Revista Notícias de Israel - Julho de 2009 - Ano 31 - Nº 7

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Revista mensal sobre profecia bíblica, vida cristã, Israel e o Oriente Médio e notícias internacionais comentadas sob uma perspectiva bíblica. Entenda como o que ocorre no Oriente Médio afeta sua vida e o futuro de todos nós.

Assuntos abordados neste número:

• EDITORIAL: PREZADOS AMIGOS DE ISRAEL
• O PROFETA ISAÍAS E A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL
• O ISRAEL MODERNO NA PROFECIA BÍBLICA
• A BATALHA POR JERUSALÉM, A CIDADE DO GRANDE REI
• HORIZONTE: ISRAEL E O EIXO DO MAL
• HORIZONTE: O PAPA: ISRAEL É A TERRA DOS PALESTINOS
• HORIZONTE: ÁRABES ISRAELENSES: ODIAMOS O NOSSO PAÍS
• HORIZONTE: MINISTRO CANADENSE ADVERTE SOBRE O NOVO ANTI-SEMITISMO
• HORIZONTE: SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO ISRAELENSES NA AMÉRICA DO SUL

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Revista Notícias de Israel - Julho de 2009 - Ano 31 - Nº 7

  1. 1. NOTÍCIAS DE JUlllll DE Íllllll | ANO 31 | N" 7 | HS 3,50 “TT” TT* , ' "t. Vl. lt iulealsat ea Restaura . ! V Ú x. : . . S . v, ¡ . t, 1;. 'A _f N. : -. ~ . a ~ , › . f _ Y "› : ' A _ . « A V. " f 1 4 v . , - x _cy . « " r ' '. __ _ › . .. .H _ * _ L1 , V. . . u can p
  2. 2. 13,5 x19,5 cm - 32 pág. 'J ; m LÍÍIÍÍIHÚ 'num * r *hrlz/ :rrrtrrrrrr A 15x22 cm - 112 pág. Pedidos: Í) 0300 789.515?, . __, . súbita. dade. 't certamente não ú acaso o lato da ! pistola de Judas ser o Iiltlmo livro antes do Apocalipse. 0 Espírito Santo vetou sobre a ontem dos livros bíblicos. com Isso, esta carta portaria ser um apelo urpeme do nous a nós, uma vez que ela espelha a situa- ção espiritual sobre torla a ter- ra Imediatamente anterior ao llrreliatamento e ao Apocalipse que virá em seguida. n carta da . tintas retrata o último capitulo antes tlo Arrehatamentul A vida é incerta. Todo dia pessoas se levantam e vão trabalhar sem pensar que antes do anoitecer poderão se encontrar com Deus. Hoje alguns deixarão o planeta Terra devido a um ataque cardíaco, um acidente ou um assalto violento. Há inúmeras possibilidades de morte Por essa razão cada pessoa consciente deveria pensar sobre onde ira quando morrer e onde passará a eterni- Qual será o seu destino final? Este livrete vai ajuda-lo a descobrir. Leia-o cuidadosa- mente. Ele poderá mudar a sua vida e o seu destino - para sempre. / lr . J í. Justamente 13,5 x19,5 cm - 96 pág. www. cl'lal'nada. cnm_hr cãesconios nuamidall Its 1 10.. .. 20 . ... ... ... ... .69,80 30 . ... ... ... ... ..89,70 50 . ... ... ... ...124,50 100 96,00 o tanõmeno ito povo Judeu e muito tliticll : te explicar porque ele ocupa um lugar únleo no: planos e proposito: :le Ileus. seu destino milenar está predi- to na Bíblia com preolsão divina; sua história e sua existência , confirmam a tldellilade das proleclas laílllicas.
  3. 3. . “ NUllCl/ Vs DI I' ”'T v ' à', v ' 1 -v ' I I I _ N . , _ * __ . .h A . .. . l d. a¡ E uma publicação mensal da “Obra Missionária Chamada da Meia-Noite” com licença da “Verein für Bibelstudium in Israel, Beth-Shalom” (Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel), da Suíça. : Izif-'cíãalllisz àllllltttk; . Lituano ¡› FIIIIFÉEVAI Limits: : : s» : manu: ntfiu n: Mínllll a › . Administraçãoelmpressão: . . x ' A ' . , “ ' Rua Erechim,978 - Bairro Nonoai x28' 90830-000 - Porto Alegre/ RS - Brasil 'x' _. ¡ _a 1'; :IÃÊ í ' . Fone: (SI) 3241-5050 Fax: (51) 3249-7385 ~ _ 3¡ r . E-mail: mail@chamada. com. br KN. II. . #MY 'i "A ' www. chamada. com. br Endereço Postal: l* maul IIIIIIIIHIII m ~": itIHI: :I: :ll: l., lt: : CaixaPostaLl688 _ 90001-970 - PORTO ALEGREIRS - Brasil Fundador: Dr. Wim Malgo (1922 - 1992) ' '~' I - Conselho Diretor: Dieter Steiger. Ingo Haakc. Markus Steiger, Reinaldo Federolf Editor e Diretor Responsável: Ingo Haake I' I I I l III: 3- - Diagramação &Arte; Roberto Reinke 8( Julia Wiesinger Assinatura - anual 31,50 - semestral . 19,00 Exemplar Avulso . ... ... .. . . 3.50 Exterior: Assin. anual (Via Aérea) USS 35.00 Edições Intemacionais EÍÍÍiÍUÍÍIIIÍ. : A revista "Notícias de Israel" é publicada também em espanhol, inglês. alemão, 3-_ . . . holandésefrancés. ^ - mzm: 5 l IMI Ill Ma! As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos autores. INPI n° 040614 Registro n° S0 do Cartório Especial mui: í: num um *num 0 objetivo da Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel é despertar e fomentar entre os cristãos o amor pelo Estado de Israel e pelos judeus. Ela demonstra o amor de Jesus pelo Seu povo de maneira IÍiIIIiÍÂ' LW: U:¡'»! ,1IL1$: prática, através da realização de projetos ¡numymn “luck” . .uk sociais e de auxilio a Israel. Além disso. promove também Congressos sobre a Palavra Profética em Jerusalém e viagens. com a intenção de levar maior número possível de peregrinos cristãos a Israel, onde mantém a IIIHIAR: III" IÊIÚIHÍIMIDT ÂÍIEIAÉÍ"I Casa de HÓSPedÇS “Beth-Shalomnno monte :1Il: l:I7 I cmvn : |IÍ'? §› mu¡ : kann Carmehem HaifaI- nun-sun: : n: lllillrantjlrl mmumfllkax m : hliãlllíí: m : m
  4. 4. ll Ill ! I ll ? A IIIÍIÍI. ? ll' "JIMI. »IIIIIII ll' Ill! “Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e os que contendem contigo perecerão. Aos que pelejam contra ti, buscá-los-ás, porém não os acharás. serão reduzidos a nada e a coisa de nenhum valor os que fazem guerra contra ti” (ls 41.1142). As pressões do governo de Barack Obama, o novo presidente americano, para que Israel aceitasse a proposta de “dois Estados" no conflito com os palestinos foram intensas. Desse modo, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu viu-se praticamente obrigado a aceita-la: em seu discurso à nação, ele referiu-se a ela com a ressalva fundamental de que o Estado palestino deverá ser desmilitarizado. Além disso, estabeleceu várias outras importantes condições para garantir a sobrevivência de Israel como Estado judeu. Para muitos cristãos, a tendência da formação de um Estado palestino é contrária às profecias bíblicas, razão porque crêem poder adia-la através das suas orações. Eles deixam de levar em consideração, porém, que o conflito, de acordo com a Biblia, somente será resolvido quando Iesus Cristo voltar em grande poder e glória. Conforme as Escrituras, antes disso o conflito no Oriente Médio terá uma solução aparente, pois lemos por três vezes em Ezequiel 38 que Israel viverá em paz e segurança. Os políticos já estão trabalhando nessa solução passageira desde que os judeus começaram a retornar à sua pátria. Entretanto, ate' hoje não foi possível achar uma caminho para uma paz duradoura na região. Agora, porém, parece que as Nações Unidas estão convencidas de que a receita de dois Estados levará à longamente ansiada paz. Essa convição não é israelense, mas das nações. Entretanto, é evidente que Israel também está sendo conduzido nessa direção internamente, de modo que mesmo o novo governo, que tenta impedir esse rumo, não tem como se opor frontalmente a ele. Conforme o profeta loel, uma das razões porque Deus julgará as nações e' que elas “repartiram a minha terra” (ll 3.2). Se bem que os versículos 3-6 de Joel 3 são profecias que já se cumpriram no passado, na segunda parte do capitulo (a partir do versículo 9) fica claro que essas afirmações têm também um aspecto ligado aos tempos finais, quando Deus fará o acerto de contas com as nações por ocasião da vinda do Messias. É interessante que no versículo 4 são citados nominalmente Tiro, Sidom e as regiões da Filistia, como aqueles que buscam impedir a ação de Deus. Justamente nessas regiões (no Libano e em Gaza) estão estabelecidas atualmente as duas organizações terroristas islâmicas radicais, o Hezlfallah (Partido de Alá) e o Hamas. Os dois grupos juraram jamais aceitar a existência de Israel, nem mesmo em mil anos, como afirmou Hassan Nasrallah, líder do Hezlfallah. Com essas palavras, ele fez inconscientemente uma afirmação profética, pois deu a entender que Israel ainda existirá daqui a mil anos. A Palavra de Deus, que não pode falhar, diz que os inimigos de Israel serão aniquilados. O profeta Isaías afirma: “Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e os que contendem contigo perecerão. Aos que pelejam contra ti, buscá-los-ás, porém não os acharás. serão reduzidos a nada e a coisa de nenhum valor os que fazem guerra contra ti" (ls 41.1 1-12). Na firme convicção de que se cumprirão as promessas da Palavra de Deus, verdadeira e confiável, e não as ameaças dos inimigos de Israel e, portanto, inimigos de Deus, saúdo com um sincero Shalom! !
