Apresentação 2 TPSI - ISEC

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Apresentação 1 da unidade de Ferramentas Multimédia do CET de TPSI (ISEC) - Imagem

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Apresentação 2 TPSI - ISEC

  1. 1. Curso€de€Especialização€TecnológicaTecnologias€e€Programação€de€Sistemas€de€InformaçãoFerramentas€Multimédia Formador:€João€Leal
  2. 2. Conceitoswww.joaoleal.net Formador: João José Leal 2
  3. 3. Conceito de Multimédia “Multimédia designa a combinação, controlada por computador, de texto,gráficos, imagens, vídeo, áudio, animação e qualquer outro meio, pelo qual a informaçãopossa ser representada, armazenada, transmitida e processada sob a forma digital, emque existe pelo menos um tipo de media estático (textos, gráficos ou imagens) e um tipode media dinâmico (vídeo, áudio ou animação).” Definição dada por: Fluckiger, 1995 e Chapman & Chapman, 2000) www.joaoleal.net Formador: João José Leal 3
  4. 4. “Multimédia não pode ser experimentada sem a tecnologia, pois é a tecnologia que criaa experiência – multimédia não se limita à mensagem, mas é igualmente uma função do meio,isto é, da tecnologia.” Gonzalez, 2000 www.joaoleal.net Formador: João José Leal 4
  5. 5. Multi + Media tem origem na palavra multus, ou seja, é o plural de medium, que significa meio ou múltiplo, numeroso centro O conjunto das partes origina múltiplos meios, isto é, utilização diversificadade meios entre o emissor e o receptor para a divulgação da mensagem.De uma forma genérica, o conceito de multimédia pode ser definido como a utilização dediversificados meios para a divulgação da mensagem. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 5
  6. 6. Tipos de Media Os textos, os gráficos, as imagens, os vídeos, as animações e o áudio sãotipos de media que servem de base à criação de sistemas e aplicações multimédia. Estespodem ser classificados através de várias propriedades: Quanto à sua natureza espácio-temporal; Quanto à sua origem. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 6
  7. 7. Quanto à sua natureza espácio-temporal Estáticos Os tipos de media estáticos, discretos ou espaciais agrupam elementos deinformação independentes do tempo, alterando apenas a sua dimensão no espaço, taiscomo, por exemplo textos e gráficos. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 7
  8. 8. Imagem As imagens e os gráficos estão para as aplicações multimédia como asfotografias e os desenhos estão para as revistas, os jornais e os livros.Texto O texto constitui a forma mais utilizada de divulgar informação em diversosmeios e formatos. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 8
  9. 9. Dinâmicos Os tipos de media dinâmicos, contínuos ou temporais, agrupam elementos deinformação dependentes do tempo, tais como, por exemplo, o áudio, o vídeo e a animação.Nestes casos, uma alteração, no tempo, da ordem de apresentação dos conteúdos conduza alterações na informação associada ao respectivo tipo de media dinâmico. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 9
  10. 10. Áudio O áudio corresponde à reprodução electrónica do som nos formatosanalógico ou digital. O formato analógico corresponde ao áudio gravado nas cassetes ou discosde vinil. O formato digital corresponde a um formato compatível com o processamentorealizado nos computadores. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 10
  11. 11. Vídeo O vídeo corresponde ao movimento sequencial de um conjunto de imagens, também conhecidaspor fotogramas ou frames. O número de frames apresentadas por segundo designa-se por frame rate. Tal como o áudio, também o vídeo pode ser representado no formato analógico ou digital. Oformato analógico corresponde, por exemplo, ao vídeo criado por uma câmara de vídeo analógica ou ao sinalda emissão de um canal de televisão analógico. Por outro lado, o formato de vídeo digital corresponde, porexemplo, ao vídeo criado por uma câmara de vídeo digital ou ao sinal da emissão de um canal de televisãodigital. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 11
  12. 12. Animação A animação corresponde ao movimento sequencial de um conjunto de gráficos,no formato digital, que vão sofrendo alterações ao longo do tempo. Actualmente, a animação é maioritariamente produzida no computador, através desoftware específico. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 12
  13. 13. Conceito de Cor www.joaoleal.net Formador: João José Leal 13
