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Revista Notícias de Israel - Fevereiro de 2014 - Ano 36 - Nº 02

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Revista mensal sobre profecia bíblica, vida cristã, Israel e o Oriente Médio e notícias internacionais comentadas sob uma perspectiva bíblica. Entenda como o que ocorre no Oriente Médio afeta sua vida e o futuro de todos nós.

Assuntos abordados neste número:

• EDITORIAL: Prezados Amigos de Israel
• O significado profético da dispersão de Israel
• Israel - cavando as trincheiras para os últimos dias
• Minhas observações enquanto estava no Mar da Galiléia
• HORIZONTE: Israelofobia
• HORIZONTE: Depois da Genebra. "A Bomba Islâmica"

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Revista Notícias de Israel - Fevereiro de 2014 - Ano 36 - Nº 02

  1. 1. FEVEREIRO DE 21114 I AND 36 l N” U2 | H3 3.50 nificadâo Pgf_e'z_ti ispersão ISFHBI'
  2. 2. llã , ” ¡ A' / _ 4- ¡ ã l l Í/ i ¡IIH/ r¡l/ ¡_¡/ ¡,; ¡ b¡ f' Mfãxem , um Em Levítico 23 temos a descrição das datas determinadas pelo Senhor. Deus escol- ' E; _Wim heu 8 datas e ordenou que o povo de Israel celebrasse cada uma delas, de maneira *i - _ 5' peculiar. maravilhosa, o plano de salvação de Deus para o Seu povo e para o mundo. l | i Estas datas não foram escolhidas ao acaso. Cada uma delas descreve, de maneira : . A . _ 2 n - l S. Cada “festa descreve um evento no plano de redençao. ¡ EFZIIIIHÉH! ll: ,: ll: 'm', mítzíiwnc vunluiafn: c:: ll:1›: ›!›:1r: i:| l:›II›: i:›: H¡ ¡íi-. i- : .lzizl ÃQ-. Illaigm vga APENAS: o Tradução consecutiva - NTSC - DVD -R v Duração: 105 min 'W ' 7 ' . T *l hThÓR . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. L; . _l . ,. . ” ÍgHÍlCJ L3 . S bemnate DVD”. . . _l " , . . T"" elenseslritltferre f_ __ _ v¡ Ha pouca coisa escnta na Palavra de Deus fifa» ' Quê sobre Jesus, desde o Seu nascimento até ' . at. ; Se tornar jovem. No entanto, o que está p"" escrito tem muito a nos ensinar sobre Jesus. o Senhor, mesmo sendo ainda cnança! Ainda muito cedo, enquanto estava aqui na Terra, nosso Senhor Jesus sabia qual era a vontade do Pai para a Sua vida. Seu dese'o foi l" sempre de cumprir com essa vontade do ai. Deus Pai escolheu pais divinamente huma- nos, na Terra, para nosso Salvador. Podemos aprender muito sobre criar filhos na luz de Deus com Jose' e Maria. _ A preleção procura responder algumas i questões interessantes a respeito do encon- N tro de Jesus - então com 12 anos de idade - com os líderes espirituais de Israel no ' Templo durante a Festa da Páscoa. POR APENAS: ão: 130 min Os eventos politicos atuais no Orlente Médio garantem uma futura guerra! t Está muito claro que a razão para os conflitos no Oriente Médio não é a política, mas a religião. Desse modo, a solução não acontece através de homens, mas de Deus. A preleção traz uma breve descrição do poderio militar de Israel comparado com as nações vizinhas. Do ponto-de-vista humano Israel não tem nenhuma chance de sobreviver a um confronto maior. A única razão que ainda nos mantém felizes nessa _ situação, é que os filhos de Deus conseguem ver a REAL situação através dos olhos de Deus - a Palavra de Deus. _ o Tradução consecutiva › NTSC - DVD -B - Duraç
  3. 3. l'”'"-"""°"Í3 ~ radlífililit. :íiíriin ? iii-í rituais: ; i iilrtilllsiinlm: Plllliílllíll ink nwmaisftin u: hiíiilài raias: : E iai! *llllllí in *i7 'muiito Í v¡ l - ; .z ll§t›5'~Zi: lllI: iI_ÍlllíÍ-t ÊlllllhllTIl' at: : miitziiiiii: m: ms; ,iiaii: ilt NJ i_- L: lIãlF-'llll il: italianas. : iilillin: Miiiilirn' NOTlCIASDE V* tv# r *QT ' l Í z. à._, a.. x.útà E uma publicação mensal da “Obra Missionária Chamada da Meia-Noite” com licença da “Verein für Bibelstudium in Israel, Beth-Shalom” (Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel), da Suíça. Administração e Impressão: Rua Erechim, 978 - Bairro Nonoai 90830-000 - Porto Alegre/ RS - Brasil Fone: (51) 3241-5050 Fax: (51) 3249-7385 E-mail: mail@chamada. com. br www. chamada. com. br Endereço Postal: Caixa Postal, 1688 90001-970 - PORTO ALEGRE/ RS ' Brasil Fundador: Dr. Wim Malgo (1922 - 1992) Conselho Diretor: Dieter Steiger, Ingo Haake, Markus Steiger, Reinoldo Fcderolf Editor e Diretor Responsável: Ingo Haake Diagramação 8( Arte: Tobias Steiger e Roberto Reinke Assinatura - anual . ... . . . - semestral . Exemplar Avulso . ... ... ... ... .. Exterior: Assim. anual (Via Aérea) US$ 35.00 Edições lntemacionais A revista "Notícias de Israel" é publicada também em espanhol, inglés, alemão, holandês e francês. As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos autores. INPI n° 040614 Registro 11° 50 do Cartório Especial O objetivo da Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel e despertar e fomentar entre os cristãos o amor pelo Estado de Israel e pelos judeus. Ela demonstra o amor de Jesus pelo Seu povo de maneira prática, através da realização de projetos sociais e de auxilio a Israel. Além disso, promove também Congressos sobre a Palavra Profética em Jerusalém e viagens, com a intenção de levar maior número possível de peregrinos cristãos a Israel, onde mantém a Casa de Hóspedes “Beth-Shalom” (no monte Carmelo, em Haifa).
  4. 4. piezadus amigos A assimilação dos judeus na Diáspora tem se tornado um problema crescente para o judaismo. Uma das a ões contra essa tendência é o roieto “Birthri ht”, isto é, "Direito de Nascimento”, ue _ _ _ _ P . S _ q possibilita a todos os jovens judeus do mundo ao menos uma viagem a Israel, na esperança de que al uns, de referência muitos deles, soam motivados a em¡ rar ara Israel. O roieto é financiado g _ ç l _ s _ . pelo Estado de Israel, e principalmente por doações de judeus ricos. Uma pesquisa nos Estados Unidos e em Israel apresentou algumas surpresas em relação aos critérios para ser judeu. Nos EUA, 20 a 30% dos _judeus se declaram sem religião e se consideram judeus apenas por sua descendência c sua cultura. Em Israel, onde a secularização tem uma longa tradição por causa do sionismo, aproximadamente 46% declaram ser seculares. Mas como em Israel a educação é genericamente sionista, o distanciamento do judaísmo não é tão grande assim. O levantamento trouxe à luz mais um aspecto ao mesmo tempo interessante e preocupante. Quase 70% dos judeus norte-americanos acreditam que levar uma vida ética e moral é parte integrante do judaísmo, enquanto em Israel os critérios para alguém sc considerar judeu são majoritariamente comer alimentos kosher (ritualmcnte puros), jejuar no Yom Kippur e acender as velas de Chanukã, e menos os valores éticos-morais. A ênfase nos valores éticos e morais entre os judeus nos EUA parece ser uma explicação para o enfraquecimento do seu vínculo com israel, especialmente entre a geração mais jovem. Para eles e' difícil associar a politica israelense de assentamentos, com todos os intrincados problemas para a população palestina, com uma genuína preocupação por justiça. Daniel Statman, que tratou dessa problemática em um artigo no jornal israelense Jerusalem Post, pensa que os judeus americanos teriam, sim, muito a aprender com os judeus israelenses, mas no que tange aos valores éticos e morais. os israelenses teriam muito a aprender com os judeus norte-americanos. Segundo ele, estaria mais do que na hora de os israelenses repensarem que ser judeu implica antes de tudo a adoção de valores éticos e morais. Estaria na hora de voltar às posições inspiradoras e cheias de vigor de Hillel, o Ancião, que viveu no primeiro século e interpretou assim o âmago da Torá: "O que não queres que te seja feito, não o faças a outros; nisso consiste toda a Torá; vai e aprende". Um aspecto dessa tendência em Israel e' a decadência na decência. na moralidade e no comportamento ético demonstrado em todas as áreas da vida, especialmente entre os jovens. Nossa revista geralmente fala dos progressos que Israel alcança em muitos setores, mas é importante saber que Israel não é poupado de tudo de ruim que acontece no restante do mundo. Por isso, precisa das nossas orações. Uma das causas desse processo negativo em Israel certamente e' a divisão dentro do próprio povo judeu, a divisão do sistema de ensino em regular, religioso e ultra- religioso. Com certeza seria tarefa dos judeus religiosos difundir entre o povo a decência e os valores éticos e morais da Biblia. Ao invés disso, cada grupo está preocupado unicamente com seus próprios interesses. Unidos nAquele que ama a justiça, saúdo de coração com um caloroso Shalom! 44ml¡
