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correntes eléctricas C.A. elevadas fluem através dos espaços intra e extra celulares (11) (veja
Fig. 2, abaixo), proporc...
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Fig.2. Distintas rotas dos fluxos de corrente eléctrica CC e AC através do corpo
Fisiologia do Fluido Intersticial
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Pressão hidrostática no Capilar sanguíneo:
A parede capilar actua como uma "barreira" de filtração. A maioria do fluido ...
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No término da arteríola, a pressão hidrostática é mais alta que a oncótica, havendo movimento
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Fig.4 Efeito de distância intercapilar na relação entre entrega e o consumo de oxigénio,
quando a entrega está reduzida ...
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Fig 5. Efeitos da
entrada de Na+ na
célula no equilíbrio
electrolítico e na
produção de
ATP/VO2
Quando aumenta a concent...
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Visto que a corrente eléctrica C.C. atravessa apenas o fluido intersticial, foi proposto que se
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A modelação médica é uma ferramenta de controlo e é útil em decisões terapêuticas. Não se
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Avaliação directa
Uma primeira localização de órgãos através de problemas directos surgiu através da aplicação
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3. Cronoamperometria: A equação de Cottrell (2) (27)
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• Problema inverso para a modelação do corpo humano através do uso do sistema EIS
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DDAH em crianças 2007 Dr.Caudal Frederique
Este estudo foi orientado para validar o seguinte:
• O EIS pode ser usado co...
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Definição de dispositivo de Biofeedback
Biofeedback é uma forma da medicina alternativa que envolve a medição dos proce...
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11) Hanaki N, Ishikawa M, Nishioka M, Kashiwagi Y, Miki H, Miyake H, Tashiro S.
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34) - H.W. Davenport, A.B.C. of the Acid Base Chemistry, Univ. of Chicago Press, 6e éd.
1974.
35) Lehmann-Horn, F., & J...
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55) P. Duhamel and M. Vetterli, « Fast Fourier transforms: a tutorial review and a state of
the art, » Signal Processin...
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  1. 1. 1 FUNDAMENTOS Sistema BF E.I.S Varrimento Eléctrico Intersticial Especialidade Médica: Neurologia
  2. 2. 2 Fabricante, Desenvolvedor de especificações: L.D Technology 4000 Ponce de Leon, Suite 470, Coral Gables FL, 33146, USA Dispositivo de Biofeedback. Classe 2 FUNDAMENTOS DO SISTEMA EIS O design do sistema EIS é baseado em: • Impedância Bioeléctrica e fisiologia do fluido intersticial • Modelação do corpo humano de acordo com formulação matemática de problemas directos e inversos • Cronoamperometria de acordo com a equação do Cottrell (fórmula electroquímica) • Investigações clínicas • Análise estatística 1. Impedância Bioeléctrica As medições de impedância bioeléctrica (BIM) representam uma gama extensa de antigas e recentes tecnologias e métodos não-invasivos onde é aplicada uma corrente eléctrica muito pequena no corpo, através de um ou mais eléctrodos de superfície, e o pulso de electricidade resultante que atravessa o corpo é recebido noutros eléctrodos de superfície, colocados num outro lugar no corpo (veja Fig. 1, abaixo). Ocorre uma queda da voltagem quando a corrente encontra impedância ou resistência inerente nos fluidos e tecidos pelos quais passa no seu trajecto através dos vários "compartimentos" fisiológicos do corpo. (1) (3). Estes compartimentos incluem a corrente sanguínea, o espaço intracelular, o sistema linfático, o espaço intersticial, e outros. (4) (5) Esta queda na voltagem proporciona informação indirecta sobre as propriedades físicas e químicas do compartimento pelo qual a corrente passou. Tecnicamente, a termo "impedância" refere-se a C.A. e o termo "resistência" refere-se a C.C. Métodos de Impedância Bioeléctrica por Corrente Alterna Indicação 1 do sistema EIS (veja a pasta: ESPECIFICAÇÕES) A forma mais comum de BIM usa corrente alterna (C.A.). Há imensos sistemas de BIM de C.A. comercialmente e prontamente disponíveis e feitos sob encomenda que diferem amplamente em desígnio e complexidade. (6) A maioria dos sistemas é usada para calcular o conteúdo gordo do corpo indirectamente medindo o total de água corporal.* (7) (8) Estes sistemas empregam tipicamente electricidade em C.A. com uma extensa gama de correntes, frequências e voltagens. A quantidade de electricidade distribuída pelo corpo é normalmente imperceptível e muito abaixo do nível em que causaria dano celular ou tecidual.(9) (10) Estudos com Sistemas de BIM de C.A. que operam a 50 MHz ou mais, revelaram que estas
