UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG 
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: 
QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE 
Pr...
SUMÁRIO 
1 APRESENTAÇÃO 
2 CAMINHOS, VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS EM UMA ECOLOGIA DIGITAL 
3 PASSOS NO BRASIL E URUGUAI PARA A...
APRESENTAÇÃO 
• Concepção de ciência: fatos e 
experimentos que envolvem diferentes 
interpretações Conhecimento científic...
CONCEITOS 
• Linguajear: enfatiza o caráter de atividade, de 
comportamento, de coordenações de 
coordenações de ações e n...
CAMINHOS, VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS 
EM UMA ECOLOGIA DIGITAL
ATUAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
PIBID
ESTÁGIO DOCÊNCIA
TIC- Edu
RECORRÊNCIAS PELAS TECNOLOGIAS 
DIGITAIS NA SALA DE AULA 
ESCUNA:orientar os 
estudantes a utilizarem a 
tecnologia digita...
RECORRÊNCIAS PELAS TECNOLOGIAS 
DIGITAIS NA SALA DE AULA 
As Redes Sociais como Estratégia para Ressignificar 
Aprendizage...
PASSOS NO BRASIL E URUGUAI PARA ATUAÇÃO 
DOS PROFESSORES EM UMA ECOLOGIA DIGITAL
PROUCA NO BRASIL
PROUCA NO URUGUAI 
CONECTIVIDADE EDUCATIVA DE INFORMÁTICA 
PARA APRENDIZAGEM ON-LINE (CEIBAL)
UCA NO RIO GRANDE DO SUL 
Assessorar a capacitação dos professores da escola do pré piloto
UCA NO RIO GRANDE DO SUL
OS CAMINHOS DA PESQUISA 
Critério de aceitabilidade científica,as explicações que trazemos dentro do nosso campo: 
o camin...
PROPOSIÇÃO DO FENÔMENO
HIPÓTESE EXPLICATIVA 
A imersão do professor de 
Matemática em uma Ecologia 
Digital poderá levá-lo a 
atualizações recorr...
CONTEXTO DA PESQUISA 
Cidade de Bagé 
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Coordenadora do NTM, diretora, 
supervisora pedagógica, 4 professoras. 
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CONTEXTO DA PESQUISA 
Cidade do Rio Grande 
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Coordenadoras pedagógica e 
anos finais de Matemática da 
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CONTEXTO DA PESQUISA 
Cidade de Porto Alegre 
• 2013 
Coordenadora do LEC/UFRGS, 
3 assessores do LEC/UFRGS e 
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AS NARRATIVAS EMERGENTES 
NO CONVERSAR 
• A metodologia das narrativas, neste nosso 
estudo, permite refletir o conversar ...
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DISCURSO DO SUJEITO COLETIVO 
Com a intenção de distinguir os temas recorrentes no ling...
Tabela IAD 1
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ANCORAGENS DOS DISCURSOS
INICIANDO AS DISCUSSÕES 
Compreender como o projeto UCA ocorreu a articulação 
das SE, dos NTM e das escolas para inserção...
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ARTIGOS PUBLICADOS EM REVISTAS 
O EXPERIENCIAR DE UM PROFESSOR: A 
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PRÁTICA...
TEMPO DA TESE 
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Obtenção de 
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Conversas teóricas 
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REFERÊNCIAS 
• ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; RUBIM, Lígia Cristina Bada. O papel do gestor escolar na incorpora...
REFERÊNCIAS 
• BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira 
• O que é o Ideb. Disponíve...
REFERÊNCIAS 
• MATURANA, Humberto R.. Transformacíon en la convivencia. Santiago: Dolmen Ediciones, 1999. 284 p. 
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: 
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  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE Prática Pedagógica de Professores de Matemática em uma Ecologia Digital Doutoranda: Maritza Costa Moraes Orientadora: Profa. Dra. Débora Pereira Laurino Coorientadora: Profa. Dra. Celiane Costa Machado
  2. 2. SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 2 CAMINHOS, VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS EM UMA ECOLOGIA DIGITAL 3 PASSOS NO BRASIL E URUGUAI PARA ATUAÇÃO DOS PROFESSORES EM UMA ECOLOGIA DIGITAL 4 OS CAMINHOS DA PESQUISA 5 INICIANDO AS DISCUSSÕES 6 ARTIGOS ENVIADOS PARA REVISTAS 7 O TEMPO DA TESE 8 REFERÊNCIAS
  3. 3. APRESENTAÇÃO • Concepção de ciência: fatos e experimentos que envolvem diferentes interpretações Conhecimento científico como um argumento e estudos sobre a forma como se voltado constrói para Educação. o conhecimento científico (Borges,2007). • Concepção em Educação em Ciências: a necessidade de Entendemos uma ciência a ciência como que um seja para todos, uma educação movimento guiado científica pelas emoções, e tecnológica capaz de promover pelos desejos inseridos o dos professores em conhecimento uma Ecologia Digital. científico voltada no domínio de interações que o observador opera.
