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Revista Notícias de Israel - Julho de 2008 - Ano 30 - Nº 7

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Revista mensal sobre profecia bíblica, vida cristã, Israel e o Oriente Médio e notícias internacionais comentadas sob uma perspectiva bíblica. Entenda como o que ocorre no Oriente Médio afeta sua vida e o futuro de todos nós.

Assuntos abordados neste número:

• Como o Anti-Semitismo Corrompeu a Igreja
• Profecias Sobre o Sofrimento, a Morte e a Ressurreição do Messias
• É Tudo ou Nada
• Relatos da Viagem a Israel - 2008
• HORIZONTE: Os antecedentes do Israel moderno

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Revista Notícias de Israel - Julho de 2008 - Ano 30 - Nº 7

  1. 1. . , . . . f . . 4-42¡ PPPPPPFPPFPPPFPPFJ” v” Jí-Í P* . - ' PL' Q ›_. *il . W * »É _ ' 2 3- -› _mr 5 u m. ' " ~ . aq_ ' *q* . _ _: r , g ___ , _ __~_: yt __ 7 v. _ __. y __; .- › ' -. _ . . ^ , _ 7 , .-. - -; ;›' " ; '~ v , _ *fo ~ - w - . ~ “w -1 4% . - 11-. . _ ; í . V: : _. ; . ~ “ , ' - ~ h « x. ' v¡ ' L 'N " r" @QMQT J @mira , na › $ D61:: É 513905
  2. 2. 3 DVDs com 6 estudos tan-QQ urbana um) aawwermduson 9 oounuienm ~ WW-aWWW-Wà 1 - Dai graças 2- Brilho Celeste 3 - Tudo _Entregarel 4 - Belo Es o Cristo 5 - Em Jesus Amigo Temos A igreja do século XXI, impactada pelo pos-modemlsmo, tem gerado pais cristãos que, cada dia mais, abrem mao da responsabilidade de criar os ñlhos no temor de Deus, transferindo essa responsabilidade à igreja. A Palavra de Deus nos fomece tudo que precisamos para criar filhos conforme Deus quer que o façamos. › Duração: aprox 60 nrlrutos [cada estudei ›200B ›NTS3 -DVD »R Yk 1 ; uniu n- ', -v_lt, _,¡i: ¡,çp, v. 4.53. André Paganelli com Levi Willians, interpretando conhecidissimas canções G ~ Eúlado 7 - Ao @ramos Senhor 8 - Manso e Suave 9 - Um So Rebanho 10 - Hnda-se Este Dia Dual é o dever da Igreja, enquanto aguarda que Jesus a arrehate? O que o Noivo Jesus esta fazendo. enquanto D aguardamos? Apesar de escrito há cerca de 3.000 anos. o Salmo 45 tem uma mensagem tremendamente atual para nos hoje, como Igreja de Jesus. › Duração: aprox 60 minutos › NTSC - DVD 41 › 2008 as. _ »na , Luz e Exaltação. agora reunidos num único CD. os quais se tomaram veiculos na edificação de vidas pela palavra sanllficadora de Cristo, expressa em melodia e trarrnonia. Estamos bastante familiarizados com a ideia de que a mensagem de salvaçao em Jesus é a mensagem do amor de Deus. E certamente o é! Mas seria so isso, ou existe um alerta para que o ser humano não despreza a mensagem do amor de Deus enquanto é tempo? Escrito na 3.000 mil anos, esse texto etremendamenle atual e relevante para o homem do Século )0<l. › Duração: aprox. 60 minutos › NTSC - DVD -H > 200a 4 l Ç? Zi wwwfttãmad-Elcomlzr Pedidos: 03UÓ 78 '-9. i
  3. 3. Prezados Amigos de Israel Como o Anti-Semitismo Corrompeu a lgreia É Tudo ou Nada gÀiIiu-; cinu ruim r Relatos da Viagem a Israel - 2008 _, _.-. --e- g v o HORIZONTE ° Os antecedentes do Israel moderno - 22 É uma publicação mensal da "Obra Mlssionárh Clnmada da Meia-Noite' com licença da "Vereln für Bibelsurdium ln israel. Beth-Shalom” (Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel), da Suíça. Administração e Impressão: Rua Erechim. 978 ° Bairro Nonoai 90830000 ° Porto Alegre/ RS ° Brasil Fone: (Sl) 324I-S050 Fax: (Sl) 3249-7385 E-mail: mail@chamada. com. br www. d1amada. oom. br Endereço Postal: Caixa Postal, l688 9000l-970 ' PORTO ALEGRE/ RS ' Brasil Fundador: Dr. Wim Malgo ([922 - l992) Conselho Diretor: Dieter Stelger, lngo Haake. Markus Steiger. Reinaldo Federoll Editor e Diretor Responsável: Ingo Haake Diagramação Sr Arte: Roberto Reinke Assinatura - anual . ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 3|. S0 - semestral . . I9,00 Exemplar Avulso . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 3.50 Exterior: Assln. anual Ma Aérea) US$ 3 S . OD Edições lntemadonats A revista "Notícias de israel" é publicada também em espanhol, inglês, alemão. holandês e francês. As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos autores. INPI n° O406|4 Registro n° S0 do Cartório Especial 0 objetivo da Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel é despertar e fomentar entre os cristãos o amor pelo Estado de krael e pelos judeus. Ela demonstra o amor de lesus pelo Seu povo de maneira prática. através da realização de proietos sociais e de auxílio a Israel. Além disso, promove também Congressos sobre a Palavra Profética em lerusalém e viagens. com a intenção de levar maior número possível de peregrinos cristãos a Israel, onde mantém a Casa de Hóspedes “Beth-Shalom” (no monte Carmelo. em Haile). rf'
  4. 4. Prezados Amigos de As festividades pelos 60 anos de existência de Israel não são motivo apenas de comemoração. Elas representam também uma oportunidade de fazer uma retrospectiva sobre as conquistas desde a fundação do Estado e de realizar uma avaliação das perspectivas futuras. Um livro não exatamente otimista sobre esse tema foi publicado por Benny Morris, filho de um diplomata israelense e nascido em um kibbutz. Em relação à ¡ntifada (rebelião dos palestinos) e aos atuais conflitos com os grupos terroristas Hamas e Hezb'allah (Partido de Alá). ele deixa explícito que a luta de palestinos e árabes contra o estabelecimento de um Estado judeu foi, desde o início, uma “jihad" - guerra santa - de motivação islâmica. Para os árabes, sempre teria se tratado de tudo ou nada. Morris embasa sua tese citando uma declaração da irmandade Islâmica divulgada em l938. Ela confirma que a luta pela Palestina seria uma obrigação inevitável para cada muçulmano. Haj Amin al-Husseini (o mufti de Jerusalém), então líder do movimento árabe-palestino, declarou em março de l948 a um jornal de Yaffa que os árabes não tinham, de forma alguma, a intenção de concordar com o Plano de Partilha das Nações Unidas e iriam combater os sionistas até que toda a Palestina fosse um Estado árabe. Os historiadores preferem ignorar esses tipos de declarações ou classifica-las apenas como bravatas. Segundo Morris. essa avaliação equivocada também era compartilhada pela liderança sionista da época, inclusive por David Ben Gurion. De outra forma, os sionistas teriam expulsado os árabes de todo o território entre o Mediterrâneo e o Jordão. Morris fundamenta essa interpretação: "Quando uma sociedade ameaça destruir você. ela o obriga a destrui-la. Quando se tem a escolha apenas entre destruir o adversário ou ser destruído, então é melhor destruir o oponente". Conforme Morris, temos de nos conscientizar de que os árabes conquistaram para s¡ uma grande parte deste planeta não pela sua habilidade ou virtuosidade, mas, durante muitas gerações, através de campanhas de conquista bem como do assassinato e da conversão forçada dos subjugados. Dessa forma, os árabes chegaram à posse de 22 paises; enquanto. o povo judeu não possuia sequer um único. Segundo Morris, a necessidade de um Estado judeu justamente no Oriente Médio sobrepuja a injustiça que os palestinos porventura sofreram. Essas explanações de um israelense que tem a idade do Estado de Israel não oferecem uma perspectiva muito otimista para o futuro. Seu prognóstico sombrio resulta da implacabilidade do lado islâmico quando se trata da destruição de Israel. Apesar dessa retrospectiva desanimadora através da ainda curta história de Israel, podemos olhar confiadamente para o futuro. Pois. justamente o fato de que a terra e o povo de Israel ainda existem, apesar dos enormes obstáculos, mostra que a existência de Israel não é uma obviedade mas um "porém" de Deus. Com esse conhecimento, podemos olhar para o futuro com confiança. Deus, apesar de todas as resistências, cumpriu Suas promessas sobre Israel, e as cumprirá no futuro. Unidos nessa certeza de que Deus sempre alcança Seu alvo, na vida de Israel e na nossa, saúdo com um cordial Shalom! zzqedzwuuêw Recomendamos: im, E iuizm ¡HSM : Sim: z. . ; mms Y Hera nça Pedidos: .. C390 73/955 7 f; cpm. br V
