Avalação do idoso

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Avalação do idoso

  1. 1. AVALIAÇÃO DO MOVIMENTO HUMANO ALGUNS TESTES COM IDOSOS POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇÃO E PREDIÇÃO DA CONDIÇÃO FISICA E FUNCIONAL Profa. Dra. Carmen Lucia Marques
  2. 2. <ul><li>DIRECIONANDO O TEMA DE ESTUDO </li></ul><ul><li>ALGUNS PONTOS A SEREM CONTEMPLADOS PARA DELIMITAÇÃO E OBJETIVAÇÃO DO ENCONTRO: </li></ul><ul><li>OBJETIVOS E NECESSIDADE DE AVALIAÇÃO </li></ul><ul><li>INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO IDOSO – ANÁLISE E CRÍTICA </li></ul><ul><li>AVALIANDO OS IDOSOS – COMO E PORQUÊ </li></ul><ul><li>CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DOS INDIVÍDUOS – AVDS </li></ul><ul><li>VARIÁVEIS DA AVALIAÇÃO DA CAPACIDAE FUNCIONAL DE IDOSOS </li></ul><ul><li>VARIÁVEIS DA AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FISICA - PREDITORES DOS FATORES DE RISCO E CAPACIDADE FÍSICA E FUNCIONAL </li></ul><ul><li>REFLEXÃO ANALÍTICA DAS PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COM IDOSOS – OBSERVAÇÕES, CRÍTICAS E PROPOSTAS PARA A REALIDADE INSTITUCIONAL </li></ul>
  3. 3. <ul><li>DOS OBJETIVOS E NESCESSIDADE DE AVALIAÇÃO </li></ul><ul><li>Auxilio na escolha da atividade </li></ul><ul><li>Motivação para o desenvolvimento de aptidões </li></ul><ul><li>Impedimento que a atividade se torne um fator de agressão </li></ul><ul><li>Acompanhamento e progresso do idoso mediante intervenção </li></ul><ul><li>Para a prática da atividade física torna-se imprescindível a avaliação da saúde, recomendando estratificação de risco, avaliação pré-teste e teste de aptidão (ACSM in Matsudo,2004) </li></ul>
  4. 4. IDOSOS...NÃO APENAS UMA POPULAÇÃO PARA A PESQUISA... <ul><ul><ul><li>Considerando que o envelhecimento se serve de diferentes ramos da ciência para a </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>sua explicação e compreensão, e seja qual for a abordagem que se empregue ao se </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>olhar para uma pessoa em envelhecimento, observa-se um contexto de difícil </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>delimitação, pois esse processo envolve as dimensões biológicas, psíquicas, sociais, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>culturais e estéticas, e que transcende a forma de observação científica e técnica, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>onde a fragmentação do objeto que isola ou arranca do contexto original não explica o </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>fenômeno, pois, o velho e o processo do envelhecimento, só pode ser explicado na </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>integridade de suas características, (Martins de Sá, 1998 ). </li></ul></ul></ul>
  5. 6. Assim, a aplicação de testes é algo imprescindível para avaliar a eficiência dos programas de atividade física/exercício físico destinados aos idosos. Devido às suas características e especificidades, há necessidade de conhecimento de testes próprios para a realização de avaliações em idosos, em termos funcionais e físicos.
  6. 7. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO IDOSO – ANÁLISE E CRÍTICA <ul><li>JUSTIFICANDO... </li></ul><ul><li>A classificação da população idosa, segundo sua capacidade de realizar as </li></ul><ul><li>atividades de vida diária, e a avaliação do desempenho motor, vieram ao encontro das </li></ul><ul><li>necessidades dos profissionais em avaliar o impacto da prática sistemática da </li></ul><ul><li>atividade física em idosos participantes de programas regulares, como no diagnóstico </li></ul><ul><li>das condições iniciais para prescrição das atividades. (Andreotti & Okuma, 1999 ). </li></ul>
  7. 8. <ul><li>CONSTATANDO... </li></ul>Os instrumentos de avaliação do idoso no que se refere à atividade física e ao desempenho motor são encontrados na literatura de duas formas distintas; os que avaliam as funções físicas que abrangem componentes antropométricos, metabólicos e neuromusculares da aptidão física e/ou funcional , e os que utilizam o questionário que se fundamentam em testes de autopercepção para avaliar a autonomia, aspectos psicossociais e nutricionais ou os que se prestam a quantificar o volume de atividades físicas em estudos epidemiológicos. Paralelamente a esses instrumentos são utilizados a entrevista semiestruturada , cadastros ou prontuários como fontes de dados.
