Lição 13 a verdadeira motivação do crente

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Lição 13 a verdadeira motivação do crente

  1. 1. Introdução: Vivemos numa sociedade onde o tersobrepõe-se ao ser. Sofremos pressões diáriaspara vivermos de forma materialista. Fama, podere influência política procuram atrair-nos. Noentanto, quando a pessoa acostumada à fama eao poder cai no anonimato, perde o tal controle dasituação. Ela percebe não ser mais o centro dasatenções. Nesta lição, estudaremos como o crentedeve lidar com o anonimato em sua vida.Certamente não é a vontade de Deus que seusfilhos busquem o estrelato terreno, mas overdadeiro sentido de viver à luz do exemplo desimplicidade evidenciado na vida de Jesus deNazaré.
  2. 2. 1. O crente fiel dispensa a vaidade . Alémde significar o que é “vão” ou “aparênciailusória”, o termo vaidade, segundo o dicionárioHouaiss, designa a ideia de “valorização que seatribui à própria aparência”. É o desejo intensode a pessoa ser reconhecida e admirada pelosoutros. Isso é vaidade! E a motivaçãoverdadeiramente cristã a dispensa. Quandolemos as Sagradas Escrituras percebemos que“o buscar a glória para si” é algo absolutamenterechaçado pela Palavra de Deus (Jo 3.30). APalavra revela que o servo de Cristo não deve,em hipótese alguma, ser motivado por essacobiça (Mc 9.30-37).
  3. 3. 2. O crente fiel não deseja o primeirolugar. Ao lançar mão de uma criança eapresentá-la entre os discípulos, ensinava oSenhor Jesus uma extraordinária lição: nocoração do verdadeiro discípulo deve haver amesma inocência e sinceridade de um infante(Mc 9.36). Entre os seguidores do Mestre nãopode haver espaço para disputas, intrigas econtendas. No Reino de Deus, quem deseja sero “primeiro” revela-se egoísta, mas quemprocura servir ao próximo é chamado peloMestre para ser o primeiro (Mc 10.42-45). Aqui,se estabelece a diferença entre o vocacionadopor Deus e o chamado pelo homem.
  4. 4. 3. O crente fiel não se porta soberbamente . Olivro de Provérbios demonstra com abundantesexemplos e contundentes palavras do que o serhumano é capaz quando o seu coração é dominadopela soberba e pelo desejo desenfreado pela fama(Pv 6.16-19; 8.13 ). Ele “se apressa em fazerperversidade”; “usa de língua mentirosa”; “semeiacontendas entre irmãos”; e, “com olhos altivos”,assiste as conseqüências dos seus atos sempestanejar, arrepender-se ou sensibilizar-se. Isso,absolutamente, não é a verdadeira motivação docrente fiel! Pelo contrário, a motivação do discípulodo Meigo Nazareno está em servir ao Senhor comum coração íntegro e sincero diante de Deus e doshomens (Jo 13.34,35).
  5. 5. 1. O que é fama. É o conceito (bom ou mau)formado por determinado grupo em relação a umapessoa. Para que tal conceito seja formado em relaçãoa si, é preciso tornar-se o centro das atenções.Lamentavelmente, a síndrome de “celebridade” chegouaos arraiais evangélicos. Porém, é preciso refletir: Oser humano, criado por Deus, foi feito para a fama? Ohomem, como o centro das atenções, é algo cristão?Uma classe de privilegiados e outra de meroscoadjuvantes é projeto de Deus à sua Igreja?Desenvolver o poder de influência política e midiática,segundo as categorias desse mundo, é expandir oreino divino? Uma breve meditação em poucos textosbíblicos seria o bastante para verificarmos que aresposta a todas essas indagações é “não” (Jo 3.30;5.30; 8.50; Rm 12.16; 2 Co 11.30 ).
  6. 6. 2. O problema. O espaço na mídia oferece ailusão de que podemos obter sucesso imediatoem todas as coisas, gerando em muitoscorações, até mesmo de crentes, uma aspiraçãonarcisista pelo sucesso (2 Tm 3.1-5). Cuidado!Quando a fama sobe à cabeça, a graça de Deusdesaparece do coração! Buscar desenfreadamente a fama é a maiortragédia na vida do crente. Este, logo perde aessência da alma e a sua verdadeira identidadecristã. Nessa perspectiva, o Evangelho declara:“Porque que aproveita ao homem granjear omundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se asi mesmo?” (Lc 9.25).
  7. 7. 1. A verdadeira sabedoria . O livro deEclesiastes relata a história de um pobrehomem sábio que livrou a sua cidade dasmãos de um rei opressor (Ec 9.13-18). Noentanto, o povo logo o esqueceu. Ele,porém, não deu importância alguma paraisso, pois o que mais queria era livrar, deuma vez por todas, a sua querida cidadedas mãos do tirano. A fama e o desejo deser reconhecido passavam longe do seucoração. Afinal, o que caracteriza averdadeira sabedoria é o “temor do Senhor”(Pv 1.7)
  8. 8. 2. A simplicidade. O maior exemplo desimplicidade e equilíbrio temos na vida de Jesusde Nazaré. A leitura bíblica em classe descreve-nos a sábia atitude de Jesus em não deixar-seseduzir pela fama e retirar-se na horaapropriada. O Nazareno sabia exatamente dasua missão a cumprir (Jo 5.30). Quandopercebeu que a multidão desejava fazer dEle umreferencial de fama, Cristo retirou-se para nãocomprometer a sua missão (Mc 1.45). O Mestreé o nosso maior exemplo de simplicidade eequilíbrio no trato com as multidões. Enquantoestas o procuravam, Ele se refugiava em lugaresdesérticos (Mt 14.13; Mc 1.45).
  9. 9. 3. O equilíbrio . No mundo contemporâneo, somospressionados a sermos sempre os melhores em todas ascoisas. O Evangelho, entretanto, oferece-nos aoportunidade de retirarmos de sobre nós esse fardomundano (Mt 11.30). Você não precisa viver o estressede ser quem não é! Você deve tornar-se o que o Senhor ochamou para ser. Não tente provar nada a ninguém. OFilho de Deus conhece-nos por dentro e por fora. Elesabe as nossas intenções, pensamentos e desejos maisíntimos. Não se transforme num ser que você não é sópara ganhar fama. A ilusão midiática não passa disso — éapenas uma ilusão! Nunca foi a vontade de Jesus queseus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à riquezaou ao poder. Façamos o contrário, prostrando-nos aospés de Cristo e fazendo do Calvário o nosso verdadeiroesteio. Se há alguma coisa em que devemos gloriar-nos,que seja na Cruz de Cristo (1 Co 2.2; Gl 6.14 ).
  10. 10. Conclusão. Como estudamos na lição de hoje, afama não pode ser a motivação do crente. E oanonimato não significa derrota alguma paraaqueles que estão em Cristo Jesus. O MeigoNazareno chega a incentivar a prática anônima davida cristã (Mt 6.1-4). A pureza, a simplicidade e asinceridade são os valores do Reino de Deus quenem sempre são entendidos pelos incrédulos.Todavia, somos chamados a manifestar essesvalores em nossa vida. Portanto, não se preocupecom o anonimato, mas seja o seu desejo emagradar ao Senhor que criou os céus e a terra. Poisestes manifestam a sua existência e provam queEle esquadrinha as intenções dos nossospensamentos e corações.

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