Egito Antigo KA23

4.390 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.390
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
16
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
112
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Egito Antigo KA23

  1. 1. ESCOLA BÁSICA 2º/3º CICLOS DE CAMPO DE BESTEIROS História Março de 2009 <ul><li>Elaborado por: </li></ul><ul><ul><li>Ana Teixeira Nº3 </li></ul></ul><ul><ul><li>Cárina Almeida Nº 6 </li></ul></ul><ul><ul><li>Sara Coimbra Nº17 </li></ul></ul><ul><ul><li>Raquel Nº19 </li></ul></ul>Civilização Egípcia
  2. 2. O EGIPTO–CONDIÇÕES NATURAIS O Egipto é formado por duas regiões: Alto Egipto e Baixo Egipto. O Nilo tem um regime anual de inundações provocadas pela chuva, as cheias do Nilo tornaram-se muito férteis para a agricultura.
  3. 3. AS ACTIVIDADES ECONÓMICAS A agricultura junto ao Nilo era de cereais, vinha, legumes e árvores de frutos, os egípcios também cultivavam o linho, utilizado para o fabrico de vestuário, de cordas e de velas para ou para enfaixar os mortos. O papiro era abundante, sendo utilizado para fazer papel ou construir pequenos barcos. A pecuária desempenhou um papel importante na economia egípcia. Os egípcios dedicavam-se à olaria, à cestaria, à construção naval e ao trabalho dos metais. O Nilo era a grande via de comunicação e do comércio, entre as regiões do Egipto.
  4. 4. Pirâmide sociais Egípcia Escravos Sacerdotes Artesãos Nobres Camponeses Altos Funcionários Escribas Faraó
  5. 5. A ESTRATIFICAÇÃO DA SOCIEDADE Faraó Era o rei da alto Egipto e do baixo Egipto, era considerado um deus vivo, era filho de Amom-Rá, que era o deus do sol, também desempenhava a função de chefe de estado e era o chefe supremo do culto, governava de acordo com as regras divinas nomeadamente a verdade e a justiça. Com isso o seu poder era sacralizado.
  6. 6. A ESTRATIFICAÇÃO DA SOCIEDADE Deusa - Abute Nemes Deusa - serpente Ceptro de Guia do Povo Chicote Barba postiça
  7. 7. NOBRES , SACERDOTES E ESCRIBAS <ul><li>Nobres – dirigiam as suas propriedades e também ajudavam o faraó a governar o país e o comando dos exércitos. </li></ul><ul><li>Sacerdotes – administravam o culto em representação do faraó, dirigiam os bens dos templos e também colaboravam na governação do país. </li></ul><ul><li>Escribas – calculavam e cobravam os impostos rodavam as obras públicas, tinha uma formação rigorosa, que lhes permitia dominar a difícil escrita egípcia e também os conhecimentos de cálculos. </li></ul>
  8. 8. ARTESÃOS, COMERCIANTES, CAMPONESES E ESCRAVOS <ul><li>Artesãos – trabalhavam para o faraó e também para os grandes senhores. Alguns deles tinham oficinas próprias. </li></ul><ul><li>Comerciantes – eram grupos pouco numerosos cuja actividade era mandada pelos governantes. </li></ul><ul><li>Camponeses – trabalhavam nas terras do faraó e dos grandes senhores, tinham de entregar quase toda produção aos donos das terras, eles trabalhavam de borla para o estado. </li></ul><ul><li>Escravos – no Egipto existira verdadeiramente a escravatura quando este povo conquistou territórios vizinhos. Trabalhavam, sobretudo ao serviço do faraó e dos templos. </li></ul>
  9. 9. RELIGIÃO E PODER SACRALIZADO Os deuses e o culto Os egípcios adoravam numerosas divindades. Contabilizaram-se mais de 3000. Prestavam culto às forças da Natureza que consideravam criadoras do Universo: o Sol ( Amon-Rá ), o Ar (Chou), a Terra (Geb) e o Céu (Nout). Os deuses eram também representados com forma humana ou forma mista – conservavam a cabeça do animal, mas tinha corpo humano. Cada região tinha os seus próprios deuses, mas alguns foram adorados em todo o país como : Amon-Rá (o deus criador), Osíris (deus do sol poente que presidia o julgamento aos mortos), Seth (irmão de Osíris, deus do vento do deserto), Ísis (a lua, mulher de Osíris), e Hórus (deus do sol nascente). Os deuses eram honrados em dias de festividade, nos templos das cidades mais importantes, enquanto uma estátua do deus era transportada, em procissão, a volta do templo . procissão, á volta do templo. procissão, á volta do templo.
  10. 10. A CRENÇA NUMA OUTRA VIDA Os Egípcios acreditavam na vida depois da morte e na necessidade de conservar os corpos para esta segunda vida. Por isso mumificavam os mortos, ou seja embalsamavam os corpos, envolviam-nos em finas tiras de linho e guardavam-nos em sarcófagos de madeira e ouro. Colocavam rolos de papiro com fórmulas mágicas no interior dos sarcófagos. Depois enterravam os sarcófagos em túmulos, a residência dos mortos, eram enterrados juntamente com tesouros e com tudo o que mais os Egípcios consideravam necessário para a nova vida: alimentos, móveis, jóias, carros, barcos e estatuetas que representavam escravos e soldados .
  11. 11. O SABER DOS EGÍPCIOS Os egípcios procuravam explicações religiosas para fenómenos que não compreendiam. Apesar disso, desenvolveram alguns conhecimentos baseando-se, fundamentalmente, na observação e na experiência da vida quotidiana. Entre as várias áreas do saber dos egípcios destacaram-se: A Matemática e a Geometria .