  4. 4. CONCEITOS • Linguajear: enfatiza o caráter de atividade, de comportamento, de coordenações de coordenações de ações e não de um sistema de operações com símbolos abstratos. • Conversar: é o entrelaçamento do emocionar e do linguajear em que vivemos. • Ecologia Digital: relações que se estabelecem entre o sujeito e o meio digital atravessado pelas tecnologias, na qual perpassa o ensinar e o aprender.
  5. 5. CAMINHOS, VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS EM UMA ECOLOGIA DIGITAL
  6. 6. ATUAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
  7. 7. PIBID
  8. 8. ESTÁGIO DOCÊNCIA
  9. 9. TIC- Edu
  10. 10. RECORRÊNCIAS PELAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA SALA DE AULA ESCUNA:orientar os estudantes a utilizarem a tecnologia digital para a produção de seus saberes; imersos em uma cultura digital, metodologia dos PA, interesse do estudante. A Robótica Educacional: possibilidade de usufruir das tecnologias digitais educativas associadas no aprender dos estudantes.A robótica educacional é um meio de pensar as tecnologias como produto do conhecimento, a tecnologia se vivida como um instrumento para ação efetiva. Robótica socializando e produzindo conhecimentos matemáticos.
  11. 11. RECORRÊNCIAS PELAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA SALA DE AULA As Redes Sociais como Estratégia para Ressignificar Aprendizagens: Polinômios no Facebook, espaço de convivência pertencente a cultura digital dos estudantes, a qual propicia uma rede de comunicações, informações e intercâmbios, os netbooks, conectados a internet acessando o Facebook para realização de exercícios sobre Polinômios, o papel do professor como gerenciador da aprendizagem é o de estabelecer relações de confiança com os estudantes, na medida em que eles se sentem valorizados nas suas potencialidades. A Simulação Digital: do concreto ao virtual tecnologias digitais contextualizadas com os conteúdos a serem desenvolvidos em sala de aula, expor como os estudantes trabalharam a geometria, suas propriedades, aplicações e conceitos do concreto ao virtual, produzirem seu projeto de casa, tiveram oportunidades de coordenar ações, o uso do software SweetHome3D permitiu observar a mudança das conversações, a virtualização tridimensional, o emocionar dos estudantes ao interagirem com o software.
  12. 12. PASSOS NO BRASIL E URUGUAI PARA ATUAÇÃO DOS PROFESSORES EM UMA ECOLOGIA DIGITAL
  13. 13. PROUCA NO BRASIL
  14. 14. PROUCA NO URUGUAI CONECTIVIDADE EDUCATIVA DE INFORMÁTICA PARA APRENDIZAGEM ON-LINE (CEIBAL)
  15. 15. UCA NO RIO GRANDE DO SUL Assessorar a capacitação dos professores da escola do pré piloto
  16. 16. UCA NO RIO GRANDE DO SUL
  17. 17. OS CAMINHOS DA PESQUISA Critério de aceitabilidade científica,as explicações que trazemos dentro do nosso campo: o caminho da explicação científica.
  18. 18. PROPOSIÇÃO DO FENÔMENO
  19. 19. HIPÓTESE EXPLICATIVA A imersão do professor de Matemática em uma Ecologia Digital poderá levá-lo a atualizações recorrentes em sua práxis pedagógica.
  20. 20. CONTEXTO DA PESQUISA Cidade de Bagé • 2012 Coordenadora do NTM, diretora, supervisora pedagógica, 4 professoras. • 2013 Coordenadora pedagógica da SMEd, Coordenadora do NTM, 3 professoras.
  21. 21. CONTEXTO DA PESQUISA Cidade do Rio Grande • 2013 Coordenadoras pedagógica e anos finais de Matemática da SMEd, coordenadora do NTM e 3 professoras.
