Atualizacao cientifica

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Atualizacao cientifica

  1. 1. Atualização do Conhecimento Disponibilidade, Meios de Busca e Importância Prof. Esp. João Paulo Dubas Mural Conhecimento, por Robert Lewis Reid A obra Atualização do Conhecimento de João Paulo Dubas foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial 3.0 Brasil (http://bit.ly/k6pCmP). Com base na obra disponível em www.slideshare.net (http://slidesha.re/mI29ef ).
  2. 2. Dados, Informação, Conhecimento <ul><li>O que é conhecimento </li></ul><ul><li>Conhecimento na atualidade </li></ul>Obtendo informação <ul><li>Editoras </li></ul><ul><li>Sites </li></ul><ul><li>Bases de dados e editores online </li></ul><ul><li>Limitações </li></ul>Introdução à bioestatística <ul><li>Definição </li></ul><ul><li>Objetivo </li></ul><ul><li>Medidas de resumos </li></ul><ul><li>Provas de inferência </li></ul>
  3. 3. Dados, Informação, Conhecimento
  4. 4. Conhecimento
  5. 5. Conhecimento e Internet
  6. 8. Dados Informação Conhecimento ABSTRAÇÃO
  7. 9. Conhecimento é poder.
  8. 10. O que é conhecimento Obtenção Processamento Manipulação Organização Adicionar ao conhecimento Dados
  9. 11. Obtendo informação
  10. 12. Onde obter informação ?
  11. 13. Editoras www.manole.com.br www.artmed.com.br www.shapeeditora.combr www.sprint.com.br www.guanabarakoogan.com.br www.phorte.com.br www.atheneu.com.br
  12. 14. Sites http://www.cev.org.br/ http://www.ais.org.au/sssm/index.asp http://www.sportsci.org/ http://www.jssm.org/ http://www.efdeportes.com/ http://www.icsspe.org/ http://www.gssi.com.br/ http://www.boletimef.org/ http://www.pponline.co.uk/ http://www.aleixoassociados.com.br/ http://www.centrodeestudos.org.br/ http://www.educacaofisica.com.br/
  13. 15. Bases de dados e editoras http://www.scielo.br/ http://www.bireme.br/ http://highwire.stanford.edu/ http://www.pubmedcentral.nih.gov/ http://www.rbcdh-online.ufsc.br/ http://www.ucb.br/mestradoef/rbcm/rbcm_edicoes.htm http://www.fade.up.pt/rpcd/entrada.html http://faculty.css.edu/tboone2/asep/fldr/fldr.htm http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez/
  14. 16. Scielo <ul><li>A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. </li></ul><ul><li>A SciELO é o resultado de um projeto de pesquisa da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em parceria com a BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. </li></ul><ul><li>O Projeto tem por objetivo o desenvolvimento de uma metodologia comum para a preparação, armazenamento, disseminação e avaliação da produção científica em formato eletrônico. </li></ul><ul><li>Com o avanço das atividades do projeto, novos títulos de periódicos estão sendo incorporados à coleção da biblioteca. </li></ul>
  15. 17. Permite visualizar e pesquisar as revistas disponíveis no site Permite visualizar e pesquisar os artigos disponíveis no site
  16. 19. Utilize para verificar quais as possíveis palavras podem ser utilizadas no campo
  17. 21. Bireme <ul><li>O acesso à informação científico-técnica em saúde é essencial para o desenvolvimento da saúde. </li></ul><ul><li>A necessidade de desenvolver a capacidade dos países da América Latina e do Caribe de operar as fontes de informação científico-técnica em saúde de forma cooperativa e eficiente. </li></ul><ul><li>A necessidade de promover o uso e de responder às demandas de informação científico-técnica em saúde dos governos, dos sistemas de saúde, das instituições de ensino e investigação, dos profissionais de saúde e do público em geral. </li></ul>
  18. 22. Permite realizar pesquisa em todas as bases de dados disponíveis Permite selecionar uma das bases de dados disponíveis para consulta
