Normas Bibliográficas

2.133 visualizações

Publicada em

Sumário de Normas de apresentação de referência bibliográficas e citações - via FUNDAÇÃO JOÃO JACINTO DE MAGALHÃES, com a devida vénia

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.133
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
26
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Normas Bibliográficas

  1. 1. SUMÁRIO DE NORMAS DE APRESENTAÇÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E CITAÇÕES 1.Referências Bibliográficas As referencias bibliográficas podem figurar como: - Elemento de uma lista bibliográfica; - Elemento de um texto ou de uma nota de rodapé. 1.1.Referências bibliográficas em lista bibliográfica 1.1.1. Livros Os elementos que devem constar da referência e a sua sequência apresentam-se assim: 1ªAutor: ultimo apelido em maiúsculas, separado do nome e dos restantes apelidos por uma vírgula. Se os autores não foram mais de três, mencionam-se todos. A inversão efectua-se em todos os nomes. Se os autores forem mais de três, mencionam-se os três primeiros, acrescentando-se ao terceiro et al. (em itálico), abreviatura de et alii= e outros. 2º Título e subtítulo; sempre em itálico e terminado por ponto final. 3º Volume ou tomo e número da edição, quando não for a primeira. 4º Local de publicação seguido de dois pontos ou vírgula. 5º Casa editora seguida de vírgula. 6º Ano de edição terminado por ponto final. Ex.: - CHÂTELET, François, DERRIDA, Jacques, FOUCAULT, Michel, Políticas da Filosofia. Textos reunidos por Dominique Grisoni, tradução de José Saramago. Lisboa, Moraes Editores, 1977. - POLIAKOV, Léon, Le Mythe Aryen Essai sur les sources du racisme et des nationalismes. Paris, Calman-Lévy, 1971.
  2. 2. - SARAIVA, António José, Para a História da Cultura em Portugal. Vol. II, 4ª ed.. Amadora, Livraria Bertrand, 1979. -UNAMUNDO, Miguel de, Del Sentimento Trágico de lá Vida en los Hombres y en los Pueblos. 11ª ed.. Madrid, Espasa-Calpe, 1967. 1.1.2. Partes de Livro (Capítulos, comunicações em actas de congressos, etc.) Os elementos e a sequência são os mesmos de 1.1.1. precedidos de autor(es) do capítulo ou da comunicação, com inversão do nome, e o título do trabalho colocado entre aspas. Segue-se uma vírgula e in (em itálico) com dois pontos. A partir daqui continua a referência como acima. No final, depois da data, indicam-se as páginas (primeira e última) que o capítulo ou comunicação ocupam. Ex.: - CUMMINS, Robert, SCHWARZ, Georg, “Connexionnisme, computation et cognition”, in: Daniel CHANDLER (dir.), Introduction aux Sciences Cognitives. Paris, Ed. Gallimard, 1992, p.374-394. -RORTY, Amélie Oksenberg, “Descartes on Epistemological Egalitarianism”, in: Maria José Pinto CANTISTA, José Francisco MEIRINHOS (coord.) Descartes Reflexão sobre a Modernidade. Actas do Colóquio Internacional (Porto, 18 a 20 de Novembro de 1996). Porto, Fundação Eng. António de Almeida, 1998, p.363-374. 1.1.3. Publicações Periódicas Com as Adaptações devidas, segue-se o procedimento de 1.1.2.: autor, título do artigo entre aspas, nome da revista ou jornal em itálico, local de publicação, número de série, data, páginas (primeira e ultima). Ex.: -HABERMAS, Jurgen, “Lá modernité: un projet inachevé”, Critique, Paris, 413, Octobre, 1981, p. 950 - 969. -BARRETO, António, “Kosovo ‘blues’”, Público, Lisboa, 11-04-1999, p.9. 2
  3. 3. 1.2. Referências bibliográficas fora de listas bibliográficas Nestes casos, além de não se fazer a inversão do nome do autor, usam-se, por vezes, procedimentos de supressão de elementos, sobretudo em referências remetidas para nota de rodapé. Assim, se a uma obra referida se segue(m) imediatamente outra(s) referência(s), pode utilizar-se Ibid. (abreviatura de Ibidem = no mesmo lugar), sempre grafado em itálico. Se for utilizado o sistema de referência baseado no nome do autor, pode em menções seguintes recorrer-se às abreviaturas Op. cit. ou Loc. cit., conforme se remete para a mesma obra ou para a mesmas obra e a mesma página anteriormente citadas. Ex.: “Durer’s Melancholy is not in a state of depressed inactivity. She is in na intense visionary trance...”1 “The extraordinary possibility has been suggested that there may have been English Puritan influence on Sabbatai Sevi.”2 2. Citações 2.1.Sobre citações literais que ocorrem no desenvolvimento de um texto ou em nota de rodapé devem observar-se os critérios seguintes: - A citação é precedida e seguida de aspas. - O texto citado é grafado em corpo redondo. - A chamada para a nota de rodapé, em que se identifica o autor e obra donde foi extraída a citação, deve figurar a seguir às aspas que fecham a citação. Ex.: “A literatura, pois, é uma forma de arte ambígua, em face de outras formas de ser arte, porque a palavra lhe introduz um equívoco e portanto um risco.”3 1.1.1.1.1.1.1.1.1. 1 Frances A. YATES, The Occullt Philosophy in the Elizabethan Age. London, Boston and Henley, Routledge & Kegan Paul, 1979, p.56. 2 Ibid., p. 186 3 Vergílio FERREIRA, Arte Tempo. Lisboa, Ed. Rolim, (s. d.), p. 23. 3
  4. 4. 2.2. Admite-se também o modo de citar em que a fonte vem indicada no próprio texto pelo apelido do autor, pela data da publicação da obra seguida de a, b, c, etc., quando do mesmo autor e ano são referidas várias obras, e pelo número de página, tudo colocado entre parêntesis curvos. Neste caso, o texto (artigo, comunicação, capítulo, etc.) tem de ser sempre seguidos por bibliografia onde figurem, para cada obra referida, os habituais elementos de identificação bibliográfica. Ex.: “In practical discourse the claims to rightness made in comminicative activity are subjcted to critical argumentation, just as the claims to truth are in theoretical discourse” (KEAT, 1981b, p. 190) Na bibliografia final aparece a identificação completa da fonte citada: - KEAT, Russell, The Politics of Social Therry Habermas, Freud and the Critique of Positivism. Oxford, Basil Blackwell, 1981. Aveiro, 22/06/1999 4

×