  5. 5. *i r* “ _l, ~l; ~ ' i . l. _ i - _. É* s-; c; _l _ _ _ _ p-. '›~¡¡; Vl' ! l - _I ~Q _«_l'-, .= P A l Já se passaram quase dois mil anos desde que a nação de Israel fa- lhou em aceitar Jesus como seu Messias e Redentor. Quem levaria ao mundo a men- sagem da salvação enquanto Israel estivesse espiritualmente afastado dessa missão (Rm 11)? Na eternidade passada, Deus determinou constituir uma nova entidade para realizar Sua obra du- rante esse intervalo de afastamento espiritual de Israel, a saber, a Igreja. A Igreja seria de âmbito internacio- nal, composta de crentes em Cristo de origem judaica e de crentes em Cristo gentios de todas as partes do mundo (Ef 2.1l-3.11). Ela nasceu no Dia de Pentecostes, dez dias de- pois da ascensão de Jesus ao céu (At 2,' At 11.15). Jesus deu ordens para que a Igreja pregue o Evangelho (i. e., “boas novas") de Sua morte, sepul- tamento e ressurreição a todos os povos do mundo, e que faça discí- -o pulos de todas as nações (Mt 28.19-20; Mc 16.15). Agora, o alvo de Satanás é a Igreja. Satanás, primeiro, tentou des- truí-la fisicamente através da perse- guíção. Embora muitos crentes em Cristo, judeus e gentios, tenham perdido sua vida como mártires, a Igreja continuou a crescer e a se ex- pandir em todo o Império Romano. Assim, no início do quarto século, Satanás chegou à conclusão de que não conseguiria destruir a Igreja ñ- sícamente. Então, Satanás passou a per- vertê-la através de crenças e práti- cas contrárias ao que a Biblia ensi- na. Ele utilizou dois meios para atingir seu objetivo: a união da Igreja com o Estado e a Teologia da Substituição. Do ano 311 d. C. ao ano 380, o governo romano mudou de estraté- gia; em vez de tentar aniquilar o cristianismo, passou a adota-lo co- mo a única religião permitida, ou seja, a religião oñcial do Estado. Por causa desse casamento da Igre- ja com o Estado, um número enor- me de descrentes adentrou as igre- jas, inundando-as com suas crenças e práticas pagãs. Além disso, lideres da Igreja Gentílica se dedicaram ao estudo da filosofia grega e das concep- ções anti-semitas. Em menos de um século depois da morte dos apóstolos, líderes importantes da Igreja Gentílica conceberam a idéia de que Deus rejeitara per- manentemente Israel e o substi- tuíra pela Igreja porque a nação de Israel rejeitou a Jesus. Dessa forma, a Igreja passou a ser o "Is- rael de Deus". Esse ponto de vista equivocado se denomina Teologia da Substituição. A mistura de crenças e práticas pagãs com filosofia grega e anti-se- rnitismo alterou radicalmente as já estruturadas eclesiologia (natureza e função da Igreja) e escatologia (a
  6. 6. ' 'u «rat-ni ao estudo da flIosÊiia grega *Lidereisiidia Ivgjrejá' Gentilica se dedicaram e das concepções anti-semitas. doutrina dos acontecimentos futu- ros) da Fé Cristã. Alterações no Eclesiologio: Diante do fato de que as reli- giões pagãs e o povo de Israel ti- nham várias ordens sacerdotais, a igreja desenvolveu um sacerdócio, alterando a estrutura de liderança formada por presbíteros e pastores para uma liderança constituida de um sumo sacerdote no topo da es- cala hierárquica e diversos niveis sa- cerdotais subordinados. E, urna vez que as religiões pa- gãs e o povo de Israel ofereciam continuamente sacrifícios de san- gue, a igreja instituiu uma alteração no significado da Ceia do Senhor, mudando de um memorial da mor- te de Jesus (que é a concepção das Escrituras) para um Contínuo sacri- ñcio do Salvador. Alterações na Escatologia: A concepção original da Igreja era o quiliasmo (essa concepção atualmente se denomina Pré-Mile- nzkmo, que é defendida pelo nosso ministério). [N. do T. : quíliasma vem da palavra grega chilias, “mi1", de onde se originaram os termos “milênid” e "milenarismo”. Hoje em dia, o tertno quüiasmo é geral- mente usado em sentido restrito pa- ra referir-se à crença de que Cristo voltará antes do Milênio]. O quüías- mo afirmava que o Messias um dia voltará e reinará politicamente na qualidade de Soberano do Reino Teocrático de Deus na Terra, du- rante o último periodo da história desta Terra atual. Pelo fato de que essa também era a concepção na qual o antigo Is- rael cria, lideres anti-semitas da Igreja Gentílica a rejeitaram sob o pretexto de ser “opinião judaica”. Eles a substítuíram por um novo conceito denominado Anzilmisnzo. O ponto de vista amilenista asseve- ra que não haverá um futuro Reino Teocrático de Deus na Terra gover- nado pelo Messias. Pelo contrário, o Amilenismo afirma que o futuro Reino de Deus predito na Bíblia vem a ser a Igreja - um reino que, em vez de ser político, é inteira- mente espiritual, estabelecido por Jesus na ocasião de Sua Primeira Vinda. A Igreja Católica Romana, que adotou a Teologia da Substituição e o Amílenismo durante toda a Ida- de Média, reivindicou ser o Reino de Deus na Terra predito na Bíblia e, por conseguinte, acreditava que tinha o direito de impor suas cren- ças e diretrizes politicas sobre to- dos os povos. Baseada nisso, ela se tornou uma poderosa máquina reli- giosa e política que, por muitos sé- culos, dominou todos os aspectos da vida na Europa Ocidental, a ponto de tanto entronizar quanto destronar reis e imperadores, além de perseguir multidões incontáveis de judeus. Os reformadores que protagoni- zaram a Reforma Protestante do século XVI romperam com a Igreja Católica Romana em várias áreas da eclesiologia e da doutrina. Eles enfatizaram as seguintes verdades do Novo Testamento: a justifica- ção unicamente pela fé; o sacerdó- cio de cada crente em Cristo; e a Bíblia como autoridade única de fé e prática. Contudo, no que diz respeito à escatologia, os reformadores rejei- taram o Quiliasmo (i. e., Pré-Mile- nismo) considerando-0 como "opi- nião judaica" e sustentaram a con- cepção amilenísta da Igreja Católica Romana. a* _m_ s_ ' . f. . c. ÕCWÊUÍÍÊÊS intacto o : Êroiesãrcsníisttto O fundamento protestante, enfa- tizado no século XVI, da justifica- ção unicamente pela fé, era uma ameaça para Satanás. Se as pessoas, em vez de conñarem em suas "boas obras”, viessem a depositar a sua fé exclusivamente em Jesus, passariam a ser genuinos crentes em Cristo e seriam transferidas do reino de Sa-
  7. 7. tanás para o Reino do Filho de Deus (Cl 1.1344). De modo que o Protestantismo se tornou alvo do ataque de Satanás. Primeiramente, Satanás ten- tou destruí-lo fisicamente por meio da perseguição. Muitos protestantes foram martirizados na Alemanha, França, Holanda, Inglaterra e na Escócia. Porém, quanto mais se perseguia o Pro- testantismo, mais rapidamente ele se propagava. Então, ao perceber que não con- seguiria aniquilar o Protestantismo, Satanás tentou perverté-lo através de crenças e práticas contrárias ao que a Bíblia ensina. Por varios sé- culos, Satanás usou uma série de movimentos intelectuais e filosofias que rejeitavam a Bíblia como o re- gistro divinamente inspirado da Re- velação de Deus ao homem, numa tentativa de solapar a fé bíblica de muitos protestantes. Em conseqüência disso, no ñ- nal do século XIX e começo do século XX, um percentual signifi- cativo do Protestantismo se cor- rompeu com crenças cormárias à Biblia. Muitos passaram a negar a realidade da Queda e da natureza pecaminosa do ser humano; a ins- piração divina e a autoridade da Biblia; o nascimento virginal de Cristo; a divindade, a expiação substitutiva, a ressurreição corpo- ral e a Segunda Vinda de Jesus Cristo. Deus soberanamente contraba- lançou tal perversão satânica com o avivamento Wesleyano do sécu- lo XVIII, com o Grande Desper- tamento nas Colônias Americanas, com o Segundo Despertamento, com os avivamentos liderados por D. L. Moody, com o movimento dos institutos bíblicos, com a cria- ção de organizações missionárias de fé, e com as conferências sobre a profecia bíblica. »r u O' s: "-Ãi-~'? i'~~”r= "~/ 2 __, m.. Ê><&= =' ? à *a *A negação da existência de Deus tem produzido Por volta do fim da Primeira Guerra Mundial, uma parcela con- siderável do Protestantismo rejeita- va a revelação divina em todas as suas formas, revelação essa que é o unico meio de se constatar a exis- tência do Deus criador e soberano do universo. Satanás usou essa re- jeição para lançar seu mais atual ataque nessa guerra contra Deus: a crescente negação da existência de Deus. Essa negação tem produzido as seguintes mudanças radicais na so- ciedade: uma atitude de desespero mudanças radicais na sociedade, como a rejeição de valores morais absolutos. reieição de um padrão objetivo que possibilite discernir entre o certo e o errado; uma redefinição do que vem a ser tolerância; um movimen- to feminista radical; e uma abso- luta tendência de humanizar Jesus Cristo e divinizar o ser humano. Ao que parece, Satanás está pre- parando o terreno para lançar a maior de todas as investidas na sua guerra contra Deus. (Israel My Glory) Renald E. _Sl1owers é autor, professor e conferencista inlemocional o serviço quanto ao supremo signiñcado e de The Friends oHsraeÍ. propósito da vi- da humana; a rejeição de Va' Recomendamos: lotes morais _ __ , - absolutos, pro- o vocando um 7 vileufíp( V colapso da *E , *ygf-U-*AISÍ-'g- moralidade; o . UBJEÊL $355! repúdio da . i ' ç_ . . - verdade obieti- V' ' ' Va Pa” mda a Pedidos: 030o 789.515: humanidade; a' www. Chamada. com. br
