Inovação participativa

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Descreve como a participação de colaboradores pode ser canalizada para melhorar os resultados empresariais.

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Inovação participativa

  1. 1.
  2. 2. No mundo inteiro, os últimos meses têm sido consumidos por grandes preocupações sobre como sobreviver à crise: falências, fechamentos de fábricas, cortes de pessoal, férias coletivas e paralisação ou forte redução no ritmo dos investimentos em praticamente todas as empresas e segmentos de mercado – é só o que se ouve mundo afora.<br />É compreensível – a crise é gravíssima e, neste instante, sobreviver é o mais importante. Acontece que, felizmente, as crises passam e o mundo quase sempre emerge melhor delas. Dias antes da reunião de líderes dos países que formam o G20, AngelaMerkel, Primeira Ministra da Alemanha, externou sua maior preocupação: como preparar os países, antes ricos e agora endividados e com enormes desequilíbrios fiscais, para os tempos pós-crise? Como enfrentar as pressões inflacionárias que sem dúvida surgirão?<br />Empresários e executivos enfrentarão um dilema semelhante. Os mercados serão diferentes, as normas e regulamentos provavelmente mais duros, o crédito será escasso por um bom tempo e os cenários ainda não estão nitidamente delineados. Isso significa que, nos próximos doze meses, as pessoas que comandam as organizações terão que pilotar seus “jumbos” em meio a uma grande tormenta, ao mesmo tempo e na mesma cadeira em que terão que projetar novas aeronaves e aeroportos. Será difícil – mas não impossível.<br />Usar a inteligência que já existe na organização é chave neste processo, e a isso se dá o nome de “inovação participativa”. A apresentação que se segue foi inspirada na palestra proferida na Câmara de Comércio França-Brasil pela Professora Marie Reine Boudarel, da Ecole National Supérieure des Mines de Saint Etienne. Ela indica caminhos para atrair todos os stakeholders para os projetos de renovação e, através deles, construir as bases para a real criação de valor no novo ambiente.<br />João Telles Corrêa Filho<br />Maio de 2009<br />
  3. 3. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />
  4. 4. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />A organização e seus proprietários<br />
  5. 5. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />A organização e seus proprietários<br />Os colaboradores<br />
  6. 6. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />A organização e seus proprietários<br />Os colaboradores<br />Os clientes<br />
  7. 7. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />A organização e seus proprietários<br />Os colaboradores<br />Os clientes<br />Os fornecedores<br />
  8. 8. O que é inovação participativa?<br />É um processo organizado de colaboração que incentiva as pessoas a somarem esforços em prol do desenvolvimento de todos:<br />A organização e seus proprietários<br />Os colaboradores<br />Os clientes<br />Os fornecedores<br />Ele estimula a criação contínua de novas idéias que contribuem para a criação de valor.<br />
  9. 9. O que é inovação participativa?<br />Foi inspirado nos programas de incremento de qualidade criados no Japão e nos EUA nas décadas de 80 e 90.<br />Reúne características importantes para estimular a inovação nas organizações:<br />
  10. 10. O que é inovação participativa?<br />Foi inspirado nos programas de incremento de qualidade criados no Japão e nos EUA nas décadas de 80 e 90.<br />Reúne características importantes para estimular a inovação nas organizações:<br />Favorece a soma de experiências muito ricas;<br />
  11. 11. O que é inovação participativa?<br />Foi inspirado nos programas de incremento de qualidade criados no Japão e nos EUA nas décadas de 80 e 90.<br />Reúne características importantes para estimular a inovação nas organizações:<br />Favorece a soma de experiências muito ricas;<br />Estimula a participação;<br />
  12. 12. O que é inovação participativa?<br />Foi inspirado nos programas de incremento de qualidade criados no Japão e nos EUA nas décadas de 80 e 90.<br />Reúne características importantes para estimular a inovação nas organizações:<br />Favorece a soma de experiências muito ricas;<br />Estimula a participação;<br />É financeiramente auto-sustentável.<br />
  13. 13. E como usar?<br />No início é necessário determinar onde estamos em termos de gestão dos processos produtivos e administrativos. Temos que saber se:<br />Os processos são controlados (como são executados, quem os executa, quem recebe os resultados, etc .....)?<br />Os processos (não somente as atividades) são gerenciados com vistas à performance global?<br />A definição dos processos é feita de maneira proativa ou reativa?<br />Há controles e registros quantitativos dos processos?<br />Os aperfeiçoamentos ocorrem continuamente ou esporadicamente?<br />
  14. 14. E como usar?<br />No início é necessário determinar nosso estágio de maturidade.<br />
  15. 15. E como usar?<br />Geralmente estamos mais à esquerda do gráfico.<br />
  16. 16. E como usar?<br />Geralmente estamos mais à esquerda do gráfico.<br />Isso significa que há um imenso potencial de ganhos.<br />
  17. 17. E como usar?<br />Geralmente estamos mais à esquerda do gráfico.<br />Isso significa um imenso potencial de ganhos.<br />O processo é estruturado em apenas três fases:<br />Estabelecer os objetivos;<br />Projetar a rede de conhecimentos;<br />Implantar e acompanhar.<br />