  14. 14. A cor de um material é determinada pelas médias de frequênciados pacotes de onda que as suas moléculas constituintesreflectem. Um objecto terá determinada cor se não absorverjustamente os raios correspondentes à frequência daquela cor. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 14
  15. 15. A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectroelectromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona dovisível), e por alguns animais através dos órgãos de visão, como uma sensaçãoque nos permite diferenciar os objectos do espaço com maior precisão. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 15
  16. 16. Espectro ElectromagnéticoA luz do Sol contém váriostipos de radiação queconstituem o espectroelectromagnético e cadacomprimento de ondacorresponde a um tipo deradiação.Apenas uma pequena faixa deradiação é captada pelos nossosolhos, entre os 400nm e os700nm (espectro visível). www.joaoleal.net Formador: João José Leal 16
  17. 17. Recepção e percepção da luz A luz contem uma variedade de ondas electromagnéticas com diferentescomprimentos de onda. A intercepção das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luzatravessar a íris e ser projectada na retina. Desta forma, os olhos são os sensoresde toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 17
  18. 18. Visão da cor O Sistema Visual Humano é sensível a radiação electromagnética numapequena gama de comprimentos de onda, tendo dois tipos de visão:Escotópica – é assegurada por um único tipo de bastonetes (1 tipo e cerca de 100 milhões existentes) existentes na retina. Estes são sensíveis ao brilho e não detectam a cor. Isto quer dizer que são sensíveis a alterações da luminosidade, mas não aos comprimentos de onda da luz visível. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 18
  19. 19. Fotópica – É assegurada por um conjunto de cones (5 milhões em cada olho e de 3 tipos) existentes na retina. Estes são sensíveis a cor e, portanto, aos comprimentos de onda da luz visível número de cones da retina distribuem-se da seguinte forma: 64% do tipo vermelho, 32% tipo verde e 2% do tipo azul (são os 3 tipos de cones que existem). www.joaoleal.net Formador: João José Leal 19
  20. 20. Cores PrimáriasUma cor primária é uma cor que não pode ser decomposta emoutras cores. Essas cores se mesclam entre si para produzir asdemais cores do espectro. Quando duas cores primárias sãomisturadas, produz-se o que se conhece como cor secundária, e aomesclar uma cor secundária com uma primária surge uma corterciária. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 20
  21. 21. Tradicionalmente, o Vermelho, o Azul e o Amarelo são tratadas como as cores primárias nas artes plásticas. Esse sistema de classificação é conhecido como RYB. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 21
  22. 22. Entretanto, essa é uma definição errada do ponto de vista científico, uma vezque, em se tratando de pigmentos, o sistema correcto é o CMY (Ciano, Magentae Amarelo). Como são muito raros na natureza pigmentos de cor ciano emagenta, são substituídos respectivamente pelo azul e pelo vermelho nas artesplásticas. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 22
  23. 23. Cores SecundáriasCores secundárias são as cores que se formam pela mistura de duas coresprimárias, em partes iguais.No início, a teoria dos pigmentos era restrita à pintura. Os antigos pintores jáfaziam misturas antes da moderna ciência das cores, e as tintas usadas até entãoeram poucas. No sistema RYB, que emprega a teoria das cores de Leonardo da Vinci,as cores secundárias são: Verde - formado por azul e amarelo; Laranja - formadopor amarelo e vermelho; Violeta (ou Roxo) - formado por azul e vermelho. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 23
  24. 24. Modelos de CorOs modelos de cor fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor.Por outro lado, quando se utiliza um sistema de coordenadas para determinar oscomponentes do modelo de cor, está-se a criar o seu espaço de cor. Neste espaçocada ponto representa uma cor diferente. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 24
  25. 25. Modelo AditivoNum modelo aditivo a ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta, enquantoque a mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde(Green) e azul (Blue) indicam a presença da luz ou a cor branca.O modelo aditivo explica a mistura doscomprimentos de onda de qualquer luzemitida. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 25