  22. 22. CONTEXTO DA PESQUISA Cidade de Porto Alegre • 2013 Coordenadora do LEC/UFRGS, 3 assessores do LEC/UFRGS e 5 professores. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido
  23. 23. AS NARRATIVAS EMERGENTES NO CONVERSAR • A metodologia das narrativas, neste nosso estudo, permite refletir o conversar dos gestores, geradas pelas experiências que estes nos narram sobre os problemas, as dificuldades e as estratégias encontradas para a inserção do PROUCA em suas comunidades. • As narrativas são entendidas como comunicação, pois estas se constituem pelo desencadear de procedimentos coordenados, que ocorrem entre os membros de uma unidade social (MATURANA; VARELLA, 2002).
  24. 24. O EU COLETIVIZADO PELA TÉCNICA DO DISCURSO DO SUJEITO COLETIVO Com a intenção de distinguir os temas recorrentes no linguajear dos professores optou-se pela Técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). • Permite expressar um sujeito coletivo escrito na primeira pessoa do singular, mas visando expressar a coletividade enquanto comportamento discursivo e fato social internalizado individualmente, podendo ser divulgado, preservando a sua característica qualitativa. • Seleção das ideias centrais presentes no discurso individual, buscando a reconstituição discursiva para a representação social. A técnica respeita o comum e o diferente, ou seja, posicionamentos emitidos de maneira diferente podem ser complementares.
  25. 25. Tabela IAD 1
  26. 26. Tabela IAD 2
  27. 27. ANCORAGENS DOS DISCURSOS
  28. 28. INICIANDO AS DISCUSSÕES Compreender como o projeto UCA ocorreu a articulação das SE, dos NTM e das escolas para inserção e uso dos dispositivos eletrônicos digitais individualizados nas comunidades de Bagé, Rio Grande e Porto Alegre. • Como as SE e NT articularam suas ações para inserção do UCA? • De que forma foi promovida a capacitação dos professores para trabalharem com o UCA? • Como as escolas se articularam para receber o UCA?
  29. 29. ARTICULAÇÕES EM BAGÉ Os espaços que a escola disponibiliza para os estudantes precisam ser modernizados, nem sempre a sala de aula com quadro verde e giz é sinônimo de aprendizagem (D.).
  30. 30. ARTICULAÇÕES EM BAGÉ Os espaços que a escola disponibiliza para os estudantes precisam ser modernizados, nem sempre a sala de aula com quadro verde e giz é sinônimo de aprendizagem (D.). Maturana (2002, 2009) destaca que o domínio de ação de um ser é onde ele vive e interage, modificando-se e sofrendo mudanças nos espaços de convivência, portanto esses espaços quando passarem a ser pensados como ambientes de formação, de transformação, podem potencializar a aprendizagem.
  31. 31. ARTICULAÇÕES EM BAGÉ Os professores tem medo de trabalhar com os laptops, por isso é importante fazer a formação para que possamos tirar as dúvidas deles sobre o uso dos laptops. Às vezes ficam perdidos e não sabem o que fazer. A nossa capacitação é por escola nós vamos às escolas e vemos o que cada escola precisa tanto na parte técnica como pedagógica e levamos a formação dentro da necessidade de cada escola (D).
  32. 32. ARTICULAÇÕES EM BAGÉ Os professores tem medo de trabalhar com os laptops, por isso é O envolvimento importante dos fazer gestores a escolares formação na para que possamos tirar as dúvidas deles sobre o uso dos laptops. Às vezes ficam perdidos e não sabem o que fazer. A nossa capacitação é por escola nós vamos às escolas e vemos o que cada escola precisa tanto na parte técnica como pedagógica e levamos a formação dentro da necessidade de cada escola. articulação dos diferentes segmentos da comunidade escolar, na liderança do processo de inserção das TIC na escola em seus âmbitos administrativo e pedagógico e, ainda, na criação de condições para a formação continuada e em serviço dos seus profissionais, pode contribuir e significativamente para os processos de transformação da escola em um espaço articulador e produtor de conhecimentos compartilhados (ALMEIDA; RUBIM, 2004, p. 2).
  33. 33. ARTICULAÇÕES EM RIO GRANDE A nossa ideia é dar formação, então a proposta da SMEd é assim: os professores nesse quarto dia é previsto para a capacitação, e nós, como assessoras das áreas, vamos visitar essas escolas. As assessoras vão até as escolas para conversar com os professores e ver que dia os professores de matemática estão, em cada uma das escolas, e aí vai começar um trabalho com os professores. A ideia é a gente partir daquilo que os professores estão precisando e querendo (M).
