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Uma Trova de Curitiba/PR
Roza de Oliveira
Hoje eu defino a fofoca,
tão velha como a sequóia,
como uma simples minhoca
qu...
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Um Poema de Lisboa/Portugal
Fernando Pessoa
(Fernando António Nogueira Pessoa)
(1888 – 1935)
“O Gato”
Gato que brincas n...
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O homem quer ser peixe e pássaro
a serpente quisera ter asas,
o cachorro é um leão desorientado,
o engenheiro quer ser p...
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enigma
na tua maneira,
talvez não sejas mistério,
todo o mundo sabe de ti e pertence
ao habitante menos misterioso,
talv...
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Uma Trova de São Paulo/SP
Ronnaldo Andrade
Em mim mora uma criança
que na praia, em lua cheia,
passeia com esperança
de ...
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Um Poema de Portugal
Bocage
(Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage)
Setúbal (1765 – 1805) Lisboa
Os dois gatos
Dois...
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Tu não mias?” - “Mio.” - “E sentes
Gosto em pilhar algum rato?”
“Sim.” - “E o comes?” - “Oh! Se como!...”
“Logo não pass...
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Recordando Velhas Canções
Foi um rio que passou em minha vida
(samba, 1970)
Paulinho da Viola
Se um dia
Meu coração for ...
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Um Poema do Rio de Janeiro/RJ
Artur da Távola
(Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros)
1936 – 2008
Poema para os g...
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Hinos de Cidades Brasileiras
Diamantina/MG
Quando a noite a linda lua
Torna as pedras cor de prata
Diamantina sai à rua...
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que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichi...
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A minha casa aparenta
o quartel de um batalhão:
- quanto mais a “tropa” aumenta,
mais aumenta a “prontidão”.
A minha vi...
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No cemitério a caveira,
entre suspiros bisonhos,
diz que encontrou, prazenteira,
o fantasma de seus sonhos!
No inferno,...
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Guilherme de Almeida
Gaveta de Haicais
A INSÔNIA
Furo a terra fria.
No fundo, em baixo do mundo,
trabalha-se: é dia.
CA...
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FILOSOFIA
Lutar? Para quê?
De que vive a rosa? Em que
pensa? Faz o quê?
FRIO
Neblina? ou vidraça
que o quente alento da...
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NÓS DOIS
Chão humilde. Então,
riscou-o a sombra de um vôo.
"Sou céu!" disse o chão.
NOTURNO
Na cidade, a lua:
a jóia br...
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PASSADO
Esse olhar ferido,
tão contra a flor que ele encontra
no livro já lido!
PERNILONGO
Funga, emaranhada
na trama q...
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Guilherme de Almeida (G. de Andrade e A.), poeta e ensaísta, nasceu em Campinas, SP, em 24 de julho de 1890, e
faleceu ...
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Aparício Fernandes
Histórias da Trova
2o
. Festival Brasileiro de Trovadores, de Maringá
2a. Parte, final
Após o Festiv...
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Senão o Governador,
que também é bacharel,
viraria o trovador
Dr. Paulo Pimentel!
Aliás, se sobressaía
esta bossa das m...
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E qual pérola que encanta
e que vem da ostra doente,
viu-se uma lágrima santa
nos olhos do penitente.
Enquanto isto, as...
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se Deus quiser, brevemente,
no próximo Festival.
Para o Paulo Pimentel
fica um abraço dos grandes
deste humilde menestr...
25
2 – Trabalhos
2.a – O tema do concurso é “Língua Portuguesa”
2.b – Cada poesia deverá ter o limite máximo de 30
linhas/...
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horas na sede do Elos Clube de São Vicente – Av.
Nove de Julho, 126, Vila Cascatinha, São Vicente,
SP, Brasil.
6.c – Os...
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XII Jogos Florais de Cantagalo - 2016
Prazo: 30 de Setembro de 2015
Temas exigidos na trova:
Nacional - AFETO
Novo Trov...
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Hagen, JB Xavier, Flávio R. Stefani, Carolina Ramos e
Maurício N. Friedrich
OBS:
- A entrega das premiações deste concu...
29
5º tema:
Apenas para Assinantes do Informativo SP e Associados
da Seção SP
"GÊNIO" ( Concurso Homenagem a Izo Goldman)
...
30
TEMA: “VALOR”
direcionado à importância no meio literário do
Alternativo Navegando nas Letras e Artes.
Âmbito nacional
...
31
VII Concurso Literário “Cidade de Maringá”
Prazo: 31 de Outubro de 2015
Promoção:
Academia de Letras de Maringá e União...
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ou parcialmente, até a data da publicação do
resultado da seleção.
Os resultados serão divulgados, a partir do
dia 20 d...
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Branco, nº 374, Centro - Capivari/SP, CEP 13360-
000, inscrita no CNPJ sob nº 33.621.384/0587-02.
2. DAS CATEGORIAS CON...
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F2) VIA CORREIO: enviadas à referida Secretaria, no
endereço acima especificado, com postagem até o dia
28 de Agosto de...
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h) A CNEC Capivari e a Comissão Organizadora do 15º
Concurso de Poesias da CNEC Capivari/SP não se
responsabilizam por ...
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A solenidade de premiação acontecerá em data, local
e horário a serem divulgados no site
http://www.cneccapivari.br/con...
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f) Não poderão participar com trabalhos inscritos
no 15º Concurso de Poesias da CNEC – Unidade de
Capivari/SP membros d...
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III Concurso de Poesias 20 de Outubro “Regina de Souza Marques Almeida”
Prazo: 31 de agosto de 2015
Regulamento:
1 – A ...
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8 – A poesia premiada será publicada no blog da
ALAMI – http://solardaliteratura.blogspot.com.br -
e outros sites liter...
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Chuva de versos com trovas e haicais. Poemas de diversos recantos, sobre o “gato”;

O trovador homenageado é de Sete Lagoas/MG, Alfredo Alisson Elian Valadares, que faleceu em 2005, aos 60 anos de idade;

Gaveta de haicais traz de Campinas/SP, o famoso poeta Guilherme de Almeida, que nasceu em 1890 na cidade campineira e faleceu em 1969 em São Paulo;

A parte final do 2o. Festival Brasileiro de Trovadores, de Maringá, por Aparício Fernandes;

Concursos de trovas e poesias com inscrições abertas:
Concurso de Poesias do Elos Clube;
XII Jogos Florais de Cantagalo;
Concurso da UBT Nacional:
Concurso da UBT Seção São Paulo;
Concurso Nacional Intersedes;
Concurso de Trovas Alternativo “Navegando nas Poesias”;
VII Concurso Literário “Cidade de Maringá”;
15o. Concurso Nacional de Poesias CNEC – Unidade de Capivari;
III Concurso de Poesias 20 de Outubro “Regina de Souza Marques Almeida”, da Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba.

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  1. 1. 2 Uma Trova de Curitiba/PR Roza de Oliveira Hoje eu defino a fofoca, tão velha como a sequóia, como uma simples minhoca que se transforma em jibóia. Uma Trova de Belo Horizonte/MG Clevane Pessoa Gatos à noite são bardos, miam versos para a lua. Dizem que então ficam pardos parecem da cor da rua... Um Poema de Paris/França Charles-Pierre Baudelaire 1821 – 1867 O Gato Vem cá, meu gato, aqui no meu regaço; Guarda essas garras devagar, E nos teus belos olhos de ágata e aço Deixa-me aos poucos mergulhar. Quando meus dedos cobrem de carícias Tua cabeça e o dócil torso, E minha mão se embriaga nas delícias De afagar-te o elétrico dorso, Em sonho a vejo. Seu olhar, profundo Como o teu, amável felino, Qual dardo dilacera e fere fundo, E, dos pés a cabeça, um fino Ar sutil, um perfume que envenena Envolvem-lhe a carne morena. Uma Trova Humorística de Porto Alegre/RS Milton Souza Gatos miam no telhado, mas ela nunca reclama: – o som abafa o “miado” do ‘gato’ da sua cama! Uma Trova de Porto Alegre/RS Delcy Canalles A lágrima mais doída não é a que aos olhos vem, mas a que fica escondida sem se mostrar a ninguém!
