Os melhores alimentos para o          cérebro          Atualização
Os melhores alimentos para o      cérebro: uma atualizaçãoEssa apresentação é baseada no apanhadode notícias de um portal ...
Dieta para depressãoPesquisa dos últimos anos sugere que o consumo deácidos graxos monoinsaturados (encontrados no azeited...
Repensando gorduraAlém de reduzir o risco de depressão, osácidos graxos insaturados comuns nadieta mediterrânea tem outros...
Vá com o salmãoPeixes de água fria, oleosos, como salmão, truta e cavala sãoespecialmente boas fontes de AGPIs, principalm...
Frutas para afastar o AVC2012 foi um bom ano para os frutos. Uma análise daNurses‘ Health Study constatou que o consumo el...
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Chocolate – ainda mais antioxidantesMuitos estudos recentes têm acrescentado aocorpo já robusto de evidências sugerindo qu...
O que não comer: reduzir os carboidratosVários estudos em 2012 esclareceram como alimentosexcessivamente doce, não saudáve...
O que não comer (continuação)Muitas evidências em 2012 reforçam que o alto consumo de carnevermelha aumenta o risco de AVC...
Dúvidas???Envie e-mail para jluizbarros@yahoo.com.br                    As fotos são cortesia da Thinkstock.
Referências1.   Sánchez-Villegas A, Verberne L, De Irala J, et al. Dietary fat intake and the risk of depression: the SUN ...
Referências10.   Kastorini CM, Milionis HJ, Ioannidi A, et al. Adherence to the Mediterranean diet in relation to acute   ...
Referências20.   Brooks M. New mechanism for berries potential brain benefits uncovered. Medscape Medical News.      Augus...
Referências30.   de Gaetano G, Di Castelnuovo A, Rotondo S, Iacoviello L, Donati MB. A meta-analysis of studies on wine   ...
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Os melhores alimentos para o cérebro

  1. 1. Os melhores alimentos para o cérebro Atualização
  2. 2. Os melhores alimentos para o cérebro: uma atualizaçãoEssa apresentação é baseada no apanhadode notícias de um portal especializado emrevisar assuntos sobre Medicina nasmelhores referências disponíveisatualmente. Ela apresenta estudos de 2012sobre nutrição e saúde mental.É uma Tradução adaptada dehttp://www.medscape.com/features/slideshow/brainfood2013?src=mp&spon=25#1 As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  3. 3. Dieta para depressãoPesquisa dos últimos anos sugere que o consumo deácidos graxos monoinsaturados (encontrados no azeitede oliva, abacate e nozes), ácidos graxos poliinsaturados(AGPIs, encontrados em nozes, sementes, peixes evegetais de folhas verdes), e os suplementos que contêmácido eicosapentaenóico diminui o risco de depressão aolongo do tempo.[1-3] Para o efeito, aderindo aos padrõesdietéticos do Mediterrâneo especificamente - isto é, umadieta rica em frutas, legumes, nozes, grãos integrais epeixe e rica em gordura insaturada - está associada comuma redução de 30% no risco de depressão, emcomparação com dietas ricas em carne e laticínios edietas ricas em ácidos graxos trans; a ingestão deste estáassociado com um risco aumentado de depressão aolongo do tempo. [4] Inversamente, os níveis baixos deAGPIs podem aumentar o risco de desenvolvimento dedepressão pós-parto, de acordo com a revisão daliteratura publicada em 2012 no Canadian Journal ofPsychiatry.[5] Tenha em mente, contudo, que, emborahaja uma forte evidência de uma associação entre a dietae a depressão, a maioria dos estudos até à data nãoprovaram causalidade, sustentando a necessidade degrandes estudos randomizados de prevenção primária.[6] As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  4. 4. Repensando gorduraAlém de reduzir o risco de depressão, osácidos graxos insaturados comuns nadieta mediterrânea tem outros benefíciospara o cérebro. Uma revisão publicada em2012 na Pediatrics informou sobre aevidência ligando a deficiência de AGPIsao Transtorno de Déficit deAtenção/Hiperatividade (TDAH), assimcomo resultados de ensaios em que estasgorduras foram utilizadas com sucessopara tratar sintomas de TDAH.[7] Um outropequeno estudo mostrou que o aumentono consumo do ácido graxo ômega-3melhora memória de trabalho em adultosjovens.[8] Trabalhos anteriores associaramdietas mediterrâneas ricas em óleo deoliva (azeite) com um menor risco deacidente vascular cerebral (AVC),[9,10]comprometimento cognitivo leve edoença de Alzheimer, e particularmenteos dois últimos quando associados comaltos níveis de atividade física.[11,12] As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  5. 