O trabalho com a criança de    seis anos no ensino        fundamental   Profa. Ms. Carla Sotero    Elaboração: Profa.Ms.Ca...
Este material configura-se num aporte teórico ilustrativo para palestras e cursos  de formação continuada de professores. ...
“A criança é feita de cem.A criança tem cem mãoscem pensamentoscem modos de pensarde jogar e de falar.Cem sempre cemmodos ...
Dizem-lhe:de pensar sem as mãosde fazer sem a cabeçade escutar e de não falarde compreender sem alegriasde amar e maravilh...
Dizem-lhe:de descobrir o mundo que já existee de cemroubam-lhe noventa e nove.Dizem-lhe:que o jogo e o trabalhoa realidade...
Dizem-lhe:que as cem não existem.A criança diz:ao contrário, as cem existem”         (Loris Malaguzzi)     Elaboração: Pro...
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A criança de seis anos                           (caracterização)- Aprende que existe hora apropriada para cada coisa (fre...
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CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA Estas concepções nos levam a reconhecer a criança como um sujeito, que constrói a partirde suas inte...
CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAA criança é um ator social, que sente sua ação e se constrói através dela.     No momento em que a cr...
CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAO desenvolvimento da autonomia,processo em que a criança possatornar-se apta a tomar decisõespor si m...
CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA  Em nível intelectual, quanto mais a  criança estiver motivada a pensar     autonomamente e sempre c...
CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA  O desenvolvimento do sujeito humano se   dá a partir das interações com o meio    social em que viv...
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PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DOCONHECIMENTO NA INFÂNCIA3. O sujeito passa por trêsmomentos: síncrese, análise esíntese, na const...
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“Ao propor ações, sejam elas sensório-  motoras, simbólicas ou sustentadas pela   presença de um sistema de regras, obrinq...
O DESENVOLVIMENTO INFANTIL    Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
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O crescimento termina emdeterminada idade quandoesta alcança sua maturidadebiológica, enquanto quedesenvolvimento é umproc...
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É oportuno lembrar que: - se a criança não está apta a executaruma determinada atividade, não poderáaprendê-la, pois não d...
O desenvolvimento abrange  processos fisiológicos, psicológicos e ambientaiscontínuos e ordenados, ouseja, segue determina...
Tanto o crescimento como     o desenvolvimento  produzem mudanças nos    componentes físico,mental, emocional e social    ...
As mudanças ocorrem segundo uma    ordem invariante. Por exemplo:antes de falar a primeira palavra, a  criança balbucia. A...
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O currículo prioriza a linguagem em diferentes perspectivas, o raciocínio lógico-matemático, a sociabilidade e     o movim...
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É INTERESSANTE UMA  PERIODICIDADE COMO: final de cada  trimestre os responsáveis pelas crianças recebem um relatório onde ...
Observação, Registro e Avaliação             FormativaConsidera-se que áreas como identidade    e autonomia não se avalia ...
Observação, Registro e Avaliação             Formativa Antes de avaliar a criança deve-se fazer uma reflexão criteriosa so...
Observação, Registro e AvaliaçãoFormativaA observação que o educador faz, bemcomo seus registros pessoais torna-seentão, m...
Observação, Registro e Avaliação Formativa    O parâmetro para a avaliação dessa criança deve ser ela própria, observandos...
A escola deve propor uma       avaliação como    acompanhamento doprocesso de desenvolvimento   da criança e do trabalho  ...
Observar a criança apartir do conhecimentode suas etapasevolutivas e do respeitoa ela;     Elaboração: Profa.Ms.Carla Sote...
•  Oportunizar às   crianças novosdesafios com base na  observação e na  reflexão teórica;     Elaboração: Profa.Ms.Carla ...
•  Incentivar a autoavaliaçãoa partir de regras combinadas  no coletivo, favorecendo a    superação gradual do   egocentri...
• Manter diálogo freqüente e sistemáticoentre os adultos que lidamcom a criança e os pais ou  responsável, revendo     con...
A avaliação será  completada porrelatórios da turma, que serão enviados aos pais ao final de   cada semestre.   Elaboração...
A avaliação deve ser considerada como processo        sistemático de     acompanhamento da evolução cognitiva, social e af...
A avaliação da criança e doprocesso pedagógico é feita diariamente e em ocasiões específicas que o professorjulgar necessá...
Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil no                   Sistema Estadual de Ensino do Ri...
Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.2 -...
Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
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Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
O lúdico lida com o afeto, o prazer e ainteração. Deve ser proposto por atividadesque respeitem esses balizadores, para qu...
Assim, o lúdico, por lidar com asemoções, as experiências deliberdade e criatividade que acriança precisa, expressa também...
Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
O lúdico deve ser entendido como um  significado que implica em ações especiais   na educação infantil, que leve a criança...
A capacidade de representar o mundocomeça quando a criança inicia seuprocesso de imaginar, que é o seumodo de expressar-se...
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  1. 1. O trabalho com a criança de seis anos no ensino fundamental Profa. Ms. Carla Sotero Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  2. 2. Este material configura-se num aporte teórico ilustrativo para palestras e cursos de formação continuada de professores. Representa a compilação de idéias de umcoletivo de autores que abordam a temáticada criança em suas mais variadas etapas dedesenvolvimento e aprendizagem.Os autoresestão indicados ao final do material. Para o pleno trabalho com a criança, sugiro o aprofundamento constante do referencial teórico, sinalizando que o estudo sempre é bem-vindo para uma prática pedagógica de qualidade. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  3. 3. “A criança é feita de cem.A criança tem cem mãoscem pensamentoscem modos de pensarde jogar e de falar.Cem sempre cemmodos de escutaras maravilhas de amar.cem alegriaspara cantar e compreender.cem mundos para descobrir.cem mundospara inventar.cem mundos para sonhar. A criança temcem linguagens(e depois cem cem cem)mas roubaram-lhe noventa e nove.a escola e a culturalhe separaram a cabeça do corpo. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  4. 4. Dizem-lhe:de pensar sem as mãosde fazer sem a cabeçade escutar e de não falarde compreender sem alegriasde amar e maravilhar-sesó na Páscoa e no Natal. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  5. 5. Dizem-lhe:de descobrir o mundo que já existee de cemroubam-lhe noventa e nove.Dizem-lhe:que o jogo e o trabalhoa realidade e a fantasiaa ciência e a imaginaçãoo céu e a terraa razão e o sonhosão coisasque não estão juntas. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  6. 6. Dizem-lhe:que as cem não existem.A criança diz:ao contrário, as cem existem” (Loris Malaguzzi) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  7. 7. A criança de seis anos (caracterização)- A sua visão binocular torna-senormal, quando antes não possuíacondições de focalizar a vista paralonge e perto rapidamente.- Apresenta maior desenvolvimentomotor e acuidade auditiva. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  8. 8. A criança de seis anos (caracterização)- Tem melhor coordenação dos músculos menores(coordenação motora fina).- Mostra uma grande habilidade para pintar,desenhar e modelar. Seus trabalhos são realizadoscom maior observação e cuidado.- Está sempre pronta a adquirir novasexperiências, tem muita criatividade: cava, sobe,desce, luta e constrói constantemente. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  9. 9. A criança de seis anos (caracterização)- Meninas e meninos brincam juntos, mas jácomeçam a ter interesses diferentes: os meninosgostam de brincadeiras incisivas (força), brincarcom água,terra, jogar futebol e lutar. Meninaspreferem brincar com bonecas, pular sapata,brincar de roda.- Apresenta grande energia, quase não sentecansaço.- Gosta de brinquedos mecânicos e de armar(retorno do lego). Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  10. 10. A criança de seis anos (caracterização)- Apresentam preocupação com cuidadospessoais: meninos e meninas ficam muito tempopenteando-se, gostam de perfume, gel e etc.- Mostra muita habilidade para compreender eutilizar a linguagem: usa palavras novas,mesmo as que não compreende bem.- Algumas têm padrão de freio inibitório eminício de concretização, ou seja, são capazesde ouvir com atenção e de esperar sua vez defalar. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  11. 11. A criança de seis anos (caracterização)- Em algumas atividades de oralidade apresentaboa capacidade de argumentação.- Apresenta bom relato de experiências e gostade contar histórias.- Tem concentração mais longa em atividadeslivres.- Pode desenhar relacionando diversos objetosem cena única e critica seus trabalhos, às vezesinutilizando-os. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  12. 12. A criança de seis anos (caracterização)- Já sabe diferenciar o real da fantasia.- Fenômenos da natureza chamam a sua atençãobem como objetos, notícias atuais (eventos daindústria cultural).- Começa a conhecer o valor do dinheiro.- Mostra interesse em saber os dias da semana,tem noção do que significa ontem, hoje eamanhã, mas ainda se atrapalha com períodosmaiores de tempo. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  13. 13. A criança de seis anos (caracterização)- Nas situações de rotinas, é capaz de transmitirrecados.- Organiza-se em grupos, estipulando regras.- A constituição dos grupos é cada vez maior(aproximadamente sete colegas).- Nesta fase, os conflitos são raros; já usatáticas verbais como: “é a minha vez”, “eu viprimeiro”. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  14. 14. A criança de seis anos (caracterização)- Mesmo autônoma, precisa de aceitação eda aprovação constante do grupo.- Tem muito senso de humor, mas jáapresenta criticidade.- Seu comportamento em relação a criançasmenores é de superioridade.- Mostra a curiosidade sobre sexo:casamento, gravidez e nascimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  15. 15. A criança de seis anos (caracterização)- Aprende que existe hora apropriada para cada coisa (freioinibitório em desenvolvimento).- Quando reprovada pelo adulto fica triste, mas já podecompreender quando seu comportamento é prejudicial ou inadequado.- Apresenta grande noção de seus direitos; mostra ressentimentocom injustiças.- Algumas apresentam um padrão de amadurecimento completo paraa concretização da aprendizagem da leitura e da escrita.- Na maior parte das vezes, é capaz de seguir ordens maiscomplexas, as que incluem a memorização de detalhes em seqüência. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  16. 16. Mas por favor, vácom calma, ela ainda é apenas uma CRIANÇA Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  17. 17. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA A concepção de infância,de sua evolução e de suasbases epistemológicas está respaldada em diferentes áreas do conhecimento: Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  18. 18. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAPsicologia, Antropologia, Sociologia, Filosofia, Pedagogia,Estudos Culturais, etc. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  19. 19. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAReferenciais norteadores: Correntes psicogenética, interacionista e sócio-histórica Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  20. 20. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAContribuição dos teóricos: Piaget, Vygotsky e Wallon Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  21. 21. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAAutores contemporâneos: Constance Kamii, Emília Ferreiro, Coles, Miguel Zabalza, Paulo Freire,Edgard Morin e Maturana Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  22. 22. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA Estas concepções nos levam a reconhecer a criança como um sujeito, que constrói a partirde suas interações com o meiofísico e social. Levam a criança ao pleno desenvolvimento em nível cognitivo e psicológico. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  23. 23. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAA criança é um ator social, que sente sua ação e se constrói através dela. No momento em que a criança executa a ação manipulativa, realizando experiências concretas com objetos, a mesma passa a serinternalizada e acontece um processo de apropriação, transformando-se assim, em ação mental. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  24. 24. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIAO desenvolvimento da autonomia,processo em que a criança possatornar-se apta a tomar decisõespor si mesma, significa levar em consideração os fatores relevantes para decidir agir da melhor forma para todos. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  25. 25. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA Em nível intelectual, quanto mais a criança estiver motivada a pensar autonomamente e sempre com atividades de enfoque lúdico, tornando-se ativa e auto-confiante, mais constrói conhecimentos. Neste sentido, a educação expande paraqualidades pessoais, quando a criança aprende a aprender, aprende apensar, aprende a buscar e inventar. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  26. 26. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA O desenvolvimento do sujeito humano se dá a partir das interações com o meio social em que vive, já que as formaspsicológicas mais sofisticadas emergem davida social. É o aprendizado que possibilita e movimenta o processo de desenvolvimento, pois ele pressupõe uma natureza social específica e um processo através do qual as crianças penetram na vida intelectual daqueles que a cercam (Vygotsky) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  27. 27. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DOCONHECIMENTO NA INFÂNCIA1. O sujeito precisa sentirnecessidade, “querer”conhecer; ter estrutura deassimilação e estabelecerrelações. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  28. 28. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DOCONHECIMENTO NA INFÂNCIA2. O conhecimento não se dá deuma vez (não é linear), constrói-se em rede, através dasmúltiplas relações; éestabelecido no sujeito por suaação sobre o objeto, a qual podeser motora, perceptiva oureflexiva. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  29. 29. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DOCONHECIMENTO NA INFÂNCIA3. O sujeito passa por trêsmomentos: síncrese, análise esíntese, na construção doconhecimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  30. 30. PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DOCONHECIMENTO NA INFÂNCIA4. Diante de situaçõesproblematizadoras, o sujeitoelabora hipóteses explicativas,busca conhecer o significado. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  31. 