INTERAÇÃO VERBAL  ou  TRABALHO LINGÜÍSTICO-COGNITIVO/PSÍQUICO ou INTERAÇÃO SOCIAL  ou  ÉTICA E EMOÇÃO
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Bakhtin critica  </li></ul><ul><li>o subjetivismo individualista representado pe...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO = CATEGORIA GERAL E SUPERIOR,  </li></ul><ul><li>ENGLOBA A ENUNCIAÇÃO ...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO:  </li></ul><ul><li>Conteúdo interno e </li></ul><ul><li>Objetivação e...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>O conteúdo a exprimir e sua objetivação externa são criados a partir de um  únic...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Não é a atividade mental que organiza a expressão, mas, ao contrário é  a expres...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO/ENUNCIAÇÃO  </li></ul><ul><li>EM QUALQUER UM DE SEUS ASPECTOS É DETERM...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Enunciação  é o produto da interação de dois indivíduos  socialmente organizados...
MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>O mundo interior e a reflexão de cada indivíduo tem um auditório social próprio ...
Trabalho lingüístico-cognitivo
TRABALHO LINGÜÍSTICO-COGNITIVO/PSÍQUICO <ul><li>A função reguladora da linguagem  </li></ul><ul><li>(VYGOTSKY, 1934/87; LU...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>BIOLOGIA DO CONHECIMENTO </li></ul><ul><li>Superação da premissa básica do pensamento ocidental (as ...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>EMOÇÃO:  DISPOSIÇÃO CORPORAL QUE ESPECIFICA DOMÍNIOS DE AÇÃO </li></ul><ul><li>AMOR: EMOÇÃO QUE PERM...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>NÃO É A RAZÃO QUE NOS LEVA A AÇÃO, MAS A EMOÇÃO (DESEJO DE TER OU OBTER); </li></ul><ul><li>TER UMA ...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>HÁ UM ENTRELAÇAMENTO DE EMOÇÕES E DE LINGUAGEM  </li></ul><ul><li>=  </li></ul><ul><li>CONVERSAR </l...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>O peculiar do humano não está na manipulação, mas na Linguagem e no seu entrelaçamento com o emocion...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>AS PALAVRAS SÃO NÓS NAS REDES DE COORDENAÇÃO DE AÇÕES E NÃO REPRESENTANTES ABSTRATOS DE UMA REALIDAD...
ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>(...) As conversações, como um entrelaçamento do emocionar e do linguajar em que vivemos, constituem...
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Interação verba lou_trabalho lgg-cognitivopsíquico_ou_ou

  1. 1. INTERAÇÃO VERBAL ou TRABALHO LINGÜÍSTICO-COGNITIVO/PSÍQUICO ou INTERAÇÃO SOCIAL ou ÉTICA E EMOÇÃO
  2. 2. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Bakhtin critica </li></ul><ul><li>o subjetivismo individualista representado pelos românticos que por sua vez reagiram ao estrangeirismo imposto pelos Renascimento e Classicismo </li></ul><ul><li>Enunciação como - monológica (ato puramente individual, expressão da consciência, de desejos, intenções etc); </li></ul>
  3. 3. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO = CATEGORIA GERAL E SUPERIOR, </li></ul><ul><li>ENGLOBA A ENUNCIAÇÃO / ATO DE FALA; </li></ul><ul><ul><li>PARA BAKHTIN A EXPRESSÃO É </li></ul></ul><ul><ul><li>TUDO AQUILO QUE, TENDO SE FORMADO E DETERMINADO DE ALGUMA MANEIRA NO PSIQUISMO DO INDIVÍDUO, EXTERIORIZA-SE OBJETIVAMENTE PARA OUTRO COM A AJUDA DE UM CÓDIGO DE SIGNOS EXTERIORES. </li></ul></ul>
  4. 4. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO: </li></ul><ul><li>Conteúdo interno e </li></ul><ul><li>Objetivação exterior – para alguém ou para si mesmo </li></ul><ul><li>COMPREENSÃO – inverso da expressão </li></ul><ul><li>Teoria da expressão supõe um certo dualismo entre o que é interior e o que é exterior, já que tudo que é expresso procede do interior para o exterior. </li></ul>
  5. 5. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>O conteúdo a exprimir e sua objetivação externa são criados a partir de um único e mesmo material, pois não existe atividade mental sem expressão semiótica. </li></ul><ul><li>Assim, é preciso eliminar o princípio de uma distinção qualitativa entre conteúdo interior e expressão exterior . </li></ul><ul><li>O centro organizador e formador não se situa no interior, mas no exterior. </li></ul>
  6. 6. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Não é a atividade mental que organiza a expressão, mas, ao contrário é a expressão que organiza a atividade mental, que modela e determina a sua orientação. </li></ul>
