Curso de Especialização em Educação,

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Curso de Especialização em Educação,

  1. 1. INBRAPEINBRAPEINBRAPEINBRAPEINBRAPEINBRAPEINBRAPEINBRAPE -------- Instituto Global de Estudos AvanInstituto Global de Estudos Avanççadosados UNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANOUNISALESIANO -------- Centro UniversitCentro Universitáário Catrio Catóólicolico SalesianoSalesiano AuxiliumAuxilium Curso de EspecializaCurso de EspecializaCurso de EspecializaCurso de Especializaçççção em Educaão em Educaão em Educaão em Educaççççãoãoãoão Especial InclusivaEspecial InclusivaEspecial InclusivaEspecial Inclusiva AutismoAutismoAutismoAutismo FgFgFgFgªªªª Ms.Ms.Ms.Ms. CândiceCândiceCândiceCândice LimaLimaLimaLima MoreschiMoreschiMoreschiMoreschi
  2. 2. HistHistHistHistóóóóricoricoricorico Autismo “voltado para si mesmo” Primeira vez na literatura psiquiátrica em 1906 por Ploullor Estudo do pensamento em pacientes psicóticos GAUDERER (1987)GAUDERER (1987)GAUDERER (1987)GAUDERER (1987)
  3. 3. 1911 Bleuler faz referência ao termo para designar um dos sintomas fundamentais da esquizofrenia. HistHistHistHistóóóóricoricoricorico Termo utilizado em sentidos amplos → características que podem estar presentes em pessoas com desenvolvimento típico. WING (1976)WING (1976)WING (1976)WING (1976)
  4. 4. HistHistHistHistóóóóricoricoricorico 1943 - Léo Kanner Estabelece critérios diferenciais em relação à esquizofrenia, isolando o autismo infantil como uma entidade nosológica distinta. WING (1996)WING (1996)WING (1996)WING (1996)
  5. 5. Transtorno Autista é chamado, ocasionalmente: Autismo Infantil Precoce Autismo da Infância Autismo de Kanner VariaVariaVariaVariaçççções quanto aões quanto aões quanto aões quanto a NomenclaturaNomenclaturaNomenclaturaNomenclatura
  6. 6. 3ª Ed. do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III) HistHistHistHistóóóóricoricoricorico Na dNa dNa dNa déééécada de 80cada de 80cada de 80cada de 80 CID-10 (Organização Mundial de Saúde, 1993) e DSM-IV-TR (Associação Americana de Psiquiatria, 2002) AtualmenteAtualmenteAtualmenteAtualmente Transtorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do Desenvolvimento
  7. 7. Síndrome Comportamental DefiniDefiniDefiniDefiniççççãoãoãoão Múltiplas Etiologias Distúrbio do Desenvolvimento Déficit na Interação Social Déficit da Linguagem Alterações de Comportamento GILLBERG (1990)GILLBERG (1990)GILLBERG (1990)GILLBERG (1990) AutismoAutismoAutismoAutismo
  8. 8. EtiologiaEtiologiaEtiologiaEtiologia Multicausal. Fatores biológicos associados (não há fator específico). Não pode ser causado por fatores emocionais e/ou psicológicos. Ainda não definida. Causado por interação gene-ambiente. AutismoAutismoAutismoAutismo
  9. 9. DiagnDiagnDiagnDiagnóóóósticosticosticostico Os sintomas variam amplamente de um autista para o outro, constituindo um espectro de distúrbios (“contínuo autístico”). Os sintomas antes dosOs sintomas antes dosOs sintomas antes dosOs sintomas antes dos 3 anos de idade.3 anos de idade.3 anos de idade.3 anos de idade. WING (1996)WING (1996)WING (1996)WING (1996) Interação social recíproca. Comunicação/ linguagem. Atividades simbólicas ou imaginativas. Interesses/ atividades peculiares.
  10. 10. InteraInteraInteraInteraççççãoãoãoão SocialSocialSocialSocial ComunicaComunicaComunicaComunicaççççãoãoãoão ImaginaImaginaImaginaImaginaççççãoãoãoão TrTrTrTrííííade de Comprometimentosade de Comprometimentosade de Comprometimentosade de Comprometimentos ---- AutismoAutismoAutismoAutismo
  11. 11. Pode estar associado. Dificuldades do DiagnDificuldades do DiagnDificuldades do DiagnDificuldades do Diagnóóóósticosticosticostico Sem sinais FÍSICOS aparentes. Sem marcadores biológicos. Sem exames determinados. Muita variação no quadro clínico. Confusões com outras patologias, como DM, Psicose, Deficiência Auditiva.