  5. 5. . __, :_1_. _, _. . M¡ : L Muitos que estudam as profecias estão bastante conscientes das predições cum- pridas por Cristo em Sua vinda. Aqueles que estudam acontecimentos proféticos destinados ao futuro, como o Arrebata- mento, a Tribulação e os muitos eventos associados a ela, a Segunda Vinda e o Rei- no Milenar de Cristo, são geralmente infor- mados detalhadamente sobre tais coisas. Entretanto, freqüentemente, muitos de nós não sabemos como a profecia bíblica foi e tem sido cumprida relativamente ao curso do destino de Israel durante sua atual Dis- persão entre as nações. Há profecias espe- É¡ «É u* A. cíficas que proporcionam uma visão geral sobre a Diáspora de Israel. A SITUAÇÃO ATUAL DE ISRAEL Primeiro, devo observar que a atual Dispersão de Israel entre as nações (isto é, a Diáspora) começou depois da des- truição de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 d. C. Houve outra revolta contra Roma, liderada por Simon bar Kokhba, que foi tido como o Messias judeu, de 132-136 d. C. O imperador romano Adria- no dedaaratou essa revolta, devastou Je- rusalém totalmente e depois espalhou os judeus, no ano 135 d. C. Como resultado disso, todas as comunidades judaicas, com exceção de algumas poucas, viveram fora da terra de Israel até o início do mo- derno retorno à terra, que se deu nos anos 1880. Durante o tempo da Diáspora os judeus têm cumprido determinadas profecias relacionadas ao seu destino completo. Por favor, tenham em mente que eu não sinto nenhum prazer em falar sobre , llllllllrll u: ¡ttlçlli lfllllnill u; mt
  6. 6. Afim u essas profecias, por causa do grande amor que tenho pelo povo escolhido de Deus. Todavia, trata-se de uma parte triste do plano profetizado do Senhor para Seu povo, que fornece provas pro- fétícas ulteriores da veracidade da Pala- vra de Deus. Parece-me, nesse ponto da História, que ainda estamos vendo a maior parte de Israel na Diáspora, mas, ao mesmo tempo, também vemos a restauração, profetizada biblícamente, do povo judeu à sua terra, na incredulidade, quando Is- rael se tornou uma nação, em 1948 (Ez 2033-38; Ez 22.17-22; Ez 3622-24; Is 11.11-12; Sf 2.1-2). Assim, ainda estamos na Era da Igreja, quando a obra de Deus acontece por meio de Sua Igreja, mas, ao mesmo tempo, Ele está juntando Seu po- vo de volta à terra, em preparação para a ausência da Igreja e para os eventos da Tribulação que acontecerão em seguida. Portanto, a Diáspora ainda está em vigor. AS PROFECIAS SOBRE A DIASPORA 0 livro de Deuteronômio é o segun- do em que o Senhor dá a Lei e foi proje- tado para servir como a constituição de Israel, pela qual deveria viver para o Se- nhor quando fosse para a Terra Prome- tida. O Senhor promete bênçãos na terra se Israel Lhe obedecer (Dt 28.1-14); en- tretanto, se não Lhe obedecer, o Senhor trará maldições contra a nação (Dt 28.15-68). Deuteronômio 28.58-68 re- gistra uma seção, no final da porção que fala sobre bênção e maldição, onde é descrita a segunda Dispersão. A primei- ra Dispersão é vista nos versículos 49- 57, que descreve “a nação" (Babilônia) que o Senhor usaria para disciplinar Is- rael por meio da deportação. Contudo, os versículos 58-68 descrevem a segun- da Dispersão, na qual "o Senhor vos espalhará entre todos os povos" (v. 64). Isto se refere claramente às inva- sões e dispersões que aconteceram du- rante o período romano. Na verdade, o versículo 68 diz: "E o Senhor te fará voltar ao Egito em navios (. ..); e ali sereis vendidos como escravos e es- cravas aos vossos inimigos; mas não haverá quem vos compre". A Bíblia de Estudo MacArthur diz: Mas é verdade que depois da destrui- ção de Jerusalém em 70 d. C.. que foi um castigo pela apostasia de Israel e sua rejei- ção e execução do Messias. essa profecia fo¡ realmente cumprida O general romano Tito, que conquistou Jerusalém e Israel. en- viou l7.000 judeus adultos para o Egito a ñm de realizarem trabalho forçado; além disso as pessoas abaixo de I7 anos de idade foram vendidas publicamente por Tito. Sob o imperador romano Adriano, um número íncontável de judeus foi vendido e sofreu cativeiro e crueldade. [ I] DESCRIÇÃO DA DIASPORA DE ISRAEL A descrição em Deuteronômio 28 ex- põe pontos-chave sobre os últimos 2.000 anos da história judaica: - “Ficareis poucos em número” (1462). - "desarraigados sereis da terra" (1463). - "O Senhor vos espalhará entre to- dos as povos, desde uma até à outra extremidade da terra” (v. 64a). - "Servirás ali a outros deuses que não conheceste, nem tu, nem teus pais; servirás à madeira e à pedra"( 12.6417 ). - "Nem ainda entre estas nações descansarás” (v.65a). - “Nem a planta de teu pé terá re- pouso” (v. 65b). - "porquanto o Senhor ali te dará coração tremente, olhos mortiços e desmaio de alma" (v.65a). - 'E4 tua vida estará suspensa como por um fio diante de ti" ( M66a). o “terás pavor de noite e de dia"(v.66b). o "e não crerds na tua vida" ( 1466C). o “Pela manhã dirás: Ah! Quem me dera ver a noite! E à noitinha, dírás: Ah! Quem me dera Ver a manhã! Isso pelo pavor que sentirás no coração e pelo espetáculo que te- rás diante dos olhos" (1467). Estas passagens fornecem uma vi- são geral descritiva daquilo que seria a Dispersão global dos judeus. Infe- lizmente para o povo judeu, foi isso 4qaavr, wse-aÃ. ' '"ã! ... ' AÍLÍIIIIÊ IHIiiS-ñt sli' ! HIM M? IIJII: ,Wi 1 ¡LIIIEHÉ , i à ! IIIUIUIIIAL IIIIIÃLY : III IHHMr Mn' IIIII: 'HI' A slhlHIVÍL r mui¡ 'Ilt uma. IHIIIIIIII: *li Ian tu : :ivan INI: a; g!~n: y.I-: :: m : :umttjir : aq. ; M! '§*: LS.7I: .'II: ';I' uu: *nuns* Him! !! um Iunk" nr 211,134;
  7. 7. que veio a acontecer. Somos familia- rizados com o Holocausto e com os muitos pogroms* que o povo judeu já sofreu durante anos. A Palavra de Deus em Deuteronômio foi dada à nação de Israel no ñnal do período do Êxodo, justamente antes de eles entrarem na terra de Israel 3.500 anos atrás. Não há dúvida de que essa des- crição profética foi dada centenas de anos antes que viesse a acontecer. Es- sas são as profecias que foram literal- mente cumpridas e que proporcio- nam evidências da veracidade das Es- crituras. O povo precisa ouvir quando Deus fala! A PERSPECTIVA DE LEVITICO Levítico 26 fornece outra seção de bên- ção e maldição relativamente à nação de Is- rael. 0 texto apresenta ciclos de bênção e de maldição. A obediência traz a bênção, e mais obediência traz mais bênção (Lv 26.143). Contudo, a desobediência traz a maldição, e desobediência continua traz mais maldição, até que finalmente a nação é lançada fora da terra, como fora descrito em Deuteronômio e em muitos dos profetas de Israel. Mesmo no caso do pior cenário possível, que foi o que aconteceu à nação de Israel, o Senhor diz: "E, demais disto também, es- tando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei nem me enfadarei de- les, para consumi-los e invalidar a mi- nha aliança com eles, porque eu sou o Senhor seu Deus. Antes, por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egi- to perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Deus. Eu sou o Senhor" (Lv 26.44-45). Esta e' uma declaração direta “ Movimento popular de violência contra os judeus. J m n ll t: : Ira: E : unter: contra aqueles na Igreja atualmente que dí- zem que, por causa da desobediência de Is- rael, o povo judeu perdeu seu chamado co- mo povo escolhido de Deus, que ele foi de- serdado e substituído de uma vez por todas pela Igreja. Não! Mil vezes não! Assim disse o Senhor: "Não os rejeitarei". Observe que, no mesmo contexto, o Senhor disse que não quebraria Sua aliança com a nação. Por- tanto, a própria Bíblia diz que, se Deus de- serdasse Israel e sua terra isso seria um ato de quebra de Sua aliança com o povo judeu. ISRAEL, UMA TERRA DEVASTADA Outra declaração em Levítico 26 é uma promessa de que, quando Israel estiver fo- ra da sua terra, ela se tornara' uma terra desértica. "E assolareí a terra e se es- pantarão disso os vossos inimigos que nela morarem. E espalhar-vos-ei entre as nações, e desembainharei a espada atrás de vás; e a vossa terra sera' asso- lada, e as vossas cidades serão deser- tas" (Lv 2632-33). Logicamente que isso é o que aconteceu com exatidão durante a maior parte da Diáspora. Diz-se que em 1882 havia apenas 24.000 pessoas em toda a terra de Israel, quando começou o primeiro movimento de retorno dos judeus à sua terra. [2I Mark Twain escre- veu sobre suas viagens por todo o Israel em 1868, em The Innocents Ahmad (Os Ino- centes no Exterior). Ele falou sobre como a terra era vazia; e que nela viajou durante três dias e nunca viu nenhuma pessoa. Parece que Deus basicamente guardou a terra de Israel para que outros não viessem e morassem ali enquanto os judeus estavam fora de sua Terra Prometída. Mas, quando os judeus começaram a retornar, eles foram capazes de transforma-la na porção de terra produtiva que ela se tornou nos dias de ho- je. Este é o cumprimento, em nossos dias, / ' / ÍI “d Q2917.. A); L da profecia bfblica. Quando os judeus vie- ram pela primeira vez à terra 3.500 anos atrás, dizia-se que aquela era uma terra que manava leite e mel. Entretanto, quando eles estiveram fora dela, os outros nunca encon- traram nada ali a não ser uma terra devas- tada e desértica. Como a Bíblia predisse, aquele lugar somente prosperaria quando os judeus estivessem lá. CONCLUSÃO Vemos que Deus está cumprindo e con- tinuando a cumprir a profecia bíblica atra- vés de Suas predições sobre o que acontece- ria ao povo judeu quando estivesse espalha- do por todo o mundo, durante o que chamamos de Diáspora. A maioria do povo judeu ainda está fora da terra de Israel, vi- vendo na Diáspora. Embora o retorno de Is- rael à sua terra esteja em andamento, assim também está a Diáspora. Estamos vivendo em tempos de transição, nos quais a Diás- pora está em processo de conclusão e o re- torno do povo judeu está num crescendo, em preparação para os acontecimentos pro- fetizados sobre a Tribulação, que culmínará na conversão da nação de Israel e na Segun- da Vinda de Cristo. Até mesmo hoje, vemos as Escrituras proféticas de Deus se moven- do para a frente. Isto deveria fazer com que vivêssemos para Ele, que pregássemos o Evangelho, enquanto aguardamos pelo re- torno dEle para Sua Igreja. Você está pron- to? Maranatal( Pre- Trib Perspectives) 5” Thomas lre é diretor-executivo do Pre-Tríb Reseorrh Center. Ele é autor de muitos livros e um dos editores do Biblia de Estudo Profétiro. Notas: l. John MotArthur, Bíblia de Estudo MorArtIn/ r (Barueri, SP: Sociedade Bíblico do Brasil, 2010), p. 269, disponível em nosso site wwwxhomadoxomlir_ 2. (hurles L. Feinborg, Israel At the (enter of History and Revelation (lsroel no Centro do História e do Revelação) (Chicago: Moody Press, 3'* edição, 1980), . IIIIIIIAF ll, MWM. Irlllilllilill ll! 'lill