  8. 8. Freire-toras : : 'I E palestras Dave Hunt (EUA) -í _ -_ É autor eoonlerenclsta mundialmeme conhecido, Ele escreveu mais ' ' f de 25 livros com tiragem total acima de 4.000.000 de exemplares. Dave Hunt faz muitas palestras nos EUA e em ouros países, sendo também lraqüentemente entrevistado no rádio e na televisão por causa das suas profundas pesquisas em áreas como misticismo oriental, fenômenos psíquicos. seitas e ocultismo. Meno Kallsher (Israel) z : NOVO: : Serve como pastor da Jerusalem Assembly - Horse ol Fledemption e como expositor da Biblia em congressos interdenominacionais e out- ros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu mes- siànioo, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele k r é o Messias prometido de israel. Suas palestras têm sido mLI'to abençoadas, mostrando a visão judaica da Bmlia. ~ Norbert Lieth (Suíça) Í É Diretor da Chamada da Meia-Noite lnterracional. Suas mensagens tapa. , têm como tema central a Palavra Prolética. Logo após sua --- conversão, estudou em nossa Escola Biblica e licou no Uruguai até conclui-Ia. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa @é às [ea Obra na Bolivia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na ' ' Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano. voltou à Suiça e é o principal preletor em nossas oonleréncias na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, portugués e espanhol. Arno Froese (EUA) ' ; à Amo Froese 6 o diretor-executivo da Obra Missionária Chamada da ' Meia-Noite nos EUA. Ele já realizou mais de cinqüenta conleràncias roféticas nos Estados Unidos, no Canadá em israel, na Europa, na rtdia e no Brasil. Suas constantes viagens têm oontribuldo para uma visão aguçada das prolecias bíblicas, pois ele as analisa de uma perspectiva internacional. Planos S» Preços Pastores: l0% DE DESCONTO sobre os preços individuais Grupos: A cada i0 inscrições. : I l' é GRÁTIS + um conjunto dos DVDs do Congresso Crianças: até 4 anos - Cortesia 5a |0anos-R$2I0,00 !2 anos acima - preço de adulto Durante os palestras. honra' programação especial para crianças (acima de 3 anos). realizada pela APEC Pagamento parcelado: As parcelas deverão ser pagas através de: ° Checpes pré-datados 0 Cartão de crédito Os preços incluem participação no congresso. hospedagem e as refeições constantes do programa. Eles não incluem bebidas e extras no hotel. Em caso de desistência. será retido o valor de RS 90.00. informações: v": ,amgr UL. .› . p. 7». Luz-i da Meia-Noite Cabra Postal 1688 90001-970 - PORTO ALEGRE/ RS - Brasil Fone: (51) 3241-5050 - Farc (51) 3249-1385 Muteus25.6 www. chamada. com. br Prezados Amigos: Este é um ano muito especial para nós: a Chamada está completando 40 anos no Brasil, Israel festeja seus 60 anos de existência e realizaremos nosso 10° Congresso. Assim, temos Fortes motivos para agradecer ao Senhor pela fidelidade para com Seus filhos. Para comemora: este ano histórico. estamos planejando um congresso muito especial com várias novidades. Além dos palestrantes já conhecidos - Dave Hunt, Norbert Licth, Arno Frocsc -, teremos a presença de Meno Kalisher (veja ao lado). Além dessa grande novidade, estarão conosco em todos os momentos dc louvor os irmãos André Paganclli c Levi Williams, os quais nos alegrarão com músicas de Israel e o lançamento do novo CD "Tributo a Israel - 60 anos", gravado em nosso estúdio. Para festejar e agradecer ao Senhor por tudo que fez, ofereceremos um jantar de gala em comemoração aos 40 anos da Chamada. Será uma noite muito especial! Então só rcsta você confirmar sua presença fazendo logo a inscrição para estar em mais este congresso. Temos certa-La dc que será marcante para todos que participarem e vamos enaltecer juntos a grande obra de Deus no cumprimento de Sua Palavra em relação a Israel, a Igreja e as nações! Louvor. Jamil Abdalla, André Paganelli e larger Levi Willians DÊ? ” 5 Especial: Jantar de Gala em comemoração Presidente aos 40 anos da Chamada cartão de crédito. cheque ou depósito no Bradesco ou Banco do Brasil Individual a ! Individual 2 J m ta', assumam o) co: : o) até 3 l/07l2008 RS 490,00 RS 540.11) até 30/9/2008 R3 530.00 R$ 570.00 após 30/9/2008 até o congresso RS 560,00 R5 600,00 Casal Casal _ (upw. sun ar condictonudu) (apta. com ar condraonado) até 3 | /07/2008 R$ 882,00 R5 972.00 até 30/9/2008 R3 954,00 RS I026.00 após 30/9/2008 até o congresso RS l008.00 R3 1080.00 somam Insgrlção . ;em Individual Casal hospedagem e alimentaéo: R5 l50.00 R5 270,00 -' ll l "l t 7' cartiodecrédiooou cheques pré-datados z individual 1 ! individual lsefnañãñiêrãããi" Êa? nc? ãã°. fc;2íio%° julho 4 x R$ l40,00 4 x R$ 150,00 Agosto 3 x R$ l87.00 3 x RS 200.00 Setembro 2 7( R3 280,00 2 X R$ 300,00 Outubro | x R$ 560.00 l x R$ 600.00 Casal Casal , _ (apto. sem ar condicionado) (apto. com ar condraonado) Juho 4 x RS 2.52.00 4 x RS 270,00 Agosto 3 x R$ 336,00 3 x R$ 360.00 Setembro 2 x R$ 504,00 2 x RS 540,00 Outubro I x R3 l008,00 l xR$ |080.00
  9. 9. Local do congresso: Hotel Monte Real Fjua São Paulo, 62 Aguas de lindoia/ SP Tel. (19) 3924-9200 Todo o congresso (palestras, hospedagem, refeições) será realizado no Hotel. que possui excelente inlraeslmmra com um Centro de Convenções e relatório com capacidade para 1500 pessoas. Traslados: A partir das 14 hs. dezmo haverá transporte da rodoviária para o hotel. e após o término do Congresso, do hotel para a rodoviária. certificados, pastas e camisetas: Todos os inscritos receberão cemficado de Participação e pasta com material do mngres- so. Faça sua inscrição até 31/07 e ganhe uma linda camiseta do evento. ^ hp» 10° Congresso Internacional V Águas Lindoia/ l 22 a 25 de Outubro de 2008 Especial - com novidades! Horários de chegada e Saida: Os participantes serão recebidos no Hotel a partir das 14hs do dia 22 de outubro de 2008, quarta- terra. e a abertura do Congresso será às 20hs. tenninando após o almoço do dia 25 de outubro de 2008. sábado. ? ã »- . -I Riwwnfuñasas »rrrrnp-Arrt-z-»nrm-r Eetandes: Haverá estandes com exce- lentes ofertas de livros_ Bíblias, lolhetos, revistas. vídeos. CDs. DVDs, camisetas, pôsteres, etc. .. | NSCRI ÇÃO Aguas de lindóiaisP - 22 a 25/10/2005 Envie-a hoje mesmo para: (lira Missionária Chamada da Meia-Noite: Caixa Postal reas- PORTO ALEGRE/ HS- 90001-970- Farc (51)3249.T385 Nome do responsável: Se possível, gostaria de ficar hospedado com: Nome: Sexo: ü M ü F É Fone: (É) FAX: (g) Data Nasc. : É' Rua; N°: Bloco: Apto: g E Bairro: Cidade: Estado: Êà-'Ê CEP da Rua: e-mail: Tí Camiseta: (para inscri ões até 3l/ : ü M Ú G ú GG É ê Proiissão: Camiseta (cônjuge): M ü G GG Denominação: Cargo na Igreja: ã é CPF: RG: ã a ê 'É Participante de grupo: ü Não DSim 'e' Ê (v Q E t! n. ã Titular: Validade: No caso de inscrição de casal. indique o nome do cônjuge: Forma de pagamento: ü à Vista _/ _ Ú Cheques pré-datados (nominais cruzados, do seu próprio talão) D parcelado ü Depósito instantâneo (anexar cópia) no BRADESCO (Ag.324-7 r Conta aaa-sea) ou No: ¡ Ei BANCO oo BRASIL- Ag.2B2t-5, conta 49354 (anexar cópia) Ultimos 8 dígitos do verso di¡ carrão CGC: QZÉJBWUBÍ 5 Válido somente após envio da CÓPIA do comprovante!
