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Revista Notícias de Israel - Abril de 2014 - Ano 36 - Nº 04

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Revista mensal sobre profecia bíblica, vida cristã, Israel e o Oriente Médio e notícias internacionais comentadas sob uma perspectiva bíblica. Entenda como o que ocorre no Oriente Médio afeta sua vida e o futuro de todos nós.

Assuntos abordados neste número:

• EDITORIAL: Prezados Amigos de Israel
• Pessah - As Quatro Taças
• Divertimento, Refeição, Família: As Tradições de Pessah
• Procurando Elias
• O Maravilhoso Afikomen
• O Prato de sêder
• HORIZONTE: Orfa em Belém
• HORIZONTE: Os Romanos Estão de Volta

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Revista Notícias de Israel - Abril de 2014 - Ano 36 - Nº 04

  1. 1. NOTÍCIAS 1x31: ABRIL DE 21114 i ANU 36 | N" 04 | BS 3,50 , u. : -. .. , . . .. .na _ 4x1* : aç-. aaemnuqqqmgyp ~ _ í . _. _- --_. ¡.3-. ..¡-. .5.. _;= ,-, e~. _
  2. 2. ' “Sigemmmgx Em Levítico 23 temos a descrição das datas determinadas pelo Senhor. Deus escol- X_ , .. _ "dana heu 3 datas e ordenou que o povo de Israel celebrasse cada uma delas, de maneira ¡ m 'T o S' peculiar. . o l Í'. Estas datas não foram escolhidas ao acaso. Cada uma delas descreve, de maneira ' O ~ - ~ ' . a maravilhosa, o plano de salvaçao de Deus para o Seu povo e para o mundo. g E l â Cada "festa" descreve um evento no plano de redenção. l | O í V 7 7 í V 7 l q: 'Fzuilczzlui : imita JU , ullstlrsi: mulnuhn mim: mnlnisumcn Ii¡ ÍÍÍLll s . l:i: l ifulllm 2 f g l o PO R AP E N AS: l ¡ ' ' 7 I l “à r : * r ~ ^ : ¡- l Z 7 I o , ' . S S O CD (D ã o . P41” ' vnmúsicasf _ _ _ 'â TWVÍÇÃÊ: rl“°"'J”, 'ÍÉ-ht, ” Há pouca coisa escrita na Palavra de Deus g __ . e ~r “ sobre Jesus, desde o Seu nascimento até g , v Se tornar jovem. No entanto, o que está . escrito tem muito a nos ensinar sobre Jesus, , o Senhor, mesmo sendo ainda criança! Ainda muito cedo, enquanto estava aqui na Terra, nosso Senhor Jesus sabia qual era a g vontade do Pai para a Sua vida. Seu desejo foi “ sempre de cumprir com essa vontade do Pai. Deus Pai escolheu pais divinamente huma- nos, na Terra, para nosso Salvador. Podemos aprender muito sobre criar filhos na Iuz de Deus com José e Maria. . . A preleção procura responder algumas r _› questões interessantes a respeito do encon- tro de Jesus - então com 12 anos de idade _W - com os lideres espirituais de israel no Templo durante a Festa da Páscoa. POR APENAS: Os eventos políticos atuais no Oriente Médio garantem uma futura guerra! _ Está_ muito claro que a razão para os conflitos no Oriente Médio não é a política, mas a religiao. Desse modo, a solução não acontece atraves de homens, mas de Deus. A preleção traz uma breve descrição do poderio militar de Israel comparado com as nações vizinhas. Do ponto-de-vista humano Israel não tem nenhuma chance de sobreviver a um confronto maior. A única razão que ainda nos mantém felizes nessa situação, é que os filhos de Deus conseguem ver a REAL situação através dos olhos de Deus - a Palavra de Deus. POR APENAS _, -/› ¡ r *~ . . . . . . _ . _ _ . _ _ _ . . . _ . . . . . _ _ . . . . . _ _ . . . . _ . _ . .- pedidos: (3) 0500 7895152 | wwwchamadacombr
  3. 3. i. iii; .¡i; .i! iii e se e ai! Willlíllitliilllll' same 3.a# ' '11 _l uu: : : iii : learn t* : ulliuillm EétZLÊiIl u: Mill! ! . '1 NOTICIAS DE v V** 'à v-r r- v'i #v _ l 1 til». s. . lx. É¡ : E É uma publicação mensal da “Obra Missionária Chamada da Meia-Noite” com licença da "Verein für Bibelstudium in Israel, Beth-Shalom” (Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel), da Suíça. Administração e Impressão: Rua Erechim, 978 ' Bairro Nonoai 90830-000 ° Porto Alegre/ RS ~ Brasil Fone: (51) 3241-5050 Fax: (51) 3249-7385 E-mail: mail@chamada. com. br wvmchamadaxombr Endereço Postal: Caixa Postal, 1688 90001-970 - PORTO ALEGRE/ RS - Brasil Fundador: Dr. Wim Malgo (1922 - 1992) Conselho Diretor: Dieter Steiger, Ingo Haake, Markus Steiger, Reinoldo Federolf Editor e Diretor Responsável: Ingo Haake Diagramação Br Arte: Tobias Steiger e Roberto Reinke Assinatura - anual . ... .. 31,50 - semestral . 19,00 Exemplar Avulso . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . 3,50 Exterior: Assim. anual (ViaAérea) US$ 35.00 Edições Internacionais A revista “Notícias de Israel” e' publicada também em espanhol, inglés, alemão, holandês e francês. As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos autores. INPI n° 040614 Registro n° 50 do Cartório Especial 0 objetivo da Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel é despertar e fomentar entre os cristãos o amor pelo Estado de Israel e pelos judeus. Ela demonstra o amor de Iesus pelo Seu povo de maneira prática, através da realização de projetos sociais e de auxílio a Israel. Além disso, promove também Congressos sobre a Palavra Profética em Jerusalém e viagens, com a intenção de levar maior número possivel de peregrinos cristãos a israel, onde mantém a Casa ; ie Hóspedes “Beth-Shalom” (no monte Carmelo, em Haifa).
  4. 4. É lí : ii : t Uma proposição inédita na história do Parlamento israelense causou indignação no mundo islâmico. A reivindicação era contra a proibição a judeus, e não-muçulmanos em geral, que façam suas orações ou realizem quaisquer outras atividades religiosas no monte do Templo. Moshe Feiglín, iniciador do debate, declarou em uma discussão: "Sem o monte do Templo não temos uma verdadeira pátria, nem em Tel Aviv, nem em Haifa ou em qualquer outro lugar do país. Nossa l soberania nacional, excluindo o monte do Templo, é sem sentido e sem propósito”. Segundo ele, : Iilllulm II: “WML ; Illlllí II: Ii 'í l i l › teria chegado o tempo de cessar a erosão da soberania israelense no coração de Jerusalém. As palavras de Feiglin irritaram o mundo islâmico de tal forma que em conseqüência foi convocada uma reunião extraordinária da Liga Árabe no Cairo. Achmed Ben Helli, seu vice- secretário geral, declarou que a violação da mesquita al-Aqsa por parte dos israelenses teria ultrapassado todos os limites. Conforme a agência de notícias do Kuwait, ele também criticou a liderança israelense por permitir que extremistas desencadeiem uma tempestade contra os lugares sagrados islâmicos em Jerusalém. Os palestinos conclamaram a assembléia geral a se manifestar contra a agressão israelense. Se os israelenses não parassem com as agressões - esse foi o tom de suas palavras - estariam apenas comprovando que não estão realmente interessados na paz com os palestinos. A manifestação do parlamento jordaniano a respeito foi extra-oficial, porém dura, exigindo o rompimento das relações diplomáticas e o cancelamento do acordo de paz com Israel. 0 incidente mostra mais uma vez como e' delicada a questão do monte do Templo e lembra que Jerusalém, e especialmente o monte do Templo, continuarão sendo o principal empecilho no caminho da paz. Merece consideração o fato de que neste, como em todos os incidentes anteriores, a manutenção do status quo é a política oficial do governo israelense. Essa política e' defendida pela polícia, pela liderança política e pela Suprema Corte para evitar eventuais atritos, justamente porque os muçulmanos reagem com muita sensibilidade a qualquer eventual mudança judaica no status do monte do Templo. Mas e' exatamente disso que são acusados os que defendem o direito dos judeus orarem no monte do Templo. Segundo os islâmicos, os judeus teriam a intenção oculta de tomar o controle de toda a área. Mais uma vez, o que não foi mencionado nessa discussão é o fato de que o rabinato-mor de Israel colocou uma grande placa diante do monte do Templo alertando os judeus para que não subam ao monte do Templo, já que, segundo os preceitos religiosos tradicionais, não é permitido que um judeu pise no lugar sagrado onde estava o Templo no passado, Por que o rabinato expediu essa ordem? Talvez por um genuíno respeito aos lugares sagrados judaicos. Mas também poderia haver o temor secreto do que poderia acontecer se os judeus reivindicassem para si os lugares onde hoje se encontram os santuários islâmicos. Seja como for, essa ordenança religiosa e a manutenção política do status qua mostram que a sociedade israelense esta' consciente de que esse lugar é uma verdadeira bomba e está preocupada em não provocar uma explosão. As declarações proféticas da Biblia permitem entender que justamente esse lugar, que a cúpula israelense toca com luvas de pelica, desempenhará um papel relevante nos eventos dos tempos do fim. Fascinado ao ver como os acontecimentos politicos atuais coincidem com as profecias, saúdo de Israel com um sincero Shalom! ame»- WWW' RS. : Leia mais artigos sobre Pessach na revista Chamada da Meia-Noite de abril/ ZON. a l l l
