Dor: o 5º Sinal Vital  Rosemere R. S. Pêgas
Definição de Dor   Segundo a Associação Internacional para o    Estudo da Dor (IASP) a Dor é definida como:   “Uma exper...
EPIDEMIOLOGIA DA DOR    No Brasil as afecções do aparelho locomotor são    as causas mais freqüentes de dor. Lombalgias  ...
EPIDEMIOLOGIA DA DOR   A prevalência da dor varia, entre os sexos, de    acordo com a prevalência natural das lesões    c...
EFEITOS DA DOR NA            QUALIDADE DE VIDA       1.1- Aspectos Físicos   Diminuição da capacidade funcional   Dimin...
EFEITOS DA DOR NA            QUALIDADE DE VIDA       1.2- Aspectos psicológicos   Diminuição da alegria e do humor   Au...
FISIOLOGIA DA DOR   O primeiro passo na sequência dos    eventos que origina o fenômeno sensitivo-    doloroso é a transf...
FISIOLOGIA DA DOR Os      receptores      nociceptivos     são  representados por terminações nervosas  livres presentes ...
FISIOLOGIA DA DOR   As fibras C – amielínicas são responsáveis pela    transmissão da dor tipo lenta, e estão localizadas...
Terminações Nervosas em Pele
FISIOLOGIA DA DOR   A atividade dos receptores nociceptivos das fibras    C é modulada pela ação de substâncias químicas,...
FISIOLOGIA DA DOR   As fibras projetam-se nas unidades celulares do    corno posterior da substância cinzenta da medula  ...
FISIOLOGIA DA DOR   A     transmissão       das     informações    nociceptivas da medula espinhal para as    estruturas ...
Sensação percebida sob a forma deDOR
FISIOLOGIA DA DOR   Tipos de dor      Velocidade de transmissão:          Dor rápida (f. neoespinotalâmico):           ...
Estruturas orgânicas e sensibilidade àdor   Estruturas muito                Estruturas pouco    sensíveis:              ...
Estruturas orgânicas e           sensibilidade à dor   A ativação de nociceptores viscerais decorre da    irritação das s...
Tipos de Dor1.   Dor   Cutânea ou superficial2.   Dor   Profunda3.   Dor   visceral4.   Dor   referida5.   Dor   irradiada
Dor Cutânea ou superficial(somática) Provocada por:  Traumatismos, calor ou frio intensos,  substâncias cáusticas e venen...
Tipos de Dor1.   Dor   Cutânea ou superficial2.   Dor   Profunda3.   Dor   visceral4.   Dor   referida5.   Dor   irradiada
Dor Profunda (somática)   Sentida nos    músculos,    tendões,    articulações    e fáscias.
Tipos de Dor1.   Dor   Cutânea ou superficial2.   Dor   Profunda3.   Dor   visceral4.   Dor   referida5.   Dor   irradiada
Dor Visceral Provocada por:  Distensão, tração, inflamação, isquemia e  contração espasmódica. Qualidade:  Varia conform...
Dor Visceral É percebida nas regiões que correspondem  à sua origem embriológicaCoração – retroesternalIntestino delgado ...
Tipos de Dor1.   Dor   Cutânea ou superficial2.   Dor   Profunda3.   Dor   visceral4.   Dor   referida5.   Dor   irradiada
Dor Referida   Profunda que se projeta à    distância – metamérica.Convergência   das vias  aferentes cutâneas eprofundas...
Dor Referida   Não tem localização muito precisa e é    contínuaEX.: Angina ou IAM
Tipos de Dor1.   Dor   Cutânea ou superficial2.   Dor   Profunda3.   Dor   visceral4.   Dor   referida5.   Dor   irradiada
Dor Irradiada   Provocada por: irritação direta de um    nervo sensitivo ou misto. É sentida    exatamente no território ...
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
1.Localização   A melhor forma é pedir ao paciente que    aponte com o dedo onde dói.   Outros elementos podem ser retir...
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
2.Irradiação   Aplica-se os mesmos princípios anterioresEx.: cólica renal
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
3.Caráter ou Qualidade1.   Queimação: úlcera péptica2.   Em pontada ou Fincada: Dor pleurítica3.   Dor pulsátil: Alguns Ti...
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
4.Intensidade  Atenção para a   Relatividade!
Intensidade               Leve               Moderada               Intensa               Muito intensa
Graduar intensidade Zero = nenhuma dor 10 = pior dor já sentida0                            10
Avaliação da Intensidade da Dor
Avaliação da Intensidade da Dor   - Escala Linear Analógica Visual - indicada por    uma linha reta, com extremidades sig...
