Sala Verde Inhotim Informativo 22

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Sala Verde Inhotim Informativo 22

  1. 1. natureza e arte INSTITUTO I N F O R M AT I VO P U B L I C A D O P E L A S A L A V E R D E I N H OT I M N º 22 N OV E M B R O / D E Z E M B R O – 20 0 9 Árvores e sua importância para a teia da vida Foto: José André As árvores possuem inestimável importância para a vida na Terra – colaboram para a redução dos ruídos e dos níveis de partículas sólidas em suspensão, melhorando a qualidade do ar; conferem estabilidade e permeabilidade ao solo; oferecem abrigo e alimento para diversos animais; favorecem o equilíbrio do ecossistema entre tantos outros benefícios. Além disso, elas emprestam sua beleza e tornam mais agradável a vida nas cidades. Sinais de afinidade cultural se manifestam na relação dos povos com as árvores, exemplo disso é o Brasil, país cujo nome deriva de uma planta: o Pau- Brasil. Plantar árvores traz benefícios para a coletividade, no presente e no futuro. Conservar as árvores é um gesto de Por seus processos vitais e características de adaptação, as gratidão, solidariedade e respeito pelo reconhecimento ao árvores recebem na literatura botânica o mérito dos seres imensurável trabalho, silencioso e permanente, que essas mais longevos. Na foto acima, exemplar de Tamboril - Enterolobium contortisiliquum (Vell.) Morong, plantado por plantas desempenham para a manutenção da vida, da cultura volta de 1920 pelo Engenheiro Clovis Homem de Andrade. e para a perspectiva de um mundo melhor. Arte articulada com o ambiente “Nove Novos Destinos”. Assim foi chamado o evento que inaugurou, em outubro deste ano, nove novas obras de arte no Instituto Inhotim. Os trabalhos em grande escala que se incorporaram ao acervo permanente de arte contemporânea do Instituto são obras dos artistas Chris Burden, Doug Aitken, Edgard de Souza, Janet Cardiff & George Bures Miller, Jorge Macchi, Matthew Barney, Rivane Neuenschwander, Valeska Soares e Yayoi Kusama. Muitos desses projetos foram desenvolvidos dentro do conceito de site-specific. Os artistas projetaram as obras se apropriando das possibilidades oferecidas pelo lugar escolhido para a montagem, como o topo de uma montanha, uma mata fechada, entre eucaliptos ou atrás de um grande lago. Esta é uma proposta curatorial inovadora, resultado de anos de trabalho de uma grande equipe com os artistas. Segundo o diretor artístico do Instituto Inhotim e um dos curadores da instituição, Jochen Volz, “a ideia de destino é a própria síntese desse lugar. Afinal, o Inhotim não é uma instituição na qual se passa. Inhotim é sempre um destino”. Paisagismo A adequação paisagística para as novas galerias e instalações ficou sob a responsabilidade da equipe botânica do Inhotim. Para as inaugurações foram projetados cinco jardins, uma recomposição de vegetação natural, além de várias áreas de transição entre as galerias novas. “Todo o nosso trabalho foi feito muito próximo à equipe técnica, responsável pela montagem das obras, e à curadoria. Em casos específicos, o artista trabalhou diretamente conosco, o que gerou um nível ainda maior de interação”, conta Eduardo Gonçalves.
  2. 2. O paisagismo em números Eduardo Gonçalves – Curador Botânico do Inhotim No início do mês de outubro deste ano, nove novas obras de artistas contemporâneos foram apresentadas ao público pelo Instituto Inhotim. Com as novas obras, o Inhotim amplia o conceito de o que vem a ser um espaço expositivo e consolida sua singularidade, apresentando um diferencial em relação a praticamente todos os outros museus do mundo. Igualmente notáveis são os números sobre a montagem dos jardins construídos especialmente para as novas obras de arte e áreas de entorno. Ao todo, foram plantados 34.675 m2 de grama (sendo cerca de um terço grama-batatais – Foto: José André Paspalum notatum e dois terços grama-esmeralda – Zoysia japonica). Além dos gramados, mais de 1.400 árvores e cerca de 190 palmeiras foram plantadas. O número de arbustos também é Canela de ema expressivo: Inhotim ganhou cerca de 5.540 novos indivíduos Algumas espécies são amplamente desconhecidas do nos meses que antecederam o evento de inauguração das grande público, além de outras que, apesar da rara beleza, novas obras de arte. Ainda mais impressionante foi o plantio quase não são usadas em projetos paisagísticos, como é de forrações, que excedeu 34.700 indivíduos em menos de o caso das canelas-de-ema. Dessa forma, ainda que o três meses. paisagismo obedeça claramente a padrões estéticos, a Todo esse esforço duplicou a área de visitação do Inhotim, variedade de espécies é também utilizada pela equipe de permitindo o acréscimo de mais de 90 novas espécies educação ambiental do Inhotim para sensibilizar os visitantes botânicas nos jardins da Instituição. sobre a importância da biodiversidade. Opinião Foto: José André “A árvore é muito importante e todos devemos respeitá-la. Quando desejamos descansar ou conversar, e se o sol está muito quente, a gente se dirige para a sombra de uma árvore. Na hora de plantar uma muda, só penso em coisas boas e não fico preocupado se ela vai demorar a crescer ou dar bons frutos. Penso no futuro, nas pessoas, nas nascentes de águas, nos pássaros que procuram um lugar feliz para fazer seus ninhos, descansar e dormir. Acredito que devemos cuidar dessas maravilhas, as árvores que estão ao nosso redor.” Robson Santana Silva Jardineiro do Inhotim Pau-rei Pterygota brasiliensis Allemao
