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INTRODUÇÃO
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JUSTIFICATIVA
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Os resultados que serão gerados neste estudo, levarão à
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HIPÓTESES
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OBJETIVOS
Objetivo Geral
Determinar a dieta de Iguanodectes rachovii em igarapés
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MATERIAL E MÉTODOS
Área de Estudo
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Fonte: Dr. Pedro Gerhard (Pesquisador A, Embrapa Amazônia Oriental)
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Sem floresta ripária, com uso do solo de
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Coleta de Dados
Cada trecho dos 22 igarapés será amostrado uma única vez entre
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Análise da Dieta
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RESULTADOS ESPERADOS
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PERSPECTIVAS DE UTILIZAÇÃO
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ESTRATÉGIA DE UTILIZAÇÃO
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Recursos Humanos
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2015 2016
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 ANJOS, M.B. 2005. Estrutura de comunidades de peixes de igarapés de terra firme na Amazônia C...
 MENDONÇA, F.P.; MAGNUSSON, W.E.; ZUANON, J. Relationships between habitat characteristics and fish
assemblages in small ...
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Apresentação projeto Iguanodectes rachovii

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Apresentação projeto Iguanodectes rachovii

  1. 1. CARACTERIZAÇÃO DA DIETA DE Iguanodectes rachovii (CHARACIFORMES; CHARACIDAE) EM IGARAPÉS, COM DIFERENTES ESTÁGIOS DE CONSERVAÇÃO NA REGIÃO DO NORDESTE PARAENSE. COUTINHO, J. C. S.1; SANTOS, J. A.1; MOREIRA, N. G. G.1 1Acadêmicos da Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais (FCBA). Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), 79804-070 Dourados, MS, Brasil. e-mail: <jean-coutinho11@hotmail.com>;
  2. 2. INTRODUÇÃO A região Amazônica é formada por uma grande diversidade de corpos d´água que juntos formam a maior bacia de drenagem do mundo (Santos e Ferreira, 1999). As riquezas da biodiversidade da Amazônia são inúmeras e uma delas é a ictiofauna de água doce, a mais variada do mundo com mais de 2.000 espécies de peixes já identificadas. Até o presente momento, poucos foram os estudos realizados sobre a ictiofauna de igarapés (Sabino e Zuanon, 1998; Mendonça et al., 2005; Pazin et al., 2006; Espírito-Santo et al., 2009),
  3. 3. E poucos também foram os estudos realizados sobre a dieta dos peixes desse ecossistema (Silva, 1993; Anjos, 2005) revelando a falta de conhecimento sobre a estrutura trófica em igarapés. A subfamília Iguanodectinae é constituída pelos gêneros Iguanodectes (oito espécies) e Piabucus (duas espécies) (Buckup et al., 2007)
  4. 4. JUSTIFICATIVA A região Nordeste do Estado do Pará é uma das áreas de ocupação mais antiga da Amazônia.  A vegetação original do local foi praticamente toda removida, restando apenas poucos e degradados fragmentos de florestas ombrófila. Levando-se em consideração a abundância de riachos inexplorados na Região Amazônica e que esta região no Nordeste do Pará encontra-se altamente alterada, é de suma importância a compreensão da ecologia da ictiofauna de seus riachos.
  5. 5. Os resultados que serão gerados neste estudo, levarão à compreensão sobre a ecologia alimentar de peixes de igarapés amazônicos.  A degradação dessas áreas pode comprometer a cadeia alimentar dos organismos aquáticos, ocasionando até mesmo a extinção de espécies e a perda de patrimônios genéticos ainda desconhecidos.
  6. 6. HIPÓTESES  H1: Não há diferença na dieta da espécie I. rachovii entre igarapés conservados e alterados da região nordeste do Pará (Amazônia Oriental)  H2: Não há diferenças ontogenéticas na dieta da espécie I. rachovii em igarapés da região nordeste do Pará (Amazônia Oriental)
  7. 7. OBJETIVOS Objetivo Geral Determinar a dieta de Iguanodectes rachovii em igarapés conservados e impactados da Amazônia Oriental. Objetivos Específicos Verificar mudanças espaciais na dieta (conservados x impactados), descrever as variações ontogenéticas na dieta (classes de tamanho) e determinar a origem dos alimentos (alóctones e autóctones).
  8. 8. Iguanodectes rachoviiFoto: Gabriel L. Brejão Espécie de pequeno porte, popularmente conhecida como piabinha ou lambarizinho. Seu habitat comum são pequenos corpos d´água da região amazônica. Não há informações sobre sua biologia e ecologia na literatura. Ordem Characiformes Família Characidae
  9. 9. MATERIAL E MÉTODOS Área de Estudo Os estudos serão realizados na região nordeste do Estado do Pará, em uma das áreas de ocupação mais antigas da Amazônia. Os igarapés serão escolhidos de acordo com os graus de conservação do uso e cobertura do solo próximo aos corpos d’água. Para isso serão utilizados imagens de satélite e visitas à campo para escolha dos locais a serem amostrados. Serão selecionados 22 igarapés (11 igarapés conservados e 11 igarapés alterados).
