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2 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOInscrições para curso de árbitrosSeguem abertas até o dia 30 ...
3Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Quem passapela antigaestrada do aeroporto deCruz Alta, se depa...
4 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOTarifa de energia daCoprel reduz 30%Após mais de dois mesesde...
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13deabril2013 oexpresso

  1. 1. A HECATOMBE NUCLEARDr. Germano Schwartz -PÁGINA07www.slideshare.net/jornaloexpresso - E-mails: oexpresso@gmail.com / expresso@comnet.com.brCRUZ ALTA - RS | Sábado e Domingo | 13 e 14 de abril de 2013 | Ano 17 | Edição nº 804 R$ 1,50o expressoNestaediçãoconfiraosencartes:Adeus aoprédio doAntigoCarmeloSão JoséNovocaminhão debombeiros acaminho deCruz AltaÚLTIMA PÁG. PÁGINA 04Vacinaçãoiráocorrernoperíodode15/04a26/04ondeodiaD(diademobilizaçãonacional)serádia20DIA DO EXÉRCITO Domingo tem Corrida eCavalgada GuararapesPÁGINA 05VACINAÇÃO CONTRA GRIPEH1NI INICIA SEGUNDA-FEIRA
  2. 2. 2 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOInscrições para curso de árbitrosSeguem abertas até o dia 30 de abril, as inscri-ções para o curso de árbitros de futebol de campo parahomens e mulheres.O curso inicia dia 04 de maio e segue até o dia 26de outubro. Interessados entrar em contato com Al-bany Mendes, na Rua Domingos Veríssimo, 987/912,ou através dos telefones: 3322-1337 e 9163-3085.Dando início às comemorações dos 50 anosda entidade, o CTG Rodeio da Saudade,realiza hoje, 13 de abril, na parte da manhã, a gra-vação da primeira parte do programa Telechasque,apresentado por Volmar Camargo. Já à noite, a par-tir das 21 horas, um jantar baile com a animaçãode Ernesto Nunes e Grupo e Os Maicas. O valor docartão é R$ 25,00, mas para quem deseja participarsomente do baile o valor é de R$ 15,00.A segunda parte do programa será gravado ànoite, durante o jantar.(55)3303-5995Vinculado a:OEXPRESSOAdministração,Assinaturas, Publicidade e Redação:RuaJoãoManoel,810-CEP:98005-170-Centro-CruzAlta-RSE-mails:oexpresso@gmail.com/expresso@comnet.com.brCNPJ: 92.930.171/0001-38ResponsávelTécnico:JornalistaDr.Assis Brasil Soares FilhoRegistro nº:15.893/RSDiagramação eArtes:Odilar ZillmannEditora Chefe:Sônia GaiCirculação:Todos os sábadosImpressão:Cia deArte - IjuíOs artigos assinados sãode inteira responsabilida-de de seus autores, nãorepresentando necessa-riamente a opinião destejornal.ABSPUBLICIDADEEREPRESENTAÇÕESLTDAResponsável Técnico:JornalistaDr. Assis Brasil Soares FilhoRegistro nº:15.893/RSDiagramação e Artes:Odilar ZillmannEditora Chefe:Sônia GaiOPINIÃOProfº Claudino AlbertoniE-mail: faria@comnet.com.brDataNome IdadeCartório de Registro CivilÓBITOSRENATO VILA NOVA ROSAOSVALDO DE SOUZAJORGE LUIZ DE OLIVEIRA BATISTAGESSI PADILHA DO PRADOVALDIR GONÇALVES DE LARANADIR MATOS RANGÉLHILGA KOHLSLETÍCIA DA LUZARLINDO BANDEIRAHERMETO CRISTOVÃO JUNGJOÃO LIMA PEREIRAVALDOMIRO MOREIRA DE LIMAAGENOR GARCEZ DA SILVAALBERTO ROSA SILVEIRAIZAURA PENA LOPESJOÃO ANGELINO PEDROTTI RODRIGUESDIVA OSÓRIO EMANUELLIINOEMA PEREIRA DE OLIVEIRAHORACIO NASCIMENTO MACHADOFRANCISCO ALEXANDRE SCHNEIDERTHEREZINHA CASTRO DA COSTAGEORGINA DA ROSAELÇA BATISTELLA ZAMBONATONADYR NEVES DA CRUZJOACIR ONOFRE LORENZONISIMONE SILVA DA SILVAODACIR MACIELIRACLIDES VELASCO FRANÇAMARILENE WOJAHN DE ABREU29/03/201329/03/201329/03/201330/03/201329/03/201329/03/201329/03/201330/03/201331/03/201331/03/201301/04/201331/03/201301/04/201301/04/201301/04/201302/04/201302/04/201305/04/201307/04/201208/04/201208/04/201208/04/201209/04/201209/04/201210/04/201210/04/201210/04/201211/04/201211/04/20124391676554777734745160569157606391736796858581854839605966Cruz Alta, 12 de ABRIL de 2013.Categorias de basedo NacionalOEsporte Clube Nacional de CruzAlta vem realizando os treina-mentos nas categorias de base de 10 a 13anos e juvenil de 14 a 17 anos. Os inte-ressados em jogar devem comparecer noClube Nacional, já que não serão cobra-das taxas de inscrições e nem mensalida-des dos atletas.Os trabalhos serão em preparaçãoaos campeonatos estaduais que iniciamna metade do clube. Os trabalhos técni-cos ficarão a cargo de Carlos Alberto Tei-xeira Lopes, o Xirú.A MARCHAOmundoestáemmarchapermanente.Exis-te a marcha e a contramarcha. Em todosos recantos os cidadãos estão em marcha.Desde muito cedo é febril a movimentação nas ruas eo povo vai se encontrando nas esquinas, formando oesquadrão do trabalho num constante vai e vem, pro-movendo o fervilhar das ruas, das praças das avenidasna marcha pela sobrevivência. A atenção ao movimentosocial nos revela o verdadeiro significado da marcha.Pergunta-se: por que marchar? Há uma infinida-de de marchas: a marcha do progresso, a marcha parao futuro. O soldado marcha para treinar a ordem uni-da, os exércitos marcham para demonstrar sua perfeitaharmonia com as ordens de comando, os governantesorganizam