  26. 26. Modelo Subtractivo Num modelo subtractivo, ao contrário do modelo aditivo, a mistura de cores cria uma cor mais escura, porque são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz. A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido, mas sim todos reflectidos. O modelo subtractivo explica a mistura de pinturas e tintas para criarem cores que absorvem alguns comprimentos de onda da luz e reflectem outros. Assim, a cor de um objecto corresponde à luz reflectida por ele e que os olhos recebem. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 26
  27. 27. Modelo RGBO modelo RGB é um modelo aditivo, descrevendo as cores como uma combinação dastrês cores primárias: vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue).Em termos técnicos, as cores primárias de um modelo são cores que não resultamda mistura de nenhuma outra cor.Qualquer cor no sistema digital é representada por um conjunto de valoresnuméricos. Por exemplo, cada uma das cores do modelo RGB pode ser representadapor um dos seguintes valores: decimal de 0 a 1, inteiro de 0 a 255, percentagem de0% a 100% e hexadecimal de 00 a FF. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 27
  28. 28. Caracterização do Modelo RGB Correspondência entre valoresDecimal 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1Inteiro 0 51 102 153 204 255Percentagem 0 20 40 60 80 100Hexadecimal 00 33 66 99 CC FF www.joaoleal.net Formador: João José Leal 28
  29. 29. Como o modelo RGB é aditivo, a cor brancacorresponde à representação simultânea dastrês cores primárias (1,1,1), enquanto que acor preta corresponde à ausência dasmesmas (0,0,0). A escala de cinzentos é criada quando se adicionam quantidades iguais de cada cor primária, permanecendo na linha que junta os vértices preto e branco. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 29
  30. 30. Resolução e tamanhoUma imagem digital é uma representação discreta, isto é, constituída por píxeis (píxel- picture element). O píxel, normalmente um quadrado, é a unidade elementar de brilhoe cor que constitui uma imagem digital. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 30
  31. 31. Assim, a definição de resolução deuma imagem é entendida como aquantidade de informação que aimagem contém por unidade decomprimento, isto é, o número depíxeis por polegada, ppi (pixels perinch). A resolução da imagem podetambém ser definida, de formaimprópria, pelo seu tamanho, ouseja, pelo número de píxeis porlinha e por coluna. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 31
  32. 32. A resolução de uma imagem digital determina não só o nível de detalhe como osrequisitos de armazenamento da mesma. Quanto maior a resolução de uma imagemmaior será o tamanho do ficheiro de armazenamento.O nível de detalhe de uma imagem depende da informação de cada píxel. Cada píxel écodificado de acordo com a cor e o brilho que representa, isto é, ocupa em memóriaum número de bits que varia de acordo com o número de cores, tons de cinza ebrilho definido para uma determinada imagem. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 32
  33. 33. Profundidade de CorA profundidade de cor indica o número de bits usados para representar a cor de umpíxel numa imagem. Este valor é também conhecido por profundidade do píxel e édefinido por bits por píxel (bpp).O quadro seguinte mostra a relação entre o número de bits e o número de cores quepodem ser produzidas. Mostra também os respectivos modelos de cor e padrõesgráficos utilizados em monitores e placas gráficas. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 33
  34. 34. Profundidade de cor Nº de cores Qualidade de cor Padrão gráfico produzidas (nº de bits) 1 21 = 2 Preto e branco Monocromática CGA (Color Graphics 2 22 =4 Cores de 2 bits Adapter) EGA (Enhanced 4 24 = 16 Cores de 4 bits Graphics Adapter) VGA (Video 8 28 = 256 Cores de 8 bits Graphics Adapter) www.joaoleal.net Formador: João José Leal 34
  35. 35. Profundidade de cor Nº de cores produzidas Qualidade de cor Padrão gráfico (nº de bits) Cores de 16 bits XGA (Extended 16 216 = 65 536 (High color) Graphics Array) Cores de 24 bits 24 224 = 16 777 216 SVGA = SuperVGA (True color) 32 232 = 4 294 967 296 Cores de 32 bits SVGA = SuperVGA 64 264 =………….. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 35
  36. 36. A profundidade de cor das imagens varia com o número de cores presentes naimagem. No modelo RGB, com a profundidade de 24 bits existe a possibilidade deescolher 16,7 milhões de combinações de cor . Embora o olho humano não possaidentificar estes 16,7 milhões de cores, este número de combinações permitevariações ténues que dão a impressão de imagens com aspectos muito reais. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 36