  5. 5. 335** 57.) - Àsyaa , Q v¡ *. lllkhjlgtt II: HJ”. Illmfln¡ _uz mit'. um " "íutlrnmtlgztir : :unmríh ! IRQ futsal: u; se¡ _ls: tlnnez'atti'it 'anti : instant: ~ ; S359Valvulanmqlrfáàil: :inn: g _unrag J. M* u¡ r. I l p: v* II ILI: . , . "la _üá? a'l"ililàlñ. _ 555?**- 3' nznig_i3,_. _(= .c»'1 ; gl ~ Hawaii_ à . á. 'trlt_ll¡›, j!illlí'- n. ' 'num l n| '¡. ::_: ~; i l by “Nrgxfrílh i ' _, . ilílljiit" Lilia: _p, ,.-. ', "saias foi chamado por Deus para ser profeta no ano da morte do rei Uzias, aproximadamente em 739 a. C. (Is 6.1-8). O tema de sua men- . . - Sagem era o anúncio do juízo divi- no sobre Israel, a promessa do Salvador vindouro e a restauração de Israel. Na época do chamado de Isaías, as circuns- tâncias em Israel eram terríveis: a terra e o povo estavam divididos entre Reino do Norte e Reino do Sul. Os israelitas esta- vam brigados entre si e travavam guerras fratricidas. A isso somava-se uma tene- brosa idolatria, com o sacrifício de crian- ças ao deus Moloque e a prática de per- versões sexuais no culto a Baal. A EROCLAMAÇÃO DO IUIZOVINDOURO Isaías exerceu seu ministério por 50 a 70 anos sem jamais ter encontrado ou- vidos abertos à sua mensagem. Deus ha- i). via encarregado Seu servo de proclamar uma mensagem muito trágica - o juízo (ls 6.9-13). Mesmo que Deus não queira a morte do ímpio, "mas que o perverso se converta do seu caminho e viva" (Ez 33.11), não po- demos desconsiderar que um dia a paciên- cia e a misericórdia de Deus acabam. Co- meçando por Moisés, ate' o profeta Isaías, Deus havia exortado e alertado Seu povo continuamente, por 500 anos! E agora era chegada a hora do juízo. Israel havia come- tido um duplo pecado: LCulto a Deus - sem Deus A vida espiritual do povo tinha decaído para um ritual de falsa piedade, uma fa- chada - um culto a Deus, sem Deus. "Ouvi a palavra do Senhor, vós, príncipes de Soda- ma; presta¡ ouvidos à lei do nosso Deus, vós, povo de Gomorra" (Is 1.10). Deus compa- rou Ierusalém e Iudá com Sodoma e~Go- morra porque entre seus muros eram co- ] JI! f/ :l-'Êl 'n . '* All -* l' m' f, _ ' x 2 k - k _ v l b E 'VK u- s ! til , 3¡ - i t_ : É r _, , r ~ v: l 7P - ' . l _ i _ . . V T_ . , _ , u ~ Ha' . x . x, . v metidos os mesmos pecados. E então o Se- nhor pergunta: "De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? - diz o Se- nhor. Estou farto dos holocausto: de carnei- ros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes comparecer perante mim, quem vos reque- reu o só pisardes os meus átrios? Não conti- nueis a trazer ofertas vãs; o incenso e' para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüida- de associada ao ajuntamento solene. As vos- sas Festas da Lua Nova e as vossas solenida- des, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vos- sas mãos estão cheias de sangue” (Is 1.11- 15). Deus estava cansado do povo rebelde, uma vez que seu culto era apenas de apa- rência e seus corações estavam longe dEle. lillllll” Il' Mtlll, IIIJ| 'lr HI' :
  6. 6. 2. A idolatria Ao seu distanciamento interior de Deus somava-se a prática exterior desse distan- ciamento, revelado na forma de idolatria: “Í. .o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vi- nho, não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; erram na visão, tropeçam no juizo. Porque todas as mesas estão cheias de vômitos, e não hd lugar sem imundícia" (Is 28.7-8). "Porque povo rebelde é este, filhos mentirosos, filhos que não querem ouvir a lei do Senhor. Eles dizem aos videntes: Não tenhais visões; e aos profetas: Não profetizeis para nós o que é reto; dizei-nos coisas apra- zíveis, profetizai-nos ilusões; desviai-vos do caminho, apartai-vos da vereda; não nos fa- leis mais do Santo de Israel"( Is 30.9-11). OJIHZO Com tudo isso, Deus não teve outra alternativa a não ser concretizar o juizo anunciado por tanto tempo. A decadência começou com Israel não querendo mais ouvir: "Estatelai-vos e _ficai estatelados, ce- gai-vos e permanece¡ cegos; bêbados estão, mas não de vinho; andam cambaleando, mas não de bebida forte. Porque o Senhor derramou sobre vós o espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, que são os profetas, e vendou a vossa cabeça, que são r naus r u. ..) rm; r rrr Til/ lt: : : :rrrrrrrrrirarrst r rrrru ç -~ ' Illilhlillfl» rm; run : Zllãmtllrrrr rzrlrti tlrtrtáll: : illlillllrlli tílllltlhlilll? rm irrrunrrrur, g os videntes" (Is 29.9-10). Israel não queria ouvir, pois desejava viver como bem en- tendesse. lsso lembra muito a situação da lgreja de Iesus nos dias de hoje! Israel chegou ao ponto de não poder mais ouvir. Seu coração estava endurecido. E aí veio o segundo passo do juízo divino: "Eis que o Senhor vai devastar e desolar a terra, vai transtornar a sua superficie e lhe disper- sar os moradores. 0 que suceder ao povo sucederd ao sacerdote; ao servo, como ao seu senhor; à serva, como à sua dona; ao comprador, como ao vendedor; ao que em- presta, como ao que toma emprestado; ao credor, como ao devedor. A terra serd de todo devastada e totalmente saqueada, porque o Senhor é quem proferiu esta pa- lavra. A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enlan- guescem os mais altos do povo da terra. Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a mal- dição consome a terra, e os que habitam nela se tornam culpados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e pou- cos homens restarão" (Is 241-6). O juízo anunciado por Isaías era com- parável a uma tormenta que vem chegan- do, com as nuvens subindo lentamente do horizonte. Começou com os asstrios ein 1,* 733 a. C. fazendo suas incursões e saques expulsando parte das tribos de Ruben, Ga- de, Naftali e Manassés da margem ociden- tal do Iordão, e se completou em 586 a. C. quando Nabucodonosor II conquistou Je- rusalém, destruiu o Templo, transformou tudo em ruínas e cinzas e deportou os mo- radores para Babilônia. A palavra do profe- ta cumpriu-se literalmente. Tudo isso foi a trágica conseqüência do pecado e da rebe- lião contra Deus. O ENGANO O juízo previamente anunciado aconte- ceu. A Palavra de Deus cumpriu-se. E assim termina a mensagem do livro de Isaías. Agora, certamente você pensará: “O que e' isso? Não se pode dizer algo assim! " Infelizmente, hoje muitos agem dessa for- ma. Parece que lêem o livro de Isaías ape- nas até o capítulo 39, talvez com alguns versículos do capítulo 53, fazendo de conta que está concluída a mensagem do profeta. Todo o resto e' ignorado ou espiritualizado, como se não tivesse mais significado para hoje. Infelizmente, isso acontece mais e mais no meio evangélico. Afirma-se que ls- rael foi amaldiçoado por Deus. Que Deus rejeitou Seu povo e o deserdou, dando seu lugar à Igreja. Cito um comentário do Apocalipse:
  7. 7. ÍÍÍIÊLÍIÍ. ; f. A velha criação de Deus - Israel, precisa ser dissolvida quando o Reino for entregue à Igreja, a nova criação. .. Em seu aniquila- mento justo de Israel, Deus abalar-á até os céus e a terra para transferir o reino à sua nova nação, a lgreja. ..' Jesus ordenou a Seus discípulos que orassem amaldiçoando Israel e que suplicas- sem a Deus para aniquilar Israel, para fazer secar a figueira e lançar ao mar o monte apóstata. E foi justamente o que aconteceu. A Igreja perseguida, acossada pelos ¡udeus apósmtas, começou a orar pela retribuição de Deus sobre Israel, para que o monte ls- rael fosse levantado e lançado ao mar. Seus sacrifícios de oração foram aceitos no altar celestial, e como resposta Deus ordenou a Seus anjos que lançassem Seus castigos de juízo sobre a terra. Israel foi destruído? Esse ponto de vista é ainda mais trá- gico porque o comentário bíblico citado pode ser adquirido de uma editora evan- gélica conservadora [na AIemanha]! Ad- mitem-se os juízos e castigos sobre Israel, mas rejeitam-se todas as bênçãos, sua restauração e renovação! A PROMESSA Deus diz através do profeta Jeremias: "Ouvi a Palavra do Senhor, ó nações, e anuncia¡ nas terras Iongfnquas do mar, e di- ¡IISFQÊÓ 'U"J* 4V. fiíítífrnlvfiálirlntâ? ? "Í1*. _“ ; QÊia-#Êgk E** zei: Aquele que espalhou a Israel o congre- gara' e o guardarei, como o pastor, ao seu re- banho" (Ir 31.10). De acordo com essa pro- messa, o Senhor agora explica a Isaías: "Como pastor, apascentard o seu rebanho; entre os seus braços recolherd os cordeiri- nhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente" (ls 40.11). "Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, laco', a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo, tu, a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeítei, não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sus- tento com a minha destra fíe " (Is 41.840; veja vvl8-20). "Mas agora, assim diz o Se- nhor, que te criou, ó [aco, e que reformou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; cha- mei-te pelo teu nome; tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quan- do, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queima- ras, nem a chama arderd em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Seba', por ti. Visto que foste precio- so aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti e os povos, pela tua vida. Não temas, pois, porque sou contí- go; trarei a tua descendência desde o Orien- te e a ajuntarei desde o Ocidente. Direi ao Norte: Entrega! E ao Sul: não retenhas! Tra- zei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra"( Is 411-6). DEUS É FIEL Portanto, quem afirma que Deus rejei- tou Israel, que Israel é amaldiçoado por Deus e que a Igreja tomou seu lugar, colo- ca-se claramente contra a Palavra de Deus! Coloca~se, sim, contra Sua ñdelidade, con- tra Suas promessas e declarações! 'Assim diz o Senhor, que dd o sol para a luz do dia e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; Senhor dos Exército: e' o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o Senhor; deixara também a descendên- cia de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima e sondados os fundamentos da terra cd em- baixo, também eu rejeitarei toda a descen- dência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor" (Ir 31.35-37). Com isso o Se- nhor está dizendo: "Tão imutáveis como são as marés, tão eterno como o ritmo do dia e da noite, tão inescrutável como a grandeza do universo e tão inexplorável como as profundezas do mar, assim é imu- tável, eterna, inescrutável e inexplorável a HIHH l HH! llll l Ill
  8. 8. .11 . ISiIRZ VIIÁW: llllnli, 'llltíí Áiltlllll* "lllllllll uma: :llltzillllnsuinm , Q / , 'x , w ~ . ” 5. 1;; »- L2 'r *s gx __ . . ç : e v** 'Illlllll' ! I urna_ lllllll il. Miu minha fidelidade para com o povo da mi- nha aliança! DEUS NÃO PODE MENTIR Pensemos bem: se a fidelidade do Se- nhor para com o povo de Sua aliança não for confiável, quem nos garante, a nós que somos da Igreja de Jesus, que Ele chegará ao alvo conosco? Paulo escreve: "Estou ple- namente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo ]esus"(Fp 1.6). Quando ques- tionamos a fidelidade de Deus para com Israel, estamos cortando o galho onde nós mesmos estamos sentados! Tomo por testemunha mais um exem- plo do agir de Deus com Israel. Trata-se de um profeta gentio e ímpio. Este, contra sua própria vontade, teve de confirmar a ñdeli- dade de Deus para com o povo de Sua aliança. 0 rei ímpio dos amalequítas, Bala- que, havia chamado o profeta Balaão para amaldiçoar Israel. Porém, contrariando seu propósito, ele não apenas teve de abençoar Israel mas até confirmou a aliança que Deus havia firmado com Seu povo: "Deus não e' homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? Eis que para aben- çoar recebi ordem; ele abençoou, não o pos- so revogar" (Nm 23.19-20). Não esqueçamos que Deus comprome- teu-se com Seu povo por meio de uma aliança. Ele jurou a seu amigo Abraão: "de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldi- çoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as familias da terra" (Gn 122-3). A respeito de Davi, homem segun- do o coração de Deus, o Senhor disse: "Hd de ser que, quando teus dias se cumprirem, e tiveres de ir para junto de teus pais, então, farei levantar depois de ti o teu descendente, que sera' dos teus filhos, e estabelecerei o seu reino. Esse me edificará casa; e eu estabele- cerei o seu trono para sempre. Mas o confir- marei na minha casa e no meu reino para sempre, e o seu trono sem' estabelecido para semprv"(l (Ir 17. 1 H2. 14). UMA / l, l/ NÇA lãlERNA Mesmo que o mundo todo, inclusive o mundo cristão, se afaste de lsrael, Deus
  9. 9. continua e continuará firme em Suas pro- messas e manterá Sua Palavra! 0 apóstolo Paulo confirma as declarações de Isaías, dizendo: "porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" (Rm 11.29). Além dessa aliança divina, Isaías men- ciona uma nova aliança que o Senhor esta- beleceria com Israel - uma aliança do cora- ção. Lemos: "tlar-lhes-ei fielmente a sua re- compensa e com eles farei aliança eterna" (ls 61.8). O profeta Jeremias explica com mais precisão essa declaração de Isaias: "Eis af vêm dias, diz o Senhor; em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judd. .. .Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo" (Ir 3131,33). Quando isso deverá suceder? Isaías até menciona a ocasião! 'Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, nasceu-lhe um menino. Quem jamais ouviu tal coisa? Quem ouviu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus fi- lhos. Acaso, farei eu abrir a madre e não fa- rei nascer? - diz o Senhor; acaso, eu que fa- ço nascer fecharei a madre? - diz o teu Deus" (Is 66. 7-9). Aqui se fala do nascimen- to nacional de Israel. O que nunca antes se ouvira, é realidade desde 14 de maio de 1948. O Estado de Israel e' novamente uma nação depois de 2.000 anos. Nesse interim já se passaram 61 anos, apesar de todos os inimigos! Mas Isaías não fica só neste acontecimento. Ele vê mais um fato que hoje ainda não e' realidade. Esse segundo acontecimento se dará não muito tempo depois do que acabamos de mencionar, e trará para Israel a tão almejada paz. Mas primeiro o Senhor, por meio de Isaías, dirige-se a nós, que amamos Israel: recomendamos "Regozijai-vos juntamente com Jerusalém e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais; exultai com ela, todos os que por ela pran- teastes, para que mameis e vos farteis dos peitos das suas consolações; para que su- gueis e vos deleiteis com a abundância da sua glória" (Is 66.10-11). Isso nos lembra de Isaías 40, onde o Senhor fala: "Consolai, consola¡ o meu povo". Então, depois de Isaías ter falado do nascimento miraculoso de toda uma na- ção, ele volta seu olhar para o consolo e a paz de Israel: "Porque assim diz o Senhor: Eis que estenderei sobre ela a paz como um rio, e a glória das nações, como uma tor- rente que transborda; então, mamareis, nos braços vos trarão e sobre os joelhos vos acalentarão. Como alguém a quem a sua mãe consola, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados" (Is 66.12- 13). Israel como nação é um fato. Mas o que ainda lhe falta é a paz e o consolo. Isaias também define essa paz indicando para uma Pessoa: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Principe da Paz" (Is 9.6). Este não é outro senão Jesus Cristo, o Messias de Israel! E, finalmente, em Isaias 66.14 está es- crito: "Vós o vereis, e o vosso coração se re- gozijara', e os vossos ossos revigorarão como a erva tenra; então, o poder do Senhor será notório aos seus servos, e ele se indignará contra os seus inimigos". O que Isaias está querendo dizer ao declarar: “quando o ve- reis. .."? Consolo e paz não podem ser vistos. São emoções. Vemos, sim, suas manifesta- ções, mas não a própria situação! 0 que, porém, se pode ver com muita nitidez e' um parto, que e' algo bem real. É justamente o que Isaías, por incumbência divina, quer LIVROS nos dizer. Quando puder ser visto o que é concreto, isto é, o nascimento da nação de Israel, então a paz e o consolo não estarão muito longe. O SENHOR VIRÁ EM BREVE! Reconhecemos e vemos com nossos próprios olhos que Israel é novamente uma nação. O nascimento já aconteceu. O que ainda falta é consolo e paz para Israel: o Messias! Por isso, Sua volta está às por- tas! Faço uma pergunta a você, pessoal- mente: se Jesus viesse hoje, você estaria pronto para encontra-IO? Maranata, vem, Senhor Jesus! Notas: l. David (hilton, Die grossa Trübsul, p. 75. 2. Duvid (hilton, Die grossa Triibsal, p. B7.