marchas para demonstrar sua força e seu po-der de liderança.O povo marcha para defender o seu orgulho patri-ótico. Cada marcha acontece para defender uma causa,um orgulho, um ideal.Cada marcha tem o seu destino e sua convicção.Há marchas de diversos conceitos: a marcha para Jesus,a marcha gay, a marcha da maconha, a marcha das pro-fissionais do sexo, a marcha contra o governo, a marchaa favor do governo, a marcha para derrubar o governo, amarcha ecológica e do meio ambiente, a marcha de pro-testo contra o aumento da passagem dos ônibus urba-nos, a marcha reivindicatória por salário, por segurança,por justiça, por liberdade, por moradia, por emprego, porterra, por educação, por dignidade, por reconhecimentodo diferente, pela vida, pelo direito de ser.Já se viu a marcha das famílias, a marcha das di-retas já, a marcha pró cassação do presidente, a marchados cara pintadas, as marchas populistas, dos partidos,dos clubes, das bandeiras, dos com razão, dos sem ra-zão, a marcha do desenvolvimento virtual, da infor-mática, do sistema, dos fundamentalistas de todas ascorrentes, a marcha a favor do casamento e contra ocasamento, a marcha de gênero, a marcha para salvaras corujas, a marcha contra o descaso das autorida-des. Para a fantástica diversidade da vida presente nopequeno planeta terra existe uma marcha que procuradefender o seu orgulho, o seu direito.Cada marcha, que se transforma em passeata, emcarreata, em foguetórios, apresenta o seu rosto, faz oseu barulho, a sua baderna, agita sua bandeira, mostrao seu cartaz e grita a sua convicção e os seus princípios.Se você participar de uma marcha saiba o que está de-fendendo. Muitas marchas se transformam em pere-grinações, em marchas da fé, das promessas, dos pe-didos extraordinários, das concentrações imensas, dascuriosidades, como a Praça de São Pedro em Roma, aprocissão das velas na Cova da Iria, em Fátima, da con-centração em Lourdes, em Caravaggio, em Aparecida,em Belém, a marcha para pedir chuva e numa infinidadede lugares onde as marchas são o elo de ligação com oorgulho de ser e de existir.Nas marchas e contramarchas lembre-se do pen-samento de Clarice Linspector: “sonhe com aquilo quevocê quer ser, porque você possui apenas uma vida enela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer”.Por isso, não entre na fila, não entre na marcha, nãoentre na passeata sem antes saber qual é o motivo, qualé a finalidade e qual é a importância de sua participação.Nunca se deixe explorar e não seja ingênuo. O nossomaior defeito, o nosso maior problema é desconhecera realidade e não ter convicção sobre os fatos, sobre avida, sobre o caminho que estamos seguindo e, princi-palmente, sobre as fragilidades humanas. Não estamosaqui para engrossar fileiras. Estamos aqui para ser.Jantar Baile
  3. 3. 3Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Quem passapela antigaestrada do aeroporto deCruz Alta, se depara comvárias construções em la-mentável estado de aban-dono, prestes a ruírem. Olocal serviu de empreen-dimento público que mu-dou de endereço. A fotomostra um dos grandespavilhões prestes e desa-bar. Os jornalistas Pau-lo Pinto e Helio Moraespassaram pelo local e ofotografo Marcos Vargas,fez a foto.Alfredo Roeber -roeber@comnet.com.brwww.unimedplanaltocentralrs.com.br/cruz-altaNossa VelhaNova Cruz AltaDesfiles MilitaresParte 04AVENIDA GENERALOSÓRIOPor que eu leio O Expresso?Anderson Martins:“Eu recebo semanalmente aqui na livrariaonde eu trabalho. Nele sempre acompanho asnotícias e fatos da semana, que pela boa elabo-ração do equipe do Jornal vem resumidas parafácil entendimento”.Zeneida Linke de Matos:““Gosto das informações da cidade que sem-pre é destaque. Sempre acompanho o horoscopo eacolunasocial.Tambémvejoasreceitasnapáginada Zuleika Edler”.Hoje1965Hoje1958HojeAbandonoBM terá concursopara 2 mil policiaisOgovernador TarsoGenro autorizou, nes-ta terça-feira, a abertura de umconcurso público para contra-tação de 2 mil soldados para aBrigada Militar. A inclusão dosnovos policiais deve iniciar nes-te ano, com previsão para o se-gundo semestre de 2014.Oeditalparainscriçõesserápublicado em torno de 30 dias eo novo contingente, distribuídoem todo o Estado. A previsão daBrigada Militar é de que os pri-meiros mil soldados estejam nasruas até abril de 2014.Em 2012, o Estado reali-zou um concurso para o ingres-so de outros 2.580 soldados.Segundo a assessoria do gover-no, este efetivo deve estar narua até o final deste mês.Sorteio da promoção Rede Super SulNeste domingo, 14 deabril, acontece o sor-teiodaPromoçãoSu-per Prêmios Super Sul, no GinásioMunicipal de Cruz Alta. A grandefesta inicia a partir das 15 horas,onde serão sorteados os ganhado-res do automóvel Gol 0km, 22 re-frigeradores biplex e 22 tablets. Nolocalterádegustaçõesedistribuiçãode erva-mate, brinquedos infláveispara as crianças, sendo que a comu-nidade pode prestigiar o show dojovem cantor Jonathan Girotto .