  8. 8. l , ,:. _j rf LJAL NOVA Ió9 Congresso Internacional Sobre a Palavra Protética 22 a 25 de Outubro cle 2014 0 Aguas cIe Lindóia t* SP PRELETORES l I "J A 'Pqlf j- Roger Liebi + "z Dr. Teol. Roger Liebi (Mus. Dipl. , B. Teol. . M. Teol. . Dr. TeoI. ), nasc. 1958, É , Í casado. 6 filhos. formou-se em Música (violino e piano) pelo Conservató- rio e Escola Superior de Música de Zurique. Ele tem grande conhecimen- _ , “ to nos idiomas do mundo bíblico (grego. hebraico clássico e moderno, ~ aramaico e acádico) e formou-se também em Teologia. E professor e conferencista internacional. Participou de três projetos de tradução da Bi- blia e é autor de vários livros. Apresentou uma dissertação sobre o Se- gundo Templo em Jerusalém. na área de Judaísmo e Arqueologia, no Whitefield Theoiogical Seminary na Flórida, EUA. l É Norbert Lieth + É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua *gi conversão, estudou em nossa Escola Biblica e ficou no Uruguai até gconclui-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolivia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou , à Suiça e e o principal preletor em nossas conferências na Europa. E autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol. 'fg-ã ° “llílllãl Meno Kalisher E ; à Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemp- i: tion e como expositor da Biblia em congressos interdenominacio- “itg nais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pes- soal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras tem sido muito abençoadas. mostrando a visão judaica da Bíblia. ' « jJamilAbdallaFi' ô ~ É? ” Brasileiro. casado com Ana Lucia, tem dois filhos. Ele e sua esposa _ integram a equipe de Congressos Internacionais promovidos pela Chamada. E bacharel em Teologia e Educação Cristã pelo , f '* Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV). Desenvolve o ministerio pastoral na supervisão e implantação de igrejas. Tem realizado palestras sobre a palavra profética nas igrejas. atraves do ChamEsperança. E tradutor e editor de obras teológicas (livros, obras de referência e periódicos). Reinhold Federolt ô Reinhold Federolf e' missionário alemão. artista gráfico e palestrante. @Big Trabalha com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite há 30 hum_ anos no Brasil. fazendo parte de sua diretoria. Ele viaja por todo o « * Brasil. com um grande ônibus-trailer. o VERBUS, representando a missão. palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinhold desenvolveu em seu ministério a pregação audiovisual que tem sido uma bênção para muitos. f_ A Jamil e Ana Lúcia Abdalla lrit Itfert Jael Kalisher LOCAL DO CONGRESSO Todo o congresso (palestras) sera' realizado no Hotel Monte Real, que possui excelente infraestrutura com um Centro de Convenções com capacidade para 1500 pessoas. As refeições serão tomadas no hotel em que estiver hospedado. CERTIFICADOS, PASTAS E CAMISETAS Todos os inscritos receberão Certificado de Participação e pasta com material do congresso. Faça sua inscrição até 31/07 e ganhe uma linda camiseta do evento. HORÁRIO DE CHEGADA E SAÍDA Os participantes serão recebidos no Hotel a partir das 14hs do dia 22 de outubro de 2014, quarta-feira e deverão deixa-Io até as 15hs do dia 25 de outubro de 2014, sábado. TRANSLADO A partir das 14 hs. de 22/10 haverá transporte (gratuito) da rodoviaria para o hotel, e após o termino do Congresso, do hotel para a rodoviária. ESTANDES Haverá estandes com excelentes ofertas de livros, Biblias, folhetos, revistas, CDs, DVDs, camisetas, pôsteres, etc. .. TARDE LIVRE A tarde do dia 24 de outubro (sexta-feira) será completamente livre para um belo passeio que será oferecido a um excelente preço durante o congresso. : ------**_1 _I'É¡! 'E*1§ÊP§. _' austin 7895152 I wwwBllamallamznmJii' I __-_"'l _____
  9. 9. HOSPEDAGEM INVESTIMENTO SOMENTEAINSCMÇÃOiSCmhospedagemcaliiiieitracaol INDM ~ R$195,00 CASAL Hotel Monte Real " ' " _'“fí _- i R S' P l 622 Mam-É H, ,l. MONTE REAL _ . Í lua ao a” O' ~ , r Í . INDIVIDUAL INDIVIDUAL CASAL CASAL AgUas de IJTIÓOIal , _fc (2 a ; i ¡tessoas ria apta (2 a 3 pessoas no apra (apto sem (apto com Te'. V _ l sem a¡ LO/ iLÍlL/ Oliãdü/ com ar LO/ IEÍIL/ D/THÚO/ ar condicionado) ar condicionado) WWW. mOnÍ8T8al. C0m. bf I ) A VISTA: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil até 31/07/14 R$ 720.00 RS 835,00 R$ 1296,00 R$ 1503,00 até 30/09/14 R$ 780.00 RS 895,00 R$ 1404.00 R$ 1611,00 até 23/10/14 R$ 835.00 R$ 950,00 R$1503,00 RS 1710,00 2) À PRAZON cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil $333?? de RS 035,00 R$ 950,00 R$ 1503,00 Rs 1710.00 HOÍBI 3903010 da HQIEI. REÇANTO DA BELAVISTA Bela vma _INDIVIDUAL V INDIVIDUAL CASAL cAsAL Rua Minas Gelêls- 384 1:size: ::: :7:, ::; ;zl: 'i Aguas de Lindoia/ SP _ Te( (19) 38244 102 l ) A VISTA: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil ate 31/07/14 R$ 670.00 RS 770,00 RS 1206,00 R$ 1386,00 ate 30/09/14 RS 720.00 RS 820.00 RS 1296,00 RS 1476,00 ate 23/10/14 R$ 770.00 R$ 870,00 R$ 1386,00 R$ 1566,00 2) À PRAZO*: cartão de crédito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil 533.3?? “e Rs 770.00 R$ 870,00 R$ 1386,00 R$ 1566.00 e › ~ - HarELMANIoi/ Aiii _-. Hotel Mantovani . , INDIVIDUAL INDIVIDUAL CASAL RUa França. H r _t d . i 3 ; ieqssaíis iiiiafp/ Jti (Sl/ itl/ Líltíf/ IL? sin; ar lap? SEI/ id ) ll f. ^ AL ÍIT rÍríÚ/ T( / L lÕ/ IJ( (7 l lI/ l( It IÚ/ TÀI (7 ¡NCUIT / CÍÚ/ Tâ L7 Tel Il 9) 3924'95l O I) À VISTA: cartão de crédito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil até 31/07/14 RS 590.00 RS 810,00 RS 1062,00 até 30/09/14 R$ 640,00 RS 860.00 RS 1152.00 ' até 23/10/14 R$ 690,00 Rss 910.00 R$1242,00 l ' 2) A PRAZO*: cartão de credito. cheque ou depósito no Bradesco ou Banco do Brasil ggjgggzla de R$ 690.00 R$ 910,00 R$ 1242,00 Pagamento parcelado: y y g As parcelas deverão ser pagas atraves dez- Cheques pre-datados v Cartao de credito Pastores 10% DE DESCONTO sobre Os preços | ndjv| duajs Os preços incluem participacao no congresso. hospedagem e as refeiçoes constantes do pro- Gfupos_ A cada (o | nscrjcóes› a 11a é çnAj-js , um conjunto dos ovos grama Eles não ll'lC Jem bebidas e extras no hotel. Em caso de desistência. sera retido 0 do congjesso i Val” de R5 100 00 Criancas. ale 4 anos - Cortesia ' . 5a10an0s-RS22000 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out j¡ anos acma _ preço de aduho 10x 9x 8x 7x 6x 5x 4x 3x 2x 1 x Durante as pa/ estras. have/ a programação especial para criancas (acima de 3 anos) INSCRIÇÃO Aguas de LindoialsP - 22 a 2511012014 Entlle-ahojemesftlüpafa Obra Missionaria Chamada da Meia-None Caixa Postal 1688-PORTO Ateenaas-eoooi-aro-Fax l51l3249 7355 Nome: Sexo: Ú M ú F g FAX: (g g Data Nasc. : __ Rua N : Bloco: Apto: Bairro: _ T Cidade: _ _ Estado: CEP: : Camiseta: (p/ inscrições até 3I/7): J P M j G ü GG email: Camiseta (cônjugey-J PT M : I G ú GG Denominação: í Cargo na Igreja: Pamdpante de grupo: uNão Dam No caso de inscrição de casal, indique o nome do cônjuge: Nome do responsável: Se possíve| .gostaria de ficar hospedado com: Hosp' em: H°t°l Nome Real ü C°m 3" lj sem 3T Hotel Recanto da BelaVista Ú com ar Ú sem ar Forma de pagamento: Ú à vista lj parcelado Hotel Mantovanl lj sem ar lj sem a" (Single) É L5¡ E Em 99 QL¡ Eu oo “É cu . CE *às gl 3.9 Êã Êê m: gm QQ_ : e 98 . SÉ . .E om 0.a U Cheques pré-datados (nominais cruzados, do seu proprio talão) - _ vandade; Ú Depósito Instantâneo (anexar cópia) no BRADESCO (Ag.324-7 / Conta 38686-3) Mar_ Ú Depósito Instantâneo (anexar cópia) no BANCO DO BRASIL- Ag. 2821-5, conta 4988-3 cGc¡92_893_138n001_55 N'-': l_l4_l_l l_l_L_l_l l_l_l_l_l l_Ll_u l_i_l_l , . , . ' Ull mos 3 d ~ Valido somente apos envio da COPIA do comprovante! loslvo vera-lille cartao