Avaliação da Intensidade da Dor   - Escala Linear Analógica Não Visual - constitui-se    em outra variante da escala apre...
Avaliação da Intensidade da Dor
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
5.Duração   Tempo decorrido entre o início da dor e o    exame   Contínua   Cíclica ( periódica)
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
Classificação quanto à                  evolução   DOR     AGUDA      -   Aquela   que   se   manifesta    transitoriamen...
Classificação quanto à                evolução   DOR RECORRENTE - Apresenta períodos    de curta duração que, no entanto,...
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
Relação com as Funções Orgânicas Leva em conta a localização da dor e os  órgãos situados na área.Ex: Tórax    retroester...
Características semiológicas da DOR Localização Irradiação Caráter ou qualidade Intensidade Duração Evolução Relaçã...
8.Fatores Desencadeantes ou Agravantes Execução de esforço Alimentação Compressão do local
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
9.Fatores que Aliviam   Também pode estar relacionados com as    funções orgânicas Posições antálgicas Indução de vômit...
Características semiológicas da DOR1.    Localização2.    Irradiação3.    Caráter ou qualidade4.    Intensidade5.    Duraç...
10.Manifestações Concomitantes A própria dor, quando muito intensa pode  provocar outros sintomas.Cólicas: náuseas, vômit...
Termos relacionados à dor Analgesia – ausência de dor à  estimulação nociva Anestesia dolorosa – dor em uma área  aneste...
Termos relacionados à dor   Hiperestesia – sensibilidade aumentada à    estimulação , excluindo os sentidos especiais,   ...
Bibliografia•   DOR – Epidemiologia, fisiopatologia, avaliação,    síndromes dolorosas e tratamento•   DOR – Diagnóstico e...
Dor o 5_sinal_vital (1)
Dor o 5_sinal_vital (1)
Dor o 5_sinal_vital (1)
Dor o 5_sinal_vital (1)
Dor o 5_sinal_vital (1)
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Dor o 5_sinal_vital (1)

7.967 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
7.967
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
272
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Refere-se ao local onde a dor está sendo sentida. Motivo de apontar com o dedo: onde dói? No fígado – pode ser HD, Epigástrio e até mesmo o HE.
  • Característica muito importante
  • Dor o 5_sinal_vital (1)

    1. 1. Dor: o 5º Sinal Vital Rosemere R. S. Pêgas
    2. 2. Definição de Dor Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) a Dor é definida como: “Uma experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões. A dor é sempre subjetiva. Cada indivíduo aprende a utilizar este termo através de suas experiências”. Este conceito não admite uma relação direta entre lesão tecidual e dor e enfatiza o aspecto de subjetividade na interpretação do fenômeno doloroso. A expressão da dor varia não somente de um indivíduo para outro, mas também de acordo com as diferentes culturas”...
    3. 3. EPIDEMIOLOGIA DA DOR No Brasil as afecções do aparelho locomotor são as causas mais freqüentes de dor. Lombalgias ocorre em aproximadamente 70% dos brasileiros, cefaléias, dores abdominais e dor generalizada são também muito prevalentes em nosso meio. Mais de 1/3 dos brasileiros julga que a dor crônica os limita para as atividades habituais e mais de ¾ para as atividades recreacionais, relações sociais e familiares. Aproximadamente 10% a 50% dos indivíduos procura clínicas gerais devido a dor. A prevalência de dor nas unidades de internação hospitalar oscila entre 45% a 80%.
    4. 4. EPIDEMIOLOGIA DA DOR A prevalência da dor varia, entre os sexos, de acordo com a prevalência natural das lesões causais. A enxaqueca, as dores faciais, a fibromialgia, a síndrome do cólon irritável, a artrite reumatóide e a dor por lesões de esforços repetitivos são mais comuns nas mulheres. A prevalência da dor eleva-se com o progredir da idade. Estima-se que 80% a 85% dos indivíduos com mais de 65 anos apresenta pelo menos um problema significativo de saúde que os predisponha a apresentar dor.
