de chapas e soldagem longitudinal ou helicoidal das extremidades das chapas. Esta última não deve ser utilizada em tubos de processo conduzindo fluídos inflamáveis ou tóxicos; – Processos de soldagem: elétrica com fusão de um metal de adição (arco submerso) ou por resistência elétrica (sem metal de adição). 6 3
  4. 4. LAMINAÇÃO – LAMINADOR OBLÍQUO ™ Empregado na fabricação de tubos sem costura de aços carbono, aços liga e aços inoxidáveis. • Lingote cilíndrico; • Dois Rolos de cone duplo; • Ponteira cônica faz o furo (formando o cilindro). 7 LAMINADORES DE ACABAMENTO o No Brasil podem ser fabricados tubos até 14”; o No exterior são disponíveis tubos até 24”. 9 4
  5. 5. EXTRUSÃO • Empregado na fabricação de tubos sem costura de aço de pequeno diâmetro (< 80 mm), alumínio, cobre, chumbo, latão, e outros metais não-ferrosos, bem como de materiais plásticos. 10 FUNDIÇÃO • Empregado na fabricação de tubos sem costura de ferro fundido, de aços especiais não- forjáveis e da maioria dos materiais não- metálicos, tais como: concreto, cimento- amianto, barro-vidrado, etc; • Os tubos de ferro fundido e de concreto são fabricados por fundição centrífuga, que consiste de um molde cilíndrico com leve inclinação na horizontal dotado de movimento de rotação; • Os tubos de concreto armado são aplicados por vertimento e vibração para melhor adensamento. 11 5
  6. 6. FABRICAÇÃO A PARTIR DE BOBINAS DE CHAPA (tubos com costura) 12 PROCESSOS DE SOLDAGEM • SMAW – Shielded Metal Arc Weld (Eletrodo Revestido); • GTAW ou TIG – Tungsten Arc Weld (Tungsten Inert Gas); • GMAW ou MIG – Metal Arc Weld (Metal Inert Gas); • FCAW - Flux Cored Arc Weld. • SAW - Submerged Arc Weld (Arco Submerso); • ERW – Electric Resistance Weld. 13 6
  7. 7. SMAW Metal de base Camada de Gás Eletrodo Revestimento Escória Arco Metal de solda 14 SMAW • Processo Manual; • Mais comum; • Emprega o calor de um arco elétrico para fundir o metal de base, o revestimento e a alma do eletrodo; • O soldador movimenta o eletrodo ao longo da junta soldada a medida que o mesmo vai sendo consumido. • São aplicáveis a maioria dos metais e ligas; • É relativamente portátil, podendo ser utilizado em áreas relativamente limitadas. 15 7
  8. 8. SMAW • Exige interrupção constante para reposição do eletrodo, elevando o tempo de produção da solda; • Exige entre cada reposição do eletrodo a retirada da escória e do óxido formados; • A qualidade da solda é altamente dependente da qualidade e da capacidade do soldador. 16 Curso Tocha TIG Condutor elétrico Eletrodo TIG Camada de Gás Metal de soldaArco Poça de fundição Arame Metal de base Canal GTAW ou TIG 17 8
  9. 9. GTAW ou TIG • Processo Manual ou automático; • Utiliza uma tocha provida de um eletrodo não consumível de tungstênio que imprime o arco elétrico responsável pela fusão do metal de base e do arame consumível (metal de adição). Existem processos especiais que empregam esse sistema sem metal de adição (espessuras menores que 9,5 mm); • Um gás (argônio, hélio ou uma mistura dos dois) é projetado no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte que envolve a solda protegendo os constituintes da poça de solda da ação do ambiente; • É portátil, podendo ser utilizado em áreas relativamente limitadas. 18 GTAW ou TIG • É utilizado para o passe de raiz da solda; • A taxa de deposição é mais lenta que a do eletrodo revestido; • A exposição do consumível quente ao ar ambiente ou a transferência de tungstênio para a solda podem resultar em soldas não satisfatórias. 19 9
  10. 10. GMAW ou MIG Poça de fusão Metal de base Camada de Gás Bocal de Gás Guia do arame e tubo de contato Gás inerte Entrada Eletrodo (arame) Condutor de corrente Metal de solda Arco Curso 20 GMAW ou MIG • Processo semi-automático ou automático; • Utiliza uma tocha provida de uma alimentação contínua de arame de um eletrodo consumível (metal de adição) que imprime o arco elétrico responsável pela fundição do metal de base e do arame consumível; • Um gás (argônio, hélio, gás carbônico ou uma mistura dos gases) é projetado no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte que envolve a solda, protegendo os constituintes da poça de solda da ação do ambiente; • Utilizado na maioria dos processos de alta produção, em materiais como aço carbono, aço inoxidável, alumínio e cobre. 21 10
  11. 11. FCAW Poça de fundição Metal de base Camada de Gás Bocal de Gás Guia do arame e tubo de contato Entrada Eletrodo revestido Condutor de corrente Metal de solda Arco Curso Gás inerte Escória Escória fundida 22 FCAW • Processo semi-automático ou automático; • Utiliza uma tocha provida de uma alimentação contínua de arame tubular de um eletrodo consumível (metal de adição) com uma alma composta de minerais tais como ligas ferrosas, desoxidantes e outros materiais formadores de escória. O arco formado pelo eletrodo é o responsável pela formação do arco que resulta na fundição do metal de base, do arame consumível e de sua alma; • O gás de proteção pode ser inserido pela tocha ou através da fundição da alma do eletrodo (argônio, hélio, gás carbônico ou uma mistura dos gases) é introduzido no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte que envolve a solda, protegendo os constituintes da poça de solda da ação do ambiente; • Utilizado na maioria dos processos de alta produção. 23 11
  12. 12. ARCO SUBMERSO (SAW) Ar Fluxo Eletrodo Metal de baseMetal de solda solidificado Arco 24 SAW • Processo automático; • O que diferencia esse processo é a proteção solda por um material granulado (fluxo). O arco fica imerso no fluxo, que também será fundido durante a formação do arco. Este material é responsável pelas altas taxas de deposição e qualidade de soldagem; • É largamente utilizado para aços carbono, aços liga, aços estruturais e aços inoxidáveis, tendo uso limitado para outras materiais; • Utilizado na maioria dos processos de alta produção, sendo limitado aos processo de fabricação de tubos ou spools, tendo aplicação limitada para soldas de campo (o tubo precisa ser rolado para realização de soldas circunferenciais). 25 12
  13. 13. SAW – Solda Longitudinal Faixa de diâmetros: NPS 12 a 48 Espessuras: 0,250” a 1,250” Comprimentos: 6 a 13 metros 26 ERW Contatos Corrente Rolos Curso do tubo 27 13
  14. 14. ERW 28 ERW • Processo automático; • A fusão das duas extremidades é feita através do calor gerado pela passagem de uma corrente elétrica entre as duas extremidades da chapa calandrada. Como resultado, obtêm-se um plano de solda e não um cordão, como na solda por eletrodo revestido; • É restrito à espessuras até 9,5 mm e diâmetros acima de 6” inclusive; • Não há adição de metal. 29 14
  15. 15. ERW Rebarba da solda pelo diâmetro externo extru- dado durante o processo de soldagem. Normal- mente é removido. Zona de solda por forjamento Rebarba da solda pelo diâmetro interno similar a do diâmetro externo. A rebarba interna pode ser deixada, usinada ou conformada, conforme requerido pelo usuário. 30 TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL „ Processo automático; „ Matéria prima: bobina de aço; „ Não há limitação de diâmetro; „ Sua utilização é limitada aos fluídos categoria D. 31 15
  16. 16. TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL 32 CONSIDERAÇÕES PARA SELEÇÃO DE MATERIAIS • Fluído conduzido; • Condições de serviço; • Resistência mecânica; • Disponibilidade; • Conexões e meios de ligação; • Custo; • Facilidade de fabricação e montagem; • Experiência prévia; • Vida útil. 33 16
  17. 17. 34 CUSTOS RELATIVOS DE MATERIAIS* Materiais Custo relativo Materiais Custo relativo Aço carbono estrutural 1 Ferro fundido 0,95 Aço carbono com qualificação 1,15 Alumínio 2,5 Aço liga 1 ¼ Cr – 1/2 Mo 3,1 Latão de alumínio 7,6 Aço inox 304 11,5 Monel 31,8 Aço Inox 316 15,0 Titânio 41,0 •Apenas para Referência, não deve ser utilizado como critério de seleção. 34 MATERIAIS – AÇO CARBONO ‰Fácil de soldar; ‰Menor relação custoeeresistência mecânica; ‰Fácil de conformar; ‰Material de maior utilização; ‰Faixa de temperatura de utilização: -45 qC a 430 qC; ‰Em alguns casos é possível utilização até 520 qC; ‰Temperatura limite de oxidação superficial: 530 qC; ‰Especificações de Material: ASTM A53 ASTM A106 API 5L ASTM A333 35 17
  18. 18. ASTM A 53 ‰Material de uso geral, em serviços de baixa criticidade; ‰Graus A (baixo carbono) e B (médio carbono); ‰NPS 1 8 a NPS 26; ‰Com costura (resistência elétrica); ‰Sem costura; ‰Preto (sem acabamento superficial); ‰Galvanizado. 36 ASTM A 106 ‰Indicado para serviços sujeitos à corrosão sob tensão ou que requeiram material acalmado; ‰Baixa Temperatura: -45 qqC, quando normalizado ou com teste de impacto; ‰Alta Temperatura: 430 qC; ‰Graus A (baixo carbono), B (médio carbono) e C (alto carbono). Este último menos utilizado pela soldabilidade pior; ‰NPS 1 8 a NPS 26; ‰Sem costura; ‰Acalmado com Si. 37 18
  19. 19. API 5L ‰Material de uso geral, possui vários graus com aplicações diversas, usado em especial para oleodutos e gasodutos; ‰Grau B – uso geral, médio carbono, boa resistência mecânica; ‰Não acalmado; ‰NPS 1 8 a NPS 64; ‰Sem costura; ‰Com costura (vários processos); ‰A ISO elaborou a norma ISO 3183 - parte A baseada nesta norma; ‰Possui dois níveis básicos de qualidade: PSL1 e PSL2 (mais rigoroso). 38 API 5L (PSL 1 x PSL 2) 39 19
  20. 20. ASTM A 333 Gr. 6 ‰Material específico para baixa temperatura (-45 qqC); ‰Aço acalmado; ‰Composição muito semelhante à do ASTM A 106 Gr. B; ‰Sem costura; ‰Com costura, com resistência elétrica e sem metal de adição; ‰Incorpora requisitos de teste de impacto e tratamento térmico de normalização. 40 MATERIAIS – AÇO LIGA ‰Aplicável a: • Temperaturas muito elevadas; • Temperaturas muito baixas; • Fluídos muito corrosivos ‰Relação custoeeresistência mecânica mais elevada que a do aço carbono e, em geral, menor que a do aço inoxidável; ‰Difícil de soldar ‰Exige, normalmente, tratamento térmico de alívio de tensões e maior rigor nos ensaios não destrutivos; ‰Faixa de temperatura de utilização: -100 qC a 600 qC, dependendo da especificação. 41 20
  21. 21. 42 MATERIAIS – AÇO LIGA Especificação ASTM Cr Mo Ni Limite (qC) A 335 Gr. P1 - 0,5 - 480 A 335 Gr. P5 5 0,5 - 540 A 335 Gr. P7 7 0,5 - 540 A 335 Gr. P9 9 0,5 - 600 A 335 Gr. P11 1,25 0,5 - 520 A 335 Gr. P22 2,25 0,5 - 570 A 333 Gr. 3 - - 3,5 -100 A 333 Gr. 7 - - 2,25 -60 42 MATERIAIS – AÇO INOXIDÁVEL • Aplicável a: – Mesmas aplicações dos aços liga, porém com limites de uso mais amplos; – Serviços quando se quer evitar contaminação do fluído conduzido; • Relação custoeresistência mecânica mais elevada que a do aço carbono e, em geral, maior que a do aço liga; • Alguns materiais não são tão complicados de soldar (em especial alguns austeníticos); • Faixa de temperatura de utilização: -273 qC a 650 qC, dependendo da especificação. 43 21
  22. 22. 44 AISI Estrutura Metalúrgic a Cr Ni + Limite Máx. (qC) Limite Mín. (qC) 304 Austenítica 18 8 C: 0,08 600 -255 304L Austenítica 18 8 C: 0,03 400 -273 316 Austenítica 16 10 C: 0,08 Mo: 2 650 -195 316L Austenítica 16 10 C: 0,03 Mo: 2 400 -195 321 Austenítica 17 9 Ti: 0,5 600 -195 347 Austenítica 17 9 Nb+Ta:1 600 -255 405 Ferrítica 12 - Al: 0,2 470 0 MATERIAIS – AÇO INOXIDÁVEL 44 45 MATERIAIS – AÇO INOXIDÁVEL (CONT.) AISI Estrutura Metalúrgica C Cr Ni Mo N Limite Máx. (qC) Limite Mín. (qC) 317 Austenítica 0,08 16 10 3 - 650 -195 UNS S3180 3 Austenítico- Ferrítica (Duplex) <0,03 21- 23 4,5- 6,5 2,5- 3,5 0,08 - 0,20 280 -40 UNS S3276 0 Austenítico- Ferrítica (Super Duplex) <0,03 24- 26 6,0- 8,0 3,0- 4,0 0,20 - 0,30 300 -190 45 22