  10. 10. X t il à r a: u; . , . . J _r _ Pouco antes de sairmos dos Estados " Unidos para uma viagem recente à Terra «i Santa, os funcionários ineptos e negligen- “ç tes do Departamento de Estado tiveram fi uma reação medrosa, temendo que se re- petisse o terrível ataque à Embaixada ame- : ricana em Bengazi (Líbia), que causou a ~' morte violenta de quatro funcionários americanos, inclusive do embaixador. Su- : bitamente, eles determinaram a retirada do pessoal do Departamento de Estado de _ 22 embaixadas no Oriente Médio - todas ' ; em países vizinhos de Israel. Como se veri- ' m. ; “ ficou mais tarde, foi uma reação exagerada í . .._. T.. ... ,._. ¡,_, ___. ..__ . .-_- : t 'IF ' Clllnllth . Ilê Milani INIIIIIIGIH II¡ 'lllll / o. r X a ameaças terroristas, reação essa que re- ; velou como são amadores aqueles que su- i que representam os EUA no Oriente Médio. . Aquela malfadada ação pode vir a assom- z brar os EUA nacionalmente. Quando chegamos a Israel, foi tudo bem diferente. Ê óbvio que Israel acredita que está localizado na terra que Deus lhes designou 4.000 anos atrás, quando Ele o r r. . ç do-o nascer por meio de Abraão e Sara; e que Ele estava certo quando disse que lhe l postamente estão protegendo as pessoas j; criou através de atos miraculosos, fazen- * 1 mente, os israelenses estão convencidos de que a promessa nunca foi revogada! Na verdade, Deus até mesmo renovou aquela A promessa através de muitos dos profetas f¡ hebreus, particularmente através de um ' f dos profetas do final dos tempos, Ezequiel, f' ' profecia vem sendo cumprida exatamente neste tempo em que estamos vivendo. E por isso que eles não têm a intenção de se mudar da terra que Deus lhes designou. Is- to pode ser visto no slogan nacional de Is- jamais abandonarão ~ «nos capítulos 36 a 39 do seu livro. Essa g rael, "Never Again” [Nunca NovamenteL . daria a Terra Prometida (Gn 12.1-3). Atual- ¡“ significando que eles V_ j_ *W- ! rt . ..n-gr'
  11. 11. sua terra natal, embora estejam rodeados por seus vizinhos hostis, os árabes, de on- de vêm os muitos terroristas satanicamen- te inspirados, embora a população deles seja 65 vezes maior que a de Israel! Por qué? Por dois motivos: (1) Deus lhes deu Sua Palavra de que. quando Ele os trouxer de volta àquela terra, Ele os guardarei ali até que o Anticristo os leve à Tribulação; e (2) eles não têm outro lugar para onde ir. Os países europeus de onde eles vieram não os querem de volta e alguns, se pudes- sem, os exterminariam! Qualquer turista que tenha olhos aber- tos fica impressionado que Israel esteja ca- vando suas trincheiras, lançando suas raí- zes para ficar, e tém a total intenção de construir residências para as futuras gera- ções de imigrantes judeus que virão de to- das as partes do mundo. E por que não de- veriam fazer assim? a terra deles. Deus a deu a eles e eles lutaram em cinco guerras contra seus vizinhos fanáticos que a que- rem tomar. Os cristãos e muitos america- nos querem que eles fiquem lã. Uma coisa que comoveu nosso grupo re- lativamente à atitude dos árabes e de Israel foi o contraste entre a maneira que os países árabes pegam os bilhões de dólares america- nos de assistência estrangeira e mostram seu agradecimento se posicionando contra os EUA, queimando a bandeira americana e des- tilando seu ódio. Em contraste, os judeus tém demonstrado seu respeito pela América e seu apreço, construindo um parque memorial do ll de setembro perto de Jerusalém, o que trouxe lágrimas aos nossos olhos. Usando o aço retorcído do Marco Zero em Nova Iorque e fotografias dos aviões atacando as Torres Gêmeas (as quais, para os árabes, representa- vam o poder financeiro dos EUA), Israel os empregou em um belo monumento em um local de destaque. Ali perto, foi erigido um outro monumento no qual estão inscritos os nomes das muitas pessoas que foram mortas naquele dia fatídico. Este é um bonito tributo : aturar : *:7;¡: ::II: r:: . ,""¡¡Í)s* representando o respeito e apreço de Israel por tudo o que os EUA tem feito por israel e continua a fazer, dando-lhe assistência em sua valorosa luta pela sobrevivência. Minha maior preocupação pelos Esta- dos Unidos é que os socialistas liberais que estão no comando do atual governo em Washington se voltarão contra israel e in- correrão no julgamento de Deus, em vez de prestarem lealdade, ja' provada pelo tempo, para com aquela pequenina grandiosa na- ção. Este seria um sinal de que estamos nos aproximando rapidamente do final dos tempos, como está claramente delineado no livro de Daniel e no Apocalipse. O que mais nos impressionou foi o pa- drão de segurança de Israel. Eles sabem que o turismo é a fonte número um de renda em seu pequeno país, portanto, fazem todo o possivel para proteger seus hóspedes es- trangeiros. Quando Israel traça uma linha na areia, seus inimigos entendem que Israel irá até o fim sem pestanejar, e, se for força- do, os terroristas serão destruídos. Diferen- temente de nossos líderes da politica exter- na, o inimigo sabe que Israel manterá sua palavra de retaliação. Essa e' a única lingua- gem que os terroristas islâmicos respeitam. A ironia e', como tão sabiamente falou o primeiro-ministro Benjamin Ne- tanyahu: “A verdade e' que, se israel depu- sesse as armas, não haveria mais Israel. Se os árabes depusessem as armas, não ha- veria mais guerras". Por favor, orem pela paz em Israel e por sabedoria para os lideres americanos, para que continuem a oferecer proteção ao povo judeu contra os inimigos externos, de sorte que todos possam desfrutar das bênçãos de Deus. (Pre-Trib Perspectives) 9* 'lim laHaye estreveu mais de 40 livros e 6 ca-uutor dos best-sellers da série Deixados Para Trás. He também é um dos editores da Bíblia de Estuda Fraféfíta e um dos fundadores do Pre-Trib Research (enter (Centro de Estudos Pré-Tribulaáonais). 'z , ¡nfh 471¡ IVA, , .l . a lí! '. * ' Por ue f** F Justar%ntu ' r: : E5153¡ . llllã_ : tt 'r 'táãllrttrli : :uma rr: --rx; 'í~. ~s1: : N : t: . ñas. :En : nur-Itu: rima MMM. :t: u: ilmlãl? ? lllVlí-'lil-“fiillrlrl : FT : mitos: .rain 'tlturirm »uma arruma . Irllltvrw ll rtrmlt itllrtllrtr a: 'mv l w
  12. 12. Minhas Observaçoes En uanto Estava 110 Há alguns meses, completei minha de'- cima-quarta viagem à Terra Santa, e estou extremamente impressionado com a fé que os israelenses têm no futuro. Embora ape- nas uma pequena porcentagem das pesso- as seja de ortodoxos, que crêem em Deus, e um número ainda menor seja de cristãos, este último grupo está crescendo. Nessa viagem, fiquei novamente inspi- tado pelo passeio de barco pelo Mar da Galiléia, onde Jesus caminhou por sobre as 12 í lllllllílrll [Il lSllMl lllllllllllll Dl 'lllll ar da Galii águas e acalmon sobrenaturalmente a vio- lenta tempestade. Isto, depois que havia- mos estado na Galiléia, perto de Tiberia- des, onde Ele realizou milagres incríveis, como a cura de leprosos, a restauração da vista a cegos (como o profeta Isaías disse que o Messias faria), e pelo menos outros trinta milagres sobrenaturais. Mais do que suficientes para provar, sem dúvida algu- ma, que Ele não poderia realiza-los a me- nos que fosse 0 próprio Deus. Então, quem não ficaria inspirado quan- do chegamos ao outro lado do mar, onde um homem furioso, possesso de demônios, a quem ninguém conseguia controlar, nem mesmo com cadeias, identificou jesus como o Filho de Deus? Você se lembra da história: o homem tinha tantos demônios que, quan- do Jesus os expulsou e os mandou para uma manada de porcos que estava por perto, cer- ca de dois mil deles correram e se atiraram ao mar. Contudo, antes que esses demônios
  13. 13. rim: surtir-aterrar rui: na? .milk-r turn HI ¡tlçillliir seu: 1.3* 'il: ifl¡| (__ : :variant funil! !! : :rir-ra ivrrt-. Lal tivessem deixado o homem, eles gritaram em alta voz para todos ouvirem: "Que te- nho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Al- tíssimo? ” (Mc 5.7). Quando todos nós, um grupo de 250 pes- soas, nos sentamos no barco, veio à minha mente que Jesus, em Seu corpo natural, “curou toda sorte de enfermidades" nas praias da Galiléia, demonstrou Seu poder so- brenatural sobre a mais violenta tempestade que Satanás poderia arremessar contra Ele, e depois expulsou uma “legiãd” de demônios- que havia levado um homem à loucura e o deixado fora de controle, e que depois, clara- mente identificou Jesus como “Filho do Deus Altíssimo". Mesmo assim, todos os demônios não conseguiram evitar que jesus os destru- isse, provando Seu poder sobre a oposição sa- tânica. Quando enviou a “legião” de demônios para os porcos (que aos judeus era proibido comer), Jesus provou que tinha poder sobre o máximo que Satanás poderia atirar sobre Ele. A próxima cena, do homem que estivera pos- sesso de demônios, mostra-o “assentado, vestido, em perfeito juízo" (Mc 5.15), pe- dindo a Jesus que o levasse com Ele. O ho- mem havia retornado à sua mente saudável e queria tornar-se um seguidor de Jesus. Quando nos sentamos no barco no Mar da Galiléia, fiquei tão impressionado lÍltllí-llãlllí com o poder óbvio de Iesus sobre todas as formas de enfermidades na Galiléia e na- quela circunvizinhança, Seu poder sobre a mais terrivel tempestade no mar, embora Ele tenha sido despertado de um profundo sono, e Seu poder sobre uma "legião" de demônios satânicos, que me lembrei que Jesus dissera a respeito de Si mesmo: "To- da a autoridade me foi dada. .." (Mt 28.18). Nenhum homem comum poderia ter dito isso e provado! Ali no mar também me lembrei do grandioso