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Quem somos?

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Museológico Casa-Museu José Pedro
(Sacavém)

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numa perspectiva de educação para o
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Os museus como lugares de aprendizagem
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Pelas ruas e lugares de Loures
(1996/97)
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Rota Histórica das Linhas de Torres
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Museus aprendizagem eds cidaads 2011

  1. 1. A importância dos museus como lugares de aprendizagem numa perspectiva de educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) Joaquim Jorge joaquim_jorge@cm-loures.pt
  2. 2. Onde estamos? Quem somos? O que temos feito (selecção)?
  3. 3. A Rede Municipal de Museus e Galerias  Museu Municipal de Loures Casa do Adro 1986-1996 | Quinta do Conventinho 1998Arqueologia e Etnografia  Museu de Cerâmica de Sacavém 2000 Património industrial  Centro Interpretativo da Rota Histórica das Linhas de Torres 2011/2012  Museu do Vinho em Bucelas 2012/2013 Património militar, vitivinícola, paisagístico e natural
  4. 4. A Rede Municipal de Museus e Galerias  Núcleo Museológico Casa-Museu José Pedro (Sacavém)  Galeria Municipal Vieira da Silva (Loures)  Galeria Municipal Castelo de Pirescoxe  Núcleo Museológico da Repúlica (2013?)
  5. 5. Existem mais duas unidades museológicas no território  Núcleo museológico Luís Serra, gerido por voluntários do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta (Bucelas)  Museu da Polícia Judiciária gerido por profissionais do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais (Loures)
  6. 6. Os museus como lugares de aprendizagem numa perspectiva de educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) O que fazemos?
  7. 7. Os museus como lugares de aprendizagem numa perspectiva de educação para o desenvolvimento sustentável (EDS)  Pelas ruas e lugares de Loures (1996/97)  Rota Histórica das Linhas de Torres (20062011) + Sharing and Learning EU Cultural Heritage: Be Inspired by the Lines of Torres Vedras! Euroscapes (2010-2012)  Museo Mundial (2011-2012)  Actividades em parceria:   Museum Mediators + EMAC 2012 Portugal
  8. 8. Pelas ruas e lugares de Loures (1996/97) Factos chave: envolvimento de 4 comunidades imigrantes produção de uma exposição + catálogo em 5 idiomas diferentes      Árabe (Comunidade Islâmica) Gujarati (Comunidade Hindu) Criolo de S. Tomé e Principe Criolo de Guiné Bissau Português As diferentes comunidades representaram-se nos seus próprios termos
  9. 9. Rota Histórica das Linhas de Torres (2006/11) Informação chave: 6 autoridades públicas locais (Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira) (PILT | Plataforma Intermunicipal Linhas de Torres) Duas linhas defensivas erigidas em menos de 9 meses entre 1809-10 para defender Lisboa das tropas invasoras napoleónicas. As estruturas militares recebem obras de conservação e restauro graças a uma subvenção do MFEEE/EEA Grants no valor de 2 milhões de euros. Fazem parte desta Rota Histórica quase centena e meia de obras militares muito diversas, umas em terra batida outras escavadas na pedra: estradas militares, redutos, fortins, fortes baterias, escarpamentos, postes de sinalização telegráfica). Parceiros nacionais: IGESPAR e Ministério da Defesa Nacional.
  10. 10. Rota Histórica Linhas de Torres (2006/11) Projecto em números: 6 Municípios Reabilitação estruturas militares: 887.242€ Aquisição de terrenos e imóveis: 54.500€ 5 centros de interpretação locais: 734.762€ Estruturas de apoio ao visitante: 164.695€ Promoção turística: 139.998€ Acções de comunicação : 35.022€ http://www.rhlt.com.pt/
  11. 11. FILME Entre a História e o Património Circuito de Alrota/Arpim (duração: 8’)
  12. 12. Euroscapes (2010-2012) EUROSCAPES, financiado através do PIC INTERREG IVC Um novo modelo de gestão para as paisagens naturais e culturais Uma ferramenta de gestão dos objectivos da European Convention Landscape Salvaguarda e promoção do património Cultural e Natural Minimização dos problemas e tensões relacionados com a expansão urbana. 14 parceiros representantes de municípios localizados junto de grandes áreas metropolitanas europeias: França, Alemanha, Espanha, Letónia, Hungria, Roménia, Grécia, Polónia, Reino Unido, Itália, Eslováquia e Bélgica.