  23. 23. MATERIAIS – PLÁSTICOS • Os principais plásticos de engenharia são polímeros, materiais compostos de macromoléculas, ou seja cadeias compostas pela repetição de uma unidade básica (mero); • O Polietileno, por exemplo, é composto milhares de unidades da molécula básica do etileno (ou eteno). Normalmente superior a 10.000, ou seja, o polietileno é composto de pelo menos 10.000 unidades de etileno. Esse é o chamado grau de polimerização (GP), que indica o número de meros que constituem a macromolécula. 46 MATERIAIS – PLÁSTICOS • Os polímeros podem ser divididos em: – Termoplásticos; – Termo fixos ou termorrígidos; – Elastômeros. 47 23
  24. 24. Termoplásticos • São materiais que podem ser fundidos diversas vezes; • Facilita a reciclagem; • Exemplos: polietileno (PE), polipropileno (PP), poli(tereftalato de etileno) (PET), policarbonato (PC), poliestireno (PS), poli(cloreto de vinila) (PVC); • Constituem-se na maioria dos polímeros comerciais. 48 Termorrígidos • São rígidos e frágeis, sendo muito estáveis a variações de temperatura; • Uma vez prontos não se fundem. O aquecimento do polímero a altas temperaturas promove a decomposição do material antes da fusão; • Reciclagem complicada; • Exemplos: baquelite, plásticos (poliésteres) reforçados com fibra de vidro (PRFV). 49 24
  25. 25. Elastômeros (Borrachas) • Classe intermediária entre os termoplásticos e os termorrígidos; • Não são fusíveis, mas apresentam elasticidade, não sendo rígidos como os termorrígidos; • Reciclagem complicada pela incapacidade de fusão; • Tem uso restrito na área de tubulações, sendo mais aplicáveis em juntas de vedação, mangueiras e mangotes flexíveis. 50 MATERIAIS – PLÁSTICOS • Resistência à corrosão; • Leves; • Custo mais baixo que materiais metálicos de alta resistência à corrosão; • São em geral de fácil manuseio; • Faixa de temperatura de utilização: -40 qC a 80 qC, dependendo da especificação; • Uso relativamente recente; • Reciclagem: só viável para termoplásticos, que podem ser refundidos, com grande consumo (devido ao preço/peso); o plástico reciclado, porém, é considerado um material de segunda classe, diferentemente dos materiais metálicos. 51 25
  26. 26. 52 MATERIAL CUSTO REL. APLICAÇÃO Limite (qC) POLIETILENO 1,03 Ácidos minerais, álcalis e sais -30/80 PVC 1,20 Água, esgoto, ácidos, álcalis e outros produtos corrosivos -40/65 -5;80 PTFE ALTO (N.A.) Mais vantajoso como revestimento -200/260 POLIPROPILENO 1,02 Água contaminada -5/90 MATERIAIS – PLÁSTICOS 52 MATERIAIS – PLÁSTICOS MATERIAL CUSTO APLICAÇÃO Limite (qC) PEAD 1,0 Água de incêndio, Gás (boa resistência mecânica) -40/60 PRFV BAIXO (N.A.) Água, esgoto, ácidos, álcalis e outros produtos corrosivos -40/104 53 26
  27. 27. POLIETILENO • Densidade: 0,918-0,940 g/cm3; • Elevada resistência química e a solventes; • Flexível; • Fácil processamento; • Baixa permeabilidade a água; • Excelentes propriedades isolantes; • Atóxico. 54 PVC • Experiência de uso viabilizou normalização (ASTM, ABNT); • São materiais combustíveis e, sob ação de fogo, liberam o cloro que é tóxico, porém, esse risco é pequeno e não impossibilita ou restringe sua utilização. A causa principal de fatalidades em um incêndio continua a ser o monóxido de carbono, mesmo após a consolidação do uso de tubulações de PVC em edificações na última década. • O PVC rígido é o mais utilizado na fabricação de tubos; • Não reagem quimicamente com a água potável, não alterando seu sabor e qualidade; 55 27
  28. 28. PVC (cont.) • A fabricação de PVC consome significativamente menos energia que a fabricação de tubos de ferro ou concreto utilizados na construção civil; • Coeficiente de dilatação térmica é, em geral, maior que o dos metais; • Devido a presença de halôgeneos geram gases tóxicos durante a queima, devendo, portanto, ser submetidos a dehalogenação antes da queima. 56 PEAD • Densidade: 0,935 – 0,960 g/cm3; • É um plástico rígido de excelente resistência à tração e moderada resistência ao impacto; • Indicado para distribuição de água e gás, no entanto não deve ser utilizado no transporte de hidrocarbonetos líquidos, pois esse material absorve os hidrocarbonetos líquidos leves (nafta e gasolina), aumentando muito de volume; • Coeficiente de expansão térmica muito elevado. 57 28
  29. 29. PRFV • É um material compósito de matriz polimérica: resina + fibra de vidro + aditivos; • Densidade: 1,4 g/cm3; • Coeficiente de dilatação térmica: 17x10-6 cm/cm oC (a do aço carbono é 11,7x10-6 cm/cm oC; • Elevada resistência mecânica; • Baixa condutibilidade térmica: 0,2 kcal/m2.h.oC (a do aço carbono é 38 kcal/m2.h.oC. 58 Páginas da INTERNET • www.thefabricator.com – Sítio de fabricação de materiais metálicos; • www.ppfahome.org – Associação dos fabricantes de tubulações de plástico; • www.plasticpipe.org – Sítio do Instituto de Tubulações de Plástico (Plastic Pipe Institute) 59 29
  30. 30. Tubulações Industriais - Fundamentos MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE TUBOS Instrutores: Jordana Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ 2V PHLRV GH OLJDomR VHUYHP SDUD ‡/LJDU DV YDUDV GH WXER HQWUH VL ‡/LJDU WXERV jV YiOYXODV jV FRQH[}HV H GHPDLV DFHVVyULRV GH WXEXODomR ‡/LJDU WXERV DRV HTXLSDPHQWRV ² WDQTXHV YDVRV ERPEDV WURFDGRUHV GH FDORU HWF 30
  31. 31. Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ /LJDomR URVTXHDGD ‡ /LJDomR SRU VROGD GH HQFDL[H ‡ /LJDomR SRU VROGD GH WRSR ‡ /LJDomR IODQJHDGD ‡ /LJDo}HV HVSHFLDLV Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ $ HVFROKD GR PHLR GH OLJDomR D XVDU GHSHQGH GH PXLWRV IDWRUHV HQWUH RV TXDLV ‡ 0DWHULDO GD WXEXODomR ‡ 'LkPHWUR GD WXEXODomR ‡ )LQDOLGDGH ‡ /RFDOL]DomR GD OLJDomR ‡ &XVWR ‡ *UDX GH VHJXUDQoD H[LJLGR ‡ 3UHVVmR H WHPSHUDWXUD GH WUDEDOKR ‡ )OXLGR FRQWLGR ‡ 1HFHVVLGDGH RX QmR GH GHVPRQWDJHP ‡ ([LVWrQFLD RX QmR GH UHYHVWLPHQWR LQWHUQR 31
  32. 32. Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ (P WXEXODo}HV H[LVWHP VHPSUH RX TXDVH VHPSUH WUrV FODVVHV GH OLJDo}HV ‡ /LJDo}HV FRUUHQWHV GH HPHQGD HQWUH GRLV WXERV ‡ /LJDomR HQWUH XP WXER H XPD FRQH[mR GH WXEXODomR FXUYD MRHOKR Wr UHGXomR HWF RX HQWUH GXDV FRQH[}HV ‡ /LJDo}HV H[WUHPDV GD WXEXODomR RQGH D WXEXODomR VH OLJD D XP HTXLSDPHQWR RX D XPD PiTXLQD RX D SHoDV GHVPRQWiYHLV YiOYXODV H SXUJDGRUHV SRU H[HPSOR Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ 3DUWLFXODULGDGHV GD OLJDomR WXER WXER WXER FRQH[mR H FRQH[mR FRQH[mR ‡ 6mR HP JUDQGH Q~PHUR ‡ ([LJH VH VHJXUDQoD FRQWUD YD]DPHQWRV ‡ %DL[R FXVWR ‡ )DFLOLGDGH GH H[HFXomR ‡ 3DUD OLJDo}HV WXER HTXLSDPHQWR H WXER YiOYXOD ‡ )DFLOLGDGH SDUD GHVPRQWDJHP PDQXWHQomR 32
  33. 33. Tubulações Industriais - Fundamentos 0(,26 '( /,*$d®2 (175( 78%26 ‡ /LJDo}HV GHVPRQWiYHLV VmR ‡0DLV FDUDV ‡0HQRV VHJXUD FRQWUD YD]DPHQWR Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ /LJDo}HV URVTXHDGDV VmR XP GRV PDLV DQWLJRV PHLRV GH OLJDomR SDUD WXERV ‡ (P WXERV GH SHTXHQR GLkPHWUR HVVDV OLJDo}HV VmR GH EDL[R FXVWR H GH IiFLO H[HFXomR ‡ 2 GLkPHWUR Pi[LPR GH XVR FRUUHQWH p GH µ PDV VmR IDEULFDGDV SHoDV DWp µ DV YH]HV PDLRUHV 33
  34. 34. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ 3DUD OLJDomR GDV YDUDV GH WXERV HQWUH VL HPSUHJDP VH GRLV WLSR GH SHoDV ‡ /XYDV ‡ 8QL}HV ‡ 8QL}HV VmR XVDGDV SDUD QHFHVVLGDGH GH GHVPRQWDJHP IiFLO RX HP DUUDQMRV IHFKDGRV ‡ $ OLJDomR HQWUH DV GXDV PHLDV XQL}HV p FRQVHJXLGD SRU PHLR GH XPD JD[HWD TXH p FRPSULPLGD RX SRU PHLR GH VHGH PHWiOLFD LQWHJUDO XVDGRV SDUD DOWD WHPSHUDWXUD Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ 34
  35. 35. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ $V URVFDV WDQWR HP OXYDV FRPR HP XQL}HV VmR F{QLFDV 2 DSHUWR VH Gi SRU LQWHUIHUrQFLD HQWUH RV ILRV GH URVFDV 3DUD DX[LOLDU D YHGDomR XVD VH ILWD DGHVLYD HQURODGD VREUH DV URVFDV H[WHUQDV ‡ 2 URVTXHDPHQWR HQIUDTXHFH VHPSUH DV SDUHGHV GR WXER Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ (PSUHJD VH OLJDo}HV URVTXHDGDV SDUD ‡ 7XEXODo}HV JDOYDQL]DGDV ‡ $oR FDUERQR ‡ $oR OLJD ‡ )HUUR IXQGLGR ‡ 0DWHULDLV SOiVWLFRV ‡ /LPLWDGRV DWp µ ‡ $oRV LQR[ H PHWDLV QmR IHUURVRV p UDUR R XVR GH OLJDV GHYLGR D SDUHGH ILQD GD WXEXODomR 35
  36. 36. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ 2 $60( % SHUPLWH R HPSUHJR GH WXEXODo}HV URVTXHDGDV ‡ &RP '1 DWp µ ‡ 6HUYLoRV TXH QmR VHMDP IRUWHPHQWH FLFOLFRV ‡ 1HP PXLWR FRUURVLYRV ‡ $V OLJDo}HV URVTXHDGDV GDV WXEXODo}HV QmR GHYHP HVWDU VXMHLWDV D ‡ *UDQGHV HVIRUoRV ‡ 0RPHQWRV WHQGHQWHV D GHVDWDUUD[DU DV URVFDV Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 52648($'$ ‡ 1D SUiWLFD HVWmR OLPWDGDV D ‡7XEXODo}HV GH SHTXHQR GLkPHWUR ‡%DL[D UHVSRQVDELOLGDGH ‡$U FRPSULPLGR ‡ÉJXD ‡&RQGHQVDGR ‡ ,VWR VH GHYH DR IDWR GH D URVFD VHU VHPSUH XP SRQWR IUDFR HP TXH D UHVLVWrQFLD p EHP PHQRU GR TXH QR SUySULR WXER 36
  37. 37. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ ‡ $ PDLRU SDUWH GDV OLJDo}HV VROGDGDV p FRP VROGD SRU IXVmR FRP DGLomR GH HOHWURGR GH GRLV WLSRV SULQFLSDLV ‡ 6ROGD GH WRSR ‡ 6ROGD GH HQFDL[H ‡ 9DQWDJHQV ‡ 5HVLVWrQFLD PHFkQLFD ERD ‡ (VWDQTXHLGDGH SHUIHLWD H SHUPDQHQWH ‡ %RD DSDUrQFLD ‡ )DFLOLGDGH GH DSOLFDomR GH LVRODPHQWR WpUPLFR H SLQWXUD ‡ 6HP QHFHVVLGDGH GH PDQXWHQomR Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ ‡ 'HVYDQWDJHQV ‡ 'LILFXOGDGH GH GHVPRQWDJHP ‡ 1HFHVVLGDGH GH PmR GH REUD HVSHFLDOL]DGD ‡ 6HU XP WUDQDOKR D TXHQWH H H[LJLU FXLGDGRV HVSHFLDLV WDLV FRPR VHJXUDQoD HP DPELHQWH FRP FRPEXVWtYHO LQIODPiYHLV RX H[SORVLYRV ‡ 2 $60( % QmR ID] TXDOTXHU UHVWULomR DR VHX XVR VHMD SRU VHUYLoR WHPSHUDWXUD H PDWHULDO GHVGH TXH FRP SURFHGLPHQWR GH VROGDJHP TXDOLILFDGR H[FHomR IHUUR IXQGLGR 37
  38. 38. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ '( (1&$,;( ‡ 8VDGR QD PDLRULD GRV WXERV FRP OLJDo}HV VROGDGDV DWp ôµ LQFOXVLYH HP WRGD IDL[D XVXDO GH SUHVV}HV H WHPSHUDWXUDV ‡ $V YDUDV GH WXERV SRGHP OLJDU XPDV jV RXWUDV SRU PHLR GH ‡ /XYDV ‡ 8QL}HV ‡ $V XQL}HV VmR XVDGDV TXDQGR VH GHVHMD IDFLOLGDGH GH GHVPRQWDJHP ‡ 2V WXERV VmR VROGDGRV QDV OXYDV RX XQL}HV FRP XP ~QLFR SDVVH GH VROGD Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ '( (1&$,;( 38
  39. 39. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ '( 7232 ‡ e R VLVWHPD PDLV XVDGR SDUD VROGDV HQWUH WXERV GH µ H PDLRUHV ‡ 2V WXERV H GHPDLV DFHVVyULRV SDUD XVR FRP VROGD GH WRSR GHYHP WHU DV H[WUHPLGDGHV FRP FKDQIURV SDUD VROGD QRUPDOPHQWH GH DFRUGR FRP D $60( % ‡ $EHUWXUD GH UDL] YDULD HQWUH H PP ‡ 2 $60( % SRVVXL LQ~PHUDV UHFRPHQGDo}HV VREUH VROGDJHP GH WXERV VHTXHQFLD GH VROGDJHP 7UDWDPHQWR WpUPLFR TXDOLILFDomR GH VROGDGRUHV WHVWHV Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 325 62/'$ '( 7232 39
  40. 40. Tubulações Industriais - Fundamentos 75$16,d®2 '( (63(6685$6 6(*81'2 $60( % $ QRUPD $60( % %XWWZHOGLQJ (QGV HVWDEHOHFH RV SDGU}HV SDUD WUDQVLomR GH HVSHVVXUD HQWUH H[WUHPLGDGHV GH FRPSRQHQWHV GH WXEXODomR GH HVSHVVXUDV GLVWLQWDV 2V FRQWRUQRV WUDFHMDGRV LQGLFDP HQYHORSHV Pi[LPRV SDUD WUDQVLomR GH HVSHVVXUDV Tubulações Industriais - Fundamentos &+$1)52 3$5$ (63(6685$6 '( 3$5('( $7e 00 40
  41. 41. Tubulações Industriais - Fundamentos &+$1)52 3$5$ (63(6685$6 '( 3$5('( $&,0$ '( 00 Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d®2 )/$1*($'$6 ‡ 8PD OLJDomR IODQJHDGD p FRPSRVWD GH GRLV IODQJHV XP MRJR GH SDUDIXVRV RX HVWRMRV FRP SRUFDV H XPD MXQWD GH YHGDomR 41