  8. 9. <ul><li>ESBOÇANDO UMA ANÁLISE CRÍTICA </li></ul><ul><li>Os testes propostos para avaliação do desempenho motor </li></ul><ul><li>apresentam limitações, pois quando se atêm em só quantificar, deixam de avaliar a forma </li></ul><ul><li>com que o idoso se adapta às tarefas. Assim como os </li></ul><ul><li>testes de autopercepção, que podem ser afetados por diferentes fatores: a falta de </li></ul><ul><li>compreensão dos questionamentos, diminuição da memória e outros. Há uma concordância entre os autores, que a avaliação do idoso deve abranger </li></ul><ul><li>múltiplos aspectos e que um só instrumento não é o suficiente para avaliar o processo </li></ul><ul><li>de envelhecimento e suas nuances. </li></ul><ul><li>(Rauchbach.,2002) </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Para avaliar o nível de saúde dos idosos é importante considerar a capacidade funcional antes do inicio da prática de atividades físicas. O processo de envelhecimento normal e as múltiplas patologias crônicas levam à instalação de deficiências concretas de várias ordens. Essas, podem ser contornadas através de recursos pessoais (vontade interna dos idosos), econômicos, sociais, culturais e de tecnologias médicas, com o fim de prevenir ou retardar a instalação da incapacidade e da invalidez. PRÉ AVALIAÇÃO(anamnese, cuidados,diferenças) </li></ul><ul><li>STATUS FUNCIONAL NIVEL DE SAÚDE </li></ul><ul><li>ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIA </li></ul><ul><li>Possibilidade ou não de viver independentemente </li></ul><ul><li>Permite saber o que o idoso pode realmente fazer </li></ul>AVALIAÇÃO FUNCIONAL AVALIANDO OS IDOSOS – COMO E PORQUÊ
  10. 11. <ul><li>CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DOS INDIVÍDUOS – AVDS </li></ul><ul><li>Atividades da Vida Diária São Classificadas de Acordo com a American Geriatrics Society em: </li></ul><ul><li>Básicas (ABVD): São as atividades de Auto-Cuidado; </li></ul><ul><li>Intermediárias (AIVD): Englobam as ABVD e incluem tarefas essenciais para a manutenção da independência; </li></ul><ul><li>Avançadas (AAVD): Referem-se às funções necessárias para se viver sozinho, sendo específica para cada indivíduo. Elas incluem a manutenção das funções ocupacionais, recreacionais e prestação de serviços comunitários </li></ul><ul><li>Classificação do nivel funcional segundo as AVDs (Spirduso, 1995) </li></ul>
  11. 12. Classificação Do Nível Funcional Com Base Na Classificação Das AVDs Nível Classificação Características I Fisicamente Incapaz Não realiza nenhuma AVD e tem total dependência dos outros . FisicamenteDependente Realiza algumas ABVD:caminha pouco, banha-se, veste-se alimenta-se, transfere-se de um lugar para outro; necessita de cuidados de terceiros. II Fisicamente Frágil Faz tarefas domésticas leves: prepara comida; faz compras leves; pode realizar algumas AIVD e todas as ABVD, pode fazer atividades domésticas. III Fisicamente Independente É capaz de realizar todas as AIVD. Realiza trabalhos físicos leves;é capaz de cuidar da casa e ter &quot;hobbies&quot;e atividades que demandem baixo gasto de energia (caminhadas, jardinagem, dança social, viagens, dirigir automóveis). Está sujeito a passar para o nível II se houver alguma intercorrência na saúde, pois tem baixas reservas físicas. Nesta categoria estão incluídos idosos que vão desde os que mantém um estilo de vida que demanda muito pouco da condição física até aqueles muito ativos, mas sedentários. IV Fisicamente Ápto /Ativo Realiza trabalho físico moderado, esportes de resistência e jogos. Capaz de fazer todas as AAVD e a maioria dos hobbies. Tem aparência física mais jovem que seus pares da mesma faixa etária. V Atletas Realiza atividades competitivas, podendo competir em nível internacional e praticar esportes de alto risco.