  13. 13. Museu Mundial (2011-2012) Parceiros de 3 países: ONG’s, Universidades e Museus Alemanha . Forum fur internationale entwicklung + planung e.V. . Naturhistorische Gesellschaft Nurnberg e.V. . Gesellschaft fur Kommunikation und Entwicklung – KommEnt . Dachverband Entwicklungspolitik Baden-Wurttemberg e.V. Republica Checa . EDUCON, občanske sdruženi . Eurosolar.cz . Museum (not yet identified) Portugal . Instituto Marquês de Valle Flor . Instituto Politécnico de Leiria . Rede de Museus de Loures
  14. 14. Museu Mundial (2011-2012) Propósito: Conceber abordagens criativas de modo a facilitar uma estratégia de EDS (Educação para o Desenvolvimento Sustentável) nos Museus; Formação dos guias dos museus. Fase 1: Desenvolver o conceito EDS nos museus Fase 2: Elaborar materiais de acompanhamento Fase 3: Desenvolver e aplicar cursos de formação contínua para os guias dos museus Fase 4: Elaborar, adaptar e divulgar o manual de boas práticas sobre EDS nos museus
  15. 15. ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012 > Museum Mediators 2011/2012 Decorre em várias cidades (Sacavém, Porto, Roma, Bruxelas e Barcelona)
  16. 16. ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012 > EMAC 2012 (European Museum Advisors Conference) De 29 de Maio a 2 de Junho de 2012 Sacavém, Lisboa, Mafra, Cascais, Almada
  17. 17. And now something different!
  18. 18. SEPARADOR
  19. 19. “Cities [such as museums] have the capacity of providing something for everybody only because and only when they are created by everybody”, Jane Jacobs
  20. 20. “As cidades [e os museus] possuem a capacidade de providenciar algo para todos apenas e só QUANDO são criadas por todos” Jane Jacobs
  21. 21. “When we talk of heritage, we generally refer to it as something that simply ‘exists’ (…). However, heritage is not a naturally occurring phenomenon, nor is it universal or eternal. It is in fact a socio-cultural construction, born at a specific moment in history…” (Llorenç Prats,in ‘Heritage and Identity’, p.76)
  22. 22. “Quando se fala de património, é geralmente referido como algo que simplesmente existe. Contudo, património não é um fenómeno natural que ocorra, não é universal nem eterno. Trata-se de um facto ou construção sóciocultural, que surge num momento específico da história” Llorenç Prats
  23. 23. Museus e Comunidades = Voz Igual = Partilha Identificação e discussão + preparação de um projecto comum  Identificar metodologias, objectivos, resultados e outputs  Estabelecer estratégias de avaliação (médio e longo prazo)  Estebelecer indicatores tangíveis e instrumentos de medida concretos 
  24. 24. Estar envolvido museus e comunidades Heritage community = uma comunidade baseada no reconhecimento de um património em particular e no compromisso em salvaguardar e transmitir às gerações futuras (Council of Europe, Faro 2005 +Flemish Heritage Decree 2008)
  25. 25. “To be more effective as agents of social inclusion, museums must seek to renegotiate the basis of their relationship with communities. Rather than developing aims and objectives internally, based on the organization’s agenda and priorities, museums must learn to develop mechanisms through which communities can be empowered to take part in the decision-making process. For many, this democratisation of the museum and the resultant sharing of power, resources, skills and knowledge between museum and audience, challenges the very notion of the museum professional as ‘expert’. For others, giving audiences a stake in the museum and specific projects has proved to be the only way to engage with groups that may have perceived museums as irrelevant to their lives.” Richard Sandell
  26. 26. “Para serem mais eficazes como agentes de inclusão social, os museus devem tentar renegociar a base de seu relacionamento com as comunidades. Ao invés de desenvolver metas e objetivos internamente, com base na agenda da organização e as prioridades, os museus devem aprender a desenvolver mecanismos através dos quais as comunidades podem ser habilitadas a participar do processo de decisão. Para muitos, essa democratização do museu e da resultante partilha de poder,recursos, capacidades e conhecimentos entre museu e público, desafia a própria noção do profissional de museu como ‘perito'. Para outros, proporcionam ao público uma participação no museu. Projetos específicos provam ser uma maneira de o museu se envolver com grupos que percebem os museus como algo irrelevante nas suas vidas.” Richard Sandell
  27. 27. Dois exemplos: “Pelas ruas e lugares de Loures” + “Memórias com alma”
  28. 28. Desafios para os museus: Conceptual: uma melhor e visão mais abrangente de todo o sector cultural  Operacional: uma nova perspectiva muito diversificada e plural que permite pensar a cultura como uma alavanca para as actividades económicas e sociais combinando património e museus com as industrias criativas  Os museus (e os seus profissionais) deixam de trabalhar como ilhas remotas e isoladas (fronteiras bem definidas) e necessitam adoptar uma configuração mais transversal em rede e com as fronteiras mais diluídas. 