  5. 5. ROBERT I. STAHLER ' “¡ nquanto estávamos sentados ao _n redor da mesa de Pessarh (Pás- ' coa), meu anfitrião nos levou de - _l volta no tempo para os dias em que seu avô realizava maravilhosos séderes (ceias pascais) que duravam horas. Ele nos falou sobre o aparelho de jantar especial que sua família usava, parte do qual estava agora sobre nossa mesa; falou sobre a mi- nuciosa limpeza da casa e sobre as horas que levavam fazendo as compras e prepa- rando a festa. Ele nos falou sobre as velas, as histó- rias, as quatro perguntas, o lugar separado para o profeta Elias, as músicas e, logica- mente. sobre o alimento. O olhar e o tom de sua voz nos diziam que estas eram me- mórias muito queridas para ele. s. ; , s 2 Aquele séder, embora não fosse o meu primeiro, foi uma ocasião especial para mim. Fui criado em um lar cristão. não em um lar judeu. Embora, durante toda a minha vida, eu tivesse freqüenta- do boas igrejas, que criam na Bíblia, ti- vesse feito pós-graduação em um semi- nário bíblico, e plantado a igreja que ago- ra pastoreio, recebi pouco treinamento llllill l HL". ,ill-ll I lll :
  6. 6. a "WííÊ-illã: 'atum mtzliiâtn “ai, «lltllí 3¡ttlll*¡: ..^ius M" “|21| "Nim m mas* Ena, a: É i . ui-asim . Ímçt uu? .if-mk mamr 'Iii-WIN u: .' aum¡ ¡ . Çllalliê. Ílffifrísasm: ; ,;i. ,t: :r' H itlilfli'. iLi: ¡J-i; .: HI illãl . urlllflllg Ilãilirmtinu¡ : M ? mim II: VIHI. _*»” 'En' r: : . an, Wlli r HlilllluircJlê want. . ilílilll II: ¡Ill! teológico sobre a importante festa bíblica de Pessach. No entanto, a Páscoa é tão importante para os cristãos quanto é pa- ra o povo judeu, porque é um quadro cla- ro e bonito do plano de Deus para a re- denção de toda a humanidade. Meu querido amigo Tom Simcox con- duziu-me pelo meu primeiro sêder muitos anos atrás. Desde então, eu tenho realizado sêderes em minha igreja há mais de uma década e tenho visto como isso nos têm abençoado a todos. Sêder é uma palavra hebraica que sig- niñca “ordem” c geralmente se refere ao culto realizado à mesa de jantar. Cada par- ticipante o acompanha em uma Haggadah, um livrete que contém o roteiro do séder. Ele conta a história da primeira Páscoa re- alizada por Moisés (Êx 12), e inclui cânti- cos e orações. Ele também inclui a exigência de se be- berem quatro taças de vinho (ou suco de uva). As quatro taças são uma pane vital do jantar, um dos mais importantes aspec- tos do sêder. Elas correspondem às quatro promessas que Deus fez ao povo judeu em Êxodo 6: l. Eu os livrarei do trabalho imposto pelos egípcios (v6). 2. Eu os libertarei da escravidão (v6). 3. Eu os resgatarei com braço forte e com poderosos atos de juízo (v 6). 4. Eu os farei meu povo e serei o Deus de vocês (v.7). As quatro taças relembram o fato de que Deus libertou Seu povo da escravidão no Egito. Juntas, elas compreendem um memorial passo-a-passo daquele grande acontecimento e a expectativa de um acon- tecimento ainda por vir. A Primeira Taça Esta é a Taça da Santiñcação. Ela é to- mada no início da refeição. Sanlzjicação significa “separaçãd”. O povo judeu reco- nhece, lembra-se e louva a Deus que o es- colheu, exaltou e separou, dando-lhe Seus mandamentos. Uma oração de louvor é fei- ta antes que a taça seja tomada. Em hebraico, a palavra “santiñcação” é kiddush. Portanto, essa taça ficou co- nhecida como a Taça Kiddush. É usada para santiñcar (separar) todo Sábado, bem como toda Páscoa, e relembra ao po- vo judeu que Deus o separou dentre todas as nações. A Segunda Taça Esta é a Taça do Louvor. Depois que a história do Êxodo - o relato máximo sobre a libertação da escravidão - é lida, a Taça do Louvor é tomada com uma oração de louvor a Deus por ser a fonte constante de liberta- ção em todas as gerações da história judaica. Ele é louvado por ter resgatado Seu po- vo do Egito, bem como da Babilônia, da Média-Pérsia, da Grécia, da Assíria, de R0- ma e de todos os outros países estrangei- ros. Desde Abraão ate' hoje, Deus tem liber- tado Seu povo de seus inimigos. A 'Terceira Taça Esta é a Taça da Redenção. Ela e' toma- da depois da refeição e depois que o afiko- men é encontrado. (Veja "O Maravilhoso Añkomen"). No mundo da antiguidade, re- denção se referia a escravos sendo com- prados e libertos. 0 povo judeu agradece e louva a Deus por libertá-lo da escravidão egípcia. Deus não somente o libertou das dificuldades fisicas da escravidão, mas também o libertou da constante exposição aos falsos deuses do Egito. Os israelitas e seus filhos já não seriam forçadamente submetidos às práticas de adoração de uma cultura pagã. A terceira taça também tem um signi- ficado específico para os cristãos. Ela é a mesma taça que Jesus usou: “Depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice e' a nova aliança no meu sangue, derramado em _favor de vocês" (Lc 22.20, NVI). A Taça da Redenção simboliza o que Jesus fez por nós: Ele derramou Seu sangue para nos re- dimir da escravidão do pecado. Foi por is- so que o apóstolo Paulo, um estudioso ju- deu altamente capacitado, escreveu: “Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrifica- do" (1 Co 5. 7). A Quarta Taça Todos participam desta taça perto do final do jantar. Ela é chamada a Taça da Aceitação, ou a Taça da Expectativa, que celebra o relacionamento que Deus deseja ter com o Seu Povo Escolhido. Esta é a taça que o Senhor Jesus usou para simbolizar a ratificação da Nova Aliança e instituir a Santa Ceia. Ele mes- mo não tomou dessa taça, porém disse que a tomará quando o Reino Messiânico for estabelecido:
  7. 7. “Em seguida tomou o cálice, deu graças e o ofereceu aos discípulos, dizendo: Belzam dele todos Vocês. Isto é o meu sangue da aliança, que e' derramado em favor de mui- tos, para perdão de pecados. Eu lhes digo que, de agora em diante, não beberei deste fruto da videira ate' aquele dia em que bebe- rei o vinho novo com vocês no Reino de meu Cada vez que celebramos a Ceia do Se- nhor na igreja e partilhamos do cálice da comunhão, realizamos um memorial do sacrifício do próprio Senhor, como o Cor- deiro de Deus. Pouquíssímas igrejas hoje entendem o significado dessa bela festa judaica. Eu re- comendo às igrejas que realizem um sêder uma vez ou outra. Ele não somente ajuda os cristãos a aprenderem mais sobre s. his- tória e a cultura bíblicas dos _judeus_ mas também os ajuda a entender mais sobre o que realmente signiñca ser redimido pelo sangue do Cordeiro. (Israel My Glory) 5 “ Rohan M. Stalrler é o pastor du Great (omíssion Baptíst Churth em Cape May (ounhouse, Nova Jersey (EUA). Pai” (M t 26.27-29). í , _7, Prerrararrle a Mera rlrr Serler Para um Errar Grande Se você estiver realizando uma demonstração de um sêder de Pessach para um grupo grande de pessoas, é eliciente colocar as mesas da maneira como apare- É_ u. . cem na foto. Embora este não seja um autêntico sêder ' A " judeu, o arranjo fica adequado para propósitos didáti- ' ' _ 3.1.1. cos e economiza bastante tempo. « ~ " _ _, Para cada assento, coloque um prato contendo os elementos-chave: rábano, charoset, um quarto de um bem cozido, e salsinha. Cada arranjo do prato também ; , ~- j_ j. . quatro pequenas taças já cheias de suco de uva. Várias ~ z_ l l' “ e j. taças contêm água salgada. Achamos melhor etiquetá- ) “zÍ A mo "água salgada" para que ninguém tente bebê-Ia. j. _ coloque em cada mesa uma ou duas cestínhas de mat- ' A ' l foram quebrados para ficar mais ou menos do tamanho ' . i . j' '¡ quenos biscoitos. Em um autêntico sêder, cada partici- ' ' 3 recebe uma Haggadah. que é um livrete usado para dar condução da reunião. Desta forma, as pessoas podem seguir os trabalhos, recitar as orações e cantar os cânti- cos. À medida que o líder explica o significado de ca- - da item do sêder, os participantes seguem as instru- ções dele e partilham dos elementos. < l Realizar uma demonstração do sêder desta for- * * _, __ ' i _ , j ma permite a todos tomarem parte e faz o melhor l -' « - , _ _. ' - , uso do tempo, já que nada precisa ser passado de mão l i i l ' «f p; r em mão à mesa. Pessach é verdadeiramente uma maravilhosa festa judaica, cheia de significado. Enten- dê-la íluminará os laços inquebráveís entre o judaismo e o cristianismo. Desejamos a todos j os nossos amigos judeus uma Feliz Pessach. (Israel My Glory) 4* ' : Irnlnm rn: stress. . Jíirlll II¡ 'mr