  12. 13. NECESSIDADES DE CADA NIVEL FUNCIONAL <ul><li>As necessidades de cada nível funcional determinarão os tipos de testes a serem usados para cada idoso : </li></ul>Idosos Fisicamente Dependentes Eles necessitam melhorar as funções que permitam realizar as tarefas de auto-cuidado, como alimentar-se, banhar-se, vestir-se, usar o banheiro, transferir-se de um lugar para outro e caminhar. Tais atividades requerem força muscular de tronco, braços, pernas, quadris, mãos e dedos; flexibilidade de ombros, quadris, joelhos, punhos e tornozelos; e destreza de mãos. (Okuma Apud Matsudo-SD) Idosos Fisicamente Frágeis Necessitam melhorar as funções que permitam realizar as ABVD e as AIVD, tais como cozinhar, limpar a casa, fazer compras, sair de casa. Estas últimas requerem força muscular e flexibilidade pra melhorar o padrão da marcha, estabilizar ombros e melhorar a postura, que influenciarão no equilíbrio. (Okuma Apud Matsudo-SD)
  13. 14. <ul><li>Idosos Fisicamente Independentes Necessitam melhorar e manter as funções físicas que lhes permitem independência e previnem doenças, incapacidades ou lesões que possam levar ao nível de fragilidade. Isto requer força e resistência muscular, flexibilidade, endurance cardiovascular, equilíbrio, tempo de reação e de movimento, agilidade e coordenação. (Okuma Apud Matsudo-SD) Idosos Fisicamente Ativos/Aptos Necessitam manter em nível ótimo a aptidão física e funcional, ou seja, a força e resistência muscular, a flexibilidade, a endurance cardiovascular, o equilíbrio, o tempo de reação e de movimento, a agilidade e a coordenação.(Okuma Apud Matsudo-SD) Idosos Atletas Necessitam de treinamento que mantenha o nível de aptidão física e condições de performance máximas específicas das atividades competitivas ou recreativas.(Okuma Apud Matsudo-SD) </li></ul>
  14. 15. Tipos de testes em baterias de avaliação para o idoso( Spirduso,1995) TIPOS DE TESTE CATEGORIA Testes de aptidão física: VO² máx, força, flexibilidade, tempo de reação e de movimento;agilidade; equilíbrio; específicos da modalidade Atletas . Testes de aptidão física: VO² máx, força, flexibilidade, tempo de reação e de movimento;agilidade; equilíbrio Fisicamente Apto/Ativo Testes de aptidão física: VO² máx, força, flexibilidade, tempo de reação e de movimento;agilidade; equilíbrio. Testes de AAVD Fisicamente Independente Testes de ABVD e AIVD Fisicamente Frágil Testes de ABVD FisicamenteDependente
  15. 16. VARIÁVEIS DA AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSOS <ul><li>Testes que avaliam a capacidade funcional do idoso – medem o desempenho dos idosos para realizar as atividades do cotidiano ou AVDs. Indicados para os níveis funcionais I, II E III (ler matsudo p. 71) </li></ul><ul><li>PORQUE IDOSOS FISICAMENTE INDEPENDENTES? </li></ul><ul><li>Se considerarmos que a maioria dos idosos pertencentes a programas de educação física são fisicamente independentes e que a prática de atividade física é um elemento importante na compressão da morbidade, sendo capaz de modificar a condição de incapacidade para realização de AVD, a criação de uma bateria de testes de AVD destinada a indivíduos fisicamente ativos e independentes é de extrema importância. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>A maioria dos testes desenvolvidos para avaliação de AVD de idosos destina-se às duas primeiras categorias propostas por Spirduso (1995), os fisicamente dependentes e os fisicamente frágeis, que correspondem a apenas 25% da população idosa mundial. Rikli & Jones (1997) comentam que poucos instrumentos de pesquisa têm capacidade para classificar diferentes níveis de função de indivíduos independentes e detectar mudanças ao longo do tempo. </li></ul><ul><li>Dentre as baterias de testes encontradas, poucas são compostas de atividades mais complexas, destinadas a indivíduos independentes fisicamente: </li></ul><ul><li>Bateria de testes motores relacionados às AVD, cuja população alvo são os idosos fisicamente independentes, que constituem a maior parte das pessoas que se encontram nessa fase de vida.(Okuma e Andreotti,1999). </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Caminhar 800 metros </li></ul><ul><li>Sentar e levantar-se da cadeira e locomover-se </li></ul><ul><li>Subir degraus </li></ul><ul><li>Subir escadas </li></ul><ul><li>Levantar-se do chão </li></ul><ul><li>Habilidades manuais </li></ul><ul><li>Calçar meias </li></ul>
  18. 19. Teste “caminhar/correr 800 metros”. Objetivo: medir a capacidade do idoso locomover-se com eficiência para realizar atividades como ir ao mercado, fazer visitas a parentes e amigos, passear em parques. Materiais: cronômetro, fita métrica ou trena, cones, pista ou quadra (medindo, no mínimo, 50 metros de comprimento). Procedimentos: o avaliado deve caminhar e/ou correr uma distância de 800 metros no menor tempo possível. O percurso deve ser construído de forma oval ou retangular, e suas margens devem ser delimitadas por cones. O início e o final do percurso devem ser demarcados com linhas no chão. O avaliado deve colocar-se em pé, atrás da linha que demarca o início do percurso e, ao sinal “Atenção! Já!”, iniciar a caminhada e/ou corrida até completar a distância determinada. O desempenho é medido em tempo (minutos e segundos necessários para a realização do percurso). O cronômetro deve ser acionado ao sinal “Atenção! Já!” e, interrompido quando o avaliado ultrapassar com ambos os pés a distância determinada. Observações: certificar-se de que os indivíduos não ultrapassam as margens que delimitam o percurso; a superfície de realização do teste deve ser anti-derrapante, sem desníveis e bem iluminada.