  42. 42. Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ 6mR XVDGDV HP WXEXODo}HV GH µ RX PDLRUHV HP FDVRV HVSHFtILFRV ‡ /LJDU WXERV FRP YiOYXODV H HTXLSDPHQWRV ‡ 7XER FRP WXER TXDQGR ‡7XEXODo}HV TXH SRVVXDP UHYHVWLPHQWR LQWHUQR ‡7XEXODo}HV TXH QHFHVVLWHP VXD GHVPRQWDJHP SDUD OLPSH]D LQWHUQD GHYLGR D IOXLGRV PXLWR YLVFRVRV VXMRV RX TXH GHL[HP VHGLPHQWRV RX LQFUXVWDo}HV /,*$d®2 )/$1*($'$6 Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ $V OLJDo}HV IODQJHDGDV GHYHP VHU XVDGDV QR PHQRU Q~PHUR SRVVtYHO SRLV VmR SRQWRV GH YD]DPHQWRV H WDPEpP SRUTXH VmR SHoDV FDUDV SHVDGDV H YROXPRVDV ‡ 2 IODQJHV SRGHP VHU LQWHJUDLV FRP R WXER RX LQGHSHQGHQWHV VROGDGRV RX URVTXHDGRV DR WXER ‡ 2V IODQJHV GH YiOYXODV ERPEDV FRPSUHVVRUHV H RXWUDV PiTXLQDV VmR TXDVH VHPSUH LQWHJUDLV FRP HVVHV HTXLSDPHQWRV /,*$d®2 )/$1*($'$6 42
  43. 43. Tubulações Industriais - Fundamentos 7,326 '( )/$1*(6 ‡ 2V WLSRV PDLV XVXDLV GH IODQJHV VmR ‡)ODQJH LQWHJUDO ‡)ODQJH GH SHVFRoR ‡)ODQJH VREUHSRVWR ‡)ODQJH URVTXHDGR ‡)ODQJH GH HQFDL[H ‡)ODQJH VROWR ‡)ODQJH FHJR ‡)ODQJH WLSR DQHO Tubulações Industriais - Fundamentos 7,326 '( )/$1*(6 43
  44. 44. Tubulações Industriais - Fundamentos )$&( '( )/$1*(6 ‡ $ IDFH GH DVVHQWDPHQWR GRV IODQJHV SRGH VHU GH YiULRV WLSRV H FRP GLIHUHQWHV DFDEDPHQWRV ‡)DFH FRP UHVVDOWR ‡)DFH SODQD ‡)DFH SDUD MXQWD GH DQHO ‡)DFH GH PDFKR H IrPHD ‡)DFH GH IODQJH FRP YLUROD Tubulações Industriais - Fundamentos )$&( '( )/$1*(6 44
  45. 45. Tubulações Industriais - Fundamentos )$&( '( )/$1*(6 Tubulações Industriais - Fundamentos )$&( '( )/$1*(6 45
  46. 46. Tubulações Industriais - Fundamentos )$&( '( )/$1*(6 Tubulações Industriais - Fundamentos &859$6 '( /,0,7( 35(66®2 ; 7(03(5$785$ ‡ $ SUHVVmR DGPLVVtYHO SDUD FDGD FODVVH GH SUHVVmR p XP YDORU YDULiYHO TXH GHSHQGH GD WHPSHUDWXUD H GR PDWHULDO GR IODQJH ‡ $ QRUPD $60( % DVVLP FRPR RXWUDV QRUPDV GLPHQVLRQDLV HVWDEHOHFH TXH SDUD FDGD GLkPHWUR QRPLQDO H FODVVH GH SUHVVmR WRGDV DV GLPHQV}HV GRV IODQJHV ‡ 'LkPHWUR LQWHUQR H H[WUHQR ‡ &RPSULPHQWR ‡ (VSHVVXUD ‡ &tUFXOR GH IXUDomR Q~PHUR H GLrPWUR GRV SDUDIXVRV HWF 46
  47. 47. Tubulações Industriais - Fundamentos &859$6 '( /,0,7( 35(66®2 ; 7(03(5$785$ ‡ $ QRUPD GLPHQVLRQDO $60( % DEUDQJH IODQJHV GH DoR IRUMDGR GH WRGRV RV WLSRV QRV GLkPHWURV QRPLQDLV GH ôµ DWp µ ‡ $EUDQJH DV FODVVHV GH SUHVVmR UDWLQJ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Tubulações Industriais - Fundamentos &859$6 '( /,0,7( 35(66®2 ; 7(03(5$785$ ‡ 3DUD FDGD XPD GDV FODVVHV GH SUHVVmR WrP VH SDUD FDGD PDWHULDO XPD FXUYD GH LQWHUGHSHQGrQFLD HQWUH SUHVVmR DGPLVVtYHO H WHPSHUDWXUD ‡ 7RGRV RV IODQJHV GH PHVPD FODVVH GH SUHVVmR H GH PHVPR PDWHULDO REHGHFHP j PHVPD FXUYD SUHVVmR ; WHPSHUDWXUD TXDOTXHU TXH VHMD VHX WLSR RX VHX GLkPHWUR 47
  48. 48. Tubulações Industriais - Fundamentos &859$6 '( /,0,7( 35(66®2 ; 7(03(5$785$ Limites de pressão e Temperatura 0 20 40 60 80 100 120 0 50 100 150 200 250 300 350 400 Temperatura (°C) Pressão(Kgf/cm2 ) 150# 300# 600# Tubulações Industriais - Fundamentos 7$%(/$ '( /,0,7(6 '( 35(66®2 ( 7(03(5$785$ 48
  49. 49. Tubulações Industriais - Fundamentos 0$7(5,$,6 3$5$ )/$1*(6 ‡ (VSHFLILFDomR $670 SDUD IODQJHV IRUMDGRV ‡$ ² DoR FDUERQR DFDOPDGR DR 6L IRUMDGR ‡$ ² DoR OLJD 0R &U 0R H DoRV LQR[LGiYHLV ‡$ ² DoRV FDUERQR H DoRV OLJD 1L SDUD EDL[DV WHPSHUDWXUDV Tubulações Industriais - Fundamentos &2035$ ‡ 3DUD HQFRPHQGD RX UHTXLVLomR GH FRPSUD p QHFHVViULR ‡ 4XDQWLGDGH ‡ 7LSR GR IODQJH ‡ 'LkPHWUR QRPLQDO ‡ 7LSR GH IDFH H VH QHFHVViULR DFDEDPHQWR GD IDFH ‡ (VSHFLILFDomR GR PDWHULDO $ $ JUDX H FODVVH GR PDWHULDO µ GH SHVFRoR $60( % IDFH FRP UHVVDOWR GH DFDEDPHQWR UDQKXUDGR FODVVH $670 $ *U ) / SDUD WXERV VpULH $60( % 49
  50. 50. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( 9('$d®2 3$5$ )/$1*(6 ‡ (OHPHQWR GH YHGDomR TXH ILFD FRPSULPLGR HQWUH DV IDFHV GRV IODQJHV ‡-XQWDV QmR PHWiOLFDV ‡-XQWDV VHPLPHWiOLFDV HVSLUDODGDV ‡-XQWDV PHWiOLFDV HQFDPLVDGDV ‡-XQWDV PHWiOLFDV FRUUXJDGDV ‡-XQWDV PHWiOLFDV PDFLoDV ‡-XQWDV PHWiOLFDV GH DQHO Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( 9('$d®2 3$5$ )/$1*(6 50
  51. 51. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( 9('$d®2 3$5$ )/$1*(6 ‡ 3DGU}HV GLPHQVLRQDLV SDUD MXQWDV GH YHGDomR ‡$60( % ² 0HWDOOLF *DVNHWV IRU 3LSH )ODQJHV ‡$60( % ² 1RQPHWDOOLF )ODW *DVNHWV IRU 3LSH )ODQJHV ‡ $V MXQWDV SODQDV SRGHP VHU SDUD XVR HP IODQJHV FRP UHVVDOWR RX IDFH SOHQD IXOO IDFH SDUD XVR HP IODQJHV GH IDFH SODQD VHP UHVVDOWR 1HVWH ~OWLPR FDVR DV MXQWDV YHP FRP D IXUDomR GRV SDUDIXVRV Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 1®2 0(7É/,&$6 | 8VDGR HP IODQJH FRP IDFH GH UHVVDOWR RX SODQD | (VSHVVXUD YDULD HQWUH D PP | -XQWDV QmR PHWiOLFDV y %RUUDFKD QDWXUDO ² XVDGD SDUD iJXD DU FRQGHQVDGR DWp ƒ & y %RUUDFKD VLQWpWLFD ² XVDGD SDUD yOHR DWp ƒ & y 0DWHULDLV SOiVWLFRV ² XVDGD SDUD IOXLGRV FRUURVLYRV HP EDL[DV SUHVV}HV H WHPSHUDWXUDV y 3DSHOmR KLGUiXOLFR ² QRPH JHQpULFR SDUD GHVLJQDU GLYHUVDV MXQWDV GH JUDILWDGR 51
  52. 52. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 0(7É/,&$6 )2/+($'$6 | 6mR MXQWDV FRP XPD FDSD PHWiOLFD SODQD RX FRUUXJDGD H HQFKLPHQWR GH JUDILWH y (VSHVVXUD GH D PP | 9HGDomR PDLV GLItFLO y )ODQJH FRP DFDEDPHQWR OLVR RX y 5DQKXUD FRQFrQWULFD | 3RXFR XVDGDV QRUPDOPHQWH VH XVD DV MXQWDV HVSLUDLV Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 0(7É/,&$ 0$&,d$ | -XQWDV PHWiOLFDV PDFLoDV y 6mR MXQWDV PHWiOLFDV FRP IDFHV SODQDV RX UDQKXUDGDV y 0XLWR XVDGD HP IODQJHV FRP IDFH FRP UHVVDOWR PDFKR IrPHD RX UDQKXUD H OLQJXHWD | ,PSRUWDQWH TXH R PDWHULDO GD MXQWD VHMD PHQRV GXUR TXH R PDWHULDO GRV IODQJHV 52
  53. 53. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 6(0, 0(7É/,&$6 RX (63,520(7É/,&$ | -XQWDV VHPLPHWiOLFDV HVSLUDODGDV y &RQVWLWXtGD GH OkPLFD PHWiOLFD WRUFLGD HP HVSLUDO FRP HQFKLPHQWR GH JUDILWH HQWUH FDGD YROWD y $QHO GH FHQWUDOL]DomR LQWHUQR H DQHO H[WHUQR y $FDEDPHQWR OLVR GD IDFH GRV IODQJHV p UHFRPHQGDGR Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( (63,520(7É/,&$6 ‡ &RQVLVWH GH XPD ILWD FRUUXJDGD PHWiOLFD HP JHUDO GH XP PDWHULDO QREUH DoR LQR[ HQURODGR HP XP PDWHULDO QmR PHWiOLFR TXH SURPRYH D YHGDomR 53
  54. 54. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( (63,520(7É/,&$6 ‡ 0DWHULDLV PDLV XWLOL]DGRV SDUD DV ILWDV PHWiOLFDV $,6, $,6, $,6, H 021(/ ‡ 0DWHULDLV PDLV XWLOL]DGRV QR HQFKLPHQWR JUDILWH IOH[tYHO WHIORQ H PLFDIOH[ ‡ $QHO GH FHQWUDOL]DomR H[WHUQD VHUYH GH EDWHQWH H GH DSRLR SDUD D PRQWDJHP VXSRUWDQGR D MXQWDV QRV HVWRMRV 1RUPDOPHQWH GH DoR FDUERQR Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( (63,520(7É/,&$6 ‡ $QHO LQWHUQR VHUYH GH EDUUHLUD GH DomR DR IOXtGR HOLPLQDQGR R YD]LR IRUPDGR HQWUH R GLkPHWUR LQWHUQR GD MXQWD H R GR WXER 6mR QRUPDOPHQWH GR PHVPR PDWHULDO GR IODQJH 6HUYHP DLQGD SDUD JDUDQWLU HVWDELOLGDGH D MXQWD PLQLPL]DQGR D SRVVLELOLGDGH GH IODPEDJHP ODWHUDO 54
  55. 55. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( $1(/ ‡ -XQWDV PHWiOLFDV GH DQHO ‡ 6mR DQpLV PHWiOLFRV PDFLoRV GH VHomR RYDODGD RX RFWRJRQDO ‡ $V GLPHQV}HV GR DQHO YDULDP GH DFRUGR FRP R GLkPHWUR H D FODVVH GH SUHVVmR ‡ 8VDGD HP IODQJHV FRP IDFH GH MXQWD GH DQHO ‡ 'HYLGR D SHTXHQD iUHD GH FRQWDWR HQWUH MXQWD H IODQJH D IRUoD GH DSHUWR p LQIHULRU DR QHFHVViULR SDUD DV MXQWDV PHWiOLFDV PDFLoDV Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( $1(/ 0(7É/,&2 7,32 5 ‡ 6mR DQpLV PHWiOLFRV PDFLoRV FRP XP GHVHQKR GH VHomR DGHTXDGR SDUD DGDSWDomR QRV FDQDLV JURRYHV GDV IDFHV GRV IODQJHV 57- ‡ $ YHGDomR p REWLGD HP XPD OLQKD GH FRQWDWR SRU DomR GH FXQKD FDXVDQGR HOHYDGDV SUHVV}HV GH HVPDJDPHQWR H GHVWD IRUPD IRUoDQGR R PDWHULDO D HVFRDU QHVWD UHJLmR ‡ 2 DFDEDPHQWR VXSHUILFLDO WHP GH VHU GH DOWD SUHFLVmR SDUD JDUDQWLU D YHGDomR UHTXHULGD 55
  56. 56. Tubulações Industriais - Fundamentos -817$6 '( $1(/ 0(7É/,&2 7,32 5; ‡ 6mR DQpLV PHWiOLFRV PDFLoRV SRUpP D VHomR UHWD QmR p VLPpWULFD H R DQHO p YD]DGR GH PRGR TXH D WLUDU SDUWLGR GD SUHVVmR LQWHUQD SDUD JDUDQWLU YHGDomR ‡ $ IDFH H[WHUQD p PRQWDGD FRP LQWHUIHUrQFLD FRP D FDQDOHWD GR IODQJH ‡ 8WLOL]D D PHVPD FDQDOHWD DGRWDGD SDUD RV SHUILV FRQYHQFLRQDLV WLSR 5 Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ 5HFRPHQGD VH TXH D GXUH]D GR DQHO VHMD VHPSUH PHQRU TXH D GR IODQJH SDUD QmR GDQLILFi OR (VWD GLIHUHQoD GHYH VHU GH SHOR PHQRV +% ‡ 2 DFDEDPHQWR GD IDFH GRV IODQJHV H GR DQHO PHWiOLFR GHYH VHU GH VHU QR Pi[LPR LJXDO D μLQ 506 -817$6 '( $1(/ 0(7É/,&2 7,32 5; 56
  57. 57. Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ 3DUD D OLJDomR GH XP IODQJH QR RXWUR H DSHUWR GD MXQWD HPSUHJDP VH GRLV WLSRV GH SDUDIXVRV ‡3DUDIXVR GH PiTXLQD ‡(VWRMRV 3$5$)8626 ( (672-26 3$5$ )/$1*(6 Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ 2 DSHUWR GRV SDUDIXVRV GH XPD OLJDomR IODQJHDGD WUDFLRQD RV SDUDIXVRV FRPSULPH D MXQWD H LQWURGX] HVIRUoRV GH IOH[mR QRV IODQJHV ‡ $V QRUPDV IL[DP OLPLWHV GH WHQVmR GH HVFRDPHQWR GR DoR GRV SDUDIXVRV SDUD XVR FRP IODQJHV GH PDWHULDLV GH IUDFD UHVLVWrQFLD 3$5$)8626 ( (672-26 3$5$ )/$1*(6 57
  58. 58. Tubulações Industriais - Fundamentos ‡ 1R DSHUWR GRV SDUDIXVRV GLVWLQJXH VH R DSHUWR LQFLDO GR DSHUWR UHVLGXDO ‡ ,QLFLDO ² WHP SRU ILQDOLGDGH ID]HU FRP TXH D MXQWD VH DGDSWH R PDLV SHUIHLWDPHQWH SRVVtYHO jV IDFHV GRV IODQJHV ‡ 5HVLGXDO ² FRPEDWHU R HIHLWR GD SUHVVmR LQWHUQD QD WXEXODomR WHQGHQGR D VHSDUDU RV IODQJHV ‡ 3DUD WXEXODo}HV FRP WHPSHUDWXUDV HOHYDGDV RV HVWRMRV WHQGHP D VH GLODWDU H VH GHIRUPDU SRU IOXrQFLD ! DIURX[DPHQWR GR SDUDIXVR ! UHDSHUWR D TXHQWH 3$5$)8626 ( (672-26 3$5$ )/$1*(6 Tubulações Industriais - Fundamentos 3$5$)8626 ( (672-26 3$5$ )/$1*(6 58
  59. 59. Tubulações Industriais - Fundamentos 5(48,6,726 3$5$ 0217$*(0 '( 81,¯(6 )/$1*($'$6 ‡ 6HOHomR GH -XQWDV GH 9HGDomR ‡ 6HOHomR GH 0DWHULDLV GRV (VWRMRV ‡ 'HWHUPLQDomR GRV WRUTXHV GH DSHUWR SDUD RV HVWRMRV ‡ $60( 3&& ‡ 6LWXDo}HV HVSHFLDLV ‡ 8VR GH PRODV SUDWR ‡ 8VR GH WHQVRUHV SDUD DMXVWH GDV FDUJDV GH PRQWDJHP QRV HVWRMRV ‡ 8VR GH GLVSRVLWLYRV SDUD UHGXomR GH DWULWR HQWUH IODQJH H SRUFDV Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d¯(6 '( 3217$ ( %2/6$ ‡ 7XEXODo}HV GH IHUUR IXQGLGR H GH IHUUR OLJDGRV SDUD iJXD HVJRWRV H OtTXLGRV FRUURVLYRV ‡ 7XEXODo}HV GH IHUUR IXQGLGR SDUD JiV QmR UHFRPHQGDGR SDUD QRYRV SURMHWRV ‡ 7XEXODo}HV UHYHVWLGDV FRP YLGUR ‡ 7XEXODo}HV GH FRQFUHWR VLPSOHV RX DUPDGR ‡ 7XEXODo}HV GH 39& 59
  60. 60. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d¯(6 '( 3217$ ( %2/6$ Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d¯(6 (0 78%26 '( 39& &20 5(9(67,0(172 /$0,1$'2 (0 35)9 60
  61. 61. Tubulações Industriais - Fundamentos /,*$d¯(6 (0 78%26 &20 5(9(67,0(172 ,17(512 $17,&25526,92 Tubulações Industriais - Fundamentos 7$%(/$ 6,67(0$ '( /,*$d®2 3$5$ 78%8/$d¯(6 '( $d2 )OXLGR QmR VHYHUR ² IOXLGR QmR SHULJRVR SUHVVmR DWp NJI FP H WHPSHUDWXUD GH DWp ƒ & 61
  62. 62. Tubulações Industriais - Fundamentos &21(;¯(6 Instrutores: Jordana Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 1 Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡0XGDQoDV GH GLUHomR ‡'HULYDo}HV ‡0XGDQoD GH GLkPHWUR ‡'LVSRVLWLYR GH OLJDomR HQWUH WXERV ‡)HFKDPHQWR GH H[WUHPLGDGHV 2 62
  63. 63. Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡0XGDQoDV GH GLUHomR ‡&XUYDV GH UDLR ORQJR ‡&XUYDV GH UDLR FXUWR ‡&XUYDV GH UHGXomR ‡-RHOKRV ‡-RHOKRV GH UHGXomR 3 Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡'HULYDo}HV ‡ 7rV QRUPDLV ² ƒ ‡ 7rV GH ƒ ‡ 7rV GH UHGXomR ‡ 3HoDV ´<µ ‡ &UX]HWDV ‡ &UX]HWDV GH UHGXomR ‡ 6HODV ‡ &RODUHV VRFNROHW ZHOGROHW 4 63
  64. 64. Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡0XGDQoD GH GLkPHWUR ‡5HGXomR FRQFrQWULFD ‡5HGXomR H[FrQWULFD ‡5HGXomR EXFKD 5 Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡'LVSRVLWLYR GH OLJDomR HQWUH WXERV ‡/XYD ‡8QL}HV ‡)ODQJHV ‡1LSOHV ‡9LURODV 6 64
  65. 65. Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 '$6 &21(;¯(6 ‡)HFKDPHQWR GH H[WUHPLGDGHV ‡7DPS}HV ‡%XM}HV ‡)ODQJHV FHJRV 7 Tubulações Industriais - Fundamentos &/$66,),&$d®2 325 7,32 '( /,*$d®2 ‡&RQH[}HV SDUD VROGD GH WRSR ‡&RQH[}HV SDUD VROGD GH HQFDL[H ‡&RQH[}HV URVTXHDGDV ‡&RQH[}HV IODQJHDGDV ‡&RQH[}HV GH SRQWD H EROVD ‡2XWUDV 8 65