  8. 8. Docinhos e maravilhosos aromas sem- pre me aguardavam na casa de minha avó em Pessach (Páscoa). Até mesmo hoje, te- nho vividas memórias de deliciosos choco- lates com geléia de framboesa e macios doces de coco. Meu prato favorito. entretanto, era a so- pa com bolinhos de malzoh (pães asmos) feita em casa pela vovó, com seu perfeito equilíbrio de frango, temperos e bolinhos de massa exatamente do tamanho certo. IMHLÉ ilf twin, Jilílll ll Ill» e ' 11x . ~ Í' -Í , _ Li' ilr Ill . $37- z ¡ l fix* r . _A e* m5,¡ - l l l a "VV h. l v E_ a l , j( 'I ea. r . . c' ç H“ r - r. - r k z - f. . e j _ É' ; í v' ' c¡ 13| N. ¡›q . AA up. 'r 'x ~ 'n , .'. '-~-'- * j s. amas. , l "t vv j l' - j' ¡ , 'li 'l i) b ii _- P. . .x N -_- . -__. _. ____ n_ n ¡ “ía-r- - _ , l 'a Logicamente que antes que isso fosse servi- do, o suculento gefilte fish (peixe recheado) com rábano fazia-se presente em cima de uma base de alface. Algumas pessoas ama- vam o prato. Eu não era uma grande fã. Pessach e' um tempo sagrado de recor- daçôes. Mas também é um tempo alegre para a reunião da família e amigos para ce- lebrarem a libertação que Deus deu ao Seu povo, tirando-o das duras mãos dos egíp- cios mais de 3.400 anos atrás. 7 *l r u l r¡ . _. l . u. ..” Ã/ “J l . 41<- . e ks; 'h A festa dura tradicionalmente oito dias, com o sêder na primeira e segunda noites. Neste ano, o primeiro sêder será no dia 14 dc abril. A observância moderna en- volve muito preparo e há muitas tarefas que podem envolver a todos. Pratos especiais e travessas de prata, re- servados apenas para a Páscoa, são tirados dos armários. Além da limpeza regular da casa, as famílias judias retiram de suas ca- sas todo o fermento - produtos que contêm
  9. 9. levedura. Tradicionalmente, uma familia caminha pela casa levando uma pazinha de pau, espanador e uma vela de cera acesa procurando por pedacinhos de alimentos que contenham fermento. Geralmente algu- mas migalhas de biscoitos são deixadas pa- ra trás de propósito para as crianças en- contrarem. Quando elas encontram as mi- galhas, elas as varrem com o espanador para dentro da pazinha e as levam para fo- ra da casa para serem queimadas. Às vezes, pães e outros produtos que contenham fer- mento são dados ou vendidos aos vizinhos gentios ate' que a Páscoa tenha terminado. Nenhum produto que contenha fer- mento deve ser comido durante a semana da Páscoa. As crianças judias podem ser vistas na escola comendo sanduíches de pasta de amendoim com geléia em um matzoh em vez de pão. Os convidados para o sêder sentam-se à mesa de jantar e seguem o que está escri- to num livrete chamado Haggadah, que significa “mostrar”. Como esta e' uma festa para lembrar e ensinar à próxima geração sobre o livramento que Deus deu ao Seu povo, as crianças são profundamente en- volvidas na celebração. A criança mais no- va faz as famosas Quatro Perguntas para o líder do sêder: 1. Por que esta noite é diferente de to- das as outras noites? Em todas as outras noites nós comemos pão levedado ou mat- zolr, mas nesta noite comemos somente matzoh. 2. Em todas as outras noites nós come- mos legumes e ervas de todos os tipos. Por que nesta noite comemos especialmente ervas amargas? 3. Em todas as outras noites nós nunca pensamos em molha-las. Por que nesta noite as imergimos duas vezes? 4. Em todas as outras noites todos se sentam eretos à mesa. Por que nesta noite nos reclinamos? Então o líder responde de acordo com a Haggadah. Em seu artigo "Making Passo- ver Fun” [Fazendo a Páscoa Ser Divertidaj, Lisa M. Cope oferece sugestões para tornar o sêder mais agradável para os jovenzinhos usando “Haggadahs especiais para crian- ças” e enchendo a mesa com "marioneti- nhas de dedo ou objetos que representem cada uma das dez pragas”. Esta é uma noite em que as crianças têm permissão até de colocar o dedo den- tro de seus copos com bebidas. À medida que o líder recita as pragas uma por uma, todos molham o dedinho em seus copos, e colocam uma gota de suco ou de vinho em seu prato. Quando a recitação acaba, as dez marcas em cada prato se tornam objeto de uma lição. Existem muitos itens para experimen- tar na mesa da Páscoa, para ajudar o povo judeu a se lembrar de sua herança a fim de mantê-la viva através das gerações. Salsinha molhada em água salgada sim- boliza as lágrimas derramadas pelos es- cravos. Mais rábanos ficam à disposição para serem comidos com o matzoh. Isso também serve como um lembrete da amargura que os israelitas suportaram. Comer o charoset, uma mistura de maçãs com mel, e' sempre algo especial e serve como lembrete da doçura da liberdade, quando Faraó finalmente permitiu que o povo de Deus se retirasse. Logicamente que esta não seria uma festa judaica sem música. Música hebraica animada, como “Dayend”, que significa “Somente com isso ñcariamos satisfeitos”, é cantada à mesa. Para as crianças, entretanto, o ponto al- to da noite é a busca pelo ajfzkomen. Mais no inicio da noite, o líder do sêder esconde um pedaço de matzoh embrulhado num papel. (Veja “O Maravilhoso Añkomen”). Depois da refeição, as crianças são dispen- sadas para poderem ir procurar esse em- brulho. É um entretenimento para os adul- tos observarem as crianças procurando o pacotinho, e e' um divertimento para as crianças saberem que quem encontrar o afíkomen pode redimi-lo pagando um pre- ço, geralmente em dinheiro. O jantar em si é um acontecimento maravilhoso. Minha avó sempre fazia fran- go, batatas e vagens. Nós ate' ganhávamos cada um uma latinha de refrigerante. Disso eu era uma grande fã! Baseado nas Escrituras hebraicas, o povo judeu crê que o profeta Elias anun- ciará a vinda do Messias que está por vir. "Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor” (Ml 4.5, N VI). Portanto, todos os anos, nas mesas do sêder ao redor do mundo, um lugar é reservado para Elias na esperança de que ele venha. Em um determinado momento das festividades, uma criança recebe a ordem para abrir a porta da fren- te e verificar se Elias está ali. Um vigoroso verso de “Eliyahu Hanavi” (Elias, o Profe- ta) e' então cantado. Para a sobremesa, há mais docinhos de geléia, assim como chocolate e docinhos de coco. Balinhas de gergelim são as favoritas de alguns; e bolo de mel, bolo sovado e bo- lo de maçã (todos feitos sem fermento) são geralmente servidos. Quando chegava a hora de irmos em- bora para casa nas noites do sêder, minha avó passava para cada um dos meus ir- mãos e para mim uma nota novinha de um dólar e uma caixa de chicletes. Nós nos despedíamos e concordávamos em quão agradável seria que nosso sêder aconteces- se “no ano que vem em Ierusaléml". (Israel My Glory) 53* Bonnie Pearson e' representante de The Friends af Israel em Novo Jersey/ EUA. pedidos: O) 0500 789.515? j xvwwxthamadacombr llüllllllS llE lSlllril, lrãllll lli Zllll l 9
  10. 10. ?ir-rrenan (erulizâuu. :Ls-raio ír-rtunat¡ ã 'um "WII-r- -i- nkivfl: iron-ac. m: : -. Ilur 911m0' rir- «Isiah Ê Iria -i-rr alquimia-r . ro- orr- - pci(- iio . Hahn ãlul-Ivllinur-[o c : n35: nesse-sur: --reztsnrarhnb-: immune-prum uma¡ f» torioiw-gttnur-'ió-arnrunuarqnvx-rv-ui--ãgirn ! rum-Ir- - aâvlarr err-k rren-ít-ttgmurr_ Ev- Ut' rmIilIlIll-l I'- umwr¡ 'It-ru : Ir IHlK-k* (ri-xur-y--iir-rr-nas ' ¡nick-R- «tornou-rn «win o : :tônu- ? Filial ã ll m . .-l0* dl". .. quis-ilha: !L| ('w4 : Fluor : EI-quam «a (atirar-r. 3:01' itornur-riaro e ¡R- : rar 'nas aluhllsf-. FI r #luiz ? zu-numa w um¡ it-«Ilrr--bissaruswx- i-rtlruir-rr, ,Magnum-cyru- 'faut-rir for-itãxsi-Irfíto. nm-. Inr- '10' at). -v-wx ooo' recomendamos . u q¡ 10 | IOHCIAS DE ISHAEl_ AHRH Ill ? HH e , , _Am_- . __ a ! ' ~ v “u ~, I¡ ' x t. i1,. .. a . e . M . . lb! ! 'ii r n¡ a' 'i r dimail'-dlib-(UlHi= lli-kf= Il= DZ(01|h¡l= n1=t 'criaria-lí . ro, a _IB_L'1~1O1|"'-«~1'~l' affair-zum- mr . zIur-lIIf-iir: iludir-freira; -uar-'nmmrvuzkz 'tg-H(Im¡unreg-»curti-thri-io-'tarumnlillarci ficara-atencao »auch-Lugar eku-eksdravrt-FX--m cioiaiqrn-ilnrllf-rardiir-. tóia : :: zac-rim a 433m: l-. ri In' -torlirarar-zc 6!- i it- diets-Hari scr-r». at: dircltmêie. “ ri _tmn mui' _Irati-h ¡au- . Y-Ir o ¡tumul- qui'- Irunn-«r-rlirar- 'Jimi-rpm ur-rfinyrur t: (lia-qrlrrll arrumar-fruta ÚL-; JlhlWhIlü¡IIZGWLHÍÍ. #tura 3 -r-rlíurtarv«lamrajprmlaurar ' «nr/ ira»"rlaar-¡iru-ls--r-rurarlc' _ 'tl ai¡ . - ç e. .. ~_ x o K . _ Í & k s . u_ _ -x Í* ' à x l . _ 'hm' Irarqrllaurt glllruliltlrttla gl: :um Il: l¡ Hmh-fljgrdldlül' "Illã(| l!l'*lli'-, rl~*- Él-rlni--t-IIQWI' r : :r ¡roxo-i- : m Im arroz-restrito or - En» , or-levar guiar-r: =HK= JI= JII emma. . ta-ruiurzrqkr. !Imagino-muro-itç-nnuãtnui-riru; animar: uru-¡Inuiíi-kr-tasnftdiararra-. mz ¡EI- iiáitm: cut 1P img? liçtlrarn Inhuma. “ gr-rrr. ¡dimir-r- -r criam» l¡l;4I= iIÂl'l'-IIl('-r~: *Íigh um**yum-bwnrulirãi¡Midias-Hitman«IIuupr-rlr L- . pç-gb Insular¡- 1°'¡l= -'~1!l(| -|i-I| ' ! Winfiio-anurtiurnr * ' ur-rlirair : tarifa: - dãrciroirar aura-lides: cR--q-ruaruilszrunqa: »remix _II-ilirlllh, ¡ht-lemx-T--Iurzt-lo. 'L- i util: :L- 7-.7t. -a ã' *i 'i . m. r erva** asma, F* / - 2 3 _/ _l 2 5 o "" r-»gfãlrrarw . .=. ._-. ;rrr_n ç** acF-; ra L-; Zr «4/*4314