  19. 20. Teste “sentar e levantar-se da cadeira e locomover-se pela casa”. Objetivo: avaliar a capacidade do idoso para sentar-se, levantar-se e locomover-se com agilidade e equilíbrio, em situações da vida como por exemplo, entrar e sair do carro, sentar e levantar em bancos de ônibus, levantar-se rapidamente para atender a campainha. Materiais: quadra ou sala ampla, cadeira (com braços) com acento possuindo 40 cm de altura em relação ao chão, fita métrica ou trena, dois cones, cronômetro e fita adesiva. Procedimentos: posicionar a cadeira no solo e, 10 cm a sua frente demarcar um “X” com fita adesiva (a cadeira tende a se mover durante o teste). A partir de tal demarcação, colocar dois cones diagonalmente a cadeira: a uma distância de 4 metros para trás e 3 metros para os lados direito e esquerdo da mesma. O indivíduo inicia o teste sentado na cadeira, com os pés fora do chão. Ao sinal “Atenção! Já!”, o sujeito se levanta, move-se para a direita, circula o cone, retorna para a cadeira, senta-se e retira ambos os pés do chão. Sem hesitar, levanta-se novamente, move-se para a esquerda, circula o cone e senta-se novamente, tirando ambos os pés do chão. Imediatamente, realiza um novo circuito (exatamente igual ao primeiro). Assim, o percurso consiste em contornar cada cone duas vezes, alternadamente para a direita, para a esquerda, para a direita e para a esquerda. Nos momentos em que o avaliado se levantar da cadeira, poderá utilizar-se de seus apoios.Iniciar o cronômetro no momento em que o indivíduo colocar os pés no chão, e pará-lo quando sentar-se pela quarta vez(sem o apoio dos pés). O avaliado deve ser instruído a realizar o percurso o mais rápido possível, e o tempo de realização do teste deve ser anotado em segundos.
  20. 21. Teste “subir degraus”. Objetivo: avaliar a capacidade do idoso subir e descer degraus, encontrados em ônibus, banheiras e obstáculos em geral. Materiais: quadra ou sala ampla, caixas (degraus) de madeira com encaixe, medindo 5 cm (dois degraus), 10 cm (trêsdegraus) e 15 cm ( um degrau) de altura. Procedimentos: partindo da posição em pé, o avaliado deve tentar subir a uma altura de 70 cm. O teste deve ser iniciado com uma altura mínima de 10 cm, a qual será progressivamente elevada de 5 em 5 cm. Colocando-se de frente para o degrau, o avaliado deve subi-lo e descê-lo, impulsionando-se com a perna de preferência, e apoiando ambos os pés sobre o degrau quando subir. São permitidas três tentativas em cada altura, caso o avaliado não consiga realizar o movimento corretamente. É considerada a última altura que o sujeito conseguiu subir e descer eficazmente. Observações: realizar o teste próximo a uma parede ou corrimão, para que caso perca o equilíbrio, o indivíduo apoie-se, evitando quedas; o avaliador deve posicionar-se lateralmente às caixas; o avaliado não pode saltar para descer do degrau.
  21. 22. Teste “subir escadas”. Objetivo: medir a capacidade do idoso subir escadas. Materiais: escada com corrimão, com lance de 15 degraus (15 cm de altura e 28 cm de largura); cronômetro. Procedimentos: partindo da posição em pé, ao pé da escada e, ao sinal “Atenção! Já!”, o avaliado deve subir o mais rápido possível uma escada com 15 degraus, podendo utilizar-se ou não de um corrimão. O sujeito deve realizar apenas uma tentativa, ocasião na qual será medido o tempo de subida. O cronômetro deve ser acionado no momento em que o idoso colocar o pé no primeiro degrau, e parado quando um dos pés alcançar o décimo quinto degrau. O avaliador deve posicionar-se no topo da escada. Observações: pode-se subir os degraus caminhando e/ou correndo; um ou mais degraus podem ser transpostos com uma passada.