sermão que meu pastor e amigo, o Dr. David Ieremiah, pregou sobre esta mesma passagem no Evangelho de Marcos, chamando nossa atenção para o fato de que Jesus estava fisicamente tão exausto que dormia profundamente durante a tem- pestade voraz. Sua conclusão foi que o mar revolto é como as tempestades da vida, mas não temos que temer nem nos preo- cupar, “se Jesus estiver em nosso barco”. Não pude evitar de aplicar essa ilustração à vida dos crentes que não precisam temer o que o homem, ou Satanás, pode nos fazer quando estamos no mar revolto da vida, se Jesus estiver no barco da nossa existência. Mas devemos tomar cuidado e nos certifi- car de que já 0 convidamos pessoalmente para vir para o nosso barco enquanto esta- mos em nossa jornada terrena. Isto só po- de ser possível se O convidarmos pessoal- mente, reconhecendo-O como Senhor e Salvador, que morreu na cruz pelos nossos pecados e, como Ele havia prometido, res- suscitou ao terceiro dia. Sempre fico inspirado quando visito o Jardim do Sepulcro, devido ao fato de que nosso Senhor ressuscitou dos mortos, as- sim como Ele havia prometido. Não sur- preende que é dEle a única sepultura no mundo que se tornou famosa porque continua vazia. Como milhares antes de mim, posso garantir que, depois de 2.000 anos, desde Sua morte cruel, Sua sepultu- ra em Jerusalém ainda permanece vazia. Minha oração e' que você tenha convida- do o Cristo ressurreto em sua vida para que, sempre que a tempestade da vida ameaçar seu barco, você possa ter a certe- za da promessa que Ele nos fez: "Eis que estou com vocês ate' a consumação dos se'- culos". (Pre-Tríb Perspectives) 5" 'lim laHaye escreveu mais de 40 livros e é coautor dos best-sellers da série Deixados Para Trás. Ele também é um dos editores da Bíblia de Estudo Proféiíta e um dos fundadores de Pre-Tril¡ Research (enter (Centro de Estudos Pré-Iribulacianais). ii limit' ›. IIIIHH ll Hill¡ IIHIIIH? 'l Ill
  14. 14. Israelníuhia Embora sempre sejam feitas promessas para combater o anti- -semitismo, sua existência não é sequer admitida onde ele é en- contrado em suas formas mais freqüentes e óbvias: dentre os “intelectuais” da mídia e das universidades; dentre certas ON- Gs; em instituições intemacio- nais tais como as Nações Unidas e suas ramificações; dentro da União Européia; em organiza- ções “liberais" que promovem ostensivamente os direitos huma- nos - e como modo de vida, bem como meio de reforçar a identi- dade, no mundo islâmico. O anti-sionismo hoje, de Mal- mõ (Suécia) a Qom (Irã), surge e se multiplica inteiramente a partir do preconceito. A maioria dos crí- ticos mais malévolos de Israel nun- ca sequer colocou o pé no país. Tal hipocrisia não teve so- mente algum sucesso; ela se tor- nou algo corriqueiro. Não há protestos contra ela vindos de partidos políticos, com raras ex- ceções, ou vindos da maioria dos grupos culturais. O problema dos judeus atualmen- te, no mundo inteiro, não é o anti-se- mitismo, mas um novo ramo dele: a "Israelofobia". A luta mais produtiva para os judeus do munclo todo e seus aliados no momento não seria contra o anti-semitismo, embora a lsraelofo- bia seja parte deste, mas contra a própria lsraelofobia. As observôncias que acontece- ram na Europa para relembrar a Kristallnacht (Noite dos Cristais), que ocorreu aos 9 de novembro de 1938, foram abundantes: nenhum "h *tás _ judeu poderia ficar infeliz acerca da solidariedade abundante, da proclamação pública da necessida- de de lembrar, da rejeição absoluta de todo anti-semitismo, e mais, a rejeição de toclo fervor genocida contra os judeus. A chanceler ale- mã, Angela Merkel, uma das pales- trantes mais resolutas, disse que os alemães devem mostrar sua "força de caráter, e prometer que o anti- -semitismo não seró tolerado de for- l #É -. . 'í-“àv A CHANCELER ALEMÃ. ANGELA MERKEI. , DISSE OUE OS ALEMÃES DEVEM MOSTRAR SUA "FORCA DE CARÁTER, E PHOMETER OUE D ANTl-SEMITISMO NÃO SERÁ TDLERADO DE FORMA ALGUMA". 1:! l *Iimuvitíilt líitilll. llwlitllaln II: Iini
  15. 15. ma alguma". Foi um ponto de vista ecoado por todos os lideres euro- peus, e foi bom ouvi-lo. Infelizmente, entretanto, essas pa- lavras são apenas uma maneira ba- rata de abordar o problema. Elas não controlam todas as outras pro- messas - aquelas de destruir o mun- do judeu, começando por Israel. Se a luta contra o anti-semitismo tivesse de fato que ser lutado a partir da memó- ria e da história, muitos programas, tais como o estudo sobre o Holocaus- to nas escolas, filmes na televisão, viagens a Auschwitz, diálogos ecu- mênicos e a vergonha histórica das leis raciais teriam tido uma ressonân- cia mais profunda na alma européia. Até mesmo o supremo líder do Irã, Ali Hosseini Khameneí, ocasio- nalmente abraça algum judeu local e explica que não tem nada contra os judeus. No mundo islâmico, o compromisso de matar judeus pos- sui um especial caráter religioso, co- mo pode ser visto na Carta do Ha- mas[l] - na qual os judeus são acu- sados de ter causado todas as guerras, e promessas são feitas de matar a todos eles, um por um, até o último judeu - bem como outras posições tomadas pela organiza- ção-mãe do Hamas, a Fraternidade Muçulmana. Em outros países, como a Turquia, o discurso é diferente: a sentença de morte está primeira- mente sobre Israel, e apenas secun- dariamente sobre os judeus. De uma forma ou de outra, o ódio a Israel, ou seja, a lsraelofobia, parece ser um elemento fundamental na ideolo- gia islâmica atual, mas não para ai. O termo "lsraelofobia" parece se originar de um preconceito e ódio ir- racíonais contra Israel. A palavra foi usada pela primeira vez, segundo me consta, por Richard Prasquier, presi- dente da CRIF (a federação das co- munidades judaicas na França), e presumivelmente foi o inverso ele "ls- lamofobia", um termo usado para definir um enorme preconceito cultu- ral com um caráter racista contra a religião muçulmana, embora exérci- tos de defensores dos direitos huma- nos montem guarda contra qualquer elemento de discriminação com rela- ção ao povo da fé islâmica. A lsraelofobia, por outro lado, é extraída de séculos de estereótipos an- ti-semitas, mas agora assumiu uma vi- da própria intensa, geralmente rica em maquinações contemporâneas ~ por exemplo, que historicamente os judeus nunca viveram em Jerusalém; que os soldados das Forças de Defesa de lsra- el (FDI) coletam órgãos dos palestinos; que o "muro da separação", construí- do para manter os terroristas do lado de fora, é uma forma de apartheid - e, através desses falsos arroubos, disse- minam o ódio contra os judeus. A Isra- elofobia é um bloco de ódio crístaliza- do em torno de um pedaço de terra, em torno de uma idéia. O anti-sionis- mo hoje, de Malmõ a Qom, surge e se multiplica inteiramente a partir do pre- conceito contra Israel: muitos de seus críticos mais malévolos nunca sequer colocaram o pé no país. Esses ataques a Israel são fre- qüentemente compostos de projeções anti-semíticas clássicas devastadoras, mentiras e distorções para deslegiti- mar Israel - a difamação sangrenta de que os judeus matam crianças não-judias para usar seu sangue pa- ra assar matzah (pães ózimos); ga- nância sem fim; indiferença e cruel- dade selvagem contra qualquer um que não seja judeu. Até mesmo deci- sões geopoliticas legítimas - tais co- mo o direito de autodefesa, ou man- ter o território em perpetuidade, até o tempo em que os inimigos ferrenhos possam, talvez, decidir não ameaçar de aniquilação, sem ônus pela demo- ra; ou ignorar outros países acusados de "ocupação", tais como a Turquia em Chipre, o Paquistão na Cachemi- ra, ou a China no Tibete, enquanto elegem apenas Israel para o opró- brio. Essas acusações são geralmente traduzidas não apenas em julgamen- tos contra Israel, mas intrinsecamente contra qualquer judeu. Tal hipocrisia não teve somente al- gum sucesso; ela se tornou algo cor- riqueiro. Não há protestos contra ela vindos de partidos políticos, com ra- ras exceções, ou vindos da maioria dos grupos culturais. Além disso, contradizer essas mentiras ou honrar verdades históricas não têm valor al- gum: os fatos simplesmente desapa- recem. Desta forma, embora a corre- ção politica não permita anti-semitis- mo aberto - todos os apresentadores de programas de televisão estão prontos a dizer uma palavra gentil aos judeus como sendo "uma religião diferente", ou que eles estão na mo- da e são esnobes. Falar "aquele paí- zinho de merda", como disse o em- baixador da França em Londres, Da- niel Bernard, [2] é algo comum. Como escreveu Daniel Schwam- menthal[3] no Wall Street Journal, antes havia anti-semitismo sem ju- deus; agora hó anti-semitismo sem anti-semitas. Ninguém - nem mesmo a maioria da liderança judaica - irá publicamente atribuir anti-semitismo a alguém, exceto, possivelmente, ao ocasional grupo neonazista. Embora sempre sejam feitas promessas para combater o anti-semitismo, sua exis- tência não é sequer admitida onde ele é encontrado em suas formas mais freqüentes e óbvias: dentre os "intelectuais da midia e das universi- dades", ' dentre certas ONGs; [4] em instituições internacionais tais como as Nações Unidas e suas ramifica- ções; dentro da União Européia; em organizações "liberais" que promo- vem ostensivamente os direitos huma- nos - e como meio de vida bem co- mo meio de reforçar a identidade no mundo islâmico. Recentemente, du- rante um jantar com um diplomata de alto nível, enquanto discutiamos so- bre o aumento do anti-semitismo na Europa, ele respondeu com absoluto espanto. "Eu nunca conheci um anti- -semita em toda a minha vida", me asseguraram ele e sua esposa. "Te- nho certeza de que meus amigos mais chegados diriam a mesma coi- sa; esses episódios são esporódicos, conduzidos por grupos extremistas, especialmente os de extrema-direita". Este não é, entretanto, o caso. Ninguém, seja da esquerda, seja da direita, crê que a lsraelofobia é uma violação dos direitos humanos, ou defende o povo judeu desse pre- conceito completamente amplo que llllll l Ill lilllll lllltllllllll lll lllll l 15
