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Artigo revisão biibliografica de Relações

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Artigo revisão biibliografica de Relações

  1. 1. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ CAMPUS TUCURUÍ LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA PALESTRAS COMO OPÇÕES DE DISCUSSÃO DOS PROFESORES SOBRE EDUCAÇÃO ETNICO RACIAL 1 2Adriani Aragão de Souza ; Jéssica de Assunção Sobrinho ; Patrícia Silva da Costa; Queila da Costa Rodrigues. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará- Campus Tucuruí. 1 2 (adriani_tuc@hotmail.com ; jessica.a.sobrinho@gmail.com )RESUMO: Tucuruí/PA Janeiro de 2.013
  2. 2. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ CAMPUS TUCURUÍ LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA1. INTRODUÇÃO A lei 10.639/03, que inclui nos currículos a história e culturaafro-brasileira e africana, surge nesse contexto, modificando a lei9.394/96 e aplicando a obrigatoriedade do ensino da história da África eafricanidades - elementos da cultura - no currículo das escolas, bemcomo regulamentando o dia da consciência negra, como datacomemorativa a ser incluída nos calendários escolares(DIAS, 2011). Além desta lei, outras leis já haviam sido aprovadas, como a lei7.716/89 - a partir de quando são passíveis de punição os crimesresultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religiãoou procedência -, e a lei 4.446/94, aprovada na Câmara Municipal deFlorianópolis - que institui a inclusão do conteúdo de História afro-brasileira nos currículos das escolas municipais. No ano de 2008, com apromulgação da lei 1.1645, os currículos escolares passaram a ter quecontemplar o estudo da história e cultura indígena (DIAS, 2011).2. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOSSegundo Cruz (2005) a história do sistema educacional brasileiro e a própria construçãoda ideia de escolarização “para todos” não contemplou de maneira equitativapopulações brancas e não-brancas, indígenas e negras principalmente.Diante deste contexto aescola na atualidade tem como desafio a inclusão das diferentespessoas, seja no âmbito das relações, seja no atendimento das necessidades individuais ecoletivas, neste sentido, faz-se necessário que todos os envolvidos com a educaçãoestejam preparados para vivenciar no cotidiano das instituições de ensino alternativas depráticas que ajudem a formar seres humanos mais solidários e que saibam conviver comas diferenças.O estudo feito promovidos pela Rede Municipal de Ensino (RME) de Florianópolis noperíodo de 1994-2010 foi o resultado de uma pesquisa sobre os cursos de formaçãocontinuada na perspectiva da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e nestea principal dificuldade apontada pelos docentes no processo de inclusão da temática dasrelações étnico-raciais foi à ausência de aprofundamento na temática como um
  3. 3. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ CAMPUS TUCURUÍ LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIAdesdobramento da formação inicial e continuada, bem como de acesso a um materialdidático atualizado com a dimensão apontada pelas Diretrizes (DIAS, 2011).A revisão feita por Oliva (2009), na qual ele analisou textos publicados entre os anos de1995 a 2006, revelou que apesar das indicações encontradas em parte dalegislaçãoeducacional brasileira, uma longa lacuna se apresenta quando o assunto a sertratado nas salas de aula envolve temas africanos.Santos (2006) publicousobre as barreiras enfrentadas por professores de Ciências parapromover uma formação para a cidadania. Segundo o autor mencionado, as trêsprincipais dificuldades referem-se: “[à] forma tradicional como a escola e alguns dos elementos que compõem os currículos estão organizados. Refiro-me às rígidas divisões das áreas de conhecimento em disciplinas estanques...; [ao] receio que muitos professores têm, em particular os de Ciências, de discutir temas relacionados com valores... [ao] distanciamento entre os conceitos científicos aprendidos em sala de aula e as questões científicas verdadeiramente relevantes para a vida das pessoas... (p. 2)”A revisão feita por Lima (2012), que analisou o tratamento das relações étnico-raciaisem livros didáticos de Ciências para os anos finais do Ensino Fundamental, publicadosem 2009, mostrou que ainda existe a expressão majoritária da presença do branco naspáginas das coleções de Ciências naturais e a ausência da interação contextualizada coma realidade histórica e social do Brasil.3. METODOLOGIA4. RESULTADOS E DICURSSÕES5. CONCLUSÃO
  4. 4. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ CAMPUS TUCURUÍ LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIAREFERÊNCIASDIAS,Karina de Araújo. FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DIVERSIDADEÉTNICO-RACIAL – DESAFIOS PEDAGÓGICOS NO CAMPO DAS AÇÕESAFIRMATIVAS NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE FLORIANÓPOLIS.Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Educação:Florianópolis 2011.CRUZ, Mariléia dos Santos. UMA ABORDAGEM SOBRE A HISTÓRIA DAEDUCAÇÃO DOS NEGROS. In: ROMÃO, Jeruse (Org.). História da Educação doNegro e outras histórias. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria de EducaçãoContinuada, Alfabetização e Diversidade, 2005.SANTOS, B. S. (Org.).UM DISCURSO SOBRE AS CIÊNCIAS. 4. ed. São Paulo:Cortez, 2006.LIMA, Wellcherline Miranda. A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS. IV EPEPE: Pernambuco,2012.

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