  2. 2. 3 Um Poema de Lisboa/Portugal Fernando Pessoa (Fernando António Nogueira Pessoa) (1888 – 1935) “O Gato” Gato que brincas na rua Como se fosse na cama, Invejo a sorte que é tua Porque nem sorte se chama. Bom servo das leis fatais Que regem pedras e gentes, Que tens instintos gerais E sentes só o que sentes. És feliz porque és assim, Todo o nada que és é teu. Eu vejo-me e estou sem mim, Conheço-me e não sou eu. Uma Trova de São Paulo/SP Héron Patrício Sobre a minha campa nua, se tu chegares, amor, em cada lágrima tua, há de brotar uma flor! Uma Trova Hispânica da Venezuela Carlos Rodriguez Sanchez Unos labios amorosos que nos brindan su sonrisa, nos dan momentos dichosos en forma clara y precisa. Um Poema do Chile Pablo Neruda Parral/Chile (1904 – 1973) Santiago/Chile Ode ao gato Os animais foram imperfeitos, compridos de rabo, tristes de cabeça. Pouco a pouco se foram compondo, fazendo-se paisagem, adquirindo pintas, graça, vôo. O gato, só o gato apareceu completo e orgulhoso: nasceu completamente terminado, anda sozinho e sabe o que quer.
  3. 3. 4 O homem quer ser peixe e pássaro a serpente quisera ter asas, o cachorro é um leão desorientado, o engenheiro quer ser poeta, a mosca estuda para andorinha, o poeta trata de imitar a mosca, mas o gato quer ser só gato e todo gato é gato do bigode ao rabo, do pressentimento à ratazana viva, da noite até os seus olhos de ouro. Não há unidade como ele, não tem a lua nem a flor tal contextura: é uma coisa só como o sol ou o topázio, e a elástica linha em seu contorno firme e sutil é como a linha da proa de uma nave. Os seus olhos amarelos deixaram uma só ranhura para jogara as moedas da noite Oh pequeno imperador sem orbe, conquistador sem pátria mínimo tigre de salão, nupcial sultão do céu das telhas eróticas, o vento do amor na intempérie reclamas quando passas e pousas quatro pés delicados no solo, cheirando, desconfiando de todo o terrestre, porque tudo é imundo para o imaculado pé do gato. Oh fera independente da casa, arrogante vestígio da noite, preguiçoso, ginástico e alheio, profundíssimo gato, polícia secreta dos quartos, insígnia de um desaparecido veludo, certamente não há
  4. 4. 5 enigma na tua maneira, talvez não sejas mistério, todo o mundo sabe de ti e pertence ao habitante menos misterioso, talvez todos acreditem, todos se acreditem donos, proprietários, tios de gatos, companheiros, colegas, discípulos ou amigos do seu gato. Eu não. Eu não subscrevo. Eu não conheço o gato. Tudo sei, a vida e seu arquipélago, o mar e a cidade incalculável, a botânica, o gineceu com os seus extravios, o pôr e o menos da matemática, os funis vulcânicos do mundo, a casaca irreal do crocodilo, a bondade ignorada do bombeiro, o atavismo azul do sacerdote, mas não posso decifrar um gato. Minha razão resvalou na sua indiferença, os seus olhos tem números de ouro. Trovadores que deixaram Saudades Rodolpho Abbud Nova Friburgo/RJ (1926 – 2013) Alcançando a eternidade, dia e noite ela palpita: - A lágrima da saudade tem dimensão infinita! Uma Trova de São Simão/SP Thalma Tavares No aceno discreto e mudo, que entre lágrimas fizeste, teus olhos disseram tudo do amor que nunca disseste. Um Haicai de Ilhéus/BA Abel Silva Pereira Bucolismo Canção matinal. Campinas. Vacas turinas. Cheiro de curral.
  5. 5. 6 Uma Trova de São Paulo/SP Ronnaldo Andrade Em mim mora uma criança que na praia, em lua cheia, passeia com esperança de encontrar passos na areia. Um Poema de São José dos Campos/SP Cassiano Ricardo (1895 – 1974) Rio de Janeiro/RJ O Gato Tranquilo Ei-lo, quieto, a cismar, como em grave sigilo, vendo tudo através a cor verde dos olhos, onça que não cresceu, hoje é um gato tranquilo. A sua vida é um "manso lago", sem escolhos... Não ama a lua, nem telhado a velho estilo. De uma rica almofada entre os suaves refolhos, prefere ronronar, em gracioso cochilo, vendo tudo através a cor verde dos olhos. Poderia ser mau, fosforescente espanto, pequenino terror dos pássaros; no entanto, se fez um professor de silêncio e virtude. Gato que sonha assim, se algum dia o entenderdes, vereis quanto é feliz uma alma que se ilude, e olha a vida através a cor de uns olhos verdes. Uma Trova de Mogi-Guaçu/SP Olivaldo Júnior Vou andando e, sem barulho, vem à tona um triste fato: - a saudade é um pedregulho que não sai do meu sapato! Um Haicai de São Paulo/SP Cláudio Daniel dia de finados o branco da nuvem e o crisântemo Uma Trova de Porto Alegre/RS Flávio Roberto Stefani Na ausência que não nos poupa, saudade é formiga arisca que fica dentro da roupa e volta e meia belisca.
  6. 6. 7 Um Poema de Portugal Bocage (Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage) Setúbal (1765 – 1805) Lisboa Os dois gatos Dois bichanos se encontraram Sobre uma trapeira um dia: (Creio que não foi no tempo Da amorosa gritaria). De um deles todo o conchego Era dormir no borralho; O outro em leito de senhora Tinha mimoso agasalho. Ao primeiro o dono humilde Espinhas apenas dava; Com esquisitos manjares O segundo se engordava. Miou, e lambeu-o aquele Por o ver da sua casta; Eis que o brutinho orgulhoso De si com desdém o afasta. Aguda unha vibrando Lhe diz: “Gato vil e pobre, Tens semelhante ousadia Comigo, opulento, e nobre? Cuidas que sou como tu? Asneirão, quanto te enganas! Entendes que me sustento De espinhas, ou barbatanas? Logro tudo o que desejo, Dão-me de comer na mão; Tu lazeras, e dormimos Eu na cama, e tu no chão. Poderás dizer-me a isto Que nunca te conheci; Mas para ver que não minto Basta-me olhar para ti.” “ Ui! (responde-lhe o gatorro, Mostrando um ar de estranheza) És mais que eu? Que distinção Pôs em nós a Natureza? Tens mais valor? Eis aqui A ocasião de o provar.” “ Nada (acode o cavalheiro) Eu não costumo brigar.” “Então (torna-lhe enfadado O nosso vilão ruim) Se tu não és mais valente, Em que és sup'rior a mim?
  7. 7. 8 Tu não mias?” - “Mio.” - “E sentes Gosto em pilhar algum rato?” “Sim.” - “E o comes?” - “Oh! Se como!...” “Logo não passa de um gato. Abate, pois, esse orgulho, Intratável criatura: Não tens mais nobreza que eu; O que tens é mais ventura.” Um Haicai de Curitiba/PR Delores Pires CREPÚSCULO Luz de fim do dia. E a tua imagem flutua... Vaga nostalgia! Uma Trova de Sorocaba/SP Dorothy Jansson Moretti Vivemos longe, é verdade, mas estejas onde for, eu chego lá “de saudade”: - a ponte aérea do amor. Um Poema do Rio de Janeiro Millor Fernandes (Milton Viola Fernandes) 1923-2012 Gato ao crepúsculo Gato manso, branco, Vadia pela casa, Sensual, silencioso, sem função. Gato raro, amarelado, Feroz se o irritam, Suficiente na caça à alimentação. Gato preto, presságio, Surgindo inesperado Das esquinas da superstição. Cai o sol sobre o mar. E nas sombras de mais uma noite, Enquanto no céu os aviões Acendem experimentalmente suas luzes verde-vermelho-verde, Terminam as diferenças raciais. Da janela da tarde olho os banhistas tardos Enquanto, junto ao muro do quintal, Os gatos todos vão ficando pardos.