  16. 16. cobre a história e o carater do povo judeu com mentiras. Um ataque a Is- rael é visto, pelo contrario, como uma critica legítima a um país sobe- rano; o reavivamento do anti-semitis- mo (que é o que a lsraelofobia é) contra o povo judeu é, portanto, con- siderado algo sem importância. Judeus europeus, e até mesmo um grande número de judeus americanos - possivelmente esperando evitar ser o alvo de tamanha insensibilidade, e possivelmente esperando se juntar ao movimento para se encaixar melhor em meio a seus vizinhos não-judeus - deixaram de lado sua posição de apoio total a Israel e, em vez disso, parecem reticentes e oportunistas. Em uma reunião com o ministro do Exte- rior italiano, logo depois que a Italia reconheceu unilateralmente a Palesti- na na ONU, nenhum dos represen- tantes dos líderes judeus internacio- nais presentes ao encontro, exceto pela autora deste artigo, ousou solici- tar um relato daquele evento. Qualquer mentira óbvia pode ser dita sobre Israel; ela sempre encon- trará um enorme eco de aprovação. A realidade e os fatos são sempre re- movidos. Em seu último livro, The De- vil That Never Dies: The Rise and Threat of Global Antísemitism [O Dia- bo Que Nunca Morre: o Surgimento e a Ameaça do Anti-semitismo Glo- LW: I 27¡ ~ bal], Daniel Goldhagen lista observa- ções caluniadoras que outras pessoas fizeram a respeito de Israel, tais co- mo: Israel é uma fonte de desordem para os paises vizinhos; é a causa das ditaduras no Oriente Médio; é a maior ameaça à paz mundial; são os nazistas dos dias atuais; foi quem ins- pirou a guerra contra o Iraque; con- trola a politica dos Estados Uníclos; fomenta o ódio contra os americanos e contra o Ocidente; comete genocí- dio contra os palestinos; quer destruir a mesquita AI Aqsa; assassina crian- ças palestinos; envenena poços e pes- soas; e assim por diante. A política de não-discriminação sexual de Israel foi chamada de "pinkwashing" [ba- nho cor de rosa], afirmando que a atitude de respeito aos gays, em opo- sição à perseguição dos gays em paí- ses muçulmanos, é puramente para propósitos de propaganda. Muito trabalho também tem sido realizado para desconstruir o direito de nascimento dos judeus em Israel, afirmando que o relacionamento de- les com a terra é não-existente, dis- tante ou inconstante. Outra noção com a qual a lsraelofobia está abar- rotada é "ilegal", freqüentemente se referindo à ocupação de territórios, mas também se referindo ã própria existência de um país que nunca foi aceito por seus vizinhos, desde o pri- EM SEU LIVRO THE DEVIL THAT NEVER DIES: THE RISE AND THREAT DF GLOBAL ANTISEMITISM [O DIABO OUE NUNCA MORRE: D SURGIMENTD EA AMEAÇA DO ANTI-SEMITISMO GLOBAL). DANIEL GOLOHAGEN LISTA OBSERVAÇÕES CALUNIAOORAS OUE OUTRAS PESSOAS FIZERAM A RESPEITO DE ISRAEL. 1.- 'l : Illillliti : Ilntiliilt llllllilllilll ! lí 'lim meiro dia, no qual cinco exércitos árabes o atacaram na esperança de elimina-Io antes mesmo que ele tives- se início. Dentre todas as democracias asiá- ticas ou africanas, de acordo com Goldhagen, Israel é a mais sólida e a mais antiga; e, como a 579 nação- -membro da ONU, antes mesmo que a Espanha, a Itália e a Alemanha, nenhum momento se passou sem que sua existência fosse ameaçada pelo terrorismo e pelo ódio religioso e tri- bal do mundo muçulmano, acompa- nhado geralmente pela Europa. Para se defender, Israel já perdeu 30.000 homens, equivalente propor- cionalmente a l, l8 milhões de ame- ricanos. Israel já perdeu 4.000 pes- soas para o terrorismo, o equivalente a 157.000 americanos. Quando, de- pois de uma outra guerra defensiva, Israel terminou empurrando a Jordã- nia e capturando a Margem Ociden- tal, a qual a Jordânia havia ocupa- do, Israel imediatamente se ofereceu para devolver a terra - apenas para ter sua oferta rejeitada pela Liga Arabe na forma dos três "Nãos" de Khartoum: Não à paz, não ao reco- nhecimento, não à negociação". [5] Quando Israel fez a paz com o Egito, não teve problemas em devol- ver a Península do Sinai até o último centímetro de terra. Mas a responsa- bilidade pelas dificuldades para manter a paz com o Egito é sempre atribuida apenas a Israel, que jamais fez ou disse qualquer coisa que se- quer vagamente se assemelhasse à agressão de seus vizinhos. Não obs- tante, Israel é acusado dos piores cri- mes e objeção moral possíveis j acu- sações que países tais como a Africa do Sul, por exemplo, endossam sem ao menos se importarem em verificar se elas são verdadeiras ou não, afir- mando que Israel é um país no qual o aparHieid é praticado, e proibindo ministros do governo israelense de viajarem para ó. Não importa se su- as instituições democróticas e os re- gistros dos direitos humanos recebem as mais altas avaliações da Freedom House [Casa da Lil: ›erdade]. E inex- plicável que a ONU tenha recente- mente condenado Israel por abusos
  17. 17. nas Colinas de Golan, quando, de fato, Israel aceita sírios feridos e trata deles gratuitamente nos hospitais, en- quanto o próprio líder deles, Bashar aI-Assad, estraçaIha-os. A conseqüência da lsraelofobia é, não surpreendentemente, que o anti- -semitismo ligado a Israel está cres- cendo. De acordo com um estudo fei- to pela fundação alemã Friedrich Ebert, [ó] 63% dos poloneses e 48% dos alemães acham que "Israel está realizando uma guerra de extermínio contra os palestinos". Ao mesmo tem- po, 41% dos britânicos e 42% dos húngaros acham a mesma coisa, bem como 38% dos italianos. Na pesquisa, 55% dos poloneses e 36% dos alemães responderam: "Conside- rando a política de Israel, posso en- tender as razões pelas quais as pes- soas não gostam de Israel". Os pes- quisados nos outros paises estudados concordam com isso em porcenta- gens que variam de 30 a 40%. De acordo com uma pesquisa realizada pela European Union Agency for Fundamental Rights (FRA) [Agência da União Européia Para Direitos Fun- damentais], 48% dos judeus europeus entrevistados ouviram ou leram a acusação de que "os israelenses se comportam em relação aos palesti- nos da mesma forma que os nazistas se comportaram em relação aos ju- deus". Na Itália, bem como na Bélgi- ca e na França, 60% dos judeus Ie- ram ou ouviram o mesmo. A principal "narrativa", como é agora chamada, embora falsa, afir- ma que houve uma "Palestina históri- ca", a qual os pérfidos "colonizado- res" judeus ocuparam e da qual eles expulsaram a população sofredora; essa "narrativa" é a base do ódio que leva aos mitos tóxicos do muro do apartheid, a demolição de casas (será que Londres permitiria que se construissem casas no Hyde Park; ou Paris, no Bois de Bologne, ou Berlin, no Tiergarten? ); a perseguição dos palestinos e seus filhos espancados e mortos; o carcereiro sionista aprisio- nando Gaza em uma jaula; e, de modo contrário, a glorificação de terroristas, a justificativa bem divul- gada de ataques de mísseis atirados sobre Israel; o uso corrupto dos fun- dos públicos europeus; a rejeição da própria existência de um Estado pa- ra o povo judeu a despeito da acei- tação de várias autodenominadas "repúblicas" islãmicas, tais como o Paquistão e o Irã; e Israel sendo con- siderado como um remanescente do colonialismo, do imperialismo e a re- encarnação das forças do mal, espe- cialmente do nazismo. Daniel Schwammenthal também menciona Jack Straw, o ex-secretório britânico do Exterior, que, no mês pas- sado, na Casa dos Comuns, disse que a AIPAC, o lobby pró-Israel nos EUA, "fez de seus fundos ilimitados um dos maiores obstáculos à paz entre israe- Ienses e palestinos" - novamente uma afirmação falsa; mas, diz Schwam- menthal, a noção de que um grande grupo de americanos apóia Israel de- ve ser, para Straw, tão incrível que as conseqüências imediatamente impossi- veis e desastrosas são atribuídas a tal noção. O que, de fato, parece incrível é que pessoas como o compositor gre- go Michael Theodorakis, [7] ou José Saramago, um escritor português que comparou o tratamento dos israelenses aos palestinos com o tratamento que os nazistas deram aos judeus em Aus- chwitz, e muitos outros intelectuais e notáveis, sejam totalmente recrutados para a batalha Israelofóbica. Em outros eventos incriveis, quan- do, na Alemanha, no aniversário da