  22. 23. Teste “levantar-se do solo”. Objetivo: medir a capacidade do idoso levantar-se do chão. Materiais: sala ampla ou quadra, colchonete com 5 cm de espessura, cronômetro. Procedimentos: posicionar o colchonete no chão e 40 cm a sua frente, demarcar uma linha de 60 cm de comprimento. Estando no colchonete, em decúbito dorsal, com braços ao longo do corpo e pernas estendidas, o avaliado deverá, no menor tempo possível, levantar-se, de forma a assumir a posição em pé, com membros inferiores unidos e braços estendidos ao longo do corpo, e posicionar-se na linha demarcada. Devem ser realizadas duas entativas, com intervalo de 60 segundos ou mais entre cada uma. Será computado o tempo necessário para efetuar cada tentativa, e considerado o menor tempo. O cronômetro deve ser acionado ao sinal “Atenção! Já!”, e parado quando o sujeito transpuser a linha que demarca os 40 cm. Observações: demarcar a posição do colchonete, pois tende a se deslocar durante o teste.
  23. 24. Teste “habilidades manuais”. Objetivo: medir a precisão com que o idoso realiza atividades de coordenação motora fina no cotidiano. Materiais: painel retangular (60 cm de comprimento e 15 cm de altura), com 5 cm de bordas inferior e laterais, contendo uma fechadura, uma tomada, um soquete para encaixar lâmpada e um disco de telefone, dispostos horizontalmente, com uma distância de 10 cm entre cada objeto, e possuindo uma base perpendicular medindo 10 cm de largura; cronômetro, chave, plug e lâmpada. Procedimentos: O painel deve ser pendurado em uma parede de superfície plana, a uma altura de 1,5 metros do solo (considerar a altura a partir da borda inferior do painel). Em pé, com os membros superiores ao longo do corpo, e posicionando-se ao centro do painel, ao sinal “Atenção! Já!”, o indivíduo deve realizar as seguintes tarefas: encaixar a chave na fechadura, encaixar o plug na tomada, desencaixar a lâmpada do soquete e discar o número 9 do telefone. Os objetos a serem encaixados no painel devem ficar na base do instrumento (localizada perpendicularmente a parede). O avaliado deve realizar duas tentativas seguidas, sendo o menor tempo de realização da tarefa considerado. O cronômetro deve ser parado quando o indivíduo terminar de discar o número 9 do telefone. Observações: o avaliado deve realizar o teste com a mão dominante; o uso de lentes corretivas para os olhos é permitido;durante o teste, o avaliador deve dar instruções verbais para a discagem dos números de telefone.
  24. 25. Teste “calçar meias”. Objetivo: medir a capacidade do idoso calçar meias. Materiais: cadeira sem braço, com acento possuindo 40 cm de altura em relação ao chão; meia de algodão. Procedimentos: sentado em uma cadeira, o avaliado deverá, no menor tempo possível, calçar uma meia. Com os joelhos flexionados, pés apoiados no chão, braços ao longo do corpo, e a meia colocada sobre uma das coxas, ao sinal “Atenção! Já!”, o avaliado deverá colocar a meia o mais rápido possível, no pé de preferência. O cronômetro deve ser acionado ao sinal “Atenção! Já!”, e parado quando o indivíduo assumir posição inicial, só que agora com os braços repousando sobre as coxas. Devem ser realizadas duas tentativas, com intervalo de 60 segundos ou mais entre cada uma, e considerado o menor tempo. Observações: o avaliado poderá utilizar-se de diferentes formas para calçar a meia, desde que não levante da cadeira;certificar-se de que a meia foi calçada por completo.
  25. 26. Escala de auto-percepção do desempenho em AVDs Andreotti e Okuma(1999) <ul><li>Objetivo – Avaliar a percepção da capacidade funcional de idosos, incluindo as ABVD e as AIVD(atividades instrumentais segundo Phillips e Haskel,1995) </li></ul><ul><li>40 itens – 1 ao 15 = ABVD / 16 ao 40 = AIVD </li></ul><ul><li>Classificação- (A) = não consigo realizar esta tarefa </li></ul><ul><li>(B) = realizo somente com a ajuda de outra </li></ul><ul><li>pessoa </li></ul><ul><li>(C) = realizo sozinho mas com muita </li></ul><ul><li>dificuldade </li></ul><ul><li>(D) = realizo sozinho com um pouco de </li></ul><ul><li>dificuldade </li></ul><ul><li>(E) = realizo sozinho com facilidade </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Resultado – soma dos pontos feitos de 1 a 40, sendo A=0 B=1, C=2, D=3, E=4 – A pontuação poderá variar de 0 a 160 </li></ul><ul><li>Tabela de classificação: </li></ul><ul><li>MODELO DA ESCALA DE AUTO-PERCEPÇÃO DESEMPENHO AVD </li></ul><ul><li>Andreotti e Okuma (1999) </li></ul>MUITO BOA 131 A 160 BOA 98 A 130 MÉDIA 65 A 97 RUIM 32 A 64 MUITO RUIM 0 A 31 CAPACIDADE FUNCIONAL PONTUAÇÃO
