Lição 03 a morte para o verdadeiro cristão

1.259 visualizações

Publicada em

Aproveite a oportunidade e acesse o site a seguir mencionado para estudos biblicos e teológicos:

http://www.cpljmartins.blogspot.com

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.259
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
46
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lição 03 a morte para o verdadeiro cristão

  1. 1. “Introdução: Numa sociedade materialista, evita-sefalar sobre assuntos negativos. No entanto, a morte éum fenômeno real que se abate sobre os sereshumanos de todas as idades, classes sociais ereligiões. Afinal de contas, quem pensa em morrer? Háalguma virtude na morte? Nos dias atuais, o desesperovem tomando conta das pessoas, até mesmo das queprofessam a fé cristã. É uma pena que alguns púlpitosnão estejam preocupados em preparar as suasovelhas, através das Sagradas Escrituras, paraenfrentar essa realidade que pode chegar a qualquerfamília, sem avisá-la ou pedir-lhe licença. Por isso,nessa lição, demonstraremos que Deus se preocupacom a fragilidade e vicissitude humanas, principalmentequando se trata de um tema tão laborioso e delicado.”
  2. 2. “1. Conceito. Não é tarefa fácil definir a morte.Como fenômeno natural, ela é discutida naciência, na religião e faz parte de debatescotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec8.8). Anteriormente definida como paradacardíaca e respiratória, o consenso médico atuala define como cessamento clínico, cerebral oucardíaco irreversível do corpo humano. Noentanto, a definição mais popular do fenômenoé a “interrupção da atividade elétrica no cérebrocomo um todo”. A constatação de que a pessoaentrou em óbito é o ponto de partida para apermissão, ou não, pela família, de doarórgãos.”
  3. 3. 2. O que as Escrituras dizem?  “Osalário do pecado é a morte” (Rm 6.23).Deus não criou o homem e a mulher paramorrer. O Senhor não planejou tal realidadepara o ser humano. Mas, conforme descritoem Romanos 6.23, a morte éconsequência da queda (Gn 3.1-24). Opecado roubou, em parte, a vida eterna dahumanidade. Assim, a Bíblia demonstra quea morte é a consequência inevitável dopecado, e realça esse fato como aseparação entre “alma” e “corpo” (Gn35.18).”
  4. 4. 3. É a separação da alma do corpo . A basebíblica para esse entendimento está em Gênesis35.18, quando da morte de Raquel: “E aconteceuque, saindo-se lhe a alma (porque morreu)”. Tiago,o irmão do Senhor, corrobora esse pensamentoquando ensina: “Porque, assim como o corpo semo espírito [alma] está morto, assim também a fésem obras é morta” (2.26). Teologicamente e,segundo as Escrituras, podemos afirmar que aseparação da “alma” do “corpo” estabelece ofenômeno natural e também espiritual quedenominamos morte. Mas, o que acontece com aalma após a separação do corpo? Há vida após amorte? São indagações que podemos fazer.
  5. 5. “1. O que diz o AntigoTestamento. “Morrendo o homem,porventura, tornará a viver?” (Jó14.14a). Essa é uma pergunta deinteresse perene para todos os sereshumanos. Indagações como: “Há vidaapós a morte?”, “Existe consciêncianoutra vida?” são questões existenciaisnão muito resolvidas até mesmo paraalguns teólogos. Entretanto, as Escriturastêm as respostas a essas perguntas.”
  6. 6. a) “Sheol. Em Salmos 16.10 e49.14,15, o termo hebraico é “sheol”.Essa palavra aparece ao longo detodo o Antigo Testamento. É traduzidopor “inferno” e “sepultura”. Taisexpressões denotam a idéia deimortalidade da alma e a esperançade se estar diante de Deus após aexperiência da morte. Tal expectativarepresenta o âmago das expressõesdo salmista.”
