Lição 06 a despensa vazia

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Lição 06 a despensa vazia

  1. 1. Introdução: “Na lição de hoje, estudaremosacerca do cuidado do Senhor para conosco e adisposição que devemos ter em cuidar esocorrer os necessitados. Ele multiplica nossosrecursos, fazendo com que haja o bastantepara todas as nossas carências básicas. Sim,Deus utiliza o que temos para alimentar osfamintos (2 Rs 4.42-44). Em o NovoTestamento, o apóstolo João exorta-nos àprática do amor verdadeiro; um sentimento quenos constrange a ser solícitos uns com osoutros e a buscar o bem dos necessitados (1Jo 3.17,18).”
  2. 2.  “1. A viuvez: Sem dinheiro e uma grande dívida. Eis a“herança” de uma pobre mulher, que fora surpreendida pelarepentina morte do esposo, cuja atividade era servir aos profetasdo Deus Altíssimo (2 Rs 4.1). Apesar de fiel, o homem deixou afamília em uma situação calamitosa, pois não havia comida emcasa nem meios de subsistência para a viúva e os dois filhos. Aforma como a mulher dirige-se ao homem de Deus demonstra asua situação desesperadora, pois provavelmente ela não tinhanenhum familiar para auxiliá-la. Não obstante, ela não poderia,passivamente, ver os filhos padecerem de fome e, ainda,correndo o risco de serem levados como escravos comopagamento da dívida do pai. Por isso, for buscar ajuda,recorrendo ao profeta Eliseu, pois sabia que, como homem deDeus, poderia interceder por toda a família. E você, o que fazquando o imprevisto bate à sua porta? Desespera-se ou vai aoSenhor? Ir a Deus significa conversar com Ele e crer em suaprovisão (Sl 147.7-9; At 17.25 ).”
  3. 3.  “2. A dívida: A Bíblia não revela o valor da dívidadeixada pelo falecido, mas o certo é que era uma altasoma, pois seria necessário dar os dois filhos do casalcomo escravos para quitar o débito (2 Rs 4.1). Deacordo com a lei, o devedor que não pudesse pagar oseu débito era obrigado a servir ao credor até ao anodo Jubileu (Lv 25.39,40). O credor estava amparadopela lei; ninguém podia repreendê-lo. Não eraincomum um israelita vender-se como escravo ou daralgum membro de sua família para saldar dívidas (Êx21.7; Ne 5.5). Tal situação ensina-nos que é precisopensar no futuro de nossa família bem como sermoszelosos com as nossas finanças, pois casosobrevenha-nos um imprevisto, os nossos nãosofrerão determinados constrangimentos.”
  4. 4. “3. A solução: A mulher foi ao encontro de Eliseu,ciente de que, através dele, o Todo-Poderoso interviria.A viúva fez algo incomum, pois raramente as mulheresconversavam com os homens sem serem convidadas.Contudo, aquela pobre viúva não poderia intimidar-secom as convenções humanas. A família dependia delapara sobreviver e ela, igualmente, precisava de ajuda.Foi então que a pobre mulher decidiu aproximar-se deEliseu e relatou a sua triste história, levando o profeta aencher-se de compaixão. Eliseu realiza o milagre damultiplicação do azeite e, com a venda deste, a viúvaliquida o débito do esposo e tem para si uma reservafinanceira (2 Rs 4.1-7). Ainda que não consigamosenxergar, Deus sempre tem uma solução nosmomentos de angústia (Sl 50.15).”