  19. 23. Permite realizar pesquisa em todas as bases de dados disponíveis na área
  20. 24. PubMed <ul><li>PubMed , disponível pelo sistema de obtenção NCBI Entrez , foi desenvolvido pelo National Center for Biotechnology Information (NCBI) na National Library of Medicine (NLM), localizado na U.S. National Institutes of Health (NIH). Entrez é o sistema de busca baseado em texto e obtenção utilizado na NCBI para serviços incluindo PubMed , Nucleotide and Protein Sequences , Protein Structures , Complete Genomes , Taxonomy , OMIM e muitos outros. PubMed prove acesso a citações da literatura biomédica. LinkOut prove acesso a artigos na integra nos sites de periódicos e outros recursos Web. PubMed também prove acesso e links a outros recursos de biologia molecular no sistema Entrez . </li></ul>
  21. 25. Permite realizar pesquisa Permite definir limites, verificar histórico de pesquisas, conteúdos copiados e detalhes dos artigos ou periódicos
  22. 26. PubMed Central <ul><li>PubMed Central é um arquivo digital gratuito de periódicos biomédicos e das ciências da saúde na NIH, desenvolvido e administrado pelo NCBI na NLM. Com o PubMed Central, NLM toma a liderança na preservação e manutenção do acesso irrestrito à literatura eletrônica, assim como o tem feito a décadas com a literatura biomédica impressa. PubMed Central tem por objetivo preencher a lacuna de uma biblioteca mundial na era digital. Não sendo uma editora de periódicos. NLM acredita que permitindo a todos os usuários acesso livre e irrestrito a todo o material contido é a melhor maneira de garantir a duração e utilidade do arquivo conforme a tecnologia muda ao longo do tempo. </li></ul>
  23. 27. Permite realizar pesquisa Permite navegar pela lista de periódicos disponíveis no site
  24. 29. HighWire <ul><li>HighWire Press é uma divisão da Stanford University Libraries , que produz as versões online de periódicos e outros conteúdos acadêmicos de alto impacto e revisados. Ganhadora do prêmio ALPSP por “Serviços à Publicação Sem Lucros”, HighWire realiza parcerias com sociedades acadêmicas de grande influência, editores em universidades para criar uma coleção das melhores da pesquisa e literatura clínica online. </li></ul><ul><li>Em conjunto, estes parceiros produzem 71 dos 200 periódicos mais frequentemente citados na literatura. </li></ul>
  25. 30. Permite realizar busca em qualquer parte do texto, por autores, por citação, entre outros Permite navegar por periódicos ou artigos organizar por ordem alfabética, por tópico, por editor ou outros critérios
  26. 31. Biblioteca Digital Unicamp <ul><li>A nova versão da Biblioteca Digital da Unicamp é resultado da segunda etapa de um Projeto que sempre se propôs a disponibilizar o conhecimento gerado na Universidade de forma rápida e sem fronteiras, ofertando conteúdo de milhões de páginas às comunidades nacional e internacional. </li></ul><ul><li>Esta nova versão apresenta inúmeras opções de interatividade aos usuários, abrindo novas perspectivas de acesso, de forma ágil e rápida, principalmente a autores e orientadores das dissertações de mestrado e teses de doutorado, de qualquer ponto do planeta a partir da navegação no site da Biblioteca Digital da Unicamp. </li></ul><ul><li>Como forma de facilitar o acesso às diversas informações dos conteúdos digitais publicado no Banco Digital esta versão ampliou as opções de busca, além de apresentar formas variadas de recuperação dos documentos, de indicadores de visitas, acesso aos documentos e downloads, assim como possibilita a geração de relatórios por meio da exportação dessas informações em arquivos. </li></ul><ul><li>A