  8. 8. 9 Recordando Velhas Canções Foi um rio que passou em minha vida (samba, 1970) Paulinho da Viola Se um dia Meu coração for consultado Para saber se andou errado Será difícil negar Meu coração tem manias de amor Amor não é fácil de achar A marca dos meus desenganos Ficou, ficou Só um amor pode apagar As marcas dos meus desenganos Ficou, ficou Só um amor pode apagar Porém, ai porém Há um caso diferente Que marcou um breve tempo Meu coração para sempre Era dia de carnaval Carregava uma tristeza Não pensava em novo amor Quando alguém Que não me lembro anunciou : Portela, Portela O samba trazendo alvorada Meu coração conquistou Ai, minha Portela Quando vi você passar Senti meu coração apressado Todo o meu corpo tomado Minha alegria voltar Não posso definir aquele azul Não era do céu Nem era do mar Foi um rio que passou em minha vida E meu coração se deixou levar Foi um rio que passou Em minha vida E meu coração se deixou levar Laiá laiá laiá lalalá laiá laiá laiá laiá laiá lalalá laiá Uma Trova de Pindamonhangaba/SP José Valdez Castro Moura Partiu, deixando o seu traço no meu caminho dos sós... - A saudade é esse espaço que existe sempre entre nós.
  9. 9. 10 Um Poema do Rio de Janeiro/RJ Artur da Távola (Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros) 1936 – 2008 Poema para os gatos Silêncio, eis a tarefa de todos os gatos. Poucos sabem perscrutar (talvez ninguém em plenitude) o grau de solidão necessária ao saber auto suficiente para ser felino e doméstico em sua tarefa de monge guardião do inextricável em quem o homem não percebe a metafísica natural, recolhimento saber sensualidade e aceitação. Um Haicai de Belo Horizonte/MG Eolo Yberê Libera As cores da noite recamadas de silêncio preparam o dia. Uma Trova de Belo Horizonte/MG Luiz Carlos Abritta Vou definir a saudade e não sei se estarei certo: - saudade é aquela vontade de que o longe fique perto. Um Poema de Porto Alegre/RS Joaquim Moncks O gato O gato chega de incursões noturnas começadas há três dias. Chega com ar impostor dos guerreiros que retornam. E nós, urbanos, o esperamos com olhos de espanto e respeito. Enfim, corrijo, chega um guerreiro capaz de armistícios e repouso.
  10. 10. 11 Hinos de Cidades Brasileiras Diamantina/MG Quando a noite a linda lua Torna as pedras cor de prata Diamantina sai à rua Transformada em serenata. Seresteiros indomados Dedilhando violões Levam música aos ouvidos E saudade aos corações. A seresta apaixonada Corre as ruas do Macau Capistrana Cavalhada São Francisco, Burgalhau. Essas ruas serpeantes É tão fácil entendê-las Descem doidas por diamantes Sobem ávidas de estrelas. O Itambé mesmo de longe Ouve os sons quase em surdina Ergue as mãos azuis de monge E abençoa Diamantina. Se de um sonho nada resta Só saudade, só, mais nada, Como é linda uma seresta, Numa noite enluarada. Uma Trova do Rio de Janeiro/RJ Maria Nascimento Carvalho A saudade é um bem guardado que nos volta, de repente, num presente do passado, quando o passado é presente. Um Poema de São Luís /MA Ferreira Gullar O ronron do gatinho O gato é uma maquininha que a natureza inventou; tem pêlo, bigode, unhas e dentro tem um motor. Mas um motor diferente desses que tem nos bonecos porque o motor do gato não é um motor elétrico. É um motor afetivo que bate em seu coração por isso faz ronron para mostrar gratidão. No passado se dizia
  11. 11. 12 que esse ronron tão doce era causa de alergia pra quem sofria de tosse. Tudo bobagem, despeito, calúnias contra o bichinho: esse ronron em seu peito não é doença - é carinho.
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  13. 13. 14 A minha casa aparenta o quartel de um batalhão: - quanto mais a “tropa” aumenta, mais aumenta a “prontidão”. A minha vida hoje é feia, neste exílio que me imponho. Porém minha alma vagueia pelas veredas do sonho… Aquele fantasma, quando o sono demora a vir, combate a insônia contando caveiras para dormir. A solteirona não nega a sua satisfação ao ver que, na Noruega, 'coroa" tem cotação. Cai a velha na lagoa sendo a custo resgatada, mas seu genro não perdoa: – tanto barulho por nada?!!! Em meio às paixões fictícias de minha vida agitada, comprei milhões de carícias e continuo sem nada. É o maior dos pesadelos a afligir nossa nação: - mãozinhas fazendo apelos por um pedaço de pão. Hoje, velhinhos que somos, são nossos olhos em festa, um santuário onde pomos toda a ternura que resta. Morre a sogra tão amada, mas não muda a situação; o fantasma da danada prossegue a sua missão. Nas veredas do destino que trilhei quando rapaz, sonho grande ou pequenino, deixei tudo para trás. Nesta vida o que eu queria (muito embora não reclame) era ter a mordomia de um cachorro de madame. Neste mar de falsidade, um sorriso de criança se assemelha, na verdade, a uma ilha de esperança.
  14. 14. 15 No cemitério a caveira, entre suspiros bisonhos, diz que encontrou, prazenteira, o fantasma de seus sonhos! No inferno, o recém-chegado a lamentar seu fadário: - Tudo por ter espirrado quando escondido no armário! O Bem, que a guerra desfaz, há de colher às mancheias quem a semente da paz planta em searas alheias. Pela seara que lavras na vida, entre mil boatos, não te entristeçam palavras se desprovidas de fatos. Quanto mais se torna rara neste mundo a sensatez, menos frutos da seara na mesa do camponês. Quebrado o grilhão do agravo o júbilo então me invade. Porém continuo escravo: – escravo da liberdade. Quem nasceu com a desventura de não ver a luz do dia, do olhar transfere a ternura para a mão que acaricia. Sempre que está de pirraça a mulher do "seu" Vavá, o pobre, por mais que faça, tem que dormir no sofá. Sofre o carteiro, na mata, um arranjo repentino. Muita carta, nessa data, não chegou ao seu destino... Só quem amou compreende este ditado exemplar: – a mulher que a dois pretende, a três deseja enganar. Sou da ilusão jardineiro; e após mil sonhos desfeitos, trago no peito um canteiro de desamores-perfeitos. Um carteiro dedicado, em um dia de atropelo, acabou sendo chamado de relaxado, sem sê-lo!
  15. 15. 16 Guilherme de Almeida Gaveta de Haicais A INSÔNIA Furo a terra fria. No fundo, em baixo do mundo, trabalha-se: é dia. CARIDADE Desfolha-se a rosa. Parece até que floresce O chão cor-de-rosa. CHUVA DE PRIMAVERA Vê como se atraem nos fios os pingos frios! E juntam-se. E caem. CIGARRA Diamante. Vidraça. Arisca, áspera asa risca o ar. E brilha. E passa. CIGARRO Olho a noite pela vidraça. Um beijo, que passa, acenda uma estrela. CONSOLO A noite chorou a bolha em que, sobre a folha, o sol despertou. DE NOITE Uma árvore nua aponta o céu. Numa ponta brota um fruto. A lua? EQUINÓCIO No fim da alameda há raios e papagaios de papel de seda.
  16. 16. 17 FILOSOFIA Lutar? Para quê? De que vive a rosa? Em que pensa? Faz o quê? FRIO Neblina? ou vidraça que o quente alento da gente, que olha a rua, embaça? HISTÓRIAS DE ALGUMAS VIDAS Noite. Um silvo no ar. Ninguém na estação. E o trem passa sem parar. HORA DE TER SAUDADE Houve aquele tempo... (E agora, que a chuva chora, ouve aquele tempo!) INFÂNCIA Um gosto de amora comida com sol. A vida chamava-se "Agora". JANEIRO Jasmineiro em flor. Ciranda o luar na varanda. Cheiro de calor. LEMBRANÇA Confete. E um havia de se ir esconder, e eu vir a encontrá-lo, um dia. MEIO-DIA Sombras redondinhas Soldados de pau fincados sobre rodelinhas. MERCADO DE FLORES Fios. Alarido. Assaltos de pedra. Asfaltos. E um lenço perdido. MOCIDADE Do beiral da casa (ó telhas novas, vermelhas!) vai-se embora uma asa.