  4. 4. 4 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOTarifa de energia daCoprel reduz 30%Após mais de dois mesesde intensa reivindica-ção das cooperativasde energia, lideradas pela Infra-coop – Confederação Nacional dasCooperativas de Infraestrutura,com o governo federal e a agênciareguladora – a ANEEL, foi publica-da a Resolução nº 1496/2013 quebeneficia os cooperantes /consu-midores da Coprel Cooperativa deEnergia, com o desconto na tarifade energia elétrica. Esta redução,de 30% no valor da fatura, entraem vigor para a energia consumi-da a partir de 03 de abril de 2013.A presidente Dilma Rousseffanunciou o benefício, com o ob-jetivo de aumentar a competitivi-dade do Brasil. Agora os coope-rantes da Coprel também serãobeneficiados, inclusive aquelesque estão na classe industriale comercial. “A sensibilidadeda diretoria da Aneel e princi-palmente do seu diretor relator,André Pepitone da Nóbrega, fezcom que o pedido das coopera-tivas do sistema Infracoop fosseatendido. Isso para as cooperati-vas que não tem processo de re-visão tarifária vencida” ressalta opresidente da Coprel, Jânio VitalStefanello, que também presidea Fecoergs (Federação das Coo-perativas de Energia, Telefoniae Desenvolvimento Rural do RS)e a Infracoop. Stefanello estevedesde janeiro em conjunto coma OCB – Organização das Coo-perativas Brasileiras e demaislideranças cooperativistas, tra-balhando para a agilização doprocesso de redução tarifária.Essa conquista de inclusãodas cooperativas na reduçãodas tarifas foi, segundo Stefa-nello, com a aprovação da Lei nº12.783, de janeiro de 2013, quecontou com emendas e o apoioda senadora Ana Amélia Lemos edos deputados Marco Maia, LuizCarlos Heinz, Elvino Bonh Gasse Giovani Cherini. “Temos aindao desafio no Congresso Nacio-nal, de aprovar as emendas daMP 605 que trata da destinaçãode recursos da CDE (Conta deDesenvolvimento Energético) oque é muito importante para osetor”, ressalta Stefanello.Stefanello reforça ainda quepara reduzir a tarifa, o governoreduziu os encargos setoriais eo valor da compra de energia e,ainda as cooperativas têm a sub-venção da CDE. “Por isso, a re-dução das tarifas não implica emredução dos investimentos daCoprel. Os 21 milhões de investi-mentos projetados para 2013 vãoacontecer”, finaliza Stefanello.Novo caminhão de bombeiros acaminho de Cruz AltaUm grupo de bombeiros deCruz Alta encontra-se nacidade de Rio Grande, coma finalidade de buscar o novo caminhãoque fará parte da guarnição da cidade.O veículo já se encontra no Porto de RioGrande, devendo vir rodando para CruzAlta, onde será feita a entrega oficialainda na próxima semana.O valor estimado do caminhão é deR$ 1 milhão, custando ao município cer-ca de R$ 100 mil, devidos aos custos detransporte, tributos, taxas alfandegáriase burocráticas para a vinda da Alemanha.Recadastramentono CemitérioOrecadastra-mento noCemitério PúblicoMunicipal de CruzAlta segue até o dia25 de maio. O pro-cedimento deve serrealizado junto aoEscritório do Cemi-tério nos seguinteshorários: 8h às 12he das 13h30min às17h30min.O cadastro égratuito e deve serfeito pelas pessoasque possuem fami-liares enterrados nolocal. Já o não reca-dastramento dentrodo prazo, poderá im-plicar na retomadado espaço pelo mu-nicípio.
  5. 5. 5Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013SEMANA DO EXÉRCITO 1° ENCONTRO COM AMÍDIA - 2013ALERTA SOBRE O CAMPO DEINSTRUÇÃO DE CRUZ ALTA (CICA)Na semana de 14 a 20 de abril comemoramos odia do Exército Brasileiro.A data rememora a primeira Batalha de Guara-rapes, ocorrida em 19 de abril de 1648, consideradaa gênese do Exército Brasileiro. A Batalha de Guara-rapes foi um evento decisivo no processo de expulsãodos Holandeses que ocuparam a região de Pernambu-co, nos anos entre 1630 e 1654. Nesta batalha pelaprimeira vez, negros, brancos e índios se uniram eexpulsaram o invasor externo, superior em número emais bem equipado.Neste ano, portando, o Exército Brasileiro co-memora 365 anos, com o tema: “EXÉRCITO BRASI-LEIRO EM AÇÃO. UM SALTA PARA O FUTURO”. Eo comando da AD/3, tem a honra de convidar todaa comunidade cruzaltense à participar das atividadescomemorativas da semana do Exército.O 1° encontro da AD/3 com a mídia no correnteano realizou-se às 16:00h do dia 03 de abril de 2013, nosalão de eventos do Hotel de Trânsito Brigadeiro Gurjão,situado na Travessa Capitão Bohrer, anexo ao Comandoda AD/3, Centro.Por intermédio do encontro, a AD/3 criou opor-tunidades para que a mídia conhecesse a programaçãode eventos cívicos do Exército referentes à Semana doExército (de 14 a 19 abril) e maiores condições para quea imprensa em geral divulgue os assuntos de interessemilitar para o grande público, tendo em vista que temasrelacionados a Força tem despertado o crescente inte-resse da sociedade brasileira.O Campo de Instrução de Cruz Alta é proprieda-de pública da União sob a administração do ExércitoBrasileiro, tendo como finalidade principal o adestra-mento de tropas militares. Existem áreas no interiordo CICA que contém engenhos falhados dos inúmerosexercícios de tiro (grana-das que não explodiram),enterradas no solo e quepoderão explodir ao serem tocadas, causando sériosriscos às pessoas das proximidades. Algumas medidasde segurança preventivas foram tomadas para evitaracidentes, como a demarcação das áreas, patrulha-mento e divulgação. Dentro da área do CICA é expressamenteproibido a caça e a pesca, bem como a entrada de pes-soas não autorizadas. Aquelas pessoas que circulamindevidamente no interior do CICA poderão ser pre-sas em flagrante delito, sob pena de invasão de áreasob administração mili-tar, sem autorização, cri-me militar tipificado noCódigo Penal Militar. Assim, para es-clarecer a comunidadedos riscos e da responsa-bilidade criminal, o Co-mando da AD/3 emitiuesta nota informativacom o intuito de orientare alertar sobre a proibiçãodo ingresso de pessoasestranhas no Campo deInstrução de Cruz Alta
  6. 6. 6 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOGente emDestaqueNo dia 20 de abril, às 20h30min, o Ten. Cel. PAULO ROBERTO DA ROSA DUARTE,Comandante do CRPO/AJ, recebe convidados de Cruz Alta e região, para o 3º Baileda Comenda Honorifica Alto Jacui, a ser realizado no Clube Arranca.Maj. JOSÉ VILMAR ROBAINA DA JORNADA, assumiu neste mês de abril, o Coman-do do 16º Batalhão de Polícia Militar de Cruz Alta.GIOVANA BONATOPADILHA comple-tou onte, 12 deabril, 8 aninhos.Juntamente comsua mãe CATIArecebe hoje (13)familiares e ami-guinhos para umafestinha na SedeCampestre do Clu-be Internacional.Na tarde de segunda-feira(08), o Comandanteda Escola de Aperfeiçoa-mento de Sargentos dasArmas, Cel. PAULO AN-TÔNIO BRIGNOL PACHE-CO, recebeu a Banda deFuzileiros Navais, vindado Rio Janeiro para umaapresentação em come-moração aos 20 anos daEscola. Participaram doevento autoridades ci-vis, militares e socieda-de cruz-altense.O casal EDSON JORGENS e VERA participam de even-tos sociais e filantrópicos da cidade.