  27. 28. CLASSIFICAÇÃO AVD 20.FAZER A CAMA 19.SEGURAR UM OBJETO DE 5KG POR 5 MIN 18.PEGAR UM OBJETO DO CHÃO 17.LEVANTAR DO CHÃO 16.DEITAR NO CHÃO 15.LEVANTAR DA CAMA 14.LEVANTAR DE UMA CADEIRA SEM BRAÇOS 13.SENTAR EM UMA CADEIRA SEM BRAÇOS 12. DEITAR NA CAMA 11.CALÇAR SAPATO DE AMARRAR 10.CALÇAR MEIAS 9.ABOTOAR BLUSAS, CASACOS ETC 8.VESTIR BLUSA SEM BOTÕES 7.VESTIR CALÇA COMPRIDA 6.CORTAR AS UNHAS DOS PÉS 5.CORTAR AS UNHAS DAS MÃOS 4.PENTEAR O CABELO 3.TOMAR BANHO (LAVAR AS COSTAS) 2.TOMAR BANHO(LAVAR OS PÉS) 1.ALIMENTAR-SE 39.DESCER+40 DEG 40.FICAR EM PÉ 30 MIN 38.SUBIR +40DEGR 37.DES ESCADA 15-20 DEG 36.SUB ESCADA 15-20 DEG 35.ANDAR 10-12 QUARTEI 34.ANDAR DEPRESSA 33.ANDAR EM SUBIDAS 32.ANDAR 2-3 QUARTEI 31.TRAB. MANUAIS 30.TRA. ARESANAIS 29.SAIR DO CARRO 28.ENTRAR NO CARRO 27.DESCER DEGR DE ON 26.SUBIR DEGRAUS DE ONIBUS 25.COZINHAR 24.DESCASCAR/CORTAR 23.FAZER FAXINA NA CASA 22.LIMPAR OS MÓVEIS DA CASA 21.VARRER A CASA CLASSIFICAÇÃO AVD
  28. 29. OUTRO TESTE DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL – CELAFISCS (Matsudo, 2005) a)Velocidade para levantar de uma posição sentada b)Velocidade de levantar de uma posição deitada c)Velocidade para calçar e amarrar o tênis d)Teste para subir escadas
  29. 30. OUTRAS ESCALAS DE AUTO-AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL Spirduso(1995) – 18 itens Rikli e Jones (1999) – 12 itens (modelo) FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL ( Rikli e Jones, 1999) Por favor, indique sua habilidade para fazer cada uma das atividades que estão na lista abaixo. Sua resposta deve indicar se o(a) Sr(a). PODE fazer estas atividades e não se o(a) Sr(a). Faz estas atividades atualmente. Faça um X na coluna de acordo com o número escolhido. ( ) 1- FAÇO ( ) 2- FAÇO COM ALGUMA DIFICULDADE OU COM AJUDA ( ) 3- NÃO POSSO FAZER
  30. 31.     Classificação AVANÇADO:12 itens sem dificuldade MODERADO: 7 a 11 itens sem dificuldade BAIXO : 6 sem dificuldade ou inabil para realizar 3 ou mais AIVDs 12. Fazer atividades vigorosas como andar grandes distancias, cavucar o jardim mover objetos pesados 11. Fazer atividades domésticas pesadas como aspirar, esfregar pisos, passar o rastelo 10. Levantar e carregar 13 Kg de peso (como uma mala média grande) 9. Caminhar 12 –14 quarteirões 8. Caminhar 6-7 quarteirões 7. Levantar e carregar 5Kg (como por exemplo um pacote de arroz) 6. Fazer compras no supermercado ou no centro 5. Subir ou descer escadas   4. Fazer atividades domésticas leves como cozinhar, tirar o pó, lavar pratos,varrer ou andar de um lado para o outro na casa 3.Caminhar fora de casa (1 a 2 quarteirões)   2.Tomar banho, usar o banheiro 1.Tomar conta das suas necessidades pessoais como vestir-se 3 2 1 ATIVIDADES
  31. 32. VARIÁVEIS DA AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FISICA - PREDITORES DOS FATORES DE RISCO E CAPACIDADE FÍSICA E FUNCIONAL A avaliação dos componentes antropométricos, metabólicos e neuromusculares da aptidão física é fundamental na determinação dos efeitos do envelhecimento no desempenho físico e na avaliação dos programas de atividade física, exercício e treinamento. Indicada aos níveis funcionais III, IV e V
  32. 33. Como ponto de partida o interessante é fazer uma Anamnese (questionário), onde constarão perguntas simples, mas de fundamental importância. Segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM, 2000) alguns aspectos são importantes para constar em uma anamnese: • Diagnósticos clínicos; • Exames físicos e clínicos anteriores; • Histórico de sintomas; • Enfermidades recentes; • Problemas ortopédicos; • Uso de medicamentos • Alergias • Outros hábitos (atividade física, profissão, dieta, consumo de álcool, fumo...) • Histórico Familiar.