  10. 10. lHlllll D2 EJ | )/Vl| › M. l. líVY dia 14 de maio de 1948 e' o mais importante na histó- ria rccente de Israel. Ele significa a ressurreição de Israel como nação pela pri- meira vez em 20 séculos. Nos anais da história humana nunca um povo arran- cado de sua terra e disperso pelo mun- do havia sobrevivido e retornado a seu pais de (irigem para reassumir sua exis- tência nacional. Esse fenômeno incomum e sem prece- dentes confundiu historiadores, politicos e religiosos. 0 significado completo da ree- mergência de Israel não pode ser totalmen- te entendida ou explicada sem a Biblia. Nos últimos 61 anos, várias visões têm surgido para explicar a restauraçao de Is- rael. Alguns cristãos dizem que ela não tem nenhuma relação com a profecia e que o restabelecimento do Israel moderno e' [apenas] um fato histórico e sem qualquer 10 lllll ii l! lSHi. ,lllrli il ? Hi lSlaEl MU Em “na Prrleria Biblica_ relevância jarra o cumprimento das profe- cias bíblicas. Outros zifirmam que haverá uma res- tauração naicional literal como foi jirofcti- zada na Biblia, mas não antes que Jesus Cristo VOlÍC. Eles crêem que o retorno atual dos judeus. ainda na incredulidade, não observa a s ncia zidequada de arrepen- dimento segirido de restaur As duas visões têm falhas. A primeira nega que este ou qualquer retorno futuro do povo judeu à sua terra natal seja o cumprimento de profecias bíblicas. A se- gunda nega qualquer cumprimento bibli- co até que Israel se arrependa do pecado e da incredulidade ~ Lima visão não ensina- da nas Escrituras. Como, então, devemos interpretar o re- torno do povo judeu à sua terra e o nasci- mento do Estado de Israel? As Escrituras dizem que Israel deve ser reinstalado como nação soberana na incredulidade antes que venham a scr ctrmpridas as profecias rela- cionadas com a nação nos últimos dias. O RENASCI l»llíN'l'(l) D15 lSRAlÊl. Dois mil e seiscentos anos antes, Eze- quiel havia profetizado uma ressurreição nacional para Israel (Ez 37.l-14). O Espiri- to do Senhor colocou o profeta em um vale cheio de ossos humanos secos e lhe disse que eram "toila a casa de Israel" (Ez 37.I, II). Depois, ordenou ao profeta que profetizasse sobre esses ossos (Ez 37.4). Quando o profeta falou, um poderoso milagre ocorreu. Imediatamente os ossos se ajuntaram, formando corpos humanos (Ez 37.7). Essa junção significa a ressurrei- ção de Israel como uma entidade em sua própria terra nos últimos dias. A falta de "espirito" nos ossos indica a ausência de
  11. 11. vida espiritual no momento da ressurrei- ção (Ez 37.8). Ela virá com a reconciliação - na Segunda Vinda de Iesus, o Messias. Assim, a Bíblia ensina que Israel retor- nara à sua própria terra em incredulidade e se tornará uma nação antes do retorno do Messias. A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL Ezequiel 36.842 também afirma que a terra em si será restaurada com a volta do povo judeu. No século 19, os filhos e filhas de Abraão começaram a voltar para casa; em 1948, cerca de 657 mil pessoas já residiam no novo Esta- do de Israel. A maioria desses pionei- ros não possuía experiência na agri- cultura ou de cultivo do solo, mas eles logo estabeleceram os kibbutzim (as- sentamentos coletivos) e produziram grãos na terra que estivera desolada durante séculos. Desde seu retorno, a terra tem expe- rimentado a nova vida mencionada em Ezequiel 36. Primeiro, é como uma ár- vore que faz brotar novos galhos, folhas e frutos (Ez 36.8). Segundo, está produ- zindo abundantemente à medida que é "lavrada e semeada" (Ez 36.9). Terceiro, suas cidades estão sendo reconstruídas e habitadas (Ez 36.10). Quarto, a terra tem sido reivindicada à medida que as ruínas de Israel são reedificadas (Ez 36.10). Quinto, a terra esta' sendo repo- voada pelo povo judeu (Ez 36.1042). Sexto, os israelenses estão tomando posse dela (Ez 36.12). Esse evento e' um precursor do cumprimento final da pas- sagem de Ezequiel 36 que acontecerá no Reino Milenar. / lâlillNllilí l/ QIAU l)l". lSll/ l*ll, Em 29 de novembro de 1947, as Na- ções Unidas votaram (por 33 a 13, com 10 abstenções) pelo reconhecimento de lsrael como nação soberana. lsrael es- perava que essa decisão apressasse sua aceitação e a paz com outras nações, mas isso não aconteceu. De fato, ocor- reu 0 oposto: Israel é odiado quase que universalmente. As Escrituras afirmam claramente que Israel enfrentará oposição e uma tri- bulação sem precedentes nos últimos dias. Na verdade, o Estado de lsrael ex- perimentara' o que as Escrituras judaicas chamam de o "tempo de angústia para Jacó" - um holocausto sem precedentes derramado sobre Israel durante a Gran- de Tribulação (lr 30.7). Conseqüente- mente, lsrael deve existir quando a Tri- bulação começar: Primeiro, Daniel profetizou: "Ele fa- rdfirme aliança com muitos por uma se- mana" (Dn 9.27). “Ele" se refere ao Anti- cristo. Ele “fará” um novo - não um ja' existente - acordo impositivo com a na- ção de Israel. Essa ação desencadeará a 70a semana de Daniel, ou seja, a Tribula- ção de sete anos. Segundo, foi profetizado que a terra de Magogue (Rússia) se unirá a nações específicas - Pérsia (Irã), Etiópia, Libia, Gômer e Togarma (Ez 385-6) - para ata- car Israel antes do retorno do Messias (Ez 38.1-12). Essa invasão ocorrerá quando Israel estiver de volta em sua terra e habi- tando em segurança (Ez 3815,11). O pro- pósito da invasão é despojar e destruir ls- rael (Ez 38.12). A maioria dos estudiosos conservadores crê que a invasão ocorrerá imediatamente antes da metade dos sete anos mencionados em Daniel 9.27. Assim, deve haver literalmente uma nação de 1s- rael para essas nações atacarem. Terceiro, imediatamente antes do re- torno do Messias, outra invasão ocorrerá: todas as nações do mundo atacarão o Es- tado de lsrael ao final da Grande Tribula- ção (Zc 14.2). Essa invasão é chamada de Armagedom (Ap 16.16). Novamente, deve haver uma nação de lsrael literal para es- sas nações atacarem. Quarto, Asafe falou sobre dez nações comprometidas com a destruição de Is- rael: "Pais tramam concordemente [de co- ração] e firmam aliança contra ti" (SI 83.5). As nações referidas são: Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, Gebal, Amom, Amaleque, Filistia, Tiro e Assíria (Sl 836-8). Os descendentes desses povos antigos formam a moderna Jordânia, o Norte da Arábia, o Iraque, o Libano, o norte da Península do Sinai, partes da costa Mediterrânea e o que a mídia cha- ma de Margem Ocidental. Estes são povos islâmicos que atualmente buscam aniqui- lar o Estado de Israel. E &EIDENDVEMBRO 051947. , t' iiAcñEs IJNIDAS VUTARAM V_ (PUB ariA 13101111 m ABSTENCÍJES) PELO RECONHECIMENTO nr ISRAEL f¡ COMO IAC/ ll) SOBEBANA. ÍIJIIEIAS lll lllllll, Jlllllll lll Illllll l 11
  12. 12. 1 , Í 7 é ' _ 36!¡ v: -ñ " _ _ _año_ _ ' "'-__ _ *-" ' ; JE: nã JÍ' - l¡ l t”- j na» an* s. . A . - ~- j -. P -» A I 'If *s A IlECONSTRUÇÃO DE UI TEMPLO EM ISRAEL As Escrituram deixam claro que um Templo da Tribulação será construído imediatamente antes ou logo após o iní- cio da Tribulação de sete anos. Quatro passagens no Novo Testamento refe-s rem-se ao Templo da Tribulação (Mt 24.15; Mc 13.14; 2 Ts 2.3-4; Ap 11.1-2). 0 "abominável da desolação" menciona- do em Mateus 24.15 acontecerá na me- tade da Tribulação, quando o Anticristo romper a aliança que fez com lsrael. Ele se posicionará no Templo judeu e exigi- rá ser adorado como Deus. Deve haver um Estado de Israel literal para esse fa- to acontecer. É interessante que já existe em 1s- rael um movimento para a construção do Terceiro Templo e a reinstituição do culto sacrificial. Um grupo de ju- recomendamos a: "ill i'llll| "l ll' . IIIIITIR lllltllllliíiltt. lll 'm', -' x int sit: t' ¡LR *Fit lll 1.21" . u, : u: ; ir. .', '"'. "llll in i¡_. lic: l.nu iiii. - iirwr wii: "IIIIÍÇIIR i'll": llltiÍllll *lll : :um IIIIIIII l = 'f: :l; :rI: II I'm " i. deus ortodoxos denominado “Temple Mount Faithful" [Fiéis do Monte do Templo] está pronto para lançar a pe- dra angular [desse santuário], mas o governo israelense os tem impedido. Outro grupo, no “Temple Institute" [Instituto do Templo], está fazendo os utensílios que devem estar prontos para quando for construído o Terceiro Templo. Ainda outro grupo de rabinos ortodoxos está treinando homens de sobrenomes Levi e Cohen para ocupa- rem as funções sacerdotais, em ante- cipação ao Terceiro Templo. Os judeus ortodoxos também estão trabalhando na criação de uma novilha vermelha cujas cinzas devem ser usadas para purificar os sacerdotes. Todos esses fatos levam a duas conclusões: Israel deve (I) ser uma nação legítima e (2) estar no controle do Monte do Templo para que essas ACnnirm-érsia &mmo ll. "”_'ttzi - É: : - 2 (à i P. 2 Y. .. à LIVROS , e E; e' , $ - b coisas aconteçam. Ambas já são reali- dades hoje. Uma análise das Escrituras e das alianças políticas mundiais sendo fir- madas atualmente indica fortemente que estamos vivendo nos últimos dias e que o renascimento de Israel em 1948 é exatamente o que foi predito em Ezequiel 37. As Escrituras forne- cem provas irrefutáveis de que o mo- derno Estado de lsrael deve existir nos últimos dias, antes da Segunda Vinda do Messias. Hoje a nação dels- rael está posicionada de maneira sin- gular para experimentar o cumpri- mento do programa profético de Deus. (Israel My Glory) Duvid M. Levy é diretor dos Ministérios lntemutíonois de The Friends of Israel.