5. Vá com o salmãoPeixes de água fria, oleosos, como salmão, truta e cavala sãoespecialmente boas fontes de AGPIs, principalmente os ácidosgraxos ômega-3. De acordo com um estudo de 2012,[13] 2 porçõespor semana estão associados a uma redução modesta masclinicamente significativa no risco de AVC. De nota, asuplementação de ômega-3 não foi associado com uma reduçãode risco, um achado que o autor do estudo, Oscar H.Franco, MD, PhD, professor de Medicina Preventiva da ErasmusMedical Center na Holanda, atribui à "interação de uma amplagama de nutrientes abundantes em peixes”. Um estudo de 2010sugeriu que consumir uma quantidade moderada de óleo de peixefoi proteção contra o risco de sintomas psicóticos; Noentanto, uma ingestão maior do que essa foi associado com umrisco aumentado.[14] Esta relação, em curva J, entre peixes ouingestão de AGPIs e problemas de saúde mental tem também sidosugerido por outros estudos e é consistente quanto a importânciade uma dieta equilibrada.[15,16] No entanto, nesse mesmotempo, ensaios clínicos randomizados sugerem que o óleo depeixe pode ajudar a prevenir a psicose em indivíduos de altorisco.[17] Um estudo multicêntrico duplo-cego randomizado estáem andamento para determinar se a suplementação de ômega-3ácidos graxos podem ajudar a prevenir o aparecimento da psicosee melhorar os sintomas e os resultados em pessoas com alto riscopara a esquizofrenia. As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  6. 6. Frutas para afastar o AVC2012 foi um bom ano para os frutos. Uma análise daNurses‘ Health Study constatou que o consumo elevadode flavanonas, uma subclasse dos flavanóidesencontrado em altas concentrações nas laranjas etoranjas, está associado a um risco 19% mais baixo paraAVC isquêmico em mulheres. [18] Um estudo finlandês[19]publicado na revista Neurology informou que uma dietarica em licopeno, um potente antioxidante encontradono tomate, pode reduzir o risco de AVC em homens. Ostrabalhos anteriores mostraram que ospolifenóis, nomeadamente antocianinas, encontradasem berries e outras frutas e vegetais de pigmentaçãoescura podem retardar o declínio cognitivo por induzir aautofagia (um processo pelo qual as células limpam ospróprios detritos celulares proteicos ligados à perda dememória) e reduzir o risco de doençacardiovascular, reduzindo o estresse oxidativo eatenuando a expressão dos genes envolvidos nainflamação.[20-22] Cada um destes estudos apontam paraa importância de uma dieta saudável, rica em alimentosvegetais e pobre em alimentos processados ​para umasérie de resultados para a saúde, tanto física quantomental. As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  7. 7. Corte o refrigerante, mantenha o café2012 viu mais evidências de que o cafépode ser uma maravilhosa drogaoriginal. Um novo estudoobservacional[23] que está para serapresentado no Encontro da AcademiaAmericana de Neurologia em marçodesse ano mostra que pessoas quebebem quatro xícaras de café por diatêm 10% menos chances de desenvolverdepressão. Aqueles que optaram por 4ou mais porções por dia de refrigerantediet ou ponche de frutas foram, 30% e38%, mais sujeitos, respectivamente, adesenvolver depressão. Trabalhopassado também sugere que oestimulante mais utilizado no mundoreduz o risco dedepressão, possivelmente alterando aatividade da dopamina e serotonina eatravés de suas propriedadesantioxidantes e anti-inflamatórias. [24-27] As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  8. 8. Álcool: sempre com parcimôniaOs gregos advertiam "nada em excesso", um refrão queainda soa verdadeiro: o baixo a moderado consumo deálcool* tem sido associado com vários potenciais benefíciosfisiológicos com implicações neurológicas, incluindo perfisde colesterol melhorados, efeitos benéficos sobre a funçãoplaquetária e coagulação, e sensibilidade à insulina.[28] Noano passado, informamos que o uso limitado de álcool estáassociado a um menor risco de demência[28,29] e que essaingestão moderada de álcool - especialmente os ricosantioxidantes do vinho tinto - pode proteger contradoenças cerebrovasculares.[30 - 32] um estudo publicado naCirculation Research descobriu que a uva Merlotdesalcoolizada reduziu a pressão sanguínea em cerca de6/3mmHg em uma amostra de 67 homens com alto riscocardiovascular, o que sugere que os efeitos benéficos doconsumo de vinho pode não ser estritamente devido ao seu *A Food and Drug Administration EUA define "o consumo moderado de álcool", como até uma doseconteúdo alcoólico.