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TÉTANO
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TÉTANO
Sintomas
A toxina produzida pela bactéria ataca principalmente sistema
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 Rigidez ...
TÉTANO
Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico é feito clinicamente de acordo com os
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TÉTANO
DIFTERIA
É uma doença respiratória infectocontagiosa, causada pelo bacilo
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DIFTERIA
Sintomas
 Placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas
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 Mal-estar, dor de ...
DIFTERIA
Diagnóstico e Tratamento
O diagnóstico é basicamente clínico, mas pode ser confirmado pelo exame
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COMPOSIÇÃO
 Toxóide diftérico e toxóide tetânico inativados, tendo como
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Indicação
 Imunização ativa contra difteria e tétano em indivíduos a partir de 7 ...
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Vacinação de reforço
 Administrar uma dose de 0,5 mL a cada 10 anos. O indivíduo ...
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Efeitos adversos
 Reações de intensidade relativamente baixa: dor, rubor, edema, ...
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Aspectos farmacêuticos
 Conservar a temperatura de 2 a 8°C.
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PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO
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 A proteção conferida por este soro é temporária e de curta duração (em
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PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO
Tratamento
20.000 a 100.000 UI podendo-se aplicar metade da dose por via intramuscular...
PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO
História de imunização com o toxóide
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REFERÊNCIAS
 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecciosas e Parasitárias: Guia de Bolso vol. II. 3ª
ed. - Brasília: M...
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Difteria e Tétano - Imunização

  1. 1. -VACINA COMBINADA CONTRA DIFTERIA E TÉTANO -PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTOS Carolyne Garcia , Letícia Silva , Julio Cesar Matias e Nathalia Miguel
  2. 2. TÉTANO É uma doença infecciosa não contagiosa, causada pela toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani. Sob a forma de esporos, essa bactéria é encontrada nas fezes de animais e humanos, na terra, nas plantas, em objetos e pode contaminar as pessoas que tenham lesões na pele (feridas, arranhaduras, cortes, mordidas de animais,etc.) pelas quais o micro-organismo possa penetrar.
  3. 3. TÉTANO Sintomas A toxina produzida pela bactéria ataca principalmente sistema nervoso central. Os mais comuns :  Rigidez muscular em todo o corpo, dificuldade para abrir a boca (trismo) e engolir.  Riso sardônico produzido por espasmos dos músculos da face.  A contratura muscular pode atingir os músculos respiratórios e pôr em risco a vida da pessoa.
  4. 4. TÉTANO Diagnóstico e Tratamento O diagnóstico é feito clinicamente de acordo com os sintomas e lesões de pele pelas quais a bactéria possa ter entrado no organismo do paciente. Como tratamento são usados antibióticos, relaxantes musculares, sedativos, imunoglobulina antitetânica e, na falta dela, soro antitetânico .
  5. 5. TÉTANO
  6. 6. DIFTERIA É uma doença respiratória infectocontagiosa, causada pelo bacilo Corynebacterium diphtheriae que se instala nas tonsilas, faringe, laringe, nariz e, em alguns casos, nas mucosas e na pele. O período de incubação costuma durar de um a seis dias, mas pode ser um pouco mais longo. A transmissão ocorre pelo contato direto com a pessoa doente ou com portadores assintomáticos da bactéria, através de gotículas eliminadas pela tosse, pelo espirro e ao falar, ou pelo contato com as lesões cutâneas.
  7. 7. DIFTERIA Sintomas  Placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas tonsilas e órgãos adjacentes.  Mal-estar, dor de garganta, febre, corrimento nasal, gânglios linfáticos inflamados e manchas avermelhadas na pele.  Edema de pescoço, toxemia, prostração e asfixia mecânica.
  8. 8. DIFTERIA Diagnóstico e Tratamento O diagnóstico é basicamente clínico, mas pode ser confirmado pelo exame de cultura numa amostra das placas pseudomembranosas típicas da doença. Havendo suspeita de difteria, o tratamento deve começar imediatamente. O paciente deve ser afastado do convívio com outras pessoas e receber o soro antitoxina diftérica para neutralizar a toxina produzida pela Corynebacterium diphtheriae. Antibióticos, como penicilina e eritromicina, também podem ser úteis para o controle da doença.
  9. 9. DIFTERIA
  10. 10. VACINA COMBINADA DT (DIFTERIA E TÉTANO) COMPOSIÇÃO  Toxóide diftérico e toxóide tetânico inativados, tendo como adjuvante hidróxido ou fosfato de alumínio, sendo apresentada sob a forma líquida em ampola com dose única, ou frasco-ampola com múltiplas doses. Há dois tipos de vacina dupla: tipo infantil (DT) e tipo adulto (DT). A vacina dupla tipo infantil contém a mesma concentração de toxóide diftérico e de toxóide tetânico presentes na vacina tríplice DTP, enquanto a dupla do tipo adulto contém menor quantidade de toxóide diftérico.