  66. 66. Tubulações Industriais - Fundamentos &21(;¯(6 3$5$ 62/'$ '( 7232 9 Tubulações Industriais - Fundamentos &21(;¯(6 3$5$ 62/'$ '( (1&$,;( 10 66
  67. 67. Tubulações Industriais - Fundamentos &21(;¯(6 )/$1*($'$6 11 Tubulações Industriais - Fundamentos &21(;¯(6 3217$ ( %2/6$ 12 67
  68. 68. Tubulações Industriais - Fundamentos 1,3/(6 ‡ 3HGDoRV FXUWRV GH WXERV SDUD LQWHUOLJDU GXDV FRQH[}HV ‡ 1LSOHV SDUDOHORV [ 1LSOHV GH UHGXomR ‡ 1LSOHV SDUDOHORV ‡ $PERV H[WUHPRV URVTXHDGRV ² %(7 ‡ $PERV H[WUHPRV OLVRV ² %(3 ‡ 8P H[WUHPR URVTXHDGR H RXWUR OLVR ² 2(7 ‡ 1LSOHV GH UHGXomR ‡ $PERV H[WUHPRV URVTXHDGRV ² %(7 ‡ $PERV H[WUHPRV OLVRV ² %(3 ‡ ([WUHPR PDLRU URVTXHDGR H PHQRU OLVR ² /(7 6(3 ‡ ([WUHPR PDLRU OLVR H PHQRU URVTXHDGR /(3 6(7 13 Tubulações Industriais - Fundamentos 1,3/(6 ‡)DEULFDGRV DWp µ SRUpP PDLV FRPXQV DWp µ ‡&RPSULPHQWRV GH D PP ‡3DGURQL]DGRV VHJXQGR R 066 63 14 68
  69. 69. Tubulações Industriais - Fundamentos 1,3/(6 15 Tubulações Industriais - Fundamentos &859$6 (0 *2026 16 ‡ 8WLOL]DGDV QRUPDOPHQWH SDUD GLkPHWURV HP TXH QmR VmR GLVSRQtYHLV FXUYDV IRUMDGDV RX IDEULFDGDV SRU FRQIRUPDomR ‡ (YLWD VH HP VHUYLoRV FUtWLFRV ‡ &ULWpULR GH GLPHQVLRQDPHQWR SHOR $60( % 69
  70. 70. Tubulações Industriais - Fundamentos %2&$6 '( /2%2 17 ‡ 0DLV VLPSOHV GDV FRQH[}HV ‡ (YLWD VH HP VHUYLoRV FtFOLFRV RX TXDQGR R QtYHO GH WHQV}HV p PXLWR HOHYDGR SRLV WHP RV PDLRUHV FRHILFLHQWHV GH LQWHQVLILFDomR GH WHQV}HV Tubulações Industriais - Fundamentos %2&$6 '( /2%2 6,03/(6 18 ‡9DQWDJHQV ‡%DL[R FXVWR ‡)iFLO GH H[HFXWDU ‡1mR UHTXHU SHoDV HVSHFLDLV ‡'HVYDWDJHQV ‡%DL[D UHVLVWrQFLD ‡&RQFHQWUDo}HV GH WHQV}HV ‡3HUGD GH FDUJD HOHYDGD ‡'LILFLO UDGLRJUDIDU 70
  71. 71. Tubulações Industriais - Fundamentos %2&$6 '( /2%2 &20 $1(/ '( 5()25d2 19 ‡9DQWDJHQV ‡ %DL[R FXVWR ‡ )iFLO GH H[HFXWDU ‡ 1mR UHTXHU SHoDV HVSHFLDLV ‡ 5HVLVWrQFLD PHFkQLFD PHOKRU ‡ &RQFHQWUDo}HV GH WHQV}HV PDLV DWHQXDGD ‡'HVYDWDJHQV ‡ 3HUGD GH FDUJD HOHYDGD ‡ 'LILFLO UDGLRJUDIDU Tubulações Industriais - Fundamentos '(5,9$d¯(6 62/'$'$6 20 Weldolet – colar para solda de topo Sockolet – colar para solda de encaixe Threadolet – colar roscado 71
  72. 72. Tubulações Industriais - Fundamentos '(5,9$d¯(6 &20 &2/$5(6 )25-$'26 21 ‡9DQWDJHQV ‡ %RD UHVLVWrQFLD PHFkQLFD ‡ 0HOKRU GLVWULEXLomR GH WHQV}HV ‡ 0HOKRU FRQWUROH GH TXDOLGDGH ‡ 1mR Ki OLPLWDo}HV GH VHUYLoR H WHPSHUDWXUD ‡'HVYDQWDJHQV ‡ 0DLRU FXVWR ‡ 0DLRU QHFHVVLGDGH GH XP HPSUHJR GH JUDQGH YDULHGDGH GH SHoDV Tubulações Industriais - Fundamentos '(5,9$d¯(6 &20 6(/$6 22 ‡9DQWDJHQV ‡ ([FHOHQWH UHVLVWrQFLD PHFkQLFD ‡ %DL[D SHUGD GH FDUJD ‡ 0HOKRU GLVWULEXLomR GH WHV}HV ‡ 1mR Ki OLPLWDomR GH VHUYLoR SUHVVmR H WHPSHUDWXUD ‡'HVYDQWDJHQV ‡ &XVWR HOHYDGR ‡ 1HFHVVLGDGH GH SHoDV HVSHFLDLV ‡ 0RQWDJHP GLItFLO 72
  73. 73. Tubulações Industriais - Fundamentos (;(03/2 '( &21(;¯(6 23 Tubulações Industriais - Fundamentos 3(d$6 ´),*85$ µ ( 5$48(7$ 24 73
  74. 74. VÁLVULAS IN Instrut Jorivaldo M Jordana Lu Thi PThiago Pere Setembro NDUSTRIAIS tores: Medeiros uiza Veiga i d M l 1 eira de Melo de 2009 CLASSIFICAÇÃO QUAN • BLOQUEIO; • REGULAGEM; RETENÇÃO• RETENÇÃO; • CONTROLE DE PRES MONTANTE; • CONTROLE DE PRES JUSANTE.JUSANTE. NTO A FINALIDADE SSÃO A SSÃO A 2 74
  75. 75. VÁLVULAS (COMPPONENTES) 3 TIPOS DE INST • Wafer TALAÇÃO 4 |Flangeada 75
  76. 76. TIPOS DE INSTALAÇÃO • Lug - CONTINUAÇÃO 5 • Clamp TIPOS DE INSTALAÇÃO • Solda de topo | - CONTINUAÇÃO 6 |Solda de topo com tampa de visita 76
  77. 77. • Utilizadas especialmente como bloqueio; VÁLVULA GAVETA bloqueio; • Podem substituir válvulas globo na função de regulagem para diâmetros grandes (6” e acima). 7 VÁLVULA GAVETA Castelo roscado Espaço para alojamento da gavet válvula com fluido com sólidos em Castelo aparafusado 8 8 a – impede a utilização da m expansão. 77
  78. 78. VÁLVULA ESSFERA 9 VÁLVULA ESF • Usadas na função de • Normalmente aplicada E i f h t á– Exigem fechamento ráp – Exigem maior estanque – Fluídos limpos, sem só suspensão; – Gases; – Instalações hidráulicas • Não devem ser utilizad regulagem de fluxo. FERA bloqueio; as quando se: idpido; eidade; ólidos em . das para 10 78
  79. 79. VÁLVULA M • Utilizada em condições simi- lares as das válvulas esfera; • Em temperaturas elevadas ( 150°C) é dá l(>150°C) é recomendável utilizar fluído selante (“válvula lubrificadas”); • São de um modo geral mais robustas que as válvulas esfe ra, porém menos estanques; • Há exemplo de válvulas dess tipo usadas no sistema de distribuição de águas durante império romano. MACHO as e- se e o 11 VÁLVULA M • Disponíveis com revestimentos anticorrosivos (Teflon®), que também tem função de redução de atrito entre obturador e sede, bem como proverprover estanqueidade. MACHO 12 79
  80. 80. VÁLVULA BORBOLETAA TRIEXCÊNTRICA 13 VÁLVULA BORBOLETA • Podem ser utilizadas p • Boa estanqueidade; A t é• Apresentam, porém, pe mais elevada que as d bloqueio apresentada a • Podem ser utilizadas e temperatura elevada. A TRIEXCÊNTRICA para regulagem; d derda de carga emais válvulas de até agora; em serviço a 14 80
  81. 81. VARIANTE DA VÁLVVULA ESFERA 15 VARIANTE DA VÁLV • O obturador é apoiado trunion com a extremid • Atua pela combinação• Atua pela combinação de rotação e pendular • Excelente estanqueida • Passível de dano devid depósitos nas sedes. VULA ESFERA na base por um dade esférica; de movimentosde movimentos do obturador; ade; do a erosão ou 16 81
  82. 82. • Excelente estanqueidade, sendo recomendado para tubulações que VARIANTE DA VÁLVULA MAC tubulações que conduzem produtos diferentes que não devem se contaminar (polidutos) e linhas de produtos; • Associa translação• Associa translação vertical e rotação para acionar o obturador; • O obturador é tri- partido. CHO (RETRÁTIL) 17 17 VARIANTE DA VÁLVULA MA • Permite reparo no obturador sem retirada da válvula da lin • Atua pela combinação de i t d t ã tmovimentos de rotação e tran do obturador; • Durante a rotação o obturado (macho), não tem contato com sedes; • Excelente estanqueidade; • Permite a purga dos vazios n durante os movimentos de ab e fechamento (injeção de fluí purga). ACHO (WEDGEPLUG) e sede nha; l ãnslação or m as no corpo bertura do de 18 82
  83. 83. VÁLVULAS DE RE • Globo; • Agulha; B b l t• Borboleta; • Diafragma. EGULAGEM 19 VÁLVULA GLOBO 20 83
  84. 84. VÁLVULA G • Mais comum; • Normalmente limitadas válvulas industriais (nãválvulas industriais (nã de 6”, deve-se avaliar o em relação ao uso de v • Possuem boa estanque não ser essa sua funçã GLOBO s a 12”. Para ão controle) acimaão controle), acima o custo-benefício válvula gaveta; eidade (apesar de ão principal. 21 • Utilizadas para ajuste f (precisão); • Aplicado em instalaçõe VÁLVULA A • Aplicado em instalaçõe laboratoriais, estações amostragem ou instala de medição; • Limitadas a 2”; • A precisão é função do ângulo do cone. fino es AGULHA es de ações o 22 22 84
  85. 85. 9É/98/$9É/98/$9É/98/$9É/98/$ $1$1$1$1 • Tem os bocais de entrada e saída a 90° um do outro;um do outro; • São de aplicação muito específica, geralmente associada a uma necessidade de arranjo físico da instalação ou equipamento. 1*8/$51*8/$51*8/$51*8/$5 a e 23 23 VÁLVULA BOR • São de boa faixa de controle; • Baixa estanqueidade;q ; • Podem ainda assim ser usadas para bloqueio em linhas de água; • Deve-se evitar o uso em serviços com sólidos emç suspensão, podendo provocar erosão na linha por incidência. RBOLETA 24 24 85
  86. 86. VÁLVULA DE DIAAFRAGMA 25 VÁLVULA DE DIA • Desenvolvidas especia bloqueio e regulagem corrosivos, tóxicos ou • Boa estanqueidade; • Resistência a pressão material e dimensão d • Haste fica fora do con O corpo é em geral de• O corpo é em geral de metálico ou revestido anti-corrosão (ebonite porcelana). AFRAGMA almente para de fluídos perigosos;p g o é função do do obturador; tato do fluído; e material nãoe material não- com proteção , borracha, vidro, 26 86
  87. 87. VÁLVULAS DE R • Retenção: – Portinhola; Dupla portinhola;– Dupla portinhola; – Pistão ou esfera; • Retenção e fechamen check”); • De pé. RETENÇÃO nto (“stop and 27 VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO PORTINHOLA 28 87
  88. 88. VÁLVULA DE RETENÇÃO - FUNCIONAM TIPO PORTINHOLA MENTO 29 VÁLVULA DE RETENÇÃO • A ação do empuxo (força fluído sobre a portinhola, aberta; • Função do perfil de fluxo e ruído intenso, por isso s por fadiga mecânica; • Posição de instalação é fu (inversão interrompe fluxo • Perda de carga é elevada no dimensionamento e se TIPO PORTINHOLA de pressão) do mantém a válvula pode gerar vibração são sujeitas a falhas undamental o); a e deve ser avaliada eleção da válvula. 30 88
  89. 89. VÁLVULA DE RETENÇÃO TTIPO “TILTING DISC” 31 • Fechamento mais ráp • Menos barulho durant M ibilid d d VÁLVULA DE RETENÇÃO T • Menor possibilidade d impacto; • Menor indução de vibr ido; e operação; d TIPO “TILTING DISC” e danos por ração na linha. 32 89
  90. 90. VÁLVULA DE RETENÇ PORTINHO ÃO TIPO DUPLA OLA 33 VÁLVULA DE RETENÇ PORTINHO • Construção mais leve q mais compacta;mais compacta; • Danos a mola tornam a inoperante (falha por fa corrosão); • Menos suscetível a vib d d é iperda de carga é impo ÇÃO TIPO DUPLA OLA que a anterior e a válvula adiga ou bração, porém t trtante. 34 90
  91. 91. VÁLVULAS DE RETENÇÃO PARA • Tipos: pistão, esfera e portinhola; • Os tipos pistão e f ã desfera não devem ser instalados em trechos verticais; • O peso dos obturadores pode ocasionar mal funcionamento das válvulas; • A adição de molas minimiza o problema. PEQUENOS DIÂMETROS 35 35 VÁLVULA DE RETENÇÃOO E FECHAMENTO 36 91
  92. 92. VÁLVULA DE RETENÇÃ • Permitem atuação exte fechamento ou controle obturador;obturador; • São providas de contra geral são válvulas de g ÃO E FECHAMENTO erna para induzir o e de posição do apesos pois em grande diâmetro. 37 VÁLVULA DE RETENÇÃ AERODINÂM ÃO COM PERFIL MICO 38 92
  93. 93. VÁLVULA DE RETENÇÃ AERODINÂM ÃO COM PERFIL MICO 39 VÁLVULA DE RETENÇÃO COM PPERFIL AERODINÂMICO 40 93
  94. 94. VÁLVULA DE RETENÇÃO COM P • Válvula de retenção co estanqueidade; • Baixa perda de carga;• Baixa perda de carga; • Abertura e fechamento • Custo elevado em rela convencionais de válvu PERFIL AERODINÂMICO om excelente o sem choques; ção aos tipos ulas de retenção. 41 OUTRAS VÁLVULAS SLIDE VAL S ESPECIAIS LVE 42 94
  95. 95. OUTRAS VÁLVULA - TWO-PORT DIVER AS ESPECIAIS RTER VALVES 43 DESCRIÇÃO DE VÁLVULAS 44 95
  96. 96. DESCRIÇÃO DE V • A variabilidade de tipos normas de fabricação o da forma de descriçãoda forma de descrição número de itens de est • Disciplinar o descritivo até 50% o número de i propicia redução de cu economia de escalaeconomia de escala. VÁLVULAS s construtivos, ou simplesmente da válvula eleva oda válvula eleva o toque e o custo; pode reduzir em tens de estoque e usto devido a 45 REQUISITOS ADI - VÁLVULA TESTAD • O teste consiste em su a chama durante 30 m após o teste (resfriada)após o teste (resfriada) deve ser medido e aten requisitos mínimos def CIONAIS DA A FOGO ubmeter a válvula inutos. Durante e ) o vazamento) o vazamento nder a certos finidos em norma. 46 96
  97. 97. REQUISITOS ADI - VÁLVULA CRIO • Realização de testes d temperaturas criogênic Durante o teste a válvuDurante o teste a válvu nitrogênio líquido. Após temperatura de teste, a pressurizada com hélio medido com equipame CIONAIS OGÊNICA de pressão em cas (ex. -196°C). ula é imersa emula é imersa em s atingir a a válvula é o e o vazamento é entos especiais. 47 PÁGINAS NA IN • http://www.unitedvalve m • http://www unitedvalve• http://www.unitedvalve ards.htm • http://www.unitedvalve .htm NTERNET .com/vr_council.ht com/valve stand.com/valve_stand .com/valve_history 48 97