  7. 7. 7Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013AS CAUSAS ERAZÕES :Sem dúvida,necessário analisarmoscom objetividade eisenção de ânimo ascausas e razões doinsucesso do fabulosoA HECATOMBE NUCLEARA 5ª GUERRA MUNDIALGermano Schwartzplano “zehnstadt”(dez cidades), criado paraaplicação na área leste do Contestado, e a cargoda colonização alemã.Na realidade, ocorreu um imprevisto conjuntode azares fortuitos. Assim, a primeira causa residiuna impossibilidade dos colonos erigirem as dezfábricas de celulose previstas no plano, e isto face aoterrorismo instalado na área pelos pseudo-detentoresde pseudo-direitos nas faixas ao lado das ferrovias.Em São João (atual Matos Costa) ocorreram váriosassassinatos, inviabilizando assim a permanênciadas famílias. Lembremos que Rene Frei (pronuncia-se frai) só conseguiu fundar Fraiburgo após obteruma liminar judicial.De outra banda, as dez usinas hidroelétricastambém não saíram do papel, e isto por absolutafalta do prometido financiamento estatal, faltaesta realmente não devida à vontade do Estado;este quase entrou em falência com o colapso daeconomia pós-guerra que assolou o Vale do Itajaí ea Grande Joinvile, colapso este do qual salvou-segraças à já florescente economia italiana instaladana área oeste do Contestado. Lembremos tambémque, posteriormente, Egon Sinzker comprovou aviabilidade do plano no setor de energia, quandopessoalmente construiu a primeira hidroelétrica, eisto com recursos pessoais e do banco estatal.A TERCEIRA CAUSA :Já a terceira causa merece comentário extra. Assim,sabemos que Deus aqui foi original na distribuiçãode recursos naturais, pois cumulou Minas Geraisexclusivamente com depósitos de minério de ferro, eSantaCatarinaexclusivamentecomdepósitosdecarvão.Mas nada ao contrário. Em Minas inexiste carvão, eem Santa Catarina inexiste minério de ferro. Ambosos Estados, nesse particular, representam exatamente oviceversa ao contrário.A respeito, lembremos que Getúlio foi muitointeligente (ou muito bem assessorado, ou ambos) aoconstruir a Siderúrgica Nacional em Volta Redonda,local de fácil acesso tanto ao carvão de Imbituba (viatransporte marítimo) quanto ao minério de ferro deBelo Horizonte (via transporte ferroviário). Dessaforma, na realidade, a Alemanha não poderia cumprirsua parte no projeto, pois o traslado de fábricas para opolo metal-mecânico necessitava da existência préviade uma supraestrutura pessoal/energética, a qual nãofrutificara.Entretanto, paradoxalmente, a alegaçãogermânica consistiu em afirmar que não deslocariasuas fábricas porque não fora alertada quanto à faltade minério de ferro no local. Mas não se tratava deindústria siderúrgica, e sim metal-mecânica. Talvezpor uma questão de identidade física (lá existeminério de ferro em conjunto com carvão), teriaocorrido a equivocada presunção da possibilidadede criação de siderurgia na área. Alertada quanto aoerro, a Alemanha simplesmente silenciou.Dessa forma, não se concretizou na área leste doContestado a reprise do atual polo metal/mecânicohoje existente em Caxias do Sul. A seguir, umailustração do que deveria ser, e hoje é a área lestedo Contestado (um imenso vazio econômico/populacional).A BOMBAATÕMICAARGENTINA :Logo nos primórdios da Batalha de Berlim, o Chefee uma equipe de cientistas que trabalhava em busca doarmamento nuclear alemão já fora transferida (junto comtodo o ouro do Reich) para a área de submarinos, e aliembarcado rumo à Argentina. Ao lá chegar, foram deimediato instalados em uma ilha lacustre de Bariloche,tendo o ouro todo ficado retido em Buenos Aires.Ali, com todo esse ouro (que se destinava àconstrução da bomba atômica argentina) teve entãoinício o decenal fausto portenho. A seguir, ocorreu atransferência da equipe nuclear para uma ilha fluvial dodeserto patagônico, onde as instalações já eram bastanteavançadas. Transcorrido então algum tempo, o Chefeanunciou que seus cientistas haviam conseguido a fissãonuclear, o que foi entendido como a posse da bomba. Eesse anúncio logo tomou conta da imprensa mundial :“AArgentina construiu sua bomba atômica”!O pavor foi generalizado. Prudentemente, cogitou-se inclusive de deslocamento de tropas para a áreajá anteriormente invadida (o Contestado). Mas logoo equivoco resultou desfeito, com o reconhecimentodo erro. O Chefe então passou a exigir que o ouro quetrouxera fosse integralmente utilizado para o custeio dasvultuosas despesas e encargos com o refinamento dourânio necessário à bomba.Entretanto, a reação ocorreu em sentido totalmenteinverso. A comissão encarregada da análise da questãosugeriu o cessar das pesquisas. Na realidade, não havia omínimo interesse no abandono de uma situação de faustoe sua troca por uma situação franciscana. E o desfechorevelou-se simples: o Chefe e seu auxiliar foram mortos eincinerados na casa onde residiam. E o restante da equipede pesquisa nuclear também recebeu passaporte para aeternidade, inclusive com idêntica cremação. Foi o final dabomba argentina: cinzas esparsas ao vento, e permanênciado luxo até o início da crise, até hoje pertinaz, e queculminou com a desastrosa invasão das Malvinas.O POLO NUCLEAR :Como dissemos, o atual poderio bélico-nuclear estrutura-se em mísseis balísticos intercontinentais, bombardeirosestratégicos e submarinos nucleares. Lembremos pois queGetúlioconstruiuaSiderúrgicaNacional,JKconstruiuBrasília,e Lula construiu o Polo Naval. Então, para a construção doPolo Nuclear, necessário um Presidente que reúna a firmezade Getúlio, a clarividência de JK e o ímpeto de Lula. Ou então,uma Presidenta com idênticas características. Caso contrário,nosso polo nuclear não só não sairá do papel, como