  3. 3. Burle Marx ganha circuito de visitação no Inhotim Percurso vai permitir aos visitantes conhecerem uma faceta do trabalho do artista plástico e paisagista Foto: José André Bismarckia nobilis Inhotim inaugura em dezembro um novo circuito de não foram projetados pelo artista plástico e paisagista. Na visitação. É o Circuito Burle Marx, projeto idealizado a verdade, a marca de Burle Marx está presente nos jardins partir do destaque de 20 espécies vegetais que fizeram através da sua influência como amigo do Bernardo Paz, parte, de alguma forma, da vida e da carreira de Roberto idealizador e criador do Inhotim. A equipe da diretoria Burle Marx. O percurso tem aproximadamente 1.600 de Botânica produziu um mapa com a localização de metros e a expectativa é que o trecho possa ser realizado cada uma das estações de visitação. De acordo com pelos visitantes em aproximadamente duas horas e trinta Eduardo Gonçalves, a importância desse Circuito está na minutos. O Circuito começa no Centro de Educação e possibilidade que ele oferece de revisitar uma faceta de Cultura Burle Marx, projeto recentemente inaugurado, e Burle Marx, contextualizada pelos jardins do Inhotim. “Burle termina no Lago, próximo à obra Folly, de Valeska Soares, Marx já era um entusiasta em botânica e jardinagem, então, passando por várias obras de arte do acervo do Instituto. O sua maior paixão ao longo de toda a vida foram as plantas, Circuito Burle Marx foi inaugurado no dia 12 de dezembro. tema, no entanto, pouquíssimo explorado na maior parte das Os participantes também foram contemplados com uma suas biografias”, completa. palestra, de cerca de 30 minutos, do curador botânico Foto: José André do Inhotim, Eduardo Gonçalves, doutor em Botânica e pesquisador em Produtividade do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), sobre a obra de Burle Marx. “A ideia não é revisitar a obra paisagística de Burle Marx, esse grande mestre, até porque não temos de fato um jardim oficial dele no Inhotim. O princípio seguido nesse Circuito é contar a história de Burle Marx através de uma seleção de plantas”, explica Gonçalves. Os jardins do Inhotim Encephalartos sp.
  4. 4. Mostra reúne natureza, Múltiplas sensações arte e ciência O gabinete de curiosidades de Domenico Vandelli é uma espécie de convite para uma viagem pelo A mostra itinerante O gabinete de curiosidades de universo da história natural no século XVIII. Ciência, Domenico Vandelli, que tem curadoria de Anna Paula arte e natureza estão aliadas em vitrines contendo Martins, ganhou espaço no Inhotim. A exposição ficou coleções históricas e documentos originais. O artista em cartaz de 27 de setembro a 29 de novembro, plástico Luiz Zerbini acompanhou todo o trabalho de no Centro de Educação e Cultura Burle Marx, em pesquisa durante os quatro meses de residência que Brumadinho. fez no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Zerbini A exposição apresenta uma nova visão sobre o desenvolveu um projeto que se insere no corpo da exposição. Criou um diálogo com o universo passado colonial brasileiro, relacionado à valorização representado nas viagens filosóficas e do qual do meio ambiente e a sua riqueza intelectual e Vandelli se valeu para especular sobre a natureza. científica. O gabinete de curiosidades de Domenico O músico Lucas Santtana, em parceria com o Vandelli integra projeto com o mesmo nome, iniciado produtor Chico Neves, criou a trilha sonora a partir em 2006, com a digitalização de importante das ambiências diurna e noturna do Jardim Botânico documentação inédita, que se encontra dispersa do Rio de Janeiro. João Bonelli e Joana Ventura entre bibliotecas, arquivos e museus no Brasil e utilizaram o material gravado pela curadora Anna na Europa. O projeto conta com o patrocínio da Paula Martins durante a pesquisa e conceberam a Eletrobras. série de projeções. O artista plástico e grafiteiro Esse projeto engloba pesquisa, edição de livros Marinho criou a imagem do dragoeiro que serviu e site. Tem como objetivo divulgar e tornar acessível de logomarca do projeto e ex-libris das edições. O esse acervo que fala sobre a natureza e a tecnologia dragoeiro (Dracaena draco L .) foi uma das primeiras brasileira no século XVIII. Na mostra, o visitante é plantas a ser descrita por Vandelli de acordo com o convidado a viajar através de registros e objetos da sistema natural de Lineu. Para a exposição no Inhotim, Marinho