  98. 98. 1 AQUECIMENTO E ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES Instrutores: Jorivaldo Medeiros Jordana Luiza Veiga Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 FINALIDADES DO AQUECIMENTO DAS TUBULAÇÕES • Compensar as perdas de calor que ocorrem ao longo da tubulação, mantendo a temperatura inicial do fluído, visando: – manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou que operem em temperaturas próximas da de solidificação; – manter o fluído dentro de certa faixa de temperatura por exigência de serviço, tais como: evitar transformações químicas, mudanças de estado físico; – pré-aquecer a tubulação durante a partida para liquefazer depósitos sólidos. 2 98
  99. 99. TUBOS DE AQUECIMENTO EXTERNOS PARALELOS • Feito com uso de um ou mais (normalmente três no máximo) tubos de pequeno diâmetro (“steam-tracers” ou tracejamento a vapor) amarrados do lado externo dos tubos a aquecer; – aço carbono, mais utilizados devido ao baixo custo; – cobre ou alumínio, utilizados em regiões que exijam traçado mais complexo dos tubos (<200 oC e DN<1/2”); • Vantagens: – baixo custo inicial; – facilidade de manutenção; • Desvantagens: – baixa eficiência; – difícil controle de temperaturas. 3 4 99
  100. 100. TUBO DE AQUECIMENTO HELICOIDAL EXTERNO Consiste de um tubo de pequeno diâmetro enrolado externamente ao tubo a aquecer ou acessórios de formato irregular. 5 o Vantagens: • aquecimento mais uniforme e eficiente; o Desvantagens: • mais caro que o de tubos paralelos; • montagem complexa; • exige a instalação de vários ramais de aquecimento. TUBO DE AQUECIMENTO INTERNO • O tubo de aquecimento fica localizado no centro do tubo a aquecer sustentado por guias. – normalmente utilizado em tubos de diâmetro > 20”; • Vantagem: – eficiência bem maior que a dos sistemas com tubos externos; • Desvantagens: – construção cara e complicada; – dilatação diferencial entre o tubo interno e o externo deve ser absorvida através de traçado adequado; – não permite limpeza mecânica interna dos tubos; – possibilidade de contaminação, dificuldade de localização e reparo de vazamentos. 6 100
  101. 101. 7 CAMISA EXTERNA • É a inversão do sistema anterior, pois o tubo a aquecer fica interno ao tubo de aquecimento; • Pode ser utilizado com dois fluídos de processo dispensando o uso de vapor; • Apresenta todas as desvantagens do caso anterior, com maior criticidade pelos diâmetros envolvidos e pela dificuldade de inspecionar o tubo que conduz o fluído interno; • Permite aquecimento rápido, eficiente e controlado. 8 101
  102. 102. 99 AQUECIMENTO ELÉTRICO • Utiliza resistências elétricas dispostas externamente ao longo do tubo (traço elétrico). • Vantagens: – permite controle muito preciso do aquecimento; – boa eficiência; – aquecimento rápido; – indicado para tubos de grande extensão; – baixo custo de manutenção. • Desvantagens: – custo de instalação relativamente elevado, porém o custo-benefício pode ser atrativo. – Risco de curto-circuito e exigência de componentes especiais caso utilizado em área classificada. 10 102
  103. 103. AQUECIMENTO ELÉTRICO – FITA OU MANTA • Sistema consiste de um elemento de resistência elétrica que se altera com a temperatura permitindo que a corrente elétrica seja regulada dependo da necessidade de aquecimento do sistema. Se a temperatura é menor que o desejado a resistência elétrica diminui aumentando a corrente elétrica e gerando mais calor pela fita e vice-versa. • A fita pode ser passada ao longo da parte inferior da tubulação, mas também pode ser passada ao redor em espiral o que permite uma melhor distribuição. 11 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Quantidade, diâmetro e comprimento dos tubos dependem: – do diâmetro do tubo a aquecer; – da espessura do isolamento térmico; – da temperatura do vapor saturado utilizado; – da temperatura ambiente mínima; – da temperatura de aquecimento. • O dimensionamento desse sistema pode ser feito através do ábaco do item 75(a) da página 180 livro Tabelas e Gráficos para Projetos de Tubulações (Silva Telles e Darcy Barros). 12 103
  104. 104. 13 Exemplo: Diâmetro do tubo – 10” Temp. de aquecimento (Ta) – 90°C Temp. de saturação do vapor (Tv) - 172°C Temp. ambiente mínima (Tm) – 10°C Espessura do isolamento – 1 ½” Cálculos: Ta – Tm = 90 – 10 = 80°C Tv – Tm = 172 – 10 = 162°C 14 104
  105. 105. 15 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • O comprimento do tubo de aquecimento não deve ser muito curto para evitar quantidade insuficiente de condensado para os purgadores. • Não deve ser muito longo para não reduzir a eficiência de troca térmica. • Comprimento básico contínuo de um ramal de aquecimento é o definido desde o contato inicial da tubulação aquecida até o purgador de vapor. • Para cada curva empregada no ramal de aquecimento, o comprimento máximo contínuo deve ser reduzido em 0,50 metros. 16 105
  106. 106. AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Profundidade de bolsa: distância vertical entre os pontos baixos e altos próximos em um ramal de aquecimento, no sentido de fluxo. 17 A B C Prof. Total = A+B+C AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS Comprimento e profundidade das bolsas dos ramais Pressão Nom. do vapor (MPa) DN do Ramal de Aquecimento Comprimento Máximo (m) Profundidade total (m) 0,14 a 0,17 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 90 3,0 0,35 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 120 6,0 0,42 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 90 7,5 0,53 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 120 9,0 0,70 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 120 12,0 1,05 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 120 18,0 1,40 3/8” - 1/2” 3/4” - 1” 60 120 24,0 18 106
  107. 107. AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS Pressão do vapor Mpa (psig) Valor máx. de cada bolsa individualmente (m) 0,14 a 0,35 (20 a 50) 1 0,42 a 0,70 (60 a 100) 3 1,05 a 1,40 (150 a 200) 6 19 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Quando a tubulação a aquecer for horizontal, os ramais de aquecimento devem ficar, preferencialmente, na parte inferior do tubo. • Quando a tubulação a aquecer for vertical, os ramais de aquecimento devem ficar simetricamente dispostos ao longo da circunferência do tubo. • Prever curvas de expansão nos ramais de aquecimento para absorver a dilatação térmica diferencial entre os mesmos e o tubo a aquecer. Em geral, o espaçamento entre essas curvas deve ser da ordem de 15 metros. 20 107
  108. 108. 21 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS Diâmetro do tronco de aquecimento Número de ramais de aquecimento Diâmetro do 3/8” 1/2” 3/4” Tronco 1 a 2 1 - 1/2” 3 a 5 2 a 4 1 3/4” 6 a 8 5 a 6 2 a 3 1” 9 a 18 4 a 7 1 1/2” 19 a 28 8 a 11 2” - - 12 a 16 3” 22 108
  109. 109. AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS Diâmetro do tronco de recolhimento de condensado Número de purgadores Diâmetro do Tronco de Condensado 1 a 2 3/4” 3 a 5 1” 6 a 15 1 1/2” 16 2” 23 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Devem ser instaladas válvulas de bloqueio nos pontos de conexão de suprimento e retorno. • Devem ser usados, sempre que possível, tubos curvados para reduzir a possibilidade de vazamento nas soldas. • Os tubos de aquecimento devem ser fixados a cada metro utilizando fitas de aço inoxidável ou arame galvanizado BWG 16. • Linhas de pequeno diâmetro a serem aquecidas podem ser isoladas em um único bloco de aquecimento. • Os purgadores devem ser protegidos por filtros e devem ser instalados em locais de fácil acesso para manutenção. 24 109
  110. 110. AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • O aquecimento de válvulas, filtros, instrumentos, bombas e outros deve ser obtido enrolando-se externamente em ziguezague ou em espiral, um ou mais tubos de cobre. • Sistema de aquecimento de alta performance devem ser utilizados quando se deseja reduzir o número de ramais de aquecimento. – perfil de alumínio; – fita de alumínio; – massa termocondutora. Observou-se que este sistema perde eficácia com o tempo, devido a degradação da massa (em desuso). 25 AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Perfil de alumínio: 26 110
  111. 111. AQUECIMENTO POR MEIO DE TUBOS EXTERNOS PARALELOS • Fita de alumínio: 27 ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES o Finalidades: – Reduzir as trocas de calor entre o tubo e o meio ambiente, podendo ser: ƒ Isolamento para linhas quentes - T > Tambiente; ƒ Isolamento para linhas frias - T < Tambiente. 28 111
  112. 112. ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES o Principais aplicações do isolamento térmico externo: – economia de energia; – proteção pessoal (T > 60 oC ou T < 0 oC); – exigências de serviço; – evitar condensação da umidade do ambiente em linhas frias. o Exigências de serviço: – estabilização de fases de processo; – manutenção de fluidez de produtos. 29 o Isolamento térmico (revestimento refratário) interno: – reduzir a temperatura de parede de tubulações operando em temperaturas muito elevadas, permitindo o uso de materiais menos nobres na tubulação (aço carbono); – proteger a tubulação contra erosão pelo fluído de processo; – é feito com pastas de cimento refratário aplicados por: projeção com pistola, socagem manual, vertimento com vibração externa ou bombeio; – empregado em tubulações de grande diâmetro. 30 ISOLAMENTO TÉRMICO DE TUBULAÇÕES 112
  113. 113. MATERIAIS PARA ISOLAMENTO TÉRMICO • Alta temperatura: – hidrosilicato de cálcio - encontrado sob a forma de calhas e largamente utilizado até 650 oC; – sílica diatomácea, utilizado até 1000 oC; – lã de rocha; – lã de vidro; – fibra cerâmica. • Baixa temperatura: – poliestireno expandido (-130 a 100 oC); – poliuretano expandido; – cortiça (-130 a 150 oC). 31 APLICAÇÃO DO ISOLAMENTO TÉRMICO 32 113
  114. 114. 33 ESPESSURAS DO ISOLAMENTO TÉRMICO • Comparação entre o custo do isolamento e o custo da energia dissipada ao longo da tubulação (Espessura econômica). • Exigências de processo: a espessura deve ser tal que mantenha a temperatura dentro de faixas adequadas a cada caso. • Normalmente são adotadas tabelas padronizadas para os diversos casos e materiais disponíveis. 34 114
  115. 115. ESPESSURAS ECONÔMICAS PARA ISOLAMENTO TÉRMICO 35 DETALHES DE INSTALAÇÃO DE ISOLAMENTO TÉRMICO • Superfície do tubo deve estar isenta de ferrugem, respingos de solda, óleos, graxas e tintas (exceto para temperaturas inferiores a 120 oC, quando recomenda-se o uso de pintura anticorrosiva). • DN até 10” - calhas. • DN > 10” - segmentos. • Proteção contra umidade: papelão betuminoso + chapa de alumínio corrugado. 36 115
  116. 116. DETALHES DE INSTALAÇÃO DE ISOLAMENTO TÉRMICO • Para tubos operando a baixa temperatura deve ser usada massa de vedação para impedir entrada de umidade. • Para tubos operando, alternadamente, a baixa e alta temperatura deve-se utilizar: – primeira camada de isolamento térmico rígido para alta temperatura; – segunda camada de isolamento para baixa temperatura. 37 116