  12. 12. Pode estar associado a outras patologias. CaracterCaracterCaracterCaracteríííísticassticassticassticas Desenvolvimento anormal ou prejudicado na interação social e comunicação. Espectro que vai das formas mais brandas até as mais graves. Prevalência masculina (4:1). Repertório restrito de atividades e interesses.
  13. 13. Capacidade IntelectualCapacidade IntelectualCapacidade IntelectualCapacidade Intelectual ---- AutismoAutismoAutismoAutismo 70 a 80 % → defasagem intelectual importante. 60 % → inteligência abaixo de 50 em testagem de QI. 20 % → QI acima de 70. GLAT; KADLEC (1985)GLAT; KADLEC (1985)GLAT; KADLEC (1985)GLAT; KADLEC (1985)
  14. 14. Risco FamiliarRisco FamiliarRisco FamiliarRisco Familiar Recorrência do Autismo na mesma família: 2 a 13% maior que na população em geral. Alterações relacionadas ao desenvolvimento entre os familiares dos Autistas: ►Transtorno de humor, ansiedade, personalidade, conduta, comunicação e aprendizagem. ►Esquizofrenia ►Deficiência Intelectual
  15. 15. Comportamentos que Caracterizam oComportamentos que Caracterizam oComportamentos que Caracterizam oComportamentos que Caracterizam o AutismoAutismoAutismoAutismo ▪ Tendência ao isolamento social. ▪ Resistência frente à mudanças de rotina. ▪ Prejuízo na imaginação, fantasia e criatividade. ▪ Movimentos repetitivos. ▪ Prejuízos nos contatos sociais. ▪ Manuseio de objetos de forma obsessiva. ▪ Respostas anormais às sensações. ▪ Comportamentos oscilantes e incoerentes. ▪ Ausência da noção de perigo. ▪ Coordenação motora irregular. ▪ Choro ou risada inapropriados. ▪ Dificuldade em contatos visuais. ▪ Hiperatividade ou apatia. ▪ Dificuldades de aprendizagem pelos métodos tradicionais de ensino. ▪ Déficit no desenvolvimento da linguagem e fala. ▪ Dificuldades na compreensão da linguagem falada. TULIMOSCHI ( 2002)TULIMOSCHI ( 2002)TULIMOSCHI ( 2002)TULIMOSCHI ( 2002)
  16. 16. Não existem crianNão existem crianNão existem crianNão existem criançççças comas comas comas com caractercaractercaractercaracteríííísticas de autismosticas de autismosticas de autismosticas de autismo. se existem. se existem. se existem. se existem as caracteras caracteras caracteras caracteríííísticas, existe o autismo, desticas, existe o autismo, desticas, existe o autismo, desticas, existe o autismo, de alguma maneira, em algum grau.alguma maneira, em algum grau.alguma maneira, em algum grau.alguma maneira, em algum grau.
  17. 17. ““““Deficiência IntelectualDeficiência IntelectualDeficiência IntelectualDeficiência Intelectual””””,,,, ““““Transtornos doTranstornos doTranstornos doTranstornos do Desenvolvimento EspecDesenvolvimento EspecDesenvolvimento EspecDesenvolvimento Especííííficosficosficosficos”””” eeee ““““Transtorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do Desenvolvimento”””” D.I.D.I.D.I.D.I. “O desenvolvimento é lento (...) segue a mesma linha de aprendizado que as outras crianças ditas normais, só que bem mais devagar” T.D.E.T.D.E.T.D.E.T.D.E. “Existe um atraso ou ausência de desenvolvimento em áreas determinadas” T.G.D.T.G.D.T.G.D.T.G.D. “Há várias áreas de desajuste qualitativo” PEETERS (1998)PEETERS (1998)PEETERS (1998)PEETERS (1998)
  18. 18. Transtornos Globais doTranstornos Globais doTranstornos Globais doTranstornos Globais do DesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimento Transtorno Autista. Transtorno de Rett. Transtorno Desintegrativo da Infância. Transtorno de Asperger. Transtorno do Desenvolvimento Sem Outra Especificação. APA (2002)APA (2002)APA (2002)APA (2002)
  19. 19. Prejuízo severo e persistente na interação social e o desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades. Transtorno deTranstorno deTranstorno deTranstorno de AspergerAspergerAspergerAsperger
  20. 20. TranstornoTranstornoTranstornoTranstorno dededede AspergerAspergerAspergerAsperger CaracterCaracterCaracterCaracteríííísticassticassticassticas Sem atrasos significativos no desenvolvimento cognitivo ou de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo e curiosidade acerca do ambiente na infância. Prejuízo nas áreas social, ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento. Sem atrasos significativos na linguagem (palavras isoladas usadas aos 2a, frases comunicativas usadas aos 3a).