  10. 10. Fonte: Dr. Pedro Gerhard (Pesquisador A, Embrapa Amazônia Oriental)
  11. 11. Exemplo de igarapé alterado. Sem floresta ripária, com uso do solo de pastagem e com presença de gado. Exemplo de igarapé conservado. Igarapé florestado, sombreado, com várias estruturas de habitat e pouco impacto antrópico.
  12. 12. Coleta de Dados Cada trecho dos 22 igarapés será amostrado uma única vez entre julho e outubro de 2015, por ser a época do ano com menor precipitação o que favorece o acesso aos locais de coleta.  Em cada um dos 22 igarapés amostrados será demarcado um trecho de 200 m.  Ao longo desse trecho demarcado será realizada a avaliação das características físicas dos igarapés (largura, profundidade e tipo de substrato) e a amostragem dos peixes. Em cada trecho de igarapé de 200m, irão ser fechados trechos de aproximadamente 25m com redes (5mm entre nós) para as coletas dos peixes.
  13. 13. Análise da Dieta Em laboratório, será realizada a biometria dos indivíduos de I. rachovii, onde irá ser determinadas medidas dos comprimentos total e padrão (mm) e o peso total (g). Os indivíduos serão dissecados para a retirada do estômago. As análises dos conteúdos estomacais serão realizadas sob microscópio estereoscópico (lupa) e os itens alimentares serão identificados até menor nível taxonômico possível com o auxílio de bibliografia especializada. Os itens também serão agrupados em categorias alimentares amplas de acordo com sua origem: alóctone, autóctone e indeterminada (itens indeterminados quanto sua origem).
  14. 14. RESULTADOS ESPERADOS Espera-se com este trabalho alcançar os objetivos propostos, gerando conhecimentos de suma importância sobre ecologia alimentar desta espécie de peixes de igarapés e como as alterações antrópicas estão influenciando esses ecossistemas. Estas informações, somadas a outros projetos que serão desenvolvidos na região, poderão gerar bases para políticas públicas voltadas para a conservação e programas de educação ambiental, além de fornecer bases para estudos posteriores de avaliação de impactos ambientais sobre a ictiofauna.
  15. 15. PERSPECTIVAS DE UTILIZAÇÃO Estre trabalho será de enorme validade para a comunidade científica, principalmente se tratando do estudo de uma espécie na qual ainda não se possui nenhuma informação sobre sua biologia e ecologia.  Informações sobre a ecologia trófica de peixes de igarapés, principalmente numa área da Amazônia que sofre e sofreu tantas ações antrópicas, é fundamental para estudos da conservação e práticas para políticas públicas.
  16. 16. ESTRATÉGIA DE UTILIZAÇÃO Este projeto será divulgado em congressos científicos específicos; como o Congresso Brasileiro de Zoologia, Congresso Brasileiro de Ecologia, Congresso Brasileiro de Limnologia e Encontro Brasileiro de Ictiologia.  O trabalho será publicado na revista científica “Ecology of Freshwater Fish”, que possui Qualis A1 da Capes, na área de avaliação de Ciências Naturais.
  17. 17. Recursos Humanos Equipe executora do Projeto Nome Lotação Titulação Tipo de participação Atividades no projeto Carga horária/s Jamile Alvares dos Santos UFGD Graduanda Pesquisadora Pesquisa 12h Jean Carlos dos Santos Coutinho UFGD Graduando Coordenador Pesquisa 12h Nubio Geraldo Gonçalves Moreira UFGD Graduando Pesquisador Pesquisa 12h Anderson Ferreira UFGD Doutor Orientador Orientação 8h
  18. 18. Cronograma de Execução das atividades mostrado trimestralmente. 2015 2016 I II III IV I II III IV 2015 2016 Jan/Fev/ Mar Abr/Mai/ Jun Jul/Ago/ Set Out/Nov/ Dez Jan/Fev/ Mar Abr/Mai /Jun Jul/Ago/ Set Out/Nov /Dez Revisão Bibliográfica X X X X X X X Coleta das amostras de peixes X X Biometria X X Análises da dieta X X X Análise dos dados X X X X Confecção do relatório final X
  19. 19. ORÇAMENTO FINANCEIRO
  20. 20. Item Quantidade Valor unitário Total Material Permanente Microscópio estereoscópico (Estereomicroscópio Leica MZ 80 com sistema de iluminação, zoom 8.1) 1 19.500,00 19.500,00 Computador (PC Mix L3100 com Intel" Core i3 - 4GB 1TB LED 18,5) 1 1.500,00 1.500,00 Impressora multifuncional 1 1.200,00 1.200,00 Material de consumo Tonner para impressora 4 296,00 1.184,00 Formaldeído 50 2,70 135,00 Álcool etílico 90% 250 3,70 925,00 Combustível (óleo diesel) 450 2,10 945,00 Frascos de Plástico 1500 0,22 330,00 Frascos vidro 100 3,35 335,00 Peneiras metálicas 9 50,00 450,00 Redes de arrasto 4 100,00 400,00 Pinça de Dissecção Anatômica 10 25,00 250,00 Diárias Diárias em hotel 75 320,00 24.000,00 Serviço de terceiros Aluguel de carro 25 100,00 2.500,00 Total 53.654,00