  3. 3. 3 correntes eléctricas C.A. elevadas fluem através dos espaços intra e extra celulares (11) (veja Fig. 2, abaixo), proporcionando assim informação relativamente não específica respeitante às propriedades físicas e composição química dos compartimentos corporais. *O software calcula água total corporal (ATC) com o número Z de impedância do envio de 200KHz e a fórmula v= ρ Ht2 /Z, (Ht é a altura do sujeito) e então a água extra-celular com o número de Z de impedância do envio de 50KHz é descrita pela fórmula: Massa magra = ATC em Kg/0.732 MG em Kg = peso total - massa magra Métodos de Impedância Bioeléctrica por Corrente Directa de Baixa-Intensidade Indicações 2,3,4 do sistema EIS (veja Pasta Especificações) Ao contrário da impedância bioeléctrica por C. A., a corrente eléctrica produzida pelos métodos de impedância bioeléctrica de C.C. atravessa especificamente os compartimentos do fluido intersticial (23) (veja Fig. 2, abaixo). Os compartimentos do fluido intersticial representam aproximadamente 16% da água corporal total, (24) (26) e a impedância bioeléctrica por CC, através da aplicação da mesma fórmula matemática, mede o volume de fluido intersticial. O fluido intersticial é formado pela água extracelular e solutos circundantes das células, mas fora da corrente sanguínea e do sistema linfático. O fluido intersticial forma a interface microscópica entre células e os capilares sanguíneos. Fig. 1: Schematic of the Principles of Bioelectric Impedance Scanning Current Source Voltage DetectorCurrent field lines Measured biological resistance and reactance Surface electrode Surface electrode
  4. 4. 4 Fig.2. Distintas rotas dos fluxos de corrente eléctrica CC e AC através do corpo Fisiologia do Fluido Intersticial Não existe nenhum método directo, actualmente disponível, que permita fazer amostragem do fluido intersticial. A composição do fluido intersticial, que constitui o ambiente celular e é regulado pela actividade das células e pela distribuição iónica, foi anteriormente medida através de técnicas de sucção vesicular ou óleo de parafina ou por implantação de uma cápsula perfurada ou pavio. Os resultados variaram, dependendo da técnica de amostragem e espécies animais investigadas. (52) Num dos estudos, a distribuição iónica entre os compartimentos vascular e intersticial concordou com o equilíbrio de Donnan (51); noutros, as concentrações de sódio e potássio eram mais altas no fluido intersticial do que no plasma (51). No entanto, as publicações (51) (52) permitiram estabelecer os seguintes elementos: 1. O Fluido intersticial difere do sangue (inteiro) pela ausência de células vermelhas e difere do plasma sanguíneo pela existência de muito menos proteínas (51). A ausência de hemoglobina e nível baixo de proteínas, que são os protectores principais do sistema sanguíneo, explicam um pH intersticial mais ácido e, mais significativamente, as variações nos gases fluidos intersticiais e gases sanguíneos (52). 2. Qualquer substância que passa entre as células e a corrente sanguínea tem que atravessar o espaço intersticial. Estas substâncias incluem oxigénio, dióxido de carbono, glicose, assim como milhares de outros compostos (27) (28). 3. Ao contrário a corrente sanguínea o fluido intersticial está estagnado 4. O volume do fluido intersticial está proximamente relacionado com a concentração de sódio (52). As trocas entre o sector vascular e o fluido intersticial são complexas. A distribuição dos electrólitos de cada lado da membrana é regulada pelo "equilíbrio de Donnan" que explica o motivo pelo qual a concentração de sódio é mais importante no sector plasmático. (51) Através do uso de CC e da mesma fórmula da medida da ATC (veja p.2), podemos calcular o volume do fluido intersticial e então a concentração de sódio.