  29. 29. Desafios para os museus ANTES: trabalho em solidão, altamente centralizado, from the top-down, apenas um ou dois decisores  AGORA: trabalho em rede, muitos decisores, vários níveis de decisão, muitos locais onde se tomam decisões, tendência para pensar os problemas à escala regional e/ou transnacional; estrutura lógica descentralizada, from the bottomup 
  30. 30. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida!  Requer apenas uma mudança nos valores defendidos pelos museus mais tradicionais/conservadores. Creio que todos já conseguimos reconhecer a necessidade de mudar e abraçar a diversidade. Como explica Richard Sandell “ there is a resistance to change and an unwillingness to engage with issues of social inequality.”
  31. 31. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida!  Quais os valores que os museus querem partilhar com as suas comunidades?  Museus devem ter a coragem de propor aos cidadãos um código de valores éticos para a vida  Ajudar a promover cidadãos mais capacitados, melhores pessoas do ponto de vista humano e mais conscientes dos problemas sociais
  32. 32. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida!  Museus devem formular perguntas pertinentes: podemos viver todos juntos sem respeitar os recursos energéticos? Podem cristãos e muçulmanos partilhar o mesmo espaço europeu?  Uma questão para atrair visitantes/cidadãos que gostam de pensar estas questões: como queremos viver as nossas vidas?
  33. 33. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida!  Museus podem ajudar a produzir uma visão dos problemas do nosso mundo, colocando factos em perspectiva, ajudando as pessoas a discutir de forma racional, despertando consciências  Como envolver cidadãos preocupados? 4 valores chave válidos para todas as comunidades: Não-violência e o respeito pelo outro Direitos iguais, iguais oportunidades, igual respeito Tolerância clara e plural Solidariadade e justiça    
  34. 34. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Museus deve publicitar quais os valores sociais que defendem, explicando as razões pelas quais os escolheram, perguntar ao staff do museu o que pensa desse conjunto de valores, explicar sempre qual o propósito de trabalhar desta maneira.  Convidar os visitantes para participar de modo a que este se possa ver envolvido no processo e tornar-se num adepto do museu, partilhando o mesmo ponto de vista;  Ao agir desta forma o museu ganha a confiança das pessoas! 
  35. 35. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Vamos ter um futuro juntos pois com a sua ajuda estamos a responder aos problemas que as pessoas sentem hoje!  Perguntar às pessoas:  – O que é a convivialidade? O que é responsabilidade?  Taking small steps, e sem pressas. As pessoas não estão habituadas a responder a questões tão profundas, sobretudo quando é um museu que as coloca!
  36. 36. O que fazer agora?  Museus devem questionar-se sobre as principais mudanças sociais que vão ocorrer nos próximos 5 anos  Avaliar quais as necessidades e desejos das suas comunidades: o que precisam e o que lhes faz falta?
  37. 37. O que fazer agora?  Desenhar um programa para responder a cada uma das necessidades identificadas one step at the time, uma de cada vez  Documentar e avaliar todos os esforços para se tornar socialmente relevante
  38. 38. Obrigado pela atenção!

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