  18. 18. Estabelecer os objetivos<br />Estabelecer os objetivos significa:<br />Determinar as metas para criação de valor ao longo do tempo;<br />Delimitar as áreas da organização que serão visadas pelo programa de inovação participativa;<br />Priorizar o cliente como principal beneficiado pelas idéias e inovações a serem implantadas.<br />
  19. 19. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />
  20. 20. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />
  21. 21. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />
  22. 22. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />
  23. 23. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />
  24. 24. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />
  25. 25. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  26. 26. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />
  27. 27. Projetar a rede<br />Projetar a rede de conhecimentos é a fase mais trabalhosa do projeto. Compreende oito etapas.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />
  28. 28. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  29. 29. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />Eleger quem poderá participar do programa. <br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  30. 30. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />Eleger quem poderá participar do programa. <br />Determinar critérios para premiação das idéias – em dinheiro, prêmios especiais, percentuais dos resultados, etc.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  31. 31. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />Eleger quem poderá participar do programa. <br />Determinar critérios para premiação das idéias – em dinheiro, prêmios especiais, percentuais dos resultados, etc.<br />Eleger o Comitê Gestor do Programa.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  32. 32. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />Eleger quem poderá participar do programa. <br />Determinar critérios para premiação das idéias – em dinheiro, prêmios especiais, percentuais dos resultados, etc.<br />Eleger o Comitê Gestor do Programa.<br />Estabelecer normas de comunicação vertical.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  33. 33. Projetar a rede: as políticas<br />Estabelecer as políticas gerais significa:<br />Eleger quem poderá participar do programa. <br />Determinar critérios para premiação das idéias – em dinheiro, prêmios especiais, percentuais dos resultados, etc.<br />Eleger o Comitê Gestor do Programa.<br />Estabelecer normas de comunicação vertical.<br />Definir outras diretrizes, conforme cada organização.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  34. 34. Projetar a rede: segmentando idéias<br />Segmentar as idéias pode ser muito útil para dar agilidade ao programa. Geralmente os segmentos obedecem a estrutura organizacional. Assim, podemos encontrar:<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  35. 35. Projetar a rede: segmentando idéias<br />Segmentar as idéias pode ser muito útil para dar agilidade ao programa. Geralmente os segmentos obedecem a estrutura organizacional. Assim, podemos encontrar:<br />Iniciativas para melhorar a execução do trabalho (produção).<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  36. 36. Projetar a rede: segmentando idéias<br />Segmentar as idéias pode ser muito útil para dar agilidade ao programa. Geralmente os segmentos obedecem a estrutura organizacional. Assim, podemos encontrar:<br />Iniciativas para melhorar a execução do trabalho (produção).<br />Iniciativas para inovação tecnológica.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  37. 37. Projetar a rede: segmentando idéias<br />Segmentar as idéias pode ser muito útil para dar agilidade ao programa. Geralmente os segmentos obedecem a estrutura organizacional. Assim, podemos encontrar:<br />Iniciativas para melhorar a execução do trabalho (produção).<br />Iniciativas para inovação tecnológica.<br />Idéias para aprimoramento dos serviços de back-office.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  38. 38. Projetar a rede: segmentando idéias<br />Segmentar as idéias pode ser muito útil para dar agilidade ao programa. Geralmente os segmentos obedecem a estrutura organizacional. Assim, podemos encontrar:<br />Iniciativas para melhorar a execução do trabalho (produção).<br />Iniciativas para inovação tecnológica.<br />Idéias para aprimoramento dos serviços de back-office.<br />Etc ....<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  39. 39. Projetar a rede: os comitês<br />Os comitês normalmente são compostos por voluntários. Impor esta tarefa às pessoas não produz bons resultados – é necessário haver compromisso espontâneo.<br />Treinar e motivar os membros dos comitês de análise de idéias é fundamental para o sucesso do programa.<br />A rotatividade dos participantes deve ser pré-definida, evitando interrupções.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  40. 40. Projetar a rede: cadastrar as idéias<br />Todas as idéias devem ser cadastradas em algum tipo de sistema de recebimento e separação por segmento: intranet, formulários, etc.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  41. 41. Projetar a rede: cadastrar as idéias<br />Todas as idéias devem ser cadastradas em algum tipo de sistema de recebimento e separação por segmento: intranet, formulários, etc.