  5. 5. 5 Pressão hidrostática no Capilar sanguíneo: A parede capilar actua como uma "barreira" de filtração. A maioria do fluido dentro dos capilares sanguíneos é retido, mas algum é filtrado pelos poros entre as células, impulsionado pela diferença de pressão entre o sangue capilar e o fluido insterticial. A água e os solutos de pequena dimensão podem atravessar estes poros livremente. O efeito líquido da pressão hidrostática é de uma perda de água e de soluto do plasma para o fluido intersticial. Porém, a parede capilar (células e poros) é impermeável às proteínas do plasma e aos lípidos. Sob condições normais, estes ficam no plasma. De notar que os capilares sanguíneos também podem filtrar proteína. A pressão hidrostática nos capilares sanguíneos é inferior a das artérias e diminui ao longo do tamanho do capilar sanguíneo à medida que o sangue flui. Ao término arterial do capilar sanguíneo, a pressão é normalmente cerca de 35 mm de Hg (devido à queda de pressão causada pela resistência nas arteríolas). No término venoso do capilar sanguíneo, a pressão está na gama dos 15 mm de Hg. Pode ser assumido que o perfil de pressão meio-capilar é linear. Forças osmóticas nos capilares sanguíneos: Devido ao facto de a parede capilar ser permeável a água, mas essencialmente impermeável às proteínas do plasma, estas moléculas geram uma pressão osmótica. Além disso, tendo em conta que estas proteínas têm carga negativa, tendem a apreender catiões adicionais no plasma (efeito de Gibbs-Donnan), acentuando adicionalmente o gradiente osmótico entre o plasma e o fluido intersticial. O efeito combinado (osmótico e Gibbs-Donnan) resulta numa pressão que remove água do intersticío para o plasma. Esta pressão é conhecida como a Pressão Osmótica Coloidal (frequentemente designada apenas Pressão Oncótica). Esta pressão é proporcional à diferença de concentração de proteína entre o plasma e o fluido intersticial. Comparado ao salino puro, o plasma exerce aproximadamente 28 mm de Hg de Pressão Oncótica, enquanto o fluido intersticial tem apenas cerca de 3mm de Hg. A Pressão Oncótica líquida é assim cerca de 25 mm de Hg. Este valor permanece aproximadamente constante em todo o comprimento da maioria das estruturas capilares. A Relação de Starling O fisiologista britânico Starling foi o primeiro a identificar a inter-relação entre a pressão hidrostática e as forças oncóticas dentro do capilar sanguíneo. A pressão hidrostática tende a fazer o fluido deixar o plasma e pressão oncótica contraria esta tendência. Estas duas forças tendem a equilibrar-se. Porém, as forças hidrostáticas diminuem gradualmente a medida que aumenta o comprimento do capilar sanguíneo, enquanto a pressão oncótica permanece constante. Se estas pressões fossem representadas graficamente, este aparentaria aproximadamente como a figura seguinte: Fig.3
  6. 6. 6 No término da arteríola, a pressão hidrostática é mais alta que a oncótica, havendo movimento de fluido do plasma para o fluido intersticial. A magnitude deste fluxo de água é indicada pela área azul clara à esquerda (setas que apontam para baixo). No término da vénula, a pressão hidrostática desce abaixo da pressão oncótica. O fluido movimenta-se ao contrário, do fluido intersticial para o plasma. A magnitude deste fluxo inverso é indicada à direita (setas que apontam para cima) pela área verde. Numa estrutura capilar normal, o ganho e a perda de fluido a partir do plasma estão bastante equilibrados, havendo assim pequena ou praticamente nenhuma mudança líquida nos e volumes do plasma e do fluido intersticial. Analisando como a variação da resistência muda as pressões capilares: O sistema vascular é constituído por um conjunto de canais altamente ramificado que levam o sangue a todas as partes do corpo. A pressão sanguínea é o resultado do bombear do coração e afecta o movimento de fluidos ao longo do sistema vascular. Muitos outros sistemas dependem de como a pressão sanguínea é “sentida” nos capilares sanguíneos como uma função da resistência arterial. Os fluidos movem-se através dos vasos sanguíneos (como com qualquer tipo de tubo) quando existe uma diferença de