  7. 7. b) “A esperança da ressurreição . O patriarca Jó,após muito padecer, expressou-se confiantemente: “Edepois que o meu corpo estiver destruído e sem carne,verei a Deus” (19.26 cf. vv.23-25,27). O salmistaexpressou-se a esse respeito da seguinte forma:“Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua face; quandodespertar, ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança”(17.15 cf. 16.9-11). Os profetas Isaías e Danielexpõem a esperança da ressurreição como umencontro irreversível com Deus (Is 26.19; Dn 12.2).Esses textos realçam a doutrina da esperança naressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, aalegria do crente em se encontrar com o seu Deusapós a morte. Logo, podemos afirmar categoricamenteque o Antigo Testamento, respalda, inclusive comriqueza de detalhes, que há vida e consciência após amorte.”
  8. 8. “2. O que diz o Novo Testamento . A base bíblicaneotestamentária da existência de vida consciente após a mortee a imortalidade da alma está fundamentada exatamente napessoa de Jesus de Nazaré. Ele foi quem trouxe luz, vida eimortalidade ao homem que crê. As evidências são abundantes(Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25,26; 14.3; 2 Co 5.1 ). Essasporções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da almahumana fora do corpo, seja a do crente ou a do não crente, apósa morte. Não obstante, a redenção do corpo e a alegrecomunhão eterna com Deus são resultados da plena e bem-aventurada ressurreição e transformação do corpo corruptívelem incorruptível (1 Co 15.1-58; 1 Ts 4.16; Fp 3.21 ).Definitivamente, e segundo as Escrituras, o dom da vida para oscristãos não é uma existência finita, mas uma linda história decomunhão com o Deus eterno. Foi Ele quem implantou em nós,através de Cristo Jesus, nosso Senhor, a sua graça salvadoraenquanto estivermos em nossa peregrinação terrena.”
  9. 9.  “1. Esperança, apesar do luto . Énatural que a experiência daseparação de um ente querido tragador, angústia, tristeza e saudade. Oluto chega de forma inesperada navida de qualquer pessoa. Mas apromessa do Mestre de Nazaré aindasobrepõe-se a qualquer vicissitudeexistencial: “[...] quem crê em mim,ainda que esteja morto, viverá” (Jo11.25).”
  10. 10. “2. A morte de Cristo e a certeza da vidaeterna. O Pai entregou seu Filho em favor dahumanidade, e assim o fez simplesmente por amor(Jo 3.16). Esse ato amoroso proporcionou apossibilidade de escaparmos do juízo divino pelosangue precioso derramado por Cristo Jesus. Issoleva-nos a refletir que sem a morte de Jesus nãohaveria ressurreição. Logo, não haveria pregaçãodo Evangelho nem salvação. O apóstolo Paulotinha a convicção de que a Cruz de Cristo é oâmago do Evangelho (1 Co 1.17), do novonascimento e da vida eterna. Hoje só amamos oSenhor porque Ele nos amou primeiro (1 Jo4.19). Por isso, pela sua morte, e morte de cruztemos, nEle, a vida eterna.”
  11. 11. “3. A morte: o desfrutar da vida eterna.  Ofenômeno da morte é para o crente a prova da févigorosa revelada em sua vida terrena. Essa fémanifesta-se numa consciência de vitória apesar de amorte mostrar-se como uma aparente derrota. Oapóstolo Pedro lembra dessa fé quando exorta-nos:“[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes dasaflições de Cristo, para que também na revelação dasua glória vos regozijeis e alegreis” (1 Pe 4.13). Parao crente a morte não é o fim, mas o início de umaextraordinária e plena vida com Cristo. É a certeza deque o seu “aguilhão” foi retirado de uma vez por todas,selando o passaporte oficial para a vida eterna emJesus (1 Co 15.55; Os 13.14). Um dia nosso corposerá plenamente arrebatado do poder da morte (Rm8.11; 1 Ts 4.16,17)!”
  12. 12.  “Conclusão: Precisamos ter consciência de que anossa vida é semelhante à flor da erva. Ela se esvairapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o“viver é Cristo e o morrer é lucro”. Portanto, não seprenda às questões passageiras e efêmeras. Naperegrinação existencial, preencha sua mente com oEvangelho. Assim, ao final de sua vida poderájubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou nofinal da sua carreira: “Combati o bom combate,acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroada justiça me está guardada, a qual o Senhor, justojuiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim,mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2Tm 4.7,8). Em Cristo, tenha paz e esperança,porque Ele é a ressurreição e a vida.”

×