  13. 13. jERUSALÉAl. A simples menção dela provoca uma reação. Muitos a amam e desejam apaixonadamente visitar essa antiga cida- de do rei Davi, ou anseiam andar por onde Jesus andou. Outros querem eliminar sua associação de três mil anos com o judaís- mo, destruir sua herança judaica, erradicar o povo judeu do meio dela, e estabelece-la como a capital islâmica de um Estado pa- lestino. É interessante que uma cidade com aproximadamente o mesmo número de ha- bitantes que Campo Grande (MS), receba uma cobertura tão vasta e desproporcional dos meios de comunicação. Apenas Was- hington, a capital dos Estados Unidos, po- de orgulhar-se de ter mais repórteres por metro quadrado que Jerusalém. Por que [e- rusalém é tão importante? Ha algo especial nessa cidade que esta' localizada num país do tamanho de Sergipe? Ierusalém realmente é especial. Ela é a Cidade Santa de Deus, o único lugar na Ter- ra que Ele escolheu para colocar Seu nome. É, de fato, "a cidade do grande Rei" (Sl 48.2). Por isso Satanás a quer tanto. A história dessa cidade ímpar esta pro- fundamente enraizada nas Escrituras ]u- daicas. No livro de Gênesis, Jerusalém e' identificada como Salem, uma palavra que significa literalmente "paz" e está intima- mente ligada à palavra hebraica Shalom. A Bíblia registra que Melquisedeque era rei de Salem e “sacerdote do Deus Altíssimo" (Gn 14.18). Mais tarde, durante a conquista israeli- ta de Canaã, Jerusalém foi identificada com os jebuseus (Js 158,63). Era uma das 14 ci- dades pertencentes à tribo de Benjamim (Is 18.28). Durante o reinado de Davi, Jerusalém tornou-se incomparavelmente importante: "Partiu o rei com os seits homens para Jerusalém, contra os jehuseus que habita- vam naquela terra e que disseram a Davi: Não entrards aqui, porque os cegos e os ro- xos te repeliráo, como quem diz: Davi não entrara' neste lugar. Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta e' a Cidade de Davi" (2 Sm 56-7). Davi fez de Jerusalém sua capital e trouxe a Arca da Aliança para a cidade. 'l'llti. lixi'. xl. lr (IX Deus havia proibido que o povo judeu O adorasse como os pagãos adoravam seus deuses, "sobre as altas montanhas, sobre os Outeiro: e debaixo de toda árvore frondosa" (Dt 12.2). Em vez disso, Ele disse ao povo judeu: "buscareis o lugar que o SENHOR, vas- so Deus, escolher de todas as vossas tribos, para ali pôr o seu nome e sua habitação; e para la' ireis"(Dt 12.5). 0 nome do Senhor deveria estar asso- ciado à Arca da Aliança. Onde quer que a Arca estivesse, ali seria o lugar onde Deus deveria ser adorado. Quando Davi trouxe a Arca para Ierusalém, a cidade tornou-se o lugar da habitação de Deus (2 Sm 6.15). 0 rei Salomão realizou o maior dese- jo de seu pai Davi, construindo um Tem- plo para o Senhor seu Deus e levando a Arca para dentro dele (1 Rs 8.3-9). Foi então que, "uma nuvem encheu a Casa do Sisxuon, [. ..] porque a glória do SENHOR en- chem a Casa do Shannon" (1 Rs 8.1041). Após Salomão dedicar o Templo, o Se- nhor lhe disse: "Ouvi a tua oração e a tua súplica que fizeste permite mim; santif- quei a casa que edificaste, afim de por ali
  14. 14. o meu nome para sempre; os meus olhos e o meu coração estarão ali todos os dias" (1 Rs 9.3 ), A promessa de que o próprio Deus A1- tíssimo velaria por Jerusalém é um dos te- mas mais belos e mais repetidos em toda a Escritura: "Coma pairam as aves, assim o SENHOR dos Exércitos amparard a Jerusalém; prote- gê-la-â e saIvd-la-d, poupd-la-d e livrd-Ia-d" (Is 31.5). "Porque Deus salvará Sião e edif- cara' as cidades de Judd, e ali habitarão e hâo de possuí-la. Também a descendência dos seus servos a herdara', e os que lhe amam o nome nela habitarâo" (Sl 6935-36). Nenhum outro povo ora por Jerusa- lém como os judeus. Nenhum outro povo almeja por ela quanto eles, chora por ela como eles, ou se regozija nela quanto eles. Jerusalém está e sempre estará intima- mente ligada a Israel. Exilado na Babilô- recomendamos nía no século VI a. C., o escritor do Salmo 137 falou por milhões de judeus em todo o mundo, num período que se estende por mais de 2.500 anos, quando escreveu es- tas palavras, sempre lembradas em can- ções hebraicas: "Se eu de ti me esquecer, o' Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Ape- gue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém a minha maior alegria" (Sl 1325-6). Días difíceis estão por vir para essa ci- dade incomparável em que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó colocou Seu nome (Dn 9.24). As forças do Islã estão determi- nadas a reescrever a história e apagar a presença judaica da memória humana. Os muçulmanos negam a existência dos dois templos que ficavam no monte Moriá e añrmam que Ismael (em vez de Isaque) quase foi sacriñcado ali. w. '«, . ~ , :_"íIIl| "'lI'lI um 'NN «c Llzllãlkullãlllllll: «ñua; _._; :¡. ,. -- vim. ; e ¡Nmrul Ílüatlllllll: mma' llilllml. : A -t ta» LLEÉ, .lllllmallíllllülht H. . : ? a lllllL'¡l: |L'l| !lll? lim' " ' l¡¡ ; v O mundo está enredado em uma guerra espiritual. Satanás quer Jerusalém, assim como também quer ser Deus (Is l4.I2-l4). Mas ele vai perder essa guerra (Ap 20.10). Deus reservou Jerusalém para Si mesmo, e o Messias, Jesus, governará a terra a partir da Cidade Santa por mil anos (Is 9.7; 60.l› 7; Ez 43.442; Zc 6.l2-l3; Ap 202-4). 0 Salmo 48 antecipa o maravilhoso dia em que Jerusalém conhecerá, de uma vez por todas, a paz que seu nome expressa: "Grande e' o SENHOR e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus. Seu santo monte, belo e sobranceiro, e' a alegria de to- da a terra; o monte Sião, para os lados do Norte, a cidade do grande Rei" (Sl 48.1-2). (Israel My Glory) lllomas C. Símtox é o diretor de The Friends of Israel nos estados do Nordeste dos EUA. . ALAÍL : :AL 0 Templo L 5' é». L" um¡ LIVROS
  15. 15. Preletohes Z Z 'IE palestras Meno Kalisher (lsrael)_'3_ Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemption e oomo expositor da Bíblia em congressos interdenominacionais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras tem sido muito abençoadas, mostrando a visão judaica da Bíblia. . lllorbert Lieth (Suíça)! _ _ E Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens tem como lema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Biblica e ficou no Uruguai ate' concluí-Ia. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolivia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu alé 1985. Nesse ano. vollou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. E autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol. Arno Froese (EUA)- ' Amo Froese é o diretorexecutivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos EUA. Ele já realizou mais de cinqüenta conferências proléticas nos Estados Unidos, no Canadá, em Israel, na Europa, na india e no Brasil. Suas constantes viagens têm contribuído para uma visão aguçada das profecias bíblicas, pois ele as analisa de uma perspectiva internacional. Eros Pasquini . Ir. (Brasil) › ~ O Pr. Eros Pasquini Jr. integrou o corpo docente do Seminário Bíblico Palavra da Vida. Pastoreou igrejas em Manaus e Porto Alegre e atuou em Campinas como responsável pela Educação Teológica na Igreja Batista Central, Ele é Tradutor Juramentado e docente internacional do Instituto Haggai, tendo atuado como palestrante e intérprete em diversos Congressos. Atualmente é 0 pastor da Igreja Batista do Ipiranga - SP. Reinhold Federolf (Brasil) ~ «j - Reinhold Federolf é missionário alemão, artista gráfico e palestrante. Trabalha com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite há 30 anos no Brasil, fazendo parte de sua diretoria. Ele viaja por todo 0 Brasil, oom um grande ônibus-trailer, 0 VEHBUS, representando a missão, palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinhold desenvolveu em seu ministério a pregação audiovisual que tem sido uma bênção para muitos. Planos S; Preços Pastores: l0% DE DESCONTO sobre os preços individuais Grupos: A cada IO inscrições, a l I' é GRÁTIS + um conjunto dos si¡ s G Prezados Amigos: Certamente temos a impressão de que os acontecimen- tos se atropelam. Por isso, o tema geral do 11° Congresso Intemacional Sobre a Palavra Profética em Águas de Lindóia/ SP será "O Acelerado Cumprimento das Profecias". Profecias escritas há milhares de anos começam a cumprir-se em nossos dias. Observamos as tendências sinistras, o caos financeiro em todo o mundo. Os políticos tentam impedir o "Armagedom" econômico e financeiro e exigem cada vez mais intensa- mente um governo mundial. A "besta" e "Babilônia" ainda se encontram nos bastidores do palco mundial, mas estão prontas para sua breve manifestação: "zírgo isto a vó: outros que con/ verei: o tempo: ja' e' bora de vo: derpertardes da J07l0.. . Vai alta a noite, e vem chegando o dia " (Rm 13. 