  11. 11. a l v : a Toda mesa do sêder tem um lugar extra ' '” l destinado ao profeta Elias. Uma taça de vi- nho especialmente designada, a taça de Elias, é enchida ate' a boca para ele. Malaquias 4.5 diz que Elias será o pre- cursor do Messias: "Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temí- vel dia da Senhor” (NVI). A taça de Elias também serve como lembrança da pro- messa de Deus feita em Êxodo 6.8: “E os fa- 'faientrar na terra". ' samibílídade de que Elias venha pa- -rfúianciar o ias, juntamente com a ' s, de quellü-opovo judeu retor- nará em paz à sua terra natal, Israel, são alegres expectativas em Pessach. Talvez se- ' ja por isso que todo sêder termina com as palavras de esperança: No ano que vem, em Jerusalém! Por ser o menino mais novo da minha família, eu tinha a tarefa importante, e de certa forma amedrontadora, de ver se Elias realmente tinha vindo. Eu corria para bai- xo, no apartamento de dois andares de meus avós, abria a porta e procurava pelo profeta para convida-lo a se reunir conosco. Execute¡ essa tarefa durante vários anos. Cada vez, eu primeiro arrumava bem o nível exato do vinho em relação à boca da taça. Meu raciocínio era que, em Cleve- land, Ohio, onde eu cresci, a primavera tem geralmente bastante vento. Geralmente eu abria a porta e uma enorme lufada de ven- to subia pelas escadas, produzindo tama- nho uivo que eu pensava que certamente Elias havia entrado na casa. Meu coração disparava quando eu pensava' que este era o momento que haví- . __A_. _._, ___; M›~. i amos aguardado por mais de 3 mil anos. Eu não conseguia fazer minhas pernas correrem para cima rápido o suficiente para ver quanto vinho Elias tinha tomado. Em vários diferentes sêderes, eu sabia, no fundo do meu coração, que o momento havia chegado! O Messias estava vindo! Depois, tristemente, eu não via nenhuma mudança na taça de Eias (com exceção do ano em que meu primo bebeu do vinho para zombar de mim). No entanto, meu grande desaponta- mento logo era substituido por uma espe- rança renovada de que, talvez, somente tal- vez, ele viesse no ano que vem - em Jeru- salém. (Israel My Glory) m* Slave Herzig é o diretor dos ministérios nono umeritanos de The Friends of Israel. ? bauru-s rn _
  12. 12. 'Z' -Ç L 'J NoL 'PLiLAN o°oE DEUS -A VELHA, A ATLTJAL E ANOVA HW. , _ l 169 Congresso Internacional Sobre o Poiovro Profétíco 22 o 25 de Outubro de 2014 t* Aguas de Lindóia é SP uMÍ' 'Ri' ', _-av_› , ~|. l¡ Ál_! '- PRELETORES Roger Liebi + 'j t' Dr. Teol. Roger Liebi (Mús. Dipl. , B. Teol. . MTeol. . Dr. Teo| .). nasc. 1958. . casado. 6 filhos. formou-se em Música (violino e piano) pelo Conservató- ç ; t rio e Escola Superior de Musica de Zurique. Ele tem grande conhecimen- ' “A to nos idiomas do mundo bíblico (grego. hebraico clássico e moderno, w aramaico e acádico) e lormou-se também em Teologia. E professor e conferencista internacional. Participou de três projetos de tradução da Bí- blia e é autor de varios livros. Apresentou uma dissertação sobre o Se- gundo Templo em Jerusalém. na área de Judaísmo e Arqueologia, no Whitefield Theoiogical Seminary na Flórida. EUA. ' r Norbert Lieth + Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens êm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua . __ ¡ onversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até i conclui-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou , à Suiça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. E autor de varios livros publicados em alemão. portugués e espanhol. f r 'm Meno Kalisher Serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemp- tion e como expositor da Biblia em congressos interdenominacio- WQ nais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiànico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pes- soal e que Ele e o Messias prometido de Israel. Suas palestras tém sido muito abençoadas. mostrando a visão judaica da Biblia. Jamil Abdalla F9 ô w, t Brasileiro. casado com Ana Lucia, tem dois iilhos. Ele e sua esposa integram a equipe de Congressos Internacionais promovidos pela &m; Chamada. E bacharel em Teologia e Educação Cristã pelo 5, . . “ Seminário Bíblico Palavra da Vida (SBPV). Desenvolve o ministerio ¡- Y b V' t i; pastoral na supervisão e implantação de igrejas. Tem realizado palestras sobre a palavra prolética nas igrejas, através do CnamEsperança. E tradutor e editor de obras teológicas (livros, obras de referência e periódicos). ” Reinhold Federoif e g, Reinhold Federoif é missionário alemão. artista gráfico e palestrante. im* Trabalha com a Obra Missionária Chamada da Meia-Noite há 30 anos no Brasil. fazendo parte de sua diretoria. Ele viaja por todo o ' Brasil. com um grande ônibus-trailer, o VERBUS, representando a missão. palestrando nas mais diversas igrejas e divulgando a literatura cristã. Reinhold desenvolveu em seu ministério a pregação audiovisual que tem sido uma bênção para muitos. ¡ . V! , . .zu u¡ x""- rm, t, v. j f¡ l . i l ¡ L r ›v K ' Jael Kalisher lrit Iftert Jamil e Ana Lúcia Abdalla LOCAL DO CONGRESSO Todo o congresso (palestras) será realizado no Hotel Monte Real, que possui excelente infraestrutura com um Centro de Convenções com capacidade para 1500 pessoas. As refeições serão tomadas no hotel em que estiver hospedado. CERTIFICADOS, PASTAS E CAMISETAS Todos os inscritos receberão Certificado de Participação e pasta com material do congresso. Faça sua inscrição até 31/07 e ganhe uma linda camiseta do evento. HORÁRIO DE CHEGADA E SAÍDA Os participantes serão recebidos no Hotel a partir das 14hs do dia 22 de outubro de 2014, quarta-feira e deverão deixá-Io até as 15hs do dia 25 de outubro de 2014, sábado. TRANSLADO A partir das i4 hs. de 22/10 haverá transporte (gratuito) da rodoviaria para o hotel, e após o término do Congresso, do hotel para a rodoviária. ESTANDES Haverá estandes com excelentes ofertas de livros, Bíblias, folhetos. revistas, CDs, DVDs. camisetas, pôsteres, etc. .. TARDE LIVRE A tarde do dia 24 de outubro (sexta-feira) será completamente livre para um belo passeio que será oferecido a um excelente preço durante o congresso. -_u--Z3-'-':1 ÍJMIML: '. sacana 7391.5152 . l wwwllhamallaxzomhr i ____I-_"'__J
  13. 13. HOSPEDAGEM Hotel Monte Real Rua São Paulo. 622 Aguas de Lindoia-SP Tel. (19) 3924-9200 www. montereal. com. br Hotel Recanto da Bela Vista Rua Minas Gerais. 384 Aguas de Lindoia/ SP Tel, (19) 3824-1102 Hotel Mantovani Rua França. 34 Aguas de LindOiaSP Tel. (l 9) 3924-9510 I! ” e' Pagamento parcelado: As parcelas deverao ser pagas atraves de: - Cheques pre-datados - Cartão de credito Os precos incluem participação no congresso. hospedagem e as refeições constantes do pro- grama Eles não inc Jem bebidas e extras no hotel. Em caso de desistência. sera retido o valor de RS 100 00 Jan Fev Mar Abr Ma¡ Jun 10x 9x 8x 7x 6x 5x 4x 3x Jul Ago Set Out INVESTIMENTO SOMENTE A INSCRIÇÃO isom hospedagem) e aliriieittacaoi INDWIDU ' R$95.00 CA5AL INDIVIDUAL (2 a 3 pessoas no apto com ar condicionada/ CASAL (apto com a¡ condicionado) CASAL (ap/ o sem ar condicionado) (2 a 3 pessoas na ; ip/ o sem ar COHdlC/ Ullcído/ l ) À VISTA: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil até 31/07/14 RS 720,00 R$ 835,00 RS 1296,00 R$ 1503,00 até 30/09/14 R$ 780.00 RS 895,00 R$ 1404.00 R5 1611,00 até 23/10/14 R$ 835.00 R$ 950.00 R$ 1503,00 R$1710,00 2) À PRAZO*: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil 3,933?? de Rs 835.00 R$ 950,00 R$ 1503,00 R$ 1710.00 HQIEL RECANTO DA BELA VISTA INDIVID AL INDIVIDUAL CA (E a 3 ; Jess s im . ap/ o (2 3 ; iessoas no apto (ap/ o sem sem ar condicin/ iadui com a¡ LÍÚHÕlC/ OIVJÚÚ/ a¡ condicionado) CASAL (ap/ D com ar CO/ 'ld/ C/Oliadb/ I ) À VISTA: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil até 31/07/14 R$ 670.00 R$ 770,00 R$ 1206,00 RS 1386,00 ate 30/09/14 RS 720.00 RS 820.00 RS 1296,00 RS 1476.00 até 23/10/14 RS 770.00 R$ 870,00 R$ 1386,00 R$ 1566,00 2) À PRAZO*: cartão de credito. cheque ou deposito no Bradesco ou Banco do Brasil 3133.2319 de Rs 770,00 R$ 870,00 Rs 1386,00 R$ 1566,00 HÉÍEI. MANTÇVANI _ INDIVIDUAL CASAL rapto sem a¡ condicionado( (sing/ e apra sem a¡ EU/ lUlC/ O/itií/ O/ I) À VISTA: cartão de crédito. cheque ou depósito no Bradesco ou Banco do Brasil até 31/07/14 RS 590.00 R$ 810.00 R$ 1062.00 até 30/09/14 RS 640.00 RS 860.00 R5 1152.00 até 23/10/14 R$ 690,00 RS 910,00 RS 1242,00 2) À PRAZO*: cartão de credito. cheque ou depósito no Bradesco ou Banco do Brasil $33,23? “e Rs 690,00 R$ 910,00 R$ 1242,00 Pastores 10% DE DESCONTO sobre os precos individuais Grupos: A cada 10 inscrições. a 119 é GRATIS + um conjunto dos DVDs do Congresso Crianças ate 4 anos - Cortesia 5a i0 anos - RS 220 00 11 anos acima- preco de adulto 2x 1 x Durante as palestras. havera programacao especial para cnancas (acima de 3 anos) INSCRIÇÃO Águas de LindoiaiSP - 22 a 253102014 Envie-a hoje mesmo para Odia lilssionaria Chamada da Ideia-Noite Caixa Postal 1688 - PORTO ALEGREiRS r 90001-970 t Fax (51 l3249 7385 Nome: Fone: (í Rua: Bairro: CEP: email: Denominação: Participante de grupo: üNão IjSim Nome do responsável: Se possíveLgostaria de ficar hospedado com: Forma de pagamento: ü à vista CI Cheques pré-datados (nominais cruzados, do seu proprio talão) IJ Depósito Instantâneo (anexar copia) no BRADESCO (Ag.324-7 . l Conta 38086-3) Ú Depósito Instantâneo (anexar cópia) no BANCO DO BRASIL- Ag. 2821-5. conta 4988-3 CGC: 928901881000155 l Válido somente após envio da COPIA do comprovante! E' parcelado SexozIj M Ú F , Data Nasc. : N°: B| oco: ____ Apto: Tr_ Estado: Camiseta: (p/ inscrições até _3_I/7): J P L¡ M G ü GG Camiseta (cônjuge): PU M : I G Lj GG Cargo na Igreja: FAX: ( Cidade: No caso de inscrição de casal. indique o nome do cônjuge: Hosp. em: Hotel Monte Real Ú com ar Ú sem ar Hotel Recanto da BeIaVista Ú com ar Ú sem ar Hotel Mantovani Lj sem ar Ú sem ar (single) É . Z ou í' mw g9 QL¡ EL) oo “a m _CE i-“e É¡ 32 sã 5,9 5.9 a: : gm ao. :a o >e . SÉ . .E om 0.a. VISA É Titular: Liimos igl- IO: 00 trens: : a0 ca nao Validade: _'
  14. 14. *spa u. , _ Uma das lembranças mais vividas da minha infância, quanto às celebrações da Páscoa com minha família, e' a de encon- trar o ajikomen escondido e pedir minha recompensa: "Eu gostaria de ganhar a bici- cleta que vi na vitrine da loja”, disse ao meu pai. Passar a Páscoa (Pessach, em hebraico) na casa de meus avós era uma mistura de bênçãos. A comida e o tempo com a famí- lia eram ótimos; o sêder (ceia pascal) era longo e às vezes era monótono. Ano após ano, à medida que comemorávamos a pri- meira Páscoa e a libertação da escravidão que a Páscoa ocasionou, o ponto alto da minha noite era o drama do afikomen. Ele t: llllI1I, ¡"'I H1". ;l-HI I Ill *”'<? r-. proporciona uma mensagem comovente tanto para judeus quanto para cristãos. Uma sacola de linho branco, ou algo assim, lindamente decorada, com a pala- vra hebraica matzoh bordada nela, fica so- bre a mesa da Páscoa, perto do líder do sê- der. Essa matzoh tash, ou seja, sacola da unidade, contém três matzohs, cada um em seu próprio compartimento. As duas interpretações rabínicas mais comuns so- bre esses três matzohs são que eles repre- sentam (1) a unidade dos patriarcas: Abraão, Isaque e Jacó, ou (2) as três clas- ses do povo judeu: os sacerdotes, os levi- tas, e os am halzretz, que signiñca"as pes- soas da terra", ou seja, pessoas comuns. A idéia é que, quando estamos unidos, so- mos fortes. 0 povo judeu segue a ordem do culto do sêder em um livrete chamado Hagga- dah. Em um momento específico, o líder pega o matzoh do meio na sacola da uni- dade, parte-o em dois, e o embrulha em um tecido de linho branco. Depois, os par- ticipantes da Pascoa fecham os olhos e o lí- der esconde o afikomen. Aquele matzoh quebrado e embrulhado é o afikamen. Após a refeição da Páscoa, desenrola- -se o drama do ajikomen. Há um grande entusiasmo quando as crianças são libe- radas para irem procurar o matzoh que está faltando. O menino ou a menina que
  15. 15. o encontrar recebe um prêmio. Provavel- mente toda criança que já participou da busca quer ser aquela que vai encontrar o afikomen, porque a tradição diz que quem encontrar o matzoh pode pedir ao líder qualquer coisa que quiser. O lider tem que redimi-lo. Os rabinos dizem que cada pessoa no sêder deve então comer um pedacinho do afikomen. Eles dizem que e' uma sobreme- sa e sinaliza o final da refeição; não se deve comer mais nada depois disso. 0 relato bíblico da Páscoa, logicamen- te, se centraliza em Deus redimir Seu povo por meio do sangue do cordeiro. Muitos rabinos ensinam que o afíkomen substitui o sacrifício pascal. Assim, o sabor e o sig- nificado do afikomen devem durar tanto quanto possível. Se o afikomen traz drama para os lares judeus, ele traz ainda mais drama para os cristãos privilegiados em observar a tradi- jç 'ríi | II 'ri HH | '.' omA SACDLA DA omiooor. ou em» TASH. ': !_''r'V, ";-'-«__'-” " . à : v9 . v '-4 . e nm, ção. O motivo é a maravilhosa figura que o ajikomen pinta de Jesus como o Cordeiro Pascal. Os três matzohs em uma sacola da unidade simbolizam perfeitamente as três Pessoas do Deus Triúno. Como a Se- gunda Pessoa da Trindade, Jesus foi que- brado, envolto em vestes funeraís, e se- pultado - exatamente como o matzoh do meio, que e' quebrado, embrulhado e es- condido. Então Jesus ressuscitou dos mortos e foi visto por muitas pessoas - assim como o afíkamen é trazido de volta e visto por todos. O próprio Jesus tomou o pão da Pás- coa, sem fermento, e o partiu, dizendo: "Is- to e' o meu corpo, que é dado em favor de vocês” (1 Co 11.24, NVI). Ele compartilhou de Sua última Páscoa e depois se tornou a Páscoa final para nós. Os rabinos dizem que afikamen signi- fica "aquilo que vem mais tarde”, ou "a “b 0° 69% . Ísq/ Ê? sobremesa". No entanto, a palavra grega aphíkomenos, no tempo aoristo, significa “Ele já veio", fazendo da mensagem do afikomen a mensagem do Evangelho. À medida que o povo judeu se lembra do cordeiro que lhes trouxe redenção do ju- go de escravidão, os cristãos vêem Jesus lhes proporcionando a redenção do jugo do pecado. Embora tivesse encontrado o afikomen naquele ano, eu não ganhei minha bicicle- ta. Ganhei um dólar. Mas o Senhor tinha muito mais reservado para mim. Um dia, muitos anos atrás, eu entendi que “Ele [Ie- sus] já veio" para me redimir do jugo do pecado. E não há nada de monótono em minha nova vida nEle. (Israel My Glory) ~^^ Steve Herzíg é o diretor dos ministérios norte- ameritunos de Tha Friends of Israel, . ltlllllk m: Html'. :um Il nr l¡ “storm sACIííÍÀjÉsPreIÁLÍie/ segr o MATZUH. i
  16. 16. Estes são os elementos que pertencem ao prato do sêder: Betzah (Ovo). 0 ovo indica o inverno cedendo lugar à primavera e a vida ree- mergindo da morte aparente. Na tradição judaica, os ovos são comidos quando as pessoas estão chorando pela morte de um ente querido. No contexto da Páscoa, o po- vo judeu chora pela destruição de seu Tem- plo, onde os cordeiros pascais eram sacrifi- cados. Assim, um ovo bem cozido serve co- mo um lembrete do cordeiro pascal. Ele é mergulhado em água salgada e comido. Como ele não havia sido incluído no sêder ate' após a morte de Cristo, algumas pesso- as podem especular que o ovo deve ter sido acrescentado por judeus cristãos da igreja primitiva para simbolizar a morte e a res- surreição de Jesus. Zerah (O osso da perna de um cordei- ro). Algumas pessoas usam osso de fran- go. Ele simboliza os cordeiros pascais sa- crificados no Templo, bem como os cor- deiros mortos no Egito para proteger os israelitas da décima praga, a morte dos primogênitos. Depois que o Templo foi destruído, tornou-se impossível oferecer sacrifícios. Portanto, o osso é um substitu- to do cordeiro pascal. 0 cordeiro assado no fogo era parte da Páscoa original (Êx 12) e fala de redenção. Maror (Ervas amargas, geralmente rá- bano). 0 maror relembra ao povo judeu sua amarga escravidão no Egito. As ervas amargas também eram parte da Páscoa original ordenada por Deus (Êx 12.8). 0 maror deveria ser forte o suficiente para trazer lágrimas aos olhos. Karpas (Um vegetal, geralmente a sal- sinha). Simboliza o hissopo usado para passar o sangue do cordeiro nas vergas das portas (Êx 12.22). Como o ovo, e' mergu- lhado em água salgada e comido. Charoset. Esta mistura saborosa simboliza a doçura da liberdade. A pa- lavra hebraica charoset significa “bar- ro". A mistura representa a argamassa ou o barro que os escravos israelitas usavam para fazer tijolos para seus cru- éis capatazes egípcios. (Veja “Como Fa- zer o Charoset”). Água Salgada. Ela representa as lágri- mas que o povo judeu derramou quando era escravo no Egito. Raiz de Vegetal. Faz alusão ao traba- lho duro que os israelitas realizaram no Egito. c*