31. ELEMENTOS NORTEADORES DAS DINÂMICAS CONHECIMENTO DO MUNDO“Mundo, mundo, vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo seria uma rima, não seria solução. Mundo, mundo, vasto mundo, mais vasto é meu coração.” (Carlos Drummond de Andrade) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  32. 32. ELEMENTOS NORTEADORES DAS DINÂMICASFORMAÇÃO SOCIAL E PESSOAL “ ...a criação de uma situação imaginária não é algo fortuito na vida da criança, pelo contrário, é a primeira manifestação deemancipação da criança em relação às restrições situacionais.” (Vygotsky) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  33. 33. ELEMENTOS NORTEADORES DAS DINÂMICAS BRINCAR “É no brincar, e somente nobrincar, que o indivíduo, criança ouadulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self) (Winnicott) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  34. 34. “Ao propor ações, sejam elas sensório- motoras, simbólicas ou sustentadas pela presença de um sistema de regras, obrinquedo estimula condutas mais ou menos abertas, estrutura comportamentos eaparece, portanto, como exercendo, nesse nível, uma função de socialização que permite a inscrição de comportamentos socialmente significativos na própria ação da criança. Existe, então, a possibilidade de transmissão de esquemas sociais por intermédio do objeto.” (Brougère) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  35. 35. O DESENVOLVIMENTO INFANTIL Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  36. 36. Desenvolvimento -> refereàs mudanças qualitativas,tais como: aquisição e oaperfeiçoamento decapacidades e funções, quepermitem à criança realizarcoisas novas,progressivamente maiscomplexas, com umahabilidade cada vez maior. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  37. 37. Crescimento -> refere aoaspecto quantitativo dasproporções do organismo,ou seja, trata-se dasmudanças das dimensõescorpóreas como peso,altura, perímetrocefálico, etc. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  38. 38. O crescimento termina emdeterminada idade quandoesta alcança sua maturidadebiológica, enquanto quedesenvolvimento é umprocesso que acompanha ohomem através de toda asua existência. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  39. 39. •Apesar das diferençasindividuais de cada criança,há evidências de que noprocesso maturacional, aseqüência dos estágiosevolutivos e a direção dodesenvolvimento são comunsa todos os seres humanosem todos os lugares e emtodos os tempos de suahistória . (Maslow,1988) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  40. 40. Embora todas as crianças progridam comcertos padrões, na idade em que cadauma se torna capaz de executaratividades novas e a maneira como asexecuta, varia de uma para outra. Porexemplo: uma criança pode desenvolver-se de uma forma lenta, rápida, regularou irregular em vários aspectos de suavida. E esta é uma das várias razõespara se afirmar que uma criança nãodeve ser comparada com outra, pois cadauma segue um estilo próprio e um ritmopeculiar de desenvolvimento. de autores. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo
  41. 41. Durante toda a sua vida, o ser humano tem que ajustar-se às mudanças causadas pelas transformações do seu própriocorpo e pelos fatores do meio em que vive, e isto depende de dois aspectos básicos:MATURAÇÃO E APRENDIZAGEM Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  42. 42. Maturação -> é o processo atravésdo qual ocorre a mudança e ocrescimento progressivo, nas áreasfísica e psicológica do organismoinfantil. Subjacentes a taismudanças, existem fatoresintrínsecos transmitidos porhereditariedade, que constituemparte do equipamento congênito dorécem-nascido. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  43. 43. Aprendizagem -> é a mudançasistemática do comportamentoou da conduta, que se realizaatravés da experiência e darepetição e depende de fatoresinternos e externos, ou seja, decondições neuropsicológicas eambientais. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  44. 44. É oportuno lembrar que: - se a criança não está apta a executaruma determinada atividade, não poderáaprendê-la, pois não disporá de condiçõespara a sua realização; - toda aprendizagem depende da maturação(condições orgânicos e psicólogicas) e dascondições ambientais (cultura, classe social,etc) (Vygotsky); e - é através da aprendizagem que o homemdesenvolve os comportamentos que opossibilita viver e atualmente, estudiososafirmam que este processo se inicia mesmoantes do nascimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  45. 45. O desenvolvimento abrange processos fisiológicos, psicológicos e ambientaiscontínuos e ordenados, ouseja, segue determinados padrões gerais. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  46. 46. Tanto o crescimento como o desenvolvimento produzem mudanças nos componentes físico,mental, emocional e social do indivíduo,independentemente de sua vontade. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  47. 47. As mudanças ocorrem segundo uma ordem invariante. Por exemplo:antes de falar a primeira palavra, a criança balbucia. Antes de formar uma sentença completa com sujeito, predicado e complemento, ela usa frases monossílabas. O mesmo acontece com a marcha. Antes deandar , a criança senta e engatinha. Essa seqüência segue um padrão deevolução e da mesma forma aconteceem outras áreas do desenvolvimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  48. 