  10. 10. a Morte e a Ressurreíçã do Messias notáveis profecias sobre So sofrimento, o morle e o exaltação do Messias em lsoíos 52 e 53 foram escritos cer- co de 700 anos antes do época de Cristo. Isto só foi possível por meio do Espírito Santo de Deus, que inspi- rou o profeta lsoíos (cf. 2 Pe 1.21; 2 Tm 3.16). Vamos analisar pela ordem cada uma das profecias veterotestamen- tárias em Isaias 53. Quando Jesus veio e morreu, cada uma dessas profecias se cumpriu de forma sur- preendentemente literal, com uma precisão que não ñca nada a dever à lógica matemática. A admirável exaltação do Messias “Eis que o meu Servo procederá com prudência; será exaltado e elevado e se- rá mui sublime” (Is 52.13). Antes de Fred J. Mclclau i entrar nas profundezas da humilha- ção do Messias (Is 52.13 a 53.12), o texto bíblico começa assegurando Sua vitória ñnal e Sua glória. Portanto, somos logo apresenta- dos ao final definitivo da trajetória do Messias - de certa forma de mo- do a nos preparar para o choque de Sua humilhação temporária: vemos o "Servo do Senhor" sendo pro- gressivamente elevado (depois do sofrimento); no final Ele alcança uma exaltação imensurável, acima de qualquer outra coisa. O Novo Testamento deixa bem claro que depois de todo o sofri- mento e de Sua morte Cristo se- rá definitivamente exaltado: "Ele, que e' o resplendor da glória e a ex- pressão exata do seu Ser, sustentan- do zodas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a puri- ficação dos pecados" - por Sua mor- te redentora na cruz - "assentou-se J à direita da Majestade, nas alturas” (Hb 1.3). “Tende em vós o mesmo sentimento que houve tanzbérrz em Cristo jesus, pois ele, subsisrindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esoaziou, assumindo a forma de servo, tornan- do-se em semelhança de homens; e, re- conhecido em figura humana, a sz' mesmo se humilhou, tomando-se obe- diente até à morre e morte de cruz. Pe- lo que também Deus o exalzou sobre- maneira e lhe deu o nome que está aci- ma de rodo name” (Fp 2. 5-9; veja também Mt 285-6; Az 13-9; Ef I.20~23). A cruel tortura sofrida pelo Messias "Como pasmaram muito: à vista ' dele (pois o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro
  11. 11. qualquer, e a sua aparência, mais do que a dos outros filhas dos homensf' (Is 52.14). Se a exaltação do Messias (v.13) já é espantosa, ainda mais espanto- sos são os Seus sofrimentos. A pala- vra “shamen", que em muitas ver- sões é traduzida por “pasmar”, signi- ñca “assustado, confuso, petriñcado por um horror paralisante". Nas terríveis horas antes de Sua cruciñcação, o Senhor Jesus foi tra- tado de forma brutal e rude, em- purrado de um lado para o outro, flagelado e maltratado de diversas formas. E na cruz o Seu sofrimen- to e a dor espirituais insuportáveis ainda foram multiplicados pela co- roa de espinhos, pelos pregos cra- vados em sua came u-êmula e pe- lo martírio da cruciñcação, trans- formando cada nervo e cada músculo em uma chama ardente e torturante, desfigurando e transtor- nando Seu rosto de tal forma que nem parecia mais humano. Esse fa- to horrível é praticamente inacre- ditável, mas ainda assim o Antigo Testamento o prediz de forma cla- ra em relação ao Messias, e o No- vo Testamento é igualmente claro ao relatar o sofrimento e a morte de Jesus Cristo: “Então, por zsso, Pilatos tomou a Jesus e mandou açaitá-lo. [I] Os sol- dados, tendo tecido uma coroa de espí- nhos, [2] puseram-lho na cabeça e ves- tíram-no com um manto de púrpura” (7o I 9.1 -2). "Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam manos, e outros 0 esbofe- zeavam. .. e despojando-o das vestes, cobriranz-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puse- ram-lha na cabeça. .. e, cuspíndo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça” (M: 26. 67,' 27. 28-30). Deus permitiu esse sofrimento terrivel, e Jesus o suportou, não so- mente para completar a imagem profética, mas para sofrer em nosso "Então, por isso, Pilates tomou a Jesus e mandou açoltá-Io. Os soldados, tendo tecido uma coroa de espinhos, lugar. Perguntamos: quem mais, a não ser o verdadeiro Messias, iria querer ser um Messias desse tipo? Antes da crucificação, mas já re- lacionado a ela, Seu rosto foi desñ- gurado. Na cruz o Seu corpo foi des- ñgurado. E assim o cumprimento da profecia foi completo. O suor como sangue, as marcas da coroa de espinhos, a saliva na Sua fronte e o resultado das batidas em Sua face deixaram Seu rosto contorcído; os açoites, os socos, os pregos crava- dos em Suas mãos e pés, o peso do próprio corpo, que deslocou as jun- tas e finalmente a lança enfiada em Seu lado desfiguraram Seu corpo. Se ainda adicionarmos a dor espiri- tual e a tortura da alma, a imagem restante fica tão desñgurada que nem parece mais um ser humano. Que grande amor Ele teve! Como foi alto o preço que Ele pagou pela nossa redenção! Que o nosso coração se curve em vergonha e aflição por causa dos nossos pecados que causaram tudo isso, e que dediquemos a Ele, que o suportou por nós, um amor ainda maior e etemo! puseram-Ina na cabeça e vestiram-no com um manto de púrpura" (Jo 19.1-2). Uma mensagem que deixará muitos povos espantados "Assim causará admiração às na- ções, e os reis fecharão a sua boca por causa dele; porque aquilo que não lhes foi anunciada verão, e aquilo que não ouviram entenderão” (Is 52. l 5). Deus planejou um caminho singu- lar para ganhar a atenção, as almas e a dedicação das pessoas. Ele mesmo, na pessoa de Seu Filho, sofreu de for- ma tão violenta numa cena tão teni- vel que marcou todas as eras da His- tória. O Gólgota tem o poder de as- sombrar os mais distraidos, incomodar os mais indiferentes e aba- lar os mais desínteressados. Agora as pessoas podem entender tanto o amor de Deus quanto a sabedoria de Deus: foram revelados pelo Gólgota. Agora as pessoas podem ver ao mes- mo tempo a graça de Deus e como Ele concede justiça aos pecadores que crêem: "Aquele que não conheceu pecado, ele a fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus ” (2 Co 5.21). O Evangelho leva- rá muitos à fé por meio do assombra.
  12. 12. Uma mensagem que enfrenta descrença em Israel "Quem creu em nosso pregação? E a quem foi revelado a braço do SE- NHOR? " (Is 53.1). Por mais estranho que pareça: ainda que a chocante notícia de um Messias sofredor tenha causado es- panto a muitas nações, ela só en- contrará poucos que acreditem nela entre o próprio povo do Messias - os judeus. No Novo Testamento lemos a respeito do cumprimento dessa profecia: "E, embora [jesus] tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele, para se cumprir a palavra do profeta Isaias, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? ” (7o 1237-38). O nascimento sobrenatural e o crescimento espiritual do Messias "Parque foi subindo como renova perante ele e como raiz de uma terra seca" (Is 53.2). O nascimento sobrenatural do Messias é indicado pelas palavras "como raiz de uma terra seca”. Uma raiz que cresce em terra seca é um milagre, pois lhe falta um ele- mento essencial - a umidade. O nascimento do Messias deveria ser um milagre - o milagre do nasci- mento virginal. Repare só neste paradoxo: seu crescimento sobrenatural e, ainda assim, natural: Ele 'foi' subindo”, ou "cresceu” (NVI), como qualquer outra criança, e ainda assim "peran- te e 'Ç isto é, o Messias cresceu na presença de Yaweh (Javé) e sob Seu cuidado atento. Também neste as- pecto nada deveria ñcar por conta do ambiente natural, pois o Messias deveria ser "como raiz de uma term seca”. Ou seia, em Sua juventude o Messias seria como uma planta pre- ciosa e saudável, desenvolvendo-se sob a proteção cuidadosa do Pai ce- lestial. Mas Ele crescexia em meio à seca espiritual e global do povo, em um deserto de dureza, pecado e descrença. Entretanto, o processo seria normal: Ele "cresceu”. Por- fl¡ tanto, Ele não se precipitar-ia sobre o mundo na glória repentina de atos ousados . e bem sucedidos. Pelo contrário, Ele seguiria a lei divina do crescimento lento e silencioso. É espantoso que Deus predisse tanto a forma de Sua vinda ao mun- do e o "crescímento” durante Sua infancia quanto o caráter espiritual de Sua infância. E eis que tudo se cumpriu exatamente conforme a profecia quando o Messias chegou. O Messias não veio como um rei adulto em poder, com ostentação e glória; isto está reservado à Sua Se- gunda Vinda. No Novo Testamento lemos a respeito do menino Jesus: “Crescia o menino e se fonalecia, en- chendo-te de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele” (Lc 2.40). A geração do Messias não reconheceria nem valorizaria Sua grandeza "Não tinha aparência nem formo- sura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradam" (Is 53. 2). Quando o Messias chegou, aqueles que esperavam um rei po- - "Porque fo¡ subindo como - - renova perante ele e como raiz ' de uma terra seca" (Is 53. 2)