<br />Os comitês analisarão preliminarmente cada idéia para decidir se irão convertê-las em projetos ou se irão arquivá-las. Dar feedback aos autores é mandatório, não importa se uma idéia será ou não aproveitada.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  42. 42. Projetar a rede: projetar benefícios<br />A projeção dos resultados das iniciativas aprovadas exige técnica apurada e instrumentos de análise adequados.<br />As projeções irão subsidiar a análise de payback das idéias convertidas em projetos.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  43. 43. Projetar a rede: projetar benefícios<br />A projeção dos resultados das iniciativas aprovadas exige técnica apurada e instrumentos de análise adequados.<br />As projeções irão subsidiar a análise de payback das idéias convertidas em projetos.<br />As projeções irão compor o orçamento de investimentos da organização e, portanto, os resultados a serem distribuídos para os sócios nos exercícios futuros.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  44. 44. Projetar a rede: implantar projetos<br />A implantação ficará a cargo de equipes multi-disciplinares definidas conforme a natureza de cada projeto. Os membros do comitê de análise que encaminhou o projeto podem fazer parte da equipe de implantação.<br />A implantação será precedida de um plano detalhado a ser submetido à Direção ou aos sócios para aprovação, conforme seja cada organização.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  45. 45. Projetar a rede: medir resultados<br />A medição dos resultados realmente obtidos será a base para que a premiação do(s) autor(es) seja concretizada.<br />Será também um instrumento de avaliação da qualidade do trabalho do comitê de análise de idéias.<br />A medição dos resultados deve considerar, sempre que possível, benefícios obtidos segundo a ótica dos clientes.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  46. 46. Projetar a rede: premiar bons projetos<br />A premiação é o passo que encerra cada projeto. Alguns cuidados devem ser tomados:<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  47. 47. Projetar a rede: premiar bons projetos<br />A premiação é o passo que encerra cada projeto. Alguns cuidados devem ser tomados:<br />A premiação deve ser fixada como consequência direta dos benefícios do projeto, ou seja, não deve ser fonte de despesas não recuperáveis.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  48. 48. Projetar a rede: premiar bons projetos<br />A premiação é o passo que encerra cada projeto. Alguns cuidados devem ser tomados:<br />A premiação deve ser fixada como consequência direta dos benefícios do projeto, ou seja, não deve ser fonte de despesas não recuperáveis.<br />O modelo de premiação deve motivar a permanência do colaborador na organização;<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  49. 49. Projetar a rede: premiar bons projetos<br />A premiação é o passo que encerra cada projeto. Alguns cuidados devem ser tomados:<br />A premiação deve ser fixada como consequência direta dos benefícios do projeto, ou seja, não deve ser fonte de despesas não recuperáveis.<br />O modelo de premiação deve motivar a permanência do colaborador na organização;<br />A opinião dos clientes é básica para a concessão do prêmio.<br />CRIAÇÃO DE SEGMENTOS PARA AS INICIATIVAS DE INOVAÇÃO<br />NOMEAÇÃO DO(S) COMITÊ(S) DE ANÁLISE DE IDÉIAS<br />RECEBIMENTO E ANÁLISE DAS IDÉIAS<br />ESTABELECIMENTO DAS POLÍTICAS GERAIS<br />MEDIÇÃO DOS RESULTADOS REAIS DOS PROJETOS<br />PREMIAÇÃO<br />PROJEÇÃO DE RESULTADOS E ANÁLISE DE VIABILIDADE<br />IMPLANTAÇÃO<br />
  50. 50. Implantar e acompanhar<br />A implantação exige cuidados:<br />O feedback aos autores das idéias é indispensável;<br />O cálculo do payback dos projetos aprovados é de fundamental importância;<br />O acompanhamento dos projetos aprovados deve, sempre que possível, contar com a participação do autor ou autores das idéias que os originaram;<br />
  51. 51. Implantar e acompanhar<br />A implantação exige cuidados:<br />O feedback aos autores das idéias é indispensável;<br />O cálculo do payback dos projetos aprovados é de fundamental importância;<br />O acompanhamento dos projetos aprovados deve, sempre que possível, contar com a participação do autor ou autores das idéias que os originaram;<br />Se algum membro dos comitês de análise quiser sair, não insista para que fique: a motivação é a alma do projeto.<br />
  52. 52. Conclusões<br />O modelo apresentado nestes slides tem eficácia comprovada em grandes organizações ao redor do mundo. Os resultados surpreendem principalmente porque nossas expectativas quanto à capacidade de inovação que já existe internamente geralmente são baixas: como nos acostumamos a esperar pouco das pessoas, ficamos surpresos quando recebemos contribuições valiosas.<br />Com baixos investimentos para sua implantação, um bom programa de participação para a inovação pode gerar projetos de alta qualidade em todas as áreas, desde reduções de custos por eliminação de desperdícios, passando por importantes melhorias de qualidade até crescimento do faturamento. Isso só é possível porque são as pessoas que estão diretamente envolvidas com a execução das atividades quem melhor conhece os problemas – são elas, portanto, que podem solucioná-los.<br />Além disso, o programa é auto-sustentável, já que remunera as idéias com os resultados por elas gerados: basta, portanto, medir adequadamente.<br />
  53. 53. www.tellescorrea.com.br<br />

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