  21. 21. CRONOGRAMA DE DESMBOLSO
  22. 22. 2015 2016 I II III IV I II III IV Jan/Fev/ Mar Abr/Mai/ Jun Jul/Ago/ Set Out/Nov/ Dez Jan/Fev/ Mar Abr/Mai/ Jun Jul/Ago/ Set Out/Nov/ Dez Microscópio estereoscópico 19.500 Computador 1.500,00 Impressora multifuncional 1.200,00 Tonner para impressora 592,00 592,00 Formaldeído 67,50 67,50 Álcool etílico 90% 462,50 462,50 Combustível (óleo diesel) 472,50 472,50 Frascos 110,00 110,00 110,00 Frascos vidro 335,00 Peneiras metálicas 450,00 Redes de arrasto 400,00 Pinças 250,00 Diárias 12.000,00 12.000,00 Aluguel de carro 1.250,00 1.250,00
  23. 23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  ANJOS, M.B. 2005. Estrutura de comunidades de peixes de igarapés de terra firme na Amazônia Central: composição, distribuição e características tróficas. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Amazonas – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA. Manaus, Amazonas. 68p.  BRITSKI, H.A. 1972. Peixes de água doce do Estado de São Paulo: Sistemática. In: Poluição e Piscicultura. Faculdade de Saúde Pública da USP, Instituto de Pesca da C.P.R.N. da Secretaria da Agricultura, São Paulo, p.79- 108.  BUCKUP, P.A., MENEZES, N.A. & GHAZZI, M.S. 2007. Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil. Museu Nacional: Rio de Janeiro.195p.  Espírito-Santo, H. M. V., W. E. Magnusson, J. Zuanon, F. P. Mendonça, V. L. Landeiro. 2009. Seasonal variation in the composition of fish assemblages in small Amazonian forest streams: evidence for predictable changes. Freshwater Biology 54(3): 536-548.  FERREIRA, E. J. G., ZUANON, J. A. S., SANTOS, G. M. 1998. Peixes comerciais do Médio Amazonas, região de Santarém – PA. IBAMA: Brasília. 214 p.  HELLAWELL, J. & ABEL, R. 1071. A rapid volumetric method for the analysis of the food of fishes. Journal of Fish Biology. v. 3, p. 29-37.  HYSLOP, E.J. Stomach contents analysis – a review of methods and their applications. Journal of Fish Biology. v. 17, p. 411-429, 1980.  KAWAKAMI, E. & VAZZOLER, G. Método gráfico e estimativa de índice alimentar aplicado no estudo de alimentação de peixes. Boletim do Instituto Oceanográfico. v. 29, n. 2, p. 205-207, 1980.
  24. 24.  MENDONÇA, F.P.; MAGNUSSON, W.E.; ZUANON, J. Relationships between habitat characteristics and fish assemblages in small streams of Central Amazônia. Copeia. v. 4, p. 751–764, 2005.  REIS, R.E.; KULLANDER, S.O.; FERRARIS JUNIOR., CJ. 2003. Check list of the freshwater fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, 729p.  Sabino, J. & J. Zuanon. 1998. A stream fish assemblage in Central Amazonia: distribution, activity patterns and feeding behavior. Icthyological Exploration of Freshwaters, 8(3): 201-210.  SANTOS, G. M. , FERREIRA, E. J. G. 1999. Peixes da Bacia Amazônica. In: LOWE-MCCONNELL, R. H.. Estudos Ecológicos de Comunidades de Peixes Tropicais. Edusp, São Paulo. 584p.  SILVA, C.P.D. 1993. Alimenração e distribuição espacial de algumas espécies de peixes do igarapé do Candirú, Amazonas, Brasil. Acta Amazônica. 23: 27 1-285.  Vazzoler, A.E.A. de M.; Menezes, N.A. 1992. Síntese de conhecimentos sobre o comportamento reprodutivo dos Characiformes da América do Sul (Teleostei, Ostariophysi). Revista Brasileira Biologia. 52 (4): 627-640.  WATRIN, O.S.; GERHARD, P; MACIEL, M.N.M. 2009. Dinâmica do uso da terra e configuração da paisagem em antigas áreas de colonização de base econômica familiar, no nordeste do estado do Pará. Geografia, v.34, p. 455-479.  WEITZMAN, S.H.; FINK, W.L. Relationships of the Neon Tetras, a group of South American freshwater fishes (Teleostei, Characidae), with comments on the phylogeny of new world characiforms. Bulletin of the Museum of Comparative Zoology, v. 150, n. 6,p. 339-395, 1983.
  25. 25. OBRIGADO PELA ATENÇÃO!

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