  34. 34. ARTICULAÇÕES EM RIO GRANDE A nossa ideia é dar formação, então a proposta da SMEd é assim: os professores nesse quarto dia, Espera-será feita se que a dessa capacitação forma o trabalho e nós, na como assessoras sala de das aula áreas, venha a ser profícuo de mudanças, a partir do vamos momento visitar que o essas escolas. docente As entender assessoras que pode vão incorporar até as escolas no seu para conversar planejamento com os as professores tecnologias e digitais ver que como dia os professores um recurso de matemática potencializador estão, do ensinar em cada e uma das escolas, aprender. e [...] aí e vai assim começar a sala de um aula trabalho deixará com os professores. de ser obsoleta(A Hoffman,ideia é 2011). a gente partir daquilo que os professores estão precisando e querendo (M).
  35. 35. ARTICULAÇÕES EM RIO GRANDE Conversar com os professores de Matemática das escolas e estabelecer uma escuta, ver o que eles estão fazendo, quais são as demandas deles, o que eles querem, para aí ver o que a gente vai poder auxiliar. Não é nada posto de cima para baixo. A secretaria quer essa formação junto com vocês. Então a ideia dessa é a formação como grupo(L).
  36. 36. ARTICULAÇÕES EM RIO GRANDE Conversar com os professores de A ação pedagógica precisa existir na recursividade dos encontros, nos diversos domínios emocionais, que esses docentes estabelecerão no fluir das redes de conversação que perpassa durante os encontros da formação. A ação pedagógica precisa existir na recursividade dos encontros, nos diversos domínios emocionais, que esses docentes estabelecerão no fluir das redes de conversação que perpassa durante os encontros da formação. Matemática das escolas e estabelecer uma escuta, ver o que eles estão fazendo, quais são as demandas deles, o que eles querem, para aí ver o que a gente vai poder auxiliar. Não é nada posto de cima para baixo. A secretaria quer essa formação com vocês. Então a ideia dessa é a formação como grupo(L).
  37. 37. ARTICULAÇÕES EM PORTO ALEGRE A equipe do LEC/UFRGS reunia-se uma vez por semana para avaliação e planejamento, durante aproximadamente três horas. Além disso, também nos reuníamos com o coordenador executivo do projeto na escola, com a equipe diretiva e setor de psicologia. Nessa formação todos participavam, professores, equipe diretiva e coordenadores (F.).
  38. 38. ARTICULAÇÕES EM PORTO ALEGRE A equipe do LEC/UFRGS reunia-se uma vez por O O envolvimento envolvimento semana da da para comunidade comunidade avaliação escolar escolar e planejamento, transcorreu transcorreu durante de de maneira maneira aproximadamente clara clara e e bem bem três horas. gerenciada, gerenciada, Além o o comprometimento comprometimento de de trabalhar trabalhar com com disso, a a tecnologia tecnologia também imersa imersa se numa numa reunia com o cultura cultura coordenador digital, digital, foi foi executivo diagnosticado diagnosticado do projeto no no na escola, empenho empenho com de de a cada cada equipe um um dos dos diretiva membros membros e da da setor de psicologia. escola escola que que se se propuseram propuseram a a executar executar a a proposta proposta apresentada. apresentada. Nessa formação todos participavam professores, equipe diretiva e coordenadores (F.).
  39. 39. ARTICULAÇÕES EM PORTO ALEGRE Essa questão da formação do professor, tem um momento que a inserção da tecnologia começa a falhar, então todos tem que ajudar. Isso o Estado, enquanto governo ainda não entendeu, eles não querem muita gente. Então a gente reduziu para uma coisa só, ai a coordenadora lá fez questão de incluir os NT, e ela considera que eles vão estar formados para multiplicar. Só que ela não designou um grupo que fizesse só isso. Na verdade os NT não estão conseguindo acompanhar essa formação (F.).