Kristallnacht, o Badische Zeitung pu- blicou uma charge feita por Horst Haitzinger, no qual um caramujo com a cabeça de pomba vai às conversa- ções de paz no Irã, em um caso clás- sico de insulto anti-semita, no qual os judeus são tidos como envenenado- res, sabotadores e provocadores de guerra, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, é mostrado fa- lando ao telefone: "Preciso de veneno para pombos e caramujos". Parece haver três motivos princi- pais pelos quais a lsraelofobia existe: ° A presença muçulmana espa- lhada por todo o mundo, como nun- ca havia sido vista antes, inclusive sua globalização na internet, a proli- feração de propaganda anti-Israel, e seu poder em instituições. ° A propagação da cultura dos "direitos humanos", na qual qualquer um que pareça ser um coitado, um joão-ninguém, deve ser "bom", e qual- uer um que pareça não ser um coita- do, um joão-ninguém, ou uma vítima, esse deve, certamente, ser "mau". ° O atual governo dos Estados Unidos da América. O atual governo dos Estados Uni- dos tem sinceramente promovido um relacionamento positivo entre os EUA e o islamismo que, além de ser politicamente questionável, abre es- paço no mundo para o mais brutal anti-semitismo. O declínio da influ- ência da América tem deixado um vácuo que vem sendo preenchido por todos os tipos de alternativas ã democracia - ideológicas ou não, desde a Frente aI-Nusra até a Fra- ternidade Muçulmana, bem como a Rússia, a China e o Afeganistão. O atual governo provavelmente não previu esse desastroso efeito co- lateral, mas parece claro que, ao pro- jetar a política que proibiu o uso da palavra "jihad" em documentos ofi- ciais americanos, ninguém parou pa- ra pensar sobre quantas vezes aquele termo foi usado para explicar o terro- rismo contra, por exemplo, Israel. Esse ponto aparentemente não abala ninguém nos EUA como algo relevante para as políticas interna- cionais do presidente Obama. O ódio para com o Estado judeu, mes- mo em suas formas mais extremas, aparentemente não foi considerado como algo de relevância política, e, portanto, não tem sido, em anos re- centes, sujeito a qualquer sanção ideológica ou moral. Quanto ao relacionamento com o Irã, fica claro que o presidente Oba- ma e o secretário de Estado John Kerry estão levando o mundo em di- reção à aceitação de um programa nuclear militar para um país que tem repetidas vezes falado em público so- bre intenções genocidas. [8] Os nego- ciadores americanos parecem ter fa- cilmente engolido uma transação que destruiu qualquer alavancagem para futuras negociações; que teve todo benefício para o Irã e efetivamente nenhum benefício para o Ocidente; ¡unmm IIHIIINIL : :martin u: mm | :tz
  18. 18. que deu assistência ao Irã em sua busca por armas nucleares em vez de impedir o enriquecimento, de acordo com seis resoluções da ONU; [9] que não contém nenhuma melhoria em direitos humanos para os cidadãos do Irã; e que não tratou das ameaças ilegais do Irã segundo a Carta da ONU, por ameaçar eliminar um Esta- do-membro companheiro, Israel. Contínuos ameaças contra Israel também têm vindo do mundo sunita. No Egito, Mohamed Badie, o líder espiritual da Fraternidade Muçulma- na, disse: "Nós continuaremos a al- çar a bandeira da ¡ihad contra os ¡u- deus, nossos primeiros e maiores ini- migos". O sheil< Yusuf al-Qaradawi afirmou: "Alô impôs sobre os ¡udeus uma punição contínua por causa da corrupção deles. A última foi lidera- da por Hitler. Não hó diálogo com eles a não ser a espada e as armas. Oramos para que Alá mate cada um deles". A novidade é: a completa fal- ta de reação a estas posições. n sum vusur Al-[IARAIJAWI AFIRMUU: 'AlÁ IMFÕS suma¡ us JUBEUS UMA rumçAn cunrínun run cAusA DA cunnurçAu mes. A ÚLTIMA FUI LIDERADA PDH HITLER. não HÁ DlÁLUGIJ com ELES A não su¡ A ESPADA E As ARMAS. unAMns PAHA uu¡ ALÁ MATE cAnA um mes'. Presidentes americanos anteriores sempre deram a entender, ou torna- ram bem clara, uma proibição dos aspectos mais racistas e erigosos do islamismo no que se refãre a Israel, aos ¡udeus e aos cristãos. Não é as- sim com o atual governo dos Estados Unidos. Ninguém desse governo ia- mais disse ao Irã, com quem está na iminência de assinar um acordo, que o lrã não pode considerar Israel "uma raiz podre que deve ser destruída". Ninguém desse governo jamais disse aos palestinos que "não aiuda em nacla" repetirem todos os dias, especialmente durante negociações, que Israel é um país assassino, racis- ta, genocida - uma acusação mais recentemente levantada por Sa'eb Erekat, [i i] o negociador-chefe da delegação palestina. Em suma, por parecer dor ao isla- mismo uma mão livre em troca de nada, o atual governo dos Estados Unidos tem permitido que as mensa- gens mais severamente hostis, tanto israelofóbicas quanto não, se espa- lhem sem nenhuma precaução. Sem a América montando guarda, todos os países não-muçulmanos se tornam presa fácil para seus detratores. Quanto aos direitos humanos, iro- nicamente, as organizações que su- postamente os apóiam não têm pou- pado munição para atacar Israel, um dos países mais conscienciosos do mundo no que se refere ao cumpri- mento dos direitos humanos, a des- peito das quase impossíveis condições de um país tão pequenino que se en- contra sob ataques militares, econô- micos ou diplomáticas - freqüente- mente sob os três - virtualmente todos os dias desde seu nascimento. O ataque vindo dos grupos dos cli- reitos humanos não pode ter sido re- sultado da observação dos fatos. Se os fatos puros fossem observados, ls- rael deveria estar no topo, ou perto do topo, da lista das nações que incorpo- ram os direitos humanos. Nações anti- -ocidentais, contudo, que formam a maioria nas Nações Unidas, começa- ram a associar o sionismo com o ra- cismo em 1975 - provavelmente signi- ficando "imperialismo ocidental". As acusações então foram difundidas e fi- nanciadas por ONGs anti-semitas, culminando com as Conferências de Durban. [l2] Naquele ponto, os direi- tos humanos foram distorcidas para serem usados como um escudo por de- trós do qual se pudessem ampliar ata- ques contra Israel, bem como proteger os "pacifícadores" da ONU no Africa do escândalo do "alimento em troca de sexo", [l3] no qual eles abusaram sexualmente de crianças que eram pa- gos para proteger. A doença sistêmica com relação ao "anti-imperialismo" surgiu na história de uma ala politica que, na época em que o comunismo provou ser totalitarista, escolheu não recla- mar sobre isso, mas lutar ao seu la- do contra o capitalismo, o imperia- lismo, e tudo o mais que então pare- cia uma "iniustiça". Os judeus, entretanto, com sua his- tória de sofrimento e morte, já não correspondem à imagem de que eles, mais do que qualquer outra pessoa branca, satisfeita, no Ocidente, sejam a munição para a guerra contra os "burgueses", ou os de classe média, ou do alta sociedade. A visão econômica marxista da guerra de classes pode ser vista como "perder-ganhar" - que sig- nifica que: se eu "ganhar", deve ter si- do porque explorei alguém, que "per- deu". A visão econômica capitalista, por outro lado, pode ser vista como "ganhar-ganhar": Se você ganhar, to- dos ganham: a maré alta levanta todos os barcos consigo. Foi esta visão capi- talista que catapultou sociedades a su- cessos nunca imaginados. A partir do modelo marxista de vencedores versus perdedores, entretanto - que fo¡ popu- lar no início do século XX, até que pro- vou ser catastrófico em nações como a Rússia e Cuba, nas quais os únicos vencedores acabaram sendo os poucos homens que estavam no comando - surgiu o uso da questão dos direitos humanos, freqüentemente como uma arma política e tática contra qualquer um que "parecesse" bem de vida - es- pecialmente contra lsrael, provavel- mente como a incorporação de uma nação de maioria de pessoas brancas que, a despeito de tantos esforços em andamento para eliminó-las, sequer diminuíram sua marcha. 23x_ í]I1lÍÍIll; tÍt. :IJí Íljílàllt. ; “