    5. 5. EFEITOS DA DOR NA QUALIDADE DE VIDA  1.1- Aspectos Físicos Diminuição da capacidade funcional Diminuição da força e da resistência Náusea e perda de apetite Transtornos do sono causando irritabilidade, fadiga e dependência em medicamentos e álcool em uma tentativa de facilitar o sono. Dependência Química
    6. 6. EFEITOS DA DOR NA QUALIDADE DE VIDA  1.2- Aspectos psicológicos Diminuição da alegria e do humor Aumento da ansiedade e do temor Depressão, sofrimento. Dificuldade de concentração Somatização Perda do controle Perdas sociais Diminuição das relações sociais Diminuição da atividade sexual e afetiva Aumento da necessidade de cuidados Tensão financeira como resultado de contas médicas, medicamentos e perda de renda devido ao tempo fora do trabalho
    7. 7. FISIOLOGIA DA DOR O primeiro passo na sequência dos eventos que origina o fenômeno sensitivo- doloroso é a transformação dos estímulos ambientais em potenciais de ação que, das fibras nervosas periféricas, são transmitidas para o SNC.
    8. 8. FISIOLOGIA DA DOR Os receptores nociceptivos são representados por terminações nervosas livres presentes nas fibras mielínicas finas A-delta e amielínicas C. Os nociceptores relacionados com as fibras C respondem à estimulação mecânica, térmica e/ou química intensas e, os relacionados às fibras A-delta, à estimulação mecânica e/ou térmica intensas.
    9. 9. FISIOLOGIA DA DOR As fibras C – amielínicas são responsáveis pela transmissão da dor tipo lenta, e estão localizadas em estruturas profundas: músculos, tendões, vísceras. São conduzidas após o corno posterior da substância cinzenta da medula espinhal (CPME) principalmente ao feixe paleoespinotalâmico , sem organização somatotópica precisa , por este motivo a dor transmitida pelas fibras lentas C é difícil de ser localizada e quantificada As fibras A – mielínicas são responsáveis pela transmissão da dor tipo rápida , e estão localizadas na pele , músculos, tendões. São conduzidas após o CPME principalmente ao feixe neoespinotalâmico , com organização somatotópica precisa e detalhada, por este motivo a dor somática pode ser precisa e quantificável.
    10. 10. Terminações Nervosas em Pele
    11. 11. FISIOLOGIA DA DOR A atividade dos receptores nociceptivos das fibras C é modulada pela ação de substâncias químicas, denominadas algogênicas, liberadas em elevada concentração no ambiente tecidual em decorrência de processos inflamatórios, traumáticos e/ou isquêmicos. São originadas de células lesadas. Dentre as substâncias algogênicas, destacam-se: a acetilcolina, as prostaglandinas, a histamina, a serotonina, a bradicinina, o leucotrieno, a substância P, a tromboxana, o fator de ativação plaquetário, os radicais ácidos e os íons potássio.
    12. 12. FISIOLOGIA DA DOR As fibras projetam-se nas unidades celulares do corno posterior da substância cinzenta da medula espinhal (CPME). O CPME não é apenas uma estação de coleta de informações transmitidas pelos aferentes primários. Contém interneurônios que interferem no processamento das informações sensitivas, inibindo ou facilitando a transmissão dos potenciais veiculados pelos aferentes primários para os sistemas de projeção supra-segmentares.
    13. 13. FISIOLOGIA DA DOR A transmissão das informações nociceptivas da medula espinhal para as estruturas encefálicas é realizada mediante sistemas neuronais que compõem o trato espinotalâmico, espinorreticular, espinomesencefálico, espinocervical e outros.
    14. 14. Sensação percebida sob a forma deDOR
    15. 15. FISIOLOGIA DA DOR Tipos de dor  Velocidade de transmissão:  Dor rápida (f. neoespinotalâmico):  até 0,1’’ após estímulo  fibras mielinizadas (tipo A)  típica dos tecidos superficiais (corte, etc.)  são inibidas por pressão  melhor localizada  nociceptores mecânicos, térmicos, álgicos  Dor lenta (f. paleoespinotalâmico):  após 1’’ do estímulo  fibras amielínicas (tipo C)  todos tecidos (destruição, principalmente)  pobremente localizada  Nociceptores mecânicos, térmicos, álgicos, químicos
    16. 16. Estruturas orgânicas e sensibilidade àdor Estruturas muito  Estruturas pouco sensíveis: ou nada Sensíveis:Pele ( picada, calor, inflamação)Dentina e polpa dentária (picada •Ossose inflamação) •Tecido HepáticoPleura parietal (inflamação e •Superfícies articularestração)Peritônio parietal ( inflamação e •Pleura visceral ecompressão) parênquima pulmonarCápsula Hepática ( distensão) •Peritônio VisceralMúsculo Cardíaco ( anóxia) •Pericárdio visceralSinóvia •Parênquima cerebralPeriósteo
    17. 17. Estruturas orgânicas e sensibilidade à dor A ativação de nociceptores viscerais decorre da irritação das superfícies mucosa e serosa, torção ou tração do mesentério, distensão ou contração de uma víscera oca e resultado do impacto direto, tais como ocorre nos traumatismo. Estímulos similares são necessários para provocar dor na bexiga, ureter ou uretra. Os nociceptores gastro-intestinais reagem mais intensamente à dilatação excessiva ou à contração do intestino e/ou torção do mesentério.