tambémpermanecerá indefinidamente no papel.A respeito, vejamos uma pequena história ouvida há diasem Montevidéu. Constava haver atracado no porto um navio-escoladaGrandeNação,afimdeservircomomeiodeinstruçãoprática aos marinheiros uruguaios. Mas um conhecido, queviajara especialmente para fotografar o museu naval daquelepaís, fora barrado na Guarda. Nisto, chegou um compatriota,que identificou-o como tripulante. Imediatamente, osportões se abriram, inclusive com honras.Agora pergunta-se: como iremos reagir a um ataquenuclear, se não dispomos do principal, isto é, o artefatonuclear ? Já temos os polos balístico, submarino,armamentista, aéreo e naval. Falta o polo nuclear. Então,quem quiser mesmo deixar seu nome inscrito nos anaisda História Pátria crie nosso Polo Nuclear, e da mesmamaneira intrépida e decidida como agiram Getúlio, JK eLula, e ainda mais rapidamente, e antes que seja tarde,pois o tempo urge.TURISMO URUGUAIO :O atual Uruguai alicerça sua economia na baseturística, e não mais pecuária. A respeito, dois locais aliexigem visita obrigatória: o primeiro, a escultura dos“Dedos emergindo da areia”, em Punta:O segundo, as ruínas da “Plaza de Toros” erigidano começo do século por um espanhol em Colônia efrontalmente a Buenos Aires. Palco de três gloriosastouradas, teve sua carreira interrompida na quartapela esposa do Presidente uruguaio, em nome da LigaUruguaia de Proteção aos Animais. Hoje, representaruínas, tendo sua estrutura metálica já inteiramentecarcomida pela ferrugem:ODE AO VINHO :Com inteira razão, sempre liguei o vinho àlongevidade, e por via de consequência, à saúde. EmVideira, a quantidade de bisavôs e bisavós com idadesuperior a 90 anos só era superada pela imensa quantidadede octogenários.Em casa, no almoço, para o pai e mim, era servido umcopo de vinho (de garrafão); e para a mãe e irmãs, meiocopo de vinho (não sei o porquê). E, na janta, meio copode vinho para todos (para as mulheres, era dado optar porum copo de suco de uva; também não sei o porquê dessaopção). Atualmente, minha irmã mais velha (mais quenonagenária), optou para que seu meio copo de vinho doalmoço seja suave (naturelle tinto).Permanecem desconhecidas as razões pelas quais oconsumo moderado de vinho favorece a longevidade. Hátempos,arespeito,tomeiciênciadeumasugestãoesdrúxula:por ela, o Governo Federal deveria financiar pesquisasno sentido de isolar o princípio ativo da longevidade quepermeia o vinho, para depois distribuí-lo gratuitamente àpopulação, sob a forma de comprimidos.Essa sugestão revela-se totalmente descabida. Oque deve e merece ser feito pelo Governo Federalconsiste em medidas protetivas à indústria vitivinícola,que deveria, além de ser isentada de toda e qualquertributação, ainda receber incentivos fiscais para que oconsumo do vinho viesse a tornar-se hábito nacional, talcomo na França, Itália, Espanha, Alemanha e Portugal,nações sabidamente e de longa data longevas. Comtais medidas, e por certo, gradativamente sobreviriamimensas economias ao setor de saúde.A respeito, aqui fica a pergunta: por qual razão os“oriundi” chamam os avôs e bisavôs de nonos e nonas?Porque são nonagenários!
  8. 8. 8 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOONTEM & HOJEO tempo, com sua marcha im-placável, tudo muda. Para melhorou para pior. A segunda hipótese éconstatada, amiúde, nas realizaçõesfinanciadas pelos recursos públicos.Dias atrás, utilizando a boa vontadedo jornalista Hélio Adão Moraes e seugasomobil, realizei visitas a vários lo-cais que desfrutaram, no pretérito, dealvissaram de muitos.Na beira da estrada asfaltada queleva a terra da Boca do Monte, juntoao parque da Associação Rural, foiimplantada uma obra de grande vul-to, custeada pelas arcas públicas. Alise levantaram edificações para sediarum Parque de Exposições que deve-ria ser motivo de atração e realizaçãode feiras de amostras que se trans-formariam em frente de captação derecursos para o município. Uma obrade grandes proporções que consumiualentadas verbas.A inauguração foi festiva e pom-posa, com a presença dos titulares dostrês poderes da Província – O Execu-tivo, representado pelo governadorPedro Simon, o Legislativo, pelo seuPresidente, Algir Lorenzon e o Judi-ciário pelo Presidente do Tribunal deJustiça, desembargador Oscar GomesNunes. Foi um dia de esplendoroso sole com a presença de altas autoridadesde vários pontos do Estado e gran-de público. Na oportunidade, foraminaugurados dois grandes pavilhõesque receberam os nomes dos cidadãosArno Lemos Pereira e Tita Bastos, fi-guras de realce na vida comunitáriaque com o ato, foram homenageadospostumamente. O amplo restauranterecebeu o nome do Maj. Victor HugoPalmeiro de Azevedo, cidadão desta-cado na política e na sociedade. O pré-dio da Administração, na entrada doparque, teve seu nome como homena-gem a Alexandre Patrício Voltolini e apraça onde se realizaram os atos ofi-ciais, foi denominado Cel. Josias Ri-bas dos Santos. Na oportunidade foiinaugurada mais uma edição da Fena-trigo, presidida por Diogenes Faccini.A obra foi sob o comando do PrefeitoJosé W. Corrêa.Atualmente o aspecto do localé desolador. O abandono impera e odesleixo é visível. As placas de bronzeafixada nos prédio no dia da inaugu-ração não existem mais. Simplesmen-te sumiram. O prédio do restauranteestá sem cobertura e existe um acam-pamento de indígenas no local, com-pletando o quadro deplorável.