  19. 19. Os anos 1960 introduziram a agressão verbal "radical-chic", ainda em uso, por meio da qual o mundo es- ta subitamente cheio de "fascistas". Considerados como tal foram Margaret Thacher, George Bush, Silvio Berlusconi e Ronald Reagan, seguidos por escrito- res e cantores - simplesmente porque não eram comunistas. Assim, Israel, amigo da América, mas que suposta- mente causava sofrimento aos palesti- nos (uma pobre população muçulmana de Terceiro Mundo, que, embora nin- guém jamais fale sobre ela, esta acos- tumada a uma liderança feroz e autori- tória em relação ao seu própria povo), tornou-se um pais "fascista", "imperia- lista", porque não estava do lado "cer- to" do campo, aquele lado das "demo- cracias populares" - todos elas, de fa- to, ditaduras, naquela época e agora. A falta de condenação clara ao terrorismo europeu, racionalizado de varias maneiras - por exemplo, como companheiras que cometeram alguns erros - fo¡ acompanhada pela justifi- cação internacional ao terrorismo contra Israel: desde o ataque nas Olimpíadas de 1972 em Muni- que, [l4] até a glorificação dos terro- ristas[l 5] recentemente libertados por Israel, os quais receberam de Mah- moud Abbas um tratamento de tapete vermelho, e foram recompensados pela Autoridade Palestina com che- ques de 50 mil dólares cada um, além de uma remuneração mensal. Um desses terroristas recentemente li- bertados havia matado um pai que estava dirigindo seu carro com sua fi- lhinha ao seu lado; outro havia mata- do um sobrevivente da Holocausto com uma picareta; e outro atacou e esquartejou um homem que trabalha- va em Gaza em um escritório que fornecia ajuda aos palestinos. Esses acontecimentos são uma sub- seção da lsraelofobia em um mundo nun ira recomendamos que legisla ter um ambiente livre de fu- maça, mas não contra casamentos de crianças ou contra se prestar honra aos assassinatos ou à circuncisõo fe- minina, e que nunca sentiu a necessi- dade de tratar com o terrorismo contra israel, ou com os direitos humanos a que os israelenses possam ter direito. Alguns meses atras, a baronesa Catherine Ashton atormentou-se pu- blicamente com respeito ao estado de um prisioneiro palestino que havia escolhido o caminho de uma greve de fome; porém, ela não tomou ne- nhuma posição com relação aos massacres na Síria, nem sobre aque- les palestinos na campo de refugia- dos de Yarmouk, quando muitos de- les foram massacrados pelos ataques aéreos do regime de Assad. Entrementes, os judeus sabem que, por ficarem dentro do limite es- tabelecido do "Nunca Mais", eles encontram solidariedade, compre- ensão e proteção. Israel, por outro lado, é terra incognita, onde qual- quer crítica, ao que parece, é consi- derada "legítima". Mas a lsraelofobia não tem nada a ver com a critica legítima ao Estado de Israel: ela não é baseada em qualquer tipo de observação da realidade. Ela é uma obsessão, cujas expressões mais claras são a resolução de 1975 da ONU, "Sionismo é Racismo"; a fúria com a qual nove propostas foram re- centemente aprovadas contra Israel na Assembléia Geral da ONU, que foram comentadas até por uma tradutora, [l ó] falando acidentalmente em um microfo- ne ligada; e quando a Assembléia Ge- ral da ONU empurrou um total de 23 resoluções semelhantes, em todas elas a defesa legitima se torna a crueldade de um pais "racista" e assassino. E necessario que haja uma estra- tégia que considere as conseqüên- cias da lsraelofobia. Tal estratégia LIVROS englobaria a história de israel, seus valores, suas ações, seu direito de se defender - e o abuso verbal e físico a que Israel está constantemente su- jeito. Também é necessario continuar lutando contra a anti-semitismo. Qualquer outra opção permite o crescimento do terrorismo ~ tanto contra judeus quanto contra não-ju- deus. (Fiamma Nirenstein - www. gatestoneinstituteorg) Ô Finmmu Nirenstein, jornalista e autora, ex-vice presidente du Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara dos Deputados da Itália, e membro da delegação italiana no (onselho da Europa. Seu site é wwwiiammunirensteinxnm Notas: _ l . httpz/ / uvalon. law. yule. ed u/ ZOth-century/ liumus. usp - em português: http: //www. l›etl1-sl1ulom. com. br/ artigos/ estututo-hamoshtml. 2. httpz/ / news. bb(. ro. ul</ 2/l1i/ i 721 l72.stm. 3.http: //onlíne. ws¡. com/ news/ ariitles/ SBi 0001424052 702303460004579¡89560470198236. 4. wwwngo-monítor. org/ . 5. www. cfr. org/ world/ kliurtoum-resolution/ pl4841. 6. http: //lil¡rury. les. de/ pdt-tiles/ do/ OHOS- 201 1031 l . pdf. 7. www. jposLcom/ Jewish-World/ Jewish-News/ Zorbo- the-Greek-tomposer-Im-unti-Semitic. 0. httpz/ / urticleswashingtonposttom/ 201 3-04-04/ upinions/38276l09-1-isruel-iruniun-regime- zionists. 9. www. urms(ontrol. org/ fa(tsheets/ Security-(ountil- Resolutions-on-Irun. i0. www. youtuhe. rom/ watchÍPv: VtB-DZ4Y0YQ. 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  20. 20. Dennis John Kerry, 0 Secretário de Estado dos EUA, veio novamen- te a Israel, no dia 6 de dezembro de 2013, para reafirmar que a se- gurança de Israel está no “topo da lista da agenda americana". Ele enfatizou que "nenhum acor- do será assinado que não seja pa- ra melhorar a segurança de Isra- el”. O primeiro-ministro Ne- tanyahu tinha todos os motivos para ficar cético a esse respeito. Ele reafirmou a posição de Israel: Um acordo ñnal terá que “terrni- nar completamente com a capa- cidade nuclear do Irã". O governo israelense sabe que não pode contar com nin- guém no momento presente. Ele também sabe que Israel não é o único país afetado pelo "acordo provisório de Genebra”. Os sau- ditas entendem que seu país está sob crescente ameaça e que a aliança EUA-Arábia Saudita es- tá se desfazendo. No dia 24 de novembro de 2013, data em que os "acordos pra- visórios" foram ratificados em Gene- bra, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, foi fotografado sorrindo. [1] Ele tinha um bom motivo para estar satisfeito: desde o Acorda de Munique, em 1938, que os líderes ocidentais não davam tanto por tão pouco. Como escreveu Bret Stephens[2] na Wall Street Journal, os líderes ocidentais em Genebra se comportaram ainda mais vergonhosamente do que os que estiveram em Munique. Em Munique, apenas dois políti- cos ocidentais estavam presentes, Chamberlain e Daladier; os Estados Unidos não estavam envolvidos. Nas fotografias da ocasião, todos os par- ticipantes pareciam preocupados. Depois de Munique, Winston Churchill disse sua famosa frase: "A vocês foi dada a escolha entre a guerra e a desonra. Vocês escolhe- ram a desonra e terão a guerra". De- pois de Genebra, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi o único líder que expressou desacordo. [4] Ele falou a respeito de um "erro histórica". Diplomaticamente, ele não podia falar sobre desonra, embora a desonra estivesse plenamente eviden- te. E ele [deveria, mas] não podia usar a palavra "traição". Em Munique, a item importante que não foi citado era a perseguição aos judeus na Europa. Embora Chamberlain e Daladier soubessem tudo sobre a proliferação de atos e decisões anti-semitas desde que Hitler subira ao poder, eles podem ter pen- de Genebra, "a Bonita Islâmica" sado que estavam em uma posição frágil, e realmente não se importa- vam com os judeus. Eles praticaram a cegueira intencional. Hitler percebeu - e a Kristallnacht (Noite dos Cristais) ocorreu menos de seis semanas mais tarde na Alemanha: uma noite na qual mais de 91 judeus foram assas- sinados e 30.000 foram presos e en- viados para os campos de concentra- ção; as casas dos judeus, seus negó- cios, hospitais e escolas foram soqueadas e mais de 1.000 sinago- gas foram queimadas. Em Genebra, o item importante e sem citação foi Israel. Laurent Fabius, Guido Westerwelle, Catherine Ashton e John Kerry sabiam tudo sobre os apelos para destruir Israel anuncia- dos hó décadas pelos líderes irania- nos. Eles estavam em posição de for- ça, mas evidentemente não se impor- taram com Israel. Praticaram o DS SAUDITAS ENTENDEM DUE SEU PAÍS ESTÁ SDB CRESCENTE AMEAÇA E llUE A ALIANÇA EUA-ARÁBIA SAUDITA ESTÁ SE DESFAZENDO. 'tim n . tinteiro 1ITKÍ1INÍL. rllílltlíltlii¡IMIIIJ!
  21. 21. Haroldo Reimer . *apenasgr ”' 'iso que se requer dos despenseiros e' que cada um deles seja encontrado ñel/ í 1 Corín- tios 4.2 Existe uma grande necessidade de fide- lidade. Ser ñel ao seu cônjuge, ser fiel em seu trabalho, ser ñel com a igreja. No entanto, o indivíduo tem se esquecido de ser tie! à Deus e à Sua Palavra. Vários dos ensinamentos da Pala- vra de Deus têm sido colocados de lado, sendo considerados como ensinamentos ultrapassados e que não servem mais para os dias de hoje. Nessa mensagem, Haroldo Reimer quer compartilhar conosco que ser tiel à Palavra de Deus é algo imprescindível para o autêntico cristão. Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente! Por isso, o desafio para nós é: "Sê tiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida". Ap 2.10 NUM ! AUNDO EM Todas as Palestras; apenas _J ' “ 7 Obediência "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nas céus/ 'Mateus 7.21 Obediência! Essa palavra chega ser ofensiva para a geração de hoje! Nos dias atuais, obedecersignitira assumir uma inca- pacidade e, assim, dependência dos outros. É sinônimo de fraqueza! (ada um sabe o que é melhor para si e seus interesses. Mas para Deus não é assim! A palavra "obe- diência" ainda é essencial e não de forma parcial. Significa obediência total! Estamos constantemente em guerra com um inimigo que nos oferece várias oportunidades para que o pecado domine a nossa vida. Restonos, então, a decisão de obedecer a Deus e à Sua Palavra para que tenhamos uma vida íntegra diante d'Ele e assim espalharmosa Sua mensagem salvadora a esse mundo pecador. "Ncmfodooquemlízz Senhor, Substitua-urina ninndmcéusmuniwls qu, [uuvonuiderkmtu Pa? em¡ nmceusf q" g, ... r : i DVDs Obediência e Fidelidade + livro Cutucando ite: its4'Z*5° j: , [by jii-rlidos: 0300 789.515) | u u . Cllalllíl(líl. (“(lttl. l)t' Palestras também disponíveis em MP3 1% 5319933 ao COfTi' Músicas especiais; , . S? Perguntase ' Respostas; Noite de Israel. LUZWM_ Mltnoozu. . " 7 : Lao-uma ~› 12 DVDs? por' apenas Tradução consecutiva I Estojo (mico - IND-tt NTSC R$119""

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