Aula Avaliação de Desempenho 4

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Aula da turma de RH - Faculdade Pitágoras Venda Nova

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Aula Avaliação de Desempenho 4

  1. 1. Curso Gestão de Recursos Humanos Disciplina: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Aula 4Professora: Juliana Baino
  2. 2. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DESEMPENHO COMPETÊNCIA COMPETÊNCIA TÉCNICA COMPORTAMENTAL RESULTADO COMPLEXIDADE
  3. 3. DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS No desenvolvimento de pessoas temos sempre um quarteto que nos guia: MAPEAR, AVALIAR, DAR FEEDBACK, PLANO DE AÇÃO.
  4. 4. SER AVALIADO É BOM?
  5. 5. NÓS ESTAMOSPREPARADOSPARA SERMOS AVALIADOS?
  6. 6. RE-HUMANIZANDO A AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO PRESSUPOSTOS O ser humano ao mesmo tempo em que ele deseja saber a opinião do outro sobre si, ele a nega ou a rejeita. Deixa expressar seu julgamento sobre as pessoas e tem medo de fazê-lo; É no quotidiano da vida de cada um, pelas interações com as outras pessoas e consequentemente de reciprocidade de feedbacks e julgamentos, que reside talvez a possibilidade mais próxima da realização do encontro do indivíduo consigo mesmo;
  7. 7. RE-HUMANIZANDO A AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO PRESSUPOSTOS Como o processo que provê oportunidades mais definidas de entendimento entre as pessoas, propondo a revisão e a atualização mais permanente do seu próprio comportamento; Elimina avaliação subjetiva, diminuindo a possibilidade de atritos por divergências em relação ao resultado e características apresentados;
  8. 8. RE-HUMANIZANDO A AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO PRESSUPOSTOS Quanto mais saudável for o contexto da empresa, mais desimpedido será o caminho para se conseguir essa atitude; Quanto menos saudável, mais obstáculos existirão; A função desse instrumental seria então de objeto intermediário no sentido de preparar a organização para ir conquistando gradativamente a remoção de obstáculos à interação entre as pessoas.
  9. 9. RE-HUMANIZANDO A AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO Atualmente a Avaliação de Desempenho nas organizações deve: Deixar de ser o veículo do medo, da insegurança e das frustrações; Ser a mensageira do otimismo, da esperança da realização pessoal; Valorizadora dos pontos fortes de cada um, como redutos de força, sinergia humana para o trabalho.
  10. 10. RE-HUMANIZANDO A AVALIAÇÃO DEDESEMPENHO Devemos ver o processo de avaliação como um fenômeno natural e não como um processo de julgamento que apontarão os piores defeitos; Como RH devemos disseminar essas informações para todos os colaboradores que participarão de qualquer processo de avaliação; Trabalhar a idéia de desenvolvimento das falhas e valorização dos pontos fortes, encarando tudo como processo de crescimento e evolução.
  11. 11. VAMOSEXERCITAR?
  12. 12. AUTOFEEDBACK
  13. 13. AUTOCONHECIMENTO A medida que as pessoas voluntária e intencionalmente buscam esse aprofundamento, e aprendem a conviver mais pacificamente com a realidade mais intima de si mesmas, aumenta a probabilidade de maior disponibilidade, compreensão e aceitação para com os outros e isso supõe a possibilidade de um melhor entendimento entre as pessoas. Bergamini – 2010
  14. 14. AUTOCONHECIMENTO
  15. 15. AUTOCONHECIMENTO O ser humano maduro é pois, uma pessoa eu remove as máscaras que o envolvem, tem uma atuação mais genuína e autêntica, tem uma auto- estima elevada e dirige seu próprio comportamento. Bergamini – 2010
  16. 16. AUTOCONHECIMENTO Na sociedade atual, devido a tantos avanços tecnológicos e tanta demanda de trabalho e obrigações gerais que o ser humano está cada vez mais distante de si, da sua essência. Devido a esses fatores, o ser humano tem dificuldade de enxergar que o outro percebe algo que ele mesmo não conhece sobre si, gerando atritos e dificuldades de relacionamento, principalmente pela necessidade imediata de atender ao prazer.
  17. 17. AUTOCONHECIMENTO Nesse sentido, pode-se dizer que o homem maduro é na verdade, uma pessoa inteira e interiormente livre. É o que se poderia dizer: uma pessoa em pleno funcionamento. É uma pessoa feliz.
  18. 18. AUTOCONHECIMENTO O grande desafio se constitui, então no resgate do verdadeiro lugar do homem no mundo, través do investimento do seu processo de amadurecimento.
  19. 19. AUTOCONHECIMENTO Se você quiser comer hoje, cultive arroz. Se você quiser comer amanhã, cultive árvores frutíferas. Se você quiser que seus filhos e netos comam, cultive homens. Confúcio
  20. 20. O QUE VEMCULTIVANDO?
  21. 21. PERCEPÇÃO DO OUTRO Como o outro age? Quem é o outro em seu ambiente de trabalho?
  22. 22. AS PESSOAS SÃO DIFERENTES!!!
  23. 23. FATORES INDIVIDUAIS Entender a diferença individual de cada um em relação aos demais. As pessoas apresentam diferenças individuais porque já nasceram diferentes e porque passam por longo tempo de experiências de vida diferentes.
