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Pnh

  1. 1. PNH
  2. 2. <ul><li>• PNH é uma produção do SUS - emerge da experimentação/avaliação da política pública de saúde </li></ul><ul><li>A PNHreconhecequeháum SUSquedácerto ,masqueexistemdesafioseproblemasnapolíticapública,nosmodosdegeriredecuidarequeénecessáriosuperá-los </li></ul><ul><li>Anunciá-locomoafirmaçãodehorizonteutópicodequeépossívelproduzirmudançasnaspráticasdegestãoedeatenção–movimentoativode produçãodereencantamento dostrabalhadoresedasociedadeemgeralpeloSUS,pelapolíticapúblicasolidária,inclusivaedequalidade </li></ul>
  3. 3. <ul><li>ComofazerparaqueesteSUSdaestabilidadedaLeisejatransformadocomopráticasocial </li></ul><ul><li>APNH tomaestaquestãodemétodocomoumproblemaético-político,apresentando-secomouma“políticacomprincípiosmetodológicos” </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Desafio de humanizar o SUS </li></ul><ul><li>• Mas o que seria humanizar o SUS? </li></ul><ul><li>• Humanizar, como orientação para o SUS, considerando quais críticas e de quem? </li></ul>
  5. 5. <ul><li>HUMANIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DO TRABALHADOR </li></ul><ul><li> Avaliação positiva do SUS, mas: </li></ul><ul><li> Condições concretas de trabalho -planos de carreira, salários, acesso a tecnologias, etc </li></ul><ul><li> Gestão do trabalho: ainda pouco participativas (democracia nas relações) </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Avaliação positiva do SUS </li></ul><ul><li> Direito, garantia de acesso, universalidade, eqüidade </li></ul><ul><li> Saúde como um valor da sociedade brasileira </li></ul><ul><li> Responsabilidade sanitária: quem cuida de quem? </li></ul><ul><li> Quem me cuida? </li></ul><ul><li> Com quem eu conto quando eu ou minha família necessita? </li></ul><ul><li> Continuidade dos tratamentos/do cuidado </li></ul><ul><li> Como garantir seguimento dos cuidados entre níveis de atenção? </li></ul><ul><li> Como articular/fazer comunicação entre diferentes serviços? </li></ul>
  7. 7. <ul><li>HUMINIZAÇÃO NO SUS </li></ul><ul><li>LIDAR – MEXER - ALTERAR FORÇAS QUE PRODUZEM ESTES PROBLEMAS </li></ul>
  8. 8. <ul><li>NÃO SE TRATA, PORTANTO DE HUMANIZAR O HUMANO, MAS ENFRENTAR E LIDAR COM RELAÇÕES DE PODER, TRABALHO E AFETO PRODUTORAS DE PRÁTICAS DESUMANIZADAS </li></ul>
  9. 9. PRINCÍPIOS da PNH <ul><li>Inseparabilidade entre atenção e gestão DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO EM SAÚDE </li></ul><ul><li>São ações interdependentes e complementares. </li></ul><ul><li>Alteração dos modos de gestão e atenção implica outros modos de apropriação do trabalho. </li></ul><ul><li>Processos de trabalho e Produção de saúde. </li></ul><ul><li>Transversalidade – comunicação/contato </li></ul><ul><li>Aumento de abertura para a comunicação intra e inter-grupos e ampliam as grupalidades. </li></ul><ul><li>Desestabilização das fronteiras dos saberes, dos territórios de poder e dos modos instituídos da constituição das relações de trabalho </li></ul><ul><li>Protagonismo dos sujeitos </li></ul><ul><li>A co-responsabilidade entre gestores, usuários e trabalhadores da saúde, o estabelecimento de vínculos solidários e a participação coletiva no processo de gestão. </li></ul><ul><li>Estímulo a atitude estética-ético-política </li></ul>
  10. 10. Método <ul><li>tríplice inclusão </li></ul><ul><li>Inclusão dos sujeitos </li></ul><ul><li>Inclusão dos analisadores sociais </li></ul><ul><li>Inclusão dos coletivos: movimentos sociais e movimentos sensíveis </li></ul>
