Introdução: Hoje, trataremos dos efeitos queo abandono ocasiona na vida do servo deDeus. Não é novidade para ninguém, que ...
1. Na doença. Ninguém está imune às doenças,mesmo aqueles que professam servir a Deus (Gn3.16-19). Por isso, quando enferm...
2. No vício. Geralmente é na fase daadolescência que se conhece e se começa aconsumir o fumo e o álcool e até drogas ilíci...
3. Na melhor idade. A terceira idade,também chamada de melhor idade, é compostapor aqueles que passaram dos sessenta anos....
1. No desemprego. No desemprego,a situação financeira complica-se e opadrão de vida sofre drástica queda.Nesse momento é q...
2. Da amizade. Todos sonhamos ter uma amizadeparecida com a de Davi e Jonatas e com a de Rute eNoemi (1 Sm 18.1; Rt 1.8-18...
3. Da igreja. A igreja é o local onde o abandonadoe solitário deveria encontrar amigos e irmãos (Mc10.29,30). Infelizmente...
1. Na angústia. Elias muito se angustiou, porcausa das perseguições que lhe movia Jezabel (1Rs 18.40; 19.1-3 ). Temendo po...
2. O amigo. Abraão foi chamado de amigo deDeus (Tg 2.23). Será que podemos ter o mesmoprivilégio? Jesus chamou seus discíp...
3. A sua Igreja. Dias antes de sua morte, Jesusassegurou aos discípulos que não os deixariasozinhos, pois haveria de envia...
Conclusão. Ainda que a família e osamigos venham a abandonar-nos, Deussempre nos acolherá. Ele está ao nossolado. O seu Es...
Lição 12   as dores do abandono
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Lição 12 as dores do abandono

  1. 1. Introdução: Hoje, trataremos dos efeitos queo abandono ocasiona na vida do servo deDeus. Não é novidade para ninguém, que éjustamente nos momentos de angústia eaflição, que o ser humano sente-se esquecidopor todos, inclusive pelos mais chegados.Todavia, consola-nos saber que o Senhornunca abandona os seus filhos. Ele não osesquece. Aliás, o Pai Celeste conhece cadaum de nós pelo nome. Quando o Senhor subiuao céu, não nos deixou órfãos: enviou-nos oEspírito Santo, para consolar-nos e guiar-nosem todas as coisas (Jo 14.16).
  2. 2. 1. Na doença. Ninguém está imune às doenças,mesmo aqueles que professam servir a Deus (Gn3.16-19). Por isso, quando enfermos, todos nósprecisamos de ajuda e auxílio especializados.Infelizmente, há famílias que, nesses momentos, nãosuportando o estresse, acabam abandonando odoente à própria sorte, principalmente em se tratandode casos crônicos. Os que agem desta maneirademonstram não possuir ainda o genuíno amorcristão. A pessoa enferma necessita do apoio, docarinho e da dedicação dos seus familiares, paravencer e suportar a enfermidade. Não podemos nosesquecer, ainda, dos casais que se divorciam quandoum dos cônjuges adoece. Deus não aprova talatitude (Mt 19.6).
  3. 3. 2. No vício. Geralmente é na fase daadolescência que se conhece e se começa aconsumir o fumo e o álcool e até drogas ilícitas.Muitos entram no submundo das drogas porcarência afetiva, curiosidade ou para ser aceitopor um determinado grupo social. A pessoaviciada perde a noção do certo e do errado e, parasatisfazer o vício, é capaz de roubar e até matar.Alguns cometem suicídio porque se sentemsozinhos e abandonados por amigos e familiares.Lidar com viciados não é tarefa fácil. Mas é nessahora que a família precisa fazer-se presente eestar unida para ajudá-los a livrarem-se dasdrogas (1 Tm 5.8).
  4. 4. 3. Na melhor idade. A terceira idade,também chamada de melhor idade, é compostapor aqueles que passaram dos sessenta anos.Em nossa sociedade, os idosos não sãoprezados, e algumas famílias chegam até adesampará-los. Muitos são colocados em casasde repouso, ou asilos, e lá permanecem semassistência alguma. As Escrituras relatam queos mais velhos devem ser respeitados e ouvidospelos mais novos (Js 23.1,2; Lm 5.12,14). Omandamento do Senhor de honrar o pai e a mãecontinua válido para os dias atuais (Ef 6.1-3).
  5. 5. 1. No desemprego. No desemprego,a situação financeira complica-se e opadrão de vida sofre drástica queda.Nesse momento é que conhecemos, defato, nossos verdadeiros amigos (Lc15.11-32). Até os familiaresdesaparecem, pois temem emprestar-nos dinheiro e ouvir-nos as lamúrias. OSenhor Deus, porém, não deixa seusfilhos ao desamparo. Ele envia-nos orecurso necessário (Sl 37.25).