  7. 7. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>EXPRESSÃO/ENUNCIAÇÃO </li></ul><ul><li>EM QUALQUER UM DE SEUS ASPECTOS É DETERMINADA PELAS CONDIÇÕES REAIS DE OCORRÊNCIA, OU SEJA, PELA SITUAÇÃO SOCIAL MAIS IMEDIATA. </li></ul>
  8. 8. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>Enunciação é o produto da interação de dois indivíduos socialmente organizados e, mesmo que não haja um interlocutor real, este pode ser substituído por um representante médio do grupo social ao qual pertence o locutor. </li></ul><ul><li>A palavra dirige-se a um interlocutor. </li></ul><ul><li>É função da pessoa desse interlocutor. </li></ul><ul><li>Varia segundo hierarquia social (pessoas do mesmo grupo social dá-se de um jeito, se não dá-se de outro), assim, os traços sociais, mais ou menos estreitos, dão o tom da interação verbal. </li></ul>
  9. 9. MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM <ul><li>O mundo interior e a reflexão de cada indivíduo tem um auditório social próprio bem estabelecido, em cuja atmosfera constroem suas deduções interiores, suas motivações, apreciações etc . </li></ul><ul><li>Quanto mais aculturado for o indivíduo (miscigenação/interpenetração cultural), </li></ul><ul><li>mais o auditório em questão se aproximará do </li></ul><ul><li>auditório médio da criação ideológica ; </li></ul><ul><li>MAS </li></ul><ul><li>o interlocutor ideal não pode ultrapassar as fronteiras de uma classe e de uma época bem definida. </li></ul>
  10. 10. Trabalho lingüístico-cognitivo
  11. 11. TRABALHO LINGÜÍSTICO-COGNITIVO/PSÍQUICO <ul><li>A função reguladora da linguagem </li></ul><ul><li>(VYGOTSKY, 1934/87; LURIA, 1979) </li></ul><ul><li>não é algo já estruturado, prévio a qualquer experiência significativa de vida em sociedade </li></ul><ul><li>ou fruto da ontogênese (natural), </li></ul><ul><li>ela é um processo que se constitui nas interações entre os homens, principalmente, </li></ul><ul><li>por meio das interações verbais. </li></ul>
  12. 12. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>BIOLOGIA DO CONHECIMENTO </li></ul><ul><li>Superação da premissa básica do pensamento ocidental (as dicotomias explicativas), por isso, propõe : </li></ul><ul><ul><li>continuidade do biológico e do social/cultural; </li></ul></ul><ul><ul><li>entrelaçamento do racional/emocional </li></ul></ul>
  13. 13. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>EMOÇÃO: DISPOSIÇÃO CORPORAL QUE ESPECIFICA DOMÍNIOS DE AÇÃO </li></ul><ul><li>AMOR: EMOÇÃO QUE PERMITE A ACEITAÇÃO DO OUTRO COMO LEGÍTIMO OUTRO NA CONVIVÊNCIA; CONVIVÊNCIA DE ORGANISMOS SEM COMPETIÇÃO </li></ul>
  14. 14. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>NÃO É A RAZÃO QUE NOS LEVA A AÇÃO, MAS A EMOÇÃO (DESEJO DE TER OU OBTER); </li></ul><ul><li>TER UMA DIFICULDADE PARA FAZER, IMPLICA UMA DIFICULDADE NO QUERER, QUE FICA OCULTA PELA ARGUMENTAÇÃO SOBRE O FAZER </li></ul>
  15. 15. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>HÁ UM ENTRELAÇAMENTO DE EMOÇÕES E DE LINGUAGEM </li></ul><ul><li>= </li></ul><ul><li>CONVERSAR </li></ul><ul><li>“ Os seres humanos vivemos em diferentes redes de conversações que se entrecruzam em sua realização na nossa individualidade corporal” </li></ul>
  16. 16. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>O peculiar do humano não está na manipulação, mas na Linguagem e no seu entrelaçamento com o emocionar. </li></ul><ul><li>LINGUAGEM NÃO É APENAS UM SISTEMA SIMBÓLICO DE COMUNICAÇÃO; </li></ul><ul><li>MAS UM OPERAR EM COORDENAÇÕES CONSENSUAIS </li></ul><ul><li>(AÇÕES ENTRELAÇADAS E CONSTRUÍDAS NA PARTILHA) </li></ul>
  17. 17. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>AS PALAVRAS SÃO NÓS NAS REDES DE COORDENAÇÃO DE AÇÕES E NÃO REPRESENTANTES ABSTRATOS DE UMA REALIDADE INDEPENDENTE DE NOSSOS AFAZERES... </li></ul><ul><li>AS PALAVRAS NÃO SÃO INÓCUAS </li></ul><ul><li>AS PALAVRAS QUE USAMOS REVELAM NOSSO PENSAR E PROJETAM NOSSO FAZER </li></ul>
  18. 18. ÉTICA –EMOÇÃO <ul><li>(...) As conversações, como um entrelaçamento do emocionar e do linguajar em que vivemos, constituem e configuram o mundo em que vivemos como um mundo de ações possíveis na concretude de nossa transformação corporal ao viver nelas. </li></ul><ul><li>Os seres humanos somos o que conversamos, e é assim que a cultura e a história se encarnam em nosso presente . É conversando as conversações que construiremos a democracia”. </li></ul><ul><li>(MATURANA, p. 91) </li></ul>

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