  21. 21. MozartMozartMozartMozart andandandand thethethethe whalewhalewhalewhale ---- Loucos e ApaixonadosLoucos e ApaixonadosLoucos e ApaixonadosLoucos e Apaixonados retrata a vida de duas pessoas com Síndrome de Asperger, uma forma de autismo. Essa doença ameaça a sua relação, já que, apesar de ambos terem a mesma doença, isso não significa que partilhem os mesmos sentimentos e os mesmos pensamentos perante essa mesma doença. Donald (Josh Harnett) é um taxista que adora pássaros e tem uma capacidade espetacular de trabalhar com números. Ele tem a sua rotina, como todos os outros com Síndrome de Asperger, mas ao conhecer Isabelle (Radha Mitchell), a sua vida muda por completo.
  22. 22. Relato de CasosRelato de CasosRelato de CasosRelato de Casos Sou mãe do César, descoberto com Autismo de Alto Funcionamento aos 3a6m. Agora como fala e se relaciona, e não mais repete as frases como uma ecolalia. O César brinca de esconde-esconde, com brinquedos semelhantes das outras crianças. O que nos despertou para a doença foi a falta de fala e pouca convivência com outras crianças. Mas o César hoje, faz uma hora e meia por semana de secção de Fono, Pedagoga e T.O. Ele freqüenta uma escola normal e sua primeira avaliação foi de que está se adaptando.
  23. 23. Relato de CasosRelato de CasosRelato de CasosRelato de Casos Diagnosticado aos 2a8m, nunca deixou de fazer uma terapia, sempre fui em busca do melhor, corri atrás, desde o diagnóstico, procurei me inteirar da situação. Passava dias e horas, em frente ao computador, arquivando, lendo, tentando encontrar a melhor solução. E entre todas descobri, que a maior delas é o AMOR. Mais aí aos 10 anos chegou ao limite, fui muito contra a família, os amigos e todos que achavam um absurdo, mas muitos foram que me apoiaram também. Aos 10 anos ele foi pra clínica para autistas, está em tratamento onde vou visitá-lo uma vez por mês, pois é distante da minha cidade. Faz 2 anos e 10 meses que ele está nessa clínica; progrediu muito: aprendeu a escovar os dentes, comer sozinho, tomar banho. Hoje ele tem linguagem oral, já balbucia muitas coisas. Acredito que mais um ano e ele retorna pra junto de nós, porque hoje aprendi a trabalhar com ele, já entendo bem melhor, cresci junto, o tempo foi o melhor remédio, mães especiais nasceram para ser especiais, mesmo distante eu continuo criando e cuidando do meu anjo Paulo Vitor.