    18. 18. Tipos de Dor1. Dor Cutânea ou superficial2. Dor Profunda3. Dor visceral4. Dor referida5. Dor irradiada
    19. 19. Dor Cutânea ou superficial(somática) Provocada por: Traumatismos, calor ou frio intensos, substâncias cáusticas e venenos. Intensidade: Depende muito do tipo e da intensidade do estímulo: é sentida no local exato do estímulo e a sensação tem qualidade própria para os diferentes estímulos.
    20. 20. Tipos de Dor1. Dor Cutânea ou superficial2. Dor Profunda3. Dor visceral4. Dor referida5. Dor irradiada
    21. 21. Dor Profunda (somática) Sentida nos músculos, tendões, articulações e fáscias.
    22. 22. Tipos de Dor1. Dor Cutânea ou superficial2. Dor Profunda3. Dor visceral4. Dor referida5. Dor irradiada
    23. 23. Dor Visceral Provocada por: Distensão, tração, inflamação, isquemia e contração espasmódica. Qualidade: Varia conforme a víscera: Coração Pleura Vísceras ocas Vísceras sólidas
    24. 24. Dor Visceral É percebida nas regiões que correspondem à sua origem embriológicaCoração – retroesternalIntestino delgado – região umbilicalApêndice - epigástrio
    25. 25. Tipos de Dor1. Dor Cutânea ou superficial2. Dor Profunda3. Dor visceral4. Dor referida5. Dor irradiada
    26. 26. Dor Referida Profunda que se projeta à distância – metamérica.Convergência das vias aferentes cutâneas eprofundas de um mesmo segmento
    27. 27. Dor Referida Não tem localização muito precisa e é contínuaEX.: Angina ou IAM
    28. 28. Tipos de Dor1. Dor Cutânea ou superficial2. Dor Profunda3. Dor visceral4. Dor referida5. Dor irradiada
    29. 29. Dor Irradiada Provocada por: irritação direta de um nervo sensitivo ou misto. É sentida exatamente no território correspondente à raiz nervosa estimulada – superficial e profundaEx: Dor ciática: percepção da dor em território que é inervado pela raiz nervosa estimulada.
    30. 30. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    31. 31. 1.Localização A melhor forma é pedir ao paciente que aponte com o dedo onde dói. Outros elementos podem ser retirados ao ver o paciente apontar: Ex: mão fechada retroesternal X ponta do dedo no precórdio.
    32. 32. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    33. 33. 2.Irradiação Aplica-se os mesmos princípios anterioresEx.: cólica renal
    34. 34. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    35. 35. 3.Caráter ou Qualidade1. Queimação: úlcera péptica2. Em pontada ou Fincada: Dor pleurítica3. Dor pulsátil: Alguns Tipos de cefaléia4. Dor em cólica: intestinal, menstrual5. Dor surda ( contínua, mas imprecisa e que não tem grande intensidade): –dor lombar6. Dor constritiva/ aperto: IAM7. Dor contínua: Pancreatite aguda8. Dor do membro Fantasma: dor no membro amputado
    36. 36. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    37. 37. 4.Intensidade Atenção para a Relatividade!
    38. 38. Intensidade  Leve  Moderada  Intensa  Muito intensa
    39. 39. Graduar intensidade Zero = nenhuma dor 10 = pior dor já sentida0 10
    40. 40. Avaliação da Intensidade da Dor
    41. 41. Avaliação da Intensidade da Dor - Escala Linear Analógica Visual - indicada por uma linha reta, com extremidades significando de um lado, ausência de dor, do lado oposto, a maior intensidade de dor já sentida pela criança, a qual localiza-a no contínuo da escala, o grau da intensidade de sua dor.