É o que a descontinuidade admi-nistrativa proporciona como praxe.ABANDONOEsse empreendimento como ou-tros, ficam relegados ao descaso, devi-do aos novos propósitos que orientamos novos mandatários. Porque, a cadanova etapa, as diretrizes se fixam noperíodo curto de mando, quando ospropósitos são marcar o período. Di-ferentemente da iniciativa privadaque não sofre solução de continuida-de, e, por isso, atravessa os temposcom a continuidade diretiva.Para detalhar este e outros fatos,está em elaboração ‘Os Porões da Inten-dência’, quando o autor, que foi teste-munhaoculardeatosefatos,vairelatar,comdetalhes,acontecimentosderelevona história local e de conhecimento depoucos e de interesses diversos.Igual ao imóvel existente na Es-trada do Aeroporto, propriedade pú-blica, que sediu uma organização quedeveria ser do mais alto interesse detodos os munícipes. E que não coli-mou sua designíos, se transforman-do em mais um ‘cabide de emprego’.Esse imóvel foi fruto de uma vultuosatransação financeira, coberta com re-cursos dos alforjes públicos. Há maisde três décadas, e, por isso, envoltano mando do olvido. Mas que podeser reativada.PROGRAMATodas as sextas, às nove da ma-nhã, na Rádio Cruz Alta, no programade João Veríssimo, o quadro ‘HistóriaViva’ com relatos da História ‘Rainhada Serra’. A audiência tem sido dasmaiores, inclusive pela Internet.FINALE, nos prodromos da chegada doGeneral Inverno, nada melhor do que‘uns que outros’ bem dosados, paraevitar resfriados. Até a próxima!!Banda Marcial dos FuzileirosNavais realiza apresentaçãoNo ano em que co-memora 20 anos aEscola de Aperfeiço-amento de Sargentos das Armas(EASA) vem realizando diversasatividades entre estes o concur-so de redação, concurso artístico,baile e solenidades especiais.Na tarde de segunda-feira,08 de abril, a comunidade cruz-altense foi envolvida em mais umaatividade. A Banda Marcial dosFuzileiros Navais, vinda do Rio deJaneiro, realizou uma apresenta-ção comemorativa.Cerca de 120 militares parti-cipam da banda, que já se apresen-tou internacionalmente. A BandaMarcial do Corpo de FuzileirosNavais do Rio de Janeiro já marcoupresença em eventos como a coroa-ção da rainha Elisabeth II da Ingla-terra, as comemorações cabralinasem Portugal e a abertura do desfilede 14 de julho em Paris, no Ano doBrasil na França, em 2009.Nas apresentações, são reali-zadas evoluções. A banda escreveuos caracteres EASA e 20 anos. Sendo conside-rada uma das maiores do mundo. Seu diferen-cial são as gaitas de fole escocesas, presente daRainha da Inglaterra para o USS Saint Louis,navio pertencente à Marinha Americana.
  9. 9. 9Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Zuleika Edler• Cultura • Arte• Atualidades • Dicas• Moda • Curiosidades“A imaginação é mais importante que o conhecimento”. (Albert Einstein)Nova: 10/04 a 18/04Áries 21/03a20/04Touro 21/04a20/05Câncer 21/06a21/07Leão 22/07a22/08Virgem 23/08a22/09Libra 23/09a22/10Escorpião 23/10a21/11Sagitário 22/11a21/12Capricórnio 22/12a20/01Aquário 21/01a19/02Peixes 20/02a20/03Háumcontrasteentreamanutençãodesituações(pormedododesconhe-cido) e a inovação necessária. As mu-dançasnãosãoapenasindividuais.Aquilo que você não integrou emsi tem atraído por meio de conflitoscom as pessoas. Reconheça a neces-sidade legítima de autonomia.A Lua já está em Áries. Um novo tem-po vai iniciar e com ele a necessidadede mudar pensamentos e atitudes. De-sapego é o grande desafio atual.Permita-se a coragem e a audácia donovo. O dia que antecede a Lua nova éo limiar entre o adeus e o bem-vindo aum novo tempo.Precioso momento em que deverá darumsaltoevolutivoemsuasrelações.Façaa sua parte, honre a sua singularidade,respeitetambémoespaçodosoutros.Lua balsâmica mostra que a curaestá na coragem de assumir a sua sin-gularidade. Cura, aprimoramento etransformação que decorre de atitu-des ousadas e corajosas.Você é movido pela paixão e nãopode se prender a velhos valores eparadigmas. Supere o medo de ousar,de transformar-se. Uma lua nova po-derosa ocorrerá amanhã.Para de se comportar segundo velhaspautas de comportamento, capricor-niano. Se quiser evoluir, terá que as-sumir a responsabilidade pela própriavida, nativo de Capricórnio.Percepção de como as coisas estãoatreladas a uma realidade maior, quenão cabe somente a você. Momentooportuno para se abrir a novas concep-ções e situações. Pressentimentos.Você tende a valorizar muito a inde-pendência e a liberdade. Mas deve sermaduro com seus recursos. Entregue-seàs energias renovadoras. Perceba os no-vos valores que estão se formando.Gêmeos 21/05a20/06Perceba os velhos paradigmas ementalidade que não colaboram maisa sua evolução. Vai nascer um novotempo, um novo Ser. Mas é precisoque se desapegue do passado.Está disposto a entrar de cabeça nessanova energia? Redescoberta da indivi-dualidade e das sintonias com amigos,grupos e projetos coletivos.Solução AnteriorHORA DO LANCHE!Sobremesa de abacaxiabacaxi 2. Colocar em uma panela com o açúcar (não colo-car água) 3. Levar ao fogo, deixar até secar quase todo lí-quido que juntou 4. Colocar em um recipiente e esperar es-friar 5. Dissolver as gelatinas em 250 ml de água fervente6. Bater no liquidificador com o creme de leite 7. Despejarcom cuidado sobre o doce de abacaxi 8. Levar para gelar.O Caminho...Só a liberdade, mesmo queincompreendido ninho davaidade, pode levar o homem aaceitar o caminho.Só a verdade, mesmo que duroespinho da lealdade, pode levar o ho-mem a buscar o caminho.Só a justiça, mesmo que tardio vi-nho da vida, pode levar o homem aencontrar o caminho.Só a paz, mesmo que monótonocarinho audaz, pode levar o homema seguir o caminho.Só o amor, mesmo que penitentelinho da dor, pode levar o homem ainsistir no caminho.No caminho, a liberdade leva àverdade, que encontra a justiça, quetraz a paz, que chega ao Amor.Rodrigo Bentes DinizLimpando piso e azulejosVale a pena refletir...Comece a limpeza dos azulejos da cozinha