  6. 6. 2. Da amizade. Todos sonhamos ter uma amizadeparecida com a de Davi e Jonatas e com a de Rute eNoemi (1 Sm 18.1; Rt 1.8-18). Uma amizadedesinteressada e verdadeiramente cristã. No momentoda dor, Noemi encontrou em Rute um forte esteio eDavi descobriu em Jonatas um verdadeiro e lealprotetor. Infelizmente, muitas pessoas sãoabandonadas e traídas por aqueles que pareciamgrandes amigos. Até mesmo o apóstolo Paulo sentiu ador do abandono: “Ninguém me assistiu na minhaprimeira defesa; antes, todos me desampararam. Queisto lhes não seja imputado” (2 Tm 4.16). O Senhor,porém, assistiu e fortaleceu o apóstolo. A Palavra deDeus adverte-nos a não abandonar o amigo (Pv27.10). Sejamos, pois fiéis, leais e amorosos (Pv17.17).
  7. 7. 3. Da igreja. A igreja é o local onde o abandonadoe solitário deveria encontrar amigos e irmãos (Mc10.29,30). Infelizmente, há igrejas que seesquecem de seus membros e congregados; nãoos visitam, não oram por eles e nem lhes tratam asferidas. O Senhor Jesus, porém, interessa-se porcada uma de suas ovelhas em particular. Échegada a hora de olharmos com mais carinho poraqueles que necessitam de nossos cuidados.Olhemos também pelos missionários que, muitasvezes abandonados, experimentam privações detoda sorte. Somos um só corpo e, como tal,devemos cuidar e zelar uns pelos outros, para quea Igreja de Cristo desfrute perfeita saúde (1 Co12.12).
  8. 8. 1. Na angústia. Elias muito se angustiou, porcausa das perseguições que lhe movia Jezabel (1Rs 18.40; 19.1-3 ). Temendo por sua vida, oprofeta fugiu para o deserto e, ali, desejouprofundamente a morte (1 Rs 19.4). Apóscaminhar quarenta dias e quarentas noites atéHorebe, escondeu-se numa caverna (1 Rs 19.8).Ele muito se entristeceu porque achava ser o únicocrente em todo o Israel. O Senhor, porém, animou-o, revelando-lhe que reservara sete mil servos fiéis,em todo aquele reino, semelhantes a ele (1 Rs19.14,18). Quantas pessoas não se sentemexatamente assim? O Senhor nunca nosdesampara. Nas horas de aflição, sempre faz-sepresente (Sl 50.15).
  9. 9. 2. O amigo. Abraão foi chamado de amigo deDeus (Tg 2.23). Será que podemos ter o mesmoprivilégio? Jesus chamou seus discípulos deamigos, quando o esperado era que os tratassecomo servos (Jo 15.15). Ele é o amigo fiel; nãonos abandona na hora difícil. Na tempestade, livrouos discípulos do naufrágio iminente. Ele multiplicoupães e peixes e ressuscitou seu amigo, Lázaro (Mc4.35-41; Jo 6.1-15; 11.11 ). Aleluia! Ao morrerem nosso lugar, Jesus ofereceu a maior prova deamor e lealdade que um amigo pode dar (Jo15.13). Cristo, o amigo verdadeiro, morreu na cruzdo Calvário para que hoje tivéssemos direito à vidaeterna. Para você ter esse amigo fiel ao seu lado,basta aceitá-lo como seu salvador pessoal.
  10. 10. 3. A sua Igreja. Dias antes de sua morte, Jesusassegurou aos discípulos que não os deixariasozinhos, pois haveria de enviar-lhes oConsolador (Jo 14.26). Ele não abandona a suaIgreja. A promessa foi cumprida no dia dePentecostes, quando os discípulos foram cheiosdo Espírito Santo e começaram a falar em outraslínguas (At 2). É o Espírito Santo que convence ohomem do pecado, guiando-nos em todas ascoisas. O Senhor cumpriu a sua Palavra. Por isso,quando o sentimento de abandono e solidão nossobrevier, busquemos a Deus em oração e,assim, sentiremos a doce e confortável presençado Espírito Santo.
  11. 11. Conclusão. Ainda que a família e osamigos venham a abandonar-nos, Deussempre nos acolherá. Ele está ao nossolado. O seu Espírito orienta-nos em todasas nossas provações. Portanto,recorramos a Ele em nossasnecessidades. Por outro lado, não nosesqueçamos de socorrer os que se achamem lutas e tribulações. É o que nosrecomenda a lei do amor que nos entregouo Senhor Jesus. O seu mandamento éclaro: amai-vos uns aos outros.

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