[33] No entanto, os custos para a saúde por dia para mulheres e até duas doses por dia parado cérebro com o consumo de álcool pode rapidamente homens. Uma dose é equivalente a 360ml de cervejasuperar os benefícios, assim como o uso excessivo e de normal (teor alcoólico 5%), 150ml de vinho (teor alcoólico 12%) ou 45ml de destilados (teor alcoólicolongo prazo do álcool pode levar ao vício e dependência de 40%)álcool, prejudicar a função de memória, contribuir para osurgimento de doenças neurodegenerativa, e dificultar afuncão psicossocial. As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  9. 9. Chocolate – ainda mais antioxidantesMuitos estudos recentes têm acrescentado aocorpo já robusto de evidências sugerindo que ochocolate amargo, rico em flavonóides pode terbenefícios cardiovasculares. Uma meta-análisepublicada no Cochrane Database of SystematicReviews relatou que os indivíduos queconsumiram 100 g de chocolate amargo todos osdias - um padrão de barras Hershey pesa 43 g - viuuma queda de pressão arterial média de2.77/2.20mmHg em comparação com osparticipantes do grupo controle.[34] Um estudofora da Finlândia[35], publicado na Neurologyrelatou que pessoas que comem pelo menos 52gde chocolate por semana têm um risco 17%menor de AVC, em comparação com aqueles quecomem menos de 12g por semana. Osflavonóides no chocolate amargo provavelmentecontribui para os benefícios relatados poreliminação de radicais livres e melhorar a funçãoendotelial e de plaquetas. Mas sempre verificar orótulo, já que chocolate processado contémgorduras trans, que devem ser evitadas. As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  10. 10. O que não comer: reduzir os carboidratosVários estudos em 2012 esclareceram como alimentosexcessivamente doce, não saudáveis ​afetam o cérebro. Umestudo realizado em animais[36] da UCLA (University ofCalifornia, Los Angeles) encontrou que dietas ricas em frutosepode prejudicar a função cognitiva, que é reversível com asuplementação de ácidos graxos ômega-3. O co-autor FernandoGomez-Pinilla, PhD, disse ao Medscape Medical News: "oconsumo alto de frutose pode induzir alguns sinais de síndromemetabólica no cérebro e pode atrapalhar a sinalização dosreceptores de insulina e reduzir a ação da insulina no cérebro."Outro trabalho[37], publicado no JAMA (Journal of AmericanMedical Association) sugere que o consumo de frutose modulaos caminhos neurofisiológicos envolvidos na regulação doapetite e estimula excessos (ou seja, abre o apetite). Um estudode outubro de 2012[38], publicado no Journal of Alzheimer’sDisease relatou que uma dieta rica em carboidratos e açúcaraumenta o risco de comprometimento cognitivo leve emidosos, enquanto que uma dieta rica em gordura e proteínapode reduzir este risco. O autor Rosebud O. Roberts, MD, umepidemiologista da Mayo Clinic, emRochester, Minnesota, comentou ao Medscape Medical Newsque um "equilíbrio ideal" de carboidratos, gordura e proteínapode ajudar a "manter a integridade neuronal e funçãocognitiva em idosos." As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  11. 11. O que não comer (continuação)Muitas evidências em 2012 reforçam que o alto consumo de carnevermelha aumenta o risco de AVC. A maior meta-análiseatualmente[39] a olhar para os efeitos aterogênicos de carnevermelha descobriram que o risco de AVC total aumentou em até13% para cada aumento de uma única porção fresca, processada, naquantidade total de carne vermelha consumida por dia. No início doano um outro estudo[40] descobriu que carne vermelha processada ​enão processada ​está associada a um maior risco de AVC, enquantoaves foi associado com um risco reduzido. Um estudo realizado porSanchez-Villegas e colegas[4] descobriram que uma dieta rica emfrutas, legumes, grãos e peixes levou a um risco de depressão 30%menor em comparação com uma dieta de carne. Mas, comoapontado no ano passado, a qualidade da carne poderia ser umfator: o consumo moderado de carne vermelha não processada, deanimais que são criados livres, pode realmente proteger contra adepressão e ansiedade[41] Especialista em nutrição para saúdemental, Dr. Felice Jacka, pesquisador da Universidade Deakin, emGeelong, Austrália, comentou, neste relatório, que, apesar docrescimento do movimento locavore, muito do gado nos EstadosUnidos é gerado em confinamentos industriais, o que "...aumenta agordura saturada e diminui muito importantes bons ácidos graxos...animais que crescem em pastagens têm um perfil de ácidos graxosmuito mais saudável. " As fotos são cortesia da Thinkstock. Tradução do Acd. José Luiz Alves
  12. 12. Dúvidas???Envie e-mail para jluizbarros@yahoo.com.br As fotos são cortesia da Thinkstock.
