Experimento de Tuskegee

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Experimento de tuskegee, desde el punto de vista bioetico

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Experimento de Tuskegee

  1. 1. EL EXPERIMENTO DE TUSKEGEE
  2. 2.  Colegio: Santa Bárbara  Alumnas: Candela García Ruibal Julieta Forbice Josefina Menéndez  Docente: Alejandra Maccagno  Materia: Bioética  Curso: 3º “B” Polimodal
  3. 3. EL EXPERIMENTO DE TUSKEGEE FUE REALIZADO EN EE.UU EN ALABAMA DESDE 1932 A 1972, TENIA COMO OBJETIVO CONOCER LOS EFECTOS DE LA SIFILIS EN EL SER HUMANO EN UNA POBLACIÓN DE RAZA AFROAMERICANA DE APROXIMADAMENTE 400 PERSONAS. FUE FINANCIADOS CON FONDOS FEDERALES Y EL SERVICIO DE SALUD PUBLICA APROBÓ SU REALIZACIÓN. Contexto histórico
  4. 4. E N E S T E E X P E R I M E N T O S E V I O L A R O N V A R I O S P R I N C I P I O S B I O É T I C O S D E L A C O R R I E N T E A N G L O S A J O N A : E L D E B E N E F I C E N C I A : P O R Q U E N O B U S C Ó H A C E R E L B I E N E N N I N G Ú N M O M E N T O . E L D E A U T O N O M Í A : P O R Q U E N O S E R E S P E T A R O N L O S D E R E C H O S D E E S T E P U E B L O V U L N E R A B L E . E L D E J U S T I C I A : P O R Q U E S E B U S C Ó U N A P O B L A C I Ó N V U L N E R A B L E Y D E E X T R E M A P O B R E Z A . E L D E N O M A L E F I C E N C I A : P O R Q U E D E S D E U N P R I N C I P I O S E S A B I A Q U E L E S I B A A A F E C T A R , N U N C A L E S H A R Í A N I N G Ú N B I E N . Consecuencias
  5. 5. P R I N C I P I O S B I O É T I C O S D E L A C O R R I E N T E P E R S O N A L I S T A : E L D E D E F E N S A D E L A V I D A F Í S I C A : P O R Q U E A T R A V É S D E L E N G A Ñ O L O S I N C E N T I V A R O N A P A R T I C I P A R D E E S T E E X P E R I M E N T O . E L D E T O T A L I D A D : P O R Q U E L A S P E R S O N A S Q U E L L E V A R O N A C A B O E S T E E X P E R I M E N T O S A B Í A N L A S C O N S E C U E N C I A S Q U E P O D R Í A D A R E S T O P E R O I G U A L L O R E A L I Z A R O N . E L D E L I B E R T A D - R E S P O N S A B I L I D A D : P O R Q U E N U N C A S E H I C I E R O N R E S P O N S A B L E S D E L A S V I D A S Q U E S E P U S I E R O N E N R I E S G O . Consecuencias
  6. 6. N O S O T R A S C O N S I D E R A M O S Q U E E L E X P E R I M E N T O D E T U S K E G E E F U E U N C L A R O E J E M P L O D E C Ó M O S E I N T E R V I N O C O N L A V I D A D E L H O M B R E N O T E N I E N D O EN C U E N T A S U C O N C E P C I Ó N C O M O P E R S O N A S I N O C O M O U N O B J E T O , D A Ñ A N D O A T O D A E S T A C O M U N I D A D Y A L A S G E N E R A C I O N E S P O S T E R I O R E S . E L B I E N S E C O N F U N D I Ó C O N L A C O N V E N I E N C I A Y L A V E R D A D C O N E L C O N S E N S O . Nuestro punto de vista

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