  17. 17. 18 NÓS DOIS Chão humilde. Então, riscou-o a sombra de um vôo. "Sou céu!" disse o chão. NOTURNO Na cidade, a lua: a jóia branca que bóia na lama da rua. N. W. Dilaceramentos. Pois tem espinhos também a rosa-dos-ventos. O BOÊMIO Cigarro apagado no canto da boca, enquanto passa o seu passado. O HAIKAI Lava, escorre, agita A areia. E, enfim, na bateia Fica uma pepita. O PENSAMENTO O ar. A folha. A fuga. No lago, um círculo vago. No rosto, uma ruga. O POETA Caçador de estrelas. Chorou: seu olhar voltou com tantas! Vem vê-las! OS ANDAIMES Na gaiola cheia (pedreiros e carpinteiros) o dia gorjeia. O SONO Um corpo que é um trapo. Na cara, as pálpebras claras são de esparadrapo. OUTONO Sistema nervoso, que eu vi, da folha sorvida pelo chão poroso.
  18. 18. 19 PASSADO Esse olhar ferido, tão contra a flor que ele encontra no livro já lido! PERNILONGO Funga, emaranhada na trama que envolve a cama, uma alma penada. PESCARIA Cochilo. Na linha eu ponho a isca de um sonho. Pesco uma estrelinha. QUIRIRI Calor. Nos tapetes tranqüilos da noite, os grilos fincam alfinetes. SILÊNCIO Uma tosse rouca, Lã male. O "store" que bole, A noite opaca e oca. TRISTEZA Por que estás assim, violeta? Que borboleta morreu no jardim? UM RITMO DA VIDA O berço vai e vem. Mas vai com a quê? – Um ai. E vem? – Sem ninguém. UM SALGUEIRO A asa. A luz que pousa. O vento... É o estremecimento vão por qualquer cousa. VELHICE Uma folha morta. Um galho, no céu grisalho. Fecho a minha porta. VENTO DE MAIO Risco branco e teso que eu traço a giz, quando passo. Meu cigarro aceso. ________
  19. 19. 20 Guilherme de Almeida (G. de Andrade e A.), poeta e ensaísta, nasceu em Campinas, SP, em 24 de julho de 1890, e faleceu em São Paulo, SP, em 11 de julho de 1969. Filho do jurista e professor de Direito Estevam de Almeida, estudou nos ginásios Culto à Ciência, de Campinas, e São Bento e N. Sra. do Carmo, de São Paulo. Cursou a Faculdade de Direito de São Paulo, onde colou grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1912. Dedicou-se à advocacia e à imprensa em São Paulo e no Rio de Janeiro. Foi redator de O Estado de São Paulo, diretor da Folha da Manhã e da Folha da Noite, fundador do Jornal de São Paulo e redator do Diário de São Paulo. A publicação do livro de poesias Nós (1917), iniciando sua carreira literária, e dos que se seguiram, até 1922, de inspiração romântica, colocou-o entre os maiores líricos brasileiros. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, fundando depois a revista Klaxon. Percorreu o Brasil, difundindo as idéias da renovação artística e literária, através de conferências e artigos, adotando a linha nacionalista do Modernismo, segundo a tese de que a poesia brasileira “deve ser de exportação e não de importação”. Os seus livros Meu e Raça (1925) exprimem essa orientação fiel à temática brasileira. A essência de sua poesia é o ritmo “no sentir, no pensar, no dizer”. Dominou amplamente os processos rímicos, rítmicos e verbais, bem como o verso livre, explorando os recursos da língua, a onomatopéia, as assonâncias e aliterações. Na época heróica da campanha modernista, soube seguir diretrizes muito nítidas e conscientes, sem se deixar possuir pela tendência à exaltação nacionalista. Nos poemas de Simplicidade, publicado em 1929, retornou às suas matrizes iniciais, à perfeição formal desprezada pelos outros, mas não recaiu no Parnasianismo, porque continuou privilegiando a renovação de temas e linguagem. Sobressaiu sempre o artista do verso, que Manuel Bandeira considerou o maior em língua portuguesa. A sua entrada na Casa de Machado de Assis significou a abertura das portas aos modernistas. Formou, com Cassiano Ricardo, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia e Alceu Amoroso Lima, o grupo dos que lideraram a renovação da Academia. Em 1932 participou da Revolução Constitucionalista de São Paulo e esteve exilado em Portugal. Distinguiu-se também com heraldista. É autor dos brasões- de-armas das seguintes cidades: São Paulo (SP), Petrópolis (RJ), Volta Redonda (RJ), Londrina (PR), Brasília (DF), Guaxupé (MG), Caconde, Iacanga e Embu (SP). Compôs um hino a Brasília, quando da inauguração da cidade. Em concurso organizado pelo Correio da Manhã foi eleito, 16 de setembro de 1959, “Príncipe dos Poetas Brasileiros” (4o do título). Era membro da Academia Paulista de Letras; do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; do Seminário de Estudos Galegos, de Santiago de Compostela; e do Instituto de Coimbra. Faleceu em 11 de julho de 1969, em São Paulo/SP. Obras: Nós, poesia (1917); A dança das horas, poesia (1919); Messidor, poesia (1919); Livro de horas de Soror Dolorosa, poesia (1920); A flor que foi um homem: Narciso (1921); Era uma vez…, poesia (1922); Natalika (1924); A flauta que eu perdi, poesia (1924); Meu, poesia (1925); Raça, poesia (1925); Encantamento, poesia (1925); Do sentimento nacionalista na poesia brasileira, ensaio (1926); Ritmo, elemento de expressão, ensaio (1926); Simplicidade, poesia (1929); Gente de cinema (1929); Carta à minha noiva (1931); Você, poesia (1931); Poemas escolhidos (1931); Cartas que eu não mandei (1931); Hino paulista (19 32); Nova bandeira (1932); O meu Portugal (1933);A casa (1935); Acaso, poesia (1938); Cartas do meu amor (1941); Estudante poeta (1943); Tempo (1944); Poesia vária (1947); Gonç alves Dias e o romantismo (1948); Joca (1948); Histórias talvez (1949); O anjo de sal (1951); Toda poesia (1952); Acalanto de Bartira (1954); Camomiana (1956); Pequeno romanceiro (1957); A rua (1961); Cosmópolis (1962); Rosamor (1966); Os sonetos de G. A (1968); O sonho de Marina (s.d.). Fonte: Academia Brasileira de Letras
  20. 20. 21 Aparício Fernandes Histórias da Trova 2o . Festival Brasileiro de Trovadores, de Maringá 2a. Parte, final Após o Festival, demoramo-nos em Maringá ainda uns dois ou três dias. O poeta, jornalista e trovador A. A. de Assis, nosso caro amigo e principal organizador do 2o. Festival Brasileiro de Trovadores (contou com a valiosa colaboração da jovem Maria Aparecida Lopes e com o apoio do poder municipal, através do Prefeito Adriano Valente e do Dr. Luiz Gabriel Sampaio, Secretário de Educação e Cultura de Maringá) sugeriu -nos que, sendo um dos poetas participantes do Festival, fizessemos umas trovas sobre a festa, para serem entregues ao Governador Paulo Pimentel, que dentro de alguns dias estaria em Maringá, para assistir às festividades comemorativas de mais um aniversário daquela cidade paranaense. Não podíamos declinar da honrosa incumbência e por isso, dando tratos à inspiração, redigi a seguinte reportagem trovadoresca: Ilustre Governador do Estado do Paraná, peço vênia para expor o que houve em Maringá. Como o senhor já sabia, realizou-se um Festival que foi um hino à Poesia e à Trova nacional! Maringá nos recebeu – e isto não foi novidade - com os dons que Deus lhe deu: – carinho e hospitalidade. Foi pena Vossa Excelência, por força de outros labores, não ter visto a convivência do povo e dos trovadores.