  11. 11. VACINA COMBINADA DT (DIFTERIA E TÉTANO) Indicação  Imunização ativa contra difteria e tétano em indivíduos a partir de 7 anos de idade. Contraindicações  Doenças agudas febris graves.  Uso de imunossupressores. Administração  Vacinação básica: são indicadas 2 doses de 0,5 mL, com intervalo mínimo de 30 dias e máximo de 60 dias entre as doses. Uma terceira dose de 0,5 mL deve ser aplicada 6 meses após a segunda.
  12. 12. VACINA COMBINADA DT (DIFTERIA E TÉTANO) Vacinação de reforço  Administrar uma dose de 0,5 mL a cada 10 anos. O indivíduo não estará devidamente protegido contra difteria e tétano enquanto não tiver completado o esquema de 3 doses da vacina. Aplicação  Deve ser agitada vigorosamente e administrada por via intramuscular pro- funda na região de deltóide, glúteo ou vasto lateral da coxa.
  13. 13. VACINA COMBINADA DT (DIFTERIA E TÉTANO) Efeitos adversos  Reações de intensidade relativamente baixa: dor, rubor, edema, nódulo e febrícula.  Rara: reações de caráter alérgico aos componentes da vacina. Interações medicamentosas  Qualquer medicamento administrado concomitantemente à criança deve ser considerado e avaliado pelo médico assistente.
  14. 14. VACINA COMBINADA DT (DIFTERIA E TÉTANO) Aspectos farmacêuticos  Conservar a temperatura de 2 a 8°C.  Não deve ser congelada. Orientações ao paciente  O paciente deve informar ao médico o aparecimento de sintomas ou doenças. A interrupção da vacinação somente deverá ser efetuada sob orientação médica.
  15. 15. PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO Soro  A proteção conferida por este soro é temporária e de curta duração (em média, duas semanas). A doença normalmente não confere imunidade permanente, devendo o doente continuar seu esquema de vacinação após alta hospitalar. Profilaxia  Em indivíduos não vacinados contra o tétano, vacinação incompleta ou vacinados ha mais de 5 anos sem dose de reforço : 5.000 UI por via intramuscular.
  16. 16. PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO Tratamento 20.000 a 100.000 UI podendo-se aplicar metade da dose por via intramuscular ou subcutâneo e metade por via intravenosa. Em casos mais graves, aplicar no dia seguinte mais 50.000 UI por via intramuscular. O soro antitetânico deve ser administrado após realização de teste de sensibilidade com resultado negativo. Para os indivíduos alérgicos ao soro antitetânico, indicar a imunoglobulina humana antitetânica, por via intramuscular, disponível nos centros de referência para imunobiológicos especiais, ou administrar o soro antitetânico por método de dessensibilização, sob orientação médica. A vacina e o soro ou a imunoglobulina devem ser administrados em locais de aplicação diferentes.
  17. 17. PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO História de imunização com o toxóide tetânico (DPT, dT, DT, TT) Tipo de ferimento Menos de 3 doses ou ignorada 3 ou mais doses FERIMENTO LEVE NÃO CONTAMINADO APLICAR O TOXÓIDE TETÂNICO • Se menor de 7 anos, aplicar DPT, completando 3 doses, com intervalos de 2 meses; • Se tiver 7 anos ou mais, aplicar toxóide tetânico (TT) ou dupla (dT), completando 3 doses, com intervalo de 2 meses. • Só aplicar o toxóide tetânico se decorridos mais de 10 anos da última dose. NÃO APLICAR O SORO ANTITETÂNICO (SAT) NÃO APLICAR O SORO ANTITETÂNICO (SAT) TODOS OS OUTROS FERIMENTOS INCLUSIVE PUNCTÓRICOS APLICAR TOXÓIDE TETÂNICO • Se menor de 7 anos, aplicar DPT, completando 3 doses, com intervalo de 2 meses. • Se tiver 7 anos ou mais, aplicar o toxóide tetânico (TT) ou dupla (dT), completando 3 doses, com intervalo de 2 meses. APLICAR O SORO ANTITETÂNICO (SAT) • Só aplicar o toxóide tetânico se decorridos mais de 10 anos da última dose. OU IMUNOGLOBULINA ANTITETÂNICA (IGAT) • Administrar 5.000 unidades, por via intramuscular, após teste intradérmico de sensibilidade ou usar imunoglobulina antitetânica (IGAT), via intramuscular, 250 unidades (com título de 1:400, ou dosagem equivalente com outro título. .
  18. 18. REFERÊNCIAS  BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Doenças Infecciosas e Parasitárias: Guia de Bolso vol. II. 3ª ed. - Brasília: Ministério da Saúde, 2004.  BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS. DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊU- TICA E INSUMOS ESTRATÉGICOS. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. – 7. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010.  Calendário de vacinação 2014 para o estado de São Paulo. Disponível em: < http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/imuni/imuni_vac.html>.  Tratamento profilático para o tétano em caso de ferimentos. Disponível em: < http://www.geocities.ws/arquivomedico/emergencia/profilaxia_tetano.html>.  Vacina Dupla (DT ou dT) Contra - Difteria e Ténano. Disponível em: < www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/124.pdf>.

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