  13. 13. deroso e um reformador politico ñ- caram desapontados com Ele. As pessoas não viram Sua beleza - a beleza da santidade - nem entende- ram a Sua missão. Ele não corres- pondia ao ideal mundano; como ti- nham entendido mal os profetas, não viram nada no “servo de Javé” que fosse interessante ou atraente. De acordo com sua concepção do Messias, Sua obra na primeira vin- da, a saber, entregar Sua alma co- mo "oferta pelo pecado", era total- mente estranha. Ele foi desprezado e abandonado pelas pessoas Isaías 53.3 diz: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homem; homem dedoreseqttesabeoqueépadecece, como um de quem os homens escondem o rosto". E no versículo seguinte le- mos: “Nós o reputávamos por aflito, fe- rido de Deus e oprimido" (0.4). Um conhecedor das línguas an- tigas diz que 'ínrejeitado entre os ho- mens. .. ”, na verdade significa “rejei- tado pelos homens em posição ele- vada". Portanto, o Messias não contaria com quase nenhum apoio por parte de homens de alta posição e autoridade, que O ajudassem com seu poder e influência. Isso ficou comprovado na vida de Jesus Cris- to. 0 relato seguinte do Novo Tes- tamento demonstra esse fato. Pois quando os fariseus enviaram seus servos para prender Jesus e estes voltaram sem Ele, dizendo: “ffamais alguém falou como este homem” (7o 7.46), os primeiros responderam, irados: "Será que também nós fostes enganados? Poruentura, creu nele al- guém dentre as autoridades ou algum dos fariseus? " (vo. 47,48). Quem mais, além do eterno e grande Deus, que conhece a terra desde o seu princípio, ousaria fazer tal profecia, representando o Mes- . mf. . .. a. ' _ _ L L Vw "Era desprezado e a mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto” (Isaias 53.3). sias como alguém que não receberia o apoio dos maiorais do povo? Mas a História conñrma totalmente a verdade dessa profecia. O Messias deveria ser conhecido como “homem de dores", "ferido de Deus e oprimido" "whomem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto e nós o re- putávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido" (Is 533-4). Aqui a ênfase, cuja veracidade é comprovada no cumprimento, está no fato de que o Messias seria um "homem de dores” - de sofrimen- tos em todos os sentidos. O sofrimento de Jesus não se deu somente porque Ele compartilhou todas as dores da humanidade, um sofrimento empático, mas também pela rejeição da Sua oferta de bên- çãos. Sua dor foi sobremaneira gran- de porque o povo rejeitou a reden- ção oferecida e insistiu em continuar na perdição. Ela foi ainda maior por- que os homens importantes e in- fluentes Lhe viraram as costas, ou “esconderam seu rosto" dEle. Em vez de considera-IO precioso, eles acharam que Jesus "não merecia nem ser olhado" (ABV). João escre- ve: "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (7o 1.11). O pior foi que as pessoas o con- sideraram 'ferido de Deus” e não re- conheceram que Ele soñeu para salva-las, que Ele chegou a se tor- nar “maldição" para redimir aque- les pelos quais havia sofrido. Gála- tas 3.13 diz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeira) ”. O sofrimento vicário do íVíessias "Certamente, ele tomou sobre sz' as nossas enfermidades ele foi traspas- sado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz esta-va sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos saradas. .. a SE- NHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de
  14. 14. Gálatas 3.13 diz: “Atílrísto hà resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nossa lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)". nós todos" (Is 514-6). ". ..por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido" (v.8). "Quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado. ..” (n10). "mas iniqüidades deles levará sobre si” (vJI). "mlevou sobre si o pecado de muitos. .. " (v. 12). A característica mais destacada deste capitulo é o sofrimento vicá- rio do Messias. Esse mistério nun- ca foi desvendado até que o Se- nhor Jesus foi 'Ífeito pecado por nós" (2 Co 5.21) e "morreu pelos nossos pecados" (I Co 15.3). Certa vez, al- guém disse: o Messias foi o Re- dentor divino sobre quem cairam "todos os raios flamejantes do juízo, que do contrário teriam atingido a hu- manidade”. Como é maravilhosa a graça de Deus pelo sacrifício vicá- rio de Cristo! Assim a cruz tornou- se a pior humilhação de Cristo e ao mesmo tempo Sua maior exal- tação - e o meio indicado por Deus para a redenção dos homens. Quando veio, o Senhor Jesus cumpriu as profecias messiânicas a respeito de Sua morte vicária na Cruz: "mcarregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeira, os nossos pecados" (I Pe 2.24). O Messias sofreria de forma voluntária e sem se queixar "Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordei- ro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus zosquia- dores, ele não abriu a boca” (Is 53.7). Outros sofredores normalmente murmuram ou se queixam, espe- cialmente se considerarem a situa- ção injusta - mas não o Messias. Ele dedicou-se voluntariamente à tarefa que Lhe fora entregue, a sa- ber, “carregar os nossos pecados", e foi como um cordeiro para o ma- tadouro. No Novo Testamento, quando surraram, acusaram falsamente, maltrataram, zombaram, cuspiram, perseguirarn, bateram, açoitaram e crucificaram Jesus, o Cristo, não se viu violenta maquinação de vingan- ça ou acusação contra os algozes, nenhum lamento queixoso, mas orações em favor dos perseguido- res. Depois que muitas testemu- nhas falsas se levantaram contra Ele, a Bíblia diz: "jesus, porém, guardou silêncio" (M: 26.63; q'. Mc 14.61). Enquanto sofria o martírio da cruciñcação, partiu de Seu co- ração amoroso o pedido: "Pai, per- doa-lhes, porque não sabem o que fa- zem" (Lc 23.34). Todos esses acontecimentos são incomum, totalmente antinaturais e contrários a qualquer experiência humana. Imediatamente ficamos chocados, espantados, tanto pela estranha profecia quanto pelo cum- primento ainda mais estranho. Com a chegada da morte, a humilhação do Messias chegou ao fim "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca” (Is 53.9). Mesmo que os homens tenham escolhido para Jesus um túmulo junto aos “perversos", a providên- cia de Deus fez com que Ele fos- se sepultado “com o rico". Tendo sido crucificado como um crimino- so, em condições normais o corpo de Jesus simplesmente teria sido jo- gado por cima do muro para ser queimado como lixo no fogo de Tofete (a sudeste de Jerusalém). Mas quando o Seu sofrimento vi- cário terminou, não se permitiu mais nenhuma profanação de Seu corpo. Alguém escreveu: “Esta coincidência memorável é realmen- te maravilhosa se pensarmos que os líderes judeus pretendiam dar a Jesus o mesmo sepultamento ver- gonhoso que foi dado aos dois la- drões. Mas as autoridades romanas entregaram Seu corpo a José de Arimatéia, um homem rico, que O
  15. 15. colocou no túmulo novo aberto em seu próprio iardim”: "Caindo a tar- de, veia um homem rico de Arima- téia, chamado Jose', que era tanzbénz discípulo de jesus. Este foi ter com Pilotos e lhe pediu o corpo de festa. Então, Pilotos nzandoz¡ que lho fosse entregue. E josé, tomando o corpo, envolveu-o num pano lintpo de linho e a depositou no seu túntulo novo, que ¡ñlzera abrir na rocha. ..” (Mt 2157-60). Vemos aqui a maravi- lhosa concordância entre os relatos dos Evangelhos e as palavras do profeta, o que só poderia ser obra do Deus de ambos, da profecia e de seu cumprimento. O motivo para o sepultamento cerimonioso do Senhor Jesus, tão diferente daquilo que Seus inimigos tinham planejado ou “designadd”, foi que Ele "nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca”. Essa é mais uma confirmação da inocência do divino Soiíredor. Depois do Messias se entregar como sacrifício pelo pecado, Ele viu o fruto de Seu trabalho "Quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteri- dade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prasperará nas suas mãos" (Is 53. 10). Depois que o Messias entregou- se como sacrifício pelo pecado, Deus prolongou "seus dias” na res- surreição, e Ele viu "a sua posterida- de” - almas salvas - como resultado de Sua entrega. O cumprimento desse aparente paradoxo está na morte e ressurrei- ção de Jesus Cristo, que “morreu pe- los nossos pecados, segundo as Escritu- ras, e. .. ressuscitou ao terceiro dia, se- gundo -as Escrituras" (l Co 153-4). Esse fato da ressurreição do Messias está em hannonia com ou- tros trechos do Antigo Testamento, como, por exemplo, o Salmo 16.10: "Pois não dezlvarás a minha alma na »zm-te, nem pennitirás que o teu Santo tejo cmrztpgão". Além disso, a vontade de Deus seria "cumprida" pela mão do Mes- sias: Ele cumpriria com empenho a vontade de Deus e, de fato, tra- rá salvação e justiça para Israel e para as nações (cf. Is 42.4). O Novo Testamento conta não apenas a maravilhosa ressurreição de Cristo, mas também o início de Seu ministério pós-ressurreição - atuando por meio de Seus discipu- los - pelo qual um grande núme- ro de pessoas foi salvo: "mquase três mil pessoas. .." foram salvas e acrescentadas à Igreja (At 2.41). "Muitos, porém, dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o nú- mero de homens a quase cinco mi” (At 4.4). Durante quase vinte séculos de história da humanidade, muitos mi- lhões creram e foram salvos. Cris- to realmente viu a sua “posterida- de" e a vontade de Deus prospera em Suas mãos. Um dia, depois da Segunda Vinda de Cristo, o Seu Evangelho chegará ao triunfo deñ- nitivo e completo. Então a terra "se enchená do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar” (Is 11.9). Por meio do sacrifício do Messias, Deus não somente ficará satisfeito, mas muitos obterão justiça ao reconhê-IO "Ele verá a fruto do penoso tra- balho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o justo, com o seu co- nhecimento, justzfcará a muitos, por- que as iniqüidades deles levará sobre si” (Is 53.11). Aquí temos um vislumbre da poderosa verdade que Paulo pro- clamou tão abrangentemente no Novo Testamento, a "justiça pela fé”, salvação por graça - porque Então a terra "se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem oitnar” (Is 11.9).