  37. 37. Assim, a profundidade de cor indica o número de bits usados para representar acor de um pixel numa imagem (bit por píxel: bpp). 1 bit 4 bit 8 bit www.joaoleal.net Formador: João José Leal 37
  38. 38. Sistemas de Cores: RGBRGB é a abreviatura do sistema de cores aditivas formado por Vermelho(Red), Verde (Green) e Azul (Blue). É o sistema aditivo de cores, ou seja,de projecções de luz, como monitores e datashows, em contraposição aosistema subtractivo, que é o das impressões (CMYK). www.joaoleal.net Formador: João José Leal 38
  39. 39. A escala de RGB varia de 0 (mais escuro) a 255 (mais claro).Nos programas de edição de imagem, estes valores são habitualmenterepresentados por meio de notação hexadecimal, indo de 00 (maisescuro) até FF (mais claro) para o valor de cada uma das cores.Assim, a cor #000000 é o preto, pois não há projecção de nenhuma dastrês cores; por outro lado, #FFFFFF representa a cor branca, pois astrês cores estão projectadas na sua intensidade máxima. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 39
  40. 40. Complementaridade de CoresUma cor complementar de umadeterminada cor primária é a cor quese encontra quando é efectuada umarotação de 180 graus num anel de corNo modelo RGB, estas corescomplementares são tambémchamadas cores secundárias ou coresprimárias de impressão. Cores primárias do modelo RGB e as suas cores complementares www.joaoleal.net Formador: João José Leal 40
  41. 41. Sistemas de Cores: CMYKCMYK é a abreviatura do sistema de cores subtractivas formado porCiano (Cyan), Amarelo (Yellow), Magenta (Magenta) e Preto (Black). Éutilizado em meios que têm fundo branco, como as impressões empapel CMY é a mesma coisa, porém sem a cor preta.O resultado da sobreposição das três cores, na impressão gráfica,é uma cor intermédia entre o cinzento e o castanho; por issomesmo considera-se o preto a quarta cor primária. Para impressãode livros ou qualquer outra coisa que seja impressa, é usada estacombinação. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 41
  42. 42. Modelo subtactivo de cor, pressupõe a utilização de pigmentos em impressão. Modelo aditivo de cor que pressupõe a utilização de luz. É geralmente utilizado em dispositivos electrónicos. Estão-lhe associados alguns sistemas de representação cromática como o HSL [Hue – tonalidade, Saturation – Saturação, Lightness – brilho].http://www.tech-faq.com/lang/pt/rgb.shtmlhttp://www. tech-faq.com/lang/pt/cmyk.shtmlhttp://www.creativepro.com/story/feature/12869.html www.joaoleal.net Formador: João José Leal 42
  43. 43. Sistemas de Cores: HSV HSV é a abreviatura para o sistema de cores compostopelas componentes Tom (Hue), Saturação (Saturation) e Valor(Value). Este sistema é também conhecido como HSB (Hue,Saturation, Brightness – Tom, Saturação e Brilho). Este sistemade cores define o espaço de cor utilizando três parâmetros. Este sistema foi inventado em 1978, por Alvy Ray Smithe é caracterizado por ser uma transformação não-linear dosistema de cores RGB. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 43
  44. 44. Tonalidade (Hue)• É a cor pura com saturação e luminosidade máximas.• Exprime-se num valor angular.• É o atributo que difere, por exemplo, o verde do azul.• Verifica o tipo de cor (podendo ser vermelho, amarelo ou azul).• Pode ter valores entre 0 e 360, mas para algumas aplicações, este valor é normalizadode 0 a 100%. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 44
  45. 45. Saturação• Indica a maior ou menor intensidade da cor, isto é, se a cor é viva ou esbatida.• Exprime-se em percentagem.• Quanto menor este valor, mais cinzento aparece a imagem.• Quanto maior o valor, mais saturada é a imagem. Pode ter valores entre 0 e 100%. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 45
  46. 46. Valor (Value)• Traduz a luminosidade ou brilho de uma cor.• 0% indica cor muito escura e 100% cor muito clara.• O brilho define a luminosidade da cor, podendo ter valores entre 0 e 100%. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 46
  47. 47. Sistemas de Cores: LAB LAB é a abreviatura de dois modelos de cor, o CIELAB e o Hunter Lab. O CIELAB é o modelo mais completo, usado para descrever todas as cores visíveis pelo olho humano. Foi desenvolvido para fins científicos pelo International Commission on Ilumination. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 47
  48. 48. Sistemas de Cores: HTML Sistema de cores utilizado em páginas web. As cores presentes em páginas web utilizam normalmente o modelo RGB.Embora os novos monitores já tenham capacidades de suportar um maior número decores, ainda existem dispositivos que permitem visualizar documentos HTML e cujacapacidade cromática ainda é limitada (ex: telemóveis). www.joaoleal.net Formador: João José Leal 48