  24. 24. MACHADO, Mara Lucia Salazar. Educação e terapia da criança autista: uma abordagem pela via corporal. [Dissertação de Mestrado]. Porto Alegre: Universidade Federal do RS, 2001. LOPES-HERRERA, Simone Aparecida. Avaliação de estratégias para desenvolver habilidades comunicativas verbais em indivíduos com autismo de alto funcionamento e síndrome de asperger. [Tese de Doutorado]. São Carlos: UFSCar, 2005. WALTER, Cátia Crivelenti de Figueiredo. Avaliação de um programa de comunicação alternativa e ampliada para mães de adolescentes com autismo. [Tese de Doutorado]. São Carlos: UFSCar, 2006. CUCCOVIA, Margherita Midea. Análise de procedimentos para avaliação de interesses baseado em um currículo funcional natural e seus efeitos no funcionamento geral de indivíduos com deficiência mental e autismo. [Dissertação de Mestrado]. São Carlos: UFSCar, 2006. www.ama.org.br www.grandin.com www.universoautista.com.br www.autismo.com.br www.schwartzman.com.br
  25. 25. Gilbert Grape - Aprendiz de sonhador Código para o InfernoForrest Gump – o contador de histórias
  26. 26. IntervenIntervenIntervenIntervenççççãoãoãoão ““““TarefaTarefaTarefaTarefa de vidade vidade vidade vida”””” FamFamFamFamíííílialialialia EscolaEscolaEscolaEscola Ambientes daAmbientes daAmbientes daAmbientes da ComunidadeComunidadeComunidadeComunidade WINDHOLZ (1995)WINDHOLZ (1995)WINDHOLZ (1995)WINDHOLZ (1995)
  27. 27. IdIdIdIdééééias para o Professorias para o Professorias para o Professorias para o Professor Regra principal das Salas de aula → respeito ao outro. Desenvolver a capacidade de observação → perceber com clareza os indicadores de um comportamento inadaptado. O ambiente deve ser estruturado para envolver e motivar os alunos. BRASIL (2002)BRASIL (2002)BRASIL (2002)BRASIL (2002)
  28. 28. FunFunFunFunçççções Especões Especões Especões Especííííficas do Professorficas do Professorficas do Professorficas do Professor Avaliar as oportunidades educacionais, práticas e experiências enriquecedoras oferecidas ao aluno por sua família. Acompanhar e avaliar o desenvolvimento da criança com a participação da família. Elaborar e executar planos para atendimento pedagógico, individual ou em grupo. Incentivar as famílias a utilizarem recursos recreativos, laborais ou educacionais da comunidade. BRASIL (2002)BRASIL (2002)BRASIL (2002)BRASIL (2002)
  29. 29. IntervenIntervenIntervenIntervenççççãoãoãoão O Ensino deve ser estruturado. Estrutura FEstrutura FEstrutura FEstrutura Fíííísicasicasicasica HorHorHorHoráááário Individualrio Individualrio Individualrio Individual Sistema de TrabalhoSistema de TrabalhoSistema de TrabalhoSistema de Trabalho RotinasRotinasRotinasRotinas EstimulaEstimulaEstimulaEstimulaççççãoãoãoão VisualVisualVisualVisual
  30. 30. Estrutura FEstrutura FEstrutura FEstrutura Fíííísica da Salasica da Salasica da Salasica da Sala Como me organizo na sala?Como me organizo na sala?Como me organizo na sala?Como me organizo na sala? Onde ocorrem as atividades?Onde ocorrem as atividades?Onde ocorrem as atividades?Onde ocorrem as atividades? Onde estão os materiais?Onde estão os materiais?Onde estão os materiais?Onde estão os materiais? Estabelecer Zonas.Estabelecer Zonas.Estabelecer Zonas.Estabelecer Zonas. Minimizar distraMinimizar distraMinimizar distraMinimizar distraçççções Visuais e Auditivas.ões Visuais e Auditivas.ões Visuais e Auditivas.ões Visuais e Auditivas.
  31. 31. HorHorHorHoráááário Individualrio Individualrio Individualrio Individual O que vou fazer?O que vou fazer?O que vou fazer?O que vou fazer? Onde vou estar?Onde vou estar?Onde vou estar?Onde vou estar? Quando vou fazer?Quando vou fazer?Quando vou fazer?Quando vou fazer? SeqSeqSeqSeqüüüüência primeiro...depois, partes do dia.ência primeiro...depois, partes do dia.ência primeiro...depois, partes do dia.ência primeiro...depois, partes do dia. Cartões com imagensCartões com imagensCartões com imagensCartões com imagens e/oue/oue/oue/ou palavras.palavras.palavras.palavras.