  12. 12. <ul><li>Desenvolveram-se, sobretudo, a partir da </li></ul><ul><li>medição dos campos e do cálculo das </li></ul><ul><li>perspectivas áreas, assim como dos </li></ul><ul><li>projectos de construção dos monumentos, </li></ul><ul><li>adição e a subtracção. </li></ul><ul><li>A Astronomia : </li></ul><ul><li>Pela observação dos astros identificaram a sua </li></ul><ul><li>posição e movimento, conseguindo-se, assim, </li></ul><ul><li>organizar um calendário solar com 365 dias. </li></ul><ul><li>A Medicina : </li></ul><ul><li>A experiência da mumificação de cadáveres </li></ul><ul><li>proporcionou-lhes o conhecimento do corpo </li></ul><ul><li>humano. Os médicos e os curandeiros eram </li></ul><ul><li>pessoas muito respeitadas que faziam o </li></ul><ul><li>diagnóstico das doenças e prescreviam </li></ul><ul><li>remédios para aliviar os males dos doentes. </li></ul>O SABER DOS EGÍPCIOS
  13. 13. A ESCRITA A escrita inventada na Suméria, foi usada pelos egípcios desde o fim do 4.º milénio a.C. Os símbolos adoptados inspiravam-se na fauna e na flora do país. Tratava-se de um sistema complexo, apenas dominado pelos escribas: um desenho que, além do sentido figurativo, tinha também um sentido ideográfico (representação de uma ideia), um sentido fonético (som) e um sentido silábico (sílaba). Esta escrita, conhecida por escrita hieroglífica, era composta por mais de 700 sinais. Havia ainda dois outros tipos de escrita: a hierática, utilizada nos documentos oficiais, e a demótica, uma forma mais simples baseada em abreviaturas. Os egípcios foram, assim, dos primeiros povos a deixar-nos fontes escritas.
  14. 14. A CRIAÇÃO ARTÍSTICA Uma arquitectura monumental Toda a arte egípcia está muito ligada ao poder absoluto divino do faraó. Os egípcios construíram, sobretudo, palácios, templos e túmulos. Estas construções apresentam como principal característica a monumentalidade e impressionavam pela dimensão, quantidade de materiais utilizados e pelas técnicas usadas para os construir .
  15. 15. PALÁCIOS, TEMPLOS E TÚMULOS Dos palácios dos faraós ou das pequenas casas de habitação pouco se sabe, pois praticamente nada chegou aos nossos dias. Descobertas arqueológicas recentes revelam que utilizavam, na sua construção, tijolos de lama secos ao sol ou madeira. Pelo contrário, a pedra, material mais duradouro que abundava nas pedreiras do Alto Egipto, era usada na construção dos templos e dos túmulos. Nos templos , a coluna, o elemento arquitectónico inventado pelos egípcios, servia para suportar os tectos, reproduzindo, geralmente, plantas da flora: o papiro, o lótus e a palmeira. Estes edifícios tinham normalmente uma planta rectangular. Os túmulos tiveram, ao longo dos séculos, diferentes formas: mastabas (estrutura em pedra rectangular), pirâmides de degraus (sobreposição de várias mastabas) e pirâmides de faces lisas. No 2.º milénio a.C., para tentar evitar os constantes assaltos que se verificavam a estes monumentos, construíram-se túmulos subterrâneos escavados na rocha, conhecidos por hipogeus .
  16. 16. A PINTURA E O BAIXO - RELEVO . Nas pinturas e nos baixos-relevos decorativos das paredes dos túmulos encontram-se, essencialmente, episódios da vida quotidiana e cenas religiosas que procuram assegurar ao defunto, no mundo dos mortos, uma existência semelhante à vida terrena. A representação da figura humana obedecia a normas convencionais, como a chamada lei da frontalidade. Os egípcios procuravam representar a figura humana o mais completa possível, conjugando elementos de frente e de perfil, para mostrar os seus traços mais característicos. O tamanho das figuras representadas correspondia à sua posição na sociedade, por isso faraó era representado sempre com maiores dimensões do que qualquer outra personagem.
  17. 17. A ESCULTURA E AS ARTES DECORATIVAS Os artistas egípcios produziam também grande número de estátuas e estatuetas de pedra ou de madeira. Encontradas no interior das câmaras funerárias, representavam a lei da frontalidade e quando a figura era representada de pé dava-se uma ideia de movimento representada por o avanço de uma das pernas. O faraó como era considerado um rei deus, as suas imperfeições eram todas ignoradas, enquanto as estátuas de classe inferior eram esculpidas com certo realismo. Os artistas egípcios também foram originais nas artes decorativas. Destaca-se o trabalho da ourivesaria pela riqueza dos materiais empregues e pela grande precisão no fabrico de objectos, que eram símbolo de distinção social para quem as usava.
  18. 18. BIBLIOGRAFIA OLIVEIRA, Ana, CANTANHEDE, Francisco, CATARINO, Isabel, TORRÃO, Paula, História 7, Texto Editores, Lisboa, 2006. Enciclopédia do Estudante – História Universal, Vol.2, Editora Santillana, 2008. www.google.com

×