pressão entre o início e término do tubo. Da mesma maneira que água se move continuamente em declive, á medida que um rio flui, a pressão diminui continuamente desde o começo até o término de um vaso. Considerando que os capilares sanguíneos estão (de certo modo) a meio caminho entre artérias e veias, a sua pressão será inferior á pressão arterial central e superior á pressão venosa central. Também, dentro dos capilares sanguíneos, a pressão cai gradualmente do seu lado arteriolar para o seu lado venular. Quando é introduzida uma resistência muito maior ao fluxo no meio deste tubo (como um dique construído num rio, ou uma "dobra" num tubo), a pressão acima dessa resistência será mais próxima da existente no início do tubo, e a pressão abaixo dessa resistência será mais próxima da existente no término do tubo. As arteríolas estreitam os vasos sanguíneos, provocando uma resistência relativamente grande ao fluxo. Acima destas a pressão está muito mais próxima a pressão arteriolar central, enquanto abaixo, no início dos capilares sanguíneos, a pressão é aproximadamente de 35 mm Hg. Quando as arteríolas dilatam (e fazem menos resistência), a pressão nos capilares sanguíneos sobe (mais próxima da pressão arterial). Quando as arteríolas contraem (mais resistência), então a pressão subirá ainda mais acima destas, e baixará nos capilares sanguíneos. Oxigénio e Fluido intersticial
  7. 7. 7 Fig.4 Efeito de distância intercapilar na relação entre entrega e o consumo de oxigénio, quando a entrega está reduzida por hipoxia (uma baixa em PaO2), fluxo reduzido (estagnado) e anemia (redução da concentração de hemoglobina) BMJ. 1998 Novembro 14; 317(7169): 1370–1373. Copyright © 1998, British Medical Journal Actividade celular e equilíbrio iónico Quando diminui a concentração de sódio no fluido intersticial, a entrada de sódio na célula afecta o tecido nas seguintes formas: 1. Aumento do volume celular 2. Diminuição da actividade mitocondrial e da produção de ATP 3. Diminuição do consumo de oxigénio 4. Saída de iões K+ e H+ intracelulares para o fluido intersticial, causando acidose intersticial e alcalose intracelular. De notar que o equilíbrio ácido-base intersticial e intracelular está relacionado com actividade celular devido à ausência de hemoglobina e proteínas (buffers) 5. Retenção de Cloro intersticial e a correspondente retenção de bicarbonato intracelular 6. Aumento intersticial de CO2, resultando num aumento da eliminação de CO2, através da circulação sanguínea, pelos pulmões 7. Diminuição do volume do fluido intersticial, a pressão oncótica é mais elevada que a pressão hidrostática 8. Microcirculação sanguínea: vasodilatação e redução da viscosidade do sangue
  8. 8. 8 Fig 5. Efeitos da entrada de Na+ na célula no equilíbrio electrolítico e na produção de ATP/VO2 Quando aumenta a concentração de sódio no fluido intersticial, a saída de sódio da célula afecta o tecido nas seguintes formas: 1. Diminuição do volume celular 2. Aumento da actividade mitocondrial e da produção de ATP 3. Aumento do consumo de oxigénio 4. Entrada de iões K+ e H+ intersticiais para a célula, causando alcalose intersticial e acidose intracelular 5. Entrada de Cloro intersticial no espaço intracelular e correspondente redução intracelular de bicarbonato 6. Diminuição de CO2 intersticial, resultando numa redução da eliminação de CO2 através da circulação sanguínea, pelos pulmões 7. Aumento do volume do fluido intersticial, a pressão hidrostática é mais alta que a pressão oncótica 8. Microcirculação sanguínea, vasoconstrição e aumento da viscosidade do sangue Fig 6. Efeitos da saída de Na+ da célula no equilíbrio electrolítico e na produção de ATP