  5. 5. “1. A botija de azeite:  Quando Eliseu perguntou àviúva sobre o que ela tinha em casa, a respostaimediata da mulher foi que não havia nada além deuma botija de azeite (2 Rs 4.2). Essa pequenaquantidade de azeite era insignificante, mas nasmãos do Senhor tornou-se muito. Note, o profetausou o que a mulher tinha em casa.Eliseu orientou-a a pedir vasos emprestados aosvizinhos, todos quantos pudesse pegar. E depois queestivesse com as vasilhas em casa, ela deveriafechar a porta e despejar o azeite nelas. O azeitecessou de jorrar da pequena botija quando não haviamais vasilhas. O Deus que servimos é um Deus demilagres. Ele multiplica o pouco que temos (1 Rs17.14).”
  6. 6. “2. A farinha na panela.  Após dizer quehaveria seca em Israel (1 Rs 17.1), o profetaElias recebeu a ordem divina de ir à Sarepta,porque ali residia uma viúva que o sustentaria (1Rs 17.8,9). É paradoxal imaginar Elias sendosustentado por uma mulher viúva. Entretanto, oSenhor não se esquece dos seus filhos edesejava usar essa situação para ampararaquela mulher necessitada, pois Ele trabalhacom o pouco que temos. Mesmo semcondições, a viúva preparou uma refeição parao profeta e este disse que o Senhor Deus nãodeixaria faltar farinha na panela e nem azeite nabotija (1 Rs 17.16).”
  7. 7. “3. Cinco pães e doispeixes. Cinco pães de cevada e doispeixinhos (Jo 6.9) foram suficientespara Jesus alimentar uma grandemultidão (Jo 6.10). Para o SenhorJesus o lanche oferecido pelo rapazera o suficiente, pois ainda sobraramdoze cestos cheios de pedaços depães (Jo 6.13). Mais uma vez vemosDeus multiplicando o pouco que temos.Ele jamais despede os seus filhos demãos vazias.”
  8. 8. “1. No Antigo Testamento.  Encontramos a provisão divinapara alimentar Israel (Êx 16.15).Assim, vemos Deus agindo nanatureza e em sua criação (Êx16.13-21; 1 Rs 17.4-6 ),operando grandes milagres demultiplicação (2 Rs 4.1-7). Aocorrência desses sinais ensina-nos a depender do Senhor dia apósdia.”
  9. 9. “2. Em o Novo Testamento.  Além dosmilagres para a provisão de alimentos, o NovoTestamento apresenta também a disposição dehomens e mulheres em ajudar uns aos outros,repartindo tudo o quanto possuíam (At 4.32-37). Esses irmãos desfrutavam de umsentimento de unidade, que os levava a venderseus bens trazendo-os para a igreja, a fim deque o valor fosse dividido conforme asnecessidades dos santos (At 4.36,37). O queos movia era o amor fraternal que Cristo tantoensinou (Jo 15.9-17). Aprendamos, pois, coma Igreja do século I e pratiquemos agenerosidade e a verdadeira comunhão.”
  10. 10. “3. Na atualidade. Deus pode prover alimento para os seus filhos da maneira queEle quiser, porém, convida-nos a fazer partedessa gloriosa missão que é socorrer àquelesque passam por privações (Rm 12.9-21). Oapóstolo Paulo exorta-nos a trabalhar pararepartir com aqueles que passam pordificuldades (2 Co 8.14; Ef 4.28 ), Tiago falada fé sem obras (Tg 2.14-17), e João doamor “só de palavras” (1 Jo 3.16-18).Através da nossa vida, Deus deseja sustentaros necessitados. Não sejamos negligentescom a nossa nobre missão.”
  11. 11. “Conclusão: A história do povo de Deus émarcada por milagres e provisões, pois oSenhor tem cuidado do seu povo e o seu zeloé notório. Todavia, não podemos nosesquecer de praticar o amor que o SenhorJesus nos ensinou (Mc 12.31). O apóstolo 1Jo 3.16-18 Paulo deixou um ricoensinamento: “Então, enquanto temos tempo,façamos o bem a todos” (Gl 6.10). Deuspode e quer usar a nossa vida no alívio aosofrimento dos que nos rodeiam. Assistamosao nosso próximo como gostaríamos de serassistidos (1 Jo 3.16-18 ).”

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