48. AVALIAÇÃO INFANTIL A avaliação na etapa infantil tem ainda a finalidade desenvolver no aluno todos ospré-requisitos necessários para o início da aprendizagem sistemática. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  49. 49. AVALIAÇÃO INFANTIL tem por finalidade verificar a adequação dodesenvolvimento do aluno face aos objetivos propostos,levando-se em consideração as características da faixa etária. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  50. 50. se dá de forma contínua, sendo considerados os principais aspectos que envolvem o desenvolvimento da criança:cognitivo, afetivo e psicomotor. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  51. 51. O currículo prioriza a linguagem em diferentes perspectivas, o raciocínio lógico-matemático, a sociabilidade e o movimento, que tornam-se referência para a avaliação sistemática das crianças, no quetange à construção de competências e habilidades. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  52. 52. AVALIAÇÃO INFANTIL A partir de instrumentos pré- definidos, destacando-se aobservação, é possível analisar e acompanhar o processo de construção do conhecimento de cada criança e redirecionar otrabalho desenvolvido, conforme as necessidades e dificuldades encontradas. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  53. 53. É INTERESSANTE UMA PERIODICIDADE COMO: final de cada trimestre os responsáveis pelas crianças recebem um relatório onde está descrito o processo vivenciado pelas crianças e o estágio em que se encontra em relação a suas aprendizagens. Os professores, acoordenação e o setor de psicologia fazemobservações dos alunos, orientando os pais no que se faz necessário. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  54. 54. Observação, Registro e Avaliação FormativaConsidera-se que áreas como identidade e autonomia não se avalia e sim, oferece-se situações de vivências emque a criança se depara com contextosem que é necessário lançar mão de suacapacidade emocional, ou então, contar com o auxílio amoroso e consciente do educador que está a acompanhando. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  55. 55. Observação, Registro e Avaliação Formativa Antes de avaliar a criança deve-se fazer uma reflexão criteriosa sobreas condições que são colocadas diantedela, e acima de tudo, da postura do educador frente a situações de conflito em que sua maturidade e equilíbrio emocional devem estar presentes. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  56. 56. Observação, Registro e AvaliaçãoFormativaA observação que o educador faz, bemcomo seus registros pessoais torna-seentão, muito mais um instrumento deresgate de algumas situações, com oobjetivo de reestruturá-las e/ou modificaro seu próprio comportamento diante delas,do que um instrumento de avaliação dacriança propriamente dita. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  57. 57. Observação, Registro e Avaliação Formativa O parâmetro para a avaliação dessa criança deve ser ela própria, observandoseu comportamento diante do grupo, com os materiais e objetos que utiliza, bem como, sua atitude diante de situações de conflito em que sua estrutura emocional seja exigida. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  58. 58. A escola deve propor uma avaliação como acompanhamento doprocesso de desenvolvimento da criança e do trabalho escolar, fundamentada na concepção construtivista de educação para o desenvolvimento infantil: Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  59. 59. Observar a criança apartir do conhecimentode suas etapasevolutivas e do respeitoa ela; Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  60. 60. • Oportunizar às crianças novosdesafios com base na observação e na reflexão teórica; Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  61. 61. • Incentivar a autoavaliaçãoa partir de regras combinadas no coletivo, favorecendo a superação gradual do egocentrismo infantil, a socialização e a autonomia progressiva; Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  62. 62. • Manter diálogo freqüente e sistemáticoentre os adultos que lidamcom a criança e os pais ou responsável, revendo continuamente a adequação da prática pedagógica da escola. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  63. 63. A avaliação será completada porrelatórios da turma, que serão enviados aos pais ao final de cada semestre. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  64. 64. A avaliação deve ser considerada como processo sistemático de acompanhamento da evolução cognitiva, social e afetiva dos alunos, servindocomo referencial para análise e redimensionamento das propostas e oportunidadeseducacionais proporcionadas pelo professor. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  65. 65. A avaliação da criança e doprocesso pedagógico é feita diariamente e em ocasiões específicas que o professorjulgar necessárias, sendo os resultados expressos em pareceres descritivos que demonstrem a trajetória percorrida. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  66. 66. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.1 - A CRIANÇA é una em qualquer faixa etária etem sua própria lógica, o que representa umdesafio aos educadores. Assim, as atividades, asatividades múltiplas e os brinquedos devem ir aoencontro das peculiaridades do mundo infantil,respeitar suas originais formas de expressão,linguagens seja por brincadeiras, sonho ou fantasia[1]. O trabalho do professor é o de perceberessas diferenças, proporcionar segurança, lugarpara a emoção, para o gosto, para a percepção dasensibilidade[1] OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky: o aprendizadoe o desenvolvimento um processo sócio-histórico.São Paulo, Scipione, 1993. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  67. 67. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.2 - AS ATIVIDADES são fundamentais,desde cedo, para superar as fragmentaçõesdo conhecimento, para desenvolverordenadamente as etapas do crescer, eserem como articuladores ao aluno nesseprocesso de atividades lúdico-instigantes e doprocesso de conhecimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  68. 68. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  69. 69. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.3 - AS ATIVIDADES MÚLTIPLAS, no contexto daEducação Infantil, situam a criança no seu processode crescimento bem como em suas diferentes fases.Assim, essas atividades não podem ser todas iguais; omundo é cheio de contrastes e de diferenças, e éprimacial para a criança lidar com tudo isso em formade atividades múltiplas desde o seu nascimento. Osespaços destinados às atividades devem contemplar apossibilidade da realização de atividades utilizando-sede recursos e instrumentos que respeitem o espaçoque a criança requer para o movimento do corpo,gesticulação, etc. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  70. 70. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  71. 71. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.4 – LÚDICO - Parte e elemento de valor naProposta Pedagógica, o lúdico deve seraltamente valorizado para que a criança,sem medo, desenvolva sua espontaneidade,seu gosto, o prazer de ver e sentir osobjetos e saiba que é capaz de fazer,concretizar um ato a que se propõe ou quelhe é apresentado. O lúdico não pressupõeser um ato facilitador para o fazer dacriança, mas um elo entre ela e aquilo quedeseja alcançar. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  72. 72. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  73. 73. O lúdico lida com o afeto, o prazer e ainteração. Deve ser proposto por atividadesque respeitem esses balizadores, para que as crianças cheguem ao divertimento, à brincadeira e ao respeito com seus companheiros. A atitude séria com que a criança se entrega aos brinquedos e comeles se envolve com amor e dedicação leva-a também à apreensão e construção dos diversos tipos de conhecimento. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  74. 74. Assim, o lúdico, por lidar com asemoções, as experiências deliberdade e criatividade que acriança precisa, expressa tambémo pensamento sobre o mundo, omundo interno da criança nesseespaço de interação consigo, suaturma, seu professor e suaescola. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  75. 75. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  76. 76. O lúdico deve ser entendido como um significado que implica em ações especiais na educação infantil, que leve a criança a manifestar-se de diferentes modos ao longo de seu desenvolvimento. Seja pelos jogos simbólicos, pela brincadeira de faz-de-conta, seja por brincadeiras organizadas peloeducador para atender algumas necessidadesmais urgentes de seu alunado. O lúdico deve servir para que a criança expresse sua capacidade de ver e representar o mundo. (grifo do relator) Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  77. 77. A capacidade de representar o mundocomeça quando a criança inicia seuprocesso de imaginar, que é o seumodo de expressar-se em diferentesformas como a oralidade, o desenho, amúsica e a representação dramática.O lúdico, podemos afirmar com toda acerteza, ajuda a criança a estabelecerrelações com o mundo. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  78. 78. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  79. 79. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.5 - INCLUSÃO - A Educação, emtodos os níveis, deve ser includente esocial. O profissional educador deveprever mecanismos, recursos didáticose ferramentas que atendam todos osalunos, e com muito mais atenção eacuidade aqueles alunos queapresentam desempenho diferente. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  80. 80. Parecer nº 397/2005 Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil noSistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Sul.7 – AVALIAÇÃO - A avaliação do aluno da educação infantildar-se-á mediante a expressão de pareceres descritivos doprofessor nos quais conste o acompanhamento dodesenvolvimento da criança que deve estar de acordo com osobjetivos da Proposta Pedagógica e do Plano de Atividades,sendo o professor um atento observador dos atos da criança emseu crescimento como um contínuu[1]. Para isso concorrem asanotações, as fichas individuais, os dados que recolhe dasatividades de seu Plano de Atividades e de seu Plano deTrabalho os quais devem referir a interação, isto é,estabelecer conexões entre a criança e seus pares, entre estese suas famílias e como professor bem como o(s) ambiente(s) emque a criança vive. A avaliação deve ser descrita de modo quenão se perceba nenhum laivo ou possibilidade mesmo depromoção com finalidade de acesso ao ensino fundamental.(grifo do relator)[1] HOUAISS, Antônio – Dicionário da Língua Portuguesa. Vocábulo latino (CONTINUO), Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.adv. = sem interrupção.