pelorejunte, onde a sujeira mais se acumula. Retire asujeira mais difícil com a ajuda de um estilete. Em seguida,esfregue os azulejos com um pano embebido em um produ-to de limpeza específico, misture com água na proporção deuma medida de removedor para três de água. Depois que osazulejos estiverem secos, passe um pano para dar brilho.Para a limpeza do piso da cozinha, esfregue bem a so-lução com água sanitária (2 colheres (sopa) de água sanitáriapara cada litro de água). Não é recomendado utilizar deter-gente ou sabão em pó com água sanitária, pois a misturapode anular a ação desinfetante dos produtos e assim, osmicroorganismos continuam vivos na sua cozinha. Na su-jeira mais leve, o ideal é pingar oito gotas de detergente paracada litro de água e passar a mistura com um pano.Como decorar a casa com floresP ara deixar os am-bientes mais ale-gres e harmoniosos, uma dicaé apostar em elementos na-turais na decoração da casa.Além de deixar os espaçosmais bonito e com um toquede delicadeza,decorar a casacom flores é uma opção quetraz tranquilidade e sensaçãode bem-estar para sua famíliae também para as visitas.Escolha flores de cores,texturas, tamanhos e forma-tos variados, de acordo coma sua preferência. Elas podemficar em pequenos arranjossobre as mesas, em pratelei-ras,cantoneirasouatémesmoem vasos maiores no chão.RIA SE QUISER...Com a pedra na cabeçaA vovó repreende o neto:— Joãozinho, por que você atirou uma pedra na ca-beça do teu primo?— Ele me beliscou!— E por que você não me chamou?— Pra quê? A senhora não iria acertar uma...INGREDIENTES:• 1 abacaxi • 1 xícara deaçúcar • 2 caixas de gelati-na sabor abacaxi • 1 lata decreme de leite com soro.MODE DE PREPARO:1. Lavar, descascar ecortar em pedacinhos o
  10. 10. 10 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSO( Folclore, Tradição, Chasques e outras Gauderiadas)ANGELINO ROGERIO* • angelinorogerio@terra.com.brP A L A V R A SLá pelo final dos anos 70, uma música dogrupo inglês BEE GEES embalava nossasreuniões dançantes, bailes e saraus nasboates dos clubes Internacional, Comercial e Grêmiodos Subtenentes e Sargentos.A música era romântica uma barbaridade, e sechamava WORDS. Traduzida no português, “PALA-VRAS”.Mas ninguém dava bola prá letra, a melodia em-balava a moçada, a gente “viajava” na canção.Eram bons aqueles bailinhos, regados a inocen-tes goles de “Hi-Fi”, bebida que hoje os gaudérios sim-plesmente chamam de “samba com fanta”.Pois, muitos vaneirões e rancheiras se passaramao longo do tempo e até hoje, mesmo que românticas,“palavras são só palavras”, como dizia a música.Mas...a palavra!...Que poder tem a palavra.Quando usada por oradores experientes, temum sentido. Quando usada por quem não a domina, éum Deus-nos-acuda.Como diziam os antigos, “a palavra é um tiro”.Tivemos na história excelentes oradores, que faziamda palavra sua arma e seu escudo: Leonel Brizola, Ge-túlio Vargas, Luiz Carlos Prestes, Osvaldo Aranha, sóprá citar alguns brasileiros.Entre os estrangeiros, Lênin, Che Guevara, Mar-tim Luther King, Churchil, Gandhi...Por aqui, dizem que o senador Pinheiro Machadoarrebatava multidões quando fazia uso da palavra.Só que hoje, “soltar o verbo” passou a ser umatemeridade.Vimos fiascos sucessivos do ex-presidente Lula,que usava de ironia quando se apertava no uso dapalavra. Virou um falastrão de meia-tigela e um mauexemplo para uma geração inteira que passou a acre-ditar que as coisas podem ser feitas no “enrolation”...Mas agora parece que o laço tá apertando o pes-coço da indiada.Depois da lambança com as redações do Enem,algumas pessoas de bom senso resolveram agir em de-fesa da sofrida língua portuguesa.Como a escola perdeu pro Facebook e os livros fo-ram derrotados pelo celular, algumas empresas adota-ram uma medida prosaica para selecionar candidatosa emprego: fazer uso do DITADO. Isso mesmo, subme-tem os candidatos ao conhecimento de palavras bási-cas do nosso vocabulário. Porque muitos candidatos,com curso médio e superior, além de não conheceremas palavras, não sabem a grafia...A palavra é poder. Por isso o ministro JoaquimBarbosa é o “cara” do momento, pois esbanja conheci-mento e habilidade no uso das palavras.Pois Isso tudo me lembra um causo ocorrido comoutro Barbosa famoso, o jurista e intelectual RUI BAR-BOSA, que foi deputado, senador e ministro, um ho-mem brilhante do século XX.A ele atribuem este ocorrido:Os patos de Rui BarbosaDiz a lenda que RuiBarbosa, ao che-gar em casa, ouviu um ba-rulho estranho vindo do seuquintal. Chegando lá, cons-tatou haver um ladrão ten-tando levar seus patos decriação. Aproximou-se va-garosamente do indivíduoe, surpreendendo-o ao ten-tar pular o muro com seusamados patos, disse-lhe:- Oh, bucéfalo aná-crono! Não o interpelo pelovalor intrínseco dos bípe-des palmípedes, mas simpelo ato vil e sorrateiro deprofanares o recôndito daminha habitação, levandomeus ovíparos à sorrelfa eà socapa. Se fazes isso pornecessidade, transijo; masse é para zombares da mi-nha elevada prosopopeiade cidadão digno e hon-rado, dar-te-ei com minhabengala fosfórica bem noalto da tua sinagoga, e ofarei com tal ímpeto quete reduzirei à quinquagé-sima potência que o vulgodenomina nada.Eoladrão,confuso,diz:“- Dotô, eu levo oudeixo os pato?”* Advogado, Músico e CompositorProvas do Enccejaneste domingoAs provas para o Exame Nacional para Cer-tificação de Competências de Jovens eAdultos (ENCCEJA), acontece neste domingo, 14 deabril, nos turnos da ma-nhã e tarde, no Institu-to Estadual de EducaçãoProfº Annes Dias emCruz Alta, e na EscolaMiguel Calmon, no Sal-to do Jacuí.Pela manhã o exa-me inicia às 8h até às12h. Na parte da tarde,das 14h Às 19h.