  32. 32. Sistema de TrabalhoSistema de TrabalhoSistema de TrabalhoSistema de Trabalho O que vou fazer?O que vou fazer?O que vou fazer?O que vou fazer? Quanto tenho para fazer?Quanto tenho para fazer?Quanto tenho para fazer?Quanto tenho para fazer? Quando sei que jQuando sei que jQuando sei que jQuando sei que jáááá terminei?terminei?terminei?terminei? CCCCóóóódigo de Trabalhodigo de Trabalhodigo de Trabalhodigo de Trabalho O que faO que faO que faO que façççço depois de terminar?o depois de terminar?o depois de terminar?o depois de terminar? Tarefas por fazerTarefas por fazerTarefas por fazerTarefas por fazer –––– Tarefas cumpridasTarefas cumpridasTarefas cumpridasTarefas cumpridas ArticulaArticulaArticulaArticulaçççção com o horão com o horão com o horão com o horááááriorioriorio
  33. 33. Rotinas e EstimulaRotinas e EstimulaRotinas e EstimulaRotinas e Estimulaççççãoãoãoão VisualVisualVisualVisual ManutenManutenManutenManutençççção de Rotina Dião de Rotina Dião de Rotina Dião de Rotina Diáááária:ria:ria:ria: Consultar HorConsultar HorConsultar HorConsultar Horáááário e Seguir Sistemario e Seguir Sistemario e Seguir Sistemario e Seguir Sistema de Trabalhode Trabalhode Trabalhode Trabalho Favorecer Processamento Visual eFavorecer Processamento Visual eFavorecer Processamento Visual eFavorecer Processamento Visual e não o Auditivo.não o Auditivo.não o Auditivo.não o Auditivo.
  34. 34. Promover a compreensão de situações. Utilizar áreas fortes da criança. Promover a independência. Reduzir problemas de comportamento. Providenciar ambiente seguro, calmo, organizado e previsível. Promover mudanças gradualmente, preparando a criança de maneira.
  35. 35. Comunicar usando linguagem simples. Utilizar pistas visuais durante a comunicação. Oferecer tempo para a criança responder. Ser sensível às tentativas de comunicação por parte da criança.
  36. 36. Tipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de Intervenççççãoãoãoão Programa que visa o tratamento e educação para autistas e crianças com déficits relacionados a comunicação, englobando as esferas dos atendimento educacional e clínico. TEACCHTEACCHTEACCHTEACCH LEWIS; DE LEON (1995)LEWIS; DE LEON (1995)LEWIS; DE LEON (1995)LEWIS; DE LEON (1995)
  37. 37. Fonte:Fonte:Fonte:Fonte: aeahespecialaeahespecialaeahespecialaeahespecial....blogspotblogspotblogspotblogspot....com/2007/10/ocom/2007/10/ocom/2007/10/ocom/2007/10/o----mtodomtodomtodomtodo----teateateatea............
  38. 38. ÁÁÁÁrea de reuniãorea de reuniãorea de reuniãorea de reunião
  39. 39. ÁÁÁÁrea de trabalho Individualrea de trabalho Individualrea de trabalho Individualrea de trabalho Individual
  40. 40. ÁÁÁÁrea de brincarrea de brincarrea de brincarrea de brincar
  41. 41. ÁÁÁÁrea de trabalho em gruporea de trabalho em gruporea de trabalho em gruporea de trabalho em grupo
  42. 42. ÁÁÁÁrea de transirea de transirea de transirea de transiççççãoãoãoão
  43. 43. Método supostamente “robotiza” a criança TEACCHTEACCHTEACCHTEACCH ---- crcrcrcrííííticasticasticasticas Mas....Mas....Mas....Mas.... Processo consistente de aprendizadoProcesso consistente de aprendizadoProcesso consistente de aprendizadoProcesso consistente de aprendizado HumanizaHumanizaHumanizaHumanizaçççção progressivaão progressivaão progressivaão progressiva Adquire habilidades e constrAdquire habilidades e constrAdquire habilidades e constrAdquire habilidades e constróóóói significados.i significados.i significados.i significados.
  44. 44. TEACCHTEACCHTEACCHTEACCH Estrutura daEstrutura daEstrutura daEstrutura da ÁÁÁÁrea de Trabalhorea de Trabalhorea de Trabalhorea de Trabalho
  45. 45. Estrutura daEstrutura daEstrutura daEstrutura da ÁÁÁÁrea de Trabalhorea de Trabalhorea de Trabalhorea de Trabalho
  46. 46. TEACCHTEACCHTEACCHTEACCH TarefasTarefasTarefasTarefas
  47. 47. Tipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de Intervenççççãoãoãoão AnAnAnAnáááálise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada do ComportamentoComportamentoComportamentoComportamento Visa ensinar à criança, habilidades que ela não possui, por meio de etapas. Habilidades ensinadas individualmente, associadas a uma indicação/instrução.