  16. 16. Cristo morreu pelos nossos peca- dos e obteve redenção completa pa- ra todos. Essa realidade da justiça pela fé é a grande verdade central do Novo Testamento. 'Úusziça de Deus mediante a fé em Jesus Custo, para todos [e sobre todos] os que crêem. .. sendo ; Mojica- dos gratuitamente, por sua graça, me- diante a redenção que há em Cristo jesus” (Rm $22,24). “Porque pela graça sois salvas, mediante a fé. .. não de obras, para que ninguém se glo- rie" (Ef 2.8-9; cf. Rm 4.5-6; 5.15- 19; Tt 3.5 etc). Para que não nos esqueçamos que toda graça derramada sobre o cristão está baseada no sacrifício do Messias, ouçamos mais uma vez: "mporque as iniqüiliades deles levará sobre si" (Is 53.1 I). Naturalmente isso está de acordo com o ensino do Novo Testamento: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôs- semos feiws justiça de Deus" (2 Co 5.21 ). E: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeira, os nossos pecados. .." (1 Pe 2.24). Anuncia-se uma circunstância estranha a ocorrer na morte do Ívíessias "mporquanto derramou a sua al- ma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre sz' o pecado de muitas e pelo: transgressores intercedeu" (Is 53.12). Como na indicação a respeito do que aconteceria com as vesti- mentas do Messias (cf. S1 22.18), menciona-se aqui uma circunstân- cia que demonstra detalhes que ser- vem para assegurar a veracidade da profecia. Afinal, são os detalhes das profecias que indicam a sua ori- gem divina - isto é, quando o cum- primento comprova o que foi pre- dito. Na profecia que Deus deu por meio de Isaias (Is 53.12) o deta- lhe está na palavra "transgressores", que não se refere a pecadores co- muns, mas a “criminosos” (em he- braico: pashim = criminoso, alguém que transgride publicamente a lei de Deus e dos homens). O fato de Jesus ser "contado com os trans- gressores” pode ser traduzido co- mo: “. ..voluntariamente, Ele se dei- xou contar (ou, igualar) com os criminosos”, o que mostra a dis- posição do Messias em soñer tudo que o Pai tinha planejado para Ele. É mais do que apenas um fato curioso que o próprio Jesus citou essa passagem da Escritura pouco antes de Sua cruciticação: "Impor- ta que se cumpra em mim a que es- tá escrito: Ele foi contado com os mal- feitores” (Lc 22.37). Assim, essa profecia e seu cum- primento se transformam em uma dessas circunstâncias memoráveis que a providência de Deus estabe- leceu entre as profecias e a paixão de nosso Salvador, que Cristo fos- se cruciñcado entre dois transgres- sores - criminosos (cf. Jo 19.18; Lc 2339-43). O caráter vicário do sofrimento do Messias, como apresentado em Isaías 53, e' mais uma vez destaca- do no encerramento do versículo 12: ". ..contudo, levou sobre si o pe- cado de muitos. ..? Nas epístolas do Novo Testamento esse fato tam- bém é mencionado muitas vezes, por exemplo, na Carta aos He- breus: "Agora, po- rém, ao se cumpri- rem os tempos, se manifestou uma vez por todas, pa- ra aniquilar, pelo sacnjiczb de si mes- mo, o pecado. .. as- sim também Cris- to, tendo-se ofereci- do uma vez para sempre para tirar os pecados de mui- tos. .." (Hb 9.26,28). Na Primeira Carta de Pedro, lemos: "Pois tam- bém Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelo: injustos, para conduzir-vos a Deus” (1 Pe 3.18). Isso mostra claramente que a Escritura traz em si o carimbo de seu Autor divino - a característica do céu - o selo da eternidade. Por isso, a exata correspondência entre todas as caracteristicas da profecia de Isaias 53, anotada séculos an- tes da chegada do Messias, e os menores detalhes do relato dos Evangelhos a respeito de Sua vida, morte e maravilhosa ressurreição, são a comprovação da conñabilida- de das Escrituras, e não mero aca- so ou felizes coincidências. Notas: 1. Os açoiies foram brutais e desuma- nos. Freqüentemente o açoite era feito de uma tira de couro presa a uma barra. Na ponta da tira havia pedaços afiadas de metal ou de pedras, que cortavam a carne da vitima, retaIhando-a e transfor- mando as suas costas em uma massa sangrenta. 2. Nas terras bíblicas há arbustos com espinhos de 5 a 8 cm de comprimento. Quando estes secam, ficam duros e pon- tudos - extremamente afiadas. Uma “co- roa” desse tipo, apertada sobre a cabeça, rasgaria a pele em inúmeros pontos. cau- sando proiundas dores e sangue escor- rendo, sujando e emaranhando o cabelo. A imagem resultante é assustadora. Recomendamos: - . Pedidos: 0300 7895152 www. Chamada. com. br
  17. 17. l_= '*›-a_i53 Em 1960, o apresenta- dor evangélico Pat Boone escre- veu a letra do tema musical de um filme baseado no conhecido ro- mance da autoria de Leon Uris intitulado Exodus (Êxo- do). Exodus conta epicamente a história da luta heróica do povo ju- deu em 1947 para que a terra de Is- rael se tornasse novamente o seu lar. As nove primeiras palavras do tema musical escrito por Boone já diziam tudo: “Esta terra é minha. Deus me conñou esta terra". Infelizmente, poucos escreve- riam uma letra como essa em nossos dias. Muitas pessoas, den- tre as quais um número cada vez maior de cristãos, acreditam que aquela terra não pertence legiti- mamente à descendência física de Abraão, através de Isaque e seus descendentes; ao contrário, eles alegam que a terra pertence aos palestinos ou até mesmo à Igreja ~ mas em hipótese nenhu- ma aos judeus. Na verdade, 154 mestres e ex- positores da Biblia, entre os quais se incluem R. C. Sproul e Bruce Waltke, assinaram um manifesto público, veiculado no site do Knox Theological Seminary, declarando que o povo judeu não tem nenhum direito especial à posse de qualquer território no Oriente Médio: O direito de qualquer grupo ét- nico ou religioso à posse do territó- rio que se denomina "Terra Santa", situado no Oriente Médio, não pode ser defendido com base nas Escritu- ras. No realidade, as promessas es- pecíficas relativas à terra, leitos a Is- rael no Antigo Testamento, cumpri- ram-se sob a liderança de Josué. O fundador, presidente e chan- celer da Knox Theological Semi- naty, D. James Kennedy, recebe destaque no site de seu ministério Coral Ridge : Ministries como “o pas- tor presbiteriana que atualmente tem a maior audiência no mundo". Entretanto, a posição sustentada no manifesto é errônea. A aliança que Deus fez com Abraão incluía três promessas: terra, descendência (i. e., "scmente”) e bênção. Deus HD1313 prometeu todos esses três elemen- tos dc modo igual e incondicional, de fonna que não se pode optar por um em detrimento dos outros dois. Deus prometeu que Abraão e seus descendentes seriam abençoa- dos de modo concreto e literal. Um dos meios concretos pelos quais Ele os abençoou se verifica pela atitude de trazê-los de volta à sua terra. Deus literalmente prometeu a Abraão que os descendentes naturais dele seriam "como as estrela: dos céus e como a areia na praia do mar" (Gn 22.17). Deus disse a Abraão "nela [i. e., na tua “semente” ou "descen- dência"] serão benditas rodas as nações da terra” (v. 18). 0 povo judeu tem abençoado este mundo de maneira altamente significativa através de seus dons, talentos e realizações. No período de 1901 a 2006, dentre to- dos os ganhadores do Prêmio Nobel, 23% eram judeus. As Escrituras atir- mam: "O restante de jacá estará no meio de muito: povos, como orvalho do SENHOR, como chuvilsco sobre a er- va. .. ” (Mg 5. 7). Em última análise, o maior des- cendente natural de Abraão literal- mente é o Messias de Israel: Jesus
  18. 18. M' ” , na_ j e* . A q» / '. _ " j r “O restante de Íacó estará no meio de muitos povos, como orvalho do SENHOR, como chuvisco sobre a erva. .." (Mq 5.7). Cristo. Nele se cumpre a promessa do descendente feita há muito tem- po na Aliança Abraâmica. Contudo, aquela parte da aliança que diz res- peito à terra ainda está em vigor. Deus a concedeu junto com as ou- tras promessas. Portanto, não se po- de separar a descendência natural judaica da promessa de benção e da promessa relativa à terra para o povo judeu. A aliança em si é uma unida- de indivisível que promete bênção material, descendência natural e uma terra ñsica para os descenden- tes naturais de Abraão. Os gentios que são enxertados, conforme expõe o capítulo 11 de Romanos, recebem as bênçãos espirituais (Ef 1.3). Além do mais, se a parte da aliança relativa à terra supostamen- te já se cumpriu sob a liderança de Josué, por que razão Deus reiterou Sua promessa de dar a terra ao po- vo judeu centenas de anos depois da morte de Josue', no tempo em que Israel amargava o exílio na Ba- bilônia? Pois nesse tempo Deus conñrmou a continuidade de Sua promessa ao declarar: "Habitarão na terra que dei a meu servo faco, na qual *vossos pais habitar-am; habitarão nela, eles e seus filhos e os filhos de seus filhos, para sempre; e Davi, meu ser- vo, será seu príncipe ETERNAMENTE” (Ez 37.25; gnfo do auzoij. Para dizer a verdade, Deus añrma: ". ..e vos j zrarei à terra de ' i Israel" (v. 12). . . Quando Deus 7 7*" chamou Abraão, f. : ' Ele o tirou de Ur *-' dos Caldeus e o ' levou para um v¡ lugar geografica- '_ mente identifica- vel, a teria de Canaã. Em Ca- naã, Deus disse a Abraão: "Darei à tua descendência esta terra" (Gn 12. 7; ef. 26.3-4; 28. ¡3-15). “Disse o SENHOR a Abrão, depois que Lá se separou dele: Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o oci- dente; porque toda essa terra [literal, ñsica e concreta] que vês, eu na darei, a ri e à tua descendência, PARA SEM- PRE” (Gn 13. 14-15; grifo do autoo). Em Gênesis 15.18, o Senhor de- terminou os limites geográñcos des- sa Terra Prometida: "Naquele mes- mo dia, fez o SENHOR aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência dez' esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”. 0 rio do Egito pode ser uma refe- tência ao rio Nilo, todavia, é mais provável que se refira ao uádi (i. e., ribeiro) do Egito que corre a nor- deste da península do Sinai. Desse ponto os limites do território se es- tendem até a fronteira com o atual Iraque e o rio Eufrates. O profeta Obadias acrescenta a1- guns outros limites territoriais. O po- vo judeu possuirá "o monte de Esaú", que corresponde à atual Jordânia; "os fílisrezcs", cujo território hoje em dia corresponde à Faixa de Gaza; "os campos de Efraim e os campos de Sa- maria", os quais atualmente corres- pondem ao território denominado pelos noticiários da mídia de Cisjor- dânia; "os cananeus até Sarepza", cujo território corresponde ao hbano; e "as cidades do S " (cf Ob 19-20). Essa profecia data de 585 a. C., ou seja, um ano após a destruição de Je- rusalém pelas mãos de Nabucodono- sor, rei de Babilônia - cerca de 750 a 800 anos depois de Josué. Contudo, Obadias continua a declarar que os descendentes naturais de Abraão te- riam a posse da terra. Deus é onisciente. Ele já conhece o íim desde o começo, fato esse que ficou muito claro quando Ele quali- ficou Cristo pelo designativo de "Cordeiro que foi morto desde a funda- ção do mundo" (Ap 13. 8). Deus co- nhecia com exatidão o que aconte- ceria ao longo da história humana e, em Sua soberania, preparou o carai- nho da salvação para a humanidade perdida, antes mesmo que qualquer pessoa pudesse entender a condição inemediável do ser humano. De igual modo Deus fez pro- messas claras a Abraão, Isaque, Ja- có e seus descendentes naturais, tendo pleno conhecimento de que eles pecariam e de que Ele, ainda assim, os libertaria e lhes daria o que prometera. Os adeptos da Teologia da Substi- tuição alegam que aquela terra não pode pertencer aos descendentes naturais de Abraão, porque Deus os substituiu por descendentes espiri- tuais, a saber, os crentes em Cristo. Porém, o Senhor jurou solenemente nunca abandonar ou substituir Is- rael: “Assinz diz o SENHOR: Se pude- rem ser medidos os céus Iá em cima e : andado: os fundamentos da tem¡ cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto jízeram, diz o SENHOR" Gr 31 .37). O Senhor estabeleceu Israel per- manentemente tanto como um po- vo quanto uma nação. A garantia das promessas divinas para os iu- deus é tão certa quanto aquilo que Deus promete para todos os crentes em Cristo no capítulo 8 da Carta aos Romanos.