  40. 40. ARTICULAÇÕES EM PORTO ALEGRE Essa questão da formação do professor, tem um momento Para que a Piaget inserção (2002) da tecnologia cooperar na começa ação é a falhar, então operar todos tem em que comum, ajudar. isto Isso é, a o cooperação estado, o governo ainda compreendida não entendeu, como eles não uma querem interação muita afetiva gente. Então a gente entre reduziu os sujeitos para que do uma processo coisa só, de ai a coordenadora aprendizagem; lá fez questão como de fundamento incluir os NTE, na e ela considera coordenação que eles de vão ações estar pelas formados operações para multiplicar. de Só que correspondência, ela não designou reciprocidade um grupo que e fizesse respeito só isso. Na verdade mútuo. os NTE não estão conseguindo acompanhar essa formação (F.).
  41. 41. POR ENQUANTO... Isso nos leva a crer que o uso das tecnologias digitais no âmbito escolar são ferramentas potencializadoras para o aprender. Mas viver uma Ecologia Digital é necessário políticas públicas que valorizem a estrutura da escola e o profissional da educação, a intensificação das ações educacionais para promover formações continuadas visando o emocionar dos professores e instituir redes de conversação entrelaçadas pelo desejo de mudanças em sua práxis.
  42. 42. ARTIGOS PUBLICADOS EM REVISTAS O EXPERIENCIAR DE UM PROFESSOR: A RECORRÊNCIA PARA A CULTURA DIGITAL NO ENSINAR PRÁTICAS DOCENTES ATUALIZADAS NA ECOLOGIA DIGITAL
  43. 43. TEMPO DA TESE 2011 2012 2013 2014 2015 Obtenção de créditos Participação em eventos Conversas teóricas Publicação de artigos Escrita para qualificação Entrevistas com professores Entrevistas com gestores Qualificação Março Organização e análise dos discursos coletivos Escrita da tese Defesa Março
  44. 44. REFERÊNCIAS • ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; RUBIM, Lígia Cristina Bada. O papel do gestor escolar na incorporação das TIC na escola: experiências em construção e redes colaborativas de aprendizagem. São Paulo: PUC, 2004. • BORBA, Marcelo de Carvalho; PENTEADO, Miriam Godoi Informática e Educação Matemática. 5. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 104 p. • BORGES, Regina Maria Rabello. Em debate: cientificidade e educação em ciências. 2. ed. rev. ampl. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007. 118 p. • BRASIL. Ministério da Educação. O Projeto UCA. Disponível em: • < http://www.uca.gov.br/institucional/downloads/workshop3_VisaoGeral.pdf >. Acesso em: 12 jul. 2012e. • BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: • Matemática. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998, 148 p. • Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/matematica.pdf>. Acesso em: 12 jul. 2012. • BRASIL. Plano Nacional de Educação – PNE 2011-2020. Projeto de Lei 8035/2010. • Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&id=16478&Itemid=1107.>. • Acesso: 10 maio 2012a. • BRASIL. Ministério da Educação. Projetos do Programa de Governo Eletrônico • Brasileiro. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br>. Acesso em: 12 jul. 2012c. • BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Programa Um Computador Por Aluno (PROUCA). Disponível em: <http://www.uca.gov.br/institucional/downloads/workshop3_VisaoGeral.pdf >. Acesso em: 17 maio 2012d. • BRASIL. Ministério da Educação. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – • FNDE. Conselho Deliberativo. Resolução/Fnde/Cd/Nº 17 de 10 de Junho de 2010. • PROUCA. Disponível em:<http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/programas/prouca_resFNDE017_1 0062010.pdf>. Acesso em: 15 maio 2012b. • BRASIL. Ministério da Educação. ProInfo – Apresentação. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php? option=com_content&view=article&id=244&Itemid=462&msg=>. Acesso em: 12 dez. 2013. • BRASIL evolui, mas segue nas últimas posições em ranking de educação. Desempenho em matemática no Pisa subiu de 356 para 391 (2003 a 2012). Ainda assim, país ficou em 58º lugar entre 65 países que fizeram a prova. Disponível em: <http://g1.globo.com/educacao/noticia/2013/12/brasil-evolui-mas-segue-nas-ultimas-posicoes-em-ranking-de-educacao. html>. Acesso em: 15 dez. 2013a.