Biblioteca Digital da Unicamp, desde a sua criação em 2002, está associada a nível nacional ao Projeto da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT/MCT), e a nível internacional à Network Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD). </li></ul><ul><li>Com esta nova versão, estudada e adequada para melhor atender às necessidades da comunidade científica, mantém o propósito que norteia a criação da Biblioteca Digital da Unicamp: “Disponibilizar e difundir a produção científica, acadêmica e intelectual da Universidade em formato eletrônico/digital de: artigos, fotografias, ilustrações, teses, obras de arte, registros sonoros, revistas, vídeos e outros documentos de interesse ao desenvolvimento científico, tecnológico e sócio-cultural”. </li></ul>
  27. 33. Teses USP <ul><li>A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo foi criada para disponibilizar na Internet o conhecimento produzido pelos trabalhos defendidos na Universidade de São Paulo, permitindo que as comunidades brasileira e internacional possam ter em mãos a versão digital completa das teses e dissertações. A Biblioteca Digital foi inaugurada em 2001 juntamente com Portal do Conhecimento. </li></ul><ul><li>Para os autores das teses e dissertações, a Biblioteca Digital é uma oportunidade única de exibição dos trabalhos, de forma rápida e fácil. Esse fator abrirá perspectivas de crescimento profissional cada vez maiores. A mesma oportunidade será dada aos orientadores e áreas de pós-graduação, que terão um aumento significativo no impacto de suas pesquisas, tanto no Brasil, quanto em qualquer lugar do mundo com acesso disponível à Internet. </li></ul><ul><li>A Biblioteca Digital está associada a uma iniciativa global reconhecida pela UNESCO, a Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), o que lhe garante maior confiabilidade e abrangência, e também associada ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) do Ministério da Ciência e Tecnologia, através da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações . </li></ul>
  28. 36. Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações <ul><li>O que é a BDTD </li></ul><ul><li>O Ibict coordena o projeto da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), que integra os sistemas de informação de teses e dissertações existentes nas instituições de ensino e pesquisa brasileiras, e também estimula o registro e a publicação de teses e dissertações em meio eletrônico. Este projeto − iniciativa inovadora do IBICT, em parceria com as instituições brasileiras de ensino e pesquisa − possibilita que a comunidade brasileira de C&T publique suas teses e dissertações produzidas no país e no exterior, dando maior visibilidade a produção científica nacional. </li></ul><ul><li>A BDTD foi desenvolvida no âmbito do programa da Biblioteca Digital Brasileira, com apoio da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep). Tem um comitê técnico-consultivo (CTC), instalado em abril de 2002, constituído por representantes do Ibict, CNPq, MEC (Capes e Sesu), Finep e das três universidades que participaram do grupo de trabalho e do projeto-piloto (USP, Puc-Rio e UFSC). O CTC é um colegiado e objetiva referendar o desenvolvimento da BDTD, assim como atuar na especificação de padrões a serem adotados no âmbito do sistema da BDTD. Em particular, apoiou e aprovou o Padrão Brasileiro de Metadados para Teses e Dissertações ( MTD-BR). </li></ul>