  13. 13. Referências1. Sánchez-Villegas A, Verberne L, De Irala J, et al. Dietary fat intake and the risk of depression: the SUN project. PLoS One. 2011;6:e16268.2. Sánchez-Villegas A, Toledo E, de Irala J, Ruiz-Canela M, Pla-Vidal J, Martínez-González MA. Fast-food and commercial baked goods consumption and the risk of depression. Public Health Nutr. 2012;15:424-432.3. Sublette ME, Ellis S, Geant AL, Mann JJ. Meta-analysis of the effects of eicosapentaenoic acid (EPA) in clinical trials in depression. J Clin Psychiatry. 2011;72:1577-1584.4. Sánchez-Villegas A, Delgado-Rodríguez M, Alonso A, et al. Association of the Mediterranean dietary pattern with the incidence of depression: the Seguimiento Universidad de Navarra/University of Navarra follow-up (SUN) cohort. Arch Gen Psychiatry. 2009;66:1090-1098.5. Pierre JM. Mental illness and mental health: is the glass half empty or half full? Can J Psychiatry. 2012;57:704-712.6. Sanchez-Villegas A, Martinez-Gonzalez MA. Diet, a new target to prevent depression? BMC Med. 2013;11:3. [Epub ahead of print]7. Millichap JG, Yee MM. The diet factor in attention-deficit/hyperactivity disorder. Pediatrics. 2012;129:330-337.8. Narendran R, Frankle WG, Mason NS, Muldoon MF, Moghaddam B. Improved working memory but no effect on striatal vesicular monoamine transporter type 2 after omega-3 polyunsaturated fatty acid supplementation. PLoS One. 2012;7:e46832.9. Fung TT, Rexrode KM, Mantzoros CS, Manson JE, Willett WC, Hu FB. Mediterranean diet and incidence of and mortality from coronary heart disease and stroke in women. Circulation. 2009;119:1093-1100.
  14. 14. Referências10. Kastorini CM, Milionis HJ, Ioannidi A, et al. Adherence to the Mediterranean diet in relation to acute coronary syndrome or stroke nonfatal events: a comparative analysis of a case/case-control study. Am Heart J. 2011;162:717-724.11. Scarmeas N, Stern Y, Mayeux R, Manly JJ, Schupf N, Luchsinger JA. Mediterranean diet and mild cognitive impairment. Arch Neurol. 2009;66:216-225.12. Scarmeas N, Luchsinger JA, Schupf N, et al. Physical activity, diet, and risk of Alzheimer disease. JAMA. 2009;302:627-637.13. Chowdhury R, Stevens S, Gorman D, et al. Association between fish consumption, long chain omega 3 fatty acids, and risk of cerebrovascular disease: systematic review and meta-analysis. BMJ. 2012 Oct 30;345:e6698.14. Hedelin M, Löf M, Olsson M, et al. Dietary intake of fish, omega-3, omega-6 polyunsaturated fatty acids and vitamin D and the prevalence of psychotic-like symptoms in a cohort of 33000 women from the general population. BMC Psychiatry. 2010;10:38.15. Sanchez-Villegas A, Henriquez P, Figueiras A, et al. Long chain omega-3 fatty acids intake, fish consumption and mental disorders in the SUN cohort study. Eur J Nutr. 2007;46:337-346.16. Jacka FN, Pasco JA, Williams LJ, Meyer BJ, Digger R, Berk M. Dietary intake of fish and PUFA, and clinical depressive and anxiety disorders in women. Br J Nutr. 2012 Oct 10:1-8. [Epub ahead of print]17. Amminger GP, Schäfer MR, Papageorgiou K, et al. Long-chain omega-3 fatty acids for indicated prevention of psychotic disorders: a randomized, placebo-controlled trial. Arch Gen Psychiatry. 2010;67:146-154.18. Cassidy A, Rimm EB, OReilly EJ, et al. Dietary flavonoids and risk of stroke in women. Stroke. 2012;43:946-951.19. Karppi J, Laukkanen JA, Sivenius J. Serum lycopene decreases the risk of stroke in men. Neurology. 2012;79:1540-1547.