  117. 117. Tubulações Industriais - Fundamentos 1 PURGADORES DE VAPOR Instrutores: Jordana Luiza Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos 6,67(0$6 '( 9$325 • As principais plantas industriais se utilizam de vapor para diversos fins, o principal deles geração de energia elétrica, porém pode ser utilizado ainda para: • aquecimento de outros fluídos (em trocadores de calor e em sistemas de tracejamento a vapor de tubulações); • propulsão de fluídos de processo; • Limpeza; • controle de disparos de temperatura, entre outros. • A presença de condensado e gases incondensáveis (CO2) reduz consideravelmente a eficiência do vapor. 2 117
  118. 118. Tubulações Industriais - Fundamentos 385*$'25(6 '( 9$325 3 • Purgadores de vapor são essenciais para sistemas de vapor. • É o link entre a boa qualidade do vapor e o manuseio econômico do condensado produzido. • São utilizados para separar e eliminar condensado, bem como eliminar gases incondensáveis (CO2), minimizando as perdas de vapor. • Dependendo do objetivo, a instalação do purgador pode ser completamente diferente. Tubulações Industriais - Fundamentos • Em linhas de vapor úmido por precipitação do condensado; • Em linhas de vapor saturado, pela perda de calor ao longo da tubulação; • Em linhas de vapor saturado ou superaquecido pelo arraste de água de caldeira; • Na partida de unidades de processo devido ao contato do vapor com a tubulação fria ou na parada das unidades de processo, devido ao resfriamento do vapor. 4 &$86$6 '( )250$d®2 '( &21'(16$'2 (0 /,1+$6 '( 9$325 4 118
  119. 119. Tubulações Industriais - Fundamentos 5$=¯(6 3$5$ 5(02d®2 '2 &21'(16$'2 • Conservação de energia; • Evitar vibrações e golpes de aríete nas tubulações provocados em mudanças de direção ou em válvulas ou pontos extremos da tubulação pelo impacto do condensado ou interrupção brusca de fluxo; • Evitar erosão nas palhetas das turbinas provocadas pelo impacto das gotas de condensado; • Diminuir os efeitos de corrosão pela combinação do CO2 com água gerando o ácido carbônico; • Evitar a redução da seção transversal útil; • Evitar o resfriamento do vapor pela mistura com ar e outros gases. 5 Tubulações Industriais - Fundamentos ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 '( 9$325 • Devem ser instalados preferencialmente abaixo da geratriz inferior do tubo a drenar. • É recomendável a instalação de um filtro antes de cada purgador. • Os purgadores podem ser de descarga livre, lançando o condensado no sistemas de drenagem local, ou descarga para a rede de tubulações, fazendo retornar o condensado a um reservatório. 6 119
  120. 120. Tubulações Industriais - Fundamentos ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 '( 9$325 • Para purgador com descarga livre, colocar válvula de bloqueio antes do purgador e de dreno após o purgador. • Os purgadores devem ser instalados em local de fácil acesso para inspeção e manutenção. • Para tubulações até 3” , inclusive, o poço deve ser do mesmo diâmetro da tubulação. Acima de 3” pode ser menor. 7 Tubulações Industriais - Fundamentos 321726 '( ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 • Todos os pontos baixos e todos os pontos de aumento de elevação, posicionados sempre nos pontos mais baixos; • Nos trechos longos em nível, instalar um purgador a cada 100 a 250 metros dependendo da pressão de vapor (quanto mais baixa menos espaçados); • Todos os pontos extremos fechados (tampões, flanges cegos, bujões, etc); • Imediatamente antes de válvulas de retenção, de bloqueio, de controle e redutoras de pressão, de modo a eliminar condensado formado quando a válvula estiver fechada; • Próximo a grandes máquinas à vapor 8 120
  121. 121. Tubulações Industriais - Fundamentos 321726 '( ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 9 Tubulações Industriais - Fundamentos 321726 '( ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 10 121
  122. 122. Tubulações Industriais - Fundamentos 321726 '( ,167$/$d®2 '( 385*$'25(6 11 Tubulações Industriais - Fundamentos 12 )81&,21$0(172 Existem 3 tipos básicos de purgadores (de acordo com a classificação da ISO 6704:1982): • Termostáticos - funcionam pela mudança de temperatura do fluído • Mecânicos - funcionam pela mudança na densidade do fluído • Termodinâmicos - funcionam através da dinâmica do fluído 122
  123. 123. Tubulações Industriais - Fundamentos 13 Purgador mecânico de bóia Opera por diferença de densidade entre o vapor e o condensado. 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 Tubulações Industriais - Fundamentos 14 Purgador mecânico de bóia Vantagens • O purgador descarrega condensado continuamente – na temperatura de vapor. • Não é afetado por flutuações de pressão e vazão. • Capaz de descarregar ar livremente (válvula termostática – deve ser especificado). • Excelente capacidade comparado com os outros tipos. • Resistente a golpes de aríete (alguns fabricantes). 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 123
  124. 124. Tubulações Industriais - Fundamentos 15 Purgador mecânico de bóia Desvantagens • Muitos componentes internos. Dependendo do range de operação podem ser necessários diversos ajustes. Manutenção regular. • Não podem trabalhar com pressões muito elevadas que tenderiam a achatar a bóia (alguns fabricantes). 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 Tubulações Industriais - Fundamentos 16 Purgador mecânico de panela invertida 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 124
  125. 125. Tubulações Industriais - Fundamentos 17 Purgador mecânico de panela invertida 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 Vantagens • Suporta altas pressões. • Boa resistência a golpes de aríete. • Pode ser usado em linhas com vapor superaquecido - incluir válvula de retenção na entrada. • Falha normalmente na posição aberta, o que o torna seguro para aplicações críticas, como por exemplo drenos de turbinas. Tubulações Industriais - Fundamentos 18 Purgador mecânico de panela invertida 385*$'25(6 0(&Ç1,&26 Desvantagens • Devido ao pequeno furo no topo da panela, este purgador descarrega o ar muito lentamente. • Precisa ser escorvado para iniciar operação. • Necessita de muita manutenção • Caso ocorra uma queda repentina de pressão e o condensado vaporize, deixando de atuar como selo, pode haver grande vazamento de vapor. 125
  126. 126. Tubulações Industriais - Fundamentos 19 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão líquida • Funciona através da expansão de um óleo. • Possuí ajustes que permitem definir a temperatura de descarga de condensado - entre 60°C e 100°C - o que o torna ideal para partidas de unidade. Tubulações Industriais - Fundamentos 20 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão líquida Vantagens • Pode ser ajustado para descartar condensado a baixas temperaturas. • Válvula totalmente aberta durante a partida permitindo a máxima descarga de ar e outros gases não condensáveis. 126
  127. 127. Tubulações Industriais - Fundamentos 21 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão líquida Desvantagens • Elemento de expansão susceptível a corrosão. • Não resiste a golpes de aríete. • Como só descarta o condensado em temperaturas inferiores a 100°C não pode ser usado em aplicações que requerem descarte imediato. Tubulações Industriais - Fundamentos 22 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão balanceada • É um melhoramento da versão anterior • Funciona através da expansão de uma cápsula contendo um líquido com ponto de ebulição inferior ao da água • Em condições de partida, devida a baixa temperatura, fica bem aberta permitindo remoção do ar que está na linha 127
  128. 128. Tubulações Industriais - Fundamentos 23 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão balanceada Tubulações Industriais - Fundamentos 24 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão balanceada Vantagens • Pequeno e leve. • Válvula totalmente aberta durante a partida permitindo a máxima descarga de ar e outros gases não condensáveis. • Manutenção pode ser feita sem a remoção do purgador da linha. 128
  129. 129. Tubulações Industriais - Fundamentos 25 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão balanceada Desvantagens • Pouca capacidade (com a vantagem de ser bem compacto). • Modelos antigos deste tipo de purgador tinham fole, o que os tornava susceptível a danos por golpe de aríete ou corrosão pelo condensado. • Purgador não abre até que a temperatura do condensado caia abaixo da temperatura de vapor - possibilidade que grande quantidade de condensado se acumule antes do descarte, o que o torna inviável para aplicações como uso em drenos principais ou equipamentos trocadores de calor. Tubulações Industriais - Fundamentos 26 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão metálica 129
  130. 130. Tubulações Industriais - Fundamentos 27 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Purgador de expansão metálica • Utiliza um elemento bimetálico. Devido a diferença de dilatação térmica entre os dois metais ocorre a flexão do elemento quando aquecido. • Temperatura de operação é fixa não podendo ser ajustada. • É necessário a utilização de mais de um elemento bimetálico para aumentar o poder de reação a mudanças de temperatura. Tubulações Industriais - Fundamentos 28 Purgador de expansão metálica Vantagens • São normalmente compactos. • Válvula totalmente aberta durante a partida permitindo a máxima descarga de ar e outros gases não condensáveis. • Normalmente suportam golpes de aríete, corrosão e altas temperaturas. • Manutenção pode ser feita sem a remoção do purgador da linha. 385*$'25(6 7(50267É7,&26 130
  131. 131. Tubulações Industriais - Fundamentos 29 Purgador de expansão metálica Desvantagens • Não é indicado para instalações onde a retirada do condensado deva ser contínua. • Susceptível a entupimento devido a baixa velocidade de fluxo interna. • Elemento bimetálico com baixo poder de reação – bastante vazamento de vapor. 385*$'25(6 7(50267É7,&26 Tubulações Industriais - Fundamentos 30 Purgador de expansão metálica • Projeto aperfeiçoado com labirinto para diminuir fuga de vapor durante variações de pressão. Conjuga o efeito termostático ao termodinâmico. 385*$'25(6 7(50267É7,&26 131
  132. 132. Tubulações Industriais - Fundamentos 31 Purgador termodinâmico de disco Opera por meio do efeito dinâmico de evaporação do condensado em certas condições de pressão e temperatura. O disco que promove a abertura e fechamento do purgador é a única parte móvel do sistema. 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Tubulações Industriais - Fundamentos 32 Purgador termodinâmico de disco 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 132
  133. 133. Tubulações Industriais - Fundamentos 33 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de disco Vantagens • Trabalha sem ajustes ou mudanças em seus internos. • Compacto, simples, leve e com boa capacidade de eliminação de condensado para o seu tamanho. • Trabalha com vapor superaquecido a altas pressões e suporta golpes de aríete e vibração. • Resistência a corrosão devido ao corpo integral em aço inox. • Disco é a única parte móvel permitindo manutenção sem remoção do purgador da linha. Tubulações Industriais - Fundamentos 34 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de disco Desvantagens • Não trabalha bem com pequenos diferenciais de pressão, pois a velocidade do fluxo passando por baixo do disco não será suficiente para criar a zona de baixa pressão. Não deve ser usado quando a pressão de entrada no purgador for inferior a 0.25 bar g ou a contrapressão de condensado for maior que 80% da pressão de vapor. • Não permite descarga contínua. • Descarga muito barulhenta. 133