    42. 42. Avaliação da Intensidade da Dor - Escala Linear Analógica Não Visual - constitui-se em outra variante da escala apresentada anteriormente, na qual é feita a quantificação da intensidade dolorosa através de escores que variam de zero a dez, sendo essa caracterizada por dor leve, intensa, aguda ou muito intensa
    43. 43. Avaliação da Intensidade da Dor
    44. 44. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    45. 45. 5.Duração Tempo decorrido entre o início da dor e o exame Contínua Cíclica ( periódica)
    46. 46. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    47. 47. Classificação quanto à evolução DOR AGUDA - Aquela que se manifesta transitoriamente durante um período relativamente curto, de minutos a algumas semanas, associada a lesões em tecidos ou órgãos, ocasionadas por inflamação, infecção, traumatismo ou outras causas. Normalmente desaparece quando a causa é corretamente diagnosticada e tratada DOR CRÔNICA - Tem duração prolongada, que pode se estender de vários meses a vários anos e que está quase sempre associada a um processo de doença crônica. A dor crônica pode também ser conseqüência de uma lesão já previamente tratada. Exemplos: Dor ocasionada pela artrite reumatóide (inflamação das articulações), dor do paciente com câncer, dor relacionada a esforços repetitivos durante o trabalho, dor nas costas e outras.
    48. 48. Classificação quanto à evolução DOR RECORRENTE - Apresenta períodos de curta duração que, no entanto, se repetem com freqüência, podendo ocorrer durante toda a vida do indivíduo, mesmo sem estar associada a um processo específico. Um exemplo clássico deste tipo de dor é a enxaqueca
    49. 49. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    50. 50. Relação com as Funções Orgânicas Leva em conta a localização da dor e os órgãos situados na área.Ex: Tórax retroesternal cervical epigástrica lombar baixo ventre pernas
    51. 51. Características semiológicas da DOR Localização Irradiação Caráter ou qualidade Intensidade Duração Evolução Relação com as funções orgânicas Fatores desencadeantes ou agravantes Fatores que aliviam Manifestações concomitantes
    52. 52. 8.Fatores Desencadeantes ou Agravantes Execução de esforço Alimentação Compressão do local
    53. 53. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    54. 54. 9.Fatores que Aliviam Também pode estar relacionados com as funções orgânicas Posições antálgicas Indução de vômito Resposta a analgésicos já utilizados
    55. 55. Características semiológicas da DOR1. Localização2. Irradiação3. Caráter ou qualidade4. Intensidade5. Duração6. Evolução7. Relação com as funções orgânicas8. Fatores desencadeantes ou agravantes9. Fatores que aliviam10. Manifestações concomitantes
    56. 56. 10.Manifestações Concomitantes A própria dor, quando muito intensa pode provocar outros sintomas.Cólicas: náuseas, vômitos, sudorese, palidez e mal- estar. É freqüente que a dor se acompanhe de manifestações relacionadas diretamente com sua causa. Ex.: na cólica nefrética, náuseas e vômitos estão freqüentemente associados aos episódios mais intensos, independentemente do ponto de obstrução, em conseqüência aos reflexos viscero- viscerais renointestinais. Num grande número de pacientes também podem ser observados sintomas de descarga adrenérgica como palidez cutânea, sudorese e taquicardia.
    57. 57. Termos relacionados à dor Analgesia – ausência de dor à estimulação nociva Anestesia dolorosa – dor em uma área anestesiada Causalgia – dor queimante que persiste após lesão nervorsa traumática Disestesia- sensação anormal deságradável Hiperalgesia- sensibilidade aumentada à estimulação nociva, limiar da dor reduzido
    58. 58. Termos relacionados à dor Hiperestesia – sensibilidade aumentada à estimulação , excluindo os sentidos especiais, mas incluindo sensibilidade cutânea Hiperpatia – reação dolorosa excessiva e retardada após um estímulo repetitivo Hipoalgesia – sensibilidade diminuída à estimulação nociva Hipoestesia - sensibilidade diminuída à estimulação nociva , excluindo as sensações especiais Neuralgia – dor na distribuição de um ou mais nervos
    59. 59. Bibliografia• DOR – Epidemiologia, fisiopatologia, avaliação, síndromes dolorosas e tratamento• DOR – Diagnóstico e Tratamento.• A NEUROLOGIA QUE TODO MÉDICO DEVE SABER• DOR – Fundamentos Abordagem Clínica Tratamento – Kazanowski & Laccetti – Guanabara Koogan.• Fisiopatologia da Dor – Educação Médica Continuada – SBA• Farmacologia – Rang Dale• As Bases Diagnósticas da Terapêutica – Goodman e Gilman.

    ×