  33. 34.   Um exemplo de questionário muito utilizado é o Par-Q = Prontidão para atividade física. (Physical Activity Readiness Questionnaire). Tem sido recomendado para a entrada em programas de exercício de intensidade branda e moderada, para pessoas entre 15 a 69 anos.   QUESTIONÁRIO Par-Q Foi desenvolvido pela Sociedade Canadense de Fisiologia do Exercício (revisado em 1994). O questionário consta de 7 perguntas de respostas simples e diretas, se o aluno responder sim a uma (01) ou mais questões, ele deve ser encaminhado a uma avaliação médica antes de iniciar qualquer atividade física. O Par-Q, “ SOMENTE ” deverá ser utilizado por inteiro, não deverá ter qualquer das perguntas excluídas.
  34. 35. Par-Q 1- Seu médico já mencionou alguma vez que você tem uma condição cardíaca e que você só deve realizar atividade física recomendada por um médico? ( ) Sim ( ) Não 2- Você sente dor no tórax quando realiza atividade física? ( ) Sim ( ) Não 3- No mês passado, você teve dor torácica quando não estava realizando atividade física? ( ) Sim ( ) Não 4- Você perdeu o equilíbrio por causa de tontura ou alguma vez perdeu a consciência? ( ) Sim ( ) Não 5- Você tem algum problema ósseo ou de articulação que poderia piorar em conseqüência de uma alteração em sua atividade física? ( ) Sim ( ) Não 6- Seu médico está prescrevendo medicamentos para sua pressão ou condição cardíaca? ( ) Sim ( ) Não 7- Você conhece alguma outra razão que o impeça de realizar atividade física? ( ) Sim ( ) Não  
  35. 37. Aspectos importantes em uma anamnese segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM, 2003). • Histórico Familiar de doenças e de sintomas; • Exames físicos e clínicos anteriores; • Enfermidades recentes, problemas ortopédicos; • Uso de medicamentos; • Alergias. Outros hábitos (atividade física, profissão, dieta, consumo de álcool, fumo...) Anamnese
  36. 38. Avaliação Antropométrica e Postural • Componente de gordura; • Componente de massa magra; • Desvios posturais; • Encurtamento de membros; • Limitações articulares; • A princípio, sem contra-indicações. Alguns valores/medidas médios de fatores considerados de risco, em mulheres SCSUL (Matsudo, 2004)
  37. 39. 23,5 23,6 18,1 18,3 S.ILI.21,7 18,0 18,0 S.ESC22,6 TR. 26,3 DOBRAS 66,4 67,2 72,1 PESO 70-79 60-69 50-59 VARIAVEL/IDADE Maior 0,88 Maior 0,90 0,82-0,88 0,84-0,90 50-59 60-69 MULHER Maior 1,02 Maior 1,03 0,97-1,02 0,99-1,03 50-59 60-69 HOMEM RISCO MUITO ALTO RISCO ALTO IDADE VALORES DE RISCO PARA RELAÇÃO CINTURA QUADRIL ACIMA DE 50 ANOS
  38. 40. PARA TESTE ERGOMÉTRICO – UMA INDICAÇÃO
  39. 41.   Protocolo em cicloergômetro de Astrand-Ryhming Entre as técnicas de testes submáximos é que tem apresentado maior aceitação. É um teste de fase única que dura 6 minutos. A taxa de trabalho sugerida é selecionada de acordo com o sexo e estado individual de atividade do testado _ A freqüência de pedalada é ajustada em 50 rpm. _ A freqüência cardíaca é medida no quinto e sexto minuto de trabalho. A média das duas freqüências cardíacas é então usada para estimar o consumo máximo de O2 a partir de um Nomograma. _ O valor encontrado deve então ser corrigido para diferentes idades ,principalmente após os 35 anos, usando fatores de correção, conforme tabela. -Multiplica-se o Vo2 max encontrado pelo fator de correção  
  40. 42. Idade Fator de Correção 35-38 0,87 39 0,86 40-42 0,83 43 0,82 44 0,81 45-48 0,78 49 0,77 50-51 0,75 52 0,74 53 0,73 54 0,72 55 0,71 56 0,70 57-58 0,69 59-60 0,68 61 0,66 62-65 0,65 Para populações que não encontram-se relacionadas na tabela o fator de correção pode ser calculado da seguinte forma:   Fator de correção (F) = - 0,009 x idade + 1,212 Vo2 max= vo2 max encontrado x F  
  41. 43. TABELA DE REFERÊNCIA DE VO2máx.  