  17. 17. [Iria em Belem Rute e Noemi - os leitores do Biblia omom esse relato romântico e emocio- nonte. O ocorrido se deu no tempo dos Juízes (cerco de l. l00 anos d. C.), on- tes que os israelitas tivessem se torno- do Um reino. O livro de Rute conto a história de uma mulher que, forçado pela fome, juntamente com seu marido e dois filhos, teve de deixar suo cidade natal, Belém, no terra de Judá, e em- preendeu viagem para o Oriente, otro- vessondo o rio Jordão, poro se estabe- lecer em Moohe. Lá, entre os gentios, os jovens se casaram com moças locais - Orfo e Rute (a tradição diz que elas eram princesas e irmãs). Mas o tragédia seguiu duramente o Noemi, deixan- do viúvas o elo e suas noros. Ouvindo que o fome hovio termi- nado, Noemi, enlutodo, porte de vol- to para caso. Ela não tinha nenhuma outra opção e nenhum outro lugar para onde ir. Orfc e Rute o seguem, mos, em suo amargura e pesar, Noe- mi mondo-as embora. "Ide, volta¡ ca- da uma à casa de sua mãe; e o SE- NHOR use convosco cle benevolência, como vós usastes com os que morre- ram e comigo" (Rute 7.8). Orfo volta os costas o Noemi, es- colhendo refazer sucI vida entre seu povo pogão. Mos Rute não quis se retirar. Apegando-se à israelita on- gustíodo, elo falo algumas dos polo- vras mois bonitos e oltruístos de toolo o Livro: "Disse, porém, Rute: Não me ins- tes para que te deixe e me obrigue a não seguir-fe; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, mor- rerei eu e aí serei sepultado; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coiso que não seja a morte me separar de ti" (Rute l. ló- i7). O omor de Rute por Noemi era incondicional apesar do modo como sua sogro reagiu e se comportou. Em resposta à amargura de Noemi, Rute mostra somente compaixão. Ternura e gentileza guiam suas polo- vras e determinam suos atitudes. Es- se amor e o maneiro como elo hon- ra Noemi finalmente trarão curo e alegria o uma senhora idoso e uma bênção maravilhoso e oportuno po- ro o moço. Onde encontramos mulheres as- sim hoje em dia? Vemos Noemi no povo judeu. Le- voclo paro foro de suo terra pela -¡ . o HORIZONTE "mão" de Deus, ele viveu em meio aos gentios por aproximadamente 2.000 anos, onde foi perseguido obstinodomente e enfrentou sofrimen- to e morte. Atualmente, o remanes- cente clcquelo que serio uma das maiores nações no terra voltou - e está voltando - para casa. Aparente- mente, elo é uma noção invejável - reconstituida, próspero, auto-suficien- te e bem-sucedida. Mas, no seu ínti- mo se encontram séculos de uma profundo dor acumulado. Rute represento os gentios que crerom, que se ligaram eternamente co Deus de Noemi, ao povo de Noe- mi e à terra que foi dado para ele em aliança. Eles vêem os judeus por intermédio dos olhos da compaixão e do amor incondicional. E também apreço: tudo o que consideram mois precioso no vida - Deus, o Messias, o Bíblia e tudo o que elo contém - eles receberam através do povo de lsrcel. Eles lêem nos Escrituras que Is- rael terá sempre um propósito nacio- nol dentro dos propósitos de Deus, que o lsroel nacional tem um futuro glorioso, cheio cle esperança. Em cumprimento às palavras do profeta Zacarias, eles segurarão nos judeus e lhes suplicarão: "Naquele dia, suce- trlllllllll Ui lSllAEl, Àllñll ill ? Illl ' 17
  18. 18. derá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pega- rão, sim, na orla da veste de um ¡u- deu e / he dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco" (Zacarias 8.23). Mas, e Orta? Onde estó aquela mulher sem Fé e o que ela estará Fa- zendo hoje? OrFa não é grata, OrFa é arro- gante, OrFa é sábia segundo sua própria opinião, e OrFa esta em to- dos os lugares (veja Romanos II. I9,25). Ela desdenha seu relacio- namento com Noemi. Se ela alguma vez tentou sentir compaixão por sua sogra soFredora, e a história deixa dúvidas sobre isto, aquela inclinação hó muito se desvaneceu. Hoje Oria representa a ueles gentios apóstatas, rejeita ores, que, embora aFirmem ser cristãos, escolheram se separar das próprias Fundações daquela Fé - as raízes judaicas. São adeptos da chamada Teologia da Substituição, ou seces- sionismo - crendo que a Igreja substituiu plenamente Israel no pla- no redentivo de Deus para a huma- nidade. Além disso tudo, eles se voltaram contra o povo judeu, que permanece o verdadeiro Foco des- ses propósitos do Senhor - sendo a menina dos olhos de Deus. Durante anos, o espírito de OrFa tem se maniFestado como um anti-se- mitismo explícito através de líderes cristãos proFessos, de igrejas, organi- zações e grupos, dentre os quais po- demos citar a Igreja Católica Romana e as 349 denominações protestantes representadas no Conselho Mundial de Igrejas (CMI), inclusive igrejas que assumem Freqüentemente a vanguar- da dessa tendência, como a Uniting Church na Australia e a Igreja Presbi- teriana dos Estados Unidos. OrFa Foi e permanece sendo a corrente principal e mal orientada da cristandade - ela tem sido assim des- de que a Igreja primitiva se tornou, em sua maioria, gentia. Oria representa aqueles que cli- zem que receberam sua Fé e seu dom da vida eterna através do povo ju- deu, mas que esse povo (os judeus) já serviu ao seu propósito e agora perdeu seu signiFicado como nação. E o que é pior, eles dizem que is- so é por causa do erro dos próprios judeus, que rejeitaram Jesus. A mensagem de OrFa para o po- vo judeu é a seguinte: "Agora o seu Messias é nosso, e muito obrigado. Jó não precisamos mais de vocês e, seja como For, vocês desistiram dEle quando O mataram. Nós viveremos em meio às nossas próprias nações e ATUALMENTE, CI REMANESEENTE DAIIUELA ÚUE SERIA UMA DAS MAIIJRES NAÇÕES NA TERRA 'nz Iwlillllttlt II: :NiÍIÍÍL miau¡ IIL fllll! VULTUU - E ESTÁ VLILTANDD - PARA CASA. nos apoiaremos em nosso cristianis- mo do "Novo Testamento" e não te- mos nada a ver com vocês - exceto para apontar-lhes nosso dedo de crí- tica e julgamento, e de ameaça-los com o interno e a condenação se vo- cês se recusarem a se arrepender e a se converteu" No dia IO de março de 2014 es- sa OrFa hostil chegou a Belém, a ci- dade da mulher que uma vez ela desprezou, a cidade de que Noemi não pode mais, pelo menos no mo- mento presente, dizer que é sua. Ela vem vindo na Forma agouren- ta do "Cristo" ardentemente pró-pa- lestino na ConFerência "Christ at the ChecI<point" - CATC (Cristo no Posto de Controle). E a terceira visita que ela Faz a essa cidade, onde tem liber- dade para ir e vir porque hoje Belém está debaixo de uma cobertura espi- ritualmente escura e opressiva do controle da OLP (Organização Para a Libertação da Palestina). Patrocinado pela Faculdade de Teologia de Belém, OrFa veio para o Palace Jacir, hotel cinco estrelas, na Forma de centenas de delegados e participantes de diferentes partes do mundo. (Mais de 600 pessoas parti- ciparam da conFerência de 2012 e, de acordo com o site, acabaram os ingressos para o evento de 2OI 4). Membros da OLP, inclusive o pre- Feito de Belém, deFensor do terroris- mo, e o primeiro-ministro da Autori- dade Palestina, entusiasta do terror, Foram convidados para estender o ta- pete de boas-vindas. Todos os dias do programa co- meçaram com uma visita ao "Che- ckpoint" (Posto de Controle) - a barreira que Israel Foi Forçado a construir para manter aFastados os homens-bombo que vinham de Be- lém e de outras areas controladas pela OLP, impedindo que eles estra- çalhassem os judeus. Foi para este "simbolo da opressão exercida por Israel" que a conFerência trouxe seu "Cristo". Dali, de acordo com o site da CATC, os delegados recém-ins ira- dos sairam em bandos para o oteI para um tempo de "adoração e um estudo bíblico eniocando o natureza