  19. 19. Um dia, Deus há de cumprir tu- do o que prometeu para o povo de Israel. A promessa da terra ñnal- mente se cumprirá no Milênio [i. e., no reino de mil anos] , quando Jesus reinar do trono de Davi sobre o po- vo judeu e sobre o mundo inteiro. Quando esse dia chegar, "O lobo habizará com o cordeiro, e o leopardo r, '”: Illl'-4.~'$Cñk° PROMESSAS PESSOAIS: A Abraão Abençoó-lo [riqueza material, Gn l 3.2) Fazer de Abraão uma bênção para outros (Gn 12.2] Engrandecer o seu nome (Gn 12.2] Dar-lhe muitos descendentes na- turais (Gn 13.16; 15.45; 17.6) Fazer dele o pai de numerosas nações (Gn 17.45) Dar-lhe a terra de Canaã por herança e possessão perpétua (Gn 1114-1517; 15.7; 17.8) Abençoor aqueles que abençoa- rem a Abraão e amaldiçoar aqueles que o amaldiçoarem (Gn 12.3) Explicação: Embora Deus *tenha feito algumas llríülloil Ír mais: u: se deixara' junto ao cabrito; o bezerro, a leão novo e o animal cevada andarâo juntas, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa paszarão juntas, e .15 suas crias juntas se deítarão; o leão ca- merá palha como o boi [. ..] Não se fa- rá mal nem dano algum em rodo o meu santo monte, porque a rena : e en- cherá do conhecínzenro do SENHOR, wir: 'RKHIÂÇ at'. *tirante como as águas cobrem o mar" (Is I1.6-7,9). Então, com a mais abso- luta certeza, toda a Terra Prometi- da, conforme as Escrituras a de- marcam, pertencer-á ao povo judeu para sempre. (Israel My Glory) Thomas C. Simcox é diretor de The Friends ol israel na região Nordeste dos Estados Unidos. HonerÍinrfrñ PROtvlESSzãS NACIONAIS: PROMESSAS UNIVERSAIS: Ao Povo de israel Fazer dos descendentes naturais ele Abraão uma grande nação (Gn 12.2) Dar a terra de Canaã, desde o rio do Egito até o EuFrates, aos descendentes naturais de Abraão para sempre (Gn 12.7; 13.14-15;15.18-21;17.8) Manter em vigor a Aliança Abraômica como aliança perpé- tua para os descendentes de Abraão (Gn 177,19) A aliança to¡ reatirmada a Isaque (Gn 26.141) A aliança to¡ reaiirmada a Jacó, aquele cuio nome Deus mudou para Israel (Gn 28.1014; 359-1 2; 48.4) Dessa forma, a aliança se trans- mitiu a toda a descendência natural de Abraão. ? É Aos Povos do l líundo Abençaar todas as famílias da terra através da linhagem ge- nealógica (i. e., a "semente”) de Abraão (Gn 12.3; 22.18; 28.14) Abençoar aqueles que abençoa- rem os descendentes de Abraão e amaldíçoar aqueles que os amaldiçoarem (Gn 12.3; 27.29; Nm 24.89) A bênção ou a maldição de Deus sobre os povos do mundo basica- mente estaria condicionada ã atí- tude deles para 00m Israel. Os pronunciamentos de Jesus em Mateus 25 prometem bênção pa- ra os gentios salvos que aiuda- rem os ¡udeus perseguidos duran- te a Tríbulaçõo vindoura, mas também rometem ¡uizo contra os gentios escrentes que se recusa- rem a ainda-los (Mt 25.3146) m; T4' promessas da Aliança Abraâmica em Gênesis 12.2-3 e 1314-17, Ele só ñrmou a aliança formalmente em Gênesis 15.7-2l: "Naquele mesmo dia, fez 0 SENHOR aliança com Abrão. ..” (v. 18). Enquanto Abraão se encontrava em "profundo sono", Deus (representado por um fogareiro fumegante e uma tocha de fogo) passou por entre as metades daqueles animais que Ele ordenara que Abraão cortasse e ordenasse umas de- fronte das outras. Tal procedimento de passar por en- tre as metades dos animais era uma formalidade fre- qüentemente usada para ñnnar alianças nos tempos do Antigo Testamento (cf. Jeremias 34.18). Muitos anos mais tarde, as instruções que José, bisneto de Abraão, deu no ñm de sua vida, demons- tram nitidamente que seu entendimento era de que a Aliança Abraâmica fora firmada por Deus com Abraão e seus descendentes naturais: o povo de Israel (Gn 5024-25). O fato de que Deus prometeu dat para sempre a terra de Canaã aos descendentes naturais de Abraão e de que a aliança firmada é uma aliança perpétua, implica que Israel nunca há de ser aníquilado como povo. Se Israel perecesse, não poderia ter a posse daquela terra para sempre e, por conseguinte, a Aliança Abraâmica que lhe diz respeito não poderia ser perpétua. Essa aliança não dependia da obediência humana, mas sim da fidelidade de Deus em manter Sua Pala- vra. (Ronald E. Showers)
  20. 20. /SRAEL ; Í N. : ZL” uyãj à ' ' ' n D . 'Esaf anos' 35" r . Je . J , ef/ rjlí/ &ÍÍF/ /)LÍ: ,d/ '», .<_›'/ "_f>r; '_" ; alfa/ Aff 4*_ r, i 2 r, ' ' t' r , n- jvr 'A . ' 2 'fu' f 0 A viagem to¡ para mim como um banquete recebido de Deus. Hoje te- nho a possibilidade de estudar a Pala- vra de Deus com muito mais proprie- dade. Possibilitou-me emendar com mais clareza a relação de Deus com Israel e a Igreja e acima de tudo tez- me renovar meus propósitos de melhor servir a Deus e os meus irmãos até que Deus cumpra seus desígnios através do Senhor Jesus. Louvado seja Deus. [Flavio Hott Dias, Limeira-SP) 0 Para mim to¡ um milagre! Foi pe- la té que de¡ o meu nome na inscri- ção. .. E o Senhor contemplou o meu ardente deseio que eu tinha v _ 'um dos ônibus da excUfSãC' BeIh~Sha| om oñcial de seu CD em Israel j¡ &err; André Paganelt toca no lànçament desde menina. (Thereza Davina G. Sil- va, Rio de Janeiro-RJ) 0 Foi muito emocionante ver os lu- gares por onde Jesus passou e onde várias histórias bíblicas aconteceram. Acho que, a partir de agora, a leitura das Escrituras vai ser bem diferente. Espero poder vir outras vezes. .. (Arite Pessoa, Cerquilho-SP) - A leitura da Bíblia e seu estudo ticam mais agradáveis após conhecer- mos os locais onde os latos históricos ocorreram. Por outro lado, é comoven- te saber/ conhecer os locais por onde o Senhor Jesus andou/ morreu/ ressus- Participantesrdo 35° C0"9r955° Pmléücm procedentes de 7 naÇÕGS . .ou Banhistas no Mar Morto No Monte das Bem-aventuraças citou. (Daniel e Lucia Glaci Weidman, Curitiba-PR) 0 Conhecer a história "real" de Is- rael, política, cultura e crenças desper- tou em mim um amor pelo "povo de Deus" como nação escolhida. Enten- cler a situação dos ¡udeus e as prote- cias em curso tez toda a diferença na interpretação da Biblia. Os breves es- tudos bíblicos também toram muito bons. (Sueli A. M. Nogueira, S. José do Rio Pardo-SP) 0 Serei ainda mais zeloso em orar por israel e pela "paz em Jerusalém". .. Espero e deseio com humildade dividir esta experiência, quando puder com- partilhar o estudo da Bíblia. (Lauro Lo- pes Pires, São Paulo-SP) 0 A viagem para mim lo¡ um sonho de 30 anos. Eu ainda não acredito que estive em Israel. Meus pés toca- ram esso term. Estou telicíssima. [Ma- ria Canna dos Santos, Osasco-SP) Ouvintes atentos Fredi VWnkIer e Meno Kalisher . __________