  42. 44. Teste de força de 1RM (carga máxima) é considerado agressivo, limitante e estressante.Pode ser feito teste sub-máximo como preditor de 1Rm (carga máxima), definindo o valor da carga máxima em função do numero de repetições. O supino reto e o leg press são os principais preditores da força muscular nos membros superiores e inferiores respectivamente .
  43. 45. <ul><li>É preciso ter conhecimento das regiões que sofrem com o processo de envelhecimento </li></ul><ul><li>Diante de limitações do movimento por dor ou baixo nível de capacidade, pode-se avaliar no idoso somente a flexibilidade ativa. </li></ul><ul><li>Observa-se uma diminuição da Amplitude de Movimento com o avanço da idade. O idoso poderá perder até a habilidade de caminhar sem assistência, contribuindo ainda, com a alta incidência de quedas, lesões e mortalidade na idade avançada. </li></ul>
  44. 47. Apoiados em revisão da literatura, o &quot;American College of Sports Medicine&quot; e os &quot;Centers for Disease Control and Prevention&quot; dos Estados Unidos da América do Norte, divulgaram novas recomendações sobre atividade física para populações (Pate et al, 1995). Está explicitado no texto desse documento que a antiga recomendação de 20 à 60 minutos de atividade contínua, com freqüência cardíaca entre 60 e 90% da FCM, três ou mais dias por semana, embora necessária para levar à uma melhor capacidade aeróbia, não é necessária para estimular a saúde das pessoas. Os efeitos salutares são da mesma ordem de grandeza mesmo quando a atividade física é interrompida, e sem a manutenção de uma freqüência cardíaca alvo. Isto se aplica diretamente aos exercícios com pesos, ao trabalho braçal, e muitas atividades do cotidiano e de lazer. O parâmetro de atividade física que se identificou como o mais relacionado com os efeitos salutares foi o gasto calórico. As novas recomendações preconizam um mínimo de atividade diária equivalente à 200 Kcal., independentemente do tipo de metabolismo energético e outros fatores. O texto também reconhece a importância do desenvolvimento da força e da flexibilidade para a qualidade de vida, principalmente no caso de pessoas idosas Dr. José Maria Santarem Sobrinho
  45. 48. Projeto de AvaliaÇÃo, IntervenÇÃo e PromoÇÃo da Atividade FÍsica na Terceira Idade Projeto Longitudinal de Aptidão Física e Envelhecimento de São Caetano do Sul As avaliações são realizadas em intervalos de aproximadamente seis meses em Abril/Maio e Outubro/Novembro . O grupo de variáveis mensuradas e índices inclui: A. Aptidão Física: a .Antropométricas : Peso, Estatura total, Índice de massa corporal, Adiposidade corporal, Circunferências de braço e perna , Circunferências de cintura e quadril e Relação cintura/quadril. b. Neuromotoras : Força muscular dos membros superiores, Força muscular dos membros inferiores , Flexibilidade do tronco , Agilidade Equilíbrio
  46. 49. C.Nível de Atividade Física: o nível de atividade física tem sido mensurado mediante a aplicação de questionários , a monitorização da freqüência cardíaca e mais recentemente pelos sensores de movimentos computadorizados CSA que têm sido usados durante as aulas de exercício e durante as caminhadas usadas como meio de transporte para as aulas. B.Capacidade Funcional: Velocidade normal de andar, Velocidade máxima de andar , Velocidade de levantar da cadeira e Atividades da vida diária                        
  47. 50. D. Ingestão Alimentar: é avaliado com a utilização do recordatório alimentar de quatro dias (dois dias de semana e dois do final de semana) que posteriormente é analisado por nutricionistas especializadas para a determinação do consumo de macronutrientes, micronutrientes e minerais. E. Variáveis Psicológicas: auto-imagem, perfil de estados de humor, depressão. F. Densidade Óssea, Morfometria e Exames Bioquímicos: em convenio com a Escola Paulista de Medicina desde 2003 o Projeto vem incluindo a avaliação da densidade óssea, da morfometria da coluna vertebral e exames laboratoriais como a medida de glicemia, colesterol, hormônios tireóideos, cálcio, e marcadores ósseos entre outros.
  48. 51. REFLETINDO O TEMA...IDOSOS...MUITO MAIS QUE VALORES ...VIDAS REFLETIDAS NA QUALIDADE... A avaliação do idoso vai além de uma simples coleta de dados, aplicação de testes e de um questionário bem estruturado. Essas informações devem estar fundamentadas em uma realidade cultural/social. Os dados quantitativos realmente representam uma determinada realidade, se os mesmos estiverem pautados em dados qualitativos de uma entrevista, filmagem, depoimentos e/ou registros de observações feitas pelo pesquisador.

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