  49. 49. Assim sendo é recomendável o uso de 216 cores, e não 256, quecorrespondem à paleta de cores seguras utilizadas para a web, garantindo a correctavisualização em todos os sistemas. Este conjunto de 216 cores resultou inicialmente da necessidade dossistemas operativos precisarem de reservar um conjunto das cores, das 256 iniciais,para o desenho das suas interfaces gráficas. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 49
  50. 50. Formatos de ficheiros de imagens• Existem vários tipos de formatos de ficheiros, acrescentando às imagensaspectos próprios de cada um dos formatos.• É necessário sempre saber qual o formato mais adequado às tarefas que nospropomos desempenhar.• Existem basicamente duas categorias, osformatos Bitmap e os formatos Vectoriais. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 50
  51. 51. Tipos de imagensBitmap e VectorialDiferem, não por um deles ser melhor, maspor apresentarem características que ostornam mais adequados a determinadascircunstâncias específicas. As imagensbitmap, ou raster, são constituídas por umconjunto de pixeis, cada um deles comdeterminada informação cromática. Estetipo de imagem tem uma resolução fixa, oque condiciona a possibilidade deredimensionamento sem perda de qualidade. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 51
  52. 52. Bitmap e VectorialUma imagem vectorial (ou line-art) é composta porum conjunto de objectos individuais eredimensionáveis, definidos por fórmulasmatemáticas ao invés de pixeis. Assim, estasimagens são independentes da resolução o quelhes permite o redimensionamento semcomprometer a qualidade final. No entanto estasimagens não para motivos fotorrealistas, porquenão conseguem reproduzir os tons contínuos dafotografia. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 52
  53. 53. Numa imagem vectorial não acontecem perdas com o zoom na imagem.www.joaoleal.net Formador: João José Leal 53
  54. 54. Formatos de imagensComo anteriormente foi referido as imagens dividem-seessencialmente em dois tipos de formatos: vectorial e bitmap. Osformatos de ficheiro mais utilizados são: Bitmap: Vectorial: · BMP · AI [Illustrator] · GIF · CDR [Corel Draw] · JPG · CGM · PNG · EMF · TGA [Targa] · FHx [Freehand] · TIF · SVF · PSD [Photoshop] · WMF www.joaoleal.net Formador: João José Leal 54
  55. 55. TIFFTrata-se de um formato que gera ficheiros relativamente pesados, emboraadmita a possibilidade de usar compressão (sem perdas).Permite o uso de 16-bits por canal e é o formato standard para impressão eedição, possibilitando ainda o uso de layers. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 55
  56. 56. JPEGAs imagens em JPEG são significativamentemenores que as TIFF e implicam sempre umdeterminado grau de compressão com perdas(configurado pelo utilizador). Por este motivo,tornou-se o formato standard para uso de imagensna internet e gravação em máquinas fotográficasdigitais. Possibilita uma profundidade de cor de 8-bits por canal e é particularmente recomendadopara imagens fotográficas. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 56
  57. 57. GIFO formato GIF aparece em 1987; é um formato de 8-bits por pixel, ou seja, permite até 256 coresdiferentes.Por este motivo não é um formato adequado para 8-bits por pixel: 3-bits de vermelho, 3-bits de verde e 2-bits de azul.fotografias ou imagens com cor contínua, no entantotorna-se bastante usado noutro tipo de imagens commenos exigência em termos de diversidade cromática(como em pictogramas).O formato GIF tem ainda duas particularidades:[1] a possibilidade de criar GIFs animados;[2] ussumir uma determinada cor como transparente (1-bit para transparência). www.joaoleal.net Formador: João José Leal 57
  58. 58. PNGÉ um formato que surge em 1996 como substitutodo GIF; é usado para a internet como formato nãopatenteado; admite compressão sem perdas, e temas seguintes características técnicas:[1] a possibilidade de usar 24-bit bpp; existemvárias especificações de cor no PNG: é possívelusar cor indexada a 1, 2, 4 ou 8bpp. Imagem comtons de cinza sem alpha channel permitem ainda16bpp. Todas as restantantes especificações usamum bit-depth de 8 ou 16bpp.[2] canal alpha para transparência com 8-bits;[3] não permite o uso de animações. www.joaoleal.net Formador: João José Leal 58
  59. 59. Assim… www.joaoleal.net Formador: João José Leal 59
  60. 60. Que formato escolher? www.joaoleal.net Formador: João José Leal 60

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