foi natureza que revelam o universo da história natural convidado a fazer um imenso mural sobre vidros do Brasil. Ciência, arte e natureza estão aliadas em e dessa forma abrigar o conteúdo expositivo. O vitrines contendo coleções históricas e documentos arquiteto Israel Nunes projetou a ocupação do espaço originais. e desenhou o mobiliário, que foi desenvolvido com Vandelli (1735-1816), foi professor de História madeiras de demolição na marcenaria de Francisco Natural na Universidade de Coimbra e diretor dos Rodriguez, em Tiradentes. jardins botânicos e museus de Coimbra e Lisboa. Foto: Marcílio Lana Orientou e instruiu seus discípulos na realização das viagens filosóficas sem, contudo, jamais pisar em solo brasileiro. Através destas viagens foi possível observar e descrever as colônias ultramarinas de Portugal, em especial o Brasil. As memórias, ilustrações e diários foram a janela por onde Domenico Vandelli imaginou o Brasil. Diversas viagens foram realizadas a partir de 1783. Depois do Inhotim, a mostra será exibida em Belém, Recife e São Paulo. No ano passado, a exposição O gabinete de curiosidades de Domenico Vandelli ocupou e inaugurou o Museu do Meio Ambiente no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
  5. 5. No rastro dos mamíferos A avaliação dos impactos ambientais gerados pelas noturnos, são ariscos e tímidos, vivem em locais de difícil diversas formas de uso da terra é fundamental para o acesso, são facilmente confundidos com o ambiente entendimento e desenvolvimento de melhores formas de (camuflagem), utilizam grandes áreas ou são encontrados utilização dos recursos naturais. Entre os principais estudos em baixas densidades na natureza. Para favorecer o de avaliação de impactos, pode-se destacar a utilização de estudo, foram elaboradas metodologias que permitem a alguns grupos de animais como indicadores. A presença, identificação de algumas espécies de mamíferos. abundância e sucesso reprodutivo de algumas espécies Entre as metodologias, podemos destacar a busca por podem indicar o estado de conservação de determinada vestígios, tais como as pegadas de animais silvestres. Elas área. Entre esses grupos de animais destacam-se os são basicamente as impressões que os animais deixam ao médios e grandes mamíferos (felinos, canídeos e grandes se deslocarem numa determinada área. A qualidade dessas herbívoros). impressões varia de acordo com o tipo de terreno e também Entretanto, estudar grandes mamíferos não é tarefa com a época do ano. Em geral, terrenos mais argilosos e fácil. Esses animais expressam comportamentos que períodos de chuva favorecem o registro ao oferecerem dificultam a sua observação. Muitos apresentam hábitos melhores condições para “marcar” a pegada de um animal. Como registrar as pegadas Foto: José André é sempre bom você colocar algum objeto que sirva como uma referência de tamanho (régua, pilha, caneta, etc.). Assim, uma pessoa que olhar a foto vai ter uma ideia do tamanho da pegada e mesmo do animal que a deixou. Para desenhar, coloque uma placa de vidro sobre a pegada e em cima da placa um plástico transparente. Com uma caneta hidrográfica, copie o contorno da pegada. Contramoldes de gesso Também é possível preparar um pequeno mostruário Existem duas formas interessantes para estudar e das pegadas encontradas. Para isso, é preciso preparar uma identificar pegadas de mamíferos: fotografia e desenho e mistura de gesso em pó e água, até formar uma solução bem contramoldes de gesso. pastosa. Despeje essa solução em cima da pegada e espere até que o gesso endureça durante cerca de 10 minutos. Fotografia e desenho Aguarde o gesso enrijecer e retire-o com bastante cuidado. Para registrar e identificar pegadas, você pode fotografar Para a identificação das pegadas, você poderá utilizar um ou desenhar o contorno no vestígio. No caso da fotografia, guia ou apresentar o registro para um especialista. Marcas registradas dos animais Uma das marcas mais importantes é a dos dígitos, ou seja, dos dedos dos animais. Preste atenção ao número (quantos são), à forma (redondo, alongado) e à presença ou não de sinais de unhas. Por exemplo, é através da identificação dos dígitos que se diferenciam canídeos de felinos. Os felinos possuem garras retráteis, ou seja, ficam escondidas nas patas dos animais. Já os canídeos possuem as unhas sempre expostas. Outras marcas importantes são a forma e o tamanho das almofadas, embora elas não estejam presentes nas pegadas de vários animais, por exemplo, nos animais com casco. Confira alguns exemplos de pegadas de mamíferos: Legenda: 3 cm 3 cm 2 cm PA: Pata anterior PA PP PA PP 3 cm PA PP PP: Pata posterior Pegada de lobo-guará Pegada de onça-parda Pegada de quati Pegada de mão-pelada (Chrysocyon brachyurus) (Puma concolor) (Nasua nasua) (Procyon cancrivorus). Ilustrações retiradas do site do Instituto para a Conservação dos Carnívoros Neotropicais – Pró-Carnívoros. Acessado em 27 de julho de 2009.