1142)! Veja a programação atraente, inscreva-se e divulgue-a entre seus conhecidos, pois os crentes necessitam urgentemente de orientação e Fortalecimento através da Palavra eterna, equipamento para serem testemunhas nos tempos finais e genuína preparação para aguardarern o Senhor que virá arrebatar a Sua Igreja! "dia 96g: Dieter Steiger Em sincera união, à Louvor: lrit Iffen (cantora de Israel), Jamil Abdalla e André Paganelli cartão de crédito, cheque ou depósito no Bradesco ou Banco do Brasil nd ividual (2 a pessoas no to sem ar condiciona J Individual (Z a 3 pessoas no to com ar condiciona ) DVDs do Congresso Crianças: até 4 anos - Cortesia : :É É É 5 a |0 anos - RS 2|0.00 após 30/9/2009 até o congresso R5 600.00 R$ 650,00 l l anos acima - preço de adulto Casal Casal Durante palestras. haverá programação especial para crianças (acima de 3 até 31/07/2009 “P” Ê“; ð; '$°"°d°l l°P'"çR°$°'“| "°'§? ;g°"°d°¡ m** *mm* P"" "EC até 30/9/2009 Rs l026,00 Rs I 098,00 hpmenm Pamghdo¡ ' após 30/9/2009 até o congresso R$ l080.00 R$ | l70.00 às parcelas deverão ser pagas através de: somente inscrição _ sem lndividual Casal . Cheques Prédamdos . cartão de crédko hospedagem e alimentação: R3 50.00 R3 138.00 Os preços incluem participação no congresso. hospedagem e as j¡ PN. , ¡ ¡ H H _ “não de CMM ou cheques Prédmdos refeições constantes do programa. Eles não incluem bebidas e extras no 1 PdMdua¡ 2 dmdua¡ hotel. Em caso de desistência. será retido o valor de RS 90,00. (m7,. gñ i ° (m5,. af°càüíà%° julho 4 x R3 |50,00 4 x R3 l63.00 _ Agosto 3 x R5 200,00 3 x R3 2|7,00 lnl0fmaÇ°9S1 Setembro 2 x R$ 300,00 2 x Rs 325,00 Outubro l x R$ 600,00 | x RS 650.00 Casal Casal . -l. , . . , - , u. .., lmzrmrlürlszad” 'Wim °í%'§'íô"o°”°' e - l «-' Agosto 3 R$360,00 3 R$390,00 O) u. ; MvLr-Noltc' Setembro 2: as 540,00 2: R$ 585,00 A; Outubro | x RS |0B0,00 | X R3 | l70,00 /7 I 'w- x42 Mateus 25.6 : s aq; »ç xxrtvw. su? Í" . cotn. ln'
  16. 16. ' i “ ° l . 100 s 8C ~ 60 i »e i ñ i irtltglitiftitl lm-. unnoâi-irrzt íxirir: w -. 'rr, i-. _', ri¡¡: uma: -ir tuna-Ti: 21' w, = 'L n: , - Local do congresso: Centrolde Convenções e certificados, pastas e Horários de chegada Estandes: How¡ Mome Bea¡ refertóno com capacidade para camisetas: e Saida: Hama¡ estandes com Rua São Paulo. 622 1500 9959333- Todos os inscritos receberão Os participantes serão recebidos excelentes oiertas de livros, Águas de Lindóia/ SP mshdos¡ Certificado de Participação e no Hotel a partir das 14hs do dia Bíblias, folhetos. revistas, Tel. (19) 3924-9200 A n_ d 14 h d 21/10 pasta com material do congres- 21 de outubro de 2009, quarta- videos, CDs, DVDs, camisetas, Todo o co" fasso ( alesms hagãràrtrârfs onâdâodwiária so. Faça sua inscrição até 31/07 feira, e a abertura do Congresso pôsteres, etc. .. h eda ? n me¡ p_ )será ara o hate¡ pe a Os O término e ganhe uma linda camiseta do será às 20hs, terminando após o °S| P 6096 É 'mes' . p C ' dp h t Í evento. almoço do dia 24 de outubro de rea rza no oie , que possui do ongresso, o o e para a 2009' sábam excelente infraestrutura oom um rodoviária. Como chegar ouswi ›. o.. .., ..§. _ n” ¡ . Ana-m. A H : Ham _ r~ m» xl¡ E ¡ l m Hwhtmzàw', / AV @um ~ F , WM 'f' Ma: k. , e 1 “ - _, zsimu'n. n.i__, -u MMM , , _ í SíEÀNÍ¡ y u¡ : mx-a › Q 1 ' turn ~ i ma: : . u n , .a no». W anão. , une/ tuo ¡NSCRIÇÀO Águas de Lindó¡aISP°21a24/10/2009 Envie-ahoiemesmopara: ObraMissionáriacharrtadadaMeia-NoitecaixaPostal1688'PORTOALEGRBRS-90001-970-Fax: (51)3249.7385 Nome: Sexo: ü M ü F É Fonet( ) FAX: (a) É Data Nasc. : Rua: í? N°: _É Blocozí Aptozíg g Bairro: Cidade: Estado: ÊÊ CEP da Rua: e-mail: _ a_ Camiseta: (para inscri ões até 3ll7àü M Ú G ü GGÊÊ Profissão: Camiseta (cônjugeyú M ü G GG Denominação: Cargo na Igreja: Ê é CPF: RG: É ã Participante de grupo: DNão Úsim Ê Nome do responsável: ;g Se possível, gostaria de ficar hospedado com: g ã á? ã No caso de inscrição de casal. indique o nome do côniuge: 'ie-sí Cam-mia : Validade: -/ - Ú Cheques pré-datados (nominais cruzados. do seu próprio talão) . p; Titular: CI Depósito Instantâneo (anexar cópia) no BRADESCO (Ag.324-7/ Conta 138.686-3) ou : No: EJ BANCODOBRASIL-A .2a21-5.oonta4988-3 anexa ' i_u_u | _L_L_1_l 14.144 L_i_l_i_i [M1515] mmgzmuwmtngs i 'WW w533i 33v- Válido somente após envio da CÓPIA do comprovante'
  17. 17. Israel eu *x0 du iilal A Coréia do Norte fica o meio mundo de distância de Israel. Mesmo assim, o teste nuclear que ela realizou no dio 25 de maio de 2009 colocou os responsaveis pela defesa de Israel em alerta máximo, enquanto seus oponentes iranianos ficaram sorriden- tes como o gato de Cheshire (persona- gem de Alice no País das Maravilhas). Entender por que isso acontece é a chave para se compreender o perigo representado por aquilo que alguém chamou, certo vez, de maneiro pouco polido, de Eixo do Mol. Hó menos de dois anos atrás, no dia ó de setembro de 2007, a Força Aéreo Israelense (FAI) destruiu uma usina de produção de plutônio cons- truída pela Coréia do Norte em Ki- bor, na Sírio. A instalação destruído era praticamente um clone da usina de produção de plutônio Yongbyon no Coréia do Norte. Em março de 2008, o diário suíço Neue Zuercher Zeitung informou que o desertor iraniano AI¡ Reza Asghari, que serviu como general na Guarda Revolucionária do Irã e como vice-mi- nistro da Defesa antes de suo fuga para os Estados Unidos, em março de 2007, revelou que o Irã pagou pelo usina nortecoreana. Teerã via a insta- lação no Síria como uma extensão de seu próprio programa nuclear. De acordo com estimativas israelenses, o Irã gostou entre i e 2 bilhões de dó- lares no proieto. Pode-se pressupor que funcioná- rios iranianos estavam na Coréia do Norte durante o teste. Nos últimos onos, participantes do programa nu- clear iraniano estiveram presentes em todos os testes mais importantes da Coréia do Norte, inclusive na explo- são de sua primeira bomba nuclear e no lançamento do míssil bolístico in- tercontinentol em 2006. China »dx 1 . .¡_ VI -Awzsn-_u " Além do mais, é provóvel que o Coréia do Norte tenha realizado algum nível de coordenação com o Irã no que se refere à escolha do tempo mois ode- quado para seus testes da bomba nu- 'cleor e dos mísseis balísticos. E difícil imaginar que seio uma mero coinci- dência que as ações da Coréia do Norte ocontecessem exatamente uma semana após o Irã ter testado seu míssil de combustível sólido Seiil-2, com um alcance de 2 mil quilômetros. Independentemente de sua proxi- midade cronológica, o razão princi- . .J f e Coréia do Norte/ -. _ . f* i AÍ coremaoà 'liltlvtrit~_il: ”tt¡lilat . IIIIiIII ir ¡mu! i t»
  18. 18. NOS ULTIMOS ANOS, PARTICIPANTES DO PROGRAMA NUCLEAR IRANIANO ESTIVERAM PRE- SENTES EM TODOS OS TESTES MAIS IMPORTANTES DA COREIA DO NORTE, INCLUSIVE NA EXPLOSAO ITE SUA PRIMEIRA BOMBA NUCLEAR E NO LANÇAMENTO OO MÍSSIL BALISTICO INTERCONTINENTAL EM ZUOE. pal por que foz sentido pressupor que a Irã e o Coréia do Norte combina¡ rom seus testes é que a Coréia do Norte tem tido um papel central no programa de mísseis do Irã. Embora observadores ocidentais ofirmem que o Se¡iI-2 do Irã tenho base em tecno- logia chinesa transferida ao Irã otra- vés do Pa uistão, o foto é que o Irã deve grande porte de sua capacida- de em mísseis bolísticos à Coréia do Norte. O míssil Shihab-3, por exem- plo, que forma a espinho dorsal do estratégia do Irã, que ameaça Israel e seus vizinhos árabes, é simplesmen- te uma adaptação iraniano da tecno- logia do míssil Nodong do Coréia do Norte. Desde pelo menos o início dos anos 1990, o Coréia do Norte tem prazerosamente proliferado aquela tecnologia entre quem quisesse. Co- mo o Irã, a Sírio deve grande porte de seu robusto arsenal de mísseis à proliferação nortecoreana. Em resposta ao teste nuclear do Coréia do Norte, o presidente dos Es- tados Unidos, Barack Obama, disse: "O comportamento da Coréia do Nor- te oumenta as tensões e enfraquece a estabilidade no Nordeste asiático". : w i ¡t! .l_| l!t= “-*"| *¡. Lt iii 'ulllliUW 11|** Embora [o afirmação de Obama] seio verdadeira, os laços íntimos da Coréia do Norte com o Irã e o Sírio mostram que o programa nuclear nortecoreano, com suas ogivas, mís- seis e componentes tecnológicos, não é uma ameaça distante, limitada em alcance à longínquo Asia Oriental. E um programa multiloteral, comparti- lhado em vários níveis com o Irã e o Sírio. Conseqüentemente, coloca em perigo não apenas países como o Japão e o Coréia do Sul, mas todos os noções cujos territórios e interes- ses estão ao alcance dos mísseis iro- nianas e sírios. Mais que seu impacto sobre a co- pocidade tecnológico e de equipo- mentos do lrã, o programa nuclear da Coréia do Norte tem influenciado sin- gularmente a estratégia política ironia- na paro o ovonço diplomático de seu programa nuclear. A Coréia do Norte tem sido pioneira no utilização de uma mistura de agressão diplomática e pseudo-acomodação para, altemoti- vamente, intimidar e persuadir seus inimigos a não reagirem contra seu programa nuclear. O Irã tem seguido assiduamente o modelo de Pyong- yang. Além disso, o Irã tem usado a resposta internacional - e especial- mente a americano - a vórias provo- cações nortecoreanos ao longo dos anos, para determinar como se posi- cionar a qualquer momento o fim de fazer avançar seu programa nuclear. Por exemplo, quando os Estados Unidos reagiram ao teste do míssil bolistico intercontinental e ao teste nuclear do Coréia do Norte em 2006 através do restabelecimento de conversações com seis países na es- perança de apaziguar Pyongyong, o Irã aprendeu que, ao demonstrar in- teresse em envolver os Estados Uni- dos em seu programa de enriqueci- mento de urânio, poderia ganhar um tempo valioso. Assim como a Coréia do Norte foi copoz de dissipar o de- terminação de Washington em agir contra ela enquanto ganhava tempo para fazer avançar ainda mais seu programa através dos conversações com os seis países, também o Irã, ao aparentemente concordar com um molde para discutir seu programa de enriquecimento de urânio, tem sido copoz de manter os Estados Unidos e o Europa à distância nesses últi- mos anos. A resposta impotente do adminis- tração Obama ao teste do míssil ba- Iístico intercontinental de Pyongyong e sua reação semelhontemente ga- gueiante ao teste nuclear do Coréia do Norte mostraram a Teerã que ia não precisa nem fingir interesse em negociar aspectos de seu programa nuclear com Washington ou com seus parceiros europeus. Enquanto o apa- rente interesse em alcançar certa aco- modação com Washington fazia sen- tido durante o tempo em que Bush era presidente, quando gaviões e pombos competiam pela atenção do presidente, hoie, com o administra- ção de Obama formado apenas por pombos, o Irã, assim como o Coréia da Norte, entende que não tem nada a ganhar por fingir-se preocupado com a concordância de Washington. Esse ponto foi esclarecido nitidamen- te tanto pela resposta verbal imediata do presidente iraniano, Mahmoud Ah- modineiod, ao teste nuclear nortecorea- no, quanto pelo envio provocador de