  29. 38. Rede Digital de Bibliotecas de Teses e Dissertações (NDLTD) <ul><li>A Rede Digital de Bibliotecas de Teses e Dissertações (NDLTD) é uma organização internacional que, através de liderança e inovação, promove a adoção, criação, uso, disseminação e preservação de teses e dissertações eletrônicas. A NDLTD encoraja e auxilia os esforços de institutos de educação e suas comunidades no desenvolvimento de publicações eletrônicas e bibliotecas digitais (incluindo repositórios), portanto permitindo a disseminação de conhecimento mais efetivamente para levar os benefícios ao redor do mundo. </li></ul>
  30. 42. Bases de dados e editores <ul><li>Limitações </li></ul><ul><ul><li>Somente uma base de dados nacional, </li></ul></ul><ul><ul><li>Cobre poucas revistas na área de esporte </li></ul></ul><ul><ul><li>Em alguns casos é mais fácil encontrar o periódico online </li></ul></ul>
  31. 43. Introdução à bioestatística
  32. 45. Estatística <ul><li>Ferramenta para auxílio na tomada de decisões </li></ul><ul><li>Justificar “cientificamente” a decisão tomada </li></ul>“ A estatística presta-se a aplicações operacionais e de pesquisa, sendo efetiva não só em experimentos de laboratório ”
  33. 46. O que a estatística não é? <ul><li>Método pelo qual é possível se provar tudo aquilo que se deseja </li></ul><ul><li>Substituto do pensamento teórico-abstrato </li></ul>
  34. 47. Objetivo da estatística <ul><li>Concluir a respeito de grupos, conjuntos ou agregados  estudar a população </li></ul><ul><ul><li>Finita: número de unidades de observação pode ser contado e é limitado </li></ul></ul><ul><ul><li>Infinita: quantidade de unidades de observação é ilimitado, ou sua composição é tal que não pode ser contada </li></ul></ul>
  35. 48. Estatística e Parâmetros População Amostra Experimento Inferência
  36. 49. Inferência Estatística
  37. 50. Inferência estatística
  38. 51. Tipos de variáveis
  39. 52. Medidas nominais <ul><li>Dados sãos codificados por meio de números, nomes ou letras e associados a um grupo ou categoria </li></ul><ul><li>Gênero </li></ul><ul><li>Religião </li></ul><ul><li>Etnia </li></ul>
  40. 53. Medidas ordinais <ul><li>Similar a medidas nominais </li></ul><ul><li>Envolve categorias </li></ul><ul><li>Ordenada por ranqueamento </li></ul><ul><li>Nível de esforço percebido </li></ul><ul><ul><li>0 – Nenhum </li></ul></ul><ul><ul><li>0,5 – Muito, muito leve </li></ul></ul><ul><ul><li>1 – Muito leve </li></ul></ul><ul><ul><li>2 – Leve </li></ul></ul><ul><ul><li>3 – Moderado </li></ul></ul><ul><ul><li>4 – Um pouco intensa </li></ul></ul><ul><ul><li>5 – Intensa </li></ul></ul><ul><ul><li>6 </li></ul></ul><ul><ul><li>7 – Muito intensa </li></ul></ul><ul><ul><li>8 </li></ul></ul><ul><ul><li>9 </li></ul></ul><ul><ul><li>10 – Muito, muito intensa </li></ul></ul>
  41. 54. Medidas intervalares <ul><li>Medidas ordenadas </li></ul><ul><li>Com intervalos iguais </li></ul><ul><li>Não possuem um verdadeiro zero </li></ul><ul><li>Temperatura °C </li></ul>
  42. 55. Medidas racionais <ul><li>Intervalos iguais </li></ul><ul><li>Possuem um valor zero </li></ul><ul><li>Amplitude de movimento </li></ul><ul><li>Massa corporal </li></ul>
  43. 56. Desenho experimental
  44. 57. Estudo transversal ou prevalência
  45. 58. Estudo caso-controle
  46. 59. Estudo de coorte-prospectivo
  47. 60. Estudo coorte-retrospectivo
  48. 61. Estudo experimental
  49. 62. Analisando estudos http://www.hand2handsolutions.in/blog/2010/12/27/simplify-analysis-of-a-retailer/
  50. 63. TABELAS DE CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA PARA FREQUENTADORES DE PARQUES PÚBLICOS <ul><li>ALBINO, Júlia et al . Tabelas de classificação da aptidão física para frequentadores de parques públicos. Rev Bras Med Esporte ,  Niterói,  v. 16,  n. 5, out.  2010 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922010000500011&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  17  jun.  2011.  doi: 10.1590/S1517-86922010000500011. </li></ul>http://melemel.deviantart.com/art/Crumpled-white-paper-texture-85259388
