Teoria Curícular

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Teoria Curícular

  1. 1. Teoria curricular Definiç ões e reflexões para uma caminhada na compreensão Uma conversação
  2. 2. Tanner e Tanner (1987) <ul><li>M últiplas definições mas encerrando três ideias chaves: </li></ul><ul><li>Propósito educativo planificado no tempo e no espaço em função de finalidades </li></ul><ul><li>Processo de ensino e aprendizagem com referência a conteúdos e aprendizagem </li></ul><ul><li>Contexto espec ífico da organização formativa </li></ul>
  3. 3. Tyler (1949), definiu as quatro questões básicas que qualquer currículo deveria responder: <ul><li>a) Que finalidades educacionais deve procurar a escola atingir? </li></ul><ul><li>b) Como podem seleccionar-se as experiências de aprendizagem que podem ser úteis para alcançar estes objectivos? </li></ul><ul><li>c) Como podem organizar-se as experiências de aprendizagem para uma instrução eficaz? </li></ul><ul><li>d) Como se pode avaliar a eficácia das experiências de aprendizagem? </li></ul>
  4. 4. Teoria curricular Mclutcheon (1983) <ul><li>Conjunto organizado de an álises, interpretações e compreensões de fenómenos curriculares </li></ul>
  5. 5. Kliebard (1985) <ul><li>“ A teoria curricular, como qualquer outra teoria, tem a sua origem no pensamento, na curiosidade, na actividade e nos problemas humanos. Uma teoria n ão consiste em fazer abstracções estranhas, senão o que se procura é que nos sirva para compreender certas situações” </li></ul>
  6. 6. Kemmis (1988) <ul><li>O problema central deve ser entendido como o duplo problema das relaç ões entre teoria e a prática, por um lado e as relações entre educação e sociedade </li></ul><ul><li>É um produto da história humana e social e um meio de grupos poderosos exercerem influência significativa sobre os processos de educação </li></ul>
  7. 7. Schawab <ul><li>N ão há esperança previsível de uma teoria unificada...nem uma metateoria que nos dica como reuni-las. </li></ul><ul><li>A alternativa é a das uniões e conexões não sistemáticas, incómodas, pragmáticas e incertas que podem suscitar uma abordagem eclética </li></ul>
  8. 8. Gimeno(1988) <ul><li>As teorias curriculares convertem-se em diferentes abordagens das concepç ões sobre a realidade que abarcam e passam a ser formas, ainda que indirectamente, de abordar os problemas práticos da educação. </li></ul>
  9. 9. Em artigo na P ágina de Educação <ul><li>o currículo não se resume àquilo que é determinado pela via oficial. Na verdade, existem elementos que se reflectem na prática quotidiana da escola, na qual participam sobretudo professores e alunos, mas também outros actores da comunidade educativa, e que ajudam a construir aquilo que denominamos por currículo praticado. </li></ul>Nilda Alves
  10. 10. Eisner e Vallance (1974) <ul><li>Diferentes concepç ões sobre a natureza do conhecimento escolar </li></ul><ul><li>Currículo - como desejo. de processos cognitivos </li></ul><ul><li>Currículo como tecnologia </li></ul><ul><li>Currículo como auto-realização </li></ul><ul><li>Curr ículo como reconstrução social </li></ul><ul><li>Racionalismo acad émico </li></ul>
  11. 11. Landsheere (1992) <ul><li>Orientaç ões: </li></ul><ul><li>Saber a adquirir </li></ul><ul><li>Aluno </li></ul><ul><li>Sociedade </li></ul>
  12. 12. Kemmis (1988) <ul><li>Teorias t écnicas </li></ul><ul><li>Teorias práticas </li></ul><ul><li>Teorias críticas </li></ul>
  13. 13. Kliebard (1985) <ul><li>Porque devemos ensinar isto e n ão outra coisa? </li></ul><ul><li>Quem deve ter acesso a que conhecimentos </li></ul><ul><li>Que regras devem guiar o ensino? </li></ul><ul><li>Como inter-relacionar as distintas partes do currículo para se obter um conjunto coerente? </li></ul>
  14. 14. Teoria t écnica <ul><li>Legalidade normativa </li></ul><ul><li>Racionalidade t écnica </li></ul><ul><li>Discurso científico </li></ul><ul><li>Organização burocrática </li></ul><ul><li>Acção tecnicista </li></ul><ul><li>Da teoria para a prática </li></ul>
  15. 15. Concepç ão do currículo no âmbito da teoria técnica <ul><li>Curr ículo como produto ou como conteúdos organizados em disciplinas (racionalismo académicos desde a idade média com o Trivium e Quadrivium) </li></ul><ul><li>Currículo como meio tecnológico ou plano para a aprendizagem( Taba) </li></ul><ul><li>Currículo como auto-realização dos alunos ( Rousseau, Dewey) </li></ul>
  16. 16. Teoria cr ítica <ul><li>Caracteriza-se por um discurso dial éctico, por uma organização participativa, democrática e comunitária e por uma acção emancipadora </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Legitimidade discursiva </li></ul><ul><li>Racionalidade comunicativa </li></ul><ul><li>Ideologia Cr ítica </li></ul><ul><li>Interesse emancipatório </li></ul><ul><li>Organização participativa </li></ul><ul><li>teoria e prática em interacção </li></ul>
  18. 18. A teoria cr ítica conduz a : <ul><li>Curriculum como práxis </li></ul><ul><li>Curriculum como acção argumentativa </li></ul>
  19. 19. Teoria pr ática discurso humanista, uma organização liberal, uma prática racional ( kemmis, 1988) <ul><li>Um currículo é uma tentativa de comunicar os princípios e aspectos essenciais de um propósito educativo, de modo que permaneça aberto a uma discussão crítica e possa ser efectivamente realizado ( Stenhouse, 1984) </li></ul>

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