  21. 21. 22 Senão o Governador, que também é bacharel, viraria o trovador Dr. Paulo Pimentel! Aliás, se sobressaía esta bossa das mais novas: O Secretário Fanaya já está despachando em trovas! O senhor, que é o mais “pra frente” dos jovens governadores, necessita urgentemente promover os trovadores. Nosso ideal, asseguro, – de paz, progresso e bondade - é o que existe de mais puro na atual humanidade! A trova induz todo mundo a servir sem ser servil. E prega um amor profundo por nossa terra: – o Brasil. Sem pieguices nem mentiras, num estilo sempre novo, nós tangemos nossas liras em sintonia com o povo. Não foi à toa que o povo de Maringá, certo dia, inventou um “troço” novo: – um comício de poesia! E em frente à biblioteca, numa apoteose louca, a trova virou peteca, correndo de boca em boca! Não havia oposição nem se viu demagogia, pois falava o coração na linguagem da Poesia! No recente Festival, que de trovas foi fecundo, houve um fato original: – a melhor missa do mundo! A missa, rezada em trova, ficou linda de verdade. Com esta vantagem nova: – comunicabilidade. Graças ao A. A. de Assis e ao padre que oficiou, até um ateu, feliz, dobrou o joelho e rezou.
  22. 22. 23 E qual pérola que encanta e que vem da ostra doente, viu-se uma lágrima santa nos olhos do penitente. Enquanto isto, as crianças – favoritas do Criador - coloriam de esperanças este quadro encantador. Finda a missa, se acredita, e o próprio povo alardeia: – foi a missa mais bonita desde que houve a Santa Ceia! E o que mais a gente admira na festa dos trovadores é ver o dr. Akira enchendo tudo de flores! Falando do Festival, também é justo que eu cite um churrasco genial que houve em Paranacity. O poeta Antônio Tortato, que é Prefeito e é Professor, sendo homem simples de fato, tinha de ser trovador. E se o Tortato nas trovas é legítimo campeão, de idealismo dá provas, promovendo a educação. Depois nós nos despedimos, certos de que o Paraná, por tudo aquilo que vimos, se orgulha de Maringá! Obrigado ao trovador Antônio Augusto de Assis, o grande planejador desse Festival feliz! Ao Coral Municipal que, no momento preciso, trouxe para o Festival os cantos do paraíso. Pela sua mini-blusa e a sua graça brejeira, grau dez para a nossa Musa Helena Victor Pereira. Ao Valente, à Aparecida e ao Gabriel – três valores – a homenagem merecida de todos os trovadores. Ver-nos-emos novamente noutro encontro fraternal;
  23. 23. 24 se Deus quiser, brevemente, no próximo Festival. Para o Paulo Pimentel fica um abraço dos grandes deste humilde menestrel que é o APARÍCIO FERNANDES. Fonte: Aparício Fernandes. A Trova no Brasil: história & antologia. Rio de Janeiro/GB: Artenova, 1972 Concursos Literários com Inscrições Abertas Concurso de Poesia do Elos Clube Prazo: 15 de setembro de 2015 ELOS INTERNACIONAL DA COMUNIDADE LUSÍADA XXX CONVENÇÃO INTERNACIONAL Santos – São Paulo - Brasil CONCURSO DE POESIA 2015 Definição: Concurso de Poesia em duas categorias: juvenil e adulto Objetivo: Divulgar e enriquecer a língua portuguesa, estimulando a capacidade criativa de talentos. REGULAMENTO 1 – Participantes 1.a – O trabalho deverá ser apresentado em língua portuguesa, na categoria juvenil de 13 a 17 anos e adulto maiores de 18 anos. 1.b – Não poderão participar membros da Diretoria do Elos Internacional e de Elos Clubes, bem como seus parentes próximos. 1.c – Cada autor poderá participar com um único trabalho.
  24. 24. 25 2 – Trabalhos 2.a – O tema do concurso é “Língua Portuguesa” 2.b – Cada poesia deverá ter o limite máximo de 30 linhas/versos. 2.c – A formatação deverá ser apresentada em folha A-4, letra Arial, fonte 12. 2.d–Os textos manuscritos ou enviados por e-mail não serão aceitos. 2.e – As poesias deverão ser de autoria própria e inédita. 2.f – A poesia que contiver palavras de baixo calão, ou se for reconhecida como cópia de outro autor, será desclassificada. 3 – Identificação 3.a – O trabalho deverá ser obrigatoriamente apresentado com pseudônimo e a qual categoria pertence (juvenil ou adulto). 3.b – O trabalho deverá ser colocado em envelope pardo tamanho ofício em 3 (três) vias. 3.c – Juntamente com a poesia (em 3 vias) deverá vir um envelope pequeno, lacrado, contendo ficha de inscrição preenchida em letra de forma. 3.d – No canto inferior direito de ambos os envelopes, deverão constar:o nome do trabalho, pseudônimo e categoria. 3.e – O envelope deverá ser endereçado ao Elos Internacional da Comunidade Lusíada – Rua 15 de Novembro, 112, sala 11 – Centro – São Vicente – SP – Brasil - CEP 11310-400. 4 – Prazo 4.a - O prazo para postagem do envelope tem datalimite até 15/09/2015, considerada a data carimbada pelo serviço postal. 5 – Seleção 5.a -O júri que avaliará e classificará os trabalhos apresentados será constituído por pessoas idôneas e capacitadas. 6 – Premiação 6.a – Serão premiados os três melhores trabalhos de cada categoria. 6.b – A abertura dos envelopes de identificação será realizada em 01 de outubro de 2015, às 19
  25. 25. 26 horas na sede do Elos Clube de São Vicente – Av. Nove de Julho, 126, Vila Cascatinha, São Vicente, SP, Brasil. 6.c – Os prêmios serão entregues na XXX Convenção do Elos Internacional da Comunidade Lusíada, em Sessão Plenária, dia 15 de outubro de 2015, às 16:15 horas, Rua Amador Bueno, 188 – Santos, SP, Brasil. 7 – Disposições Finais 7.a – As poesias apresentadas não serão devolvidas aos participantes. 7.b –O Elos Internacional da Comunidade Lusíada se reserva o direito de publicar os trabalhos sem prévia autorização de seus autores. 7.c – Não haverá apelação às decisões do júri. 7.d –À inscrição ao concurso implica a aceitação deste regulamento na íntegra. 7.e – Os trabalhos em desacordo com o regulamento serão desclassificados. Santos, SP, Brasil, agosto de 2015 FICHA DE INSCRIÇÃO NOME: .................................................................................................... NASCIMENTO: ....../......./.............. PSEUDÔNIMO: ....................................... OBRA:.................................................CATEGORIA: ................................. ENDEREÇO: ............................................................................................. CEP:......................... BAIRRO: .............................. CIDADE:......................... ESTADO: ....................... PAÍS: .....................................… TELEFONE FIXO: .............................. CELULAR: ....................................… ESCOLA E SÉRIE (SE FOR ESTUDANTE): ..........................................................................................................… ................................................................…………………………………………. E-MAIL: ............................................................................................. CURRÍCULO (SE TIVER): ...........................................................................…………………………………… ................................................................................................................ . ..............................................................................................................… ………........................................................................................................ . ASSINATURA DO AUTOR: ........................................................ REGISTRO GERAL N°: .........................................……………….....