  6. 6. III Ano da Sala Verde Inhotim Primeiramente é preciso lembrar que atuação isolada é uma contra corrente na educação ambiental. Cada vez mais é imprescindível articular, agregar, somar e multiplicar, para então, compartilhar os resultados. A atuação em redes de cooperação tem mostrado o caminho para a construção coletiva de inúmeros benefícios para a humanidade. A internet é um exemplo acessível de como pessoas e instituições podem atuar de maneira sistêmica por causas relevantes. Nesse momento, favorável a refletir sobre o que foi feito e conquistado no primeiro triênio, a equipe da Sala Verde Inhotim agradece a todos que colaboram para o desenvolvimento de suas atividades. Aceitem essa singela forma de expressar nossa gratidão e respeito. Esperamos poder continuar dispondo de sua valiosa contribuição. Natureza e arte é uma publicação da Sala Verde Inhotim. Sala Verde Inhotim é um espaço interativo de valorização da biodiversidade e da pluralidade cultural, parceria com o Ministério do Meio Ambiente, celebrada em 2006. Seu Projeto político-pedagógico objetiva a formação contínua de educadores ambientais e disponibiliza à IMPRESSO EM PAPEL RECICLADO população um centro de referência na construção do conhecimento socioambiental. Natureza e arte Informações: Projeto Sala Verde: está disponível em: www.inhotim.org.br meioambiente@inhotim.org.br www.salaverde.cjb.net INSTITUTO APOIO RUA B, 20 – INHOTIM – BRUMADINHO – MG CAIXA POSTAL 50 – CEP 35460-000 WWW.INHOTIM.ORG.BR NOVEMBRO DEZEMBRO FASES DA LUA Dia Dia CELEBRARE NOVEMBRO DEZEMBRO 5 - DIA NACIONAL DA CULTURA E DA CIÊNCIA 8 - DIA NACIONAL DA FAMÍLIA 2 – CHEIA 2 – CHEIA 12 - DIA DO DIRETOR DE ESCOLA 10 - DIA DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS 14 - DIA NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO DIREITOS HUMANOS 9 – MINGUANTE 8 – MINGUANTE 15 - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA 11 - DIA DO ARQUITETO E DO ENGENHEIRO DO BRASIL (1889) 13 - III ANO DA SALA VERDE INHOTIM 1 – NOVA 7 16 – NOVA 19 - DIA DA BANDEIRA 15 - DIA DO JARDINEIRO 24 – CRESCENTE 24 – CRESCENTE 22 - DIA OFICIAL DA MÚSICA 25 - NATAL 27 - DIA DO TÉCNICO EM SEGURANÇA DO 28 - DIA DO SALVA-VIDAS 31 – CHEIA TRABALHO 31 - DIA DA ESPERANÇA Instituto Inhotim Equipe Sala Verde Inhotim Hugo Vocurca Roseni Sena José André Verneck Monteiro Sirlene M. Cassiano Lucinéia Cristina Pinto Maia Diretor Executivo Diretora de Inclusão e Coordenador Bibliotecária Auxiliar de biblioteca Cidadania Jochen Volz Diretor Artístico Eduardo Gomes Gonçalves Curador Botânico Neila Farias Lopes Diretora Botânica Equipe acervo botânico e educação ambiental Renato Ciminelli Adriel Nogueira Dias Gabriela de Castro Maria Cristina de Sales Oliveira Diretor de Articulação e Engenheiro agrônomo Bióloga Monitora ambiental Gestão de Redes Ambientais Andréia Silvia Martins Gustavo Junqueira Ferraz Rubens Custódio da Mota Monitora ambiental Turismólogo Botânico Angelo Horta de Abreu Junio César da Silva Wallace Borba Leal Expediente Geógrafo Monitor ambiental Projetista Marcílio Lana Studio 101 Everton dos Santos Silva Laura Carolina de A. Neres Edição Impressão Monitor ambiental Geógrafa Isabela Marschner Eduardo Silva Franco Lucas Castro Luz Tiragem: Biólogo Técnico agropecuário Produção 2000 exemplares Filadélfia Comunicação Projeto gráfico e diagramação

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