  19. 19. do Reino de Deus nos ensinamentos de Jesus". Em meio a dias inteiros de con- versações e discussões de painéis, houve visitas aos sitios "diretamente aFetados pelo conFIito", onde indiví- duos discutiram como o conFIito aFe- ta suas vidas, e os delegados tive- ram tempo para uma "reFIexão pes- soal e oração". As noites completaram os dias da conFerência com mais "louvor e adoração" seguidos de mais duas palestras. A lista dos palestrantes é um "quem é quem" entre as vozes an- ti-Israel e pró-secessionistas. Dois líderes messiônicos Foram semea- dos ali como Folhas de Figueira pa- ra encobrir a reveladora lista de i3 palestrantes árabes e i9 Figu- ras internacionais. Os mais proeminentes entre aqueles de Fora do Oriente Médio são Gary Burge, Porter Speakman, Colin Chapman e ManFred Kohl. Re- presentantes do exterior são outros anti-semitas notáveis - Amigos da Sabeel no Reino Unido, Visão Mun- dial Internacional, a Igreja Ortodoxa Copta, membro do CMI, a Aliança Evangélica Mundial e o Movimento de Lausanne. Que tipos de coisas podemos es- perar ouvir de OrFa? Algumas cita- ções da CATC de 20i2 podem nos dar umas dicas: "Se olharmos de perto o suFiciente para o rosto dos oprimidos [leia-se "os palestinos"], podemos ver nossos próprios rostos. E se olharmos de perto o suficiente para as mãos do opressor [leia-se "os israelenses"], podemos ver nossas próprias mãos". "Jesus [não] estava deFendendo uma atitude resignada e passiva com respeito aos opressores [leia-se "os israelenses") A resposta de Jesus Foi conclamar os oprimidos [leia-se "os paIestinos"] para tomarem o coman- do da situação". "Se nossa teologia da terra, da justiça, da eleição, se tornarem abso- lutas - elas se tornam heresias". "Não estamos inventando nosso soFrimento, o posto de controle é a nossa realidade". RUTE REPRESENTA OS GENTIDS DUE CRERAM, DUE SE LIGARAM ETERNAMENTE AO DEUS OE NOEMI. AD POVO DE NOEMI E À TERRA DUE FOI DADA PARA ELE EM ALIANÇA. ELES VÊEM US JUDEUS POR INTERMEDIO DOS OLHOS DA COMPAIXÃD E DO AMOR INEDNDICIDNAL. "Nós realmente queremos educar a igreja em geral, mas especialmen- te a igreja evangéica, sobre o que esta acontecendo aqui. Queremos que os cristãos de todo o mundo ve- nham, vejam o posto de controle, ve- jam o muro, vejam a ocupação co- mo ela é. E então, abram a Bíblia e digam: "O que Cristo nos diz a res- peito disto? "". "O amor não é uma oportunida- de para negligenciarmos a justiça. O amor é uma oportunidade para bus- carmos a justiça. (. ..) Não Fico cons- trangido por dizer que eu amo o po- vo judeu. Toda pessoa judia é um presente de Deus. Mas eu odeio a in- justiça. (. ..) A ocupação israelense é um pecado. E as pessoas precisam se arrepender desse pecado (. ..)". OrFa veio a Belém para amaldiço- ar Noemi. E Noemi sabe. Os judeus sabem, e muito bem, qual é a natureza de OrFa - desses ajuntamentos de "cristãos" em Belém. Os judeus sabem no que essas pessoas crêem, o que elas vão dizer, que tom terão suas palavras e que cheiro terão seus ensinamentos. Os judeus conhecem, a partir de dois mil anos de experiência amarga e desesperadamente penosa, as cren- ças, as visões, as convicções e as mo- tivações dessas pessoas. Eles sabem que os adversários mais perseverantes e mais inexorá- veis que eles têm são "os cristãos". "Os cristãos" que ensinam que os judeus mataram Cristo. "Os cristãos" que aiirmam que os judeus soFreram como nação porque rejeitaram a Cristo - e Foi bem Feito. "Os cristãos" que vêem Jesus co- mo "nosso Salvador". "Os cristãos" que amam o Deus dos judeus, mas odeiam os judeus. "Os cristãos" que tentam tirar o cisco do olho de Israel quando eles mesmos não conseguem ver a trave que esta no olho de suas nações. "Os cristãos" que crêem em Fazer uma cruzada para Cristo e contra o povo de Cristo, de trabalhar pela vol- ta do "Reino de Deus" trabalhando incansavelmente contra a "restaura- ção do reino a Israel". "Os cristãos" que dizem que os judeus devem se reconciliar com os árabes renunciando à sua herança e ao chamado que eles têm de Deus. "Os cristãos" que endossam o movimento BDS (boicotes, desinvesti- mentos e sanções) contra Israel. Sim, os judeus sabem o que está acontecendo em Belém. aililllnm): III; lRII: |!L_t| i|i| ÍI III: m! I 'w
  20. 20. 'i tem. , , -.. ,.p-à›v. -'-rtz. 'í ' . s ; BAL- DURANTE ANOS. O ESPÍRITO DE ORFA TEM SE MANIFESTADD COMO UM ANTI-SEMITISMD EXPLICITD ATRAVES DE LÍDERES CRISTÃOS PRDFESSOS, DE IGREJAS. ORGANIZAÇÕES E GRUPOS. OENTRE OS DUAIS PODEMOS CITAR A UNITING CHURCH NA AUSTRÁLIA. Eles viram as charges dos soldados sem alma das Forças de DeFesa de Isra- el expulsando José e Maria de Belém. E eles ouviram Falar sobre um dos mais altos objetivos da CATC: o dese- jo de erguer uma separação entre o mundo cristão evangélico, predomi- nantemente pró-Israel, e Israel. No dia 9 de março, o ministério de Relações Exteriores de Israel divul- gou uma "sugestão" sem precedentes aos cristãos para se manterem aFas- tados da ConFerência "Cristo no Pos- to de Controle". Em uma correspondência pessoal com uma publicação cristã local, um Funcionário do ministério disse que "intelizmente, sabemos muito bem so- bre a conFerência". Ele explicou que, para o governo israelense, o evento "é particularmente problemático, por- que é projetado para a liderança cristã-evangélica - uma audiência extremamente importante para nós". : JI: - 'IIIIÍIAN- il: tmn . ililtlll Il: mm O ministério não mediu as pala- vras em uma declaração de última hora relativamente ao evento "Cristo no Posto de Controle": "A tentativa de usar motivos reli- giosos a Fim de mobilizar a propa- ganda política e de agitar os senti- mentos dos Fiéis através da manipula- ção da religião e da política é um ato inaceitável e vergonhoso. Usar a reli- gião para propósito de incitamento a serviço de interesses politicos mancha a pessoa que Faz isso com uma nó- doa de indelével inFõmia". A amarga tentativa de OrFa, Ie- vada pela inveja, de separar Rute de Noemi, usando o "amor" cristão e palavras enganosas de "reconcilia- ção" para induzi-Ia a voltar para sua terra e seus costumes pagãos não vai Funcionar. E nós, Rute, precisamos nos apro- ximar especialmente de Noemi para reaFirmó-Ia e estimula-Ia com as pro- messas e a Fidelidade de Deus e Seu proFundo amor. "Noemi, Deus Fez de você Seu po- vo escolhido e lhe deu esta terra. Seus dons e Seu chamado são irrevogóveis. Você Fo¡ preservada durante centenas de anos de peregrinação e agora re- tornou para sua terra pela vontade dEle. Ele trouxe você de volta para Fi- car, e não Fará com que você tenha que ir embora, que seja desapossada, deslegitimizada ou destruída". "Não olhe para o que está acon- tecendo em Belém. Não ouça aquelas vozes nem preste atenção àquelas mentiras". "Você é o tesouro especial de Deus. Ele trouxe você de volta para planta-Ia em sua terra, para regozi- jar-se com seu cântico, e para nunca mais arrancar você deste lugar". "Noemi, sabemos quanto você está soFrendo, quão solitária e insegura e não-amada você se sente. Mas, ouça, ouça as palavras de sua amada nora. Ouça novamente a expressão de iden- tidade, cheia de compromisso e o amor sem igual nas palavras de Rute e, ne- las, por Favor, ouça nossas palavras: "Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; por- que, aonde quer que Fores, irei eu e, onde quer que pousares, a/ i pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrereí eu e aí serei se- pultado; Faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti" (Rute i. 76-77). (Stan Goodenough - ht- tp: //jerusalemwatchman. org) é* Stan Goodenough é o Jerusalem Watchmen [Sentinela de Jerusulénü. Ele é um cristão sionista que crê na Bíblia, natural da Africa do Sul, destendente dos peregrinos do MoyFIower, marido de uma excelente esposa, pa¡ de sete filhos, residente ha 23 unos no Estado de Israel, guia turístico israelense autorizado, jornalista e comentarista. gr-. iihitnua 2*) ! Mm 'Iuemlm i 'rfvrínrustiutumiiia. orcimjy