  134. 134. Tubulações Industriais - Fundamentos 35 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de impulso Tubulações Industriais - Fundamentos 36 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de impulso Vantagens • Razoável capacidade para o seu tamanho. • Com o mesmo modelo (tamanho) é possível operar em grande range de pressões. • Aceita altas pressões e vapor superaquecido. 134
  135. 135. Tubulações Industriais - Fundamentos 37 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de impulso Desvantagens • Perda de vapor considerável. • Muito sensível a presença de sujeira. • O purgador pode pulsar gerando ruído, golpes de aríete e danos no seu dispositivo. • Não funciona bem com contra-pressão que exceda 40% da pressão de entrada. Tubulações Industriais - Fundamentos 38 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de labirinto 135
  136. 136. Tubulações Industriais - Fundamentos 39 385*$'25(6 7(502',1Ç0,&26 Purgador termodinâmico de labirinto Vantagens • Boa capacidade para o seu tamanho. • Robustez aliada a baixa manutenção devido a ausência de partes móveis. Desvantagens • Requer ajuste fino (manual) dos defletores em função de mudanças na pressão de vapor ou no condensado. Tubulações Industriais - Fundamentos 40 6(/(d®2 '( 385*$'25(6 Fatores que influenciam na seleção: • Natureza da instalação e finalidade do purgador. • Pressão e temperatura do vapor na entrada do purgador; flutuações da pressão e da temperatura. • Tipo de descarga do condensado (aberta ou fechada), pressão e temperatura do condensado no caso do sistema ser fechado. • Quantidade de condensado a ser eliminado. • Necessidade de descarga contínua/rápida. 136
  137. 137. Tubulações Industriais - Fundamentos 41 6(/(d®2 '( 385*$'25(6 Fatores que influenciam na seleção: • Perda admitida de vapor vivo. • Quantidade de ar e outros gases presentes no vapor. • Ocorrências de golpes de aríete ou de vibrações na tubulação. • Ação corrosiva ou erosiva do vapor ou do condensado. • Facilidades disponíveis de manutenção. • Custo inicial. Tubulações Industriais - Fundamentos 42 6(/(d®2 '( 385*$'25(6 Fonte: Tubulações Industriais – Materiais, Projeto, Montagem – Pedro C. Silva Telles 137
  138. 138. Tubulações Industriais - Fundamentos 43 6(/(d®2 '( 385*$'25(6 Fonte: Tubulações Industriais – Materiais, Projeto, Montagem – Pedro C. Silva Telles Tubulações Industriais - Fundamentos 44 &É/&8/2 '$ 48$17,'$'( '( &21'(16$'2 ( )Sa QQnQ 5,0+= 1) Purgadores para drenagem de linhas de vapor: Onde: Q= quantidade total de condensado. n=coeficiente de segurança Qa=quantidade de condensado formado em conseqüência da perda de calor sofrida pelo vapor para aquecer a tubulação, na partida. QS=quantidade de condensado formado em conseqüência das perdas de calor por irradiação, com a tubulação em operação normal 138
  139. 139. Tubulações Industriais - Fundamentos 45 &É/&8/2 '$ 48$17,'$'( '( &21'(16$'2 NQ twL Q i a . ...84,6 Δ = i S Q UtaL Q ... Δ = Os valores de Qa e Qs são de difícil determinação e devem ser extraídos de tabelas e gráficos apropriados. Na falta desses dados essas grandezas podem ser calculadas aproximadamente pelas expressões: Onde: L= comprimento da tubulação (pés). w= peso unitário do tubo vazio (lb./pé). ¨t= diferença de temperatura entre o vapor e o ambiente (°F). Qi= calor latente do vapor na temperatura final (Btu). N= número de minutos de duração do aquecimento da tubulação (toma-se geralmente N=5). a= área lateral unitária do tubo (pé2/pé). U= perda unitária de calor através do isolamento térmico. Para o isolamento usual de hidrossilicato de cálcio com 2” de espessura , tem-se U=0,286 Btu/pé2/°F/horas. Obs. – fórmula válida para tubulações de aço em local exposto ao tempo e relativamente abrigado. Tubulações Industriais - Fundamentos 46 &É/&8/2 '$ 48$17,'$'( '( &21'(16$'2 2) Purgadores que tem a finalidade de reter o vapor na saída de um aparelho de aquecimento, devem ser projetados para uma quantidade de condensado igual a quantidade consumida pelo aparelho. Essa informação é facilmente conseguida com o fabricante do equipamento. 139
  140. 140. Tubulações Industriais - Fundamentos 47 1250$6 5(/$&,21$'$6 • ISO 6552 : 1980 (BS 6023 : 1981) Glossary of technical terms for automatic steam traps • ISO 6553 : 1980 - CEN 26553 : 1991 (Replaces BS 6024 : 1981) Marking of automatic steam traps • ISO 6554 : 1980 - CEN 26554 : 1991 (Replaces BS 6026 : 1981) Face-to-face dimensions for flanged automatic steam traps • ISO 6704 : 1982 - CEN 26704 : 1991 (Replaces BS 6022 : 1983) Classification of automatic steam traps • ISO 6948 :1981 - CEN 26948 : 1991 (Replaces BS 6025 : 1982) Production and performance characteristic tests for automatic steam traps • ISO 7841 : 1988 - CEN 27841 : 1991 (Replaces BS 6027 : 1990) Methods for determination of steam loss of automatic steam traps • ISO 7842 : 1988 - CEN 27842 : 1991 (Replaces BS 6028 : 1990) Methods for determination of discharge capacity of automatic steam traps 140
  141. 141. Tubulações Industriais - Fundamentos 1 NORMAS E CÓDIGOS Instrutores: Jordana Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos +,67Ð5,&2 ‡ 1D VHJXQGD PHWDGH GR VpFXOR ;,; p UHJLVWUDGR D SULPHLUD WHQWDWLYD GH SDGURQL]DomR GH WXERV ‡ 2V HIRUoRV VH IRFDUDP QDV GLPHQV}HV QRPLQDLV GH WXERV H GH URVFDV ‡ $ SDGURQL]DomR RFRUUHX PDV SRVVXLD XPD IDL[D GH DFHLWDomR WmR ODUJD TXH D LQWHUFDPELDELOLGDGH HQWUH RV GLIHUHQWHV IDEULFDQWHV QmR H[LVWLD ‡ &HUFD GH DQRV GHSRLV %ULJJV TXH IRL VXSHULQWHQWHGHQWH GR 3DVFDO ,URQ :RUNV SURGX]LX XP GRFXPHQWR FRP GHWDOKHV HVSHFtILFRV VREUH DV GLPHQV}HV GH WXERV H URVFDV ‡ (VWDV GLPHQV}HV WHP VLGR XVDGDV GHVGH HQWmR ‡ 6mR XWLOL]DGDV DWp KRMH QR $60( % 2 141
  142. 142. Tubulações Industriais - Fundamentos +,67Ð5,&2 ‡ 0XLWRV FyGLJRV H QRUPDV GH SURMHWR SURPRYHP RV UHTXLVLWRV EiVLFRV SDUWLFXODUHV D FDGD WLSR GH LQG~VWULD ‡ 2 REMHWLYR GRV FyGLJRV H QRUPDV DOpP GH IL[DU GLPHQV}HV p GHILQLU UHTXLVLWRV PtQLPRV SDUD XPD FRQVWUXomR VHJXUD ‡ 3URYHU SURWHomR S~EOLFD GHILQLQGR UHTXLVLWRV GH ‡ 0DWHULDLV ‡ 3URMHWR ‡ )DEULFDomR ‡ ,QVSHomR ‡ &XMD QmR XWLOL]DomR DXPHQWD ULVFRV QD RSHUDomR 3 Tubulações Industriais - Fundamentos +,67Ð5,&2 ‡ (OHV GHILQHP ‡ 0DWHULDO GH FRQVWUXomR ‡ 0pWRGRV GH IDEULFDomR ‡ 5HTXLVLWRV GH WHVWH RX GH LQVSHomR ‡ 7ROHUkQFLDV GLPHQVLRQDLV ‡ (QWUH RXWURV UHTXLVLWRV 4 142
  143. 143. Tubulações Industriais - Fundamentos 1250$6 ( &Ð',*26 '( 78%8/$d¯(6 ‡ 'HILQHP DV GLUHWUL]HV EiVLFDV GH SURMHWR FRQVWUXomR PRQWDJHP WHVWHV H IDEULFDomR GH WXEXODo}HV H VHXV FRPSRQHQWHV ‡ 1mR VmR GH XVR PDQGDWyULR QHP LVHQWDP VHXV XVXiULRV GD UHVSRQVDELOLGDGH SRUpP UHWUDWDP D FRQVROLGDomR GD ERD SUiWLFD GH HQJHQKDULD GDV GLYHUVDV HQWLGDGHV QRUPDWLYDV QDFLRQDLV H LQWHUQDFLRQDLV ‡ -i DV QRUPDV UHJXODPHQWDGRUDV 15·V WHP IRUoD GH OHL H SRGHP WRUQDU REULJDWyULR R XVR GH XPD GHWHUPLQDGD QRUPD GH HQJHQKDULD 5 Tubulações Industriais - Fundamentos 6 %(1()Ì&,26 '$ 1250$/,=$d®2 6(*81'2 $ $662&,$d®2 %5$6,/(,5$ '( 1250$6 7e&1,&$6 Qualitativos: • A utilização adequada dos recursos (equipamentos, materiais e mão-de-obra). • A uniformização da produção. • A facilitação do treinamento da mão-de-obra, melhorando seu nível técnico. • A possibilidade de registro do conhecimento tecnológico. • Melhorar o processo de contratação e venda de tecnologia. 143
  144. 144. Tubulações Industriais - Fundamentos 7 Quantitativos: • Redução do consumo de materiais e do desperdício. • Padronização de equipamentos e componentes. • Redução da variedade de produtos (melhorar). • Fornecimento de procedimentos para cálculos e projetos. • Aumento de produtividade. • Melhoria da qualidade. • Controle de processos. %(1()Ì&,26 '$ 1250$/,=$d®2 6(*81'2 $ $662&,$d®2 %5$6,/(,5$ '( 1250$6 7e&1,&$6 Tubulações Industriais - Fundamentos 'H WRGR R PRGR R QmR XVR GH XP UHTXLVLWR PDQGDWyULR RX GH XPD SUiWLFD UHFRPHQGDGD FRQVWDQWH GH XPD QRUPD GH HQJHQKDULD H[LJH SRU SDUWH GRV WpFQLFRV HQYROYLGRV UHVSDOGR H FDSDFLWDomR SDUD WDO VHQGR QHFHVViULR R UHJLVWUR GRV IDWRV UHOHYDQWHV H GD EDVH GH FRQKHFLPHQWR XWLOL]DGRV SDUD DGRWDU XPD PHGLGD FRQIOLWDQWH FRP XP UHTXLVLWR QRUPDWLYR $LQGD DVVLP D DFHLWDomR GHVVH SURFHGLPHQWR GHSHQGH GDV FRQGLo}HV HVWDEHOHFLGDV HP FRQWUDWR RX SHOR FOLHQWH 8 1250$6 ( &Ð',*26 '( 78%8/$d¯(6 144
  145. 145. Tubulações Industriais - Fundamentos 35,1&,3$,6 (17,'$'(6 1250$7,9$6 ‡ $%17 ² $VVRFLDomR %UDVLOHLUD GH 1RUPDV 7pFQLFDV ‡ $16, ² $PHULFDQ 1DWLRQDO 6WDQGDUGV ,QVWLWXWH ‡ $3, ² $PHULFDQ 3HWUROHXP ,QVWLWXWH ‡ $60( ² $PHULFDQ 6RFLHW RI 0HFKDQLFDO (QJLQHHUV ‡ $670 ² $PHULFDQ 6RFLHW IRU 7HVWLQJ 0DWHULDOV ‡ %6, ² %ULWLVK 6WDQGDUGV ,QVWLWXWLRQ ‡ &(1 ² &RPLWp (XURSpHQ GH 1RUPDOLVDWLRQ ‡ ,62 ² ,QWHUQDWLRQDO 6WDQGDUG 2UJDQL]DWLRQ ‡ 066 ² 0DQXIDFWXUHUV 6WDQGDUG 6RFLHW 9 Tubulações Industriais - Fundamentos $%17 ‡ 2 WUDEDOKR GH QRUPDOL]DomR WpFQLFD QD $%17 p VXEGLYLGLGR HP GLYHUVRV &RPLWrV %UDVLOHLURV &%·V ‡ (VVHV &%·V WHP D IXQomR GH GHVHQYROYHU RV WUDEDOKRV QRUPDWLYRV HVSHFtILFRV • Na área de tubulações se destacam: • CB-04 – Comitê Brasileiro de Máquinas e Equipamentos Mecânicos • CB-50 – Comitê Brasileiro de Materiais, Equipamentos e Estruturas Offshore para a Indústria do Petróleo e Gás Natural 10 145
  146. 146. Tubulações Industriais - Fundamentos $%17 ² &% ‡ e XP HVSHOKR GR 7HFKQLFDO &RPPLWHH 7& 0DWHULDOV HTXLSPHQW DQG RIIVKRUH VWUXFWXUHV IRU SHWUROHXP SHWURFKHLPFDO DQG QDWXUDO JDV LQGXVWULHV GD ,62 ‡ 2 &% WHP SRU REMHWLYRV DFRPSDQKDU RV WUDEDOKRV HP DQGDPHQWR QR 7& H DYDOLDU D QHFHVVLGDGH GH FULDomR GH QRUPDV EUDVLOHLUDV QD iUHD GR SHWUyOHR VHMDP HODV 1%5 ,62 RX QmR 11 Tubulações Industriais - Fundamentos $%17 ² &% ‡ 2 &% p WDPEpP FRQVWLWXtGR GH VXEFRPLWrV WDPEpP HVSHOKDGRV QRV VXEFRPLWHV GR 7& GHQWUH HOHV VH GHVWDFD R &( &RPLWr GH (VWXGRV GH 6LVWHPDV H (TXLSDPHQWRV GH 3URFHVVR HVSHOKR GR 6& 3URFHVVLQJ HTXLSPHQW DQG VVWHPV ‡ (VWH &( p VHFUHWDULDGR SHOD 21,3 2UJDQL]DomR 1DFLRQDO GDV ,QG~VWULDV GR 3HWUyOHR H UHFHEHX D VHJXLQWH GHQRPLQDomR 6LVWHPDV H (TXLSDPHQWRV GH 3URFHVVR 2V WUDEDOKRV GH UHYLVmR YRWDomR H FRPHQWiULRV GDV QRUPDV ,62 EHP FRPR RV GH UHYLVmR RX FULDomR GH QRUPDV GD iUHD GH 3HWUyOHR QD $%17 VmR GLVFXWLGRV SRU HVVH FRPLWr 12 146
  147. 147. Tubulações Industriais - Fundamentos $%17 ² &% ‡ e R UHVSRQViYHO SHOD HPLVVmR GH QRUPDV QD iUHD GH HTXLSDPHQWRV WHQGR FRPR SDWURQR D $%,0$4 $VVRFLDomR %UDVLOHLUD GH 0iTXLQDV ‡ $V QRUPDV GH YiOYXODV HVWmR VRE UHVSRQVDELOLGDGH GHVVH &% 1R HQWDQWR TXDQGR VH WUDWDP GH YiOYXODV SDUD D LQG~VWULD GR SHWUyOHR p QHFHVViULD XPD DomR FRQMXQWD FRP R &% 13 Tubulações Industriais - Fundamentos $%17 ‡ 1%5 ² 9iOYXODV ‡ 1%5 ² 9iOYXODV JDYHWD GH DoR IXQGLGR ‡ 1%5 ² 9iOYXODV GH HVIHUD ² UHTXLVLWRV ‡ 1%5 ,62 ² 9iOYXODV ,QGXVWULDLV ² (QVDLR GH SUHVVmR GH YiOYXODV ‡ 1%5 ,62 7XEXODomR QD LQG~VWULD GR SHWUyOHR H JiV QDWXUDO ‡ $V GXDV ~OWLPDV QRUPDV VmR H[HPSORV GD DSOLFDomR GH QRUPDV ,62 FRPR QRUPDV $%17 QHVVH FDVR R VHX WH[WR p YHUWLGR SDUD R SRUWXJXrV VHP TXDOTXHU DOWHUDomR GH FRQWH~GR WHP TXH VHU DGRWDGR QD tQWHJUD 14 147
  148. 148. Tubulações Industriais - Fundamentos $16, ‡ $PHULFDQ 1DWLRQDO 6WDQGDUGV ,QVWLWXWH ‡ 3DUWFLSDP UHSUHVHQWDQWHV GH RUJDQL]Do}HV GD ‡ ,QG~VWULD ‡ *RYHUQR ‡ &RQVXPLGRUHV ‡ $OpP GH HPSUHVDV GR VHWRU ‡ (QWLGDGH QRUPDWLYD QDFLRQDO QRUWH DPHULFDQD TXH p D UHVSRQViYHO SHOD FHUWLILFDomR H FUHGLWDomR GDV QRUPDV WpFQLFDV QD iUHD GH WXEXODo}HV LQGXVWULDLV QRV (VWDGRV 8QLGRV ‡ $ HQWLGDGH UHVSRQViYHO SHOD DWXDOL]DomR H HPLVVmR GHVVDV QRUPDV p R $60( 15 Tubulações Industriais - Fundamentos $16, ‡ $WXDOPHQWH DV QRUPDV WHP D GHQRPLQDomR $60( DVVLP ‡ $16, % ŸŸŸŸ $60( % ‡ $ PHGLGD TXH DV QRUPDV IRUHP VHQGR UHYLVDGDV PXGDUmR VXD GHVLJQDomR SDUD $60( (P SDVVDGR UHFHQWH H[LVWLDP QRUPDV FRP RV GRLV VHORV $16, $60( RX $60( $16, 16 148