  11. 11. DIRETRIZES <ul><li>Clínica Ampliada </li></ul><ul><li>Gestão participativa e co-gestão </li></ul><ul><li>Valorização do trabalhador e do trabalho </li></ul><ul><li>Acolhimento </li></ul><ul><li>Ambiência </li></ul><ul><li>Defesa dos direitos dos usuários </li></ul><ul><li>Formação em serviço – educação permanente </li></ul><ul><li>Fomento às redes e coletivos </li></ul>
  12. 12. Diretriz/Dispositivos <ul><li>Diretriz Direitos dos Usuários </li></ul><ul><li>Visita Aberta </li></ul><ul><li>Acompanhante </li></ul><ul><li>Equipe Transdisciplinar de Referência </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Diretriz do Acolhimento </li></ul><ul><li>Acolhimento com Classificação de Risco </li></ul><ul><li>Gestão de Leitos </li></ul><ul><li>Comitê de Urgência e Emergência </li></ul><ul><li>Equipes Multiprofissionais Transdisciplinares </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Diretriz da Co-Gestão </li></ul><ul><li>Colegiado Gestor </li></ul><ul><li>Contrato de Gestão compartilhado </li></ul><ul><li>GTH </li></ul>
  15. 15. DISPOSITIVOS <ul><li>GRUPO DE TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO (GTH) </li></ul><ul><li>• CÂMARA TÉCNICA DE HUMANIZAÇÃO (CTH) </li></ul><ul><li>• COLEGIADO GESTOR (sistemas e serviços de saúde) </li></ul><ul><li>• CONTRATOS DE GESTÃO </li></ul><ul><li>• OUVIDORIA </li></ul><ul><li>• VISITA ABERTA -DIREITO À ACOMPANHANTE </li></ul><ul><li>• PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM SAÚDE DO TRABALHADOR (PFST) E COMUNIDADE AMPLIADA DE PESQUISA (CAP) </li></ul>
  16. 16. <ul><li>APNHéumaofertaparaoenfrentamentodeproblemasdoSUS,gerandosoluçõescoletivas,reafirmandoosprincípiosdoSUScomoinalienáveis,comoincontornáveis. </li></ul><ul><li>Humanizarasaúdeé,pois,construirrelaçõesmaisafirmativasdosvaloresqueorientamnossapolíticapúblicadesaúde,comoasolidariedade,aequidade,ajustiçasocial. </li></ul>
  17. 17. referencias <ul><li>BENEVIDES DE BARROS, Regina. “Marco Teórico da Política Nacional de Humanização”. Brasília: Ministério da Saúde, 2003; </li></ul><ul><li>Cartilhas da Política de Humanização. Brasília: Ministério da Saúde; 2004; </li></ul><ul><li>CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Um método para análise e Co-gestão de coletivos. São Paulo. Editora Hucitec, 2000. </li></ul><ul><li>-------------- Saúde Paidéia. São Paulo. Editora Hucitec, 2003 </li></ul><ul><li>-------------- Equipes de Referência e apoio especializado. Matricial: um ensaio sobre a reorganização do trabalho em saúde “ - Revista Ciência e Saúde Coletiva, ABRASCO 4 (2): 303 - 404; 1999 </li></ul><ul><li>HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; 1989. </li></ul><ul><li>MATUS, Carlos. Guia de Análise Teórica . mimeo : SP, ILDES, 1990. </li></ul><ul><li>-------------- Política, Planejamento e Governo (I eII); Brasília, IPEA,1993. </li></ul><ul><li>-------------- EL PES em la practica . Caracas, Fundação Altadir, s/ data </li></ul><ul><li>MERHY, E.E.; ONOCKO, R. (Orgs.). Agir em Saúde: um desafio para o público . São Paulo: Hucitec, 2000 </li></ul><ul><li>MERHY, E. E. Um dos grandes desafios para os gestores do SUS: apostar em novos modos de fabricar os modelos de atenção . (Separata). Campinas, 2002. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>MERHY, E. E.; MAGALHÃES JÚNIOR, H.; RIMOLI, J.; FRANCO, T.B.; BUENO, W. S. O Trabalho em Saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano . São Paulo. Editora Hucitec, 2003. </li></ul><ul><li>TESTA, Mario. Pensar em Saúde . Porto Alegre: Artes Médicas </li></ul>

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