  81. 81. Felicidades, bomtrabalho a todas e um carinhoso beijo no coração de nossas crianças!!!!!!!!!!!!!Carla Sotero Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  82. 82. Referencial TeóricoAREOSA, Silvia Virginia C. & NUNES, Maria Lúcia Tiellet (orgs.) Psicologia da criança edesenvolvimento humano. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2005.BENJAMIN, Walter. Reflexões sobre a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo:Editora 34, 2002.COLL, César, PALACIOS, Jesús e MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento psicológico eeducação: psicologia evolutiva. Vol.1. Porto Alegre: ArtMed, 1995.COLL, César, PALACIOS, Jesús e MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento psicológico eeducação: psicologia da educação. Vol.2. Porto Alegre: ArtMed, 1995.CORAZZA, Sandra Mara. Infância & Educação – Era uma vez – quer que conte outra vez?Petrópolis: Vozes, 2002.CRAIDY, Carmem Maria & KAERCHER, Gládis Elise P. da Silva (orgs.) Educação Infantil:pra que te quero? Porto Alegre: ArtMed, 2001.ECKERT, Helen. Desenvolvimento Motor. São Paulo: Manole, 1993.EDWARDS, Carolyn et all. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia naeducação da primeira infância. Porto Alegre, 1999.FRANCO, Márcia Elisabete Wilke. Compreendendo a infância como uma condição da criança.Proto Alegre: Mediação, 2002.GESELL, Arnold. A criança do 0 aos 5 anos. São Paulo: Martins Fontes, 2003.PALFREY, Judith et al. Enciclopédia do bebê e da criança. São Paulo: Paulinas, 2003. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  83. 83. PAPALIA, Diane E. & OLDS, Sally W. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: ArtMed,2000.SANTOS, Santa Marli Pires & CRUZ, Dulce Regina Mesquita. Brinquedo e infância: umguia para pais e educadores em creche. Petrópolis: Vozes, 1999.HOLLARD, Katy. Seu bebê do nascimento aos 6 meses. São Paulo: Publifolha, 2004.KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O Jogo e a educação infantil. São Paulo: PioneiraThomson Learning, 2003.LORDELO, Eulina da Rocha, CARVALHO, Ana Maria Almeida, KOLLER, Sìlvia Maria(orgs.) Infância Brasileira e Contextos de Desenvolvimento. São Paulo: Casa doPsicólogo, 2002.MACHADO, Maria Lucia (org.) Encontros e Desencontros em Educação Infantil. SãoPaulo: Cortez, 2002.MATURANA, Humberto & VERDEN-ZÖLLER, Gerda. Amar e Brincar – fundamentosesquecidos do humano.São Paulo: Palas Athena, 2004.MOYLES, Janet R. e col. A excelência do brincar. Porto Alegre: ArtMed, 2005.PIAGET, Jean & INHELDER, Bärbel. A psicologia da criança. Rio de Janeiro: DIFEL,2003.STEINBERG, Shirley & KINCHELOE, Joe. Cultura infantil – A construção corporativada infância. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.VELASCO, Cacilda. Brincar – o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint, 1996.ZABALZA, Miguel. Qualidade em Educação Infantil. Porto Alegre: ArtMed, 1998. Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.
  84. 84. Profa. Carla Sotero dos Santos Mestre em Educação    Pesquisadora na área da Infância   Professora do Depto. de Educação da UCS E-mail: carla@bitcom.com.br  Elaboração: Profa.Ms.Carla Sotero, estudo coletivo de autores.

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