  11. 11. 11Jornal O EXPRESSOSábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013INFORMA:Programa Miniempresa estimula oespírito empreendedor dos jovensNanoitedeterça-feira,9deabril,iniciou na escola Annes Dias oprograma Miniempresa. Pela primeiravez aderindo ao programa, serão 22 alu-nos do 2º ano do Ensino Médio que terãocomo instrutores Rafael Braga, AngeloRoque, Ricardo Forbeci e Viviane Varela.No Colégio Franciscano Santíssi-ma Trindade já é a 16ª turma do pro-grama. A Miniempresa deste ano temcomo voluntários Cristiano Prevedelo,Fernanda Guimarães, João Ricardo Oli-veira e Athaís Berghetti.O Programa Miniempresa faz parteda Junior Anchievement, é uma iniciati-va que proporciona aos estudantes do 2ºe 3º anos do Ensino Médio, a experiênciaprática em economia e negócios para aorganização e operação de uma empresa.Desenvolvido em 15 semanas, com en-contros semanais realizados nas escolas,geralmente à noite, os estudantes apren-dem conceitos de livre iniciativa, merca-do, comercialização e produção.OsprofissionaisvoluntáriosexplicamosfundamentosdaeconomiademercadoedaatividadeempresarialatravésdométodoAprender-Fazendo, onde cada participantese converte em um miniempresário.Os objetivos do programa são:trabalhar conceito de empresa e suasorigens, enfatizando os tipos de em-presa. Mostrar que, a partir de umanecessidade, se produz bens que geramsatisfação. Mostrar como funcionam asquatro principais áreas de uma empre-sa: Marketing, Finanças, Recursos Hu-manos e Produção. Controlar a presen-ça nas jornadas, fluxo de caixa, comprade matéria-prima, controle de estoque,vendas e produção. Proporcionar tro-ca de informações e conhecimento daempresa como um todo. Fabricar umproduto, consciente das normas de se-gurança, controle de metas de produ-ção e qualidade, dos riscos e sucesso deum negócio. Mostrar os compromissoslegais da empresa, referentes aos en-cargos e impostos, não sendo pagos aogoverno, mas doados a uma instituiçãobeneficente. Envolver o participanteem atividades como Rodada de Pales-tras com empresários e feiras.No colégio Santíssima Trindade,até o ano de 2012, 333 estudantes já pas-saram pelo programa miniempresa. Acoordenadora do projeto no STS, AneteMulinari explica que oportunizar essaexperiência contribui diretamente paradesenvolver o espírito empreendedor dosjovens. “Eles se tornam jovens mais ma-duros e experientes, aprendem a seremempreendedores de suas próprias vidas.”A ACI Cruz Alta é parceira da JuniorAchievementnesseprojetoquetemoobje-tivodepromoveraculturaempreendedorano município, proporcionando o contatodos jovens com o empreendedorismo.Balanço dos 100 primeiros diasde governoNa noite dequarta-feira(10), a Admi-nistração Municipal de CruzAltaapresentouobalançodos100 primeiros dias de gover-no. Tem destaque no balançoalgumas questões polêmicas,como a compra do veículoparaoGabinetedoPrefeito.O documento foi elaborado dividindo-se asações por secretarias.Entre as principais re-alizações dos primeiros100 dias, destaca-se oreajuste de 12% para ofuncionalismo munici-pal; aquisição de oitoveículos para as secreta-rias de saúde, fazenda,obras, desenvolvimentosocial e para o gabinete.Além disso, o balançoapresentado afirma eco-nomia superior a R$ 2milhões nos três primei-ros meses de 2013.
  12. 12. 12 Sábado e Domingo, 13 e 14 de abril de 2013Jornal O EXPRESSOAntigo Carmelo São José estásendo demolidoOC a r m e l oSão Josésurgiu apartirdoCarmelodeSan-ta Maria. Ele foi fundadoem 13 de abril de 1958 ehoje, quase 55 anos de-pois, o local utilizado pe-las irmãs carmelitas estásendo demolido.Segundo texto di-vulgado pelo Carmelo deFrancisco Beltrão, muni-cípio do Paraná, o prédiodo Carmelo São José, emCruzAlta,nãooferecia“asdevidas condições para aobservância regular car-melitana”. Ainda de acor-do com o texto, desde oinício, isso causou muitasdificuldades, justamentepelas irmãs não terem ca-pela própria e nem condi-ções para restauração doprédio ou construção.O texto segue afir-mando que “o edifício foise tornando sempre maisinabitável, sendo necessá-rio muito para as Irmãs alipermanecerem, correndoo risco de desabamentodo prédio. Diante dessadificuldade, surgiu a ideia,que se tornou decisão, desair desse local e construirem outro com capela”.O prédio localizadona Rua João Manoel foivendido. Com o dinheiro,as irmãs comprar duascasas no Bairro JardimPetrópolis II. Mas isso nãodeu o resultado esperado,oquelevouasirmãsairemembora de Cruz Alta.As Irmãs Carme-litas do Carmelo SãoJosé foram então paraFrancisco Beltrão (PR).O mosteiro de lá pas-sou, então, a se chamarNossa Senhora do Car-mo e São José.O prédio onde fica-va o antigo Carmelo foivendido. Segundo infor-mações da Mitra Dioce-sana de Cruz Alta, o com-prador é uma empresade Santa Rosa, que estádemolindo o prédio. Há,portanto, possibilidadede uma nova empresa seinstalar em Cruz Alta.Fonte (cruzaltaonline.com.br)

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