  149. 149. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( e D DVVRFLDomR UHVSRQViYHO SHOD HODERUDomR GH QRUPDV WpFQLFDV OLJDGDV D (QJHQKDULD 0HFkQLFD $V QRUPDV HODERUDGDV SHORV JUXSRV WpFQLFRV GR $60( GD iUHD GH &DOGHLUDULD H 7XEXODomR VmR UHFRQKHFLGDV FRPR 1RUPDV $PHULFDQDV $PHULFDQ 1DWLRQDO 6WDQGDUGV H FKDQFHODGDV SHOD $16, 17 Tubulações Industriais - Fundamentos 18$60( &2'( )25 35(6685( 3,3,1* % ‡ e XP LPSRUWDQWH SURMHWR GH HODERUDomR H DWXDOL]DomR GH FyGLJRV GH SURMHWR FRQVWUXomR PRQWDJHP LQVSHomR H WHVWHV GH VLVWHPDV GH WXEXODomR SDUD GLYHUVDV iUHDV GH DWXDomR ‡ e VXEGLYLGLGR HP VHo}HV DSOLFiYHLV D XPD iUHD HVSHFtILFD GD LQG~VWULD &DGD XPD GDV VHo}HV FRP VHX UHVSHFWLYR FRPLWr UHVSRQViYHO 18 149
  150. 150. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( &2'( )25 35(6685( 3,3,1* % +,67Ð5,&2 ‡ 2 SURMHWR % IRL FULDGR HP PDUoR GH D SHGLGR GR $60( SHOD $PHULFDQ 6WDQGDUGV $VVRFLDWLRQ $6$ ‡ 2 SULPHLUR FyGLJR GH WXEXODo}HV IRL SXEOLFDGR HP FRP R QRPH GH $PHULFDQ 7HQWDWLYH 6WDQGDUG &RGH IRU 3UHVVXUH 3LSLQJ $ LQWHQomR LQLFLDO HUD D GH SXEOLFDU XP FyGLJR TXH DWHQGHVVH DR WHPD 7XEXODo}HV ‡ 7XEXODo}HV ,QGXVWULDLV ‡ 'XVWRV GH WUDQVSRUWH SDUD OtTXLGRV H JDVHV ‡ (QWUH RXWURV ‡ 3RVWHULRUPHQWH FDGD VHomR SDVVRX D VHU HPLWLGD GH IRUPD LQGHSHQGHQWH 19 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( &2'( )25 35(6685( 3,3,1* % +,67Ð5,&2 ‡ (P IRL SXEOLFDGR R $6$ % FRPR R $PHULFDQ 6WDQGDUG &RGH IRU 3UHVVXUH 3LSLQJ UHYLVDGR HP H QHVVH PRPHQWR Mi FRPR XPD VHomR VHSDUDGD YROWDGD SDUD DV XQLGDGHV GH JHUDomR GH HQHUJLD DTXHFLPHQWR H UHVIULDPHQWR ‡ 1DTXHOD pSRFD IRL LGHQWLILFDGD D GLILFXOGDGH GH SURGX]LU XP ~QLFR FyGLJR TXH DWHQGHVVH D WRGDV DV iUHDV LQGXVWULDLV GHFLGLQGR VH HQWmR SRU VHSDUDU RV FyGLJRV HP VHo}HV HVSHFLDOL]DGDV 20 150
  151. 151. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( &2'( )25 35(6685( 3,3,1* % +,67Ð5,&2 ‡ (P IRL SXEOLFDGR R SULPHLUR FyGLJR GH XPD VHomR VHSDUDGD R $6$ % *DV 7UDQVPLWLRQ DQG 'LVWULEXWLRQ 3LSLQJ 6VWHPV ‡ (P IRL FULDGR R $6$ % 3HWUROHXP 5HILQHU 3LSLQJ &RGH ‡ (QWUH H D $6$ VH WRUQRX D 8QLWHG 6WDWHV RI $PHULFD 6WDQGDUGV ,QVWLWXWH 86$6, H HP VHJXLGD D $PHULFDQ 1DWLRQDO 6WDQGDUGV ,QVWLWXWH $16, 2 FyGLJR SDVVRX D VHU GHQRPLQDGR $PHULFDQ 1DWLRQDO 6WDQGDUG &RGH IRU 3UHVVXUH 3LSLQJ 21 Tubulações Industriais - Fundamentos 22 1R HQWDQWR WHQWRX VH QD PHGLGD GR SRVVtYHO SUHVHUYDU D QXPHUDomR GRV SDUiJUDIRV GRV FyGLJRV SRU DVVXQWR VHQGR R SULPHLUR GtJLWR FRUUHVSRQGHQWH DR Q~PHUR GD VHomR FRUUHVSRQGHQWH 2 SDUiJUDIR UHIHUH VH j GHILQLomR GH FRQGLomR GH SURMHWR GR $60( % HQTXDQWR R p R FRUUHVSRQGHQWH DR $60( % 22 $60( &2'( )25 35(6685( 3,3,1* % +,67Ð5,&2 151
  152. 152. Tubulações Industriais - Fundamentos 23 &Ð',*26 '( 78%8/$d®2 $60( % Seção Publicação Título B31.1 2004 Power Piping B31.2 1968 Fuel Gas Piping* B31.3 2008 Process Piping B31.4 2002 Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids B31.5 2001 Refrigeration Piping and Heat Transfer Components B31.8 2003 Gas Transmission and Distribution Piping Systems 23 Tubulações Industriais - Fundamentos 24 &Ð',*26 '( 78%8/$d®2 $60( % Seção Publicação Título B31.9 1996 Building Services Piping B31.11 2002 Slurry Transportation Piping Systems B31.G 1991 Manual for Determining the Remaining Strenght of Corroded Pipeline: A Supplement to ASME B31 Code for Presssure Piping 24 152
  153. 153. Tubulações Industriais - Fundamentos % &21',d¯(6 *(5$,6 ‡ 2V FyGLJRV HVWmR FRQVWDQWHPHQWH VHQGR HPHQGDGRV H DWXDOL]DGRV ‡ (P DGLomR D LVVR PXGDQoDV QRV UHTXLVLWRV GRV FyGLJRV DVVLP FRPR VXDV LQWHUSUHWDo}HV VmR FRQVWDQWHPHQWH SXEOLFDGDV QD IRUPD GH &RGH &DVH ‡ 2 FyGLJR IRUQHFH PDWHULDOV VSHFLILFDWLRQV H VWDQGDUGV H VH EDVHLD HP HVSHFLILFDo}HV IRUQHFLGDV SRU YiULDV RUJDQL]Do}HV TXH FRQWULEXHP PXLWR SDUD D SUiWLFD GH SDGURQL]DomR WDLV FRPR % H $670 25 Tubulações Industriais - Fundamentos % &21',d¯(6 *(5$,6 ‡ 2V FyGLJRV IRUQHFHP UHJUDV SDUD SURMHWR H FRQVWUXomR GH VLVWHPDV GH WXEXODomR VHJXURV H FRQWpP RV GDGRV GH UHIHUrQFLD EiVLFD H IyUPXODV QHFHVViULRV SDUD RV VHJXLQWHV DVVXQWRV ‡ (VSHFLILFDomR GH PDWHULDO H SDGU}HV GH FRPSRQHQWHV ‡ 5HTXLVLWRV GH SURMHWR GH FRPSRQHQWHV ‡ /LPLWDo}HV GH UHVLVWrQFLD H UHTXLVLWRV GH DYDOLDomR ‡ 5HTXLVLWRV GH IDEULFDomR H FRQVWUXomR ‡ 5HTXLVLWRV GH WHVWH H LQVSHomR 26 153
  154. 154. Tubulações Industriais - Fundamentos % &21',d¯(6 *(5$,6 ‡ e UHVSRQVDELOLGDGH GR SURSULHWiULR D FRUUHWD VHOHomR GD VHomR DSURSULDGD ‡ 2 FyGLJR QmR p UHWURDWLYR D PHQRV TXH DFRUGDGR HP FRQWUiULR FRP R SURSULHWiULR ‡ $ HGLomR PDLV UHFHQWH HPLWLGD DWp VHLV PHVHV DQWHV GD GDWD GR FRQWUDWR GD SULPHLUD IDVH GH DWLYLGDGHV GH XP HPSUHHQGLPHQWR GHYH VHU D HGLomR YiOLGD SDUD R PHVPR ‡ 2 FyGLJR QmR p XP PDQXDO H SRU LVVR QmR LVHQWD R VHX XVXiULR GH FRQKHFLPHQWRV WpFQLFRV DYDOLDomR H FRPSHWrQFLD 27 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % É o código de projeto, fabricação, montagem, inspeção e testes das tubulações de Unidades de Processamento tipicamente encontrados em: refinarias de petróleo, plantas químicas, plantas de celulose, plantas criogênicas, bem como terminais relacionados, sendo aplicável à tubulações novas. ‡ Apresentaoão 28 154
  155. 155. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % I. Escopo e Definições; II. Projeto; III. Materiais; IV. Normas de Componentes de Tubulação; V. Fabricação, Construção e Montagem; VI. Inspeção, Exames e Testes; VII. Tubulações não-metálicas ou revestidas com materiais não-metálicos; VIII. Tubulações para Serviço com Fluído Categoria M; IX. Tubulações para Alta Pressão. ‡ Relaoão dos capttulos 29 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % Apêndice A: Tensões admissíveis e fatores de qualidade para tubulações metálicas e materiais de parafusos. Apêndice B: Tabelas de tensões e pressões admissíveis para materiais não-metálicos Apêndice C: Propriedades Físicas de Materiais de Tubulação Apêndice D: Fatores de Intensificação de Tensões e de Flexibilidade Apêndice E: Normas de Referência Apêndice F: Considerações Preventivas ‡ Relaoão dos apêndices 30 155
  156. 156. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % Apêndice G: Salvaguardas Apêndice H: Exemplos de Cálculo de Reforço em Derivações Apêndice J: Nomenclatura Apêndice K: Tensões Admissíveis para Tubulação em Pressões Elevadas Apêndice L: Flanges de Tubulações de Ligas de Alumínio Apêndice M: Guia para Classificação de serviços Apêndice Q: Programa de Sistema da Qualidade ‡ Relaoão dos apêndices 31 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % Apêndice S: Exemplo de Análise de Tensões em Sistemas de Tubulação Apêndice V: Variações Admissíveis em Serviço a Temperaturas Elevadas Apêndice X: Juntas de Expansão Metálicas de Foles Corrugados Apêndice Z: Preparação de Questionamentos Técnicos ‡ Relaoão dos apêndices 32 156
  157. 157. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % São prescritos requisitos para materiais e seus componentes, projeto, fabricação, montagem, exames, inspeção e testes de tubulação de processo; Este código se aplica a todos os fluídos, incluindo: Matéria-prima, intermediários e produtos químicos acabados; Derivados de petróleo; Gás, vapor, ar e água; Sólidos em suspensão; Fluídos refrigerantes; Fluídos criogênicos. A junta da tubulação com o equipamento está dentro do escopo da ASME B31.3. ‡ Conte~do 33 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % ‡ Diagrama de aplicaoão 34 157
  158. 158. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % Condições de projeto: ‰ Pressão de projeto: “a pressão interna (ou externa) correspondente à condição mais severa de pressão e temperatura simultâneas, que possam ocorrer em serviço normal”; ‰ Temperatura de projeto é a correspondente à pressão de projeto; ‰ Na maioria dos casos o dimensionamento deve ser feito para atender a classe de pressão da espec de tubulação. ‡ Condioões de Projeto 35 Tubulações Industriais - Fundamentos &20,7È % +,67Ð5,&2 $ SULPHLUD HGLomR GH XPD QRUPD GH IODQJH GR $60( GDWD GH 6WDQGDUG )ODQJH 7HPSODWH 'HVGH HQWmR GLYHUVDV LQLFLDWLYDV IRUDP WRPDGDV DWp VH FKHJDU D FULDomR GR FRPLWr % RUJDQL]DGR SHOD HQWmR $PHULFDQ (QJLQHHULQJ 6WDQGDUGV &RPLWWHH DWXDO $16, FRP R REMHWLYR GH XQLILFDU H SRVWHULRUPHQWH GHVHQYROYHU QRUPDV DPHULFDQDV GH IODQJHV FRQH[}HV YiOYXODV H MXQWDV GH YHGDomR 36 158
  159. 159. Tubulações Industriais - Fundamentos &20,7È % ² &21',d¯(6 *(5$,6 'LIHUHQWHPHQWH GR FRPLWr % QHVWH FRPLWr VmR HVWDEHOHFLGRV SDGU}HV UHFRQKHFLGRV H VHXV UHVSHFWLYRV OLPLWHV GH VHUYLoR TXDQGR DSOLFiYHO ‡ 'LPHQV}HV SDGURQL]DGDV ‡ 0DWHULDLV ‡ /LPLWHV GH 3UHVVmR [ 7HPSHUDWXUD 3UHVVXUH UDWLQJ ‡ 7ROHUkQFLDV GH IDEULFDomR ‡ 7HVWHV ‡ 0DUFDomR 37 Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % ‡ $60( % &DVW ,URQ 3LSH )ODQJHV DQG )ODQJHG )LWWLQJV ‡ $60( % 0DOOHDEOH ,URQ 7KUHDGHG )LWWLQJV ‡ $60( % *UD ,URQ 7KUHDGHG )LWWLQJV ‡ $60( % 3LSH )ODQJHV DQG )ODQJHG )LWWLQJV ‡ $60( % )DFWRU 0DGH :URXJKW 6WHHO %XWWZHOGLQJ )LWWLQJV ‡ $60( % )DFH WR )DFH DQG (QG 7R (QG 'LPHQVLRQV RI 9DOYHV ‡ $60( % )RUJHG )LWWLQJV 6RFNHW :HOGLQJ DQG 7KUHDGHG ‡ $60( % )HUURXV 3LSH 3OXJV %XVKLQJV DQG /RFNQXWV :LWK 3LSH 7KUHDGV ‡ $60( % &DVW %URQ]H 7KUHDGHG )LWWLQJV &ODVV DQG ‡ $60( % &DVW &RSSHU $OOR 6ROGHU -RLQW 3UHVVXUH )LWWLQJV ‡ $60( % :URXJKW &RSSHU DQG &RSSHU $OOR 6ROGHU -RLQW 3UHVVXUH )LWWLQJV 38 159
  160. 160. Tubulações Industriais - Fundamentos $60( % ‡ $60( % &DVW &RSSHU $OOR 3LSH )ODQJHV DQG )ODQJHG )LWWLQJV &ODVVHV DQG ‡ $60( % &DVW &RSSHU $OOR )LWWLQJV IRU )ODUHG &RSSHU 7XEHV ‡ $60( % :URXJKW 6WHHO %XWWZHOGLQJ 6KRUW 5DGLXV (OERZV DQG 5HWXUQV ‡ $60( % 9DOYHV )ODQJHG 7KUHDGHG DQG :HOGLQJ (QG ‡ $60( % 2ULILFH )ODQJHV &ODVV DQG ‡ $60( % 0DOOHDEOH ,URQ 7KUHDGHG 3LSH 8QLRQV &ODVV DQG ‡ $60( % 'XFWLOH ,URQ 3LSH )ODQJHV DQG )ODQJHG )LWWLQJV &ODVV DQG ‡ $60( % /DUJH 'LDPHWHU 6WHHO )ODQJHV 136 7KURXJK 136 ‡ $60( % 6WHHO /LQH %ODQNV ‡ $60( % 39 Tubulações Industriais - Fundamentos $670 ‡ (QWLGDGH HVWDEHOHFH HVSHFLILFDo}HV GH PDWHULDO DSOLFiYHLV D GLYHUVRV WLSRV GH FRPSRQHQWHV WXERV IRUMDGRV FKDSDV IXQGLGRV EDUUDV HWF ‡ (VSHFLILFDo}HV $670 $670 6SHFLILFDWLRQV ² VmR GLYLGLGDV HP FDWHJRULDV TXH VmR IDFLOPHQWH LGHQWLILFiYHLV SHOR SUHIL[R QD VXD FRGLILFDomR SRU H[HPSOR ‡ $ ² 0HWDLV )HUURVRV ‡ % ² 0HWDLV 1mR IHUURVRV ‡ & ² 0DWHULDLV &HUkPLFRV H &RQFUHWR ‡ ' ² 2XWURV 0DWHULDLV ‡ ( ² 2XWURV DVVXQWRV SRU H[HPSOR LQVSHomR 40 160
  161. 161. Tubulações Industriais - Fundamentos $670 ‡ $670 $ ² &DUERQ 6WHHO )RUJLQJV IRU 3LSLQJ $SSOLFDWLRQV ‡ $670 $ ² 6HDPOHVV &DUERQ 6WHHO 3LSH IRU +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH ‡ $670 $ ² )RUJHG RU 5ROOHG $OOR 6WHHO 3LSH )ODQJHV )RUJHG )LWWLQJV DQG 9DOYHV DQG 3DUWV IRU +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH ‡ $670 $ ² 6WHHO &DVWLQJV &DUERQ 6XLWDEOH IRU )XVLRQ :HOGLQJ IRU +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH ‡ $670 $ ² 3LSLQJ )LWWLQJV RI :URXJKW &DUERQ 6WHHO DQG $OOR 6WHHO IRU 0RGHUDWH DQG +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH 41 Tubulações Industriais - Fundamentos $670 ‡ $670 $ ² 6HDPOHVV DQG :HOGHG $XVWHQLF 6WDLQOHVV 6WHHO 3LSH ‡ $670 $ 6HDPOHVV DQG :HOGHG 6WHHO 3LSH IRU /RZ 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH ‡ $670 $ ² 6HDPOHVV )HUULWLF $OOR 6WHHO 3LSH IRU +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH ‡ $670 $ ² &DUERQ DQG /RZ $OOR 6WHHO )RUJLQJV 5HTXLULQJ 1RWFK 7RXJKQHVV 7HVWLQJ IRU 3LSLQJ &RPSRQHQWV ‡ $670 $ ² (OHFWULF )XVLRQ :HOGHG $XVWHQLF &KURPLXP 1LFNHO $OOR 6WHHO 3LSH IRU +LJK 7HPSHUDWXUH 6HUYLFH 42 161

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