  48. 48. AnAnAnAnáááálise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada do ComportamentoComportamentoComportamentoComportamento Repetição e registro exaustivo das tentativas e resultados. Resposta adequada da criança → ocorrência de algo desejável. Currículo Funcional Natural → currículo individualizado.
  49. 49. AnAnAnAnáááálise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada dolise Aplicada do ComportamentoComportamentoComportamentoComportamento ---- CrCrCrCrííííticasticasticasticas Método supostamente “robotiza” a criança Mas....Mas....Mas....Mas.... Adquire habilidades e constrAdquire habilidades e constrAdquire habilidades e constrAdquire habilidades e constróóóói significados.i significados.i significados.i significados. EUAEUAEUAEUA →→→→Grupo de paisGrupo de paisGrupo de paisGrupo de pais treinados por especialistastreinados por especialistastreinados por especialistastreinados por especialistas
  50. 50. Exemplo: leitura funcionalExemplo: leitura funcionalExemplo: leitura funcionalExemplo: leitura funcional • Objetivo geral: identificar dados pessoais quando essas informações aparecem em documentos. • Objetivos específicos: a) identificar seu nome quando aparece em materiais escritos; b) identificar seu telefone quando aparece em materiais escritos; c) identificar seu número de telefone quando aparece em materiais escritos.
  51. 51. Exemplo de intervenExemplo de intervenExemplo de intervenExemplo de intervençççção do professorão do professorão do professorão do professor • Colocar a foto do estudante junto com seu nome em pertences e locais freqüentados pelo estudante (carteira, caderno, mochila). => Procedimentos de ensino: resposta de observação, pareamento palavra figura, reforçamento dos desempenhos adequados.
  52. 52. Exemplo de intervenExemplo de intervenExemplo de intervenExemplo de intervençççção da famão da famão da famão da famíííílialialialia • Pedir aos pais que coloquem o nome da criança escrito em seus objetos ou móveis pessoais. Pedir à criança que localize seus objetos e/ou que os guarde nos móveis de seu uso (por exemplo, guardar sua mochila em seu armário). => Procedimentos de ensino: Pareamento e reforçamento dos desempenhos adequados da criança.
  53. 53. Tipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de IntervenTipos Mais Usuais de Intervenççççãoãoãoão PECSPECSPECSPECS Sistema baseado na troca de figuras como forma de comunicação. BONDY; FROST (1994)BONDY; FROST (1994)BONDY; FROST (1994)BONDY; FROST (1994)
  54. 54. PECS -Adaptado (Walter, 2000) é dividido nas seguintes fases: Fase 1- Troca de figura. Fase 2- Aumento da espontaneidade. Fase 3a- Discriminação das figuras. Fase 3b- Diminuição do tamanho das figuras. Fase 4- Estruturação de sentenças. Fase 5- Introdução de conceitos adicionais de linguagem. PECSPECSPECSPECS
  55. 55. PECSPECSPECSPECS Figuras do PCS utilizadas no Sistema PECS.Figuras do PCS utilizadas no Sistema PECS.Figuras do PCS utilizadas no Sistema PECS.Figuras do PCS utilizadas no Sistema PECS.
  56. 56. SugestõesSugestõesSugestõesSugestões • Não formule frases muito complexas ou longas • Use de clareza e objetividade • Fale diretamente aquilo que você está querendo • Evite gritar. Fale baixo, mas fale SEMPRE. • Evite uso de metáforas e ironias • Evite o uso de perguntas afirmativas • Posicione-se de frente ao dar uma ordem • Associe uma imagem à sua fala
  57. 57. • Dê condições de escolha à criança. • Aguarde o tempo de resposta. • Use palavras e expressões compatíveis com a idade cronológica. • Quando você não entender, fale. SugestõesSugestõesSugestõesSugestões
  58. 58. CondiCondiCondiCondiçççções Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadoras
  59. 59. CondiCondiCondiCondiçççções Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadoras
  60. 60. CondiCondiCondiCondiçççções Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadorasões Facilitadoras

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