  45. 45. REFERÊNCIAS • BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira • O que é o Ideb. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/web/portal-ideb/o-que-e-o-ideb>. Acesso em: 08 jan. 2014. • CARIOCA em fuga. Mapa e Rotas do Rio Grande do Sul. Disponível em: • <http://www.cariocaemfuga.com/2010/08/mapa-e-rotas-do-rio-grande-do-sul.htm>. Acesso em: 18 jan. 2014. • D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação para uma sociedade em transição. 2. ed. Campinas: Papirus, 2001. 197 p. • FACTI. Fundação de Apoio a Capacitação em Tecnologia da Informação. Disponível em: <http://assespro-sp. org.br/assespro/associadas/facti-fundacao-de-apoio-a-capacitacao-em-tecnologia-da-informacao/>. Acesso em: 16 out. 2013. • FAGUNDES, Léa da Cruz. Entrevista com Léa Fagundes sobre inclusão digital para Revista NovaEscola. Disponível em:<revistaescola.abril.com.br>. Acesso em: 12 jul. 2012. • ______. (Org.). Informática e o Processo de Aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 5, n. 1, p. 43-54, 1992. • ______. Aprendizes do futuro: as inovações começaram! Brasília: SEED/MEC/PROINFO, 1999. 96 p. • FINEP. Disponível em: <http://www.finep.gov.br/>. Acesso em: 16 out. 2013. • HOFFMANN, Daniela Stevanin. Redes para aprendizagem de Matemática na modalidade 1:1 Tecnologia Individual, Construção Conceitual Coletiva. 2011. 176 f. Tese (Doutorado em Informática na Educação) – Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011. • LAURINO, Débora Pereira. Rede virtual de aprendizagem: interação em uma ecologia digital. 2001. 158 f. Tese (Doutorado em Informática na Educação) - Pós-Graduação em Informática na Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2001. • LEFEVRE, Fernando; LEFEVRE, Ana Maria C. O discurso do sujeito coletivo: um novo enfoque em pesquisa qualitativa (desdobramentos). Caxias do Sul: EDUCS, 2005. • LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1993. 203 p. • ______. A Inteligência Coletiva por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo Editora Loyola, 2007. 212 p. • ______. As Tecnologias da Inteligência o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 2008. 208p. • ______. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2010. 272 p. •
  46. 46. REFERÊNCIAS • MATURANA, Humberto R.. Transformacíon en la convivencia. Santiago: Dolmen Ediciones, 1999. 284 p. • ______. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001. 203 p. • ______. A ontologia da realidade. Belo Horizonte: UFMG, 2002. 350 p. • ______. Emoções e linguagem na educação e na política. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2009. • MATURANA, Humberto R.; DAVILA, Ximena Y. Ética e desenvolvimento sustentável - caminhos para a construção de uma nova sociedade. Revista Psicologia & Sociedade, Porto Alegre, v. 16, n. 3, p. 102-110, 2004. • MATURANA, Humberto R.; VARELA, Francisco J. A árvore do conhecimento. As bases biológicas da compreensão humana. São Paulo: Palas Athena, 2002. 288 p. • MATURANA, Humberto; VERDEN-ZÖLLER, Gerda. Amar e brincar: fundamentos esquecidos. São Paulo: Palas Athena, 2006. 272 p. • MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Aprendizagem da Docência: algumas contribuições de Lee Shulman. Disponível em:<http://coralx.ufsm.br/revce/revce/2004/02/a3.htm>. Acesso em: 18 set. 2013. • MOODLE. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Moodle >. Acesso em: 22 abr. 2013. • MORAES, Maritza Costa. Robótica Educacional: Socializando e Produzindo Conhecimentos Matemáticos. 2011. 144f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências)-Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências, Universidade do Rio Grande - FURG, Rio Grande, 2011. • MORAN, José Manuel. Como utilizar a Internet na Educação. Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 2, p. 109-228, maio/ago. 1998. • NÓVOA, António. Formação de professores e formação docente. In: NÓVOA, António. (Coord.). Os professores e a sua formação. 2. ed. Lisboa: Dom Quixote, 1995. • NTE. Disponível em: <http://nteriogrande.blogspot.com.br/>. Acesso em: 15 set. 2013. • PAIS, Luis Carlos. Ensinar e Aprender Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 152 p. • PAPERT, Seymour. Logo: computadores e educação. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. 253p. • ______. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: ArtMed, 2008. 224 p. •
  47. 47. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE – FURG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS: QUÍMICA DA VIDA E SAÚDE Prática Pedagógica de Professores de Matemática em uma Ecologia Digital Doutoranda: Maritza Costa Moraes Orientadora: Profa. Dra. Débora Pereira Laurino Coorientadora: Profa. Dra. Celiane Costa Machado

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