  19. 19. navios iranianos ao Golfo de Aden no mesmo dia. Como disse Ahmadinejad, na opinião do regime iraniano, "a questão nuclear do Irã acabou". Não hó motivos para se falar mais nada. Assim como Obama tor- nou claro que não tem intenção de fazer coisa alguma em resposta ao teste nuclear da Coréia do Norte, o Irã também acredito que o presidente não fara nada para impedir seu pro- grama nuclear. E claro que não é simplesmente a política do governo americano com relação à Coréia do Norte que esta sinalizando ao Irã que ele não tem motivos para ficar preocupado com a possibilidade dos Estados Unidos de- safiarem suas aspirações nucleares. A política geral dos Estados Unidos para o Oriente Médio, que condicio- na a ação americana contra o pro- grama de armas nucleares do Irã à implementação anterior de um acor- do de paz impossível de ser realiza- do entre Israel e os palestinos, torna óbvio para Teerã que os Estados Uni- dos não tomarão providência alguma para impedir o Irã de seguir os pas- sos da Coréia do Norte para se tor- nar uma potência nuclear. Obama, durante sua entrevista à imprensa com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, disse que os Estados Unidos irão reavaliar seu compromisso de apaziguar o Irã ao final de 2009. Logo a seguir foi noti- ciado que Obama instruiu o Departa- mento de Defesa a montar um plano para atacar o Irã. Além disso, o che- fe do Estado-Maior Conjunto, almi- rante Michael Mullen, fez recente- mente vórias declarações avisando sobre o perigo que um Irã com armas nucleares sera para a segurança glo- bal - e, por extensão, à segurança nacional dos Estados Unidos. Superficialmente, tudo isso parece indicar que o govemo Obama pode estar disposto a realmente fazer algo para impedir o Irã de se tornar uma potência nuclear. Infelizmente, porém, ' devido ao prazo que Obama estabe- Ieceu, fica claro que, antes que ele esteja pronto para levantar um dedo contra o lrã, a "mullahcracia" ja terá se tornado uma potência nuclear. Israel avalia que o Irã tera quan- tidade suficiente de urânio enrique- cido para fazer uma bomba nuclear antes do final do ano. Os Estados Unidos crêem que isso poderia de- morar até a metade de 2010. Em sua entrevista à imprensa, Obama disse que, se as negociações estive- rem fadadas ao fracasso, o próxi- mo passo dos Estados Unidos seró expandir as sanções internacionais contra o Irã. Com isso, pode-se pressupor também que Obama per- mitiró que essa política se mantenha por pelo menos seis meses antes que esteja disposto a reconsidera- Ia. A essa altura, com toda proba- bilidade, o Irã jó estara de posse de um arsenal nuclear. Além do prazo dado por Oba- ma, duas outras manifestações tor- naram aparente que, independente- mente do que o Irã fizer, o governo Obama não revisaró sua política no Oriente Médio: a ênfase é enfraque- cer Israel e não impedir o Irã de ob- ter armas nucleores. Primeiro, o 'or- nal israelense YediotAharonot in r- mou que, em uma palestra recente em Washington, o general america- no Keith Dayton, responsavel pelo treinamento de forças militares pa- lestinos na Jordânia, indicou que, se Israel não entregar o Judéia e Sama- rio dentro de dois anos, as forças palestinas, que ele e outros oficiais americanos estão treinando atual- mente a um custo de mais de 300 milhões de dólares, poderiam come- çar a matar israelenses. Admitindo a veracidade do relato do Yedíot Aharonot, ainda mais per- turbadora que a certeza de Dayton de que em breve essas forças treinadas pelos Estados Unidos poderiam come- çar a matar israelenses, é sua aparen- te serenidade em face das conhecidas conseqüências de seus atas. A pers- pectiva de as forças militares palesti- nos assassinarem judeus não faz com que Dayton repense se é sábio o com- promisso dos americanos formarem e treinarem um exército palestino. A afirmação de n revelou o fato perturbador de que, embora o governo americano esteja completa- mente consciente dos custos de sua abordagem do conflito palestino com Israel, ainda não esta disposto a re- consideró-Ia. O secretario da Defesa, Robert Gates, acabou de estender o tempo de serviço de Dayton por mais dois anos, e acrescentou-lhe a respon- sabilidade de servir como assessor de George Mitchell, o mediador do go- verno Obama no Oriente Médio. QUATRO DIAS depois que as ob- servações de Dayton foram publica- das, funcionarios de alto nível ameri- canos e israelenses se encontraram em Londres. O propósito anunciado desse encontro foi discutir como Israel IIOJE ISIIAEl ESTA SOZIIIIIO COIITIIA OS MUIIAIISE SUA BOMBA. E ISSO, ASSIM COMO A DECISÃO DOS ESTADOS UNIDOS DE AIIAIIDOIIAIIEM SUA OPDSIÇAO AO EIXO DO MAI, NAO ESTA SUJEITO A MUDANÇAS. “tilltntw- il: m. _I_IIII| I°' ti: ¡IIIDI _w
  20. 20. Hrr¡ ›-U'Í tem¡ iIIILILIIIIÍ-lí vai atender à exigência do governo americano de proibir todo tipo de construção nos assentamentos israe- Ienses na Judéia e Samario. O mais notável sobre o encontro foi o momento da sua realização. Ao fazerem a reunião um dia depois que a Coréia do Norte testou sua bomba e que o Irã anunciou sua rejeição da oferta dos Estados Unidos de nego- ciarem a respeito de seu programa nuclear, o govemo americano de- monstrou que, independentemente do que o Irã faça, o compromisso de Washington de exercer pressão sobre lsrael não está sujeito a mudanças. Tudo isso, logicamente, é música aos ouvidos dos mu/ lahs. Com a im- potência da América contra os alia- dos do Irã - os nortecoreanos - e o inabalável compromisso americano A terra bíblica de Israel é, na ver- dade, a "terra de SEUS antepassa- dos", disse o papa Bento XVI aos árabes palestinos em Belém, por oca- sião de sua visita. Com essa declaração, o pontífice, que passou cinco dias em Israel, in- terferindo nos assuntos do país em uma "peregrinação" que ele mesmo A¡ lllltlt lllIII IIII I lll de manter as pressões sobre Israel, os iranianos sabem que não têm motivos para se preocupar com o Tio Sam. Quanto a Israel, é positivo que as Forças de Defesa de Israel tenham realizado o maior exercício de defe- sa civil na história do pais. A partir do teste nuclear da Coréia do Norte, da audaciosa belicosidade do Irã e da traição da América, fica claro que o governo israelense não pode fazer coisa alguma para impactar as políti- cas de Washington com relação ao Irã. Nenhuma destruição de assenta- mentos judaicos convencerã Obama a agir contra o Irã. Hoje Israel esta sozinho contra os mullahs e sua bomba. E isso, assim como a decisão dos Estados Unidos de abandonarem sua oposição ao Ei- á a tetra dos denominou de "missão de paz", deu autenticidade à grave fraude que é a "nacionalidade palestina" [pois nun- ca existiu uma nação palestina ou um povo palestino]. No início, no meio e no final da visita - cujo anfitrião foi o Estado de Israel, com grande ônus para os que pagam seus impostos e uma profun- da quebra da rotina diaria dos habi- tontes de Jerusalém - o chefe da Igre- ja Católico Romana expressou seu forte apoio ã criação de um Estado palestino nas terras de Israel. Sua primeira e sua última decla- rações a esse respeito foram feitas descaradamente diante do primeiro- ministro Benjamin Netanyahu - que tem tentado evitar as exigências inter- nacionais de entrega dos territórios centrais de Israel [a Judéia e Sama- ria, equivocadamente chamadas de Margem Ocidental] aos árabes. Falando no palacio de Mahmoud Abbas, chefe da OLP e presidente da xo do Mal, não esta sujeito a mudan- ças. (Caroline Glick, www. caroline- gliclccom) Caroline Glick nasceu nos EUA e emi- grou para lsrael em 1992. Como capitã do exército israelense, ela fez parte da equipe de negociações com os palesti- nos de 1994 a 1996. Mais tarde, serviu como conselheira-assistente de política externa do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (durante seu primeiro man- dato, de 1997 a 1998). A seguir, fez mestrado na Universidade Harvard. Após retornar a Israel, foi comentarista diplomática e editora de suplementos sobre questões estratégicas no jornal Makor Rishon. Desde 2002, é vice-edi- tora e colunista do jomal The Jerusa- lem Post. Seus artigos têm sido repro- duzidos em muitas outras publicações e suas opiniões são amplamente respeita- das. Seu site é www. carolineglick. com aesiinus Autoridade Palestina (AP) em Belém, onde estava para oficiar uma grande missa, o pontífice disse com todos as letras: "A Santa Sé apóia o direito que seu povo tem a uma pótria pales- tina soberana na terra de seus ante- passados, segura e em paz com seus vizinhos, dentro de fronteiras interna- cionalmente reconhecidas". Mitos sobre a nacionalidade pa- lestina e seu direito o uma pótria his- tórica têm circulado por todo o mun- do, ganhando apoio para sua "cau- sa" por parte de praticamente todos os líderes políticos do planeta. Nesse processo, a origem verda- deira dos "palestinos" - cujos ante- passados vieram da Arábia - tem si- do deixada de lado. Os israelenses ficaram espantados ao verem como o líder da chamada Igreja Cristã engoliu com tanta natu- ralidade essas mentiras que refutam o que diz a Bíblia. (Stan Goode- nough, Jerusalem Newswire)