  26. 26. 27 XII Jogos Florais de Cantagalo - 2016 Prazo: 30 de Setembro de 2015 Temas exigidos na trova: Nacional - AFETO Novo Trovador - AFEIÇÃO (escrever no envelopinho, abaixo da trova: "NOVO TROVADOR") Estadual - SORRISO Humor (não há a categoria Novo Trovador para humorismo) - ABRAÇO Duas trovas por concorrente. PRAZO: trovas chegadas até 30 de setembro Imprescindível: um e-mail para contato Enviar para: Rua Dr. Nagib Jorge Farah, 204 Cantagalo / RJ 28.500-000 OBS: Considera-se Novo Trovador aquele que ainda não obteve três classificações em concurso de âmbito nacional em trovas líricas/filosóficas. Colocar abaixo da trova “Novo Trovador”. Concurso UBT Nacional (exclusivo para associados das Seções e Delegacias e dos presidentes estaduais e de seção da UBT) Prazo: 30 de setembro de 2015 TEMA: "FIGURAS DO FOLCLORE BRASILEIRO" (para Veteranos e Novos Trovadores) Máximo de duas trovas por concorrente. Prazo máximo = até 30.09.2015 Sistema de Envelopes (colocar, na identificação, a Seção ou Delegacia à qual é filiado) Enviar: A/C Domitilla Borges Beltrame Rua Batista Cepelos, 18, aptº 31 São Paulo - SP Cep 04109-120 Aos Veteranos serão outorgados 05 troféus (Vencedores) e 05 diplomas (Menções). Aos Novos Trovadores, 03 troféus (Vencedores) e 02 diplomas (Menções). A Comissão Julgadora será composta pelos membros da Diretoria Nacional: Domitilla Beltrame, Arlindo Tadeu
  27. 27. 28 Hagen, JB Xavier, Flávio R. Stefani, Carolina Ramos e Maurício N. Friedrich OBS: - A entrega das premiações deste concurso será efetuada durante as festividades da UBT Seção São Paulo. - As premiações dos que não comparecerem serão enviadas via correio para o endereço dos vencedores. OBS: Considera-se Novo Trovador aquele que ainda não obteve três classificações em concurso de âmbito nacional em trovas líricas/filosóficas. Colocar abaixo da trova “Novo Trovador”. Concurso UBT Seção São Paulo (São Paulo homenageia Mário de Andrade) Prazo: 30 de Setembro de 2015 1º tema: Nacional/Internacional, aberto a todos os interessados. Quem for membro da UBT, assinalar VETERANO ou NOVO TROVADOR, abaixo da trova. "RAÍZES" - líricas/filosóficas Enviar para: SELMA PATTI SPINELLI Rua Graúna, 419, aptº 91 Cep 04514-001 - São Paulo - SP 2º tema: Apenas para Assinantes do "Informativo SP" "MISTÉRIO" - líricas/filosóficas Enviar para: ANA CRISTINA DE SOUZA Rua Pariquera-Açu, 78 Cep 04517-010, São Paulo - SP 3º tema: Apenas associados da Seção São Paulo (escrever na trova: VETERANO ou NOVO TROVADOR) "RETALHO" - líricas/filosóficas Enviar para: JB XAVIER Rua Leandro de Carvalho, 273 Cep 01551-010, São Paulo - SP 4º tema: Apenas associados da Seção São Paulo "MODERNO" - humorísticas Enviar para: THEREZINHA DIEGUEZ BRISOLLA Rua Costa Carvalho, 351-A, aptº 54 Cep 05429-130, São Paulo - SP
  28. 28. 29 5º tema: Apenas para Assinantes do Informativo SP e Associados da Seção SP "GÊNIO" ( Concurso Homenagem a Izo Goldman) Enviar para: MARTA MARIA O. PAES DE BARROS Rua Cônego Eugênio Leite, 616, aptº 52 Cep 05414-000, São Paulo - SP Para todos os temas, a data é até 30.09, Sistema de Envelopes Até duas trovas por tema. OBS: Considera-se Novo Trovador aquele que ainda não obteve três classificações em concurso de âmbito nacional em trovas líricas/filosóficas. Colocar abaixo da trova “Novo Trovador”. Concurso Nacional Intersedes 2015 (Exclusivo para Associados da UBT, exceto da seção São Paulo, que coordena o concurso) Prazo: 30 de setembro de 2015 Tema: "MOÇA" (líricas/filosóficas) Prazo Máximo: até 30.09.2015 (carimbo do correio) Enviar para: RENATA PACCOLA Rua Cafelândia, 53 Cep 01255-030, São Paulo - SP Máximo de duas trovas por concorrente (valem cognatos) Sistema de Envelopes. Abaixo da trova digitar VETERANO ou NOVO. Na identificação, citar a qual Seção ou Delegacia pertence. OBS: Considera-se Novo Trovador aquele que ainda não obteve três classificações em concurso de âmbito nacional em trovas líricas/filosóficas. Colocar abaixo da trova “Novo Trovador”. Concurso de Trovas Alternativo "Navegando nas Poesias" - 2015 - 28º Aniversário Prazo: de 01 de setembro a 30 de outubro de 2015. O Alternativo “Navegando nas Poesias” outorgará no mês de setembro 2015, Diploma de Honra ao Mérito a personalidades, pela passagem do seu 28º aniversário. Na ocasião, será lanç ado mais um Concurso de Trovas do ALTERNATIVO.
  29. 29. 30 TEMA: “VALOR” direcionado à importância no meio literário do Alternativo Navegando nas Letras e Artes. Âmbito nacional Uma trova FORMA DE ENVIO: por email - c2013rj@yahoo.com.br e/ou através do sistema de envelope: A/C Agostinho Rodrigues/RJ Caixa Postal 114566 – Campos/RJ – CEP 28010 – 972 Prazo para envio: de 01 de setembro a 30 de outubro de 2015. Resultados em 30 de novembro de 2015. Premiação: Diploma e Medalha: 5 Vencedores e 5 Moções Honrosas. Não haverá Diploma de Participação. O participante ao enviar sua trova, aceita em caráter irrevogável, as condições da comissão julgadora, composta de três membros literatos. A premiação será encaminhada via correio. Não se esquecer de além do nome, registrar o respectivo endereço completo, e-mail, telefone e/ou celular.
  30. 30. 31 VII Concurso Literário “Cidade de Maringá” Prazo: 31 de Outubro de 2015 Promoção: Academia de Letras de Maringá e União Brasileira de Trovadores – Seção Maringá Modalidades: TROVA (lírica ou filosófica e humorística) POEMA LIVRE (máximo 30 linhas) CRÔNICA (máximo 30 linhas) Temas: TROVAS Trova lírica ou filosófica – LEITOR (Categorias "Veteranos" e "Novos Trovadores") OBS: o tema "LEITOR" se aplica também às demais modalidades literárias. Trova humorística - TRAÇA (em humorismo não há distinção entre categorias) POEMA LIVRE – LEITOR CRÔNICA – LEITOR Prazo: 31 de outubro de 2015. Endereço: Academia de Letras de Maringá Caixa Postal 982 - MARINGÁ - PR / CEP: 87001-970 Normas: Máximo 3 (três) trabalhos em cada modalidade. Trova: Sistema de envelopes. As trovas devem ser coladas na face de um pequeno envelope. Dentro dele deverá estar o nome do autor com seus dados pessoais: endereço postal completo, e-mail e telefone. No caso de Novo Trovador, digitar Novo Trovador abaixo da trova. Demais modalidades: Papel A-4, em quatro vias, Times New Roman, corpo 12, usando pseudônimo. Anexar envelope menor (fechado) indicando externamente a modalidade, título e pseudônimo, e, internamente, identificação do concorrente: nome, endereço postal completo, telefone, assinatura e e- mail. Todos os textos devem ser inéditos e não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total
  31. 31. 32 ou parcialmente, até a data da publicação do resultado da seleção. Os resultados serão divulgados, a partir do dia 20 de dezembro de 2015, no site da ALM: www.academiadeletrasdemaringa.com.br; no facebook da ALM e no da UBT Seção Maringá. Premiação: Troféu e diploma para 10 (dez) vencedores na modalidade Trova lírica ou filosófica (sendo 07 para trovadores "Veteranos" e 03 para "Novos Trovadores") e 05 (cinco) vencedores em cada uma das demais modalidades (Trova humorística, Poema Livre e Crônica). Os autores dos trabalhos premiados autorizam sua publicação pelas entidades organizadoras, sem ônus de nenhuma espécie. As decisões das comissões julgadoras serão definitivas. A participação no concurso significa aceitação plena das normas aqui relacionadas. Não poderão participar do concurso os membros efetivos da Academia de Letras de Maringá e da União Brasileira de Trovadores – Seção Maringá. OBS: Considera-se Novo Trovador aquele que ainda não obteve três classificações em concurso de âmbito nacional em trovas líricas/filosóficas. Colocar abaixo da trova “Novo Trovador”. Coordenação Geral do Concurso ALM / UBT - Maringá - Contatos Jeanette Monteiro De Cnop presidente da ALM- decnop@hotmail.com – (44) 9951-0886 Hulda Ramos Gabriel secretária geral da ALM- huldar@hotmail.com – (44) 3227-3364 / 9948-6047 (Tim) / 8830-0617 (Claro) Alberto Paco presidente da UBT/Maringá albertopaco@wnet.com.br – (44) 9982-0926 Eliana Palma coordenadora do concurso – mep@teracom.com.br – (44) 9145-0952 15º Concurso Nacional de Poesias CNEC – Unidade de Capivari/SP Prazo: 27 de agosto de 2015 R E G U L A M E N T O (edição comemorativa de 15 anos do Concurso) 1. O 15º Concurso Nacional de Poesias é uma realização da CNEC – Unidade de Capivari/SP, instituição mantida pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, com sede à Rua Barão do Rio
