2010 Formação de Recursos Humanos

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Apresentação no Curso de Qualidade do Congresso da SBC em Blelo Horizonte

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2010 Formação de Recursos Humanos

  1. 1. José Palazzo Moreira de Oliveira<br />Comissão de Educação da SBC<br />Professor Titular, Instituto de Informática – UFRGS<br />http://palazzo.pro.br<br />Formação de Recursos Humanos<br />1<br />
  2. 2. International Standard ClassificationofEducation - ISCE<br />Os níveis considerados são:<br />Level 0 - Pre-primaryeducation<br />Level 1 - Primaryeducationorfirststageofbasiceducation<br />Level 2 - Lowersecondaryorsecondstageofbasiceducation<br />Level 3 - (Upper) secondaryeducation<br />Level 4 - Post-secondarynon-tertiaryeducation<br />Level 5 - Firststageoftertiaryeducation<br />Level 6 - Secondstageoftertiaryeducation<br />2<br />
  3. 3. Programas Educacionais em Nível Universitário - Terciário tipo A, ISCED 5A<br />São fortemente baseados em teoria e planejados para oferecer qualificação suficiente para a entrada em programas avançados de pesquisa e em profissões com altos requisitos de competências. <br />Programas terciários do tipo A têm uma duração mínima de três anos em tempo integral apesar de durarem, tipicamente, quatro ou mais anos. <br />3<br />
  4. 4. Programas Educacionais Vocacionais Avançados - Terciários tipo B, ISCDE 5B<br />Estes programas são tipicamente mais curtos que os terciários do tipo A e focados em competências práticas, técnicas ou ocupacionais para a entrada direta no mercado de trabalho apesar de que algumas fundamentações teóricas possam ser cobertas pelos respectivos programas. Estes programas têm uma duração mínima de dois anos com dedicação exclusiva. <br />4<br />
  5. 5. Qualificação Avançada de Pesquisa ISCDE 6<br />Este nível corresponde aos programas que levam diretamente para um título de qualificação em pesquisa avançada como Ph.D. <br />A duração destes cursos é de três anos em dedicação exclusiva, na maioria dos países atingindo um total de sete anos de dedicação exclusiva no nível terciário apesar de o tempo de matrícula ser tipicamente mais longo. <br />Estes programas são dedicados para estudo avançado e pesquisa original.<br />5<br />
  6. 6. Programas Educacionais Pós-secundários não Terciários - ISCDE 4<br />Estes programas se sobrepõem à fronteira entre o secundário superior e a educação pós-secundária na definição internacional. Os mesmos podem ser classificados como secundário superior ou pós-secundário em diferentes países. <br />Apesar do seu conteúdo não ser significativa-mente mais avançado do que os programas secundários superiores eles servem para ampliar o conhecimento adquirido pelos participantes no secundário superior. <br />Os estudantes matriculados tendem a ser mais velhos do que os matriculados no nível secundário superior.<br />6<br />
  7. 7. Declaração de Bolonha - 1999<br />No essencial pretende-se assegurar de forma equilibrada o incremento da mobilidade a todos os níveis, estabelecer uma política de reconhecimento de graus e diplomas, baseada numa “estrutura europeia de qualificações” simples e assente em três ciclos (Bacharelato ou Licenciatura-“Master”- Doutoramento) explicitada numa linguagem comum de competências e de garantia de qualidade.<br />Graduação 3<br />Master2<br />Doutorado 2(3)<br />LongLifeLearning<br />7<br />
  8. 8. Problemas - Ensino<br />?<br />?<br />T. U.<br />?<br />Secundário<br />Tecnologia<br />Tecnologia<br />Superior<br />Bacharelado<br />Superior<br />Mestrado<br />Profissional<br />Secundário Acadêmico<br />Doutorado<br />Acadêmico<br />Mestrado<br />Acadêmico<br />Universidades<br />Os novos Institutos Federais atuarão em todos os níveis e modalidades da educação profissional, com estreito compromisso com o desenvolvimento integral do cidadão trabalhador, e articularão, em experiência institucional inovadora, todos os princípios formuladores do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).<br />8<br />
  9. 9. 9<br />Universidades Humboltdianas<br />Universidades Tecnológicas<br />Institutos Tecnológicos<br />
  10. 10. Por que todas devem ser iguais?<br /><ul><li>As Universidades, faculdades e Institutos devem criar a sua própria identidade.
  11. 11. A Universidade Huboltdiana não é o modelo geral a ser adotado por todas as Instituições.
  12. 12. Falta coragem para enfrentar a decisão de ser bom na sua opção de formação.
  13. 13. Não faz sentido reclamar da CAPES que avalia os PGs acadêmicos. </li></ul>10<br />
  14. 14. Problemas - Indústria<br />Na entrevista com Jorge Gerdau Johanpeter, presidente do Grupo Gerdau e presidente do Conselho Superior do PGQP publicada no encarte Qualidade RS 2006 da Zero Hora, Porto Alegre, página 12 encontramos esta pergunta e resposta:.<br />Pergunta – "No Brasil seria baixo o envolvimento das empresas na busca da inovação. As universidades podem cumprir um papel nesse sentido e estariam preparadas para isto?" <br />11<br />
  15. 15. Resposta – "Apenas 11% dos 80 mil pesquisadores estão ligados a empresas privadas que mantêm atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O motivo em primeiro lugar, é que o retorno dessa atividade vem a médio e longo prazo e a instabilidade da economia brasileira desestimula os investimentos na área. <br />Uma pesquisa sobre inovação liderada pela Fundação Dom Cabral mostra que, enquanto em 2004 o setor privado brasileiro investiu 14 dólares per capita em P&D, na Coréia do Sul esse valor foi de 254 dólares. <br />12<br />
  16. 16. A fundação também verificou que, em 2005, 85% das empresas brasileiras se mostravam preocupadas com o tema da inovação, mas apenas 15% delas faziam alguma coisa nessa direção. Apesar das empresas ainda terem um caminho longo a percorrer nessa área, o trabalho desenvolvido pelas universidades tem sido fundamental, pois está focado em grandes descobertas, analisadas a médio e longo prazo, mostrando tendências e inovações de grande importância”. <br />13<br />
  17. 17. Para discussão<br />Precisamos uma real parceria entre empresas, governo e instituições de ensino/pesquisa<br />Aumento da participação das empresas em P/D;<br />Capital de risco disponível para start-ups;<br />Reconhecimento do desenvolvimento tecnológico pelos órgãos de avaliação acadêmica;<br />Aceitação da existência de perfis diferentes de ensino sem preconceito de qualidade;<br />É necessária uma liberação da legislação e acompanhamento de projetos; <br />Exemplos ...<br />14<br />

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