  9. 9. 9 Visto que a corrente eléctrica C.C. atravessa apenas o fluido intersticial, foi proposto que se pudesse detectar uma anomalia na composição química do fluido intersticial e nos parâmetros fisiológicos dos tecidos usando um Dispositivo de BIM C.C. com sensibilidade adequada. Correspondência de valores intersticiais e do sangue: Tabela 1 Estudos de referência: Niels Fogh-Andersen, Burton M. Altura, Bella T. Altura, e Ole Siggaard-Andersen CLIN. CHEM. 41/10, 1522-1525 (1995) Gilanyi M, Ikrenyi C, Fekete J, Ikrenyi K, Kovach AGB. Ion concentrations in subcutaneous interstitial fluid: measured versus expected values. Am J Physiol 1988; 255:F513-9 Tabela 1. 2. Modelação Prefácio da modelação: (30) O dispositivo E.I.S permite fazer uma modelação do corpo humano. O que é uma modelação? A modelação não é a imagem convencionalmente usada em medicina. A aproximação é mais similar á aproximação de um físico. Reduzimos a diversidade e complexidade das funções corporais através de uma escolha apropriada de suposições e medidas. Mantemos apenas as propriedades físicas do sistema corporal que se relacionam com o problema proposto. Em resumo, propomos um modelo de aproximação da realidade. A abstracção é a base conceitual de um modelo: um objecto real, um fenómeno é analisado de forma a preservar apenas as características essenciais, aquelas que têm influência no que desejamos estudar. Temos que dividir problemas complexos problemas mais simples. Este método foi expresso por René Descartes (França) no seu Discourse on the Method: “…divido cada uma das dificuldades a examinar em pequenos fragmentos e isso será o necessário para resolve-las todas." Constantes bioquímicas Sangue venoso Sangue arterial Sangue capilar Fluido intersticial Intracelular Na+ mEq/l 130 137 135 130 10 K+ mEq/l 4 4 4 3.17 140 Ca ++ mEq/l 2.5 2.2 2.3 1.55 0.0001 Mg mEq/l 0.64 0.62 0.60 0.50 58 Cl- mEq/l 104 101 103 106 4 HCO³ mEq/l 22 24 23 24 10 P mEq/l 2.5 2.3 2 0.70 75 SO 4 mEq/l 0.8 0.6 0.5 0 2 Glicose mg / dl 1 1 1.01 0.90 0 à 20 Colesterol mg/dl 0.65 0.630 0.676 0.188 0.2 Po ² mmHg 80 90 89 87.2 20 Pco ² mmHg 46 40 42 46 50 pH 7.35 7.4 7.35 7.33 7.0 Proteína s gm/dl 72 74 73.7 20.6 68
  10. 10. 10 A modelação médica é uma ferramenta de controlo e é útil em decisões terapêuticas. Não se pretende que a modelação reproduza a realidade com exactidão; apenas um modelo idêntico ao sistema poderia ser considerado como uma representação exacta de realidade. A simulação proporciona a compreensão, tornando possível formular teorias e testa-las conduzindo por vezes a compreensão daquilo que seria antes incompreensível, funcionando através de uma lógica centrada no computador. Corpo humano, actividade eléctrica e modelação O corpo humano possui actividade eléctrica mensurável através de eléctrodos cutâneos que utilizam o princípio da bioimpedância eléctrica. O problema directo é a simulação do potencial eléctrico gerado a partir de uma fonte de alimentação. (30) (31) (32) A modelação será o resultado de algoritmos matemáticos designados problemas directos e inversos. (64) Fórmula matemática para métodos directos: Equação de Maxwell Tal como todos os problemas de electromagnetismo, as equações de Maxwell são o ponto de partida. E e ρ representam o campo eléctrico Problemas directos no Sistema EIS Tabela 2. Os 22 volumes e a sequência de registo
  11. 11. 11 Avaliação directa Uma primeira localização de órgãos através de problemas directos surgiu através da aplicação do cálculo matemático dos diagramas de Venn. Porém, esta área de localização de órgãos diferentes não é suficientemente precisa visto que podem ser incluídos vários órgãos na mesma área. Fig.7 Localizar órgãos diferentes com precisão requer a aplicação de problemas inversos Método para os problemas inversos: Os algoritmos matemáticos dos "problemas inversos" são baseados no seguinte princípio: "Cada fenómeno é dirigido por equações com parâmetros tais como as condições iniciais ou vários coeficientes; quando alguns destes parâmetros forem desconhecidos, estamos dentro da estrutura dos problemas inversos e para resolver o problema é necessário usar quantidades obtidas em medidas experimentais." Problemas inversos no sistema de EIS Com o auxílio do gráfico de ESG (ver abaixo) como referência e critério de julgamento, de forma a estabelecer algoritmos de problemas inversos de localização, foram empreendidos diferentes ensaios clínicos. (Ver testes clínicos)