  32. 32. 33 Branco, nº 374, Centro - Capivari/SP, CEP 13360- 000, inscrita no CNPJ sob nº 33.621.384/0587-02. 2. DAS CATEGORIAS CONCORRENTES: O Concurso Literário Cenecista é composto de 6 (seis) categorias, sendo: • JOÃO BATISTA PRATA, para concorrentes com idade de 7 a 11 anos. • HOMERO DANTAS, para concorrentes com idade de 12 a 16 anos. • RODRIGUES DE ABREU, para concorrentes com idade de 17 a 21 anos. • AMADEU AMARAL, para concorrentes com idade de 22 a 49 anos. • TARSILA DO AMARAL, para concorrentes com idade a partir dos 50 anos. ANICIDE TOLEDO*, categoria especial para Edição Comemorativa do aniversário de 15 anos do Concurso. OBS: a Categoria Anicide Toledo será exclusiva para poetas de Capivari e Rafard em consagração das cidades-irmãs onde se iniciou e a partir das quais se consolidou Brasil afora o Concurso de Poesias CNEC Capivari/SP. Para participar da Categoria Anicide Toledo desta edição, os poetas terão que estar dentro dos seguintes requisitos: - que possuam Poesias Publicadas em Mídias Escritas ou Virtuais (há mais de um ano) e/ou em livros; - idade a partir dos 15 anos; - residam em Capivari e/ou Rafard. 3. DAS INSCRIÇÕES E ENVIO DAS POESIAS a) CADA PARTICIPANTE PODERÁ INSCREVER-SE COM ATÉ 2 (DUAS) POESIAS INÉDITAS. b) O tema das poesias é livre. c) A inscrição no Concurso é gratuita. d) As poesias deverão ser de autoria do inscrito e não serão aceitas poesias coletivas. e) A publicação em blogs pessoais não invalida o ineditismo, porém a publicação em livro ou antologias invalida a inscrição. f) As inscrições serão feitas por meio do preenchimento do FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO, disponível no site: www.cneccapivari.br, e enviadas: F1) PESSOALMENTE: de 11/06/2015 até 27/08/2015, junto à Secretaria da CNEC – Unidade de Capivari - SP, situada à Rua Barão do Rio Branco, nº 374, Centro, Capivari/SP - CEP 13360-000, de segunda à sexta-feira, das 09h00 às 17h00 e das 19h00 às 21h00.
  33. 33. 34 F2) VIA CORREIO: enviadas à referida Secretaria, no endereço acima especificado, com postagem até o dia 28 de Agosto de 2015. As poesias recebidas com postagem após esta data serão automaticamente desclassificadas. O concorrente deve entregar 02 (duas) cópias nítidas da poesia, identificada/assinada apenas com o pseudônimo (nome fictício). A poesia deverá ser inédita (entende-se por inédito os textos não publicados em livros, revistas, jornais, ou classificados em quaisquer concursos de cunho literário), de no máximo duas páginas, datilografada ou digitada em um só lado de folha, impressa em sulfite A4, cor automático ou preto, com fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 ou 14 e espaçamento duplo. Tanto o formulário quanto a poesia deverão ser digitados. A entrega da poesia deve seguir os seguintes procedimentos: 1º - As poesias deverão ser colocadas em um único envelope. 2º - O concorrente também deverá colocar no interior deste mesmo envelope uma folha contendo o FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO devidamente preenchido com os seus dados pessoais e endereço completos: e-mail (se tiver), o pseudônimo e os títulos das poesias inscritas. 3º As poesias da Categoria Especial não concorrerão a prêmios e nem serão classificadas. Elas serão selecionadas por um júri especial e as 15 escolhidas serão publicadas no Livro, na categoria especifica, pela ordem alfabética do último sobrenome do autor. §1º.: O Poeta que quiser participar da categoria Anicide Toledo (desde que dentro dos pré- requisitos) e optar por participar de alguma outra categoria (em sua faixa etária especifica) terá que para isso selecionar poesias diferentes e enviar em envelopes diferentes às suas categorias. §2º.: Conforme exposto anteriormente, cada participante poderá se inscrever com até 02 (duas) poesias, sendo contemplado apenas uma única vez com prêmio na sua categoria. Cada vencedor poderá, ainda, ter o segundo trabalho selecionado entre as poesias classificadas para publicação no livro. A promotora não fará confirmação das poesias recebidas via correio. g) O concorrente é único e inteiramente responsável por garantir que suas poesias sejam inéditas, sendo responsável, civil e criminalmente, em caso de cópia. Todas as poesias recebidas que não estiverem de acordo com o disposto neste regulamento serão automaticamente desclassificadas. No caso de menores, responderá em seu lugar o responsável legal.
  34. 34. 35 h) A CNEC Capivari e a Comissão Organizadora do 15º Concurso de Poesias da CNEC Capivari/SP não se responsabilizam por inscrições não efetivadas por motivos de ordem técnica, falhas de comunicação, congestionamento de linhas de comunicação, divergência de horário ou outros fatores que impossibilitem a transferência de dados. i) O envio das poesias e preenchimento dos dados significa a concordância total com o regulamento. 4. DA COMISSÃO ORGANIZADORA Os Diretores do Concurso são nomeados pela Direção da CNEC- Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - Capivari/SP. Os Diretores do Concurso nomeiam, a partir de então, os membros da Comissão que é formada por representantes do corpo técnico administrativo da CNEC/Capivari-SP e da comunidade Capivariana. 5. DA COMISSÃO JULGADORA 1) A Comissão Julgadora das Poesias será composta por pessoas capacitadas e de caráter idôneo, nomeadas pela Comissão Organizadora do Concurso e será constituída por professores e/ou pessoas ligadas à área jornalística, artística ou literária. 2) As poesias serão selecionadas e classificadas pela Comissão Julgadora, sendo, que os Jurados usarão de seu livre critério para seleção e classificação das Poesias. 3) A seleção e classificação feita pela Comissão Julgadora são soberanas e irrevogáveis. 6. DAS POESIAS INSCRITAS A Comissão Organizadora analisará e selecionará as Poesias que estão de acordo com o este Regulamento, todas, dentro dos padrões estabelecidos (verificar itens 03 e 10), serão encaminhadas para Comissão Julgadora. 7. DAS POESIAS CLASSIFICADAS Para está Edição Especial serão classificadas 90 poesias (sendo 15 em cada categoria tradicional do Concurso mais as 15 de poetas Capivarianos e/ou Rafardeses para a Edição Comemorativa de 15 anos) para publicação em livro específico que farão parte do Livro Comemorativo de 15 anos do concurso e também no portal de Internet da CNEC – Unidade de Capivari/SP: http://www.cneccapivari.br/concursodepoesias. As poesias enviadas não serão devolvidas. 8. DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS A comunicação dos autores classificados se fará PRIORITARIAMENTE através do site http://www.cneccapivari.br/concursodepoesias a partir do dia 16 de Setembro de 2015. A CNEC – Unidade de Capivari/SP não se responsabiliza pelos dados incompletos que possam inviabilizar o contato com os autores classificados. 9. DA PREMIAÇÃO