  51. 64. Metodologia (amostra) <ul><li>Avaliados 713 indivíduos </li></ul><ul><ul><li>203 homens </li></ul></ul><ul><ul><li>510 mulheres </li></ul></ul><ul><li>Agrupados em faixas etárias </li></ul><ul><ul><li>20-39 </li></ul></ul><ul><ul><li>40-49 </li></ul></ul><ul><ul><li>50-59 </li></ul></ul><ul><ul><li>60-69 </li></ul></ul><ul><ul><li>>70 </li></ul></ul>
  52. 65. Metodologia (protocolo) <ul><li>Marcha estacionária de 2 minutos </li></ul><ul><li>Teste de Cooper </li></ul><ul><li>Flexão de cotovelo </li></ul><ul><li>Resistência abdominal </li></ul><ul><li>Impulsão vertical </li></ul><ul><li>Flexibilidade de ombros </li></ul><ul><li>Flexibilidade lombar </li></ul>
  53. 66. Metodologia (análise estatística) <ul><li>Calculados os percentis 20 (P20), 40 (P40), 60 (P60) e 80 (P80) </li></ul><ul><li>A partir dos percentis foram estabelecidas as classificações: </li></ul><ul><ul><li>Fraco (<P20) </li></ul></ul><ul><ul><li>Regular (>=P20 & <P40) </li></ul></ul><ul><ul><li>Médio (>=P40 & <P60) </li></ul></ul><ul><ul><li>Bom (>=P60 & <P80) </li></ul></ul><ul><ul><li>Ótimo (>=P80) </li></ul></ul>
  54. 71. COMPARAÇÃO DAS RESPOSTAS FISIOLÓGICAS, PERCEPTUAIS E AFETIVAS DURANTE CAMINHADA EM RITMO AUTOSSELECIONADO POR MULHERES ADULTAS DE TRÊS DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS <ul><li>BUZZACHERA, Cosme Franklim et al . Comparação das respostas fisiológicas, perceptuais e afetivas durante caminhada em ritmo autosselecionado por mulheres adultas de três diferentes faixas etárias. Rev Bras Med Esporte ,  Niterói,  v. 16,  n. 5, out.  2010 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922010000500002&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  17  jun.  2011.  doi: 10.1590/S1517-86922010000500002 </li></ul>http://melemel.deviantart.com/art/Crumpled-white-paper-texture-85259388
  55. 72. Metodologia (amostra) <ul><li>66 mulheres com idade entre 20 e 45 anos </li></ul><ul><ul><li>Sedentárias </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem modificação no padrão de atividade física </li></ul></ul><ul><ul><li>PARQ negativo </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem distúrbios cardiovasculares, respiratórios, musculoesqueléticos e metabólicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhum histórico de tabagismo </li></ul></ul><ul><li>Agrupadas em: </li></ul><ul><ul><li>GI: 20 a 25 anos, n = 22 </li></ul></ul><ul><ul><li>GII: 30 a 35 anos, n = 22 </li></ul></ul><ul><ul><li>GIII: 40 a 45 anos, n = 22 </li></ul></ul>
  56. 73. Metodologia (experimento) <ul><li>Avaliação 1 </li></ul><ul><ul><li>Avaliação médica </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação antropométrica </li></ul></ul><ul><ul><li>Familiarização </li></ul></ul><ul><li>Avaliação 2 </li></ul><ul><ul><li>Teste incremental de esforço máximo em esteira </li></ul></ul><ul><li>Avaliação 3 </li></ul><ul><ul><li>Caminhada em esteira durante 20 minutos, em ritmo autosselecionado (modificação na velocidade nos minutos: 5, 10 e 15) </li></ul></ul>
  57. 74. Metodologia (medidas) <ul><li>Consumo de oxigênio </li></ul><ul><li>Freqüência cardíaca </li></ul><ul><li>Escala de percepção subjetiva de esforço (6 a 20) </li></ul><ul><li>Escala de afetividade (-5 [pouco prazer] a +5 [muito prazer]) </li></ul>
  58. 75. Metodologia (análise estatística) <ul><li>ANOVA univariada (grupo) </li></ul><ul><li>ANOVA mista 3 × 4 (grupo × momento do teste de caminhada) </li></ul><ul><li>Avaliar respostas fisiológicas, perceptuais e afetivas no teste de caminhada </li></ul>