  21. 21. ' As lembranças da presença de Jesus nos diversos lugares levou-me a sentir mais real e viva a leitura da Bl- blia. Com o espírito de maior gratidão e despertamento do compromisso com Deus desejo a salvação de Israel, pela qual devemos orar. [Ithamar Rodrigues Coelho, Rio de Janeiro-RJ) l Em relação a israel eu v¡ o gran- de amor que Deus tem por este povo e como o tem sustentado até aqui. Hoje amo Israel por causa da Palavra de Deus e porque os meus olhos puderam ver o que Deus tem leito por eles. (Elia- ne Pereira Lima Boechat, Itaperuna-RJ) 0 Não imaginava que esta viagem seria o benção que toi. Pisar o mesmo i É_ ^4 l l Vista para o Monte do Temp o › r: Oliveiras milenares no jardim do Getsêmani J, Viagem a ISRAEL com 2 Roteiros - de 3/5/20Ó9'a'15/5l2009 Leitura bíblica no' local da multip solo que o Mestre pisou, conhecer ao vi- vo os lugares por onde Ele andou, com certeza lo¡ uma emoção acima de qual- quer expectativa. O convívio com o gru- po loi outra grande benção. Louvo a Deus por essa oportunidade e pela Cha- mada. (Laise Granja e Reis, Brasilia-DF) 0 Foi uma oportunidade impar de contirmarmos o que temos aprendido com o nosso Pastor Cláudio Comp¡ (lg. Batista Principe da Paz). Tendo contato espiritual e materãa' com o que apenas lemos na Bibla podemos realmente sentir a verdade em ação. (Jânio Car- los e Érica Souza, Belo Horizonte-MG) 0 Relização de um sonho que espe- re¡ 50 anos para cumprir: que não Ç x dos pães e peixes as. J, partiria para a vida etema, enquanto não conhecesse a Jerusalém terrestre. Sou grata ao meu Senhor por tudo. [Maria Aparecida Kurtz, São Paulo-SP) 0 Aprendi muito! Todas as inFor- mações no Congresso e nos passeios enriqueceram meu conhecimento bibli- co. Foi um banquete espiritual de amor e admiração pelo povo judeu grandemente aumentado. (Edise Gran- ja, Brasília-DF) ° Superou a minha expectativa so- bre a Terra Santa. A comprovação dos talos em Israel reforça a nossa té em Cristo e a esperança de que Ele breve vira. Shalom Alechem. (Antônio San- tiago de Jesus, Borda da Mata-MGM? ! wwwBeth-Shalomcombr . _ , ps xi O_ ! fl - - i, .a f. l : Í Í Í¡ . › ¡'. .. . .. .iíátÍ Em, Amo Froese ' › - l¡ Jovem coberta com a íí____. _._~_ Norbert Lieth ' lama do Mar Morto _ía-í_ ______'_____ 369 Congresso Internacional Sobre a Palavra Protética em Jerusalém Solicite mais informações - Excelentes condi ões de pagamento Fone: 0300 789.5152 - www. Beth-S alom. com. br Mais fotos na cobertura online: _nu-pu
  22. 22. Os antecedentes do Israel moderno Ataques odiosos a Israel perpassum quase todos os fóruns de discussão da intemet. (ontinuumente se questiona se lsruel tem direito à existência. Muitas perguntas são lançadas re- petidamente hó anos: se o Estado ju- deu não deveria ser imediatamente anulado por causa de seus "crimes" e se israel não seria, de qualquer iorma, um "país artiiicial”. O sionismo é apresentado como ideologia crimino- sa, supostamente tão pemicíoso como as concepções racistas do nazismo. Mesmo assim, o sionismo não é nada mais que a movimento nacional dos judeus. Ele surgiu pelo iinal do sé- culo 19 em reação aos pogroms (mo- vimentos populares de violência contra os judeus) na Rússia e às discrimina- ções na Europa Ocidental. Os sionis- tas passaram, desde então, a definir os judeus como povo e nação, oom reivindicação de um Estado soberano próprio. Uganda, Argentina e Mada- gascar Foram. discutidos como passível pátria judaica. No Final, porém, pre- valeceu a consciência histórica judaica de aspirar um Estado na antiga pátria bíblica. Chaim Weizmann conseguiu, em 1917, mover os britânicos à "De- claração Baliour", com a qual prome- teram aos judeus uma "patria nacio- nal" ainda antes que a região iosse conquistada dos otomanos. Os árabes na área do Mandato Britânico na Palestina, liderados pelo multi de Jerusalém Hadj Amin el Hus- seini, tentaram enxotar os judeus de Je- rusalém e Hebron por meio de po- groms sangrentos. Mais tarde, em coa- peração com Hitler, quiseram impedir os judeus fugitivos da Europa e Rússia de entrar em israel. Em 1947 as an¡- mosidades haviam se tornado tão in- tensas que a ONU, por recomendação dos britânicos e por votação majoritó- ria, decidiu pelo estabelecimento de um Estado judeu (ao lado de um Esta- do palestino) na Palestina. A resolução 181 toi a legitimação do Direito Inter- nacional para os judeus proclamarem seu Estado em 14 de maio de 1948, ainda antes do inicio do shabbat, de- pois que os últimos britânicos haviam deixado Haiia ao meio-dia. As Nações Unidas podem ter votado maioritariamente pelo estabelecimento de um Estado judeu por estarem impres- sionadas pelo Holocausto. Porém, sem os antecedentes históricos e sem os pre- parativos da comunidade judaica na Palestina sob mandato britânico esse Es- tado jamais teria surgido. Os árabes, que passaram a se deiinir oomo "pales- tinos" apenas a partir de 1964, no âm- bito de seu movimento nacionalista, eram contrários a esse Estado judeu porque não queriam tolerar nenhum "corpo estranho". Os países árabes, tanto na guerra de 1948 como na de 1967, perseguiam o alvo de destruir o Estado judeu e de "lançar os judeus ao mar”. Por rejeitaram Israel, os árabes não podiam concordar com o estabele- cimento de um Estado judeu na Margem Ocidental do Jordão, até 1967 ocupa- da pelos jordanianos, e na Faixa de Gaza, administrada pelas egípcios. Uma virada na postura árabe se de- líneou apenas em 1977, quando Sa- dat, o presidente do Egito, aceitou ls- rael como tato e começou as negocia- ções de paz. Yasser Araiat, o então cheie da OLP, anunciou em 1988 em Genebra que iria se contentar oom a Margem Ocidental e a Faixa de Gaza e que não mais almejava a destruição de Israel. Esse anúncio trouxe à OLP o tão almejada reconhecimento pelos Es- tados Unidos, e io¡ pré-requisito para as conversações de paz de Oslo entre Israel e a OLP no inicio dos anos 1990. Hoje, portanto, quem ainda duvida do direito de existência de Israel e da legitimidade do Estado judeu ignora até desenvolvimentos ocorridos dentro da OLP e de paises árabes como o Egi- to e a Jordânia, que assinaram com Is- rael um tratado de paz internacional- mente legitimado e reconhecido. (US) Mesmo que os pais do sionis- mo não tenham sido crentes no sentido bíblico, Deus usou esse movimento para cumprir Sua Pa- lavra, fazendo com que centenas de milhares de judeus retornas- sem para Eretz Israel (a terra de Israel). O retorno de Israel à sua pátria se deu e ainda se dá, em grande parte, com seu coração in- crédulo; o segundo passo será a conversão de Israel. E se Deus fez a primeira parte, certamente tam- bém fará a segunda! Somos lem- brados das palavras do Novo Tes- tamento que diz: "Estou plena- mente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completei-la até ao Día de Cristo Jesus" (Fp 1.6). Tanto no Antigo como no Novo Testa- mento existem passagens claras (por exemplo, Ez 1119-20; Ez 37.14; Rm 11.26) que dizem que todo o remanescente de Israel se- rá salvo. O que Deus começa, Ele também finaliza! (Conno Malgo)
  23. 23. «h f) É André Paganelli interpreta conhecidíssimas canções em homenagem aos 60 anos de Israel - VERUSHALAIM SHEL ZAHAV 6 - SHALOM CHAVERIM - OSSE SHALOM 7 - HAvA NAGILA - HEVENU SHALOM 8 - PEACE FOR THE HOLY LAND -ADON OLAN 9 - EVEV _SHEL SHOSHANIM - HATIKVAH 10 - ELE E JEOVA (Hino Nacional de Israel) matam-s ea 'l t" 9 ' 4 a . e @às 2( Camiseta › Exclusiva! i; e» ÊlflEÀAv' *Ã* / j Tamanhos T _ l P, lVl, G, GG 'àneemhsz E: h #HHÍ x 4:. , t” É* , j DESCONTOS para quantidades: “V '~ ' 35: 1o cam. = Ft$ 219,00 (21,9a un. ) 6 cam. = R$ 138,00 (23, O0 un. ) 3 cam. = ns 77, 7o (2590 un. ) Remessa incluída! Zse7;Í¡-Shr. ion1ac. ; ~ . e Pedidos: 030o 7239.5152 www. Chamada. com. br
  24. 24. _, u.. .›. uu. ›¡) npiu_ r›ult›_r) 4›u-? ›r| ¡(›/ x;. ¡ su) . ›.. ›.-s. .-. _.-_, Uma : s¡: ::__: :r; á:, ' +r ç; . -._ llll . -C - ^ 'ade a vlñ"*' / daexlstencl Drlhtkiibli Wii' l . LJ 287 páginas Hicamente ilustrado 'E Impresso em pape/ especial É; Centenas de ilustrações e É? gráficos coloridas ã? : _~ _- . .ê l Í , “ à? ' á: de Adauto Lourenço DVDs Criação ou Evolução livro Como Tudo Começou ' ' . r ' 'í 'T1 - l , _r u - _gif l x r ímnuuunncrizl= ttt'í“% f' u . j n « . iínl. I V¡ n¡- _ j “jajwLjLl the . i t . 'j 1;) V l - L . ' . ›'-: ll: ›~*t4:: t~* : t: ¡1-"1 “'"""'*'*' kb, "u. 3.: ..: ~.~ _t fui c' *ESL «i 2 i w v a. HJ¡ [táctil-iriam i -): <'i'i: 'HI C : li: *nu e: :iv -víndclnal ci- 1:4. iii A "k" | .'il" liitlxêll: H3 lflliktiü il' Íilii3líil^ . gm-Á 'iJNHÍlCIFK' |11|: ' TH) _Íli"5' Á _w " ct-u zvtilftttãttll: :t= :t'~'i. '|›t: t: . ILUMHICK : t: L-cilmi-i: : : :tz-t . IL-nv-s: "util-ton *me Í" '›'›'n'l"¡'t. :lF-i um: t1.. _, E_'o4.i

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