  21. 21. n- e Árabes israelenses: uüiemes nesse nais Um número crescente de cidadãos árabes em lsrael' rejeita o direito que o país tem de existir como um Estado judaico; e quase a metade deles re- ¡eita o direito de Israel a qualquer ti- po de independência. ' Os árabes que permaneceram em lsrael após a Guerra da Independência em 1948 e seus descendentes receberam cidadania israelen- se. Aqueles que vivem nos territórios conquis- tados posteriormente têm residência perma- nente no pais mas não são cidadãos de Israel. Estes são dados de uma pesquisa recente realizada entre os 1,5 mi- lhões de árabes em Israel. As conclusões indicam que ape- nas 41% reconhecem o direito que | s- rael tem de existir como Estado ¡udeu democrático; esse número é bem me- nor que os 65,6% verificados seis anos atrás. Enquanto mais de 81% dos ára- bes israelenses entrevistados em 2003 reconheciam o direito de Israel de existir como Estado independente, esse número caiu para um pouco aci- ma de 50% hoje. Outra tendência claramente visível é a negaçõo do Holocausto entre os árabes israelenses. Nada menos que 40,5% crêem que o Holocausto ¡amais aconteceu. Três anos atrás, o número de árabes que negavom o Shoah eram apenas 28%. (Stan Goodenough, Jerusalem Newswire) ilíiiwwiiêllseâ li iiiii ii swf' lílinistm nen siense adverte. e snhre neve enu-semiíismu A ALIANÇA ENTRE ESUUEHDISTAS E HAIHCAIS ISlÀMIEUS Líderes ocidentais que entendem - e estão preparados para reconhecer publicamente - a deformidade do ca- ráter da nossa era são uma raridade. Por isso, to¡ uma grande surpresa ver que Jason Kenney, ministro da Cida- dania, Imigração e Multiculturalismo do Canadá, identificou o "novo anti- semitismo", que emana de uma alian- ça entre esquerdistas ocidentais e ex- tremistas islâmicos, como sendo ain- da mais perigoso que a "antiga torma européia" de ódio aos judeus. Kenney disse que muitos ataques contra Israel vêm de adeptos de uma Forma de anti-semitismo que vê a nação ¡udaica como ilegítima. "Obviamente, Israel não é perfeito", afirmou Kenney. "Os israelenses de- veriam ser os primeiros a admitir is- so. Mas reconhecemos que grande parte da crítica que Israel enfrenta é motivada por uma Forma perigosa de anti-semitismo que tenta se es- conder atrós do anti-sionismo. Ele é representado por uma coalisão da extrema-esquerda no Ocidente com extremistas islâmicos da jihad (guer- ra santa) atual, que buscam a des- truição da nação iudaica. Parece que eles crêem que o povo ¡udeu é o único povo no mundo que não tem direito a uma pátria". Você iá imaginou Obama dizen- do isso? Ou David Miliband, o Secre- tário de Política Externa da Grõ-Bre- tenha? [Ou Celso Amorim, o ministro das Relações Exteriores do Brasil? ] JASIIN KENNEY. MINISTRO DA CIDADANIA, IMIGRAÇÃO E MULTIEULTUMLISMO DO CANADÁ. Iullllm: il: uma: : llllilli u: 1mm» e 'JI
  22. 22. A coragem e a decência do minis- tro Kenney merecem ser aplaudidas. O Canadá também se distinguiu por ser o primeiro pais, juntamente com Israel, a boicotar a ConFerência "Dur- ban ll" (realizada em Genebra), que manteve as decisões de "Durban 2001", demonizando Israel. INUVAEÚES NA ABHIEIJLIIJRA Sistemas ria irrigação israe America riu Sul É justamente na agricultura que Israel tem diversas inovações para apresentar. Uma delas, o sistema de irrigação por goteja- mento, é campeão de exporta- ções há bastante tempo. Hoje em dia, ele faz parte do equipamento básico da agricultura moderna. A responsável pelo Famoso siste- ma de irrigação por gotejamento é a s empresa israelense NetaFim. Ela as- sinou com a brasileira Etanalc um contrato de Fornecimento de um sis- tema de gotejamento "inteligente" para irrigar plantações de cana de açúcar. Esse é o maior projeto mun- dial no gênero. SISIEMA ISHAELENSE n¡ GOTEJAMENTU 'INTELIGENTE' PARA marcar¡ PLANIAÇOES n¡ CANA u¡ AÇÚCAR. 'r IIIIIAIJ' Il Mimi_ Illlrlri Il m» A superFície a ser irrigado por es- se novo sistema se estende por 300.000 hectares. A cana ali produ- zida destina-se à produção de etanol. Em sua primeira Fase, esse projeto consumiró 114 milhões de euros. Es- sa Fase deverá estar encerrada em 201 1. O custo total do projeto no es- tado do Tocantins será de 685 mi- lhões de euros. ConForme o contrato, a NetaFim será a única Fornecedora do sistema de irrigação. Representantes da Firma israelense coordenarõo e controlarão localmente cada estágio do trabalho. Apenas duas semanas antes de assinar o contrato com o Brasil, a Ne- O Canadá entende [donde proce- de o perigo]. Ele está em companhia altamente seleta. (Melanie Phillips, www. spectator. co. ul<) Ienses na taFim Fechou um negócio semelhante com o Peru. Lá o projeto é bem mais modesto, com um custo calculado em 16,7 milhões de euros. O presidente e diretor técnico da NetaFim, OFer Bloch, está muito satis- Feito com a assinatura desses dois con- tratos. Para ele, o Fato de sua Firma Fazer negócios tão promissores justa- mente durante a crise Financeira mun- dial mostra que não se está poupando em projetos agrários de ponta. Ele vê esse processo como prova de um pla- nejamento inteligente, tanto em rela- ção à natureza quanto aos lucros, que em projetos desse tipo só aparecem após relativa demora. (Zvi Lidar) A EMPRESA ISRAELENSE NEEAFIM FIIIMOU UM EONÍRATO EUM A BRASILEIRA ETAllAlC PARA O FORNECIMENTO DE SEU SISÍEMA DE IRRIGACAO PARA PIANTACOES UE CANA-DE-ACÚCAR NO ÍOCANÍINS.
  23. 23. 14x21 cm-344pág. Uma nova tradução do Novo Testamento que transformará seu entendimento da Bíblia. Usando nesta versão para o português os mesmos parâmetros da tradução dos originais gregos para o inglés, o Novo Testamento Judaico apresenta linguagem moderna e agradável. O texto desatia os judeus a compreender que Yeshua e' um amigo para todo cora- ção judeu e que o Novo Testamento é um livro judeu repleto de *N * ' ' ' 'W ' ñ ' W verdades a serem aceitas j E - -C - e praticadas. U '" -_- - -" -_ - ~ P R O Bell_ O A O Ao mesmo tempo, embora Vs, ~_. ;;. .s-, -,~ Novo estan-wma -: - reafrrmando a igualdade _ _ Comentário Judaico de gentios e judeus na comunidade messiãnica, ele desatia os cristãos a reconhecer o caráter n, ,, _ judaico de sua fé e sua -_ « ~ e : _-, v , . O , .'_, unidade com o povo judeu. ^ ” -= - . w Pedidos: i3) 0300 7895152 www. Chamada. com. br *ÍZLÍIIEL-I"? i'll 'il-Ht- V' 1,. , e a rãleã) § @leiteira-retire h _ NI p' s . _.. LiyJ. ¡›? liuvzil-llllt-. lvjíltnzlr 'i'm¡ruralm¡-jxlapqnpntojupljjtf , 15x22cm-140pág. ” Na ânsia de igualar Cristo com os fundadores de religiões, os adeptos da Nova Era estão criando "relatos" de que Jesus teria vivido na India e no Tibete. Mas esses “relatos” são artificiais e se esfarelam quando postos à prova. Uma refutação ao "Evangelho da Era de Aquário" ; u de SAMUEL COSTA
  24. 24. NOVOS DVDS Nos tempos de Cristo, havia um relacionamento confli- tuoso mas intenso entre o Império Romano e os judeus. Atualmente, lsrael procura estreitar cada Vez mais as suas relações com a Europa, pretendendo até mesmo fa- zer parte da União Européia. Neste DVD, veremos o que a Biblia relata sobre esta relação e suas implicações. > NTSC - DVD -Fl u” > Duração: aprox. 54 minutos n › 2009 > tradução simultânea Todos conhecem a historia de Jesus o Nicodornos. Ela e uma das mais estudadas em nossas escolas dominirais. No en- tanto, também é uma das historias mais distorcidas. Neste DVD, vamos refletir, a luz da Biblia, palavra por pdldVYâ, so- bre como essa historia, ocorrida há dois mil anos, podera ser útil para nossas vidas nos dias do hoje. › NTSC - DVD -Fl > Duração: aprox. 64 minutos > 2009 > tradução oonsecutiva A Biblia nos mostra que o tempo anterior à volta de Jesus será semelhante ao que ocorreu no passado. A Bíblia traz sete exemplos de "Como foi no principio, assim será no final", como iremos acompanhar neste DVD. (Írrlllrrltrrrru >NTSC-DVD-R th. ” ¡rrr ›Duração: aprox.71 minutos ' >2009 ç >traduçãooonsecutiva Afgillll Pedidos: 3 0300 7895152 www. Chamada. com. br

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