  59. 78. VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS E NEUROMUSCULARES ASSOCIADAS COM A PERFORMANCE AERÓBIA EM CORREDORES DE ENDURANCE : EFEITOS DA DISTÂNCIA DA PROVA <ul><li>SOUZA, Kristopher Mendes de et al . Variáveis fisiológicas e neuromusculares associadas com a performance aeróbia em corredores de endurance: efeitos da distância da prova. Rev Bras Med Esporte ,  Niterói,  v. 17,  n. 1, fev.  2011 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922011000100008&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  18  jun.  2011.  doi: 10.1590/S1517-86922011000100008. </li></ul>http://melemel.deviantart.com/art/Crumpled-white-paper-texture-85259388
  60. 79. Metodologia (amostra) <ul><li>11 corredores moderadamente treinados </li></ul><ul><ul><li>Mínimo de 2 anos de experiência </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinando 6 vezes por semana </li></ul></ul><ul><ul><li>Volume semanal entre 70 e 90km </li></ul></ul>
  61. 80. Metodologia (mensurações) <ul><li>Testes de campo </li></ul><ul><ul><li>10.000m </li></ul></ul><ul><ul><li>5.000m </li></ul></ul><ul><ul><li>1.500m </li></ul></ul><ul><li>Testes de laboratório </li></ul><ul><ul><li>Consumo máximo de oxigênio e velocidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Limiar anaeróbio e velocidade (lactato) </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia de corrida (EC) </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo limite (Tlim na vVO 2 máx) </li></ul></ul><ul><ul><li>Força explosiva (impulsão vertical) </li></ul></ul>
  62. 81. Metodologia (análise estatística) <ul><li>Análise de regressão </li></ul><ul><ul><li>Estabelecer relação entre testes de campo e variáveis dos testes laboratoriais </li></ul></ul><ul><li>ANOVA </li></ul><ul><ul><li>Comparar velocidade nos testes de campo e vVO 2 máx e vLAN </li></ul></ul>
  63. 84. Tomada de decisão Primeira avaliação Sim Não Uso de tabelas de classificação Comparação com resultados prévios Possível uso do ETM Chamar atenção para resultados negativos; Elogiar resultados positivos Estabelecer nível de base para futuras avaliações
  64. 85. Erro típico da medida (ETM) <ul><li>Definição: ruído ou incerteza quanto à alteração observada </li></ul><ul><ul><li>Confiabilidade da medida </li></ul></ul><ul><li>Objetivo: classificar alteração entre dois momentos, facilitando: </li></ul><ul><ul><li>Interpretação da alteração </li></ul></ul><ul><ul><li>Tomada de decisão ≈ ênfase do treino </li></ul></ul>by Pingo ®
  65. 86. Erro típico da medida 25,6 ± 0,4 Média ± S 25,1 26 25,3 25,8 João 4ª 3ª 2ª 1ª Voluntário -0,8 ± 1,1 Média ± S -1,3 17,8 19,1 Gilberto 0,4 27,3 26,9 Carlos -2,2 43,0 45,2 Américo -0,4 15,6 16,0 Claudio -0,7 29,0 29,7 João Diferença 2ª 1ª Voluntário
  66. 87. Erro típico da medida
  67. 88. Erro típico da medida
  68. 89. Erro típico da medida
  69. 92. Resultados ∆ (Pós-Pré) P - P Ø P + Voluntário 1 SDC Lange 10 0,0 0,7 99,3 SDC Misto 6,5 0,1 9,4 90,5 Voluntário 2 SDC Lange -2,5 44,3 52,9 2,8 SDC Misto -1,5 28,3 65,1 6,6
  70. 93. Mensagem final Não é o conhecimento, mas o ato de aprender, não a posse mas o ato de obter, que garantem o maior dos deleites. Quando eu elucidei e exauri um tema, então me desvio dele, para retornar novamente à sombra; o homem nunca-satisfeito é tão estranho à estrutura completa, como se não pudesse lidar com esta em paz, sempre pronto para começar uma nova. Eu imagino como os grandes conquistadores deveriam se sentir, que, logo após um reino ter sido conquistado, lançavam suas mãos sobre outros. Karl Pearson
  71. 94. MUITO OBRIGADO!!! [email_address] by Pingo ®

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