  35. 35. 36 A solenidade de premiação acontecerá em data, local e horário a serem divulgados no site http://www.cneccapivari.br/concursodepoesias, no município de Capivari e/ou Rafard, Estado de São Paulo. Na oportunidade, os classificados de cada categoria receberão como prêmio 01 (um) volume do livro publicado. Os três primeiros colocados de cada categoria receberão além do livro do concurso e um troféu, exceção para a Categoria Anicide Toledo cujos participantes não receberão prêmio classificatório (por se tratar de uma categoria especial), todavia, estes serão contemplados com um exemplar do livro. Se por algum motivo o vencedor ou o classificado não puder comparecer à cerimônia de premiação, o troféu e o livro serão enviados via correio para o endereço indicado no ato da inscrição. Em caso de informações incorretas declaradas no ato da inscrição que impossibilitem o contato pela Promotora, os selecionados terão, impreterivelmente, até o dia 10 de Março de 2016 para reivindicar o prêmio a que tenham direito. Para tanto, poderão entrar em contato pelo telefone: (19) 3492-8888 ou ainda, pessoalmente, na Rua Barão do Rio Branco, nº 374, Centro, Capivari/SP, no horário comercial. O participante contemplado deverá apresentar, no ato da premiação, original ou cópia autenticada do RG ou CPF, bem como assinar o recibo que, de posse da Promotora, constituirá prova da entrega do prêmio, após o término do Concurso. **As despesas com viagem, estada, alimentação e outras decorrentes do comparecimento à solenidade de premiação correrão única e exclusivamente por conta dos autores selecionados. 10. DA RESPONSABILIDADE a) O participante é responsável pela veracidade dos dados fornecidos, bem como, por conceitos e opiniões expressados; b) Para efeitos legais os autores, ao enviar as poesias, estarão garantindo ser os legítimos criadores do texto escrito; c) O participante assume inteira e exclusiva responsabilidade na hipótese de constatação de plágio total ou parcial sujeitando-se as penalidades previstas na lei para o caso de violação dos direitos autorais (art.184, Cód. Penal); d) O participante está ciente de que serão desclassificados os trabalhos enviados fora do prazo ou divergentes às normas desse Regulamento; e) O simples ato de inscrever-se no presente concurso implica na aceitação tácita dos termos deste Regulamento, bem como autoriza a publicação da poesia sem nenhum ônus relativo a Direitos Autorais e de uso, por tempo indeterminado, do nome e imagem do autor para fins de promoção do Concurso de Poesias da CNEC – Unidade de Capivari/SP;
  36. 36. 37 f) Não poderão participar com trabalhos inscritos no 15º Concurso de Poesias da CNEC – Unidade de Capivari/SP membros das Comissões Organizadora e Julgadora e, seus parentes de primeiro grau e os funcionários da Mantida CNEC – Unidade de Capivari/SP. 11. As datas para conclusão das várias etapas do presente concurso poderão ser prorrogadas pela Comissão Organizadora, se necessário para que o evento alcance os seus objetivos. 12. Eventuais dúvidas, reclamações e controvérsias resultantes da má interpretação deste Regulamento, bem como sobre itens não previstos no mesmo, serão submetidas para análise, apreciação e solução pela Comissão Organizadora. Para sugestões e mais informações fica à disposição dos interessados o telefone: (19) 3492-8888. 13. DAS CONDIÇÕES GERAIS O presente regulamento poderá ser alterado, suspenso ou cancelado pela CNEC Capivari/SP caso ocorra algum fator que comprometa a realização do Projeto Inicial. 14. FORO Fica eleito o Foro da Comarca de Capivari/SP como o único competente, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir eventuais questões judiciais relativas ao 15º Concurso Nacional de Poesias da CNEC – Unidade de Capivari/SP. DENILTON DOS SANTOS ROCHA E MARIA ANGELA PIAI Presidentes da Comissão Organizadora 15º Concurso de Poesias CNEC – Unidade de Capivari/SP
  37. 37. 38 III Concurso de Poesias 20 de Outubro “Regina de Souza Marques Almeida” Prazo: 31 de agosto de 2015 Regulamento: 1 – A Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba – ALAMI – com a parceria da Fundação Cultural de Ituiutaba, em comemoração ao Dia do Poeta, promove o III Concurso de Poesia 20 de Outubro, uma atividade de caráter lítero-cultural sem fins lucrativos, que homenageia a escritora e poeta REGINA DE SOUZA MARQUES ALMEIDA. 2 – Poderão inscrever-se poetas de qualquer nacionalidade (desde que a poesia seja escrita em língua portuguesa). A inscrição implica em concordância automática com todas as cláusulas deste regulamento. 3 - A poesia, escrita em língua portuguesa, deverá ser inédita e, apresentada em quatro vias digitadas em corpo 12. Cada participante poderá si inscrever com até 3 (três) poesias, contido em até duas páginas cada uma, o tema é livre. O concorrente é único e inteiramente responsável por garantir que suas poesias sejam inéditas, sendo responsável, civil e criminalmente, em caso de cópia. 4 - As poesias deverão ser enviadas dentro de um envelope, identificado na frente com o nome do concurso. Dentro, enviar um envelope menor, lacrado, identificado na parte externa apenas com o título da poesia e o pseudônimo utilizado, neste envelope menor deverá conter uma folha com os seguintes dados: nome completo e pseudônimo, endereço, e-mail, telefone para contato e dados biográficos. 5 – O prazo para a inscrição termina, impreterivelmente, no dia 31 de agosto de 2015, valendo a data do carimbo do correio ou o comprovante de entrega em mãos, no seguinte endereço: ALAMI – Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba – Avenida Três, número 240 – Casa da Cultura Ituiutaba –MG – CEP 38.300-160 6 – As poesias serão analisadas pela Comissão Organizadora que fará a triagem inicial e submeterá as 50 (cinqüenta) melhores, para classificação final à outra banca, composta de, no mínimo, três membros de notório conhecimento na matéria. 7 – Ao autor da poesia classificada em 1º. Lugar será oferecido como prêmio a quantia de R$200,00 (duzentos reais), certificado e livros da biblioteca da ALAMI.
  38. 38. 39 8 – A poesia premiada será publicada no blog da ALAMI – http://solardaliteratura.blogspot.com.br - e outros sites literários que prestam serviços de divulgação de concursos literários. A Comissão Julgadora selecionará mais nove poesias e os autores destas receberão, via e-mail, Certificado de Menção Honrosa. Poderá a ALAMI publicar uma Antologia com as cinqüenta melhores. 9 – O resultado do Concurso sairá numa data bem próxima do dia 11 de dezembro de 2015 e os prêmios serão entregues na solenidade PREMIO MÉRITO CULTURAL, na sede da Biblioteca Municipal de Ituiutaba. (aos ganhadores de cidades distantes, não podendo comparecer, receberão o prêmio via correio). 10 - Para todos os efeitos legais o participante do presente Concurso declara ser o legítimo autor da poesia inscrita e garante o ineditismo da mesma, responsabilizando-se e isentando a ALAMI de qualquer reclamação ou demanda que porventura venha a ser apresentada em juízo ou fora dele. 11 – A informação do resultado será através do site: http://www.solardaliteratura.blogspot.com.br, telefone ou e-mail. 12 – Não haverá devolução das poesias inscritas. Findo o concurso, serão incineradas com os respectivos envelopes de identificação. As decisões da Comissão Organizadora e da Comissão Julgadora são irrecorríveis. 13 – Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela ALAMI 14 - Fica eleito o Foro da Comarca de Ituiutaba/MG como o único competente, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que seja, para dirimir eventuais questões judiciais relativas ao III Concurso de Poesias 20 de Outubro “Regina de Souza Marques Almeida” Ituiutaba, 31 de maio de 2015. A L A M I Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba. www.solardaliteratura.blogspot.com.br alamiacademia@gmail.com Comissão Organizadora: Enio Eustáquio Ferreira– Presidente da ALAMI Membros: Sonone Luiz Vilela Junqueira Adelaide Pajuaba Nehme Jose Maria Franco de Assis Luciano Vilela Teodoro
  39. 39. 40 Nota sobre o Almanaque O download (gratuito) dos números anteriores em formato e-book, pode ser obtido em http://independent.academia.edu/JoseFeldman Os textos foram obtidos na internet, em jornais, revistas e livros, ou mesmo colaboração do poeta e escritores. As imagens são montagens, cujas imagens principais foram obtidas na internet e geralmente sem autoria, caso contrário, constará no pé da figura o autor. Alguns textos obtidos na internet não possuem autoria. Este Almanaque tem a intencionalidade de divulgar os valores literários de ontem e de hoje, sejam de renome ou não, respeitando os direitos autorais. Seus textos por normas não são preconceituosos, racistas, que ataquem diretamente os meios religiosos, nações ou mesmo pessoas ou órgãos específicos. Este almanaque não pode ser comercializado em hipótese alguma, sem a autorização de todos os seus autores.

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