  24. 24. FATORES INDIVIDUAIS
  25. 25. FATORES INDIVIDUAIS Aspectos físicos, Psicológicos, Afetivo-emocionais, Intelectuais. Influências ambientais, Externa ao ser humano.
  26. 26. FATORES INDIVIDUAIS
  27. 27. FATORES INDIVIDUAIS Fatores que interferem no comportamento das pessoas dentro e fora das organizações: Características físicas inatas; Características físicas adquiridas; Fatores psicológicos: Inteligência e capacidade; Sentimentos e emoções; Experiências vividas; Fatores sociais; Interesses e motivações pessoais.
  28. 28. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS INATAS Composição masculina ou feminina; Doença hereditária; Interferências de substâncias e hormônios no organismo; Força física; Altura... Nick Vujicic
  29. 29. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ADQUIRIDAS Doenças desenvolvidas: exemplo gastrite, perda de sensibilidade por acidente, carência alimentar, podem gerar dificuldades no relacionamento interpessoal devido à irritabilidade e falta de paciência suficientes podem causar situação de conflito pessoal.
  30. 30. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ADQUIRIDAS Esses fatores físicos adquiridos modificam inegavelmente a atuação do indivíduo e vão determinar queda dos índices de eficiência em quaisquer atividades de sua vida produtiva. Bergamini – 2010
  31. 31. FATORES PSICOLÓGICOS São divididos em três fatores: Inteligência e capacidade; Sentimentos e emoções; Experiências vividas;
  32. 32. FATORES PSICOLÓGICOS Inteligência e capacidade: As emoções podem facilitar ou bloquear o trabalho da inteligência. Muitas pesquisas foram feitas e conseguira determinar elevada correlação entre os resultados dos testes de inteligência e o sucesso em vários campos de atividade, inclusive no trabalho.
  33. 33. FATORES PSICOLÓGICOS Inteligência e capacidade: As diferentes habilidades do homem, quando se evidenciam através do trabalho ou na escola, revelam até certo ponto inteligência, tal como é avaliada pelos testes psicológicos específicos. São as habilidade específicas as principais responsáveis pelo sucesso do indivíduo em determinadas áreas de atuação, conforme o seu perfil psicológico desenhado pelos diferentes níveis dessas aptidões.
  34. 34. FATORES PSICOLÓGICOS Sentimentos e emoções: “As emoções são poderosas reações que exercem efeitos motivadores sobre o comportamento. As emoções são reações fisiológicas que influem na percepção, aprendizagem e no desempenho”. Murray
  35. 35. FATORES PSICOLÓGICOS Sentimentos e emoções: O indivíduo que se sente afetivamente atraído pela atividade que desenvolve apresenta, em geral, maiores níveis de desempenho. Inversamente, aquele que a reconhece como afetivamente negativa ou aversiva terá maior tendência a criar problemas que se evidenciam através de conflitos interpessoais com as pessoas que o cercam.
  36. 36. FATORES PSICOLÓGICOS Sentimentos e emoções: Em resumo, a experiência emocional é um padrão organizado de sentimentos, para o qual contribuem a percepção de estados e processos do corpo, a percepção da expressão de emoções e a percepção de ações de ajustamento.
  37. 37. FATORES PSICOLÓGICOS Experiências vividas: As experiências vividas não destroem completamente as características pessoais. As vivências adquiridas são as responsáveis pela mudança da fisionomia psíquica através dos tempos. Uma criança rejeitada afetivamente na infância terá dificuldade, na vida adulta, em acreditar que seja merecedora do amor dos demais, tornando-se então desconfiada, distante e agressiva.
  38. 38. FATORES PSICOLÓGICOS Experiências vividas: Todo esse processo de influencias ambientais na formação ou estruturação da personalidade de uma pessoa modela e sedimenta as potencialidades do indivíduo adulto. Caracteriza também o que se convencionou chamar de estilo comportamental, o qual poderia ser definido como conjunto de comportamentos, atitudes e valores que traduzem a filosofia de vida de uma pessoa, ou seja, a janela através da qual cada um experiencia a própria vida.
  39. 39. AS EXPERIÊNCIAS QUE SÃOVIVENCIADAS INFLUENCIAM AVIDA!!!
  40. 40. FATORES SOCIAIS Experiências vividas socialmente e incorporadas no substrato psicossomático. Diferenças da Educação informal X Educação formal na estruturação da personalidade. “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço!!!”
  41. 41. FATORES SOCIAIS A importância do ambiente sobre o indivíduo que trabalha evidenciam o maior ou menor ajustamento do indivíduo ao trabalho a partir de elementos contidos no contexto empresarial. Por isso a importância de mapearmos o clima organizacional, a cultura da empresa, como forma de conhecer um pouco essa interferência nas relações e ações do ser humano.
  42. 42. INTERESSES E MOTIVAÇÕES PESSOAIS A motivação pode ser caracterizada como um processo intrínseco a indivíduo, que o impulsiona, que o leva a atuar, a comportar-se de determinada maneira em direção ao mundo exterior.

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