  15. 15. Referências20. Brooks M. New mechanism for berries potential brain benefits uncovered. Medscape Medical News. August 31, 2010. http://www.medscape.com/viewarticle/727764 Accessed January 10, 2013.21. Polouse S. Berry extracts and brain aging: clearance of toxic protein accumulation in brain via induction of autophagy. Program and abstracts of the 240th National Meeting of the American Chemical Society; August 22-26, 2012; Boston, Massachusetts. Abstract 60.22. Basu A, Rhone M, Lyons TJ. Berries: emerging impact on cardiovascular health. Nutr Rev. 2010;68:168- 177.23. Chen H. Sweetened beverages, coffee and tea in relation to depression among older US adults. American Academy of Neurology 65th Annual Meeting; March 16-23, 2013; San Diego, California. Abstract 2257.24. Lucas M, Mirzaei F, Pan A, et al. Coffee, caffeine, and risk of depression among women. Arch Intern Med. 2011;171:1571-1578.25. Pasco JA, Nicholson GC, Williams LJ, et al. Association of high-sensitivity C-reactive protein with de novo major depression. Br J Psychiatry. 2010;197:372-377.26. Ng F, Berk M, Dean O, Bush AI. Oxidative stress in psychiatric disorders: evidence base and therapeutic implications. Int J Neuropsychopharmacol. 2008;11:851-876.27. OConnor A. Coffee drinking linked to less depression in women. New York Times. February 13, 2012. http://well.blogs.nytimes.com/2011/09/26/coffee-drinking-linked-to-less-depression-in-women/ Accessed January 11, 2013.28. Wayerer S, Schäufele M, Wiese B, et al; German AgeCoDe Study group (German Study on Ageing, Cognition and Dementia in Primary Care Patients). Current alcohol consumption and its relationship to incident dementia: results from a 3-year follow-up study among primary care attenders aged 75 years and older. Age Ageing. 2011;40:456-463.29. Peters R, Peters J, Warner J, Beckett N, Bulpitt C. Alcohol, dementia and cognitive decline in the elderly: a systematic review. Age Ageing. 2008;37:505-512.
  16. 16. Referências30. de Gaetano G, Di Castelnuovo A, Rotondo S, Iacoviello L, Donati MB. A meta-analysis of studies on wine and beer and cardiovascular disease. Pathophysiol Haemost Thromb. 2002;32:353-355.31. Matos RS, Baroncini LA, Précoma LB, et al. Resveratrol causes antiatherogenic effects in an animal model of atherosclerosis. Arq Bras Cardiol. 2012;98:136-142.32. Bertelli AA, Das DK. Grapes, wines, resveratrol, and hearth health. J Cardiovasc Pharmacol. 2009;54:468- 476.33. Chiva-Blanch G, Urpi-Sarda M, Ros E, et al. Dealcoholized red wine decreases systolic and diastolic blood pressure and increases plasma nitric oxide: short communication. Circ Res. 2012;111:1065-1068.34. Ried K, Sullivan TR, Fakler P, et al. Effect of cocoa on blood pressure. Cochrane Database Syst Rev. 2012; DOI: 10.1002/14651858.CD008893.pub235. Larsson SC, Virtamo J, Wolk A. Chocolate consumption and risk of stroke: a prospective cohort of men and meta-analysis. Neurology. 2012;79:1223-1229.36. Agrawal R, Gomez-Pinilla F. Metabolic syndrome in the brain: deficiency in omega-3 fatty acid exacerbates dysfunctions in insulin receptor signalling and cognition. J Physiol. 2012;590:2485-2499.37. Page KA, Chan O, Arora J, et al. Effects of fructose vs glucose on regional cerebral blood flow in brain regions involved with appetite and reward pathways. JAMA. 2013;309:63-70, 85-86.38. Roberts RO, Roberts LA, Geda YE, et al. Relative intake of macronutrients impacts risk of mild cognitive impairment or dementia. J Alzheimes Dis. 2012;32:329-339.39. Kaluza J, Wolk A, Larsson S. Red meat consumption and risk of stroke. Stroke. 2012;43:2556-2560.40. Bernstein AM, Pan A, Rexrode KM, et al. Dietary protein sources and the risk of stroke in men and women. Stroke. 2012;43:637-644.41. Jacka FN, Pasco JA, Williams LJ, et al. Red meat consumption and mood and anxiety disorders. Psychother Psychosom. 2012;81:196-198.

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