  21. 21. Os Humanas Esíàn de In ia Viajantes em pé no topo da fortaleza de Massada, no deserto da Judéia, que olham para baixo numa descida estonteante de mais de 300 metros para o chão do deserto, ficam instantanea- mente conscientes de um pano- rama histórico estupendo. Em volta do platô há antigos muros (os restos de campos de cerco ro- manos) e uma enorme rampa, construída por legionários ata- cantes, para desalojar os últimos remanescentes da rebelião judai- ca contra o Império Romano no ano 70 d. C. Durante séculos, os ventos acima do topo pareciam sussur- rar as palavras “Nunca Maísl". Sessenta ou setenta anos atrás, essas palavras teriam ardído nas mentes daqueles que observavam aquele cenário revelador; e o mundo teria ecoado sua quase que unânime aprovação. Agora, entretanto, os ventos mudaram. Por assim dizer, os romanos es- tão de volta. Desta vez eles não usam cata- pultas, pedras, espadas, ou lan- ças. Eles usam foguetes, explosi- vos, e armas automáticas; e são regimes hostis devotados a tenni- nar aquilo que seus companhei- ros da Antigüidade começaram. Considere: o Egito estava nas mãos de terroristas ligados aos fanáticos do Hamas, e continua tentando controlá-los. Na velo- cidade em que as coisas estão acontecendo, os imprestáveis li- deres do Ocidente não estão fa- zendo outra coisa senão dar ao Irã o tempo que ele precisa para obter sua bomba, com o já anunciado primeiro alvo: Tel Aviv, Israel. A rebelião siria impelíu Israel a construir outro muro para frus- trar os ataques que virão se as forças jihadistas conseguirem se manter no pais. O Oriente Mé- dio, de fato, se parece com uma fortaleza israelense rodeada pelas mentes que têm perpetuamente buscado liquidar o povo judeu. A diferença entre hoje e o ano 70 é apenas uma questão de altitude. No nível do chão tudo o mais parece igual. Aqui está uma pergunta que necessita de urgente resposta: se a ONU tivesse que votar hoje a mesma resolução que aprovou no dia 29 de novembro de 1947, dan- do ao povo judeu a terra para sua pátria, será que o resultado seria o mesmo? A resposta é um enfátíco NÃO. Se a votação fosse hoje, po- demos ter certeza de que não exis- tiria o Estado de Israel soberano. O que mudou? A grande maioria dos líderes e dos ociden- tais autoindulgentes escolheram '--: x;: e _ . - x, _' esquecer o que os inimigos de Is- rael decidiram lembrar: seu ódio ao povo judeu e a determinação de eliminá-lo. Vivemos em uma cultura anestesiada, envaidecida pela propaganda e convencida de que tudo estará bem no mundo se tão somente conseguirmos atin- gir uma civilidade comunitária. Mas tal civilidade jamais existiu e é impossível criá-la por uma ra- zão muito simples: existe malda- de no mundo e agentes malignos promovem ações destrutivas. Menos que 70 anos atrás, es- távamos enredados com a Se- gunda Guerra Mundial, lutando contra o maior genocida que o mundo moderno já conheceu. A coisa certa a fazer era reconhecer o direito inerente de Israel a um lugar entre as nações. Hoje, a propensão para se fazer a coisa certa se foi. SE A ONU TIVESSE OUE VOTAR HOJE A MESMA RESOLUÇÃO OUE APROVOU NO DIA 29 DE HOVEMBRO OE 1947. DANDO AO POVO JUDEU A TERRA PARA SUA PÁTRIA. SERÁ OUE O RESULTADO SERIA O MESMO? A RESPOSTA E UM ENEATICO NÃO. SE A VOTAÇÃO FOSSE HOJE. PODEMOS TER CERTEZA DE OUE IIIÃO EXISTIRIA O ESTADO DE ISRAEL SORERANO. 'illlllllttf ! lãzllsliltllt : num u: 'mm : :A:
  22. 22. Questionar a legitimidade da- quele reconhecimento é uma transgressão internacional indes- culpável. Além disso, dignificar, como se fosse algo meritório, a re- cusa da Autoridade Palestina (AP) em negociar a paz de boa-fé deve- ria ser algo constrangedor aos nos- sos “experts” em relações exterio- res. A persistente recalcitrância da AP é uma indicação inequívoca do final do jogo que eles esperam, a saber, a aniquilação de Israel. Será que as palavras "Nunca Mais! " têm algum significado contemporâneo? Será que a so- brevivência de uma nação deve íktrnsummmnri IIIII A L. v; -“ 539m iiéiífííiâ¡ , DE 11 A 31 DE MAIO DE 2014 ser decidida por assembléias cor- ruptas dominadas por pessoas hostis que têm suas próprias se- gundas intenções? Há muito que ser dito sobre o preço pago por aqueles que fize- ram a coisa certa, em vez de se curvarem às pesquisas de opinião ou optarem E pelo conforto do apoio popular. Aqueles que pa- garam aquele preço foram pesso- as cuja determinação passou pelo teste do tempo e foi aprovada, e cuja coragem passou para nós o maior período de paz, prosperi- dade e liberdade pessoal que este planeta já conheceu. A boa notícia é que, embora os mecanismos dos esforços persistentes e os antigos perso- nagens já não existam mais, Is- rael está vivo e passa bem. Esse fato não mudará e é a mensa- gem eterna para todos os dissi- muladores cheios de más inten- ções. Quando eles tiverem de- saparecido e sido esquecidos, notas de rodapé sem significado histórico, o pequenino Israel ainda estará em pé. Está escrito no Livro e a história tem con- sistentemente proclamado um confirmador “Amém”. (Israel My Glory) u Khalil! 'Vlãtílogl w&mais; nujlrtlittsttlt)u. .ill CHAMADA. OMBR r _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ . ..- E_J-iiE_i*li__iâ__, informações: @í 0500 73.9.5152 , uwvwv. Cl1an1a(Ê; a.c<›ntbr '
  23. 23. »ill- Mttttttttttltltltilt*l'l'i~ili-Lliiiiillllliii((ill-li ç "Lú-L. Méé-*ffffflffffflífffff f , , . “VMA H v ; the g ; l . f , . i2 t pedidos: CD 0500 7895152 | wvvvv. charnada. com. br ; s í *til ll , ill Vivemos na última etapa dos tempos finais. A Igreja, Israel e nós, r “ _ pessoalmente, passamos por dias difíceis. Está escrito em 2 Timóteo 3.1: ' “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis”. , -4 Os desafios pessoais_ aumentam e batem na nossa vida como ondas. Adversidades e afliçoes inundam o nosso barco. Há um encorajamento em meio a todo o desânimo à nossa volta: o v Senhor Jesus cumpre tudo o que Ele diz. Tudo acontece como Ele _ = determina. O apostolo Paulo diz em Atos 27.25: "Portanto, senhores, tende ' ' . bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo por que me fo¡ _ dito". Nada pode deter Deus de cumprir a Sua Palavra: nem as decisões / j_ erradas, nem as tempestades, nem a incredulidade, nem a tripulação que 4;' queria abandonar o navio secretamente, nem os soldados que queriam S. matar os prisioneiros. Nada impediu a ação de Deus. Roma era o alvo e f não o mar, etc. . r** ' -. . Esta é a verdadeira fé, que se apóia na palavra dita por Deus e não no , _ que é visivel e que muda conforme as circunstâncias. Deixe que isso sejam ~ 7 - , __ ai. as palavras do seu dia: “ e por isso eu creio". 1731:¡ ? LEE V VIJWá SÚLRÉÂVÍÊQÉÉÍÀQ . . P¡ . . 7'; ê poa APENAS: t? 55 t Ig? . Iriâliàiuláiiliáílilkhlíliltãi' 0mtuliam»-rAi-ttãít-i--ztallelirh w: ltriítziítüimmitigarnmtgtvmtc-ilMllik; 'illl tinto INI: : z-iitluuíà* , IJIii= t›f: t-mjglu›. » ¡ÍIHÍIIIEIIIB xrsvv--w- Para suas consultas e i* pesquisas, tenha sempre à . mão as culttráivs anuais Ê ~ cnznpletais das revistas: É_ f ÊI gás' K'. . É? i . , _srt à , ; dnmela-noltoãg " V ' __ l e à' . u Feliciano¡ (Editing: ' n k
  24. 24. Todos os jogadores ativos sonham em participar da seleção nacional, mas somente 23 são os convocados. As equipes, fase após fase e uma a uma, são eliminadas e, assim, as esperanças de paises inteiros são frustradas. Depois da última partida, onde os jogadores estarão com os nervos à flor da pele, dando sua vida no campo, ficará somente uma equipe vencedora, somente uma seleção campeã. Mesmo que o segundo e terceiro lugares também sejam premiados, a frustração marca suas ñsionomias. Estes também estão entre os perdedores e sobrarão críticas sobre a atuação de cada integrante da equipe. 10,5 x IS cm - 4 páginas Ser campeão mundial de futebol não mudará_ a sua realidade atual, muito menos a futura. Porém, se você tiver a Cristo, será um CAMPEAO ETERNO no sentido mais amplo da palavra. apenas * IJ DEMO ' confira taligla de descontos para quantidades I0,5 x IS cm - 4 páginas 'r' o pior que pode acontecer aum jogador é, no momento decisivo, ferrar o gol e perder ¡ . o jogo. No texto original dot Novo Testamento, a palavra "pecado" significa: "não g acertar” ou "errarofalvoñ Sim, avitla pode ser resumida em apenas um chute errado. I Há Alguém que _tnarcgu um gol , monumental por nós. Alguém que nunca cometeu j l nenhumafalta - diga-se: pecado- dgrante Sua vida na terra: Jesus Cristo! ' _ A _ A . v. i' xx ~ A A * oonlir-a tiila de ti contos para ijuantiiiaiies I j : _ A_À'L1IÍUI' ' Historia de Amor Desde que existe a Humanidade, lia' histórias de amor. Belas e tristes. Os filmes, a TV e revistas estão repletas delas. Amor, paixão, aventuras e tngédias amorosas. .. Justamente as maiores histórias de amor, porém, muitas vezestermímm em tragédia. Romeu e Julieta são um exemplo disso. Contudo, existe uma verdadeira ltisíária de amor que tem um ñnal feliz eterno. I l I t i t t l l l l r l l i t l l . I r t** _EI/ Tabela de descontos ? progressivas _ “ E - A . - . . Pr 0 v v A_ g _ Quantidade (3100) pm-c m0 Desconto IOOU ou mais 1.76 559% 500 a 99') L9.; 50'? ? 200 a 499 2.15 45% 5 1 IUU a 199 2.34 404,7( : br V ÍÚLL-ig 2.73 . vw. j, A __ IUa i9 2.93 25v. s a 9 3.12 2047. 3.90 09? 50 a 99 2.54 35%

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