  12. 12. 12 3. Cronoamperometria: A equação de Cottrell (2) (27) A cronoamperometria e a equação de Cottrell são usadas em dispositivos de testes laboratoriais para medidas de valores bioquímicos em baixas concentrações. Esta técnica era também usada para a medida da serotonina (49) (50). Em cronoamperometria, o potencial de eléctrodo de trabalho é repentinamente escalado de um potencial inicial para um potencial final e este passo normalmente cruza o potencial formal do analito. A solução não é agitada. O potencial inicial é escolhido de forma que não exista fluxo de corrente (i.e., o eléctrodo é mantido a um potencial em que não oxida nem reduz a forma predominante do analito). Em seguida, o potencial é escalado a um potencial que ou oxida ou reduz o analito e em que começa a fluir corrente no eléctrodo. Esta corrente é no princípio bastante grande, mas decai rapidamente a medida que se consome o analito próximo do eléctrodo e se observa um sinal transeunte. Se instante no tempo quando o potencial é escalonado for tomado como tempo zero, então a equação de Cottrell descreve como a corrente, I, decai como uma função de tempo, t: Equação de Cottrell e transformação matemática para o cálculo da concentração no sistema EIS F = Constante de Faraday (96500 C/mole) A= Área do eléctrodo (em cm2) Co = Concentração iónica (mol/ cm3) n = número de electrões por molécula D= Coeficiente de difusão (cm2/ s) t= Medida do tempo em segundos Embora o decaimento de corrente possa aparentar ser do tipo exponencial (no caso das espécies redox absorvidas), na realidade decai como o recíproco da raiz quadrada do tempo. Esta dependência na raiz quadrada de tempo reflecte o facto de que a difusão física é a responsável pelo transporte do analito para a superfície do eléctrodo. 4. Investigações clínicas: Os estudos clínicos iniciados em 2002 até a data (Julho de 2007) do Sistema EIS validaram o seguinte: Pré-estudo do Instituto Gustave Roussy GRI 2002: Este estudo foi orientado para validar o seguinte: • Monitorizar o equilíbrio ácido-base • Monitorizar o oxigénio no tecido • Monitorizar os efeitos da quimioterapia Investigação clínica Botkin Hospital 2003 Este estudo foi orientado para validar o seguinte:
  13. 13. 13 • Problema inverso para a modelação do corpo humano através do uso do sistema EIS • Como marcador para depressão unipolar com referência para uma estimativa de fluido intersticial do nível de serotonina cerebral • Como um marcador para hipotiroidismo A advertência para o caso de e seguimento de: Hipertensão Arritmia Diabetes tipo I Hepatite, ABC viral Ataque cardíaco Problemas circulatórios Para a monitorização das seguintes patologias: Colite espasmódica Gastrite Úlcera duodenal Angina Diabetes tipo II Pancreatite Hepatite, alimentar Bronquite crónica e asma COPD Cancro Investigação Marfino 2004 Este estudo foi orientado para validar o seguinte: • Valores do ionograma intersticial • Estimativa estatística de constantes bioquímicas do sangue (Índice Aterogénico, Glicose, Ureia, Creatinina, Triglicérido) para os sujeitos não medicados. • Validar a estimativa de massa gorda. Pré - estudo St Louis Hospital Este estudo foi orientado para validar o seguinte: • A medida de stress e de catecolamina Investigação clínica Botkin hospital 2006 Este estudo foi orientado para validar o seguinte: • A advertência para o caso de 4 patologias: o Hipotiroidismo o Hiperpressão o Arteriosclerose o Depressão unipolar • Para monitorizar o seguimento de 4 patologias o Hipotiroidismo o Hiperpressão o Arteriosclerose o Depressão unipolar • A produção da tiróide (isto foi conseguido comparando o valor da modelação da tiróide usando o Sistema EIS com testes laboratoriais TSH)
  14. 14. 14 DDAH em crianças 2007 Dr.Caudal Frederique Este estudo foi orientado para validar o seguinte: • O EIS pode ser usado como marcador para a determinação de DDAH em crianças • O EIS pode proporcionar uma estimativa da medida de dopamina Protocolos e investigações clínicas em desenvolvimento Homologação IRB FDA: Harvard Medical School Hospital de McLean: Possibilidade nova de diagnóstico de depressão unipolar e bipolar 5. Análise estatística: As bases de dados estatísticas provêm de testes clínicos mas também de Hospitais, clínicas e consultórios privados a nível mundial. Os dados são analisados usando métodos estatísticos (secção acima). As estatísticas serão computadas com o software STATISTICA (versão 7.0). A impedância e os dados clínicos serão transferidos das bases de dados em Microsoft Excel para as bases de dados do STATISTICA. O primeiro passo será executar a versão do STATISTICA do teste de Shapiro-Wilk W para verificar se os dados de impedância têm uma distribuição normal (Gaussiana). Os dados enviesados (não- Gaussianos) serão analisados com métodos de não paramétricos e dados com distribuição normal (Gaussian) serão analisados com métodos paramétricos (ver Tabela 2, abaixo). Tabela 3: Escolha dos testes estatísticos Tipo de Dados Objectivo Distribuição normal (Gaussiana) Distribuição não- Gaussiana Categoria (binomial) Comparação de 2 grupos ímpares Teste t ímpar Gráfico médio Whisker: Média Teste exacto de Fisher’s (Teste Chi-quadrado para amostras de tamanho grande) Comparação de 2 grupos pares Teste t par Teste de Wilcoxon Teste de McNemar’s Comparação de ≥ 3 grupos diferentes ANOVA de sentido único Box & whisker gráfico por grupo Teste Chi-quadrado Comparação de ≥ 3 grupos iguais ANOVA repetição de medidas Teste de Friedman Teste Cochrane Q Quantificação da associação entre 2 variáveis Correlação de Pearson Histogramas categorizados por grupos Coeficientes de incerteza
  15. 15. 15 Definição de dispositivo de Biofeedback Biofeedback é uma forma da medicina alternativa que envolve a medição dos processos corporais de um sujeito tais como pressão sanguínea, velocidade do coração, temperatura da pele, resposta galvânica da pele (suor) e tensão muscular, comunicando esta informação em tempo real, para ele ou ela, de forma a elevar a sua consciência e controle deliberado das actividades fisiológicas. O Neurofeedback tornou-se um tratamento popular para DDAH; o biofeedback de eletromiograma (tensão muscular) foi extensamente estudado e aceite como um tratamento para distúrbios de incontinência, iniciando a estar disponíveis pequenas máquinas de biofeedback para usar em casa numa variedade de usos. O seu papel no controle da hipertensão está também a ser reconhecido. Exemplos de Dispositivos de biofeedback o Eletromiograma (EMG) o Periférico de temperatura de pele o Formação de resposta galvânica da pele o Eletroencefalografia ( EEG) o Variabilidade da velocidade do coração (HRV) REFERÊNCIAS 1) Schoeller DA. Bioelectrical impedance analysis. What Does It Measure? Ann NY Acad Sci. 2000;904:159-162. 2) Eric Vieil : DEA d’electrochimie 2001-2002 INP Grenoble 3) Rigaud B, Morucci JP. Bioelectrical impedance techniques in medicine. Part III: Impedance imaging. First section: general concepts and hardware. Crit Rev Biomed Eng. 1996;24:467-597 4) Jain RK. Transport of molecules in the tumor interstitium: a review. Cancer Res. 1987;47:3039-51. 5) Brodie D, Moscrip V, Hutcheon R. Body composition measurement: a review of hydrodensitometry, anthropometry, and impedance methods. Nutrition. 1998;14:296- 310. 6) Rigaud B, Morucci JP, Chauveau N. Bioelectrical impedance techniques in medicine. Part I: Bioimpedance measurement. Second section: impedance spectrometry. Crit Rev Biomed Eng. 1996;24:257-351. 7) Raja MK, Raymer GH, Moran GR, Marsh G, Thompson RT. Changes in tissue water content measured with multiple-frequency bioimpedance and metabolism measured with 31P-MRS during progressive forearm exercise. J Appl Physiol. 2006;101:1070-5. 8) Kraemer MA new model for the determination of fluid status and body composition from bioimpedance measurements. Physiol Meas. 2006;27:901-19. 9) Gandhi OP. Electromagnetic fields: human safety issues. Annu Rev Biomed Eng. 2002;4:211-34. 10) Valentinuzzi ME. Bioelectrical impedance techniques in medicine. Part I: Bioimpedance measurement. First section: general concepts. Crit Rev Biomed Eng. 1996;24:223-55..
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  19. 19. 19 Fabricante, Desenvolvedor de especificações: L.D Technology Proprietário/ Número de Operador: 9097859 Número de registo de estabelecimento: 3006146787 REF/ DB Versão 9 09/05/2007

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